Uma Noite Inesquecível

Gabriel, o chefe do meu marido, é um cara de 35 anos muito gostoso, alto, com o corpo atlético e bem proporcionado. Tem mãos grandes e dedos longos e grossos. De vez em quando, me dava uma vontade doida de chupar eles, como se fossem picas em miniatura. É um tipo que me deixa com um tesão danado.

Sempre que surgia uma oportunidade, ele não perdia tempo em flertar comigo e vivia me perguntando quando eu ia convidar ele pra jantar aqui em casa comigo e com meu marido. Contei pro Julián, e mesmo sabendo que Gabriel me atrai, ele topou. Ele não é nada ciumento, então não me surpreendeu que ele estendesse o convite pro fim de semana inteiro.

Eu não parava de pensar no que Gabriel estava tramando. Sexo? Tinha certeza disso, mas então por que não me seduzir em algum lugar privado em vez de fazer isso na cara do meu marido? Fosse o que fosse, eu sabia que seria algo fora do comum. Durante o resto da semana, eu não conseguia evitar que minha buceta ficasse molhada toda vez que imaginava ele.

Chegou a sexta à noite. Eu tinha escolhido um vestido bem sexy pra me vestir, e o Julián sugeriu que eu não usasse nada por baixo. Gabriel chegou na hora, trazendo um par de garrafas de um vinho francês bem caro. Julián e ele apertaram as mãos com firmeza, e depois ele me cumprimentou com um beijo na bochecha e umas palmadinhas na bunda.

O jantar foi sem grandes problemas. Fomos perdendo a vergonha enquanto esvaziávamos as garrafas de vinho, e Gabriel não demorou a dizer que o que mais gostava em mim era o jeito como eu rebolava as cadeiras e a bunda quando andava. Ele acrescentou que toda vez que me via mexer, desejava que eu não fosse casada. Julián sorria, relaxado com cada comentário.

Terminamos de comer, e enquanto Julián foi preparar uns drinques, Gabriel se ofereceu pra me ajudar a lavar a louça. Assim que entramos na cozinha, ele começou a apalpar meus peitos e minha buceta e a apertar minhas nádegas com força. Força. Com pressa, ele baixou meu vestido até a cintura e começou a amassar meus peitos, puxando os bicos com força. A habilidade dele fez eu soltar um gemido forte de prazer.

Naquele momento, Julián entrou na cozinha pra avisar que os drinks estavam prontos. Pra minha surpresa, Gabriel não parou com o que tava fazendo… E Julián nem reclamou! Meu marido foi embora e Gabriel me deixou pelada, passando as mãos e a língua nos meus peitos, nas axilas, mordendo e chupando meu corpo inteiro. Quando voltamos pra sala, Julián percebeu que o zíper do vestido tava pela metade.

Gabriel tinha trazido um filme pornô e foi meu marido quem me incentivou a assistir. A história era bem simples: os protagonistas eram um casal jovem e o marido tentava convencer a mulher a fazer um ménage. Nessa altura, já tínhamos bebido o suficiente pra perder as inibições e, enquanto Julián beijava meu pescoço e acariciava meus peitos, Gabriel tinha levantado meu vestido e tava apalpando minhas coxas e a bucetinha depilada com as mãos grandes.

Era uma cena digna de se ver. Eu tava prestes a perder o controle, com meu marido chupando e lambendo meus peitos – já fora do vestido – com gosto, e o chefe dele enfiando até dois dedos na minha xoxota molhada, acariciando meu clitóris enquanto com a outra mão apertava com força minhas nádegas. Comecei a ofegar e gemer sem parar enquanto pegava no pau de Gabriel e dava umas batidinhas por cima da roupa. A rola do meu marido é grande, mas pude ver que a do Gabriel era bem maior.

Já tava de joelhos, completamente solta, tentando tirar a calça de Gabriel. Ele, enquanto isso, tirava a camisa devagar. Desabotoei o zíper e o pau disparou feito um míssil. A rola era grande e super grossa. E eu só pensava no que podia fazer com um instrumento tão magnífico. Queria ele nas minhas mãos, na minha boca e, claro, enfiado até o fundo do meu buraco.
No filme, um dos homens gritava pra mulher: “Chupa ela, mete na sua boca enquanto seu marido nos olha!” Virei e me deparei com a pistola de Gabriel roçando meus lábios. Ninguém precisou me dizer o que fazer. Abri a boca, estiquei a língua e Gabriel me alimentou com a tranca quente dele. Enquanto o pau me fodia a boca, pelo canto do olho vi que meu marido também tinha baixado as calças e estava se masturbando enquanto nos observava.

Estar naquela situação fazia minha buceta lubrificar pra caralho e o desejo de ser penetrada por aquele pau enorme aumentava a cada segundo. Eu tava tão excitada chupando Gabriel com fúria que não conseguia manter os olhos abertos. E por isso não percebi que meu marido tinha parado na minha frente… até sentir um segundo pau deslizando entre meus lábios…

Era exatamente isso que eu tinha esperado a semana inteira. Chupar os dois ao mesmo tempo, os caras mais gostosos que eu conhecia. Era fantástico ter aqueles paus enchendo minha boca. Dava pra sentir a carne vermelha e dura dos paus batendo nas minhas bochechas e pulsando no contato com minha língua. Minha boca tava tão cheia que a carne ficava tensa, igual à buceta de uma virgem.

