O que vou contar agora foi meu casamento com o Gaby, meu grande amor, com meus 20 anos e os 18 do meu bombom divino. Em outros posts vou relatar como nos conhecemos e como fui transformando ele num corno manso e conivente, mas agora vamos focar nisso.
A gente tava há 6 meses num namoro bem doce do meu jeito, ou seja, com vários chifrinhos inclusos, como manda o figurino. E meu macho e chefe, o Dany, tinha me deixado grávida. Quando descobri, no primeiro mês, tinha dois caminhos: abortar ou casar. Então escolhi a segunda opção: casar, mas do jeito certo, com meu namoradinho. Tive que fazer tudo direitinho pra ele acreditar que era o pai da neném que eu carregava na barriga.
A questão é que, com uma barriguinha de dois meses que nem dava pra notar, eu tava entrando na igreja de mãos dadas com meu sogrinho, vestida virginalmente de branco, como manda o figurino. Depois entrou meu noivo, demos o "sim" pra vida toda, e a festa foi numa casa de campo bem chique que meu sogro alugou. Um HOMEM de 40 anos muito bem vividos, separado e junto com uma mulher linda de 30, que tinha sido secretária dele numa das empresas. Eu tinha visto meu sogro umas três ou quatro vezes, só de passagem, mas decidi me comportar bem com ele, não queria pisar na bola com a família do Gaby.
O rolê é que a festa tava rolando normal até que eu e o Gaby decidimos trocar de roupa e tirar a roupa da igreja pra curtir a festa de verdade. Ele vestiu um terno sem gravata, e eu um vestido preto fininho e uns saltos altos, sem sutiã, só com minha calcinha fio dental preta combinando. Dancei com todos os convidados, como manda o figurino pra noiva, até que colocaram as luzes mais baixas e começaram a tocar música lenta, parecia uma balada. Nisso, o Gaby me pegou pela cintura e me apertou contra ele. Passei os braços no pescoço dele, deixando ele fazer o que queria.
G: — Cê tá uma rainha, amor.
P: — Sério que cê gostou, bebê?
G: — Claro, amor, cê é tudo que sempre sonhei e agora é minha esposa.
P: — Claro, bebê, e você é meu maridinho pra sempre. Sempre love
G-Claro, pra sempre agora que você é minha esposa, não vou te deixar ir, love
P-Isso vai depender de quão bonzinho você for com meus caprichinhos, bebê
G-A bebota sabe que o bebê faz tudo que a bebota quiser, love
Nisso, eu esfregava a barriguinha na pijinha dela e apoiava bem as tetas no peito dela
P-Mmmm, bebê, como você me faz sentir bem, ser um homem de verdade tão compreensivo, ou melhor, mimado, eu diria
Nisso, no meio da conversa, meu sogrinho (Damián) toca o ombro da Gaby e diz:
D-Parece que é minha vez, Gaby, de dançar um pouco com a noiva
G-Claro, pai, o que você disser
O tom autoritário do Damián me surpreendeu, e a submissão da Gaby ao pedido do pai também. Automaticamente, sem me consultar, ela se separou de mim e ofereceu minha mão ao pai. Ele me pegou pela cintura e me puxou pra perto, colando em mim. Primeiro, coloquei as mãos nos ombros dele e, quando vi a Gaby se afastar, falei:
P-Que obediente que você é com ele, Gaby?
D-Aqui todo mundo é obediente comigo, preciosa. Sabem que quem paga tudo sou eu, sabe?
P-Tudo, tudo você paga, Damián?
D-Tudoooo e mais, não tenha dúvidas. E não gosto que me chame de Damián. Se vai entrar pra família, precisa saber certas coisas e me chamar de papai. Por acaso não sou seu sogro?
Ele ficou me encarando, esperando minha reação. Senti que naquele momento toda a minha relação futura com a Gaby estava em jogo.
P-Claro, papai
D-Assim é melhor, linda
Ele me apertou mais contra si, e eu passei os braços pelo pescoço dele, apertando minhas tetas contra o peito dele.
D-Vejo que você é uma mulher que, além de gostosa, é muito inteligente
P-Pode ter certeza, papai. A Gaby fez uma escolha muito boa comigo
D-E você com ele, Pauli. Não vai se arrepender. Ele é um ótimo garoto, embora falte um pouco de experiência em algumas coisas. Foi criado até os 15 anos pela minha ex-mulher, depois disso morou comigo, e eu estou fazendo ele crescer. É meu único herdeiro, sabe? Por isso, quando soube que ele ia se casar com você com apenas 18 anos, achei... Uma boa escolha.
