Cresci num bairro de prédios onde a maioria dos apartamentos tinha um filho homem, então éramos um grupo bem grande de pivetes que fazíamos tudo juntos, desde jogar bola até dormir juntos. Com a chegada da adolescência, começamos a nos juntar mais com as minas do bairro, que eram bem menos e formavam três grupos rivais. Desde o início, a gente tinha claro que não devíamos nos meter nas tretas entre elas, então nunca fomos amigos íntimos de nenhum grupo. Depois, fomos ficando com outras minas, terminamos o ensino médio e alguns tiveram filhos desde os 18 anos, até, então fomos nos separando.
A questão é que aos 20 eu briguei com minha namorada e um dia, voltando da faculdade no ônibus, sobe um dos "pivetes" do bairro, o Ariel, e começamos a conversar. Depois de um tempo (são 55 minutos da faculdade) sobem outros dois, o Bruno e o Tobías. Eles eram do quarteirão que ficava em frente ao meu e me contam que estavam organizando um churrasco no terraço de um dos prédios para o sábado. Nos recrutam, a mim e ao Ariel, para a "comissão organizadora" e pedem que a gente comece a mandar mensagens pelo Facebook. Eles descem no ponto antes do nosso e, quando começam a andar, eu vejo que eles se pegam na mão, aí pergunto pro Ariel qual é a deles, e ele me responde que eles eram um casal fazia um ano e que o pai do Tobías tinha expulsado ele de casa, e agora os dois moravam na casa do Bruno com a irmã e a mãe dele (os pais do Bruno tinham se separado, isso eu sabia).
Chegou o sábado e a gente tinha conseguido reunir 17 dos pivetes. Tipo 9 da noite, começou a esfriar e, às 12, tivemos que sair correndo pra casa do Bruno (que estava sozinho porque as mulheres tinham ido a um show em Córdoba) porque começou a cair uma chuva da porra. Até aquele momento, a gente já tinha comido quase meia vaca e tomado cinco caixas de cerveja e duas caixas de fernet. Depois de arrumar mais ou menos as coisas... Os casados começaram a ir embora e ficamos uns 10 com mais cinco engradados e quatro caixas de fernet. Aos poucos foram caindo os mais "fracos" e no final ficamos Bruno, Tobías e eu. Tobías não conseguia levantar do sofá. Aí Bruno derrubou um dos últimos copos de fernet em cima de si, manchando toda a roupa, e Tobías disse:
- Tem que botar pra lavar isso logo, senão vai manchar feio
E Bruno respondeu:
- Você só quer que eu fique peladão
Eu, que estava no outro sofá bem bêbado, me caguei de rir e falei:
- Manda ele calar a boca
Bruno, que já tinha tirado a camiseta, olhou pro Tobías como perguntando se era isso que ele queria, e Tobías respondeu:
- Não, quando ele for embora, assim a gente não deixa ele com vontade
- Hahahaha não é minha praia, manda ver logo
Aí Bruno desceu o jeans e a cueca juntos, mostrando uma rola média bem depilada, e começou a passar na cara do Tobías, que fingia resistir até que Bruno agarrou seu rosto, fez ele abrir a boca e começou a enfiar.
Eu não sabia como reagir, estava vendo dois homens mas não me desagradava nem rejeitava, de alguma forma estava me excitando.
Tobías abriu a calça e começou a se masturbar por baixo da cueca, poucos segundos depois desceu tudo mostrando uma rola fina mas comprida, fácil uns 20cm.
Bruno de repente se apoiou na parede e começou a se dobrar, e vi que o Tobías começou a transbordar porra da boca, caindo na camiseta.
Já completamente excitado, desabotoei a calça e comecei a me masturbar furiosamente. Tobías percebeu e me disse com a boca cheia de porra:
- E assim você diz que não é sua praia? Olha agora...
