Manteniendo a mi hermana (fantasía)

UM PEQUENO RELATO SAÍDO DOS MEUS DESEJOS MAIS PROFUNDOS PELA MINHA MEIA-IRMÃ. ESSE RELATO É MINHA GRANDE FANTASIA QUE UM DIA QUERO REALIZAR... VOCÊS JÁ SABEM, ME AJUDEM COM PONTOS E COMENTÁRIOS PRA SABER SE GOSTARAM.

Um dia, ela simplesmente apareceu. A verdade é que minha irmã e eu quase não tínhamos convivido antes e, na real, nunca nos demos muito bem. Ela era a queridinha da mamãe e do papai, então a gente brigava pra caralho até eu terminar meus estudos e começar a trabalhar, passando o mínimo de tempo possível em casa. Depois de alguns anos, comprei uma casinha pequena, com dois quartos, um banheiro e meio, uma cozinha pequena, sala de jantar, sala de estar e um quintalzinho na frente e nos fundos. É um apartamento bonito disfarçado de casa, mas não posso pagar nada maior e, o melhor de tudo, tenho TV a cabo.

Tinha minha caminhonete velha e umas dívidas pequenas por causa da compra do meu computador e de uma sala nova que vocês vão ouvir falar mais pra frente. Não podia reclamar, era feliz e não precisava de mais nada.

Fazia dois anos que papai tinha morrido e, um ano depois, mamãe seguiu ele. Laura, minha irmã, ficou com a casa dos meus pais e o carro, se mantendo com o aluguel de dois quartos para estudantes de medicina que iam pra universidade perto de casa.

Pouco tempo depois que mamãe morreu, Laura me avisou que ia casar com um engenheiro que eu mal tinha visto umas cinco vezes. Achando que o capítulo da família estava encerrado, dediquei meu tempo livre a melhorar minha casa, pintando, atualizando os acabamentos e pensando em mobiliar ela aos poucos. Meus únicos móveis eram minha cama, uma mesa de jantar, minha TV, DVD, som e, recentemente, minha sala.

Um belo dia, durante a semana, minha irmã Laura bateu na minha porta com meu sobrinho de 3 meses. Ela entrou e começou a explorar minha casa como se fosse comprá-la, me pediu por favor pra pegar as malas do táxi que estava esperando lá fora. Paguei e levei as três malas enormes pro único quarto que eu tinha disponível.

Ela me explicou que o marido tinha ido pro exterior em... buscando oportunidades melhores, mas descobri que ele tinha abandonado ela de vez há apenas uma semana. E como ela não sabia o que fazer nem a quem recorrer, adivinhem? Pois é, veio me procurar pra pedir conselho e apoio. Depois de várias horas de conversa, ela tomou posse da única cama que eu tinha levado pro quarto dela, e eu estreiei a dureza de dormir na minha nova sala — ou melhor, de mal dormir nela.

No dia seguinte, depois do trabalho, continuamos explorando oportunidades enquanto comprávamos comida pro bebê e vários pacotes de fralda. E, contra minha vontade, decidimos que ela ia ficar e alugar a casa dos meus pais pra conseguir bancar os gastos dos dois. Fomos buscar a cama dela e algumas outras coisas, mas no geral deixamos a casa mobiliada pra facilitar o aluguel. Graças a Deus, alugou rápido e por um bom valor, então minha carteira deu uma aliviada, mas minha vida nunca mais foi a mesma.

Perdi toda a privacidade, mal dormia e a casa era um caos. Brigávamos o tempo todo, e juro que invejei o marido dela por ter fugido. Pra piorar, minha caminhonete quebrou e eu virei tropa de infantaria. Nada dava certo e eu não via a hora de sair daquilo. Sabe o que é ir trabalhar e voltar sem vontade de chegar em casa? Era isso que eu sentia, infelizmente.

Numa sexta, depois de um churrasco com meus amigos e alguns colegas de trabalho que eu não via há tempos, fiquei até o último minuto da reunião. Resignado, caminhei até em casa o mais devagar que pude. Enquanto andava, no meio da noite, fiquei pensando se minha sorte ia mudar ou se eu conseguiria me acostumar com minha nova família. Quando cheguei, já bem cansado, só queria tomar um banho bem quente e dormir a noite inteira. Mas, ao entrar, encontrei minha irmã na sala, ainda acordada, com o Charly no colo.

