Casada com um negão

Oi, sou a Angélica, ultimamente tenho tido uns desejos muito estranhos, diferentes; embora a maioria dos meus namorados tenha sido de classe alta e brancos, ultimamente tenho visto na internet muitos vídeos de garotas brancas sendo comidas brutalmente por homens negros.

E, mesmo que minha família às vezes peque pelo puritanismo, fiquei me perguntando como seria estar com um homem negro, imagino que ele deve ser muito mais forte fisicamente em todos os sentidos do que um cara branco.

Além disso, todas as garotas sabemos que os homens negros têm a piroca maior, muito maior que a de um homem comum, e a verdade é que o tamanho importa pra caralho.

Nunca contei nada pra minha mãe, mas há um tempo um ex-namorado me deu um conjunto de lingerie de noiva, mas nunca quis usar com ele; ele era um homem mimado, muito caseiro, e não me dava tesão nenhum ficar com ele.

Há pouco tempo tive a fantasia de casar com um negro, sabe, a típica noite de núpcias, mas com um homem de cor, e comecei a pensar em como realizar minha fantasia, e o fato de ele ser negro e eu tão branca me deixava louca.

Como já disse, meu nome é Angélica, acabei de fazer 25 anos, sou uma garota muito gostosa e rica da minha cidade; moro só com minha mãe há muito tempo, e embora meu pai esteja ausente há anos em casa, nunca faltam coisas materiais, e estamos quase sempre muito bem.

E digo quase porque, mesmo tendo tido muitos namorados, nunca fico satisfeita.

Eu adoro homens que não enchem o saco com rodeios e que sabem me tratar como uma verdadeira puta na cama, e às vezes também em público.

Eu, por exemplo, tenho vários carros daqueles caros e sempre uso roupas de marca, e mesmo que sempre ande com muito dinheiro em espécie, adoro usar os cartões quando vou fazer compras, ha ha.

Pode-se dizer que sou uma típica adolescente branca, e adoro os prazeres mundanos da cultura ocidental; gosto de me divertir, embora já esteja um pouco... Grandona, e na real sou bem madura, sou uma mina educada, honesta e muito carinhosa; quase todo mundo simpatiza comigo.

Fisicamente, sou bem branquinha, cabelo preto e comprido, meu corpo é bem torneado, igualzinho ao da minha mãe, e transbordando juventude e sensualidade. Sou bem bunduda e pernuda, todo mundo me acha muito gostosa. Mesmo sendo branquela, adoro me bronzear; tenho umas marcas de sol no corpo que me deixam com uma cara bem sexy. Amo deitar no sol na praia de biquíni, primeiro de barriga pra cima e mais tempo ainda de barriga pra baixo, quando o Astro-Rei tá mais forte.

Assim, ficam as marcas da calcinha na minha bunda branca, e não sei por que, quando me olho no espelho, fico toda excitada.

Acho muito tesão ver na minha pele tão clara as marcas do sutiã que usei e do biquíni que vesti na bunda na praia no dia anterior; todos os meus parceiros acham uma delícia.

Adoro me imaginar quando tão me comendo feito uma putinha, eles dizem que amam ver como minhas bundonas brancas pulam e vibram gostoso enquanto se espremem contra o torso peludo e moreno deles, e o fato de eu ter as marcas da calcinha deixa eles ainda mais excitados, ficam igual uns burros no cio. Dizem que isso significa que sou só deles, porque só quem me fode pode me ver sem calcinha, assim, pelada;… homens.

Quando vou fazer compras, adoro usar roupas bem provocantes, daquelas que fazem todos os homens virarem pra me olhar. Mesmo onde moro faz muito frio, gosto de ir no shopping só com uns shortinhos brancos bem justinhos, de um tecido super fininho; tão pequenos que entram no meio da bunda e na frente marcam completamente minha periquita depilada. Embaixo, minhas pernonas de um rosa exuberante se mostram sedutoras, com a pele igual a um pêssego fresco. Parece que tô praticamente de calcinha branca no meio do shopping, mas ninguém se incomoda com as coisas que eu faço, todo mundo me Ficam me olhando com gosto e olhos cheios de luxúria.