P – Sério mesmo que você gostou de eu ser sua esposa?
D – Claro, Pauli. Você me parece uma mulher linda e inteligente pra entrar na família, Pauli.
P – Você não sabe como me deixa feliz com essa afirmação de me deixar entrar na sua família. Espero não te decepcionar.
D – Acho que não vai me decepcionar, mas isso depende de você, Pauli.
Ao dizer isso, senti ele avançar a pélvis contra minha barriguinha, podendo sentir o pauzão dele bem duro encostado em mim. Levantei o olhar e, encarando ele nos olhos, falei:
P – Sou sua nora na noite de casamento e tem convidados olhando.
Ele também me encarando nos olhos, respondeu com a voz rouca de macho ALFA:
D – E eu sou seu sogro, e ninguém deve olhar o que eu faço. Essa é uma das regras que você precisa saber da minha família. Olha se alguém tá nos olhando, bebota?
Virei a cabeça e era verdade. Era como se a gente não existisse pro resto; cada um vivia a vida sem prestar atenção em nós.
P – Cê tem razão, papai.
D – Claro, bebota. Se eu quisesse, poderia tocar essa sua bundinha linda agora mesmo e ninguém estranharia.
Eu não aguentava mais. Sentia ele tão poderoso, e aquela afirmação me desmontou. Já não me importava mais com nada. Encostei meu rostinho no ouvido dele e, com minha voz de putinha, falei:
P – Mmmmmm, papai, faz logo. Toca minha bundinha, vai?
Senti as mãos dele deslizando pelos meus contornos e acariciando minha bunda por cima do vestidinho, em cima do elástico da minha calcinha fio dental. Olhei ao redor: ninguém olhava. Derreti, meus bicos ficaram enormes.
D – Que bundinha linda que você tem, bebota. E não se preocupa: o que a Gaby não souber ou não puder te dar, o papai vai te dar. É só pedir que você tem, Pauli.
P – Muito obrigada, papai, mas não sei como agradecer tanta confiança.
D – A gente vai dar um jeito, bebota. E agora vamos falar uma coisa pra Gaby.
Ele me pegou pela mão e me guiou até a Gaby, que estava do outro lado da pista de dança. Ao nos ver, ela se alegrou.
G – Que sorte que vocês já voltaram.
Paramos na frente dele, com a mão do Damián na minha cintura, nas costas.
D – Sim, Gaby, já voltamos, mas por pouco tempo. Por... Uma hora vou ter uma conversa com a Pauli na escrivaninha pra explicar direitinho como a família funciona, assim ela sabe como agir. Entretém a tua mãe pra ninguém nos incomodar.
Enquanto ele dizia isso, ia baixando a mão até chegar no triângulo da minha calcinha fio dental na minha bunda minúscula, e eu: uffffffff.
G — Sim, pai, o que o senhor mandar.
D — Vamos, Paula, vem.
G — Tchau, amor, te espero.
P — Sim, claro, bebê, já volto.
O Damião me pegou pela mão de novo e me levou escada acima até um quarto que tinha um sofá e uma escrivaninha. Entramos, ele trancou a porta e ficou no meio da sala, enquanto eu fiquei parada na porta.
D — Bom, já viu um pouco de como as coisas funcionam aqui, Paula.
P — Sim, acho que tô começando a entender.
D — Já te falei, todo mundo faz o que eu quero. Não quero que se sinta pressionada a nada, mas é você quem decide se quer fazer parte dessa família ou não, Pauli.
Ele estendeu a mão pra mim, num sinal pra eu me aproximar.
D — Agora é a hora de dizer se quer ou não?
Eu dei um passo à frente e levantei a mão pra encostar na dele. Ele puxou e me segurou nos braços de novo, me agarrou pela cintura, e eu passei os braços no pescoço dele. Mmm, senti ele de novo contra minha barriguinha. Levantei o rosto e olhei nos olhos dele.
P — Pai, como você é poderoso.
D — E isso te excita, não é, nenenzinha?
P — Muito, pai.
D — Você gosta de HOMENS poderosos ou de pivetes igual o Gaby?
P — Não quero errar na resposta, sei que tudo depende dela.