Quando me aproximei e perguntei por que os dois estavam acordados, vi que ela estava amamentando o bebê. Era uma cena nada comum pra mim, mas bem fofa. Enquanto Laura cochilava, o bebê parecia Bem ativo mamando. O peito dela, pelado, era lindo demais, enorme e branco, totalmente à mercê do meu sobrinho.

- Oi, quer jantar alguma coisa?
- Não, obrigada, só quero tomar um banho e dormir.
- Foi bem?

Nunca ninguém tinha me perguntado uma coisa dessas, e também nunca tinha ninguém me esperando em casa. Era muito estranho pra mim.

- Sim, do trabalho fui comer com uns amigos e me distraí.
- Bom, o importante é que chegou bem, já tava começando a me preocupar.

Ela afastou o bebê, que ainda sugava, colocou ele na cadeirinha do lado dela e cobriu o peito nu, mas não sem antes limpar os restos de leite do mamilo.

- Deita, você parece cansada.
- Dormir... Não, ainda tenho que arrotar o bebê, senão ele vai ter cólica.
- Bom, a gente se vê amanhã.
- Descansa.

Quando acordei, sábado de manhã, fui pro banheiro porque não consegui tomar banho na noite anterior e descobri que tava ocupado. Então me encostei na parede, cochilando enquanto esperava a Laura sair. Fiquei entediado e resolvi dar uma olhada no meu sobrinho pra ver se ele tava dormindo, mas quando cheguei na porta entreaberta, vi a Laura sentada na cama com uma espécie de corneta no peito. Imediatamente fiquei surpreso, olhando com atenção.

- Pensei que você tivesse no banheiro e vim ver se o bebê tava dormindo.
- Não, ontem à noite a trava do banheiro emperrou e não consegui abrir.
- O que você tá fazendo? O que é isso?
- Tô tirando um pouco de leite, o bebê não mama tudo e se eu não tirar, meus peitos inflamam e doem pra caralho.
- Desculpa, não queria te ver, eu...
- Eu sei, não precisa se desculpar. Nesse momento meus peitos tão cumprindo a função deles e é a coisa mais normal do mundo você ver. Além disso, o sutiã machuca, então se acostuma, irmãozinho.
- Acho que não vou me acostumar, mas vou tentar (não podia estar mais enganado).

Saí bem sem graça e destravei o banheiro. Depois de tomar banho, revivi e decidi mandar um almoço daqueles. Quando fui fuçar na cozinha, descobri que a Laura já tinha feito uns panquecas com bacon, então devorei tudo. Terminando, sentei pra ver as notícias do mundo quando a Laura chegou perto e abaixou o volume, fazendo sinal que o pequeno Charly tava dormindo. Ela se acomodou do meu lado e soltou um suspiro longo.

— Nunca pensei que ia te ver como dona de casa, muito menos como mãe

— Nem eu

— Cê tá exausta, hein

— Um pouco, só tô sem dormir

— É o pequeno?

— Não, você chegou muito tarde e eu fiquei preocupada

Naquela hora caiu a ficha, se eu sumisse, a Laura ia ficar totalmente desamparada, ou pior, o que ela mais odiava: sozinha.

— Da próxima vez, aviso

— Como se não fosse por sinais de fumaça

— Segunda-feira vou te comprar um celular

— Valeu, mas não quero que você gaste mais com a gente

— Assim fico mais tranquilo

— Se você insiste

De repente, o Charly acordou com um berro e a Laura levantou na hora, pegou ele e trouxe pra perto de mim.

— Segura ele enquanto eu vejo a fralda

Ela olhou e o pequeno tava limpo, mas chorava pra caralho.

— O que que ele tem?

— Acho que é fome, embora tenha comido bem, mas deixa eu ver

Ela sentou do meu lado, abriu a blusa e, do jeito mais natural do mundo, puxou a teta enorme. Pegou o Charly, encaixou ele perto do mamilo e, como num passe de mágica, assim que ele sentiu o bico na boca, calou a boca e começou a mamar desesperado.

— É, definitivamente tava com fome

— Esse é o tamanho normal do seu peito ou...?

— Não, é um pouco menor, mas agora tá cheio de leite, acho que daria pra amamentar uns quatro filhotes ao mesmo tempo

— E isso é normal?

— Sim, algumas mães produzem mais leite que outras, e acho que sou dessas

Depois de uns minutos, ela tirou o bebê e trocou de peito. Eu tava impressionado, nunca pensei que ia ver um peito tão grande e bonito, ainda mais da minha própria irmã.

