Às vezes, a gente precisa reconhecer que isso tá entre o longe e o perto da ficção. Os tabus que o povo tem hoje em dia não deixam aceitar as ações que algumas pessoas fazem na vida pessoal delas.
Meu nome é Anny e tenho 20 anos, atualmente tô cursando Direito na universidade autônoma do México, onde não posso reclamar das minhas notas, mas também não vou dizer que sou a aluna nota 10 em todas as matérias. Gosto de me divertir, sair com meus amigos e aproveitar a vida ao máximo.
Hoje moro com minha família na zona noroeste da Cidade do México, o que faz o trajeto da minha casa até a universidade ser longo. Minha família é formada pelo meu pai Samuel e minha mãe Cinthia, os dois não tão velhos — com 38 anos cada, se cuidam bem. Junto com eles estão meus dois irmãos: minha irmã Vianney, de 18 anos, e meu irmão Noe, de 15. Como vocês podem ver, sou a mais velha, e adoro isso, porque tenho um certo respeito vindo deles.
A gente se destaca por ser unido e tenta resolver cada problema dentro de casa, sem deixar que isso se estenda além do necessário.
Meu pai, um empresário de sucesso, sempre deu o melhor conforto pra cada um de nós, meus irmãos. Ele nos mima, às vezes até demais, talvez porque passa a maior parte do tempo fora de casa. E isso não parece afetar muito minha mãe, já que de noite eu escuto que ele faz ela feliz. — Pois é, os velhos aproveitam o tempo perdido durante o dia, e nós, filhos, ouvimos tudo.
Minha irmã e eu temos uma relação discreta e boa. Não falamos muito sobre nossas vidas privadas, então isso evita problemas desnecessários. Mas tenho a suspeita de que minha irmã não curte homens, porque nunca vi ela ter um namorado — só amigas que dormem aqui em casa. Minha irmã é de pele branca, tem 1,72m, cabelo preto, e sim... Bem, reparei nuns peitos invejáveis que eu, como irmã dela, às vezes não consigo evitar de olhar. Ela tem um sutiã 36B e uma bunda gostosa de um tamanho respeitável. Sério, não entendo como essa mulher nunca teve namorado. Mas, como irmã dela, não gosto de me gabar, porque a situação é inversa: com meus 1,75m, meu maior atrativo é meu cabelo escuro, na altura das costas. Adoro manter essa cor porque meus amigos dizem que fica excelente em mim, e eu amo o contraste com minha pele — que, igual à da minha irmã, é branca. Quanto às minhas medidas, tenho orgulho de dizer que sou 38C com uns 125 cm de bunda. Que, graças a Deus, ainda não estreou.
Na universidade, tá tudo normal. São os meses finais e as férias tão chegando. Como já falei, tenho muitos amigos — e sim, amigos. Não sei por que tenho tanta dificuldade em me relacionar com outras mulheres. Vários dos meus amigos comentam que é porque elas têm inveja de mim, e uma ou outra quer me pegar. Isso me fez rir pra caralho, porque, sim, eu me considero uma garota atraente, mas não acho que sou capaz de despertar desejo carnal em nenhuma mulher. A ideia de alguém transar com outra pessoa do mesmo sexo não me assusta, mas não acho que vai rolar algo com uma garota tão cedo.
Pretendentes nunca me faltaram, mas, sendo sincera, tô de saco cheio de que a maioria só quer sexo selvagem a cada três horas. Não é que eu não goste, mas já tô meio cansada dessa situação. Então, sozinha por enquanto, tô de boa.
Esses últimos meses na universidade têm sido meio puxados, mas dá pra levar. Gosto de me esforçar o necessário, não gosto de me preocupar, porque se eu me preocupar demais e o resultado final não for do meu agrado, vou ficar puta pra caralho. E uma das minhas facetas que menos gosto é quando fico irritada.
12:00 pm
A próxima aula é Direito Tributário I. É uma matéria divertida, só que o professor é um... amargado insuportável e tarado, mais de uma vez já percebi como ele olha pro meu decote e, se puder ver minhas pernas, ele olha também. Não me surpreenderia se ele fosse daqueles professores que, por uma boa tarde de sexo ou boquete, um número de aprovação apareceria nas notas.