De propósito, não coloco nem fio dental nem nada por baixo do shortinho, de propósito, pra minha buceta ficar bem marcada. Adoro ver como os homens ficam olhando extasiados pra mim e não conseguem parar de olhar pra minha ppk, e eu adoro sentir essa atenção. Na verdade, me excita e fico toda molhadinha só de pensar nisso. O shortinho fica bem curtinho na frente e atrás, desenhando perfeitamente minhas bundas redondas, sensual mente delineadas pela natureza, com o tecido bem enfiado no meio da minha racha.

Em cima, uso um top pequenininho, também bem fininho e transparente, que faz meus bicos e peitos ficarem marcados de um jeito bem vulgar e provocante. Quando sinto o olhar masculino, meus bicos já ficam duros na hora e sinto que sou irresistível pros outros.

Uma maquiagem felina e bem sensual, junto com uma rabeta de cavalo bem bonitinha e umas chinelinhas rosa, completam meu look favorito.

Aliás, vou contar pra vocês: tenho 1,61 de altura; acho que sou meio baixinha, mas a natureza me compensou com um par de peitos divinos, copa 34C, e uma bundona de quase 91 cm. Fiz depilação definitiva, então minha xereca é sempre toda lisinha, assim como meu cuzinho pequeno e rosadinho, porque sou branquinha, e tenho a cintura bem fina. Um dos meus hobbies favoritos é tirar fotos quase pelada com meu celular e postar na internet, deixando tudo público; isso me dá muito tesão. Acho que sou uma garota bem provocante, ou bem vadia.

Dentro de todas as empresas que tenho, temos muitos funcionários, e às vezes algum deles já foi meu pretendente escondido da minha mãe, já que ela liga pra essas coisas de classe social.

Mesmo assim, já tive vários namorados bem mais humildes que eu, mesmo que em segredo da minha mãe, com quem moro.

E apesar de ter um gênio forte, devo confessar que sou uma garota bem sensível, mas só pra Certas coisas, acho que por isso e por questões de segurança, minha mãe decidiu há pouco tempo me contratar aquilo que chamam de escolta, sim; ou guarura, haha, como quiserem chamar.

Embora eu quase sempre ande com motorista, minha mãe lançou uma convocação de emprego pra ser meu guarda-costas.

Como sou toda uma socialite, ah sim; na hora chegaram vários curríbooties, de todo tipo, óbvio que minha mãe queria escolher o que mais agradava ela, mas astutamente dei uma olhada enquanto ela não me via, e além disso um me chamou a atenção. Vi um homem negro, bem maduro, lindíssimo!

Parecia ser de um homem que tinha estado na prisão, só tinha trabalhado como maquinista no metrô da capital, e tinha sido casado; embora separado e aparentemente tivesse vários filhos; pra mim ele parecia um verdadeiro Casanova, principalmente me excitava que ele fosse bem mais velho que eu; e que ele fosse negro.

O nome dele era Le Marks e acho que era de ascendência francesa.

Minha mãe me apresentou vários candidatos, todos bem comportados, mas eu estava obcecada pelo negro, finalmente depois de falar com minha mãe, convenci ela de que eu mesma o entrevistaria pra ver se decidia contratá-lo.

Resolvi ligar pra ele eu mesma pelo meu celular e marcar um encontro na minha própria casa.

Entrei no chuveiro, me arrumei direitinho na frente do espelho e me maquiei bem gostosa, soltei o cabelo e me despi completamente pra ver minha bunda no espelho, naquele dia eu estava sem bronzeado e gostei mais da ideia de que meu lindo Le Marks me visse completamente branquinha.