Enquanto eu olhava atento a cena, a Laura me pegou pensativo.

— No que cê tá pensando?

— Nada, é só...

— É muito grande, né? Herdei da mamãe

Acho que fiquei vermelho e fiquei mais nervoso ainda, não sabia o que falar.

— Não fica sem graça, amamentar é a coisa mais natural do mundo

— É, mas não me acostumo

— Me Pega o extrator de leite, tá no quarto em cima da mala, ah e me traz uma toalhinha de lá mesmo.

Obedeci e voltei pra perto dela, a Laura já tava dando umas palmadinhas nas costas do Charly pra ele arrotar. Finalmente ele arrotou e ela colocou ele na cadeirinha portátil, pegou o extrator e, do jeito mais natural do mundo, descobriu um peito e começou a ordenhar. O cilindro foi enchendo de leite aos poucos enquanto ela sugava. Fiquei observando toda a manobra enquanto ela extraía o leite dos dois peitos.

Passamos um fim de semana legal e eu não conseguia esquecer daquilo tudo. Um dia, enquanto a gente conversava, o assunto da dor nos peitos dela voltou.

— É normal doer assim? Quer ir no médico?

— Não precisa, é só que o extrator dói.

— E quando o Charly mama, dói?

— Nada, pelo contrário, sinto alívio. Por que você pergunta tanto?

— Ah, nada não, só curiosidade.

— Bom... você quer mesmo me ajudar com o problema?

— Qual?

— O do meu leite.

Fiquei mudo e senti uma corrente elétrica pelo corpo todo e um frio na barriga.

— É que como o extrator dói... talvez você quisesse... ah, acho que é má ideia, me desculpa.

— Como posso te ajudar? Explica que eu faço.

Agora era a Laura que ficava sem graça e corava.

— Você poderia tirar o leite dos meus peitos.

— Como?

— Igual o Charly, é bem natural e você é a única pessoa que eu pediria isso.

— Fico meio sem graça só de pensar nessa ideia.

— Tudo bem, pensa com calma e me fala quando estiver pronto.

À noite, sem esperar minha resposta e depois de trocar o Charly, ela me avisou pra me preparar. Sentei perto dela vendo como ela se ajeitava pro pequeno faminto. Quando ele começou a mamar o leite dela, a Laura descobriu o outro peito e me indicou que era minha vez.

— Assim, do nada?

— Vai, só precisa chupar normal, o leite vem sozinho.

— Preciso engolir?

— Acho que não tem outra opção.

Quando meus lábios tocaram o mamilo dela, a Laura tremeu e fechou os olhos. olhos, recostando a cabeça para trás. Comecei a chupar animado e na hora senti o gosto daquela porra quente. Quanto mais eu chupava, mais leite entrava.

Sentia a grossura do mamilo inchado grudado na minha boca e o calor da pele branca do peito dela na minha bochecha. Era fantástico, via aquele peitão enorme me amamentando com uma porra deliciosa e fresca. Com um sinal, ela pediu pra eu trocar, moveu o Charly pro outro peito e eu me instalei no oposto, segurando ele dessa vez.

Senti que o tempo não passava. Uns momentos depois, o Charly terminou.

— Deixa eu tirar o ar dele e colocá-lo pra dormir, já volto.

Fiquei satisfeito e ansioso ao mesmo tempo. Depois de uns 45 minutos, a Laura voltou com um sorrisão.

— Quietinho aí, sua missão só tá começando.

Ela se colocou no mesmo lugar e descobriu o peito, e assim comecei de novo minha tarefa. Dessa vez sem competição, os peitos eram todos meus. Enquanto chupava, descobri que a Laura tava começando a curtir o fato de me amamentar, acariciava minha cabeça de um jeito maternal enquanto eu tomava o leite dela.

Como os antigos imperadores chineses, quando alguém ficava doente, era obrigação de uma parente direta, de preferência uma irmã, amamentar o imperador pra dar proteção contra a doença, cuidar dele e alimentá-lo até melhorar. Isso se baseava no fato de que era leite vindo de um peito do mesmo sangue e ainda garantia a segurança do imperador.

Eu não tava doente, mas era minha responsabilidade cuidar da minha irmã enquanto ela tivesse problemas. Repetíamos toda noite aquela cena, até virar um costume, mas quero que saibam que meu estômago não concordava totalmente, porque eu tinha uma baita soltura que só foi sumindo com o tempo.

O que vai acontecer quando o pequeno Charly não der mais leite?

