Primos Distantes 2

Gisela, desde a festa da família, depois de me masturbar falando com ela nas redes sociais, não contei, mas disse que tinha mais de 23 cm. Quando ela soube, me falou que só de imaginar já ficou molhadinha rapidão, isso me deixou duro de novo.

E assim passaram várias semanas, a gente conversando todo dia e falando de sexo, eu me masturbando pensando nela e acho que ela também fazia, porque às vezes me mandava mensagem tipo "ai que gostoso". Por causa da escola, não tive chance de ir encontrá-la até que descobrimos que ia ter outra festa da família. Fiquei ansioso pra chegar aquele fim de semana. Fui um dos primeiros a chegar na festa e a gente trocava mensagem, ela dizendo que já estava quase chegando. Só de pensar nisso, já tava com um volume descomunal. Finalmente chegou a hora, vi ela chegando e uauuuu, estava espetacular. Cabelo liso preto até a metade das costas, maquiagem bem sexy, uma blusa decotadíssima que dava pra ver o início dos seios e o sutiã vermelho, usava uma legging preta bem justa no corpo, dava pra distinguir o thong marcando. Na minha mente, só queria levar ela pra cama pra chupar os seios e a buceta, que dias antes ela tinha me dito que tinha depilado, que delícia! Eu estava de calça social e usei uma cueca branca bem apertada, que marcava muito o pau. Continuando a história, na hora de nos cumprimentar, não pudemos fazer como queríamos porque a família estava ali. Depois que ela cumprimentou todo mundo, com um gesto safado, ela piscou pra mim e subiu. Eu, vendo aquilo e que a família tava distraída, subi também. Ela estava no banheiro e eu no quarto esperando. Finalmente, os dois sozinhos. Aconteceu o seguinte:

Gisela: Você tá como sempre, primo, com vontade de chupar esse pau que marca na sua calça. Vem cá, me dá um abraço.

Eu: Você tá mais gostosa ainda desde a última vez que te vi. Dá uma voltinha pra eu te apreciar.

Gisela: Claro.

Ela desfilou pra mim, andou e até se abaixou um pouco. mais a blusa dela para ver mais os seios, uau, um sutiã vermelho intenso que, pelo tamanho dos peitos, deixava o mamilo um pouco à mostra. Me segurei um pouco para não arrancar a roupa dela e devorá-la ali mesmo, ela me perguntou.

Gisela: Como estou? Valeram a pena os frutos da academia?

Eu: Claro que sim, você está gostosíssima, ainda mais essa bunda que está bem empinada, dá até pra ver a marca do fio-dental.

Gisela: Claro, pra isso serve, pra destacar a bunda que é sua.

Naquele momento, foda-se tudo, nos aproximamos aos poucos e, antes de nos beijarmos, ela pegou no meu pau por cima da calça e mordeu os lábios. Depois disso, a beijei como um louco, e ela correspondeu da mesma forma. Acariciei o rosto dela e passei a apertar os seios, que eram os maiores que já tinha pego na mão. Ela estava gemendo e dava pra sentir um calor muito intenso naquele quarto. Ela não parava de tocar no meu pau e disse:

Gisela: Quero sentir esses 23 cm que você tanto gaba, primo. Deixa eu chupar, você me deixou louca.

Eu: Claro, chupa ele pra mim, que está me apertando na cueca.

Ela começou a abrir meu zíper. Nesse momento, ouviu-se um barulho e nos separamos na hora pra família não perceber. Eu não sabia onde me esconder com essa ereção enorme, entrei no banheiro e me acalmei, porque queria que na primeira vez que a gente transasse, eu gozasse tudo dentro dela. Só ouvi ela dizer pra família que tinha gostado de nos ver, etc.

A noite passou, todo mundo dançando e bebendo. Não me afastei da Gisela, dançamos todas as músicas, salsa e, uau, reggaeton. Nossa, ela sabia dançar e esfregar aquela bunda espetacular em mim. Já eram 4 da manhã e tinha pouca gente na festa. Ela fez o mesmo gesto de quando chegou antes, e eu sabia que era minha chance de comer ela. E foi assim. A casa tinha uma espécie de porão onde guardavam todo tipo de coisa. Ela foi primeiro, depois eu disse que ia ao banheiro, mas, em vez de subir, desci. Entrei no porão e não a via. até que ela me abraçou por trás e mordeu meu pescoço, enquanto com as mãos tocava meu pau, e me dizia:

Gisela: esse pau eu quero chupar para depois você meter na minha buceta que está super molhada.

