Claudia é uma puta vingativa 80
Chegou terça-feira, deixamos os meninos na escola, Claudia queria ir tomar um café e conversar, aproveitar nosso dia de folga juntos. O clima estava gostoso de primavera e fomos a um café que nós dois adoramos. Os homens olhavam pra ela no caminho, muitos sem vergonha nenhuma.
— Sinto como me olham... tarados... quanta rola dura deve ter por aí... não é, amor?
Não falei nada, fomos até o café e sentamos nuns sofazinhos confortáveis, daqueles novos que são uma delícia, baixinhos, parece que você tá na sua sala.
— Quero aproveitar pra falar com você. Pra mim é simples: adoraria que a gente tivesse um filho juntos. Mas ultimamente você tá possessivo, ciumento, e isso não me agrada. Então vou deixar claro agora. Enquanto a gente estiver tentando, com certeza vou transar com outros, só me cuidando. E quando eu estiver grávida, se você me engravidar, como já te falei, vou transar com muitos também.
Ela disse tudo isso naturalmente, e a gente nem tinha pedido os cafés ainda. Ela sacudiu aquela juba lisa, agora loira, e me sorriu, o decote generoso à mostra. O garçom veio e pedi os cafés. Quando ele deixou e foi embora, Claudia falou:
— Vou te dar outra prova... pra te testar... no sábado convidei o Mario pra vir em casa... no outro sábado que fui na casa dele, ele me tratou bem pesado... verdade que me fez gozar como poucas vezes... quero ver o que você faz... quando você chegou, ele ficou calmo... mas quando ficamos sozinhos, ele me xingava e muito mais... sábado é seu teste... ele não quer confusão... eu dei minha garantia de que não vai ter... espero não ter mentido pra ele...
Fiquei um tempão em silêncio, não sabia o que dizer. Só esperar até sábado. No sábado, ela vestiu uma saia bege e uma regatinha decotada, sem sutiã, brincos grandes, e levamos os meninos pra casa dos pais dela. A Lúcia foi pra casa do namorado. Quando voltávamos, ela disse pra ele que em quinze minutos a gente tava em casa. Ele chegou quase atrás da gente. Entrou no apartamento, me olhou sério e... Disse pra Claudia irem pro quarto.
—Vai, loirinha… mexe essa bunda… que não tenho a noite toda… —ela sentou na cama, parecia uma adolescente, olhando ele se despir. O pau dele tava grosso. —Tá gostando do que vai comer… hein, loira…?
—Tô salivando só de olhar… —ele chegou perto da cama e, pegando ela pelo cabelo, puxou pra perto do pau dele.
—Faz ele sumir na sua boca… do jeito que você sabe… deixa ele bem duro… pra você… cê já deve estar toda molhada, né…? —ele tirou um pouco o pau da boca dela, um fio de saliva ligava a boca da Claudia ao pau dele—
—Tô toda molhada, sim…
Ele enfiou a mão na camiseta dela e puxou um dos peitos pra fora, brincando com o mamilo, meio bruto pro meu gosto, dava vontade de dar um soco nele, Claudia gemia muito. Depois pegou o outro mamilo, brincou um pouco e guardou os peitos de volta. Segurou ela pela nuca e controlou a chupada.
—Chupa bem, loirinha… vai… engole do jeito que você gosta…
A mão esquerda dele amassava o peito direito dela e de vez em quando beliscava o mamilo. Claudia só gemia. Ele pegou o cabelo dela com a mão esquerda, eu via os brincos da Claudia, ela tava linda, e com a mão direita acariciou o outro peito dela.
—Cê gosta desse pauzão, hein…? —ela fez que sim com a cabeça, ele se divertia fazendo um rabo de cavalo com o cabelo dela enquanto ela chupava só a cabeça do pau agora. Segurou o cabelo dela num rabo de cavalo e com a direita puxava o mamilo pra frente, pra ela chupar bem fundo, um monte de baba escorria pelo pau dele. Ahhh… fazia Claudia de vez em quando. Depois afastou ela e tirou a camiseta, puxou ela pra perto segurando pelos peitos.
