Jorge e eu somos amigos desde a infância, os pais dele me conhecem desde pequeno e sempre me trataram como da família. Durante 4 anos eles tiveram que morar no interior, então parei de vê-los. Depois disso, quando finalmente voltaram...
Um dia, passeando pelo parque, nos encontramos. Nunca imaginei que as coisas iam mudar tanto. A mãe dele (Marta) falava comigo num tom diferente, como se estivesse flertando comigo, mesmo com minha mãe e o filho dela presentes. Ela adorava ficar me provocando, me abraçando e me dando elogios como uma colegial brincalhona. As únicas frases que eu ouvia eram:
COMO VOCÊ CRESCEU, FICOU MUITO FORTE, ESTÁ BEM GRANDÃO E MAIS GOSTOSO.
Minha mãe me alertava que não queria mais que eu fosse na casa do Jorge porque a mãe dele estava meio doida e que eu não desse atenção, o que eu nunca fiz. Assim passaram alguns anos. De repente, eu a encontrava na rua e a gente começava a conversar. Ela não perdia a oportunidade de flertar. Depois de um tempo, me acostumei e comecei a vê-la não como a mãe do meu amigo, mas como uma mulher muito gostosa e sexy.
Um dia qualquer, o Jorge e eu havíamos combinado de tomar alguma coisa, mas quando cheguei na casa dele, a mãe dele disse: "Acho que ele saiu, não sei para onde, mas ele combinou com você. Pode entrar e esperar por ele aqui dentro." Estava na sala quando meu celular tocou. Era o Jorge, e ele disse: "Mano, lembra daquela mina que me deixava louco? Lembra?"
Nós dois tínhamos um acordo: AS MINAS EM PRIMEIRO LUGAR. No fim das contas, somos como irmãos e sempre vai ser assim, mas há situações que não se repetem na vida. Vendo todo o esforço que ele teve para sair com ela, não me restou outra opção a não ser aceitar.
Fiquei sentado na sala por um tempo, esperando a mãe dele descer para me despedir. Depois de um tempo, ouvi o som de uns saltos descendo as escadas. Marta estava descendo lentamente. Ela tinha ido trocar os jeans e o moletom por um vestido sexy daqueles justos e uns saltos não muito altos. que ficaram muito sexy com ele, o que imediatamente me deu um pau duro. Depois da minha grande surpresa, começamos a conversar, sem que eu tirasse os olhos dela, devorando-a com meu olhar e imaginando mil coisas excitantes que poderia fazer com ela naquela situação.
Marta: O que será que aconteceu, o Jorge está demorando muito.
Eu: Ele acabou de me ligar e disse que teve coisas para resolver, então vou indo.
Ao perceber que se eu me levantasse, a Marta notaria minha ereção, decidi esperar um pouco até a tesão passar. Embora eu ache que, pela forma como eu estava olhando para ela, ela já tinha percebido.
Eu: E agora, pra onde você vai sair? Você está muito gostosa.
Marta: Vou jantar com meu marido, mas quem sabe, ele nem falou comigo.
Depois de conversar um tempinho só besteira e continuar flertando, ela se levantou e foi andando devagar até a cozinha, passando as mãos sobre o vestido sexy no corpo, deixando eu ver como um calcinha fio dental minúscula marcava. Demorou alguns minutos e voltou com dois copos. No começo, pensei que era refrigerante, mas ao cheirar percebi que era uísque.
Marta: Já que nos deixaram na mão, temos que tomar um drink.
Eu estava incrédulo ao ver a situação, pela forma como ela andou, na tentativa de me deixar com tesão, e o álcool... acho que já estava claro o que nós dois queríamos. Depois de 2 ou 3 copos, eu já estava bem excitado, com vontade de arrancar a roupa dela e fazê-la minha ali mesmo. Ela continuava brincando, tocando suavemente as próprias pernas com as mãos e ao mesmo tempo abrindo elas um pouco, deixando o resto para minha imaginação. Cada vez ela se aproximava mais de mim e eu continuava devorando-a com os olhos, não conseguia tirar o olho dela.
Com Marta completamente recostada no meu ombro, olhando para baixo, por um momento achei que ela tinha adormecido. Foi pelo reflexo na mesa de vidro que pude perceber que ela só estava fingindo; o que ela fazia era olhar para o volume que se destacava na minha calça, sem desviar o olhar. meu pau que estava prestes a explodir.