Em seguida, ela me guiou até sua vagina, e claro, com um calor enorme, toquei por cima da roupa e ela estremeceu, foi aí que me virei.

Eu: você me deixa todo dia com o pau duro e com vontade de chupar seus peitos e sua buceta.

Nos beijamos, nos acariciamos, eu meti a mão para dedá-la, ela gostou tanto que até mordeu meus lábios, essa sensação de estar pela primeira vez com ela e a questão de que podíamos ser pegos, me excitava muito mais, sentia como meu pau queria sair mais e mais, já não aguentava, ela abaixou minha calça e começamos a nos masturbar mutuamente, era a coisa mais gostosa que estava acontecendo, tantas conversas de sexo, e agora virando realidade, depois ela se agachou, e começou a chupar minhas bolas com força, ao mesmo tempo doía mas eu gostava mais e mais, ao que eu disse:

Eu: já acreditou nos meus 23 cm? gostou?

Gisela: claro que sim, até acho que mede mais, que gostoso você tem ufff, isso eu gosto, vou chupar até você me dar seu gozo bem quentinho.

Eu: chupa ela, Gisela, priminha linda, tantas punhetas com seu nome que agora que te tenho, não vai escapar tão fácil.

Eu: chupa até engolir tudo.

Gisela: tem um sabor tão gostoso seu pau, waoo!!!!! Que delícia!!!!!

Eu: quero meter ele inteiro.

Gisela: claro que vai meter, só me deixa aproveitar seu pau.

Assim passou mais de 10 minutos, em algumas vezes eu quase gozava mas ela parava, dizia que por enquanto não queria que eu gozasse, ao que eu concordava, depois disso, ela pediu que eu metesse, que estava super molhada e inclusive já tinha tido um orgasmo, tanto era o desejo que ficamos nus, a coloquei em uma mesinha e comecei a meter meu pau devagar, ela pedia aos gritos que metesse de uma vez, mas eu curtia muito mais. Fui enfiando devagar e, quando menos esperavam, enfiei até o fundo da sua buceta. Ela gritou que parecia uma doida, pensei até que a família inteira ia perceber, mas naquela hora tudo valia a pena. Metia com uma excitação tão forte que mudamos de posição e eu a levantei. Todos os movimentos que ela fazia, aquela posição, eram excitantes. Mordia os seios dela, que eram incríveis, majestosos, e ela gritava.

Gisela: "Come sua prima direitinho, sua puta. Que pica gostosa, uffffffff uffffff uauuuuuuu vou ter outro orgasmo. Continua assim, não para, isso, vai! Ufffff"

Eu: "Te como quando quiser, puta. Isso, uffffff, puta, isso."

Parecia que ela adorava que eu a chamasse de puta. Só sentia meu pau sendo banhado pelos jatos da gozada dela, tão gostosa. Até as pernas dela tremiam e os olhos pareciam em outro mundo. Meti o mais forte que pude, cada vez mais. Era quase um sonho, mas era real, uma coisa que nunca imaginei que aconteceria, mas aproveitei cada instante.

Eu: "Já quer sentir meu leite, puta?"

Gisela: "Claro, goza!"

Eu sentia ela me apertando, e isso me fez chegar ao clímax, gozando dentro dela.

Eu: "Vou gozar, não aguento mais!"

Gisela: "Isso, goza, uff uff uff uff que gostoso, vai, goza!"

Eu: "Agora!!!!!!!!!!"

Gozei como nunca antes, jatos de porra, tanto que ela até pediu para limpar meu pau e comeu todo o meu sêmen. Depois disso, fiquei com a calcinha dela e ela colocou a legging sem calcinha, dava para ver a bucetinha gostosa. Assim passou a noite, e então ficamos juntos e lá mesmo transamos a noite toda. Esse foi o começo dos nossos encontros sexuais, de primos distantes, mas bem próximos. Espero receber comentários, um abraço!

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