—Que peitos, loirinha… deliciosos… me deixam com muito tesão… —ela tava nua da cintura pra cima, ele continuava controlando ela pelo cabelo— chupa, putinha… chupa…, Claudia gemia o tempo todo. Depois, guiando ela pelo cabelo, levantou o pau e fez ela chupar as bolas dele e voltar pro pau. Ficaram um tempão ele brincando com os peitos dela e ela chupando ele, ela depois Ela se levantou e se despiu toda. Ele colocou ela com os joelhos em cima da cama, de lado, deu uns tapinhas na bunda dela e brincou com o pau na entrada da buceta dela, Claudia gemia muito. Ele penetrou ela depois. Deu tapas na bunda dela e puxou o cabelo dela, ela tava de quatro, uma delícia, eu tava morrendo de ciúmes.
— Meu pau te preenche bem, hein…?
— Sim, me preenche… adoro…
Depois ele segurou ela pela cintura e metia sem parar, os gemidos da Claudia enchiam o quarto. Soava mais gostoso que de costume, e olha que isso já é dizer muito.
Ele fez ela deitar o peito na cama, eu via ela toda espalhada na cama, os joelhos dela oferecendo aquela raba, ele colocou uma perna em cima da cama e continuou no serviço, Claudia só gemia. Ela tava linda assim, toda oferecida.
— Essa buceta é minha…?
— Aaa… sim… sim… aaa…
Ele ficou metendo um tempão e depois fez ela se mover mais pro centro da cama, agora ele se ajoelhou na cama e enfiou de novo. Ela continuava com o peito apoiado na cama e de joelhos, super oferecida.
— Você é minha putinha, hein…?
— Siiiim… — ela dizia gemendo — sou sua putinha…
— E você adora esse pau grosso, hein…?
— Siiiim… adoro que você me rasgue com seu pau…
Depois ele levantou ela de repente puxando pelo cabelo, vários gemidos escaparam da boca da Claudia.
Ele puxava forte o cabelo dela e comia gostoso, Claudia só gemia. E dizia que gostava. Ele colocou ela bem oferecida de novo e continuou metendo fundo. Claudia não parava de gemer, ele xingava ela de vez em quando e ela dizia que sim pra tudo enquanto gozava igual uma porca. Depois ele deu uns tapas na bunda dela por um tempo, Claudia respirava de boca aberta e gemia a cada tapa que ele dava.
— Você se comportou mal, hein…?
— Sim, me comportei muito mal… — e ele dava tapas, ela falava gemendo quando respondia.
Ele foi acariciando as costas dela, subindo, e quando chegou no pescoço, pegou o cabelo dela e levantou ela de novo de repente, segurou ela agora um tempo pelos peitos, Claudia tinha o rosto virado de lado, olhando pra ele, na expectativa. Ele. Ele deixou as mãos caírem dos lados e ficaram como cachorros, transando. A mão direita dele ficou apoiada, ele levantou a esquerda e puxou ela pelo pescoço na direção dele, sussurrou no ouvido dela.
-É isso que você quer…?
-Sim, sim… tudo o que você me dá…
Ele saiu de dentro dela e deitou ela na cama de barriga pra cima. Enquanto metia forte, chupava os peitos dela com prazer, bem quente. Depois, ele comeu a boca dela, a Claudia segurou ele firme pelos ombros enquanto se beijavam. Ele se afastava só um pouquinho e dizia:
-É assim, putinha… assim…? –enquanto bombava ela, e a Claudia só mexia um pouco a cabeça confirmando e procurava a boca dele de novo. Ele voltou a chupar os peitos dela, a Claudia teve um orgasmo poderoso, realmente impressionante ver ela gozar. Enquanto ela chegava lá, ele agarrou ela mais forte pelo peito que chupava e fez ela entrar mais fundo no orgasmo. Ele comeu a boca dela de novo, ela agarrou ele agora pelo pescoço e as bocas se fundiram, eu não aguentava mais, entre excitado e desesperado, não existia pra eles. Nessa hora, não aguentava ver aquilo, mas não queria estragar a situação. Ele saiu de dentro dela e foi chupar a buceta dela, a Claudia gemia de boca aberta, pedia por favor, que era lindo e tudo mais. Ele brincava habilmente com as mãos.