Eu teria continuado chupando e sugando os paus até eles gozarem na minha boca – adoro engolir o leite do meu marido, e o do Gabriel, e o dos caras que eu gosto – mas Gabriel me fez levantar e, depois de arrancar completamente o vestidinho, me colocou de quatro no sofá. Sem aviso, me agarrou firme pelas cadeiras e me penetrou de uma só vez.

Começou a me foder selvagemente, com uma potência e velocidade desmedidas, enfiando uma e outra vez a ferramenta magnífica dele na minha buceta. Reparei no meu marido, que tinha voltado a se masturbar, e olhei pra ele com olhos vidrados e lascivos. Quis dizer algo, mas da minha Da minha boca só saíam gemidos e gritos de prazer. De vez em quando, Gabriel me dava umas palmadas que me faziam berrar igual uma puta no cio no meio do acasalamento mais descontrolado.

- "Isso mesmo, gostosa" - finalmente ouvi a voz do Julián - "Come ele até o fim, amor" - sem parar de bater punheta.

Gabriel me comeu por um bom tempo, até me fazer gozar umas duas vezes de um jeito brutal. Eu praticamente perdi a noção do mundo enquanto gritava sem controle nenhum. Meus gritos deviam estar ecoando nos apartamentos vizinhos, tenho certeza. Quando acabei e voltei a mim, percebi que Gabriel não tinha terminado, mas era a vez do Julián, que tava durinho que nem um ferro. Meu querido marido me montou e, com calma e habilidade, começou a me penetrar. Embora não tenha durado tanto quanto eu esperava, ele me deu um orgasmo gostoso antes de gozar. Com certeza ele era o mais excitado com aquela situação.

Durante todo aquele fim de semana, Gabriel, Julián e eu fomos insaciáveis e não paramos de foder até o sol nascer. Eles me comeram em todas as posições imagináveis e até em algumas que eu nunca tinha conseguido imaginar até aquele momento. Mas o que eu mais gostei foi uma transa em que os dois se revezavam por trás, me dando umas metidas, de um jeito que chegou uma hora que eu não sabia mais qual dos dois paus estava no meu buraco.

Gabriel foi embora com a promessa de repetir a dose, mas como ele também é casado, era difícil arranjar uma boa desculpa pra esposa dele. Passaram-se várias semanas e finalmente ele conseguiu um fim de semana livre, mas naquela semana o Julián tinha que viajar pra visitar os pais dele.

Mesmo assim, apesar de termos combinado com o Julián que ele estaria sempre presente, resolvi ligar pro Gabriel de qualquer jeito. Eu precisava sentir aquele pauzão dele me partindo ao meio e queria que ele me comesse à vontade, sem a presença do meu marido.

Gabriel chegou em casa cedo e se surpreendeu ao me encontrar sozinha. Contei que o Julián estava fora da cidade. Ele me confessou que também tava fantasiando em me foder sem o Julián por perto, mas não queria que isso causasse problemas pra gente. Falei que depois eu conversaria com meu marido.

Começamos a relaxar depois de tomar uns drinks. A gente se despiu e subiu pro quarto de mãos dadas. Logo já tava na cama, nos acariciando e passando a mão em tudo. Depois de engolir o pau dele inteiro e lamber as bolas por um bom tempo, peguei uma caixinha de bombons da mesinha de cabeceira e meti três ou quatro na boca. Comecei a mastigar e voltei a chupar a vara do Gabriel com desespero. Minha saliva misturada com os pedaços de chocolate lubrificava o pau dele de um jeito incrível, ao mesmo tempo que estimulava minha dupla gulodice.

Dava pra sentir o pauzão do Gabriel mais grosso do que nunca, com as veias parecendo que iam estourar. Com certeza ele não conseguia mais adiar o momento de encher minha boca com o leite que tava acumulado nos ovos e lutando pra sair do pinto. Tava disposta a engolir a porra dele sem desperdiçar uma gota, mas o Gabriel achou que eu merecia uma recompensa maior.

Ele me fez montar no pau duro dele, ainda coberto pela minha saliva e os restos de chocolate dos bombons. Literalmente, me fez pular em cima do pau dele uma vez atrás da outra, penetrando fundo na minha buceta melada e abrindo ela como nunca, cada vez mais rápido, até chegar numa solda perfeita entre minha boceta e o pau dele. O Gabriel é bem atlético e não teve problema em manter a fodida violenta. Perdi a conta de quantos orgasmos tive enquanto o chefe do meu marido me empalava com fúria. No final, gozei mais uma vez bem na hora que ele jorrava porra pra caralho dentro de mim. Foi do caralho.

Naquela noite, eu e o Gabriel não paramos de foder. Montei no pau dele até o amanhecer, pedi pra ele arrebentar meu cu — adoro sexo anal! — e chupei o pau fumegante dele até engolir a última gota de sêmen. que suas bolas gordas podiam aguentar.

Quando Julián voltou da viagem, a primeira coisa que fiz foi contar pra ele sobre a noite que tinha acabado de passar com o chefe dele. No começo ele ficou meio puto, mas no fim acabou me perdoando com a condição de eu contar tudo. No final quem se deu bem foi ele, porque nós dois ficamos muito excitados enquanto eu contava como o chefe dele tinha me comido, e acabamos tendo um puta sexo inesquecível. Desde então, Gabriel me visita uma ou duas vezes por semana quando meu marido não tá em casa, mas ainda rolam nossas festinhas particulares de três de vez em quando.

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