QUE TAL, SENHORES? DEIXO A CONTINUAÇÃO PRA VOCÊS, ESPERO QUE GOSTEM E DO MESMO JEITO CONVIDO VOCÊS A LEREM MEUS OUTROS RELATOS, OBRIGADO.
Depois do encontro com aquela garota chamada Paola, que era idêntica à minha Susy, nasceu em mim o desejo de ter uma relação incestuosa. Pra isso, eu usava minha esposa pra realizar minhas fantasias com a Susy, convencendo ela, por exemplo, a vestir as roupinhas da nossa filha. No começo, só pedia pra ela usar a saia xadrez do colégio da minha Susy, mas aos poucos ela foi aceitando ir um pouco mais longe. Às vezes, ela calçava os sapatos dela ou vestia os vestidos, até as calcinhas dela. Graças a isso, a gente transava com mais frequência e não era mais só no quarto, mas também pela casa toda, até no quarto da nossa Susy, que era meu lugar favorito. Lembro que eu amarrava a boca dela com as meias do colégio da nossa Susy, e ela ficava de quatro na cama, e eu montava nela como se fosse uma puta. Devo dizer que a Carmen aguentava muito bem o tratamento bruto que eu dava, porque eu enfiava o pau com tanta força que dava pra ouvir os estouros das bundonas dela contra minhas coxas pela casa inteira. Mas ela continuava sem desconfiar de nada sobre minhas intenções; pelo contrário, o relacionamento do casal tinha melhorado e ela tinha virado uma amante melhor.
Além disso, de vez em quando eu continuava indo naquela casa de encontros pra ver a Pao, que era quase a gêmea da minha filha Susy. Ela já sabia dos meus gostos e tava mais do que disposta a me dar a melhor atenção. Um dia, saindo do trabalho, tive uma nova ideia. Fui até em casa e peguei um vestido da minha filha, era uma peça branca que ela usava no calor, quase transparente. Peguei também umas calcinhas brancas de renda que ela usava, e como minha filha não gostava de salto alto, peguei uns que a mãe dela usava. Depois, guardei tudo numa bolsa e fui até a Pao.
Quando cheguei, notei que outros caras estavam entrando. Tava claro que também iam pelos serviços das garotas do lugar, então eu... Me apressei e fui falar com o gerente, tentei convencê-lo de que queria exclusividade com a Pao, mas claro que isso era impossível. Pensei por um momento que talvez não escolhessem ela, mas me enganei. Tinha um jovem de uns vinte e poucos anos que a escolheu, agarrou a bunda dela na minha frente e acariciou a cintura dela. Aí o gerente me perguntou o que eu tinha na bolsa, sem pensar respondi que era um presente pra Pao. Pensei que assim ela me escolheria, mas o cara tirou a bolsa da minha mão e deu pra ela, dizendo: — Olha o que seu amigo trouxe pra você, Pao. Ela pegou meio animada e falando "já volto", entrou atrás de uma cortina e quando saiu estava vestindo a roupa da minha filha Susy junto com os saltos da mãe dela, Carmen.
A putinha não usava sutiã, dava pra ver os bicos dos peitos através do vestido. Depois ela mesma levantou o vestido por trás, mostrando que estava usando a calcinha da minha filha. Eu tava puto da vida com aquela situação. O jovem pegou ela pelo braço e perguntou pro gerente se usavam o mesmo quarto, e ele respondeu: — Claro, pode entrar. Não era a primeira vez que aquele cara comia ela. Como já não tinha mais garotas disponíveis, o gerente me pediu pra esperar. Pensei em voltar pra casa, mas quando tava quase indo embora, o cara fez uma proposta: — Espera, não vai não. Se quiser, pode esperar sua vez. Vem comigo. Ele colocou uma bebida na minha mão e depois fomos até onde ficavam os quartos. Fomos até o quarto da Pao com o outro cara. Como ele tinha chave de todos os quartos, entramos. — Não se importam se meu amigo olhar? — e arrumou uma cadeira pra eu sentar. O jovem já tava mais que entretido, então nem reclamou, e a Pao tava levando a foda da vida dela. Lembro que o jovem tava com ela carregada, as pernas dela nos ombros dele, levantava e deixava cair, dando umas metidas trêmulas que faziam a Pao gemer: — Aaagh, aggghh, assim, me dá mais forte, me dá duro assim, é assim que eu gosto.