Depois, ela fez um gesto como quando estamos quase dormindo, se levantou e deu algumas palmadinhas no rosto para tornar sua atuação mais convincente.
Marta: Desculpa, eu estava quase dormindo em cima de você.
EU: Não se preocupa, não me incomoda.
Percebendo que o pouco uísque que havia já tinha acabado, ela foi direto para a cozinha de novo. Depois de um tempo, me chamou pedindo ajuda. Para o qual acorri rapidamente. Já na cozinha:
Marta: Olha, lá em cima tem outra garrafa, mas não consigo alcançar. Me ajuda.
Enquanto dizia isso, ela se esticava mais, tentando alcançá-la, ao mesmo tempo que continuava brincando e me seduzindo, deixando eu ver aquelas pernas tão gostosas que ela tem e como o vestido subia. Não pude evitar me inclinar um pouco para trás para tentar ver por baixo do vestido.
Marta: Ah, olha, com essa cadeira eu já alcanço. Segura ela para eu não cair.
Ao ver o que veio a seguir, já não me contive mais. Uma vez em cima da cadeira, imediatamente cravei o olhar sob seu vestido. Não pude me segurar ao ver que ela tinha tirado o fio dental. Imediatamente comecei a devorá-la de uma maneira desesperada, passando minha língua por seus lábios uma e outra vez, lambendo sem parar. Depois fui introduzindo minha língua até o mais profundo de sua buceta, percorrendo todo seu interior, e ela adorando, gemendo de prazer, me pedindo...
Marta: Me come assim, me come, não para, por favor, continua lambendo assim lá dentro.
EU: Você gosta de como eu te como? Você vai gostar mais disso.
Enquanto continuava fazendo isso, acariciava suas pernas de cima a baixo lentamente, até o momento de chegar ao seu clitóris. Nesse instante, passei minha língua de sua ppk para seu cu e comecei a lamber enquanto fazia pressão com meus dedos, e ela, completamente louca, sem parar de gemer.
Me afastei um pouco dela e procedi a meter minha cabeça entre seu cu, esticando minha língua e passando-a desde sua ppk, que já estava encharcada, até seu cu, que não estava tão apertado quanto... pensava, lambi uma e outra vez sentindo como ela se contorcia de prazer, sentindo como ela gemía e dizia que nunca tinham chupado ela assim.
Depois de um bom tempo lambendo seus dois orifícios famintos, fui subindo devagar beijando suas costas e a pegando para que se levantasse, agora era a vez dela me dar prazer, abaixei minha calça e tirei meu pau duro em todo seu esplendor, ela pegou com a mão direita, puxou a pele do pau para trás e procedeu a dar um beijo em toda a glande para depois ir introduzindo dentro de sua boca até o fundo, ela me deu um boquete de campeonato que fazia minhas pernas tremerem um pouco de tanto prazer, sem dúvida ela era toda uma especialista com a boca, eu a pegava pela nuca e fodia sua boca com muita força, isso a deixava louca se comportando como uma verdadeira fera no cio.
Já queria enfiar nela, então a coloquei de quatro e deixei entrar todo meu pau de uma vez em sua boceta quente, ela deu um grande gemido enquanto eu a agarrava forte pelos quadris, enfiava uma e outra vez fazendo-a gemer, eu balbuciava palavras quentes, estava ardendo de tesão fodendo aquele rabão enorme, esses sussurros não faziam outra coisa senão deixá-la ainda mais excitada fazendo com que ela ajudasse no ritmo, jogando sua bunda para trás a cada investida minha, fazendo um barulho bem alto a cada enfiada, depois de um bom tempo assim ela começou a convulsionar e me dizer que estava quase gozando, que eu desse bem duro, ela acabou entre muitos gemidos e apertando meu pau com sua boceta extremamente molhada.
Disse para ela se ajoelhar que agora era a vez de sua boca, ela se abaixou e eu enfiei até a garganta enquanto ela chupava num ritmo bom para gozar, depois de alguns minutos já queria enchê-la de porra, então tirei e joguei toda a porra em seu rosto, caindo bastante em sua boca que ela saboreou como se fosse uma iguaria para depois engolir.
