Susy, Minha Filha Gostosa III

QUE TAL SENHORES, DEIXO A CONTINUAÇÃO, ESPERO QUE GOSTEM E DO MESMO JEITO CONVIDO VOCÊS A LEREM MEUS OUTROS RELATOS, OBRIGADO.

Depois do encontro com aquela garota chamada Paola, que era idêntica à minha Susy, nasceu em mim o desejo de ter uma relação incestuosa. Para isso, usava minha esposa para realizar minhas fantasias com a Susy, convencendo ela, por exemplo, a vestir as roupinhas da nossa filha. No começo, só pedia pra ela usar a saia xadrez do colégio da minha Susy, mas aos poucos ela foi aceitando ir um pouco mais além. Às vezes, ela calçava os sapatos dela ou vestia os vestidos, até as calcinhas dela. Graças a isso, transávamos com mais frequência e não era só no quarto, mas também pela casa toda, inclusive no quarto da nossa Susy, que era meu lugar favorito. Lembro que eu amarrava ela com as meias do colégio da nossa Susy, e ela ficava de quatro na cama, e eu montava nela como se fosse uma puta. Devo dizer que a Carmen aguentava muito bem o trato bruto que eu dava, porque eu metia o pau com tanta força que os estalos da bunda enorme dela contra minhas coxas ecoavam pela casa toda. Mas ela continuava sem desconfiar de nada sobre minhas intenções; pelo contrário, o relacionamento do casal tinha melhorado e ela tinha se tornado uma amante melhor.

Além disso, de vez em quando eu continuava indo naquela casa de encontros ver a Pao, que era quase a gêmea da minha filha Susy. Ela já sabia dos meus gostos e estava mais do que disposta a me dar o melhor atendimento. Um dia, saindo do trabalho, tive uma nova ideia. Fui até em casa e peguei um vestido da minha filha, era uma peça branca que ela usava no calor, quase transparente. Peguei também umas calcinhas brancas de renda que ela usava, e como minha filha não gostava de salto alto, peguei uns que a mãe dela usava. Depois, guardei tudo numa bolsa e fui até a Pao.

Ao chegar, notei que outros caras estavam entrando. Tava claro que também iam pelos serviços das garotas do lugar, então eu Me apressei e fui falar com o gerente, tentei convencê-lo de que queria exclusividade com a Pao, mas claro que isso era impossível. Pensei por um momento que talvez não escolhessem ela, mas me enganei. Tinha um jovem de uns vinte e poucos anos que a escolheu, agarrou a bunda dela na minha frente e acariciou a cintura dela. Aí o gerente me perguntou o que eu tinha na bolsa, sem pensar respondi que era um presente pra Pao. Pensei que assim ela me escolheria, mas o cara tirou da minha mão e deu pra ela, dizendo: "Olha o que seu amigo trouxe pra você, Pao". Ela pegou meio animada e, falando "já volto", entrou atrás de uma cortina. Quando saiu, estava vestindo a roupa da minha filha Susy junto com os saltos da mãe dela, Carmen.

A putinha não usava sutiã, dava pra ver os bicos dos peitos através do vestido. Depois, ela mesma levantou o vestido por trás, mostrando que estava usando a calcinha da minha filha. Eu tava puto pra caralho com aquela situação. O jovem pegou ela pelo braço e perguntou pro gerente se usavam o mesmo quarto, e ele respondeu: "Claro, pode entrar". Não era a primeira vez que aquele cara comia ela. Como não tinha mais garotas disponíveis, o gerente me pediu pra esperar. Pensei em voltar pra casa, mas quando tava quase indo embora, o cara fez uma proposta: "Espera, não vai não. Se quiser, pode esperar sua vez. Vem comigo". Ele colocou uma bebida na minha mão e depois fomos até onde ficavam os quartos. Fomos até o quarto da Pao com o outro cara. Como ele tinha chave de todos os quartos, entramos. "Eles não se importam se meu amigo olhar", e arrumou uma cadeira pra eu sentar. O jovem tava mais que entretido, então nem reclamou, e a Pao tava levando a foda da vida dela. Lembro que o cara tava com ela suspensa, as pernas nos ombros dele, levantando e deixando cair, dando umas metidas fortes que faziam a Pao gemer: "Aaagh, aggghh, assim, me dá mais forte, me dá duro assim, é assim que eu gosto".

