Pablo - Primeira Parte

Te deixo os links da história toda:http://www.poringa.net/posts/relatos/2736959/Pablo---Primera-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2736967/Pablo---Segunda-parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2739865/Pablo---Tercera-parte.html
Em abril de 2015, minha esposa recebeu uma ligação dos primos dela que moram a uns 300 km de distância, num povoado do interior da província, pra resolver a herança de um sítio de 20 hectares que os pais e tios dela tinham comprado uns 40 anos atrás. Como a única que ainda tá viva de todos os irmãos é a tia da minha esposa, que tava muito doente, eles queriam resolver uns problemas dessa propriedade pra evitar encrenca no futuro. Aí ela me avisa que na sexta-feira seguinte ia viajar com a irmã dela e que só voltaria no domingo.

Meus filhos, como quase sempre, "desaparecem" na noite de sexta e só voltam pra janta de domingo. Então decidi que "esse" tinha que ser o fim de semana pra contar tudo pros seus pais, sobre o relacionamento que a gente tem há um tempo.

Naquele sábado fui até sua casa decidido a te encontrar, toquei a campainha e uma senhora de uns 50 anos, muito gostosa, apareceu na porta. Era sua mãe.
- "Sim, o que o senhor deseja?"
- "Sou amigo do Pablo, ele tá?"

Vejo um senhor quase da minha idade se aproximando da porta, que imaginei ser seu pai, e ele entra na conversa.
- "Amigo do Pablo? Desculpe, mas a gente não conhece o senhor."
- "Quem tem que se desculpar sou eu, devia ter me apresentado. Sou Eduardo, o namorado do Pablo."

A cara de surpresa deles foi incrível quando perceberam minha idade. Eles me fazem entrar e te chamam. Pedem pra eu sentar num sofá de dois lugares na frente de uma mesinha com um vaso, enquanto seu pai senta num sofá individual perto de mim e sua mãe em outro igual na frente dele, mais longe de onde eu tô. Você desce as escadas e quando me vê, fica feliz que nem criança com brinquedo novo, seu corpo enfiado numa calça jeans e uma camiseta denunciava seus 20 anos, mas seu rostinho de menino não parecia.

Você sentou do meu lado e eu quis te dar um beijo na bochecha, mas você se jogou na minha boca e me deu um beijo de língua e tudo. Desconfortável na frente dos seus pais, tento te afastar, mas você... Mamãe me diz pra não me preocupar com eles. Meu pau começou a crescer e seu pai percebeu, e começou a desviar a conversa pra banalidades.
— “E como foi que vocês se conheceram?” Pergunta seu pai.
— “A gente se conheceu por um chat de encontros uns seis meses atrás, mais ou menos. Trocamos e-mails, fotos; cada vez ficávamos mais íntimos e, aos poucos, fomos percebendo o quanto tínhamos em comum e o quanto gostávamos um do outro.”
— “É, eu me apaixonei por ele na hora. Vocês sabem que sempre gostei de homens mais velhos.”
— “E hoje é a primeira vez que vocês se encontram?” Interveio sua mãe.
— “Não, há dois meses a gente se encontrou num bar no centro da cidade e, a partir daí, saímos várias vezes juntos pra passear no meu carro e, como ele diz, quase sem perceber, fomos nos apaixonando. E então hoje resolvi vir até aqui pra me apresentar pra vocês, conhecê-los e esclarecer tudo sobre a gente. Mas, se vocês não concordarem, vou embora sem fazer escândalo.”
— “De jeito nenhum, tudo que fizer nosso filho Pablo feliz, a gente aceita de bom grado, não é, querido?”
— “Claro.” Se apressou seu pai a responder.
— “Pablo, vem comigo na cozinha preparar café pra recepcionar seu amigo.”
— “Namorado, mãe, NA-MO-RA-DO…”

Quando fiquei a sós com seu pai e vi que ele não tirava os olhos do volume saliente da minha calça, ele me pergunta.
— “Quantos anos você tem?”
— “56.”
— “E o que você faz?”
— “Sou professor de Educação Física.”
— “Vocês já transaram?”
— “O que você quer que eu responda?”
— “A verdade.”
— “Ok. Tirando a primeira vez que a gente se encontrou, todas as outras vezes a gente só fez sexo oral, mas seu filho ainda é virgem. Não quero entrar em detalhes pra não te deixar sem graça, mas o Pablo me faz muito feliz e ele também é feliz comigo.”
— “Imagino que você seja o homem da relação e ele a mulherzinha.”
— “Se você tá falando dos papéis, eu sou o ativo e seu filho é o passivo. Mas, não Não leva a mal e desculpa ser tão direto; o Pablo não é e nunca vai ser a mulherzinha, ele é um homem que faz muito feliz outro homem..."

E a conversa foi interrompida quando você e sua mãe voltaram com uma bandeja que tinha uma cafeteira fumegante, um açucareiro e quatro xícaras de café.