A safada tava usando o vestido da minha Susy. Depois o jovem a deitou de bruços na cama e pegou a calcinha que estava jogada no chão pra enfiar na boca dela enquanto ia arrombando a bunda dela. Notei como os olhos de Pao se arregalavam, ficando cada vez maiores à medida que ele a penetrava, e como, ao sentir ele todo dentro, ela soltou um grito enorme: "Aaaaaai, minha bunda, aaaaai, minha bunda", dizia a puta.
O cara gozou dentro dela enquanto eu só observava a cara de depravação de Pao, por quem sentia uma certa raiva. Imaginava que era minha filha que estavam fodendo, pensava se seria assim a primeira vez da minha Susy. O cara ficou largado na cama de barriga pra cima, mas a puta da Pao ainda não estava satisfeita de rola. Ela montou em cima dele e começou a se enfiar sozinha. "Não se satisfaz, puta, não se satisfaz de rola", dizia o jovem pra Pao, que não parava de pular e rebolar a bunda como uma louca. O cara gozou de novo. Ela teve que sair porque não estavam usando camisinha. Era claro que o cara já não aguentava mais, e Pao estava mais do que quente e ansiosa. Então ela tirou um sapato e começou a se acariciar com ele, enfiando-o na buceta, como se quisesse meter ele inteiro na vagina.
Depois, olhando pra onde eu estava, começou a dizer: "Vem, papai, vem, vem meter a rola em mim, por favor, vem, por favor, olha como eu tô". Meu pau cresceu ao vê-la toda aberta de pernas. Me levantei e fiquei de pé na frente da cama. Ela imediatamente se jogou em mim e começou a chupar meu pau como uma louca, queria meter ele todo, com bola e tudo, mas não cabia. Os olhos dela lacrimejavam de esforço, mas ela não desistia. De cima pra baixo e de baixo pra cima, lambia como uma gatinha. Só tirava o pau pra dar tapas na própria bochecha. Eu também dava tapas com a mão quando ela colocava meu pau numa das bochechas dela. O jovem não quis ficar pra trás e a colocou de quatro. Eu segurava o cabelo dela enquanto ele rasgava o vestido dela pra foder melhor. Isso me irritou, então me desquitei em Pao: enfiava o pau até a garganta dela, e ele... Tipo, eu dava uns tapas na bunda dela, viu como você é puta? Não enche, sua vagabunda, não enche o pau. Era o que falavam pra Pao, enquanto eu batia nela com meu pau. Viu, filha? Isso é o que dá ficar de putaria, eu dizia, enquanto metia mais e mais fundo. A coitada nem chance de gemer tinha, mal deixávamos ela respirar. O cara tirou o outro sapato que ainda estava nela e, com o salto, começou a estimular o cu dela até finalmente penetrar o rabo da Pao. Que cena mais safada, ver aquela puta empalada com um salto no cu. Meu pau endureceu como se fosse explodir, e a Pao tirava meu pau só pra respirar, depois metia de novo pra mamar de volta.
O cara gritou: "Vou gozar!", e tirou o salto do cu dela pra meter o pau. Pao revirou os olhos ao sentir tudo de uma vez, jorrando por dentro dela. Ver ela tão vulgar fez com que eu também gozasse na boquinha dela. Ela tentou tirar da boca, mas não deixei, segurei ela com as duas mãos e só vi o leite escorrendo pelo canto dos lábios dela quando terminei de me descarregar. Ela deu um suspiro fundo, depois respirou e se jogou na cama, dizendo: "Ai, que gostoso...