Como eu tava dizendo, coloquei um biquíni de duas peças que consistia num sutiãzinho branco, e uma tanga tipo francesa bem acima da cintura, daquelas que as estrelas pornô usam, com as laterais acima do umbigo.

Mas pra garantir que eu ficasse mais gostosa ainda, peguei um que fosse três vezes menor que meu tamanho normal, a tanga se enfiava deliciosamente entre minha buceta adolescente. Nádegas.

Eu tava parecendo uma puta gostosa, mas sentia que faltava alguma coisa, então fui correndo na ponta dos pés pro quarto da minha mãe, peguei um par de brincos enormes dela, que me deixavam com cara de puta igual ela.

Finalmente coloquei um piercing no umbigo em formato de coração, me senti linda, não resisti à tentação e tirei várias fotos com meu celular que mandei na hora pras minhas amigas e pros meus amigos com a legenda: “hoje vou dar pra um preto”, hahaha.

Claro, esperta que sou, escolhi um horário em que minha mãe não estivesse em casa, acertei os últimos detalhes e entrei na piscina pra esperar ele.

Aliás, depois de alguns minutos, uma amiga chamada Annia me ligou pra perguntar sobre o tal preto e ao mesmo tempo me dizer se eu era louca, que os pretos tinham a pica muito grande. Longe de me preocupar, fiquei ainda mais excitada, e minha bucetinha começou a molhar, mas muito mais.

Annia:
— Não fala isso, Angy! Não vai deixar ele meter no teu cu, Angélica.
— Por quê?
— Cê é louca? Ele vai te deixar toda arrombada, se depois você arrumar um marido, não vai sentir mais nada.
— Não se preocupa, Annia, com certeza a gente só vai conversar. Tamo em contato, amiga. E desliguei.

Como eu tava enganada, o encontro tava longe de acabar numa conversa.

Finalmente, com meu biquíni branco, não consegui evitar de me acariciar por cima da fio dental e até enfiei um dedo no cu, imaginando ansiosa o que a Annia tinha acabado de me falar.

Antes dele chegar, não consegui evitar reviver a fantasia que meu ex tinha me proposto e que eu nunca aceitei. Então fui pegar o conjunto de lingerie de noiva branca e deixei ele pronto no meu quarto.

Era composto por meias de lycra que iam até debaixo das nádegas, uma liga, uma fio dental branca com porta-liga e as ligas; e em cima, um baby doll lindo todo branco com rendas e um lacinho no meio do busto. O conjunto era completado por um adereço em forma de coroa e um véu de noiva bem sexy.

A fio dental Tinha um detalhe bem safado, porque bem no meio dos glúteos saía uma Booty de cavalo branca com um dildo apontando pra minha bunda, bem no meio; era impossível usar aquela tanga sem saber onde enfiar aquele dildo, mas não liguei.

Então pensei em fingir um casamento com meu negão lindo, mas isso seria depois; já eram quase três da tarde e resolvi ir pra piscina, mas antes tirei o sutiã e fiquei de topless esperando meu novo amante.

Deixei o sutiã num móvel do meu quarto, e fui, inquieta, rebolando minhas bundinhas macias, só de tanga pra piscina, enquanto calculava se daria tempo de me virar com o Le marks antes da minha mãe voltar da rua; no fim, pensei que valia a pena arriscar.

Entrei na piscina praticamente pelada, e comecei a brincar com uma bola inflável, ansiosa, pensando nas palavras da Annia.

— Será que ele tem mesmo tão grande? A ponto de me deixar... aberta? E se eu engravidar? Eu tava tão tesuda que não consegui evitar de me tocar; me dá muito tesão ele ser um ex-presidiário.

De repente, tocaram a campainha. É o Le marks, pensei, e minhas pernas começaram a tremer de excitação; afinal, ele tem mais de cinquenta anos, pensei, e eu só vinte e cinco; ele com certeza já pegou muitas mulheres, e eu só tive dois namorados sérios na vida toda.

