Já aproveito os primeiros parágrafos pra pedir mil desculpas pela demora, entre os perrengues do trampo, a correção da história (tem uma carga dramática/sentimental bem pesada numa parte, mas é pra vocês entenderem os próximos capítulos de forma mais dinâmica) e os problemas de conexão (valeu, Arnet, te adoro, mas meteria um fisting na sua coroa); queria falar umas coisinhas pra vocês.Se você só quer ler o conto, pula até o título em letra grande (um pouquinho mais abaixo).Na edição anterior, a 2ª parte desta sérieSemana de amantes: Tô molhadinha e ardendoUm usuário me disse "que jeito de cortar uma frase" e eu entendi. No momento mais quente, eu parei o relato, tanto na parte literária quanto na escrita: NÃO AGUENTAVA MAIS! Tava com o filme Ratatouille (o filme do ratinho que cozinha) dentro de mim, era uma praga de paixões, prazeres, sensações…
Lembrar dessa história em particular me deixa todo pegando fogo. Espero que isso dê pra sentir na letra, que é a intenção de escrever ela também aos poucos, dedicar um tempo pra cada cena, tentar recuperar os detalhes que me excitaram e compartilhar com vocês. É por isso que procuro dosar um pouco a história, além das obrigações, claro, então o tempo às vezes fica meio apertado.Caso você não tenha lido a primeira parte, pra entender melhor tudo, te recomendo que passe porSemana de amantes (1) "esperava essas mordidas há anos, enquantoaqui vai o resumo das últimas linhas:Ela ergueu mais a cintura, tentando fazer a cabeça encaixar para se penetrar sozinha, diante da minha indefesa, com minhas mãos já na cabeça dela, que continuava segurando firme, mesmo eu tentando me soltar com um pouco de resistência, mas sem muita força.
- Quero que entre... - tentou de novo, mas escorregava com tanta lubrificação.
- Não temos camisinha, sei que você adora transar sem nada, pele com pele, mas não quero filhos, surpresas, nad... - e nisso minha respiração cortou, sentindo um calor intenso, quase queimando, envolvendo a glande, a umidade da buceta dela, dos lábios rodeando o prepúcio, da pouca resistência que a buceta dela oferecia para começar a entrar.
- Tomo pílula...
- Mesmo assim...
- Se eu respirar fundo, sabe que esse movimento suave e sutil já vai fazer entrar, não resiste mais - e olhando nos meus olhos, com as pupilas dilatadas e olhos brilhando, respirando ofegante, já claramente sem aguentar mais, segurou meu rosto e, apesar da situação, disse o mais firme que sua voz afetada permitiu - ainda molhada, me queima, e quero pegar fogo com você...
Era difícil me entregar a um estímulo tão gostoso.Morde meu ombro e goza dentro de mim.Sabia por conversas antigas que a gente tinha no Facebook e WhatsApp que ela adora transar sem camisinha, sente mais, curte pelo fato de saber que não tem plástico separando a pica da buceta, aquele mínimo mas intenso extra de calor e roçada natural, pelo a pelo, crina limpa, as mucosas nuas em contato corporal íntimo.
E era difícil, acreditem, por mais que eu tivesse força física pra virar a posição, assumir o papel de dominante e tirar meus braços de cima da cabeça, onde ela me segurava pelos pulsos, mas... o que faltava era força de vontade. E decidi cortar com aquele estresse que mexia com minha cabeça de cima, e mais ainda com a de baixo, prestes a explodir: com um movimento rápido de cintura, ao sentir o balanço suave dos quadris dela que me fazia roçar entre os lábios dela, empurrei forte e o mais fundo que consegui.
Esse movimento fez minha pica entrar o suficiente pra fazer os sentidos dela se perderem, ela fechou os olhos semicerrados virando as bolas, e se deixou cair gozando, me molhando, apertando já sem controle os músculos vaginais e começando um delírio de hormônios que formigava a extensão da pele dela, avermelhando as zonas mais sensíveis. E minha respiração e pernas tremeram, mas sem querer marcar ela pra evitar reclamação, não resisti ao reflexo instintivo de morder um ombro. Acho que isso fez ela gozar de novo, se estremeceu toda, e atrapalhou de novo o ritmo já agitado da respiração dela.
Eu fiquei parado, tentava curtir o momento, agradecendo a Afrodite por ter atendido meu pedido entre respirações forçosamente pausadas, por não ter gozado tão cedo. Mas sentia aquela festa sexual que rola na anatomia, na circulação de todo tipo de substância que nosso corpo produz, do suor que a gente tinha soltado, do calor das nossas peles se roçando, do deslizar dos nossos órgãos sexuais molhados pra caralho, e onde minha ereção continuava firme. unindo-nos nesse pecado consciente.
- Você me mordeu!