Ainda faltam alguns meses.

E o que vai acontecer?

Bom, não sei... acho que cedo ou tarde meus peitos vão secar e aí não vai mais precisar da sua ajuda.

Não falamos sobre isso por um tempo. A simples ideia de que minha irmã tirasse aqueles peitos de mim já era uma situação dolorosa.

Certa vez, por obrigação, tive que viajar pra Cidade do México pra resolver uns pepinos, que me tomaram três longos dias. Consegui resolver tudo com sucesso e, bem satisfeito, voltei pra casa morrendo de vontade de descansar, porque aquela cidade é cansativa pra caralho e estressante pra quem não tá acostumado (como eu).

Quando entrei em casa, a Laurita se jogou em cima de mim me enchendo de beijos depois de um abraço bem caloroso. Até o pequeno Charly pareceu feliz com minha chegada, e acho que não foi pelo chocalho que comprei pra ele. Mal abri minha mala e minha irmã já se ofereceu pra pendurar minhas roupas enquanto eu tomava um banho longo com água fervendo.

A casa me chamou a atenção na hora, tava impecável pela primeira vez desde que minha irmã e o Charly chegaram.

Terminei o banho e me vesti só com a calça de um pijama confortável que só usava no frio, nem coloquei cueca. Quando saí, minha irmã me agarrou e contou tudo sobre os três dias que fiquei fora, e me perguntou sobre meus tramites.

No geral, foi de boa, só que precisei gastar uns dois dias a mais pra não ter que voltar uma segunda vez.

— Não vai pegar os papéis notariados?

— Não, o advogado vai mandar por sedex assim que registrar. E me diz, como tão seus peitos?

— Tão bem ruins, tenho tanto leite que meus peitos tão inchados pra caramba, e a bombinha ajuda um pouco, mas dói pra cacete. Cê acha que pode me dar uma força com isso?

— Claro.

— Assim que eu der banho e botar o Charly pra dormir, volto aqui.

Enquanto devorava um pedaço de bolo embebido em vinho delicioso, ouvi o chuveiro e a bagunça no banheiro, então fui olhar a correspondência esperando em vão encontrar uma carta ou postal; pelo contrário, só achei uns boletos pra pagar e alguns extratos. Tava tão vidrado nisso que nem percebi quando ela... Laura se aproximou por trás de mim.

Ela me deu um abraço longo pelas costas e um beijo forte e barulhento na bochecha. O cabelo dela, pintado de loiro, estava bem molhado e bagunçado, mas o cheiro era de hipnotizar. Uma sensação de tranquilidade tomou meu corpo, e deixei ela me perturbar balançando a cabeleira molhada e gelada. Finalmente, ela me soltou e, com um gesto, pediu que eu a seguisse até o sofá da sala. Ela estava vestindo um roupão branco que ficava enorme nela, e claro, era meu.

Sentamos, e ela ficou me encarando com um sorrisão. Com as duas mãos, peguei o roupão e abri só o suficiente para liberar o seio direito dela. Uauuuu, realmente estava maior que o normal, e por isso parecia extremamente suculento.

Sem perder tempo, me apoiei um pouco na minha irmã, apertei aquela iguaria, brinquei um pouco com o mamilão duro dela, fazendo jorrar um fiozinho de leite que escorreu pela minha bochecha. Com a mão, minha irmã limpou minha bochecha e começou a brincar com meu cabelo.

De propósito, chupei desajeitadamente, fazendo o leite dela escorrer pelo meu queixo e descer pela barriga dela. Imediatamente troquei de seio sem cobrir o outro. Dava pra ver o leite derramado na barriga dela enquanto eu mamava no outro seio, dessa vez sem derramar nada. Sem pensar, com a mão direita, acariciei o seio livre dela, espalhando o leite ao redor dele e depois passando em círculos o leite que estava espalhado na barriga dela.

Enquanto fazia isso, notei que minha irmã, praticamente esmagada contra o encosto do sofá, me olhava com atenção. Subi a mão de novo e comecei a apertar o mamilo dela ritmicamente, extraindo gotinhas de leite.

De novo, voltei para o seio direito, mas antes de mamar, comecei a limpar com a língua o leite derramado sobre ele, sem chegar perto do mamilo. Dessa vez, Laura fechou os olhos e começou a respirar mais forte. Desci um pouco e limpei também a barriga dela, deixando impecável, para voltar ao delicioso mamilo dela.