-Ohhh sim… que gostoso… por favor… –de repente, a mão esquerda dele beliscou o mamilo direito da Claudia com força, mas ela só gemia cada vez mais, continuando o orgasmo. Ele parou de chupar, a mão direita dele batendo uma pra buceta dela e a esquerda sacudindo o mamilo.
-Aaaa… sim… tô gozandooooo… me dá mais… Aaaa… sim, por favor, sim…
Ela se acalmou um pouco e ele só acariciava ela suavemente com a mão direita no grelinho, ela se sacudia de vez em quando.
-Quer uma rola agora…?
-Sim… –ele montou nela e voltaram a se beijar de boca. Ela colocava a língua pra fora deliciosamente, quase romanticamente. Ele falava baixinho e ela dizia sim pra tudo. Eu morria de ciúmes, sentia uma pontada nas bolas, nunca tinha visto a Claudia assim com ninguém. Ou poucas vezes. Ele Deu mais um pouco e, quando estava quase chegando, foi pra boca dela. Claudia abriu a boca e engoliu o que ele dava, respingou na cara dela e no pescoço também. Ele se ajeitou, se vestiu e pediu pra eu abrir a porta, nem olhou pra mim. Acompanhei ele lá pra baixo em silêncio, quando subi, Claudia tava dormindo, a cara suja de porra.
Chegou terça-feira, deixamos os meninos na escola, Claudia queria ir tomar um café e conversar, aproveitar nosso dia de folga juntos. O clima estava gostoso de primavera e fomos a um café que nós dois adoramos. Os homens olhavam pra ela no caminho, muitos sem vergonha nenhuma.
— Sinto como me olham... tarados... quanta rola dura deve ter por aí... não é, amor?
Não falei nada, fomos até o café e sentamos nuns sofazinhos confortáveis, daqueles novos que são uma delícia, baixinhos, parece que você tá na sua sala.
— Quero aproveitar pra falar com você. Pra mim é simples: adoraria que a gente tivesse um filho juntos. Mas ultimamente você tá possessivo, ciumento, e isso não me agrada. Então vou deixar claro agora. Enquanto a gente estiver tentando, com certeza vou transar com outros, só me cuidando. E quando eu estiver grávida, se você me engravidar, como já te falei, vou transar com muitos também.
Ela disse tudo isso naturalmente, e a gente nem tinha pedido os cafés ainda. Ela sacudiu aquela juba lisa, agora loira, e me sorriu, o decote generoso à mostra. O garçom veio e pedi os cafés. Quando ele deixou e foi embora, Claudia falou:
— Vou te dar outra prova... pra te testar... no sábado convidei o Mario pra vir em casa... no outro sábado que fui na casa dele, ele me tratou bem pesado... verdade que me fez gozar como poucas vezes... quero ver o que você faz... quando você chegou, ele ficou calmo... mas quando ficamos sozinhos, ele me xingava e muito mais... sábado é seu teste... ele não quer confusão... eu dei minha garantia de que não vai ter... espero não ter mentido pra ele...
Fiquei um tempão em silêncio, não sabia o que dizer. Só esperar até sábado. No sábado, ela vestiu uma saia bege e uma regatinha decotada, sem sutiã, brincos grandes, e levamos os meninos pra casa dos pais dela. A Lúcia foi pra casa do namorado. Quando voltávamos, ela disse pra ele que em quinze minutos a gente tava em casa. Ele chegou quase atrás da gente. Entrou no apartamento, me olhou sério e... Disse pra Claudia irem pro quarto.