- Desculpa, não consegui resistir
- Adorei, seu filho da puta! - e enquanto mexia suave a cintura, numa penetração bem lenta mas profunda, ela falava no meu ouvido num volume baixo, o tom de voz excitado, e dava até pra adivinhar um sorriso entre safado e excitado pós-orgasmo.
- Não queria deixar evidência disso, essa mordida vai durar mais de uma semana marcada. Mas já que você pediu tanto, agora tenta não gozar dentro, a gente continua sem...
- CAMISINHA! você é um sem-vergonha, mas não tô nem aí mais, só quero te aproveitar. Tanto que você falava de pegar no carro e meteu até o fundo, gozei inteira - já num tom sufocado terminando a frase, se afastando um pouco, soltou minhas mãos e se acomodou em cima de mim, pra montar com as mãos apoiadas no meu peito.
Nessa altura, a gente pouco ia ligar pro que, em termos de cuidado, era só um detalhe, mas pra sensações deliciosas era tudo. Embora eu sempre diga que transar sem camisinha é um placebo, não vamos negar que o amor também é, e se curte pra caralho. Por isso, me deixei levar entre olhares fixos, sorrisos, caretas engraçadas e sorrisos safados, com minhas mãos já livres rodeando a cintura dela e também acariciando o contorno do torso, quase chegando na lateral dos peitos dela, bem branquinhos, mamilos duros e empinados, convidando pra serem amassados, sabendo que muito sensíveis e doces aos beijos seriam um carinho bem-vindo, mas queria fazer ela desejar, que aos poucos essa situação de dominância que ela começou se invertesse, sutilmente, pra ter mais efeito.
Ela se mexia ritmadamente, separando nossas pélvis, levantando a raba com o quadril quebrado, sobressaía na imagem e oferecia um roçar diferente. A umidade dela fazia barulho no choque e roçar das minhas bolas, os lábios dela envolvendo a piroca, toda aquela sensação de fluidos quentes, o bater dos corpos unidos, as mãos errantes, e os beijos que esperavam voltar a ser dados. pois é…
- Como você me molha, tanta vontade que eu tava, nem imagina como eu tava com tesão e ao mesmo tempo na dúvida a viagem inteira, os mil quilômetros… de vez em quando me dava um calor, outras vezes medo de não te agradar, da gente não ter química… e meu namorado chupa meu clitóris, o cuck com certeza balançando a neném na praça, se cagando de medo de me comer, sabendo que eu sou uma puta, que preciso de pica regularmente…
Eu ouvia ela tentando não ouvir, queria saborear aquelas palavras, a conquista e o orgulho que me davam, mas sem me distrair dos movimentos dela, mais fortes e profundos, as batidas da minha pica que tocava o fundo, minhas mãos amassando a bunda dela tentando descarregar parte da energia que acumulava nos meus ovos, cheios de todo o leite que guardei desde aquela primeira mensagem de anos atrás, e ainda mais desde o que começou essa semana.
- Não seja uma puta ruim, não me faz apaixonar pela sua buceta, porque você volta pra ele, e eu fico aqui com saudade de como você me molha e aperta.
- Não iria, juro! Sabe que não sobrou nada de virgem em mim - um sorriso bem safado no meio, continuou a frase - sabe que esse cuck me comia muito bem, mas tô na dúvida se de todas as picas que senti, a sua não é a que eu mais gosto.
- A minha é pequena - falei pra provocar, sabendo que meus 17cm não eram nada desprezíveis perto da concorrência que a gente tava falando.
- MAS VOCÊ SABE USAR ELA, provoca, faz com que… - e nesse ritmo, ia ser difícil de nos segurar - e vou gozar toda de novo. É… sinto que tô me preparando, as cócegas subindo, a adrenalina, o calor… VAMOS GOZAR JUNTOS, me dá leite - e os movimentos aumentavam, num ritmo exponencial, desorganizado, mas mais violento.
- Ahh… me viola, filha da puta, que já não aguento mais!
- Me morde os peitos - ela baixou o corpo mais sobre o meu, sem mudar o ritmo da foda, e já sem conseguir resistir mais, dando pra ver que seria um orgasmo forte e ainda compartilhado, ela gritava e gemia se preparando, tremendo, até que depois de uma inspiração bem funda, grito bem alto -Morde meu ombro e goza dentro de mim!Me marca, não tô nem aí, quero sentir a porra gozar dentro…
Subir as escadas, os dois pelados, depois de um relax prolongado entre carinhos mais ternos no sofá, foi uma imagem linda. O banho quente se estendeu entre beijos de apaixonados, como se fosse uma lua de mel, e carícias mútuas nos ensaboando com a esponja e muita espuma na mão.