Ao chegar na sala, vejo as costas de uma moça com uma pasta na mão, ela se prepara pra sentar na mesa, o que me surpreende e eu solto:
— Com licença, moça, acho que você se enganou de sala e também de lugar.
Ela se virou e pude notar um cabelo lindo, ondulado, castanho claro. Ela não deve ser mais alta que eu. Então ela me responde:
— Oi, boa tarde, não, não me enganei, aqui é a sala de Direito Tributário e você quem se enganou de novo, este é meu lugar, sou a nova professora, vim substituir o Sr. Andrés Rentería.
— O tarado — soltei sem pensar.
Ela deu uma risada inocente e depois disse:
— Senta, por favor.
— Claro, professora.
Não sei o que tava acontecendo comigo, mas na minha mente tava aquele giro que ela deu, e aquela risada fez algo no meu estômago se revirar. Meus outros colegas chegaram e pude notar como alguns dos meus amigos não tiravam os olhos da professora, enquanto ela escrevia o nome dela no quadro branco.
Dava pra ler nele:Professora: Beca Ocegueda RuvalcabaA professora tinha um corpo de dar inveja, uns peitos que combinavam com a cintura fininha e um rabo de matar. Ficava olhando pra ela e me perdia na aula, ignorando completamente as instruções que ela tava dando. Pra completar minha vergonha, ela me pegou no flagra:
— Senhorita, senhorita. A professora falava, mas eu não respondia nada. O que tava acontecendo comigo?
— Desculpa, professora, o que foi?
— Te notei distraída, você é... — Pensou por um instante. — Ah, sim, você é a Anny Villar.
— Me desculpa, professora, eu me distraí.Em você, pelo amor de Deus, o que tá acontecendo comigo?- Por favor, depois da aula, fica uns minutos.
- Claro, professora.que pena, a professora vai me castigar.A aula continuou seu curso, eu tentei me concentrar e repensar, algo estava acontecendo comigo. Toda vez que olhava pra minha professora, uma dor na boca do estômago se intensificava ainda mais. A aula terminou e era hora de encarar o primeiro castigo da nova professora. A sala ficou vazia, só estávamos eu e a loira.
-Me diga, senhorita Villar, você prefere as sessões do professor anterior? - Ela disse num tom não de irritação, parecia que realmente tinha essa dúvida.
-Não, professora, na verdade eu não gostava do professor anterior, juro que não foi minha intenção te irritar, não vai acontecer de novo.
A professora estava sentada na ponta da mesa, com uma perna cruzada, uma saia preta acima do joelho, uma blusa social rosa, com os botões de cima desabotoados, o que me dava uma visão perfeita do contorno dos peitos dela. Senti um pequeno espasmo na minha entreperna.
-Não se preocupe, senhorita Villar, só peço que esse tipo de incidente não se repita, quero que meus alunos aproveitem ao máximo a aula que dou. - Ela falava enquanto trocava a perna de posição, por um instante pude ver a calcinha que ela usava, preta. Outro espasmo me atacou de novo, e agora eu sentia umidade na minha área.
-Ok, professora, não vai acontecer de novo, vou indo porque tenho outra aula. - Menti.
Saí quase correndo da sala de aula, não deixei a professora continuar a conversa, não sei o que estava acontecendo comigo. As sensações que a professora me causava não eram normais, nunca tinha sentido aquilo antes, e a gente só conversou por uns minutos. Acho que não vou conseguir passar nessa matéria.
A poucos metros estava meu amigo Esteban, e ele notou que eu estava meio agitada.
-O que foi, An?
-Nada, Esteban.
-Bom, talvez depois você me conta, que coisinhas vocês duas fizeram, sozinhas na sala de aula.
Meu coração bateu mais rápido, e por um momento senti uma sensação de alegria ao ouvir o que ele disse. Menciono o Esteban.
—Do que você tá falando, idiota?
—Não se exalta, era brincadeira. Tá rolando nos corredores da facul que a professora curte uma buceta.
—Isso não pode ser, a professora parece muito feminina.
—Bom, tô te falando que é o que tão comentando na facu. Deixa isso de lado e vamos pros outros assuntos. Cê tem planos pra noite?
Sendo sexta-feira, eu e meus amigos nos organizamos pra sair de noite pra algum bar ou balada, o que desse mais certo primeiro. A gente é um grupo que se vê direto: Alex, Rogelio, Esteban, Gabriel e eu. E como a única mulher era eu, eles decidiram passar na minha casa às 9 da noite. Pronto, os planos estavam feitos pra ter uma noite foda e esquecer aquele pequeno transe que tive com a professora.
