Pablo - Parte Três

Te deixo os links da história toda:http://www.poringa.net/posts/relatos/2736959/Pablo---Primera-parte.html 
http://www.poringa.net/posts/relatos/2736967/Pablo---Segunda-parte.html 
http://www.poringa.net/posts/relatos/2739865/Pablo---Tercera-parte.html 

Seis e meia da manhã de terça-feira e o despertador já estava tocando. Levantei rápido e fui direto pro chuveiro, um café da manhã rápido e correndo pro clube. Ia ser um dia muito longo e eu não conseguia tirar o Pablo da cabeça, tava com uma vontade louca de aproveitar ele de novo. E de repente, quando tô estacionando no clube, uma mensagem no celular.
– “Sou o Pablo, preciso que a gente se veja hoje.”

Deixei ele louco de tesão, ontem segunda-feira respondi com monossílabos cada uma das mensagens dele, e isso me excitava ainda mais; tava morrendo de vontade de ver ele de novo de joelhos e com meu pau na garganta dele, ele sabia muito bem como chupar e nós dois curtíamos. Respondi a mensagem dizendo:
– “Passa no clube ao meio-dia, que tô com o pau duríssimo e com vontade de te comer.”

Cinco segundos depois ele respondeu:
– “Ok. Tô lá umas 12h30.”

Passei a manhã toda dando aula dentro da água, desconcentrado e com o pau meio duro, desejando que chegasse a hora do almoço. Com os colegas de trabalho a gente geralmente ia comer a umas quadras do clube, num bar tipo botequim, onde se comia bem e barato. Dez minutos antes da hora combinada, uma nova mensagem:
– “Já tô no estacionamento do clube, te espero do lado do teu carro.”

Era claro que ele tava ansioso, embora eu também estivesse.
– “Já é hora de comer.” Disse um dos meus colegas.
– “É, vamos que tô com uma fome.” Respondeu outro.
– “Você não vem, Eduardo?” Me perguntou um terceiro.
– “Não, hoje não vou. Veio um professor amigo e a gente tem que acertar um assunto de trabalho pras férias.” Menti.
– “Deve ser um trabalho importante pra justamente você não querer almoçar.” Me respondeu sorrindo e os outros caíram na risada junto.
– “É, é, tão importante que não pode esperar, vejo vocês mais tarde.”

E assim foram saindo todos. Quando já vi eles se afastando, fui até a porta do clube rumo ao estacionamento onde o Pablo estaria me esperando. Ele tava encostado no capô do meu carro, ansioso e meio nervoso. Mas quando me viu, o rosto dele se iluminou. Ele me deu um sorriso safado, e a gente se cumprimentou com um beijo no rosto.
— “E aí, Pablo?”
— “Você sabe, louco pra te ver. Espero não ter te incomodado, mas é que domingo, depois que você foi embora, me deixou muito excitado. E ainda por cima, ontem você nem me dava bola quando eu te mandava mensagem.”
— “Eu sei, essa era um pouco a intenção, sabia que assim você ia ficar bem excitado e com mais vontade de se ver de novo e de ter minha rola de volta pra você.”
— “Você não faz ideia, mal consegui dormir nesses dois dias de tanto tesão que tô por você.”
— “Fica tranquilo que agora eu vou tirar isso de você.” Falei enquanto levava minha mão até minha rola, que já tava bem dura.

Ele acompanhou minha mão com o olhar, e mordeu o lábio inferior quando eu apertei minha rola, que se marcava perfeitamente no moletom que eu tava usando.
— “A gente vai embora agora, ou o quê?”
— “Ir embora? Não vamos a lugar nenhum, vou te comer aqui no clube.”
— “Eu pensei que a gente fosse pra algum lugar mais discreto…”
— “Fica tranquilo. O clube nesse horário tá quase vazio. Tem um quiosque no fundo que durante a semana ninguém usa, e a gente tem um tempinho até meus colegas voltarem.”