Trocados de roupa, já prontos pra uma noite de namorados, mais do que de amigos que transavam na violência, vestiram o corpo dela com um vestidinho preto até os joelhos, alças fininhas, decote caprichado, sem brilho além do de uns brincos discretos, do olhar dela e do sorriso. Uma maquiagem mais sóbria e umas rasteirinhas combinando. O cabelo liso – que um dia eu disse que me lembrava a Mortícia Addams, salvando as diferenças – solto nos ombros e um casaco sintético muito gostoso ao toque pra enfrentar o frio típico da serra à noite. Sim, um parágrafo inteiro pra descrever ela, é que depois de tanta nudez queria destacar também a beleza e o bom gosto dela pra andar na rua como uma dama. E eu? Jeans azul, camiseta branca, blazer esporte-elegante, tênis discretos, colarzinho de prata e correntinha, bem penteado, perfume de homem, sorriso e boa energia. Pra quê mais!
– Agora a gente se comporta – ela disse sorrindo e me beijando de boca aberta, com o brilho de cereja nos lábios, perfume que me embriagava de sensações gostosas de sensualidade e cócegas estranhamente prazerosas, bem diferentes das borboletas no estômago. Enquanto isso, me segurava pelo decote do meu blazer, me puxando, e eu falo forçando a voz pra tentar fazer um tom mais grave e sensual:
– Até me beija levantando a perninha, igual nos filmes românticos – ela fica vermelha, parece que foi um reflexo involuntário.
Naquela noite, depois de passear pela orla sem ter um lugar pré-escolhido pra jantar, depois de rir e se olhar mil vezes bobos um pro outro, terminou num bar lindo no 13º andar, no prédio mais alto da segunda. cidade mais movimentada do país na temporada de verão, prédio que abriga o único shopping de Carlos Paz, com uma vista 360º impressionante de toda a cidade: suas luzes, a silhueta das montanhas quase invisíveis pelo reflexo da lua. Lá dentro, luzes baixas, algumas velinhas pra dar o clima nas mesas, e um sofá afastado, que pedimos especialmente pra moça que nos atendeu e entendeu tudo de primeira.
Não importava muito os detalhes do que comemos, confiamos na sugestão de quem nos atendeu e dava pra concluir que era algo afrodisíaco, de bom gosto, leve e ao mesmo tempo saboroso, sem excesso de temperos pra não ofuscar o acompanhamento de beijos e sorrisos que deviam ser protagonistas.
Na sobremesa prestamos mais atenção: base morna de frutas vermelhas em redução de vinho doce com licor de cereja, bolas de creme americano gelado, e uma cobertura de cerejas em calda com contraste de caramelo e chocolate que decoravam e acompanhavam. Isso último a gente comeu entre beijos, nos dando romanticamente na boca de colheradas, cruzando os braços e olhares cúmplices, bem coladinhos um no outro, e sentindo aquela sensação de que terminamos ali, mas tudo ia continuar.
- Faz quanto tempo que não saía assim, romântico, íntimo, comer uma delícia, entre os beijos e a comida... - falou num tom baixo, mas pra ser ouvida, como um pensamento em voz alta, quase como uma bronca em si mesma, também como uma reflexão sobre o desgaste numa relação, meio lamentando. Isso eu percebi, e ela continuou - tipo, a gente tem nossos momentos e saídas, férias em família, mas não é igual. É como se tivesse amor, mas já não me fode do mesmo jeito, não sorri tanto pra mim, não temos a mesma privacidade sendo pais.
- Não se lamenta, já vai passar, talvez seja uma fase. Será que não te aconteceu quando você tava aqui estudando e ele ficava lá, longe, com distância no meio?
- Mas era diferente, a gente tava a meio país de distância, não tava brigado nem de namorados furiosamente apaixonados. Eu continuo amando ele, mas naquela época não tinha outro jeito, era estudo, tava com aquela obrigação, e agora além dessa fase temporária que a gente vive, é mais uma escolha o distanciamento, provocado por TUDO uma situação.
- Já vai passar, você vai voltar, ele vai sentir sua falta, vai te arrebentar toda, vai te comer gostoso do jeito que você gosta, te incendiar na cama e - entre beijos, ele tentava ajeitar a Palavras incômodas, mais de compromisso do que de consolo, e ela olhava o nada, o horizonte noturno.
— Não sei por que penso nele… na verdade sim, sinto falta da minha filha um pouco, agora que estamos tranquilos me deu uma pontinha de melancolia materna, mas o dele é tipo estranho.
Estávamos na sacada que tem nesse 13º andar, vista de 360 graus de toda a cidade, à noite. O ar frio das serras se misturava com o inverno que tinha começado, mas não importava. O ar frio e menos poluído que na cidade grande, com certeza ia ajudar nós dois a clarear a cabeça.
— Me beija com força — ela disse, se encostando no parapeito e se agarrando na minha cintura por trás, num abraço que confundia o afeto com a vontade de voltar a foder — morde minha cara, quero esquecer disso, porque hoje tô com você, tô bem, já vai ter tempo pra voltar à rotina de mal comida, de mãe, de trabalho. Quero sentir você de novo, me come de novo.