—Vai, loirinha… mexe essa bunda… que não tenho a noite toda… —ela sentou na cama, parecia uma adolescente, olhando ele se despir. O pau dele tava grosso. —Tá gostando do que vai comer… hein, loira…?
—Tô salivando só de olhar… —ele chegou perto da cama e, pegando ela pelo cabelo, puxou pra perto do pau dele.
—Faz ele sumir na sua boca… do jeito que você sabe… deixa ele bem duro… pra você… cê já deve estar toda molhada, né…? —ele tirou um pouco o pau da boca dela, um fio de saliva ligava a boca da Claudia ao pau dele—
—Tô toda molhada, sim…
Ele enfiou a mão na camiseta dela e puxou um dos peitos pra fora, brincando com o mamilo, meio bruto pro meu gosto, dava vontade de dar um soco nele, Claudia gemia muito. Depois pegou o outro mamilo, brincou um pouco e guardou os peitos de volta. Segurou ela pela nuca e controlou a chupada.
—Chupa bem, loirinha… vai… engole do jeito que você gosta…
A mão esquerda dele amassava o peito direito dela e de vez em quando beliscava o mamilo. Claudia só gemia. Ele pegou o cabelo dela com a mão esquerda, eu via os brincos da Claudia, ela tava linda, e com a mão direita acariciou o outro peito dela.
—Cê gosta desse pauzão, hein…? —ela fez que sim com a cabeça, ele se divertia fazendo um rabo de cavalo com o cabelo dela enquanto ela chupava só a cabeça do pau agora. Segurou o cabelo dela num rabo de cavalo e com a direita puxava o mamilo pra frente, pra ela chupar bem fundo, um monte de baba escorria pelo pau dele. Ahhh… fazia Claudia de vez em quando. Depois afastou ela e tirou a camiseta, puxou ela pra perto segurando pelos peitos.
—Que peitos, loirinha… deliciosos… me deixam com muito tesão… —ela tava nua da cintura pra cima, ele continuava controlando ela pelo cabelo— chupa, putinha… chupa…, Claudia gemia o tempo todo. Depois, guiando ela pelo cabelo, levantou o pau e fez ela chupar as bolas dele e voltar pro pau. Ficaram um tempão ele brincando com os peitos dela e ela chupando ele, ela depois Ela se levantou e se despiu toda. Ele colocou ela com os joelhos em cima da cama, de lado, deu uns tapinhas na bunda dela e brincou com o pau na entrada da buceta dela, Claudia gemia muito. Ele penetrou ela depois. Deu tapas na bunda dela e puxou o cabelo dela, ela tava de quatro, uma delícia, eu tava morrendo de ciúmes.
— Meu pau te preenche bem, hein…?
— Sim, me preenche… adoro…
Depois ele segurou ela pela cintura e metia sem parar, os gemidos da Claudia enchiam o quarto. Soava mais gostoso que de costume, e olha que isso já é dizer muito.
Ele fez ela deitar o peito na cama, eu via ela toda espalhada na cama, os joelhos dela oferecendo aquela raba, ele colocou uma perna em cima da cama e continuou no serviço, Claudia só gemia. Ela tava linda assim, toda oferecida.
— Essa buceta é minha…?
— Aaa… sim… sim… aaa…
Ele ficou metendo um tempão e depois fez ela se mover mais pro centro da cama, agora ele se ajoelhou na cama e enfiou de novo. Ela continuava com o peito apoiado na cama e de joelhos, super oferecida.
— Você é minha putinha, hein…?
— Siiiim… — ela dizia gemendo — sou sua putinha…
— E você adora esse pau grosso, hein…?