Nisso, a senhora que ajuda aqui entrou no quintal.

— Moça, acabou de chegar um senhor muito feio e muito alto, tem quase dois metros, diz que está procurando a senhora; quis mandar ele embora porque ele tem cara de bandido, mas ele insiste que a senhora chamou ele.

— O que eu faço, moça? Chamo a polícia?

— Claro que NÃO, como assim, manda ele entrar, vai.

— Mas moça, a senhora está quase pelada!

— Já falei, quero que você mande ele entrar — minhas palavras ficaram mais ansiosas e minha voz falhava.

— E quero que você tire o resto do dia de folga.

— Mas moça, o que a senhora vai fazer?

— Já ouviu, me deixa sozinha com ele. — Além disso, ele traz um cachorro enorme com ele, acho que é um rottweiler. Ele vem acorrentado.

— Fala o que eu te disse e, sobre o cachorro, diz que estou completamente pelada esperando por ele, enquanto tiro a própria tanga e jogo aos pés da minha empregada, sem sair da piscina.

— Sim, senhorita, como a senhora quiser.

— Ah, e não fala nada pra minha mãe.

— Sim, senhorita, o que a senhora mandar.

Não tinha volta, pensei; além disso, ele traz um bicho; acho que fui muito descarada, vai pensar que sou uma puta.

Foi quando vi ele chegar.

— Angélica? Sua empregada disse que queria me ver.

— Vim por causa do emprego, senhorita.

Era um homem alto, lindo e incrivelmente musculoso.

— Seu nome é Le Marks, né?

— Bom, vou te dar uma ordem. Se cumprir direitinho, o senhor está contratado.

— Pode falar, senhorita.

Senti uma puta excitação pelo que estava prestes a fazer, porque sabia que não tinha volta.

Esse homem esteve na cadeia e não sei do que é capaz.

— Na frente da minha mãe, o senhor vai ser só mais um empregado, mas quando estivermos sozinhos, quero que me trate como sua esposa puta, entendeu?

O homem sorriu na hora ao ver que sua nova patroa era bem puta e começou a se despir.

Na mesma hora, decidi sair da piscina e me mostrar completamente pelada diante dos olhos de quem eu sonhava que fosse o pai dos meus filhos. Quando o homem me viu como Deus me trouxe ao mundo, com o cabelo molhado, ele me devorava com o olhar e com certeza queria me comer ali mesmo.

Me aproximei dele, totalmente nua e ainda molhada, e me enrosquei no pescoço dele com um sorriso safado enquanto dizia, olhando nos olhos dele:

— Eu vou ser pra você, meu amor, uma puta.

O negão maduro segurou firme nas minhas bundas brancas e nuas e começou a amassá-las gostoso.

Enquanto isso, o cachorro enorme dele se deitou mansamente e virou o olhar para baixo, submisso.

Pela diferença de idade, eu podia muito bem ser filha dele, mas não liguei. Fiquei na ponta dos pés pra tentar alcançar a boca dele, e ele, gentilmente, me... cavalgando na bunda dela, feito uma menininha e completamente pelada como eu tava, cruzei minhas pernas por cima da roupa dele.

Minhas mãos envolveram o pescoço dele, e ele começou a me beijar sem dizer mais nada, enfiando a língua áspera na minha garganta. Aí ele resolveu me descer dos braços e disse que, como recém-casados, queria me comer no quarto principal da casa.

Mas esse é da minha mãe, respondi.

— Não importa, minha rainha, agora você é minha mulher, né?

— Sim, papai. Na mesma hora, entramos em casa sem conseguir evitar que, de vez em quando, meu amante me desse umas palmadinhas carinhosas na bunda. Diferente do que imaginei, Le Marks era um cara muito tranquilo e, na hora, senti um carinho gostoso.