Jogou o Bruno no sofá ao lado dele e agarrou seu pescoço pra que ele chupasse a dele agora. Eu continuei me masturbando furiosamente e Tobías olhava fixamente pra minha rola sem dizer nada enquanto Bruno a chupava. Em alguns minutos Tobías gozou e Bruno se levantou, colocou as pernas do Tobías nos ombros e começou a enfiar a rola no cu dele. primeiro devagar e depois ele começou a fazer mais força, a ponto de Tobias começar a gritar como eu nunca consegui fazer minha namorada gritar. Foi aí que Bruno se virou e me disse:
- Quer me enfiar? Quero ser ativo e passivo ao mesmo tempo
Aí fiquei na dúvida, uma coisa era ficar excitado vendo eles e outra era participar ativamente. Em um momento algo mudou e pensei "que merda", me levantei, tirei a calça e a cueca completamente e fiquei atrás de Bruno. Tobias abriu a bunda dele, deixando o cu de Bruno exposto, encostei meu pau e com um pouco de força a cabeça entrou. Nunca tinha feito anal, nem mesmo com minha namorada, e senti que apertava muito a cabeça, quis penetrar mais mas a pele do cu puxava e doía, então fiquei metendo só a cabecinha por um tempo. Às vezes Bruno dava duro no Tobias e meu pau saía, mas cada vez que voltava a enfiar entrava mais até chegar até o fundo. Ficamos assim uns 10 minutos até que senti o cu de Bruno apertar meu pau e de repente ele soltou um grito e desabou em cima de Tobias. Tobias me disse para gozar, para encher o cu de Bruno de porra, e em menos de um minuto eu também gozei, embora não tenha saído porra. Me joguei no sofá ao lado e de repente saiu toda a porra como se fosse uma gozada atrasada, depois disso Bruno foi tomar banho e vi que Tobias tinha a barriga e o peito cheios de porra, da própria porra. Meu pau ainda estava duro e com porra em cima, então Tobias chupou e deixou limpo enquanto eu tomava o meio litro de fernet com coca que restava e dormi no sofá. Na manhã seguinte acordei na cama da irmã de Bruno, meio vestido, com uma poderosa ressaca e sem memória do que tinha acontecido. O apartamento estava silencioso e Bruno e Tobias dormiam pelados na cama dele. Juntei minhas chaves e a carteira e fui para casa. Meus pais tinham ido para a casa dos meus avós, então fiquei sozinho o dia todo. Tentava lembrar mas a memória falhava. A imagem de Bruno e Tobias peladões ficavam rodando na minha cabeça e de vez em quando o pau ficava duro. Dei umas punhetas vendo pornô (hétero ou lésbico) durante o dia e a tesão não parecia baixar. Não lembrava de nada concreto da noite anterior depois que o Ariel foi embora, nem por que tinha dormido no apartamento do Bruno e do Tobias, mas isso estava prestes a mudar. No próximo post conto como fiquei sabendo do que aconteceu naquela noite...
A questão é que aos 20 eu briguei com minha namorada e um dia, voltando da faculdade no ônibus, sobe um dos "pivetes" do bairro, o Ariel, e começamos a conversar. Depois de um tempo (são 55 minutos da faculdade) sobem outros dois, o Bruno e o Tobías. Eles eram do quarteirão que ficava em frente ao meu e me contam que estavam organizando um churrasco no terraço de um dos prédios para o sábado. Nos recrutam, a mim e ao Ariel, para a "comissão organizadora" e pedem que a gente comece a mandar mensagens pelo Facebook. Eles descem no ponto antes do nosso e, quando começam a andar, eu vejo que eles se pegam na mão, aí pergunto pro Ariel qual é a deles, e ele me responde que eles eram um casal fazia um ano e que o pai do Tobías tinha expulsado ele de casa, e agora os dois moravam na casa do Bruno com a irmã e a mãe dele (os pais do Bruno tinham se separado, isso eu sabia).
Chegou o sábado e a gente tinha conseguido reunir 17 dos pivetes. Tipo 9 da noite, começou a esfriar e, às 12, tivemos que sair correndo pra casa do Bruno (que estava sozinho porque as mulheres tinham ido a um show em Córdoba) porque começou a cair uma chuva da porra. Até aquele momento, a gente já tinha comido quase meia vaca e tomado cinco caixas de cerveja e duas caixas de fernet. Depois de arrumar mais ou menos as coisas... Os casados começaram a ir embora e ficamos uns 10 com mais cinco engradados e quatro caixas de fernet. Aos poucos foram caindo os mais "fracos" e no final ficamos Bruno, Tobías e eu. Tobías não conseguia levantar do sofá. Aí Bruno derrubou um dos últimos copos de fernet em cima de si, manchando toda a roupa, e Tobías disse:
- Tem que botar pra lavar isso logo, senão vai manchar feio
E Bruno respondeu:
- Você só quer que eu fique peladão
Eu, que estava no outro sofá bem bêbado, me caguei de rir e falei:
- Manda ele calar a boca
Bruno, que já tinha tirado a camiseta, olhou pro Tobías como perguntando se era isso que ele queria, e Tobías respondeu:
- Não, quando ele for embora, assim a gente não deixa ele com vontade
- Hahahaha não é minha praia, manda ver logo
Aí Bruno desceu o jeans e a cueca juntos, mostrando uma rola média bem depilada, e começou a passar na cara do Tobías, que fingia resistir até que Bruno agarrou seu rosto, fez ele abrir a boca e começou a enfiar.