Dei uma palmada em sua bunda enorme e disse que estivesse preparada, que todos os dias que ela desejasse eu presentearia com minha deliciosa porra para que ia provar.
Um dia, passeando pelo parque, nos encontramos. Nunca imaginei que as coisas iam mudar tanto. A mãe dele (Marta) falava comigo num tom diferente, como se estivesse flertando comigo, mesmo com minha mãe e o filho dela presentes. Ela adorava ficar me provocando, me abraçando e me dando elogios como uma colegial brincalhona. As únicas frases que eu ouvia eram:
COMO VOCÊ CRESCEU, FICOU MUITO FORTE, ESTÁ BEM GRANDÃO E MAIS GOSTOSO.
Minha mãe me alertava que não queria mais que eu fosse na casa do Jorge porque a mãe dele estava meio doida e que eu não desse atenção, o que eu nunca fiz. Assim passaram alguns anos. De repente, eu a encontrava na rua e a gente começava a conversar. Ela não perdia a oportunidade de flertar. Depois de um tempo, me acostumei e comecei a vê-la não como a mãe do meu amigo, mas como uma mulher muito gostosa e sexy.
Um dia qualquer, o Jorge e eu havíamos combinado de tomar alguma coisa, mas quando cheguei na casa dele, a mãe dele disse: "Acho que ele saiu, não sei para onde, mas ele combinou com você. Pode entrar e esperar por ele aqui dentro." Estava na sala quando meu celular tocou. Era o Jorge, e ele disse: "Mano, lembra daquela mina que me deixava louco? Lembra?"
Nós dois tínhamos um acordo: AS MINAS EM PRIMEIRO LUGAR. No fim das contas, somos como irmãos e sempre vai ser assim, mas há situações que não se repetem na vida. Vendo todo o esforço que ele teve para sair com ela, não me restou outra opção a não ser aceitar.
Fiquei sentado na sala por um tempo, esperando a mãe dele descer para me despedir. Depois de um tempo, ouvi o som de uns saltos descendo as escadas. Marta estava descendo lentamente. Ela tinha ido trocar os jeans e o moletom por um vestido sexy daqueles justos e uns saltos não muito altos. que ficaram muito sexy com ele, o que imediatamente me deu um pau duro. Depois da minha grande surpresa, começamos a conversar, sem que eu tirasse os olhos dela, devorando-a com meu olhar e imaginando mil coisas excitantes que poderia fazer com ela naquela situação.
Marta: O que será que aconteceu, o Jorge está demorando muito.
Eu: Ele acabou de me ligar e disse que teve coisas para resolver, então vou indo.
Ao perceber que se eu me levantasse, a Marta notaria minha ereção, decidi esperar um pouco até a tesão passar. Embora eu ache que, pela forma como eu estava olhando para ela, ela já tinha percebido.
Eu: E agora, pra onde você vai sair? Você está muito gostosa.
Marta: Vou jantar com meu marido, mas quem sabe, ele nem falou comigo.
Depois de conversar um tempinho só besteira e continuar flertando, ela se levantou e foi andando devagar até a cozinha, passando as mãos sobre o vestido sexy no corpo, deixando eu ver como um calcinha fio dental minúscula marcava. Demorou alguns minutos e voltou com dois copos. No começo, pensei que era refrigerante, mas ao cheirar percebi que era uísque.
Marta: Já que nos deixaram na mão, temos que tomar um drink.
Eu estava incrédulo ao ver a situação, pela forma como ela andou, na tentativa de me deixar com tesão, e o álcool... acho que já estava claro o que nós dois queríamos. Depois de 2 ou 3 copos, eu já estava bem excitado, com vontade de arrancar a roupa dela e fazê-la minha ali mesmo. Ela continuava brincando, tocando suavemente as próprias pernas com as mãos e ao mesmo tempo abrindo elas um pouco, deixando o resto para minha imaginação. Cada vez ela se aproximava mais de mim e eu continuava devorando-a com os olhos, não conseguia tirar o olho dela.
Com Marta completamente recostada no meu ombro, olhando para baixo, por um momento achei que ela tinha adormecido. Foi pelo reflexo na mesa de vidro que pude perceber que ela só estava fingindo; o que ela fazia era olhar para o volume que se destacava na minha calça, sem desviar o olhar. meu pau que estava prestes a explodir.