Nos beijando, tentando não tirar a roupa, já não sentíamos tanto frio. Os bicos dos peitos dela, duros pela combinação do clima e do tesão, apareciam marcados na roupa, e foi a deixa pra tomar rumo de novo pro apartamento, que nos esperava bagunçado da trepada anterior, e onde eu queria me impor de novo sobre ela, a pedido das mordidas dela.
Se a gente ligou pra bagunça? A verdade é que não, fomos direto pro quarto, tinha tempo pra catar a roupa que tinha voado pelos móveis, o cheiro de sexo que tinha ficado. Do lado da escada tenho um aromatizador, escolhi essência de baunilha e acendi. Dizem, quem entende de aromaterapia, que estimula o desejo sexual, e embora não precisasse botar mais lenha na fogueira, não fazia mal.
— Me espera peladinho na cama? — perguntou brincando — Vou ficar mais à vontade, passo no banheiro.
Pensei: vai sim, eu também vou ficar à vontade e vou te meter à vontade. Me despi, perfume de homem no peito e na barriga, só conservei o boxe.
Ela saiu com a calcinha que já me deixava louco de ver: um conjunto preto de renda, bem sugestivo, sensual demais até pra uma lingerie de qualidade.
— Tô com mais vontade agora do que quando você me comeu mais cedo, sei lá… como se eu estivesse mais calma depois que a gente conversou e esclareceu as coisas, e… — enquanto se aproximava se mexendo de um jeito sensual, rebolando a cintura de um lado pro outro, falava arrumando o conjunto, como se estivesse olhando pra própria buceta. Ela tinha uma buceta linda: branquinha, de bom tamanho, que a maternidade quase nem se nota e preenche qualquer peça — como se eu tivesse toda molhada! não me faz esperar mais.
Entre beijos, fiz ela virar de bruços, deitada, amarrei as mãos dela nas costas com uma meia, e apoiando a pica dura na bunda empinada, separei as pernas dela com meu joelho direito, subindo até encostar no ponto quente que as unia numa calcinha fio dental discreta, mas muito sensual e rendada, que contrastava o preto com a pele clara.
— Filha da puta, você sabe o que me deixa com muito tesão, até meus pontos fracos… até sabe umas coisas que nem meu nãooo… — cortei ela com a pressão e o movimento sugestivo do meu joelho, apertando a buceta dela através do tecido da calcinha. Não queria que ela mencionasse o namorado de novo; por vários dias, ia transformá-la definitiva e completamente na MINHA amante e propriedade sexual, uma combinação dos desejos de ambos, um prazer mútuo.
— Não? ou você ia falar de novo daquele corno que não te come há um tempão, e conseguiu que você viesse pedir pica depois de atravessar meio país? — e agarrando ela pelo cabelo, apoiando a pica aparecendo pela cueca, já na parte de trás da coxa, pra ela sentir mais diretamente o contato, o calor…
— Me come, senti como tá pulsando na minha perna!
— VOU TE COMER QUANDO EU QUISER — num tom de imposição, embora baixo, perto da orelha, e exagerando minha respiração excitada.
— POR FAVOR — ela já falou elevando a voz, quase se lamentando, implorando, ofegante, e ao mesmo tempo querendo inverter os papéis que eu tava estabelecendo agora.
– QUANDO EU QUISER – e mudando minha postura, soltei uma palmada sonora nela, que quando você sabe dar o tapa só com os dedos, faz barulho, sente, mas não machuca…
– Ah… – confundindo um gemido com uma reclamação – siiiim! você me faz molhar, filho da puta… roça na minha buceta forte e vê como eu tô… aaahhh! – dessa vez o tapa foi na buceta, de calcinha no meio, e ela se contraiu como se um choque elétrico tivesse passado pelo corpo.
– Você vai ser minha submissa, vai aprender o que é ser bem comida, vai gozar mil vezes, e vai ter pica quando eu mandar, entendeu?
– Sim… ahhh! – agora foi uma lambida nas costas que soltou o gemido dela, e depois terminou num suspiro profundo, uma respiração desordenada mas funda, ar que ela precisava pra equilibrar o que tava sentindo.
– Abre as pernas e levanta essa raba. Pra puta do rabo, mais do que a natureza já te deu… isso, quebra essa raba, deixa a buceta exposta, assim.
– Quero pica…
– Tô pouco me fodendo pro que você quer.
– EU PRECISO
– Falei que tô pouco me fodendo, escolhe: ou é literal e você chupa meus ovos, ou aguenta.