A cada chupada, aquele mamilo lindo e redondo manjar jorrava na minha boca uma boa quantidade de porra fresca que eu engolia devagar.

Senti sua falta, maninho, não tem ideia de quanto

Você está se sentindo melhor dos seus peitos?

De jeito nenhum, me sinto uma vaca

Nada disso, vai ver que em dois dias eu recupero o terreno perdido

Da próxima vez que você sair, vai comigo, pelo menos vai economizar o jantar todo dia

Tá bom, o jantar tudo bem, mas dois quartos não dá pra justificar essa despesa

Nada de despesa, a gente pede um quarto só e eu me registro como sua esposa, assim ninguém desconfia, ainda mais com o pequeno Charly

Pelo menos vou verificar se o sofá do quarto é confortável antes de me registrar

Dei uma risadinha e voltei ao que estava fazendo. Ao acariciar o peito solto, notei que a excitação dela voltou, então continuei a massagem no seio e as beliscadas esporádicas no mamilo, o que causava um pouco de dor, mas acompanhada de uma boa dose de tesão. A respiração dela acelerou rapidamente e eu percebi na hora que não era só alívio por liberar a porra dela, mas que ela estava no cio.

Resolvi tentar a sorte e derramei mais porra pela bochecha dela até a barriga, então desci um pouco e comecei a limpar com minha língua. Ataquei o umbigo encharcado, o que provocou uns espasmos nela, enquanto meu queixo já alcançava o cinto do roupão. Apertei um pouco e o cinto cedeu, abrindo um pouco o roupão, mas não consegui ver nada e não ousei descer mais.

Me ajoelhei no tapetinho, fiquei de frente pra ela enquanto ela me olhava atenta de boca aberta, abri as pernas dela e me aproximei do peito dela. Imediatamente ela se sentou, esmagando os seios contra mim, abriu o roupão pelos ombros e ele caiu até a cintura, deixando a parte de cima do corpo dela nua. Aproveitando que os braços dela estavam presos nas mangas, segurei os ombros dela e comecei a mamar freneticamente. De vez em quando eu me afastava pra pegar ar e ela me olhava ansiosa, pedindo pra eu continuar.

Tentou, sem sucesso, soltar os braços das mangas mangas, mas era difícil, então ela se ergueu ainda mais, quase se levantando, e conseguiu, mas ao fazer isso o cinto soltou e todo o roupão se abriu. Sem conseguir evitar, admirei seu biquíni branco e, antes que ela reagisse, afastei o roupão deixando-a só naquela peça, sentei-a e comecei a mamar de novo.

Imediatamente ela se jogou de costas, me deixando sem ação e sem saber o que fazer. Reagi pensando que, se eu tirasse os seios dela do alcance, poderia chupar sua barriga. Ao fazer isso, senti sua reação excitante, desci pelo umbigo e cheguei na borda da peça, sem abaixá-la e por cima dela continuei chupando até chegar numa parte super macia, continuei e detectei umidade na hora e um cheiro forte de sexo, desci e comecei a devorar sua buceta enquanto minha irmã, de olhos fechados, quase gemia, abafava o gemido mas não conseguia esconder a excitação.

Com cuidado, puxei um pouco o biquíni e chupei um pouco sua vagina, apertei e alcancei seu clitóris. Naquele instante, minha irmã começou a gemer um pouco enquanto eu lutava para manter a peça de lado.

Desesperado, com um puxão forte, arranquei o biquíni com um rasgo violento e Laura se levantou como uma mola, me empurrou e correu para o quarto dela totalmente nua.

Desnorteado, fui para meu quarto dormir com aquilo tudo agitado a mil por hora. Decidi me aproximar do quarto dela e, pela porta, só falei: me desculpa, não queria te assustar.

De manhã, bateu a culpa moral e me arrependi do meu comportamento. Ao sair do quarto dela, Laura estava com o mesmo roupão branco, mas dessa vez com o cabelo preso e puxado para trás.

Bom dia, sinto muito pelo de ontem, não vai acontecer de no...

Irmãozinho, não se sinta mal, nada de ruim aconteceu, é só que... meus hormônios ficam loucos.

Sério, a culpa é minha.

Olha, você é homem e bem gostoso, nisso não puxou ao pai, e como eu sou mulher, a atração é inevitável, além disso, nós dois na dieta de pão, tinha que acontecer algo assim mais cedo ou mais tarde. cedo

Obrigado por entender, mas ainda sinto pena de você

Pra você ver que não tem nada, vou te preparar um almoço especial

O que você tá planejando?