Virei e comecei a andar pro quiosque, ele me seguia olhando pra todos os lados, acho que pra ter certeza de que não tinha ninguém por perto. Quando a gente entrou, fui até as janelas pra fechar as cortinas e evitar olhares indiscretos. O quiosque tinha vários bancos de madeira, e eu sentei de pernas abertas num deles, onde planejava comer o Pablo. Dava pra ver que ele tava nervoso, mas o tesão falava mais alto e eu sabia que ele tava na minha mão, que hoje ele ia fazer tudo que eu pedisse. Pablo sentou na outra ponta do banco e me olhava sem saber o que fazer.
— “Você vai ficar aí o tempo todo? Chega aqui e ajoelha pra começar a chupar minha rola.”

Não precisei falar mais nada, num segundo ele já Eu tinha ele na minha frente, acariciando meu pau desesperado, enquanto com a outra mão se preparava para tirar minha calça. Ver ele daquele jeito me excitava pra caralho e meu pau já estava prestes a explodir. Abaixo rapidamente minha calça e minha cueca, deixando meu pau livre finalmente, olho pra ele por um segundo, enquanto ele lambia os lábios e enfiou de uma vez até o fundo da garganta. Ele metia e tirava com vontade, enquanto gemia que nem um bebê, tava curtindo e eu também. Brincava com a língua na ponta da minha glande, engolia, tirava, chupava, lambia minhas bolas e minhas coxas e voltava a enfiar tudo de novo. Ele tava fora de si, e eu só aproveitava.

— "Engole as bolas, tão cheias da porra que vou deixar no teu cu."

Sentei confortavelmente no banco com as pernas bem abertas, com o pau apontando pro teto e as bolas penduradas, desafiadoras, brilhando por causa da saliva do Pablo. Ele se deitou no chão e começou a chupar minhas bolas, primeiro lambia timidamente, brincando com elas e pesando, mas não demorou pra enfiar uma na boca e depois a outra. Comecei a me masturbar com a cena, mas quando ele me viu batendo uma, imediatamente afastou minha mão e enfiou meu pau de volta na boca, pra continuar o boquete.

— "Tira a roupa que quero comer teu cu."

E quase arrancando a roupa, ele se despiu em segundos. Levei ele até o banco e coloquei ele de joelhos, com as pernas bem abertas me mostrando a bunda. Enfiei um dos meus dedos na boca e, molhando um pouco com saliva, enfiei de uma vez no cu dele. Ele não esperava e se arqueou de prazer e dor. Tirei o dedo e cuspi um pouco no cu dele, separei bem as nádegas e comecei a chupar ele. Passava minha língua de cima pra baixo, fazia círculos em volta do buraquinho dele e até enfiava a língua lá dentro, enquanto com a outra mão, peguei o pau dele que tava pendurado e comecei a bater uma pra ele. Ele gemia e gritava, se contorcia de prazer, e ainda mais quando dois dos meus dedos foram direto pra dentro do cu dele. Eu estava suando e bufando a cada estocada dos meus dedos, que se moviam e se contorciam ao redor da próstata dele. Ele estava meio em transe, e era assim que eu gostava de vê-lo.

Me levantei rápido, balancei um pouco meu pau e apontei direto pro buraco dele. Ele virou a cabeça de leve e me olhou com os olhos cheios de luxúria. Eu sorri pra ele e, apontando meu pau, enfiei de uma só vez, quase fazendo ele cair do banco. Ele soltou um grito enorme que se transformou em respirações ofegantes a cada movimento meu. Dei um tapa na bunda dele e comecei a meter com força, bem forte. Em cada estocada, eu quase tirava o pau por completo e enfiava de novo com tudo, mudando o ritmo: primeiro devagar, pra ele sentir bem, e de repente rápido.

Ele virava a cabeça de um lado pro outro, arqueava as costas, batia as mãos no banco. Tava curtindo cada estocada, e só saíam da garganta dele uns gemidos baixinhos e entrecortados cada vez que meu pau enchia o cu dele. Minhas mãos seguravam firme na cintura dele e eu puxava com força pra mim, pra enterrar meu pau cada vez mais fundo. Aquele cu me dava tanto prazer que, por uns momentos, achei que ia gozar na hora, mas eu queria continuar assim por muito tempo. O prazer que ele me dava era imenso, percorria meu corpo inteiro. O som dos gemidos dele, o barulho dos nossos corpos se chocando e minhas bolas batendo nas dele criavam uma atmosfera muito erótica. Dei mais um tapa na bunda dele e comecei a falar umas putarias.