D — Claro, nenenzinha, da sua permanência na minha família vai depender sua resposta.
Eu aproximei minha boca da dele, e ele me deu um chupão com a língua dele, tentando entrar na minha, que eu deixei aberta pra ele fazer à vontade. Me apertou bem contra ele, me segurando firme na bunda.
P — Pai, como você me deixa, você é tão poderoso e te sinto tão grandão.
D — Você gosta, nenenzinha, dos papais poderosos e grandões?
P — Mmm, você me excita e me aquece muito, mas me entende, tenho medo. É minha noite de núpcias e meu marido tá me esperando lá embaixo, e você é meu sogro. d-claro, bebê, tudo isso junto me deixou assim, sabe? não precisa ter medo, papai controla tudo, love, e você tem uma bunda minúscula divina, céu
Ele já apertava bem forte em mim, mmmmmmmmmm
p-é que eles vão perceber, papai, a gaby e sua esposa
d-eles com certeza vão perceber, mas a gente vai fazer rápido e eles não vão falar nada, igual na festa, sua gostosa
p-você tá me dizendo que quer ser o primeiro a pegar a esposa do seu filho?
Ele pegou minha mão e colocou em cima do pau duro dele
d-por acaso você quer perder isso, sua gostosa, ou vai me dizer que a gaby vai te dar algo melhor na sua noite de núpcias?
d-você é um degenerado, damian, querer comer a própria nora na noite de núpcias dela
Eu continuei passando minha mãozinha por aquela maravilha de pau por cima da calça
d-eu não gosto de repetir as coisas e já te falei que gosto que me chame de papai
Num ato de submissão, eu falei
p-claro, papai
d-e agora me diz se eu sou um degenerado por querer comer minha nora na noite de núpcias dela, e você, o que é, acariciando o pau do seu sogro na noite de núpcias dele? pensa bem no que vai falar, mocinha
p-já sei, papai
d-vamos ver se aprendeu, sua gostosa?
Com minha melhor voz de putinha, eu falei apertando bem ele
p-sou sua putinha, papai, o que você quiser
d-assim que eu gosto, sua gostosa, abaixa e faz o que você tá com vontade, love
Fui deslizando pelo corpo dele até ficar de joelhos na frente dele, abri os botões da calça dele, meti a mãozinha dentro, baixando um pouquinho a cueca para pegar aquele pau lindo e enorme e puxar ele pra fora, uns 20 cm e bem grosso, uma cabeça avermelhada e grandona, brilhosa. Ao ver, passei a língua nele, olhando nos olhos dele e falando
p-assim, papai, tô fazendo certo?
Ele, pegando no meu cabelo, me aproximou mais do pau dele e eu engoli ele todo na minha boquinha
d-claro, assim, love, como você chupa bem, sua gostosa, você gosta do pau do papai?
p-muito, papai, mas ele é muito grande
d-e o que é melhor que isso? vem, levanta
Ele me pegou pela bunda e me levou até a escrivaninha, me apertou de novo e me chupou enquanto com as manos, ele levantava meu vestidinho por trás, tinha uma obsessão pela minha bunda pequena. "vai, fica de costas contra a escrivaninha". fiz isso e ele atrás de mim, minha bunda pequena tava à vista dele só de fio dental, e ele me deu um tapinha.
d — mas que bunda linda você tem, garota. já deu pra gaby?
p — não, pra ele não, papai.
d — que idiota, perder uma coisinha dessas. melhor assim, bebê, assim papai te come com amor.
ele já passava o pau entre minhas pernas, esfregando minha buceta por cima do fio dental sem perguntar nada, e me agarrava os peitos por trás. eu começava a suspirar.
d — você gosta, não, garota? de dar pro seu sogro na sua noite de núpcias, não?
p — siiiiiim, me come, por favor, papai.
d — vamos ver se você fala melhor, garota, não entendi, o que você quer?
p — quero que com seu pau você abra a buceta da esposa do seu filho.
d — assim tá melhor, gostosa, você tá aprendendo, amor.
ele puxou meu fio dental e senti a cabeçona dele entrando na minha buceta, ufffffffff.
p — papai, como você me abre.
d — com certeza mais que o corno do meu filho.
eu joguei a bunda pequena mais pra trás pra ele entrar mais fundo.
p — sim, papai, muito mais. me come mais, me come toda, papai, quero ser sua.