- "O que vocês estavam conversando, que de repente calaram a boca? Com certeza era de mim."
- "Contei umas coisas sobre a gente, não se preocupa."
- "Isso, não se preocupa, falamos de muitas coisas, mas posso dizer sem medo de errar que o Eduardo é um verdadeiro cavalheiro e aprecio que ele te queira bem." Enfatizou seu pai.

A tarde passou entre conversas e café. Os pais do Pablo me fizeram sentir muito à vontade. Claro que me convidaram pra jantar e aceitei. Seu pai sentou na cabeceira, sua mãe à direita dele, eu à esquerda e você do meu lado. Lutei a janta inteira com você tentando parar suas mãos que tentavam pegar meu pau por cima da calça. Sua mãe nunca percebeu o que tava rolando e seu pai, que tinha notado, fingia que não via. Depois da janta, seu pai me convida pra dormir no quarto de hóspedes, mas sua mãe se opôs, dizendo que se eu era seu namorado, podia muito bem dormir no seu quarto. Sua mãe colocou um colchão do lado da sua cama e trouxe os cobertores. Ajudei a arrumar a cama improvisada e, na hora de deitar, vi que ela, ao fechar a porta do quarto, te deu uma piscada safada.

Você na sua cama e eu no chão. Você me convidou pra deitar comigo e descobri que só tava vestindo uma regata. Eu tava só de cueca. Você acariciou meu pau por cima da cueca e a gente se perdeu num beijo de língua sem fim enquanto eu enfiava três dedos no seu cu.

- "Quero que hoje seja o dia que você me tira a virgindade."
- "Tem certeza?"
- "Sim, meus pais te aceitaram como o que você é: o namorado do filho deles. Eles não são idiotas, imaginam que a gente já transou."
- "Você se engana. Contei a ele... Falei a verdade pro seu pai. Disse a ele que a gente só fez sexo oral, exclusivamente. Confessei que você ainda é virgem."
- "Foi isso que você disse? Contou detalhes dos nossos encontros?"
- "Não, não quis deixar ele desconfortável e envergonhado, mas tenho quase certeza que agora seu pai tá contando pra sua mãe..."

Você tapou minha boca com um beijo lindo e disse:
- "Quero chupar sua pica e tomar todo o leite que você puder me dar."

Você tirou minha cueca e se apossou da minha pica como um bebê faminto faz com o mamilo da mãe. Aproveitei pra tirar a regata que você tava usando, enquanto você lambia avidamente minha cabeça e massageava minhas bolas. Não aguentei muito mais e enchi sua boca com todo o sêmen que aquele dia quente tinha acumulado, deviam ser uns 4 ou 5 jatos longos, brancos e grossos que inundaram sua garganta, e você, com muita habilidade, não desperdiçou nenhum. Quando terminou de limpar, comecei a bater uma pra você até que, com um gemido agudo, você começou a gozar, e todo seu maravilhoso gozo acabou na minha mão, no meu braço e no meu peito.
- "Agora quero ser seu pra sempre. Quero sentir sua pica bem dentro do meu cu, quero sentir seu leite dentro de mim."

Depois de alguns minutos e graças aos seus carinhos, minha pica ganhou vida própria de novo. Como não queria te machucar, pedi pra você montar em mim de frente, assim você podia controlar a profundidade e o ritmo. Pude ver minha pica desaparecendo devagar dentro do seu cu.
- "Tá confortável? Tá doendo?"
- "Um pouquinho."
- "Deixa seu cu se acostumar e ir dilatando, e quando você se sentir confortável, a gente começa."

Você começou uma cavalgada, primeiro suave e depois furiosa em cima de mim, e depois de alguns minutos que pareceram eternos, gozamos ao mesmo tempo. Eu com uns 2 ou 3 jatos bem grossos dentro do seu cu, e você como uma fonte interminável de gozo no meu peito e na minha barriga. Você se deitou sobre mim e, enquanto nos beijávamos, minha pica continuava pulsando dentro de você. Você foi meu pela primeira vez e foi maravilhoso.
Meu pau saiu de dentro do seu cu arrombado. A gente se beijou numa dança sem fim das nossas línguas se procurando e se enroscando freneticamente, que fez a gente perder a noção do tempo. Você virou de costas, encaixando sua bunda gostosa no meu pau, e enquanto eu brincava com o lóbulo da sua orelha, a gente dormiu pelado e abraçado até o dia seguinte.


(Continua em: "Pablo - Segunda parte")

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3 comentários - Pablo - Primeira Parte

Muy buena la saga de Pablo! Es cierto todo lo contás? Los padres aceptan que su hijo es putito y te reciben sin problemas?
(Te dejo 7 puntitos)
Solo cambié los nombres, pero fue así como sucedió...
@SaskatchewanTatu Genial!
que hermoso pa! quiero!
Tendrás toda la verga que quieras...
Yo también quiero cogerte...
@SaskatchewanTatu me excitas muchisimoooooooooooooo