Cheguei em casa às duas da tarde, não tinha ninguém, como sempre: meu pai no trabalho e minha mãe com alguma amiga, que ela anda vendo muito ultimamente. Meu irmão na aula, já que ainda tá no ensino médio e só sai às três da tarde. Já minha irmã deveria estar aqui, mas parece que ninguém tá em casa.
Ao subir as escadas, ouço um gemidinho vindo do quarto dela, que fica em frente ao meu. Poxa, finalmente essa menina tá experimentando sexo com um homem, então decido me esgueirar pelo corredor pra deixar eles continuarem e não atrapalhar. Silenciosamente, vou pro meu quarto, quando escuto:
— Aaaaaaai, sim, mamãe, chupa ela toda, Aaaaaaai, assim, assim, não para, não para.
A voz era da minha irmã. Não acredito, será que minha irmã tá com outra mulher? Não pode ser.
Voltei pro quarto da minha irmã, evitando fazer qualquer barulho. Por uma fresta na porta, vejo minha irmã sentada na cama, pelada, com as pernas abertas, e no meio delas, no sexo da minha irmã, outra mulher: uma mulher de pele morena e cabelo preto tá chupando a buceta da minha irmãzinha.
Fico paralisada ao ver uma cena dessas, não consigo desviar o olhar. do quarto, me posiciono de um jeito que ela não possa me ver, e elas continuam com o que estavam fazendo. A morena fala e diz:
— Que buceta gostosa você tem, Vianney, adoro chupar você.
— Adoro que você me chupe, Carolina.
— Claro que vou te chupar.
Nesse momento, vejo a morena continuar com o que estava fazendo, e minha irmã dá um pequeno pulo. Observo que a mão direita da Carolina está segurando um vibrador, sim, é um vibrador, enquanto continua chupando a buceta da minha irmã, o vibrador vai em direção ao cu da minha irmã, e eu ouço ela gemer de dor, ou prazer, talvez os dois.
— Devagar, devagar, ainda está apertado.
— Claro, meu amor.
As brincadeiras entre elas continuam. Para minha surpresa, e sem perceber, minha mão direita está dentro da minha calça. Não pode ser, estou ficando excitada vendo minha irmã transar com outra mulher.
Assustada, entro no meu quarto, me jogo de barriga para cima, pensando em tudo que está acontecendo comigo. Mas no momento em que fecho os olhos, lembro daquela cena da professora mostrando por um instante sua calcinha preta. Desabotoo minha calça, abaixo o zíper e tiro a calça, ficando só com minha blusa e uma pequena calcinha fio dental vermelha. Sinto minha buceta molhada, e na minha mente vêm as imagens do decote da professora. Então, introduzo dois dedos na minha buceta. Não acredito no que estou fazendo, mas a situação de ver minha irmã está me excitando demais. Com a mão que está livre, consigo tirar a blusa e ficar só de calcinha. Continuo castigando minha buceta, agora com três dedos, e sinto meus fluidos jorrando. Não tiro a professora da cabeça. Acaricio meus peitos com a ponta dos dedos da mão livre, tiro o sutiã, que por sorte tem o fecho na frente, e meus peitos se libertam. Continuo me masturbando diante dessa situação, e não demoro a chegar ao clímax. Estou exausta, mas por dentro, feliz. Minha professora me excita demais, mas como é possível que uma... uma mulher me provocou essa sensação nova, será que tô começando a gostar de mulher? isso é impossível.
Enquanto eu me debatia por dentro sobre a situação, percebo que não fechei a porta do meu quarto, ou será que fechei? Lembro de ter fechado, será que me viram? Levanto e fecho a porta, e vejo que a porta do quarto da minha irmã está fechada, isso me alivia, mas caio em mim e lembro que aquela porta estava aberta.
Vou até o quarto da minha irmã e não escuto nada, preocupada com essa situação, vou pro meu quarto torcendo pra que não tenham percebido nada.
9:00 da noite
Meus amigos chegaram na hora, e decididos a sair pra festa, escolhemos o lugar, um barzinho pra conversar e ficar de boa.