nessa altura, eu já mexia minha bunda pequena em círculos pra dar e receber mais prazer.
d — claro que você vai ser minha, amor, já é. sente como você engole meu pau na sua noite de núpcias, garota doce, e falta o melhor, céu.
p — o melhor, papai, o quê?
d — sua bunda pequena, bebê.
p — não, a bunda pequena não, papai, você é muito grande, vai me machucar.
ele tirou o pau da minha buceta e colocou na entrada do meu cuzinho sem fazer pressão.
d — não, garota doce, não vou enfiar em você, você vai enfiar, jogando essa bunda linda pra trás.
p — não, papai, outro dia, me perdoa, seja bonzinho.
como resposta, ele me deu um tapa na bunda.
d — vai, garota, não se faz de sonsa que não temos muito tempo, e engole meu pau. vamos ver que puta e obediente você pode ser com a buceta.
ele me puxou pelo cabelo pra trás.
p — mas, papai, é que eu...
outro tapa, e já doía.
d — vai, me mostra que puta você é, sua idiota, ou vou ter que arrumar outra esposa pro meu filho? bebota
p-mmmmm papi tá bom, mas devagar papi, me cuida
d-claro nenita, papi sempre vai te cuidar, tá? se você for muito obediente, papi vai te cuidar muito, muito mesmo, sim bebe
p-sim papi, a nenita vai ser muito obediente com papi
E comecei a ir pra trás, fazendo pressão contra a cabeçona do pau dele que tava na porta do meu cuzinho, nisso sinto que ele fica firme e pressiona pra frente, a cabeça começava a entrar
p-aiiiiiii papi, devagar, te sinto imenso papi
d-sim nenita, continua assim, me dando essa bunda divina, quero mais nenita, muito mais
EU tava com muito medo de me rasgar, tava sem creminho nem nada e sentia ele, fiquei um pouquinho assim, rodando a bunda
d-mmmmmmm girl, que bom que você mexe essa raba divina, como aperta meu pau bebe
p-papi, como te sinto, não mete mais por hoje papi, outro dia com creminho te prometo que meto tudo sim papi
d-tá bom, não costumo fazer isso, mas aceita como meu presentinho de casamento, vou esperar até você voltar da lua de mel pra te dar tudo sim girl
p-siiiiim papi, só isso mesmo, te prometo que quando voltar te dou tudo sim papi
d-sim, agora faz eu gozar no seu cuzinho
Eu continuava rodando a bunda e ia pra trás e pra frente, mas só tinha a cabeçona e um pouquinho mais, mas sentia ele
p-assim papi, como você me come, me dá toda sua porra papi
d-te dou tudo love, lá vai haaaaa, toma girl slut, gostou divina?
p-papi, como sinto ele pulsar, você é lindo, como me comeu
d-vamos, levanta agora love
Ele me deu mais um beijo e soltou as alças do vestido, com isso meus peitos ficaram expostos
d-que peitos lindos você tem girl, e como seus bicos ficaram durinhos, bebota
Eu tocava eles com dois dedos, acariciando
p-você gosta dos meus peitos papi?
d-claro bebota, agora mais uma coisa
Ele se abaixou um pouquinho e começou a beijar meu mamilo direito, e depois em cima do mamilo me chupou
p-papi, vai me deixar marcada love
d-claro love, eu marco todas as minhas éguas
p-mmmmmmm, que safado você é papi
d-muito e agora vamos descer que estão esperando minha esposa e seu marido, love
M-a amarrou o vestido e ele me disse
d-tira a tanga
p-para quê?
d-ainda não aprendeu a não perguntar
EU me abaixei e tirei, estava na minha mão
p-me perdoa, papi
d-me dá ela
p-mas vou ficar sem ela?
d-claro, é uma lembrança pro papi, vai assim, bebota
Saímos do quarto e no térreo estavam esperando Solange, a madrasta da Gaby, e meu maridinho. A Gaby se adiantou e, olhando pro pai, perguntou
g-tudo bem, pai?
d-você tem uma excelente esposa, filho
s-a menina entendeu tudo, Damião
d-a menina entende e aceita, não é, Paula?
p-claro, papi
Gabriel chegou perto de mim e me deu um beijo na boca
g-que sorte que você está confortável, love
p-vamos ser muito felizes, bebê
g-bom, vamos nos apressar que o remeiro tá esperando pra nos levar pro hotel, love
p-sim, claro, Gaby, vamos pra nossa noite de núpcias
A gente tava há 6 meses num namoro bem doce do meu jeito, ou seja, com vários chifrinhos inclusos, como manda o figurino. E meu macho e chefe, o Dany, tinha me deixado grávida. Quando descobri, no primeiro mês, tinha dois caminhos: abortar ou casar. Então escolhi a segunda opção: casar, mas do jeito certo, com meu namoradinho. Tive que fazer tudo direitinho pra ele acreditar que era o pai da neném que eu carregava na barriga.