Depois do encontro com aquela garota chamada Paola, que era idêntica à minha Susy, nasceu em mim o desejo de ter uma relação incestuosa. Pra isso, eu usava minha esposa pra realizar minhas fantasias com a Susy, convencendo ela, por exemplo, a vestir as roupinhas da nossa filha. No começo, só pedia pra ela usar a saia xadrez do colégio da minha Susy, mas aos poucos ela foi aceitando ir um pouco mais longe. Às vezes, ela calçava os sapatos dela ou vestia os vestidos, até as calcinhas dela. Graças a isso, a gente transava com mais frequência e não era mais só no quarto, mas também pela casa toda, até no quarto da nossa Susy, que era meu lugar favorito. Lembro que eu amarrava a boca dela com as meias do colégio da nossa Susy, e ela ficava de quatro na cama, e eu montava nela como se fosse uma puta. Devo dizer que a Carmen aguentava muito bem o tratamento bruto que eu dava, porque eu enfiava o pau com tanta força que dava pra ouvir os estouros das bundonas dela contra minhas coxas pela casa inteira. Mas ela continuava sem desconfiar de nada sobre minhas intenções; pelo contrário, o relacionamento do casal tinha melhorado e ela tinha virado uma amante melhor.
Além disso, de vez em quando eu continuava indo naquela casa de encontros pra ver a Pao, que era quase a gêmea da minha filha Susy. Ela já sabia dos meus gostos e tava mais do que disposta a me dar a melhor atenção. Um dia, saindo do trabalho, tive uma nova ideia. Fui até em casa e peguei um vestido da minha filha, era uma peça branca que ela usava no calor, quase transparente. Peguei também umas calcinhas brancas de renda que ela usava, e como minha filha não gostava de salto alto, peguei uns que a mãe dela usava. Depois, guardei tudo numa bolsa e fui até a Pao.
Quando cheguei, notei que outros caras estavam entrando. Tava claro que também iam pelos serviços das garotas do lugar, então eu... Me apressei e fui falar com o gerente, tentei convencê-lo de que queria exclusividade com a Pao, mas claro que isso era impossível. Pensei por um momento que talvez não escolhessem ela, mas me enganei. Tinha um jovem de uns vinte e poucos anos que a escolheu, agarrou a bunda dela na minha frente e acariciou a cintura dela. Aí o gerente me perguntou o que eu tinha na bolsa, sem pensar respondi que era um presente pra Pao. Pensei que assim ela me escolheria, mas o cara tirou a bolsa da minha mão e deu pra ela, dizendo: — Olha o que seu amigo trouxe pra você, Pao. Ela pegou meio animada e falando "já volto", entrou atrás de uma cortina e quando saiu estava vestindo a roupa da minha filha Susy junto com os saltos da mãe dela, Carmen.
A putinha não usava sutiã, dava pra ver os bicos dos peitos através do vestido. Depois ela mesma levantou o vestido por trás, mostrando que estava usando a calcinha da minha filha. Eu tava puto da vida com aquela situação. O jovem pegou ela pelo braço e perguntou pro gerente se usavam o mesmo quarto, e ele respondeu: — Claro, pode entrar. Não era a primeira vez que aquele cara comia ela. Como já não tinha mais garotas disponíveis, o gerente me pediu pra esperar. Pensei em voltar pra casa, mas quando tava quase indo embora, o cara fez uma proposta: — Espera, não vai não. Se quiser, pode esperar sua vez. Vem comigo. Ele colocou uma bebida na minha mão e depois fomos até onde ficavam os quartos. Fomos até o quarto da Pao com o outro cara. Como ele tinha chave de todos os quartos, entramos. — Não se importam se meu amigo olhar? — e arrumou uma cadeira pra eu sentar. O jovem já tava mais que entretido, então nem reclamou, e a Pao tava levando a foda da vida dela. Lembro que o jovem tava com ela carregada, as pernas dela nos ombros dele, levantava e deixava cair, dando umas metidas trêmulas que faziam a Pao gemer: — Aaagh, aggghh, assim, me dá mais forte, me dá duro assim, é assim que eu gosto.