Mostrei o caminho pra Le Marks, e ele foi pro quarto da minha mãe, enquanto eu fui vestir a lingerie de noiva que tinha preparado. Rapidamente, coloquei todo meu enxoval de noiva e calcei umas sapatilhas brancas. Quando voltei pro quarto principal, vi meu amante observando a decoração tão feminina do cômodo, o que ele disse que me deixava excitada, e ainda mais quando me viu com meu baby doll e meias brancas, meu ligueiro, meu véu e um buquê de rosas.

Meu homem, já instalado no quarto da minha mãe, começou a se despir rapidamente e foi jogando a camisa no chão, e eu pude ver uns peitorais divinos e lindos, com músculos impressionantes.

Le Marks continuou tirando suas botas masculinas; e finalmente levou as mãos pra braguilha,

— Vou ver o pau dele! — pensei. E minha linguinha ansiosa molhava minha boca, e depois, quase sem perceber, comecei a morder meus lábios… feito uma mulher no cio, ansiosa pra conhecer o carrasco que já me esperava.

Agora sim, meu sonho tava se tornando realidade, minha buceta completamente depilada tava encharcada de sucos.

Ele terminou de ficar completamente nu, era alto, muito forte pra idade dele, e tinha o pau mais grande que eu já tinha visto, era enorme, fácil uns trinta centímetros, pelo menos.

Ele vai me deixar bem aberta, pensei.

Cada vez que ele se mexia, era um espetáculo ver. Esse pau se movendo entre as pernas dela.
O cabelo dele era estilo militar, e as mãos dele eram fortes e grandes.
— Vem cá, puta.

Tentei me aproximar dele, mas ele logo falou: "Assim não, minha rainha, de quatro."
Na hora obedeci e fiquei de quatro, balançando minha bundona, com o dildo da tanga rebolando a rabeta de gostosa que eu tinha enfiada entre as nádegas.

Vendo isso, o Le Marks se aproximou de mim com muito carinho.
— Vem cá, puta — e tirou o dildo e a tanga, vendo minha buceta completamente aberta.

Cuspiu dentro da minha buceta e senti a cusparada dele entrando nas minhas entranhas.
— Chupa meu pau, filha.

Na hora me ajoelhei e agarrei com minhas mãozinhas aquele pau tão grande e gostoso que já tava quase todo duro, mas pelo tamanho balançava esperando eu pegar.
Minhas mãozinhas bem feitas seguraram ele e levei até minha boca.

Chupei com muita ternura e paixão, como nunca tinha chupado ninguém. Meu negão ficava excitado ao sentir o calor dos meus lábios chupando a vara dele e me fazia saber acariciando minha cabeça e levantando meu cabelinho com as mãos pra minha boca poder mamar livremente aquela delícia tão preciosa.

Praticamente era impossível enfiar tudo na boca, mas eu engolia a maior parte e enchia de saliva bem gostosa o máximo que dava. Também mamei as duas bolas peludas enormes dele, com cheiro de suor de homem, que pendiam tão lindas daquele mastro ereto tão masculino.

— Tá bom, filha, agora vou te comer.
Minha boca e a boca dele se misturaram de novo enquanto minha mãozinha continuava descascando o pau dele e ele acariciava minhas nádegas, num beijo longo, e as mãos dele me deitaram na cama com carinho.

Já só tava de baby doll e meia com liga, porque ele tinha tirado meu véu.
Meu raminho deixei do meu lado na cama.

Meu negão se jogou em cima de mim e começou a roçar a pele nua dele e o peito firme nos meus peitos macios que se amassavam. Meu peito firme e meus mamilos enlouqueciam por sentir o cheiro de homem dele tão perto de mim. Enquanto ele beijava meu pescoço e minha boca docemente.

Levantando um pouco, abriu minhas pernas de par em par, vendo minha bucetinha rosada toda encharcada, e colocou elas na altura dos ombros dele, tirando com uma mão a minha liga de noiva e pendurando na frente do meu olhar, sobre um retrato da minha mãe que estava na cômoda. Habilmente, ajustou minhas sapatilhas brancas, que ele não me deixou tirar, para cima. Eu me via toda puta nos espelhos do quarto, assim toda aberta, pernas para cima, por um desconhecido que seria meu segurança.