– Não gosto de chupar ovo… – puxei o cabelo dela, virei a cabeça, mordi de leve a boca dela pra provocar e falei com voz firme:
– Não perguntei, isso primeiro. E segundo, você gosta de chupar pica, eu sei, mas dessa vez vai aprender a lamber meus ovos e meu cu, isso me excita, me faz gozar…Continua...
Prometo que logo, tô quase acabando e a revisão
Lembrem-se que OS COMENTÁRIOS de incentivo, críticas construtivas, experiências vividas com a leitura, são contribuições pra melhorar o estilo. Não me irritam, pelo contrário, me ajudam a aprender mais! E os pontos, favoritos, mensagens privadas e compartilhar, são muito valorizados e agradecidos :)
Lembrar dessa história em particular me deixa todo pegando fogo. Espero que isso dê pra sentir na letra, que é a intenção de escrever ela também aos poucos, dedicar um tempo pra cada cena, tentar recuperar os detalhes que me excitaram e compartilhar com vocês. É por isso que procuro dosar um pouco a história, além das obrigações, claro, então o tempo às vezes fica meio apertado.Caso você não tenha lido a primeira parte, pra entender melhor tudo, te recomendo que passe porSemana de amantes (1) "esperava essas mordidas há anos, enquantoaqui vai o resumo das últimas linhas:Ela ergueu mais a cintura, tentando fazer a cabeça encaixar para se penetrar sozinha, diante da minha indefesa, com minhas mãos já na cabeça dela, que continuava segurando firme, mesmo eu tentando me soltar com um pouco de resistência, mas sem muita força.
- Quero que entre... - tentou de novo, mas escorregava com tanta lubrificação.
- Não temos camisinha, sei que você adora transar sem nada, pele com pele, mas não quero filhos, surpresas, nad... - e nisso minha respiração cortou, sentindo um calor intenso, quase queimando, envolvendo a glande, a umidade da buceta dela, dos lábios rodeando o prepúcio, da pouca resistência que a buceta dela oferecia para começar a entrar.
- Tomo pílula...
- Mesmo assim...
- Se eu respirar fundo, sabe que esse movimento suave e sutil já vai fazer entrar, não resiste mais - e olhando nos meus olhos, com as pupilas dilatadas e olhos brilhando, respirando ofegante, já claramente sem aguentar mais, segurou meu rosto e, apesar da situação, disse o mais firme que sua voz afetada permitiu - ainda molhada, me queima, e quero pegar fogo com você...
Era difícil me entregar a um estímulo tão gostoso.Morde meu ombro e goza dentro de mim.Sabia por conversas antigas que a gente tinha no Facebook e WhatsApp que ela adora transar sem camisinha, sente mais, curte pelo fato de saber que não tem plástico separando a pica da buceta, aquele mínimo mas intenso extra de calor e roçada natural, pelo a pelo, crina limpa, as mucosas nuas em contato corporal íntimo.
E era difícil, acreditem, por mais que eu tivesse força física pra virar a posição, assumir o papel de dominante e tirar meus braços de cima da cabeça, onde ela me segurava pelos pulsos, mas... o que faltava era força de vontade. E decidi cortar com aquele estresse que mexia com minha cabeça de cima, e mais ainda com a de baixo, prestes a explodir: com um movimento rápido de cintura, ao sentir o balanço suave dos quadris dela que me fazia roçar entre os lábios dela, empurrei forte e o mais fundo que consegui.
Esse movimento fez minha pica entrar o suficiente pra fazer os sentidos dela se perderem, ela fechou os olhos semicerrados virando as bolas, e se deixou cair gozando, me molhando, apertando já sem controle os músculos vaginais e começando um delírio de hormônios que formigava a extensão da pele dela, avermelhando as zonas mais sensíveis. E minha respiração e pernas tremeram, mas sem querer marcar ela pra evitar reclamação, não resisti ao reflexo instintivo de morder um ombro. Acho que isso fez ela gozar de novo, se estremeceu toda, e atrapalhou de novo o ritmo já agitado da respiração dela.
Eu fiquei parado, tentava curtir o momento, agradecendo a Afrodite por ter atendido meu pedido entre respirações forçosamente pausadas, por não ter gozado tão cedo. Mas sentia aquela festa sexual que rola na anatomia, na circulação de todo tipo de substância que nosso corpo produz, do suor que a gente tinha soltado, do calor das nossas peles se roçando, do deslizar dos nossos órgãos sexuais molhados pra caralho, e onde minha ereção continuava firme. unindo-nos nesse pecado consciente.
- Você me mordeu!
- Desculpa, não consegui resistir
- Adorei, seu filho da puta! - e enquanto mexia suave a cintura, numa penetração bem lenta mas profunda, ela falava no meu ouvido num volume baixo, o tom de voz excitado, e dava até pra adivinhar um sorriso entre safado e excitado pós-orgasmo.