Pra minha surpresa, o bar tava em reforma, aí decidimos ir pra alguma balada dançar e aliviar o estresse. Ninguém dava opções confiáveis, até que Rogélio solta um nome, diz:
— Vamos pro Abolengo.
— Não, de jeito nenhum. — dessa vez, Esteban reclamou.
— Por que não? — perguntei com uma dúvida enorme.
— Esteban não quer ir porque diz que não é pra gente. — minha cara mostrava dúvida.
— É um bar gay. — fala Esteban, sem mais.
— Eu acho que a gente devia ir se divertir, até porque nenhum de nós tem preferência pelo mesmo sexo. — disse Alex.
— Vamos, tá de boa, se alguém quiser pegar vocês, meninos, eu defendo. — falo em tom de brincadeira.
Todo mundo ri e dá tapinhas na minha cabeça, não é má ideia, a gente pode se divertir. Quando chegamos no lugar, que fica na zona sul da cidade, me surpreendo ao ver uma fachada estilo renascentista, um estacionamento pequeno, só consegui ver no máximo uns dez carros, contando o nosso.
— Vamos, entra. — dessa vez Esteban toma a frente.
— E não queria vir. — falo em tom de zoação.
Na entrada, prontos pra pagar o cover, uns caras enormes falam pra gente entrar, que é a semana de inauguração e não paga cover, e que em grupos de mais de quatro, As primeiras dez bebidas iam por conta da casa.
A noite começava bem, éramos cinco, entramos de graça, e ainda cada um ia ter duas bebidas grátis de qualquer tipo, tudo ia de vento em popa, sinto que vai ser uma noite foda.
– Olha só, o show acabou de começar. – Alex vira pra gente e aponta com o dedo pra duas mulheres que estão se beijando.
– Ah, mas acho que tô gostando ainda mais desse lugar, boa ideia, Rogelio. – Solta o Gabriel.
Hipnotizada ou excitada pela cena, não sei bem definir qual das duas ainda, consigo ver as mulheres pararem aquele encontro tão apaixonado, e minha surpresa cresce ainda mais ao perceber que uma dessas mulheres é minha professora, minha professora de Direito Tributário, ela estava se beijando com outra mulher. Ao nos ver, a professora vira com a outra garota e vão pro fundo do lugar.CONTINUARÁ...
Meu nome é Anny e tenho 20 anos, atualmente tô cursando Direito na universidade autônoma do México, onde não posso reclamar das minhas notas, mas também não vou dizer que sou a aluna nota 10 em todas as matérias. Gosto de me divertir, sair com meus amigos e aproveitar a vida ao máximo.
Hoje moro com minha família na zona noroeste da Cidade do México, o que faz o trajeto da minha casa até a universidade ser longo. Minha família é formada pelo meu pai Samuel e minha mãe Cinthia, os dois não tão velhos — com 38 anos cada, se cuidam bem. Junto com eles estão meus dois irmãos: minha irmã Vianney, de 18 anos, e meu irmão Noe, de 15. Como vocês podem ver, sou a mais velha, e adoro isso, porque tenho um certo respeito vindo deles.
A gente se destaca por ser unido e tenta resolver cada problema dentro de casa, sem deixar que isso se estenda além do necessário.
Meu pai, um empresário de sucesso, sempre deu o melhor conforto pra cada um de nós, meus irmãos. Ele nos mima, às vezes até demais, talvez porque passa a maior parte do tempo fora de casa. E isso não parece afetar muito minha mãe, já que de noite eu escuto que ele faz ela feliz. — Pois é, os velhos aproveitam o tempo perdido durante o dia, e nós, filhos, ouvimos tudo.
Minha irmã e eu temos uma relação discreta e boa. Não falamos muito sobre nossas vidas privadas, então isso evita problemas desnecessários. Mas tenho a suspeita de que minha irmã não curte homens, porque nunca vi ela ter um namorado — só amigas que dormem aqui em casa. Minha irmã é de pele branca, tem 1,72m, cabelo preto, e sim... Bem, reparei nuns peitos invejáveis que eu, como irmã dela, às vezes não consigo evitar de olhar. Ela tem um sutiã 36B e uma bunda gostosa de um tamanho respeitável. Sério, não entendo como essa mulher nunca teve namorado. Mas, como irmã dela, não gosto de me gabar, porque a situação é inversa: com meus 1,75m, meu maior atrativo é meu cabelo escuro, na altura das costas. Adoro manter essa cor porque meus amigos dizem que fica excelente em mim, e eu amo o contraste com minha pele — que, igual à da minha irmã, é branca. Quanto às minhas medidas, tenho orgulho de dizer que sou 38C com uns 125 cm de bunda. Que, graças a Deus, ainda não estreou.