Sem responder, ela se aproximou da minha cadeira, abriu o roupão deixando ele cair no chão e aproximou os seios de mim. Dessa vez quase ri, porque ela só estava usando um short velho meu que ficava muito engraçado nela.

MMMmmm que delícia, e com o que eu acompanho esse manjar dos deuses?

Já vai ver a sobremesa

Quando começou a me amamentar ali mesmo na cozinha, senti o doce aroma dela e me acalmei de novo. Dessa vez, mamei rapidamente cada seio e minha irmã sentou ao meu lado com os peitos de fora.

A noite toda fiquei pensando na nossa situação, no que aconteceu, e quero que a gente converse sobre isso juntos

Tô ouvindo

Ontem à noite, enquanto eu… enquanto… quando você tomava meu leite, eu estava mais excitada que o normal. Quero confessar: não foi só culpa sua. Quando te vi saindo do banho só de calça, fiquei muito excitada, e por isso te abracei e beijei enquanto você comia seu bolo. Quando toquei sua pele, minha excitação aumentou, e juro que sinto falta daquela sensação. Quando sentamos na sala, senti um grande alívio enquanto você bebia meu leite, mas ver meu mamilo sendo ordenhado pela sua mão brincalhona me esquentou demais. Pra ser sincera, não queria só que você chupasse meus seios, queria muito mais também.

Fazer amor?

Sim… a verdade é que minha buceta subiu pra cabeça por um momento. E você, como se sente comigo?

Bom, desde que comecei a beber seu leite, enlouqueci. Tanto que quando tava fora de casa, só pensava em chegar, arrancar sua blusa e devorar seu leite

Só meu leite?

A verdade é que sim, só isso, e nunca pensei em você como alguém diferente da minha irmã, mas depois do que aconteceu ontem…

Agora você pensa em mim como mulher

Pois é, desculpa

Não precisa se envergonhar, é natural, seus hormônios também despertaram

Pode crer

Vou te propor uma coisa, só me promete que vai levar a sério, vai pensar com cuidado e, acima de tudo, nunca vai contar pra ninguém

Prometo Bom, é o seguinte….

Eu percebia que a ideia tava clara na cabeça dela, mas ela não queria soltar. De repente:

O que eu quero te propor é tipo aquela parada do hotel

Não entendi

Sim, aquela de me registrar como sua esposa, entendeu?

Acho que não

Eu entendi clarinho, mas queria ouvir da boca dela.

Puxa, não é fácil falar isso

Cê quer que eu mate alguém ou roube um banco?

Não, quero que você seja meu marido virtual…………

Quando ela falou, o rosto dela ficou vermelho que nem melancia, e o silêncio foi total. Naquela hora, meu sobrinho oportuno começou a chorar e salvou a situação, minha irmã correu pra lá sem nem pensar.

Eu tava fascinado com a ideia, mas achei que precisava fingir um pouco de preocupação, até porque moralmente eu devia me preocupar, mas não sentia isso. Um momento depois, ela colocou o Charly no tapete com a fralda nova e encheu ele de brinquedos e chocalhos.

Basicamente é assim: você sustenta a gente, cuida de nós, cuida de mim, engole meu leite sem nenhum pudor e eu te amo pra caralho

Eu também amo vocês e amo você, mas você é minha irmã

Eu sei, por isso tenho vergonha de te falar isso

Como seria isso de ser seu marido?

Sim, tipo um marido normal, só que dentro de casa ou fora da cidade, porque nossos — ou melhor, seus — amigos e vizinhos sabem que somos irmãos

Quer dizer que eu devo……

Sim, você deve isso: cuidar de mim, me sustentar…

Bom, isso eu já faço agora

…..chupar meus peitos com e sem leite, e….me comer de vez em quando

Te comer de vez em quando?

…bom, se der, me promete que vai pensar seriamente, irmãozinho

Tá bom, vou pensar nessa situação toda

Quando a Laura voltou com o Charly, notei que ela continuava só de short, sem mais nada.

Resolvi deixar passar uns dois dias, mas era óbvio que minha sessão de leite ia dificultar. Consegui aguentar até meados da semana, e a Laura nem tocava no assunto, só se limitava a me amamentar toda noite depois do Charly.

O tempo passou e chegou o novo fim de semana, Laura Parecia que a proposta não a preocupava tanto quanto a mim, já que a consciência e a lembrança dos meus pais pesavam um pouco.