A questão é que, com uma barriguinha de dois meses que nem dava pra notar, eu tava entrando na igreja de mãos dadas com meu sogrinho, vestida virginalmente de branco, como manda o figurino. Depois entrou meu noivo, demos o "sim" pra vida toda, e a festa foi numa casa de campo bem chique que meu sogro alugou. Um HOMEM de 40 anos muito bem vividos, separado e junto com uma mulher linda de 30, que tinha sido secretária dele numa das empresas. Eu tinha visto meu sogro umas três ou quatro vezes, só de passagem, mas decidi me comportar bem com ele, não queria pisar na bola com a família do Gaby.
O rolê é que a festa tava rolando normal até que eu e o Gaby decidimos trocar de roupa e tirar a roupa da igreja pra curtir a festa de verdade. Ele vestiu um terno sem gravata, e eu um vestido preto fininho e uns saltos altos, sem sutiã, só com minha calcinha fio dental preta combinando. Dancei com todos os convidados, como manda o figurino pra noiva, até que colocaram as luzes mais baixas e começaram a tocar música lenta, parecia uma balada. Nisso, o Gaby me pegou pela cintura e me apertou contra ele. Passei os braços no pescoço dele, deixando ele fazer o que queria.
G: — Cê tá uma rainha, amor.
P: — Sério que cê gostou, bebê?
G: — Claro, amor, cê é tudo que sempre sonhei e agora é minha esposa.
P: — Claro, bebê, e você é meu maridinho pra sempre. Sempre love
G-Claro, pra sempre agora que você é minha esposa, não vou te deixar ir, love
P-Isso vai depender de quão bonzinho você for com meus caprichinhos, bebê
G-A bebota sabe que o bebê faz tudo que a bebota quiser, love
Nisso, eu esfregava a barriguinha na pijinha dela e apoiava bem as tetas no peito dela
P-Mmmm, bebê, como você me faz sentir bem, ser um homem de verdade tão compreensivo, ou melhor, mimado, eu diria
Nisso, no meio da conversa, meu sogrinho (Damián) toca o ombro da Gaby e diz:
D-Parece que é minha vez, Gaby, de dançar um pouco com a noiva
G-Claro, pai, o que você disser
O tom autoritário do Damián me surpreendeu, e a submissão da Gaby ao pedido do pai também. Automaticamente, sem me consultar, ela se separou de mim e ofereceu minha mão ao pai. Ele me pegou pela cintura e me puxou pra perto, colando em mim. Primeiro, coloquei as mãos nos ombros dele e, quando vi a Gaby se afastar, falei:
P-Que obediente que você é com ele, Gaby?
D-Aqui todo mundo é obediente comigo, preciosa. Sabem que quem paga tudo sou eu, sabe?
P-Tudo, tudo você paga, Damián?
D-Tudoooo e mais, não tenha dúvidas. E não gosto que me chame de Damián. Se vai entrar pra família, precisa saber certas coisas e me chamar de papai. Por acaso não sou seu sogro?
Ele ficou me encarando, esperando minha reação. Senti que naquele momento toda a minha relação futura com a Gaby estava em jogo.
P-Claro, papai
D-Assim é melhor, linda
Ele me apertou mais contra si, e eu passei os braços pelo pescoço dele, apertando minhas tetas contra o peito dele.
D-Vejo que você é uma mulher que, além de gostosa, é muito inteligente
P-Pode ter certeza, papai. A Gaby fez uma escolha muito boa comigo
D-E você com ele, Pauli. Não vai se arrepender. Ele é um ótimo garoto, embora falte um pouco de experiência em algumas coisas. Foi criado até os 15 anos pela minha ex-mulher, depois disso morou comigo, e eu estou fazendo ele crescer. É meu único herdeiro, sabe? Por isso, quando soube que ele ia se casar com você com apenas 18 anos, achei... Uma boa escolha.