Na universidade, tá tudo normal. São os meses finais e as férias tão chegando. Como já falei, tenho muitos amigos — e sim, amigos. Não sei por que tenho tanta dificuldade em me relacionar com outras mulheres. Vários dos meus amigos comentam que é porque elas têm inveja de mim, e uma ou outra quer me pegar. Isso me fez rir pra caralho, porque, sim, eu me considero uma garota atraente, mas não acho que sou capaz de despertar desejo carnal em nenhuma mulher. A ideia de alguém transar com outra pessoa do mesmo sexo não me assusta, mas não acho que vai rolar algo com uma garota tão cedo.
Pretendentes nunca me faltaram, mas, sendo sincera, tô de saco cheio de que a maioria só quer sexo selvagem a cada três horas. Não é que eu não goste, mas já tô meio cansada dessa situação. Então, sozinha por enquanto, tô de boa.
Esses últimos meses na universidade têm sido meio puxados, mas dá pra levar. Gosto de me esforçar o necessário, não gosto de me preocupar, porque se eu me preocupar demais e o resultado final não for do meu agrado, vou ficar puta pra caralho. E uma das minhas facetas que menos gosto é quando fico irritada.
12:00 pm
A próxima aula é Direito Tributário I. É uma matéria divertida, só que o professor é um... amargado insuportável e tarado, mais de uma vez já percebi como ele olha pro meu decote e, se puder ver minhas pernas, ele olha também. Não me surpreenderia se ele fosse daqueles professores que, por uma boa tarde de sexo ou boquete, um número de aprovação apareceria nas notas.
Ao chegar na sala, vejo as costas de uma moça com uma pasta na mão, ela se prepara pra sentar na mesa, o que me surpreende e eu solto:
— Com licença, moça, acho que você se enganou de sala e também de lugar.
Ela se virou e pude notar um cabelo lindo, ondulado, castanho claro. Ela não deve ser mais alta que eu. Então ela me responde:
— Oi, boa tarde, não, não me enganei, aqui é a sala de Direito Tributário e você quem se enganou de novo, este é meu lugar, sou a nova professora, vim substituir o Sr. Andrés Rentería.
— O tarado — soltei sem pensar.
Ela deu uma risada inocente e depois disse:
— Senta, por favor.
— Claro, professora.
Não sei o que tava acontecendo comigo, mas na minha mente tava aquele giro que ela deu, e aquela risada fez algo no meu estômago se revirar. Meus outros colegas chegaram e pude notar como alguns dos meus amigos não tiravam os olhos da professora, enquanto ela escrevia o nome dela no quadro branco.
Dava pra ler nele:Professora: Beca Ocegueda RuvalcabaA professora tinha um corpo de dar inveja, uns peitos que combinavam com a cintura fininha e um rabo de matar. Ficava olhando pra ela e me perdia na aula, ignorando completamente as instruções que ela tava dando. Pra completar minha vergonha, ela me pegou no flagra:
— Senhorita, senhorita. A professora falava, mas eu não respondia nada. O que tava acontecendo comigo?
— Desculpa, professora, o que foi?
— Te notei distraída, você é... — Pensou por um instante. — Ah, sim, você é a Anny Villar.
— Me desculpa, professora, eu me distraí.Em você, pelo amor de Deus, o que tá acontecendo comigo?- Por favor, depois da aula, fica uns minutos.
- Claro, professora.que pena, a professora vai me castigar.A aula continuou seu curso, eu tentei me concentrar e repensar, algo estava acontecendo comigo. Toda vez que olhava pra minha professora, uma dor na boca do estômago se intensificava ainda mais. A aula terminou e era hora de encarar o primeiro castigo da nova professora. A sala ficou vazia, só estávamos eu e a loira.
-Me diga, senhorita Villar, você prefere as sessões do professor anterior? - Ela disse num tom não de irritação, parecia que realmente tinha essa dúvida.