A safada tava usando o vestido da minha Susy. Depois o jovem a deitou de bruços na cama e pegou a calcinha que estava jogada no chão pra enfiar na boca dela enquanto ia arrombando a bunda dela. Notei como os olhos de Pao se arregalavam, ficando cada vez maiores à medida que ele a penetrava, e como, ao sentir ele todo dentro, ela soltou um grito enorme: "Aaaaaai, minha bunda, aaaaai, minha bunda", dizia a puta.
O cara gozou dentro dela enquanto eu só observava a cara de depravação de Pao, por quem sentia uma certa raiva. Imaginava que era minha filha que estavam fodendo, pensava se seria assim a primeira vez da minha Susy. O cara ficou largado na cama de barriga pra cima, mas a puta da Pao ainda não estava satisfeita de rola. Ela montou em cima dele e começou a se enfiar sozinha. "Não se satisfaz, puta, não se satisfaz de rola", dizia o jovem pra Pao, que não parava de pular e rebolar a bunda como uma louca. O cara gozou de novo. Ela teve que sair porque não estavam usando camisinha. Era claro que o cara já não aguentava mais, e Pao estava mais do que quente e ansiosa. Então ela tirou um sapato e começou a se acariciar com ele, enfiando-o na buceta, como se quisesse meter ele inteiro na vagina.
Depois, olhando pra onde eu estava, começou a dizer: "Vem, papai, vem, vem meter a rola em mim, por favor, vem, por favor, olha como eu tô". Meu pau cresceu ao vê-la toda aberta de pernas. Me levantei e fiquei de pé na frente da cama. Ela imediatamente se jogou em mim e começou a chupar meu pau como uma louca, queria meter ele todo, com bola e tudo, mas não cabia. Os olhos dela lacrimejavam de esforço, mas ela não desistia. De cima pra baixo e de baixo pra cima, lambia como uma gatinha. Só tirava o pau pra dar tapas na própria bochecha. Eu também dava tapas com a mão quando ela colocava meu pau numa das bochechas dela. O jovem não quis ficar pra trás e a colocou de quatro. Eu segurava o cabelo dela enquanto ele rasgava o vestido dela pra foder melhor. Isso me irritou, então me desquitei em Pao: enfiava o pau até a garganta dela, e ele... Tipo, eu dava uns tapas na bunda dela, viu como você é puta? Não enche, sua vagabunda, não enche o pau. Era o que falavam pra Pao, enquanto eu batia nela com meu pau. Viu, filha? Isso é o que dá ficar de putaria, eu dizia, enquanto metia mais e mais fundo. A coitada nem chance de gemer tinha, mal deixávamos ela respirar. O cara tirou o outro sapato que ainda estava nela e, com o salto, começou a estimular o cu dela até finalmente penetrar o rabo da Pao. Que cena mais safada, ver aquela puta empalada com um salto no cu. Meu pau endureceu como se fosse explodir, e a Pao tirava meu pau só pra respirar, depois metia de novo pra mamar de volta.
O cara gritou: "Vou gozar!", e tirou o salto do cu dela pra meter o pau. Pao revirou os olhos ao sentir tudo de uma vez, jorrando por dentro dela. Ver ela tão vulgar fez com que eu também gozasse na boquinha dela. Ela tentou tirar da boca, mas não deixei, segurei ela com as duas mãos e só vi o leite escorrendo pelo canto dos lábios dela quando terminei de me descarregar. Ela deu um suspiro fundo, depois respirou e se jogou na cama, dizendo: "Ai, que gostoso...
0 comentários - mi hija susy III