P – Sério mesmo que você gostou de eu ser sua esposa?
D – Claro, Pauli. Você me parece uma mulher linda e inteligente pra entrar na família, Pauli.
P – Você não sabe como me deixa feliz com essa afirmação de me deixar entrar na sua família. Espero não te decepcionar.
D – Acho que não vai me decepcionar, mas isso depende de você, Pauli.
Ao dizer isso, senti ele avançar a pélvis contra minha barriguinha, podendo sentir o pauzão dele bem duro encostado em mim. Levantei o olhar e, encarando ele nos olhos, falei:
P – Sou sua nora na noite de casamento e tem convidados olhando.
Ele também me encarando nos olhos, respondeu com a voz rouca de macho ALFA:
D – E eu sou seu sogro, e ninguém deve olhar o que eu faço. Essa é uma das regras que você precisa saber da minha família. Olha se alguém tá nos olhando, bebota?
Virei a cabeça e era verdade. Era como se a gente não existisse pro resto; cada um vivia a vida sem prestar atenção em nós.
P – Cê tem razão, papai.
D – Claro, bebota. Se eu quisesse, poderia tocar essa sua bundinha linda agora mesmo e ninguém estranharia.
Eu não aguentava mais. Sentia ele tão poderoso, e aquela afirmação me desmontou. Já não me importava mais com nada. Encostei meu rostinho no ouvido dele e, com minha voz de putinha, falei:
P – Mmmmmm, papai, faz logo. Toca minha bundinha, vai?
Senti as mãos dele deslizando pelos meus contornos e acariciando minha bunda por cima do vestidinho, em cima do elástico da minha calcinha fio dental. Olhei ao redor: ninguém olhava. Derreti, meus bicos ficaram enormes.
D – Que bundinha linda que você tem, bebota. E não se preocupa: o que a Gaby não souber ou não puder te dar, o papai vai te dar. É só pedir que você tem, Pauli.
P – Muito obrigada, papai, mas não sei como agradecer tanta confiança.
D – A gente vai dar um jeito, bebota. E agora vamos falar uma coisa pra Gaby.
Ele me pegou pela mão e me guiou até a Gaby, que estava do outro lado da pista de dança. Ao nos ver, ela se alegrou.
G – Que sorte que vocês já voltaram.
Paramos na frente dele, com a mão do Damián na minha cintura, nas costas.
D – Sim, Gaby, já voltamos, mas por pouco tempo. Por... Uma hora vou ter uma conversa com a Pauli na escrivaninha pra explicar direitinho como a família funciona, assim ela sabe como agir. Entretém a tua mãe pra ninguém nos incomodar.
Enquanto ele dizia isso, ia baixando a mão até chegar no triângulo da minha calcinha fio dental na minha bunda minúscula, e eu: uffffffff.
G — Sim, pai, o que o senhor mandar.
D — Vamos, Paula, vem.
G — Tchau, amor, te espero.
P — Sim, claro, bebê, já volto.
O Damião me pegou pela mão de novo e me levou escada acima até um quarto que tinha um sofá e uma escrivaninha. Entramos, ele trancou a porta e ficou no meio da sala, enquanto eu fiquei parada na porta.
D — Bom, já viu um pouco de como as coisas funcionam aqui, Paula.
P — Sim, acho que tô começando a entender.
D — Já te falei, todo mundo faz o que eu quero. Não quero que se sinta pressionada a nada, mas é você quem decide se quer fazer parte dessa família ou não, Pauli.
Ele estendeu a mão pra mim, num sinal pra eu me aproximar.
D — Agora é a hora de dizer se quer ou não?
Eu dei um passo à frente e levantei a mão pra encostar na dele. Ele puxou e me segurou nos braços de novo, me agarrou pela cintura, e eu passei os braços no pescoço dele. Mmm, senti ele de novo contra minha barriguinha. Levantei o rosto e olhei nos olhos dele.
P — Pai, como você é poderoso.
D — E isso te excita, não é, nenenzinha?
P — Muito, pai.
D — Você gosta de HOMENS poderosos ou de pivetes igual o Gaby?
P — Não quero errar na resposta, sei que tudo depende dela.
D — Claro, nenenzinha, da sua permanência na minha família vai depender sua resposta.