Saímos para fazer compras no supermercado e a Laura estava usando um vestido bem decotado, de cores pastel, que a deixava linda. Ela é uma mulher alegre, de bom caráter, mas bem dependente. Cabelo na altura do ombro pintado de loiro no estilo Meg Ryan, costas e braços finos, cintura marcada, pernas esbeltas e longas, mas com uma bunda bem cheinha.

Bom, saindo do meu torpor, enquanto voltávamos para casa bem carregados, toquei no assunto de forma direta.

"Talvez eu deva me mudar pra você ficar mais confortável e começar minha vida de novo."

"Não sei, já me acostumei com vocês, me sentiria muito sozinho."

"Sério, não vai ser que você vai sentir falta dos meus peitos?"

"Claro que não, bom, talvez um pouco."

"Não seria problema, eu alugaria um apartamento pequeno perto e viria todo dia te dar meu leite, bom, enquanto eu tiver, e ainda limparia sua casa."

"Não vai ser necessário porque vocês dois vão ficar comigo."

"Te amo muito, você me faz muito feliz."

A moral disparou e a alegria voltou pra casa. Laura não tocava no assunto e eu me sentia bem mais aliviado. Terminei de arrumar os mantimentos na despensa reduzida, usando cada milímetro de espaço de forma extra eficiente, enquanto Laura lavava alguns pratos na pia.

Enquanto a observava de costas, apreciava sua figura linda e seu pescoço fino. Ela parecia muito moderna e atraente. Sem pensar, fui ao banheiro, molhei o cabelo e, com cuidado, me aproximei por trás dela, abracei e comecei a beijar seu pescoço enquanto a molhava com meu cabelo encharcado.

"Você vai ver, tá se vingando. Continua assim e vai ficar sem jantar."

Sem responder, recuei um pouco e acariciei seus braços nus de cima pra baixo enquanto ela ficava parada. Acariciei suas costas até chegar na cintura, desci e acariciei sua bunda sem receber nenhuma reclamação. Subi minhas mãos, abaixei as alças do vestido de um lado e, abraçando ela de novo por trás, desabotoei os quatro botões que ainda prendiam o vestido dela. O vestido caiu sozinho até a cintura e parou de propósito porque ela estava apoiada com a barriga na pia. Desabotoei o sutiã de renda branca dela e tirei, colocando em cima do balcão.

Peguei na cintura dela e puxei um pouco pra que o vestido caísse no chão. Um biquíni branco e discreto era a última peça dela, segurei pelo elástico dos dois lados com a intenção de puxar pra baixo.

— O que cê tá fazendo, maninho?

— Conferindo o que a minha futura mulher tem.

Terminando a frase, puxei aquele pedaço de pano completamente pra baixo, só que dessa vez com todo cuidado pra não rasgar. Era como desembrulhar um presente sendo criança.

Ao ver aquele rabo branco e redondo surgir, minha emoção disparou e minha excitação também. Comecei a acariciar a bunda dela enquanto Laura se apoiava em mim, acariciei os peitos dela cheios de porra, a barriga e a entreperna enquanto ela se deixava querer. Beijei o pescoço dela, a orelha, e foi quando ela se virou e me beijou. Foi uma sensação de explosão, sentir os lábios dela, a língua brincalhona, ver o rosto dela enquanto minhas mãos exploravam o novo império dela, apertando a bunda, acariciando as costas e as coxas.

Eu estava no êxtase quando Laura começou a me despir, afastou minha camisa e se apossou dos meus mamilos, chupou eles e deu um sorrisinho safado enquanto me olhava, afrouxou o cinto do meu jeans e desabotoou a calça. Abaixou devagar minha calça até os joelhos e imediatamente enfiou a mão debaixo da minha cueca. Se ajoelhou, puxou meu pau e começou a chupar como se estivesse explorando, mas sem devorar ainda.

Ela me indicou com as mãos pra sentar, se aproximou de joelhos sem soltar a presa, chupou de novo e finalmente enfiou devagar na boca dela com uma sensação de prazer total pra mim. Começou um boquete lento e profissional que foi aumentando o ritmo sem exagerar. De repente parou, se levantou e finalmente pude admirar tranquilamente aquela buceta com o tufo de pelo preto bem grande. Desgrenhado e farto. Ela se aproximou de mim quando me levantei, peguei na mão dela e, depois de me livrar totalmente da calça, a levei para o meu quarto. Sem fechar a porta, parei ao lado da cama, ela me puxou e me sentou, e de novo se ajoelhou na minha frente para continuar aquela mamada deliciosa que estava me dando.