-Não, professora, na verdade eu não gostava do professor anterior, juro que não foi minha intenção te irritar, não vai acontecer de novo.
A professora estava sentada na ponta da mesa, com uma perna cruzada, uma saia preta acima do joelho, uma blusa social rosa, com os botões de cima desabotoados, o que me dava uma visão perfeita do contorno dos peitos dela. Senti um pequeno espasmo na minha entreperna.
-Não se preocupe, senhorita Villar, só peço que esse tipo de incidente não se repita, quero que meus alunos aproveitem ao máximo a aula que dou. - Ela falava enquanto trocava a perna de posição, por um instante pude ver a calcinha que ela usava, preta. Outro espasmo me atacou de novo, e agora eu sentia umidade na minha área.
-Ok, professora, não vai acontecer de novo, vou indo porque tenho outra aula. - Menti.
Saí quase correndo da sala de aula, não deixei a professora continuar a conversa, não sei o que estava acontecendo comigo. As sensações que a professora me causava não eram normais, nunca tinha sentido aquilo antes, e a gente só conversou por uns minutos. Acho que não vou conseguir passar nessa matéria.
A poucos metros estava meu amigo Esteban, e ele notou que eu estava meio agitada.
-O que foi, An?
-Nada, Esteban.
-Bom, talvez depois você me conta, que coisinhas vocês duas fizeram, sozinhas na sala de aula.
Meu coração bateu mais rápido, e por um momento senti uma sensação de alegria ao ouvir o que ele disse. Menciono o Esteban.
—Do que você tá falando, idiota?
—Não se exalta, era brincadeira. Tá rolando nos corredores da facul que a professora curte uma buceta.
—Isso não pode ser, a professora parece muito feminina.
—Bom, tô te falando que é o que tão comentando na facu. Deixa isso de lado e vamos pros outros assuntos. Cê tem planos pra noite?
Sendo sexta-feira, eu e meus amigos nos organizamos pra sair de noite pra algum bar ou balada, o que desse mais certo primeiro. A gente é um grupo que se vê direto: Alex, Rogelio, Esteban, Gabriel e eu. E como a única mulher era eu, eles decidiram passar na minha casa às 9 da noite. Pronto, os planos estavam feitos pra ter uma noite foda e esquecer aquele pequeno transe que tive com a professora.
Cheguei em casa às duas da tarde, não tinha ninguém, como sempre: meu pai no trabalho e minha mãe com alguma amiga, que ela anda vendo muito ultimamente. Meu irmão na aula, já que ainda tá no ensino médio e só sai às três da tarde. Já minha irmã deveria estar aqui, mas parece que ninguém tá em casa.
Ao subir as escadas, ouço um gemidinho vindo do quarto dela, que fica em frente ao meu. Poxa, finalmente essa menina tá experimentando sexo com um homem, então decido me esgueirar pelo corredor pra deixar eles continuarem e não atrapalhar. Silenciosamente, vou pro meu quarto, quando escuto:
— Aaaaaaai, sim, mamãe, chupa ela toda, Aaaaaaai, assim, assim, não para, não para.
A voz era da minha irmã. Não acredito, será que minha irmã tá com outra mulher? Não pode ser.
Voltei pro quarto da minha irmã, evitando fazer qualquer barulho. Por uma fresta na porta, vejo minha irmã sentada na cama, pelada, com as pernas abertas, e no meio delas, no sexo da minha irmã, outra mulher: uma mulher de pele morena e cabelo preto tá chupando a buceta da minha irmãzinha.
Fico paralisada ao ver uma cena dessas, não consigo desviar o olhar. do quarto, me posiciono de um jeito que ela não possa me ver, e elas continuam com o que estavam fazendo. A morena fala e diz:
— Que buceta gostosa você tem, Vianney, adoro chupar você.
— Adoro que você me chupe, Carolina.
— Claro que vou te chupar.
Nesse momento, vejo a morena continuar com o que estava fazendo, e minha irmã dá um pequeno pulo. Observo que a mão direita da Carolina está segurando um vibrador, sim, é um vibrador, enquanto continua chupando a buceta da minha irmã, o vibrador vai em direção ao cu da minha irmã, e eu ouço ela gemer de dor, ou prazer, talvez os dois.
— Devagar, devagar, ainda está apertado.
— Claro, meu amor.