— Que puta gostosa que você é... Que cu lindo que você tem... Que bem que você dá...

Peguei com força no cabelo dele e fiz ele levantar a cabeça, enfiando um dos meus dedos na boca dele enquanto meu pau continuava furando ele. Tirei o pau do cu dele, porque tava quase gozando e ainda era cedo pra isso. Ele me olhou suplicante, mas eu só sentei no banco e mandei ele chupar de novo. Pablo se ajoelhou na hora pra enfiar meu pau de volta na boca dele. Agora ele fazia com mais tesão, a saliva dele escorria por todo o meu pau até as bolas. Apertei o Pablo forte contra mim, sentindo como meu pau entrava até o fundo da garganta dele. Ele teve que se soltar da minha pressão por causa de uma ânsia, mas quando passou, enfiou de novo até o fundo. Naquele estado, sabia que não ia durar muito, a situação era quente demais.

Então pedi pra ele deitar de novo no banco, dessa vez de barriga pra cima, coloquei as pernas dele nos meus ombros e enfiei de novo com tudo. Pablo continuava de olhos virados e em êxtase. Era fascinante ver como ele estava curtindo e como me fazia curtir também. Eu acariciava o peito dele, os ombros, as costas, e finalmente nos beijamos com gosto numa luta de línguas insaciáveis. Éramos dois animais aproveitando nossos corpos, dois animais transando selvagemente.

Sabia que a qualquer hora ia gozar, então tirei do cu dele e, colocando meu pau perto da boca dele, comecei a bater uma.

- "Abre bem a boquinha que vou te dar uma boa porção de leite..."
- "Sim... Sim... Me dá tudo..."

Eu enfiava inteiro na boca dele e tirava pra continuar batendo uma, assim uma e outra vez. Quando senti que já tava perto, enfiei tudo dentro da boca dele e comecei a soltar grandes quantidades de porra, enquanto meu corpo se contorcia com arrepios de prazer. Acho que foi um dos meus melhores orgasmos, tava fora de mim, e na minha cabeça só ouvia as batidas do meu prazer. E fiquei assim até os gritos de prazer do Pablo me fazerem voltar do transe, ele também tava gozando, soltando grandes jatos de leite. Nos beijamos com o gosto da minha porra ainda na boca dele. E tive que sentar, porque o corpo não respondia, tinha sido tudo tão intenso. O Pablo me abraçou por trás e, me dando beijos no pescoço, agradecia por tudo aquilo, pelo prazer que eu tinha dado, e o quanto feliz eu o tinha deixado. Nos beijamos de novo e eu falei:

- "É melhor você ir, meus colegas vão chegar daqui a a qualquer momento e é melhor me encontrarem no vestiário.”
- “Tem razão, papai…”

Quando chegamos na porta do clube, ele me olhou nos olhos e disse:
- “O de hoje foi foda, temos que repetir mais vezes.”
- “Claro, você não sabe o tesão que me deu, a partir de agora vamos repetir isso com muito mais frequência.”

Nos abraçamos e, piscando o olho, ele foi se afastando do clube. Tinha sido uma trepada bem gostosa, e a gente tinha curtido pra caralho. Meus colegas foram chegando aos poucos e foram me contando as histórias da comida. As besteiras que um falou, as barbaridades do outro, o de sempre. Chegou a hora de recomeçar o trabalho, e foi o que fizemos.


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3 comentários - Pablo - Parte Três

Uff como me calentaste Papi!: “Que hermosa putita que eres… Que precioso culo que tienes… Que bien que coges…”
Las fotos de tu culo merecen todos esos calificativos...
Vos también sos una putita que tiene un culo precioso...
Imagino que debes coger muy bien...
@SaskatchewanTatu Gracias papitooo!