Eu não sabia como reagir, estava vendo dois homens mas não me desagradava nem rejeitava, de alguma forma estava me excitando.
Tobías abriu a calça e começou a se masturbar por baixo da cueca, poucos segundos depois desceu tudo mostrando uma rola fina mas comprida, fácil uns 20cm.
Bruno de repente se apoiou na parede e começou a se dobrar, e vi que o Tobías começou a transbordar porra da boca, caindo na camiseta.
Já completamente excitado, desabotoei a calça e comecei a me masturbar furiosamente. Tobías percebeu e me disse com a boca cheia de porra:
- E assim você diz que não é sua praia? Olha agora...
Jogou o Bruno no sofá ao lado dele e agarrou seu pescoço pra que ele chupasse a dele agora. Eu continuei me masturbando furiosamente e Tobías olhava fixamente pra minha rola sem dizer nada enquanto Bruno a chupava. Em alguns minutos Tobías gozou e Bruno se levantou, colocou as pernas do Tobías nos ombros e começou a enfiar a rola no cu dele. primeiro devagar e depois ele começou a fazer mais força, a ponto de Tobias começar a gritar como eu nunca consegui fazer minha namorada gritar. Foi aí que Bruno se virou e me disse:
- Quer me enfiar? Quero ser ativo e passivo ao mesmo tempo
Aí fiquei na dúvida, uma coisa era ficar excitado vendo eles e outra era participar ativamente. Em um momento algo mudou e pensei "que merda", me levantei, tirei a calça e a cueca completamente e fiquei atrás de Bruno. Tobias abriu a bunda dele, deixando o cu de Bruno exposto, encostei meu pau e com um pouco de força a cabeça entrou. Nunca tinha feito anal, nem mesmo com minha namorada, e senti que apertava muito a cabeça, quis penetrar mais mas a pele do cu puxava e doía, então fiquei metendo só a cabecinha por um tempo. Às vezes Bruno dava duro no Tobias e meu pau saía, mas cada vez que voltava a enfiar entrava mais até chegar até o fundo. Ficamos assim uns 10 minutos até que senti o cu de Bruno apertar meu pau e de repente ele soltou um grito e desabou em cima de Tobias. Tobias me disse para gozar, para encher o cu de Bruno de porra, e em menos de um minuto eu também gozei, embora não tenha saído porra. Me joguei no sofá ao lado e de repente saiu toda a porra como se fosse uma gozada atrasada, depois disso Bruno foi tomar banho e vi que Tobias tinha a barriga e o peito cheios de porra, da própria porra. Meu pau ainda estava duro e com porra em cima, então Tobias chupou e deixou limpo enquanto eu tomava o meio litro de fernet com coca que restava e dormi no sofá. Na manhã seguinte acordei na cama da irmã de Bruno, meio vestido, com uma poderosa ressaca e sem memória do que tinha acontecido. O apartamento estava silencioso e Bruno e Tobias dormiam pelados na cama dele. Juntei minhas chaves e a carteira e fui para casa. Meus pais tinham ido para a casa dos meus avós, então fiquei sozinho o dia todo. Tentava lembrar mas a memória falhava. A imagem de Bruno e Tobias peladões ficavam rodando na minha cabeça e de vez em quando o pau ficava duro. Dei umas punhetas vendo pornô (hétero ou lésbico) durante o dia e a tesão não parecia baixar. Não lembrava de nada concreto da noite anterior depois que o Ariel foi embora, nem por que tinha dormido no apartamento do Bruno e do Tobias, mas isso estava prestes a mudar. No próximo post conto como fiquei sabendo do que aconteceu naquela noite...
2 comentários - Mi primera orgia
http://www.poringa.net/posts/gay/2683634/Relato-El-secreto-de-los-amigos.html