Eu aproximei minha boca da dele, e ele me deu um chupão com a língua dele, tentando entrar na minha, que eu deixei aberta pra ele fazer à vontade. Me apertou bem contra ele, me segurando firme na bunda.
P — Pai, como você me deixa, você é tão poderoso e te sinto tão grandão.
D — Você gosta, nenenzinha, dos papais poderosos e grandões?
P — Mmm, você me excita e me aquece muito, mas me entende, tenho medo. É minha noite de núpcias e meu marido tá me esperando lá embaixo, e você é meu sogro. d-claro, bebê, tudo isso junto me deixou assim, sabe? não precisa ter medo, papai controla tudo, love, e você tem uma bunda minúscula divina, céu
Ele já apertava bem forte em mim, mmmmmmmmmm
p-é que eles vão perceber, papai, a gaby e sua esposa
d-eles com certeza vão perceber, mas a gente vai fazer rápido e eles não vão falar nada, igual na festa, sua gostosa
p-você tá me dizendo que quer ser o primeiro a pegar a esposa do seu filho?
Ele pegou minha mão e colocou em cima do pau duro dele
d-por acaso você quer perder isso, sua gostosa, ou vai me dizer que a gaby vai te dar algo melhor na sua noite de núpcias?
d-você é um degenerado, damian, querer comer a própria nora na noite de núpcias dela
Eu continuei passando minha mãozinha por aquela maravilha de pau por cima da calça
d-eu não gosto de repetir as coisas e já te falei que gosto que me chame de papai
Num ato de submissão, eu falei
p-claro, papai
d-e agora me diz se eu sou um degenerado por querer comer minha nora na noite de núpcias dela, e você, o que é, acariciando o pau do seu sogro na noite de núpcias dele? pensa bem no que vai falar, mocinha
p-já sei, papai
d-vamos ver se aprendeu, sua gostosa?
Com minha melhor voz de putinha, eu falei apertando bem ele
p-sou sua putinha, papai, o que você quiser
d-assim que eu gosto, sua gostosa, abaixa e faz o que você tá com vontade, love
Fui deslizando pelo corpo dele até ficar de joelhos na frente dele, abri os botões da calça dele, meti a mãozinha dentro, baixando um pouquinho a cueca para pegar aquele pau lindo e enorme e puxar ele pra fora, uns 20 cm e bem grosso, uma cabeça avermelhada e grandona, brilhosa. Ao ver, passei a língua nele, olhando nos olhos dele e falando
p-assim, papai, tô fazendo certo?
Ele, pegando no meu cabelo, me aproximou mais do pau dele e eu engoli ele todo na minha boquinha
d-claro, assim, love, como você chupa bem, sua gostosa, você gosta do pau do papai?
p-muito, papai, mas ele é muito grande
d-e o que é melhor que isso? vem, levanta
Ele me pegou pela bunda e me levou até a escrivaninha, me apertou de novo e me chupou enquanto com as manos, ele levantava meu vestidinho por trás, tinha uma obsessão pela minha bunda pequena. "vai, fica de costas contra a escrivaninha". fiz isso e ele atrás de mim, minha bunda pequena tava à vista dele só de fio dental, e ele me deu um tapinha.
d — mas que bunda linda você tem, garota. já deu pra gaby?
p — não, pra ele não, papai.
d — que idiota, perder uma coisinha dessas. melhor assim, bebê, assim papai te come com amor.
ele já passava o pau entre minhas pernas, esfregando minha buceta por cima do fio dental sem perguntar nada, e me agarrava os peitos por trás. eu começava a suspirar.
d — você gosta, não, garota? de dar pro seu sogro na sua noite de núpcias, não?
p — siiiiiim, me come, por favor, papai.
d — vamos ver se você fala melhor, garota, não entendi, o que você quer?
p — quero que com seu pau você abra a buceta da esposa do seu filho.
d — assim tá melhor, gostosa, você tá aprendendo, amor.
ele puxou meu fio dental e senti a cabeçona dele entrando na minha buceta, ufffffffff.
p — papai, como você me abre.
d — com certeza mais que o corno do meu filho.
eu joguei a bunda pequena mais pra trás pra ele entrar mais fundo.
p — sim, papai, muito mais. me come mais, me come toda, papai, quero ser sua.
nessa altura, eu já mexia minha bunda pequena em círculos pra dar e receber mais prazer.