— Siiiim… adoro que você me rasgue com seu pau…
Depois ele levantou ela de repente puxando pelo cabelo, vários gemidos escaparam da boca da Claudia.
Ele puxava forte o cabelo dela e comia gostoso, Claudia só gemia. E dizia que gostava. Ele colocou ela bem oferecida de novo e continuou metendo fundo. Claudia não parava de gemer, ele xingava ela de vez em quando e ela dizia que sim pra tudo enquanto gozava igual uma porca. Depois ele deu uns tapas na bunda dela por um tempo, Claudia respirava de boca aberta e gemia a cada tapa que ele dava.
— Você se comportou mal, hein…?
— Sim, me comportei muito mal… — e ele dava tapas, ela falava gemendo quando respondia.
Ele foi acariciando as costas dela, subindo, e quando chegou no pescoço, pegou o cabelo dela e levantou ela de novo de repente, segurou ela agora um tempo pelos peitos, Claudia tinha o rosto virado de lado, olhando pra ele, na expectativa. Ele. Ele deixou as mãos caírem dos lados e ficaram como cachorros, transando. A mão direita dele ficou apoiada, ele levantou a esquerda e puxou ela pelo pescoço na direção dele, sussurrou no ouvido dela.
-É isso que você quer…?
-Sim, sim… tudo o que você me dá…
Ele saiu de dentro dela e deitou ela na cama de barriga pra cima. Enquanto metia forte, chupava os peitos dela com prazer, bem quente. Depois, ele comeu a boca dela, a Claudia segurou ele firme pelos ombros enquanto se beijavam. Ele se afastava só um pouquinho e dizia:
-É assim, putinha… assim…? –enquanto bombava ela, e a Claudia só mexia um pouco a cabeça confirmando e procurava a boca dele de novo. Ele voltou a chupar os peitos dela, a Claudia teve um orgasmo poderoso, realmente impressionante ver ela gozar. Enquanto ela chegava lá, ele agarrou ela mais forte pelo peito que chupava e fez ela entrar mais fundo no orgasmo. Ele comeu a boca dela de novo, ela agarrou ele agora pelo pescoço e as bocas se fundiram, eu não aguentava mais, entre excitado e desesperado, não existia pra eles. Nessa hora, não aguentava ver aquilo, mas não queria estragar a situação. Ele saiu de dentro dela e foi chupar a buceta dela, a Claudia gemia de boca aberta, pedia por favor, que era lindo e tudo mais. Ele brincava habilmente com as mãos.
-Ohhh sim… que gostoso… por favor… –de repente, a mão esquerda dele beliscou o mamilo direito da Claudia com força, mas ela só gemia cada vez mais, continuando o orgasmo. Ele parou de chupar, a mão direita dele batendo uma pra buceta dela e a esquerda sacudindo o mamilo.
-Aaaa… sim… tô gozandooooo… me dá mais… Aaaa… sim, por favor, sim…
Ela se acalmou um pouco e ele só acariciava ela suavemente com a mão direita no grelinho, ela se sacudia de vez em quando.
-Quer uma rola agora…?
-Sim… –ele montou nela e voltaram a se beijar de boca. Ela colocava a língua pra fora deliciosamente, quase romanticamente. Ele falava baixinho e ela dizia sim pra tudo. Eu morria de ciúmes, sentia uma pontada nas bolas, nunca tinha visto a Claudia assim com ninguém. Ou poucas vezes. Ele Deu mais um pouco e, quando estava quase chegando, foi pra boca dela. Claudia abriu a boca e engoliu o que ele dava, respingou na cara dela e no pescoço também. Ele se ajeitou, se vestiu e pediu pra eu abrir a porta, nem olhou pra mim. Acompanhei ele lá pra baixo em silêncio, quando subi, Claudia tava dormindo, a cara suja de porra.
5 comentários - Mario el verdulero la coge en nuestra cama... (Claudia 80)
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