Devagar, ele apoiou a cabeçona enorme dele na minha periquita rosada e depilada e começou a abrir caminho, com firmeza, fazendo eu soltar um gemido alto que devia ter sido ouvido na casa inteira. Mesmo assim, o negão não teve mais contemplações com o corpo da agora esposa dele e começou a bombar sem nenhum pudor, começando em mim uma cachoeira interminável de gemidos sofridos que inundaram o quarto de sexo.

Não demorou muito para ele me mandar ficar de bruços e levantar minha raba o máximo possível, ficando com a bunda completamente exposta para ele. "Agora sim, minha filha, vou arrebentar essa sua bunda de rainha."

O negão, com toda confiança, pegou meu glúteo direito com a mão, afastou minha carne branca para deixar à vista meu cuzinho inocente, que já não conseguia evitar ser arrombado pelo invasor.

Na hora, ele colocou a pica enorme dele na entrada do meu cu e começou a meter bem devagar, como se fosse um chupão que imediatamente prendeu a boca do meu rabo, para depois ir enfiando mais e mais, quase até a metade, onde sentiu que meus intestinos ofereciam resistência. Me deu umas palmadas fortíssimas e disse: "Vou deixar esse cu bem aberto, minha rainha", e começou a furar toda a minha bunda, enfiando ainda mais e mais, me fazendo começar a chorar entre gemidos. E não pude evitar me render a ele, gemendo, colocando meu rosto entre Os lençóis e agarrava eles com força enquanto sentia aquele homem me rasgando o cu.

Conseguia ver pelos espelhos o pau dele, que tinha entrado quase todo, e os trinta centímetros de carne preta e grossa se alojavam, sei lá como, dentro do meu buraco anal.

Naquele momento, lembrei das palavras da Annia, me aconselhando a não transar com um negro, mas já era tarde demais. Não conseguia parar de gemer, de chorar e espernear que nem uma menininha, enquanto o Le Marks se empolgava nas minhas nádegas, dando palmada atrás de palmada, enquanto enfiava sem parar o cacete colossal dele dentro do meu corpo, todo vermelho das mãozonas dele.

Ele me manteve assim por mais de meia hora, até que me disse:

— Agora vamos consumar o casamento, rainha.

Eu pensei que ele ia gozar fora de mim, porque não tinha tomado nenhum anticoncepcional ultimamente, mas o filho da puta não me ouviu. E do jeito que me segurava, com a bunda empinada, enfiou de uma vez na minha buceta e gozou jorrando dentro do meu útero inundado com a semente dele.

— Seu filho da puta, não tomei nada!

— Ha, ha, isso é por você ser tão puta, linda. Não se preocupa, se eu te engravidar, a gente bota o moleque de jardineiro, minha rainha, ha, ha.

8 comentários - Casada com um negão

Quiero corregir el concepto erróneo que afirmas en tu relato. Primero los negros no solo que no la tienen mas grande que los blancos sino que tampoco son mas fuertes. Te pido que leas y aprendas así no decís barbaridades. La raza caucásica nórdica tienen el promedio mas grande de pene seguido por los latinos y en tercer lugar los afroamericano s. Y segúndo los hombres mas fuertes del mundo son los blancos. Además que mas resistentes por condición genética. Lee informate.
kramalo +1
@pingocho007, Dejala que le rompan el orto como ella quiera, y que se imagine que la de ése negro es la mas grande...jeje.. mira si algun dia, la minita ésta se encuentra con alguno de nosotros, y se entere que se esta cojiendo un mani quemado...jaaaaa...!! ah..!! muy bueno el relato.
Weba mil leer todo lo que presumes. Dinero, propiedades, empresas! Me dio flojera seguir leyendo tonterias