d — claro que você vai ser minha, amor, já é. sente como você engole meu pau na sua noite de núpcias, garota doce, e falta o melhor, céu.
p — o melhor, papai, o quê?
d — sua bunda pequena, bebê.
p — não, a bunda pequena não, papai, você é muito grande, vai me machucar.
ele tirou o pau da minha buceta e colocou na entrada do meu cuzinho sem fazer pressão.
d — não, garota doce, não vou enfiar em você, você vai enfiar, jogando essa bunda linda pra trás.
p — não, papai, outro dia, me perdoa, seja bonzinho.
como resposta, ele me deu um tapa na bunda.
d — vai, garota, não se faz de sonsa que não temos muito tempo, e engole meu pau. vamos ver que puta e obediente você pode ser com a buceta.
ele me puxou pelo cabelo pra trás.
p — mas, papai, é que eu...
outro tapa, e já doía.
d — vai, me mostra que puta você é, sua idiota, ou vou ter que arrumar outra esposa pro meu filho? bebota
p-mmmmm papi tá bom, mas devagar papi, me cuida
d-claro nenita, papi sempre vai te cuidar, tá? se você for muito obediente, papi vai te cuidar muito, muito mesmo, sim bebe
p-sim papi, a nenita vai ser muito obediente com papi
E comecei a ir pra trás, fazendo pressão contra a cabeçona do pau dele que tava na porta do meu cuzinho, nisso sinto que ele fica firme e pressiona pra frente, a cabeça começava a entrar
p-aiiiiiii papi, devagar, te sinto imenso papi
d-sim nenita, continua assim, me dando essa bunda divina, quero mais nenita, muito mais
EU tava com muito medo de me rasgar, tava sem creminho nem nada e sentia ele, fiquei um pouquinho assim, rodando a bunda
d-mmmmmmm girl, que bom que você mexe essa raba divina, como aperta meu pau bebe
p-papi, como te sinto, não mete mais por hoje papi, outro dia com creminho te prometo que meto tudo sim papi
d-tá bom, não costumo fazer isso, mas aceita como meu presentinho de casamento, vou esperar até você voltar da lua de mel pra te dar tudo sim girl
p-siiiiim papi, só isso mesmo, te prometo que quando voltar te dou tudo sim papi
d-sim, agora faz eu gozar no seu cuzinho
Eu continuava rodando a bunda e ia pra trás e pra frente, mas só tinha a cabeçona e um pouquinho mais, mas sentia ele
p-assim papi, como você me come, me dá toda sua porra papi
d-te dou tudo love, lá vai haaaaa, toma girl slut, gostou divina?
p-papi, como sinto ele pulsar, você é lindo, como me comeu
d-vamos, levanta agora love
Ele me deu mais um beijo e soltou as alças do vestido, com isso meus peitos ficaram expostos
d-que peitos lindos você tem girl, e como seus bicos ficaram durinhos, bebota
Eu tocava eles com dois dedos, acariciando
p-você gosta dos meus peitos papi?
d-claro bebota, agora mais uma coisa
Ele se abaixou um pouquinho e começou a beijar meu mamilo direito, e depois em cima do mamilo me chupou
p-papi, vai me deixar marcada love
d-claro love, eu marco todas as minhas éguas
p-mmmmmmm, que safado você é papi
d-muito e agora vamos descer que estão esperando minha esposa e seu marido, love
M-a amarrou o vestido e ele me disse
d-tira a tanga
p-para quê?
d-ainda não aprendeu a não perguntar
EU me abaixei e tirei, estava na minha mão
p-me perdoa, papi
d-me dá ela
p-mas vou ficar sem ela?
d-claro, é uma lembrança pro papi, vai assim, bebota
Saímos do quarto e no térreo estavam esperando Solange, a madrasta da Gaby, e meu maridinho. A Gaby se adiantou e, olhando pro pai, perguntou
g-tudo bem, pai?
d-você tem uma excelente esposa, filho
s-a menina entendeu tudo, Damião
d-a menina entende e aceita, não é, Paula?
p-claro, papi
Gabriel chegou perto de mim e me deu um beijo na boca
g-que sorte que você está confortável, love
p-vamos ser muito felizes, bebê
g-bom, vamos nos apressar que o remeiro tá esperando pra nos levar pro hotel, love
p-sim, claro, Gaby, vamos pra nossa noite de núpcias
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