As brincadeiras entre elas continuam. Para minha surpresa, e sem perceber, minha mão direita está dentro da minha calça. Não pode ser, estou ficando excitada vendo minha irmã transar com outra mulher.
Assustada, entro no meu quarto, me jogo de barriga para cima, pensando em tudo que está acontecendo comigo. Mas no momento em que fecho os olhos, lembro daquela cena da professora mostrando por um instante sua calcinha preta. Desabotoo minha calça, abaixo o zíper e tiro a calça, ficando só com minha blusa e uma pequena calcinha fio dental vermelha. Sinto minha buceta molhada, e na minha mente vêm as imagens do decote da professora. Então, introduzo dois dedos na minha buceta. Não acredito no que estou fazendo, mas a situação de ver minha irmã está me excitando demais. Com a mão que está livre, consigo tirar a blusa e ficar só de calcinha. Continuo castigando minha buceta, agora com três dedos, e sinto meus fluidos jorrando. Não tiro a professora da cabeça. Acaricio meus peitos com a ponta dos dedos da mão livre, tiro o sutiã, que por sorte tem o fecho na frente, e meus peitos se libertam. Continuo me masturbando diante dessa situação, e não demoro a chegar ao clímax. Estou exausta, mas por dentro, feliz. Minha professora me excita demais, mas como é possível que uma... uma mulher me provocou essa sensação nova, será que tô começando a gostar de mulher? isso é impossível.
Enquanto eu me debatia por dentro sobre a situação, percebo que não fechei a porta do meu quarto, ou será que fechei? Lembro de ter fechado, será que me viram? Levanto e fecho a porta, e vejo que a porta do quarto da minha irmã está fechada, isso me alivia, mas caio em mim e lembro que aquela porta estava aberta.
Vou até o quarto da minha irmã e não escuto nada, preocupada com essa situação, vou pro meu quarto torcendo pra que não tenham percebido nada.
9:00 da noite
Meus amigos chegaram na hora, e decididos a sair pra festa, escolhemos o lugar, um barzinho pra conversar e ficar de boa.
Pra minha surpresa, o bar tava em reforma, aí decidimos ir pra alguma balada dançar e aliviar o estresse. Ninguém dava opções confiáveis, até que Rogélio solta um nome, diz:
— Vamos pro Abolengo.
— Não, de jeito nenhum. — dessa vez, Esteban reclamou.
— Por que não? — perguntei com uma dúvida enorme.
— Esteban não quer ir porque diz que não é pra gente. — minha cara mostrava dúvida.
— É um bar gay. — fala Esteban, sem mais.
— Eu acho que a gente devia ir se divertir, até porque nenhum de nós tem preferência pelo mesmo sexo. — disse Alex.
— Vamos, tá de boa, se alguém quiser pegar vocês, meninos, eu defendo. — falo em tom de brincadeira.
Todo mundo ri e dá tapinhas na minha cabeça, não é má ideia, a gente pode se divertir. Quando chegamos no lugar, que fica na zona sul da cidade, me surpreendo ao ver uma fachada estilo renascentista, um estacionamento pequeno, só consegui ver no máximo uns dez carros, contando o nosso.
— Vamos, entra. — dessa vez Esteban toma a frente.
— E não queria vir. — falo em tom de zoação.
Na entrada, prontos pra pagar o cover, uns caras enormes falam pra gente entrar, que é a semana de inauguração e não paga cover, e que em grupos de mais de quatro, As primeiras dez bebidas iam por conta da casa.
A noite começava bem, éramos cinco, entramos de graça, e ainda cada um ia ter duas bebidas grátis de qualquer tipo, tudo ia de vento em popa, sinto que vai ser uma noite foda.
– Olha só, o show acabou de começar. – Alex vira pra gente e aponta com o dedo pra duas mulheres que estão se beijando.
– Ah, mas acho que tô gostando ainda mais desse lugar, boa ideia, Rogelio. – Solta o Gabriel.
Hipnotizada ou excitada pela cena, não sei bem definir qual das duas ainda, consigo ver as mulheres pararem aquele encontro tão apaixonado, e minha surpresa cresce ainda mais ao perceber que uma dessas mulheres é minha professora, minha professora de Direito Tributário, ela estava se beijando com outra mulher. Ao nos ver, a professora vira com a outra garota e vão pro fundo do lugar.CONTINUARÁ...
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