- Não queria deixar evidência disso, essa mordida vai durar mais de uma semana marcada. Mas já que você pediu tanto, agora tenta não gozar dentro, a gente continua sem...
- CAMISINHA! você é um sem-vergonha, mas não tô nem aí mais, só quero te aproveitar. Tanto que você falava de pegar no carro e meteu até o fundo, gozei inteira - já num tom sufocado terminando a frase, se afastando um pouco, soltou minhas mãos e se acomodou em cima de mim, pra montar com as mãos apoiadas no meu peito.
Nessa altura, a gente pouco ia ligar pro que, em termos de cuidado, era só um detalhe, mas pra sensações deliciosas era tudo. Embora eu sempre diga que transar sem camisinha é um placebo, não vamos negar que o amor também é, e se curte pra caralho. Por isso, me deixei levar entre olhares fixos, sorrisos, caretas engraçadas e sorrisos safados, com minhas mãos já livres rodeando a cintura dela e também acariciando o contorno do torso, quase chegando na lateral dos peitos dela, bem branquinhos, mamilos duros e empinados, convidando pra serem amassados, sabendo que muito sensíveis e doces aos beijos seriam um carinho bem-vindo, mas queria fazer ela desejar, que aos poucos essa situação de dominância que ela começou se invertesse, sutilmente, pra ter mais efeito.
Ela se mexia ritmadamente, separando nossas pélvis, levantando a raba com o quadril quebrado, sobressaía na imagem e oferecia um roçar diferente. A umidade dela fazia barulho no choque e roçar das minhas bolas, os lábios dela envolvendo a piroca, toda aquela sensação de fluidos quentes, o bater dos corpos unidos, as mãos errantes, e os beijos que esperavam voltar a ser dados. pois é…
- Como você me molha, tanta vontade que eu tava, nem imagina como eu tava com tesão e ao mesmo tempo na dúvida a viagem inteira, os mil quilômetros… de vez em quando me dava um calor, outras vezes medo de não te agradar, da gente não ter química… e meu namorado chupa meu clitóris, o cuck com certeza balançando a neném na praça, se cagando de medo de me comer, sabendo que eu sou uma puta, que preciso de pica regularmente…
Eu ouvia ela tentando não ouvir, queria saborear aquelas palavras, a conquista e o orgulho que me davam, mas sem me distrair dos movimentos dela, mais fortes e profundos, as batidas da minha pica que tocava o fundo, minhas mãos amassando a bunda dela tentando descarregar parte da energia que acumulava nos meus ovos, cheios de todo o leite que guardei desde aquela primeira mensagem de anos atrás, e ainda mais desde o que começou essa semana.
- Não seja uma puta ruim, não me faz apaixonar pela sua buceta, porque você volta pra ele, e eu fico aqui com saudade de como você me molha e aperta.
- Não iria, juro! Sabe que não sobrou nada de virgem em mim - um sorriso bem safado no meio, continuou a frase - sabe que esse cuck me comia muito bem, mas tô na dúvida se de todas as picas que senti, a sua não é a que eu mais gosto.
- A minha é pequena - falei pra provocar, sabendo que meus 17cm não eram nada desprezíveis perto da concorrência que a gente tava falando.
- MAS VOCÊ SABE USAR ELA, provoca, faz com que… - e nesse ritmo, ia ser difícil de nos segurar - e vou gozar toda de novo. É… sinto que tô me preparando, as cócegas subindo, a adrenalina, o calor… VAMOS GOZAR JUNTOS, me dá leite - e os movimentos aumentavam, num ritmo exponencial, desorganizado, mas mais violento.
- Ahh… me viola, filha da puta, que já não aguento mais!
- Me morde os peitos - ela baixou o corpo mais sobre o meu, sem mudar o ritmo da foda, e já sem conseguir resistir mais, dando pra ver que seria um orgasmo forte e ainda compartilhado, ela gritava e gemia se preparando, tremendo, até que depois de uma inspiração bem funda, grito bem alto -Morde meu ombro e goza dentro de mim!Me marca, não tô nem aí, quero sentir a porra gozar dentro…
Subir as escadas, os dois pelados, depois de um relax prolongado entre carinhos mais ternos no sofá, foi uma imagem linda. O banho quente se estendeu entre beijos de apaixonados, como se fosse uma lua de mel, e carícias mútuas nos ensaboando com a esponja e muita espuma na mão.
Trocados de roupa, já prontos pra uma noite de namorados, mais do que de amigos que transavam na violência, vestiram o corpo dela com um vestidinho preto até os joelhos, alças fininhas, decote caprichado, sem brilho além do de uns brincos discretos, do olhar dela e do sorriso. Uma maquiagem mais sóbria e umas rasteirinhas combinando. O cabelo liso – que um dia eu disse que me lembrava a Mortícia Addams, salvando as diferenças – solto nos ombros e um casaco sintético muito gostoso ao toque pra enfrentar o frio típico da serra à noite. Sim, um parágrafo inteiro pra descrever ela, é que depois de tanta nudez queria destacar também a beleza e o bom gosto dela pra andar na rua como uma dama. E eu? Jeans azul, camiseta branca, blazer esporte-elegante, tênis discretos, colarzinho de prata e correntinha, bem penteado, perfume de homem, sorriso e boa energia. Pra quê mais!