A safada tava usando o vestido da minha Susy. Em seguida, o jovem a deitou de barriga pra baixo na cama e pegou a calcinha que tava jogada no chão pra enfiar na boca dela enquanto ia arrombando a bunda dela. Percebi como os olhos da Pao se arregalaram, ficando cada vez maiores enquanto ele a penetrava, e quando sentiu ele todo dentro, soltou um gritão: aaaaaaai, minha bunda, aaaaai minha bunda, a puta dizia.

O cara gozou dentro dela enquanto eu só olhava a cara de depravação da Pao, sentindo uma certa raiva por ela. Imaginava que era minha filha que tavam comendo, pensava se seria assim a primeira vez da minha Susy. O cara ficou largado na cama de barriga pra cima, mas a puta da Pao ainda não tava satisfeita de pau. Montou em cima dele e começou a se enfiar sozinha. "Não enche, puta, não enche de pau", o jovem dizia pra Pao, que não parava de pular e rebolar a bunda como uma louca. O cara gozou de novo, ela teve que sair porque não tavam usando camisinha. Era claro que o cara já não aguentava mais e a Pao tava mais que quente e ansiosa. Então tirou um sapato e começou a se masturbar com ele, enfiava na buceta, era como se quisesse enfiar o sapato inteiro na vagina.

Depois, olhando pra onde eu tava, começou a dizer: "Vem, papai, vem, vem meter o pau em mim, por favor, vem, por favor, olha como eu tô". Meu pau cresceu ao ver ela toda aberta de pernas. Me levantei e fiquei de pé na frente da cama. Ela imediatamente se jogou em mim e começou a chupar meu pau como uma louca, queria enfiar tudo, até as bolas, mas não cabia. Os olhos dela lacrimejavam de esforço, mas ela não desistia. Pra cima e pra baixo, lambia como uma gatinha. Só tirava o pau pra dar tapa na própria cara. Eu também dava tapas nela com a mão quando ela colocava meu pau numa das bochechas dela. O jovem não quis ficar pra trás e colocou ela de quatro. Eu segurava o cabelo dela, enquanto o jovem rasgava o vestido dela pra comer ela melhor. Isso me irritou, então me vinguei na Pao: enfiava o pau até a garganta dela e ele... Tipo, eu batia na bunda dela, vê como você é piranha, não aguenta, caralho, não aguenta a pica — falavam pra Pao, enquanto eu batia nela com a minha pica. Viu, filha? Isso é o que dá ficar de putaria — eu dizia, enquanto metia mais e mais fundo. A coitada nem chance de gemer tinha, mal deixavam ela respirar. O cara tirou o outro sapato que ainda estava nela e, com o salto, começou a estimular o cu dela até finalmente penetrar o rabo da Pao. Que cena mais safada, ver aquela puta empalada com um salto no cu. Minha pica endureceu como se fosse explodir, e a Pao tirava minha pica só pra respirar, depois enfiava de novo pra mamar de volta.

O cara gritou: "Vou gozar!" e tirou o salto do cu dela pra meter a pica. A Pao virou os olhos quando sentiu tudo de uma vez, jorrando por dentro dela. Ver ela tão vulgar fez eu também gozar na boquinha dela. Ela tentou tirar da boca, mas não deixei, segurei ela com as duas mãos e só vi o leite escorrendo pelo canto dos lábios dela quando terminei de descarregar. Ela deu um suspiro fundo, depois respirou e se jogou na cama, dizendo: "Nossa, que gostoso...

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