Ela se levantou e eu me agarrei para mamar os peitos dela cheios de porra, apertei os bicos e saíam jatos curtos e finos de porra pra todo lado.

— Tá me ordenhando, irmãozinho?
— Adoro sua porra, não sei o que vou fazer quando acabar.
— Quem diria, agora quem vai tomar porra quentinha toda noite sou eu.
— Toda noite?
— Sim, depois que você tomar minha porra, eu vou tomar a sua, afinal, irmãozinho, sou sua esposa.

Deitei ela do meu lado e comecei a beijá-la e a agradar ela com todo tipo de carícia. Mesmo deitada, os peitos dela continuavam redondos e cheios de leite. Desci e devorei a barriga dela até chegar na buceta dela, parecia uma selva negra. Abri as pernas dela numa posição constrangedora e comecei a provar aquela delícia. Ela estava encharcada e apertada, o que me surpreendeu um pouco, mas com muito prazer.

Depois de comer a buceta dela, a Laura estava desesperada. Me apossei e comecei a penetrá-la devagar, aproveitando cada milímetro dentro dela. Eu recuava e cada vez entrava mais antes de recuar de novo.

De repente, enfiei de uma vez, o que arrancou um grito enorme da minha irmã, e então ela começou a gemer de verdade. A cada estocada, minhas bolas batiam nela, fazendo um barulho muito curioso e excitante. Eu via meu pau entrando e saindo daquela buceta apertada e encharcada. Enquanto profanava a buceta da minha irmãzinha, via a cara de prazer dela. Sem abrir os olhos, ela curtia cada penetrada, a boca totalmente aberta e gemendo de gosto.

Coloquei as pernas dela juntas para apertar a buceta dela e aumentar a intensidade da penetração. Ao fazer isso, desejei... Ter uma câmera comigo, via a silhueta da bunda dela e das pernas finas enquanto eu enfiava meu pau. Quando saía, ele estava completamente babado e pronto pra entrar de novo.

Com minhas mãos, virei ela e coloquei de quatro, ajustei a altura da bunda dela e me aproximei por trás como um toureiro pronto pra matar com a espada. Enfiei até o fundo e parei, reajustei a distância da bunda dela me aproximando mais e comecei a bombar. O barulho do vai e vem na buceta dela me enlouquecia de prazer, e admirar a bunda e as costas nuas dela, completamente à minha mercê, era simplesmente indescritível.

Trocamos de lugar, me deitei de barriga pra cima enquanto Laura me dava mais um boquete rápido, limpou qualquer vestígio de umidade da buceta dela com todo cuidado, se posicionou pra montar e se enfiou sozinha com muita maestria. Assim que ficou enfiada até o fundo, começou a se mexer em círculos, rebolando gostoso pra caralho, depois pra frente e pra trás, era uma verdadeira expert. Eu não tava comendo ela, era ela quem tava me comendo.

Uma mestra em rebolar, uma expert em chupar e com os peitos dela cheios de porra, o que mais eu podia pedir? Além disso, era minha própria irmã, do meu próprio sangue e completamente à minha disposição por vontade própria.

Quando senti que ia gozar, avisei ela pra se afastar e não arriscar, na hora ela se afastou pra trás massageando meu pau violentamente pra acelerar minha gozada, e de repente começou a chupar com fúria se ajudando com a mão e recebeu toda minha porra sem derramar uma única gota. E pra terminar de me surpreender, ela me olha, abre a boca cheia de sêmen e começa a engolir tudo até não deixar nenhum vestígio.

"Te avisei, irmãozinho, que essa porra de hoje em diante é só minha."

Ela se aproximou do meu lado e se deitou junto comigo. Eu via a cara de felicidade dela enquanto acho que ela curtia minha cara de surpresa.

Verdadeiramente, não me arrependo de nada, amo minha irmã e ela me adora, somos muito discretos e nos cuidamos um ao outro. Não penso no que... Fazemos como se fosse incesto ou algo repugnante, mas eu vejo simplesmente como algo maravilhoso, único, com um vínculo indestrutível: "o sangue". Se vocês têm relações incestuosas, que o sentimento de prazer seja mútuo, senão vira algo nada recomendável.

6 comentários - Manteniendo a mi hermana (fantasía)

me acabe los puntos antes pero te mereces 1000 👍 👍 👍 👏 👏 👏 👏 👏