– Agora a gente se comporta – ela disse sorrindo e me beijando de boca aberta, com o brilho de cereja nos lábios, perfume que me embriagava de sensações gostosas de sensualidade e cócegas estranhamente prazerosas, bem diferentes das borboletas no estômago. Enquanto isso, me segurava pelo decote do meu blazer, me puxando, e eu falo forçando a voz pra tentar fazer um tom mais grave e sensual:
– Até me beija levantando a perninha, igual nos filmes românticos – ela fica vermelha, parece que foi um reflexo involuntário.
Naquela noite, depois de passear pela orla sem ter um lugar pré-escolhido pra jantar, depois de rir e se olhar mil vezes bobos um pro outro, terminou num bar lindo no 13º andar, no prédio mais alto da segunda. cidade mais movimentada do país na temporada de verão, prédio que abriga o único shopping de Carlos Paz, com uma vista 360º impressionante de toda a cidade: suas luzes, a silhueta das montanhas quase invisíveis pelo reflexo da lua. Lá dentro, luzes baixas, algumas velinhas pra dar o clima nas mesas, e um sofá afastado, que pedimos especialmente pra moça que nos atendeu e entendeu tudo de primeira.
Não importava muito os detalhes do que comemos, confiamos na sugestão de quem nos atendeu e dava pra concluir que era algo afrodisíaco, de bom gosto, leve e ao mesmo tempo saboroso, sem excesso de temperos pra não ofuscar o acompanhamento de beijos e sorrisos que deviam ser protagonistas.Na sobremesa prestamos mais atenção: base morna de frutas vermelhas em redução de vinho doce com licor de cereja, bolas de creme americano gelado, e uma cobertura de cerejas em calda com contraste de caramelo e chocolate que decoravam e acompanhavam. Isso último a gente comeu entre beijos, nos dando romanticamente na boca de colheradas, cruzando os braços e olhares cúmplices, bem coladinhos um no outro, e sentindo aquela sensação de que terminamos ali, mas tudo ia continuar.
- Faz quanto tempo que não saía assim, romântico, íntimo, comer uma delícia, entre os beijos e a comida... - falou num tom baixo, mas pra ser ouvida, como um pensamento em voz alta, quase como uma bronca em si mesma, também como uma reflexão sobre o desgaste numa relação, meio lamentando. Isso eu percebi, e ela continuou - tipo, a gente tem nossos momentos e saídas, férias em família, mas não é igual. É como se tivesse amor, mas já não me fode do mesmo jeito, não sorri tanto pra mim, não temos a mesma privacidade sendo pais.
- Não se lamenta, já vai passar, talvez seja uma fase. Será que não te aconteceu quando você tava aqui estudando e ele ficava lá, longe, com distância no meio?
- Mas era diferente, a gente tava a meio país de distância, não tava brigado nem de namorados furiosamente apaixonados. Eu continuo amando ele, mas naquela época não tinha outro jeito, era estudo, tava com aquela obrigação, e agora além dessa fase temporária que a gente vive, é mais uma escolha o distanciamento, provocado por TUDO uma situação.
- Já vai passar, você vai voltar, ele vai sentir sua falta, vai te arrebentar toda, vai te comer gostoso do jeito que você gosta, te incendiar na cama e - entre beijos, ele tentava ajeitar a Palavras incômodas, mais de compromisso do que de consolo, e ela olhava o nada, o horizonte noturno.
— Não sei por que penso nele… na verdade sim, sinto falta da minha filha um pouco, agora que estamos tranquilos me deu uma pontinha de melancolia materna, mas o dele é tipo estranho.
Estávamos na sacada que tem nesse 13º andar, vista de 360 graus de toda a cidade, à noite. O ar frio das serras se misturava com o inverno que tinha começado, mas não importava. O ar frio e menos poluído que na cidade grande, com certeza ia ajudar nós dois a clarear a cabeça.
— Me beija com força — ela disse, se encostando no parapeito e se agarrando na minha cintura por trás, num abraço que confundia o afeto com a vontade de voltar a foder — morde minha cara, quero esquecer disso, porque hoje tô com você, tô bem, já vai ter tempo pra voltar à rotina de mal comida, de mãe, de trabalho. Quero sentir você de novo, me come de novo.