Depois, ela fez um gesto como quando estamos quase dormindo, se levantou e deu algumas palmadinhas no rosto para tornar sua atuação mais convincente.
Marta: Desculpa, eu estava quase dormindo em cima de você.
EU: Não se preocupa, não me incomoda.
Percebendo que o pouco uísque que havia já tinha acabado, ela foi direto para a cozinha de novo. Depois de um tempo, me chamou pedindo ajuda. Para o qual acorri rapidamente. Já na cozinha:
Marta: Olha, lá em cima tem outra garrafa, mas não consigo alcançar. Me ajuda.
Enquanto dizia isso, ela se esticava mais, tentando alcançá-la, ao mesmo tempo que continuava brincando e me seduzindo, deixando eu ver aquelas pernas tão gostosas que ela tem e como o vestido subia. Não pude evitar me inclinar um pouco para trás para tentar ver por baixo do vestido.
Marta: Ah, olha, com essa cadeira eu já alcanço. Segura ela para eu não cair.
Ao ver o que veio a seguir, já não me contive mais. Uma vez em cima da cadeira, imediatamente cravei o olhar sob seu vestido. Não pude me segurar ao ver que ela tinha tirado o fio dental. Imediatamente comecei a devorá-la de uma maneira desesperada, passando minha língua por seus lábios uma e outra vez, lambendo sem parar. Depois fui introduzindo minha língua até o mais profundo de sua buceta, percorrendo todo seu interior, e ela adorando, gemendo de prazer, me pedindo...
Marta: Me come assim, me come, não para, por favor, continua lambendo assim lá dentro.
EU: Você gosta de como eu te como? Você vai gostar mais disso.
Enquanto continuava fazendo isso, acariciava suas pernas de cima a baixo lentamente, até o momento de chegar ao seu clitóris. Nesse instante, passei minha língua de sua ppk para seu cu e comecei a lamber enquanto fazia pressão com meus dedos, e ela, completamente louca, sem parar de gemer.
Me afastei um pouco dela e procedi a meter minha cabeça entre seu cu, esticando minha língua e passando-a desde sua ppk, que já estava encharcada, até seu cu, que não estava tão apertado quanto... pensava, lambi uma e outra vez sentindo como ela se contorcia de prazer, sentindo como ela gemía e dizia que nunca tinham chupado ela assim.
Depois de um bom tempo lambendo seus dois orifícios famintos, fui subindo devagar beijando suas costas e a pegando para que se levantasse, agora era a vez dela me dar prazer, abaixei minha calça e tirei meu pau duro em todo seu esplendor, ela pegou com a mão direita, puxou a pele do pau para trás e procedeu a dar um beijo em toda a glande para depois ir introduzindo dentro de sua boca até o fundo, ela me deu um boquete de campeonato que fazia minhas pernas tremerem um pouco de tanto prazer, sem dúvida ela era toda uma especialista com a boca, eu a pegava pela nuca e fodia sua boca com muita força, isso a deixava louca se comportando como uma verdadeira fera no cio.
Já queria enfiar nela, então a coloquei de quatro e deixei entrar todo meu pau de uma vez em sua boceta quente, ela deu um grande gemido enquanto eu a agarrava forte pelos quadris, enfiava uma e outra vez fazendo-a gemer, eu balbuciava palavras quentes, estava ardendo de tesão fodendo aquele rabão enorme, esses sussurros não faziam outra coisa senão deixá-la ainda mais excitada fazendo com que ela ajudasse no ritmo, jogando sua bunda para trás a cada investida minha, fazendo um barulho bem alto a cada enfiada, depois de um bom tempo assim ela começou a convulsionar e me dizer que estava quase gozando, que eu desse bem duro, ela acabou entre muitos gemidos e apertando meu pau com sua boceta extremamente molhada.
Disse para ela se ajoelhar que agora era a vez de sua boca, ela se abaixou e eu enfiei até a garganta enquanto ela chupava num ritmo bom para gozar, depois de alguns minutos já queria enchê-la de porra, então tirei e joguei toda a porra em seu rosto, caindo bastante em sua boca que ela saboreou como se fosse uma iguaria para depois engolir.
Dei uma palmada em sua bunda enorme e disse que estivesse preparada, que todos os dias que ela desejasse eu presentearia com minha deliciosa porra para que ia provar.
4 comentários - Marta, a mãe gostosa do meu amigo Jorge