Nos beijando, tentando não tirar a roupa, já não sentíamos tanto frio. Os bicos dos peitos dela, duros pela combinação do clima e do tesão, apareciam marcados na roupa, e foi a deixa pra tomar rumo de novo pro apartamento, que nos esperava bagunçado da trepada anterior, e onde eu queria me impor de novo sobre ela, a pedido das mordidas dela.
Se a gente ligou pra bagunça? A verdade é que não, fomos direto pro quarto, tinha tempo pra catar a roupa que tinha voado pelos móveis, o cheiro de sexo que tinha ficado. Do lado da escada tenho um aromatizador, escolhi essência de baunilha e acendi. Dizem, quem entende de aromaterapia, que estimula o desejo sexual, e embora não precisasse botar mais lenha na fogueira, não fazia mal.
— Me espera peladinho na cama? — perguntou brincando — Vou ficar mais à vontade, passo no banheiro.
Pensei: vai sim, eu também vou ficar à vontade e vou te meter à vontade. Me despi, perfume de homem no peito e na barriga, só conservei o boxe.
Ela saiu com a calcinha que já me deixava louco de ver: um conjunto preto de renda, bem sugestivo, sensual demais até pra uma lingerie de qualidade.
— Tô com mais vontade agora do que quando você me comeu mais cedo, sei lá… como se eu estivesse mais calma depois que a gente conversou e esclareceu as coisas, e… — enquanto se aproximava se mexendo de um jeito sensual, rebolando a cintura de um lado pro outro, falava arrumando o conjunto, como se estivesse olhando pra própria buceta. Ela tinha uma buceta linda: branquinha, de bom tamanho, que a maternidade quase nem se nota e preenche qualquer peça — como se eu tivesse toda molhada! não me faz esperar mais.
Entre beijos, fiz ela virar de bruços, deitada, amarrei as mãos dela nas costas com uma meia, e apoiando a pica dura na bunda empinada, separei as pernas dela com meu joelho direito, subindo até encostar no ponto quente que as unia numa calcinha fio dental discreta, mas muito sensual e rendada, que contrastava o preto com a pele clara.
— Filha da puta, você sabe o que me deixa com muito tesão, até meus pontos fracos… até sabe umas coisas que nem meu nãooo… — cortei ela com a pressão e o movimento sugestivo do meu joelho, apertando a buceta dela através do tecido da calcinha. Não queria que ela mencionasse o namorado de novo; por vários dias, ia transformá-la definitiva e completamente na MINHA amante e propriedade sexual, uma combinação dos desejos de ambos, um prazer mútuo.
— Não? ou você ia falar de novo daquele corno que não te come há um tempão, e conseguiu que você viesse pedir pica depois de atravessar meio país? — e agarrando ela pelo cabelo, apoiando a pica aparecendo pela cueca, já na parte de trás da coxa, pra ela sentir mais diretamente o contato, o calor…
— Me come, senti como tá pulsando na minha perna!
— VOU TE COMER QUANDO EU QUISER — num tom de imposição, embora baixo, perto da orelha, e exagerando minha respiração excitada.
— POR FAVOR — ela já falou elevando a voz, quase se lamentando, implorando, ofegante, e ao mesmo tempo querendo inverter os papéis que eu tava estabelecendo agora.
– QUANDO EU QUISER – e mudando minha postura, soltei uma palmada sonora nela, que quando você sabe dar o tapa só com os dedos, faz barulho, sente, mas não machuca…
– Ah… – confundindo um gemido com uma reclamação – siiiim! você me faz molhar, filho da puta… roça na minha buceta forte e vê como eu tô… aaahhh! – dessa vez o tapa foi na buceta, de calcinha no meio, e ela se contraiu como se um choque elétrico tivesse passado pelo corpo.
– Você vai ser minha submissa, vai aprender o que é ser bem comida, vai gozar mil vezes, e vai ter pica quando eu mandar, entendeu?
– Sim… ahhh! – agora foi uma lambida nas costas que soltou o gemido dela, e depois terminou num suspiro profundo, uma respiração desordenada mas funda, ar que ela precisava pra equilibrar o que tava sentindo.
– Abre as pernas e levanta essa raba. Pra puta do rabo, mais do que a natureza já te deu… isso, quebra essa raba, deixa a buceta exposta, assim.
– Quero pica…
– Tô pouco me fodendo pro que você quer.
– EU PRECISO
– Falei que tô pouco me fodendo, escolhe: ou é literal e você chupa meus ovos, ou aguenta.
– Não gosto de chupar ovo… – puxei o cabelo dela, virei a cabeça, mordi de leve a boca dela pra provocar e falei com voz firme:
– Não perguntei, isso primeiro. E segundo, você gosta de chupar pica, eu sei, mas dessa vez vai aprender a lamber meus ovos e meu cu, isso me excita, me faz gozar…Continua...
Prometo que logo, tô quase acabando e a revisão
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1 comentários - Semana de amantes (3): Me morde o ombro e goza dentro