El amante de mi cuñadita..

Satisfeita por culpa de um acidente do meu irmão

Eu levava uma vida bem chata, vivendo como um nerd ridículo com minha mãe viúva. Aos dezessete anos, pouco antes de entrar na faculdade, aconteceu algo que mudou minha existência completamente.

Sou um cara bem extrovertido, mas como tinha tanta dificuldade pra pegar mina, meu jeito foi ficando amargo. Cheguei a pensar em ir pra Madrid, ou pra Barcelona, algum lugar onde ninguém me conhecesse pra meter o louco na vida e levar pra cama as primeiras inocentes que aparecessem na minha frente.

Meu nome é Michel e sou bem viril, pra não dizer que sou um cara muito bem dotado no quesito pau e bolas, mas ainda era virgem na minha idade, e isso era uma pedra que me sufocava, ameaçando me afundar até o pescoço numa depressão fudida.

Quando meu irmão Rafael, que era dez anos mais velho que eu, sofreu um acidente de trabalho e morreu, achei que o mundo ia desabar na minha cabeça.

Minha mãe me aconselhou que, já que eu estava de férias de verão, fosse morar na casa do meu falecido irmão pra fazer companhia pra minha cunhada Raquel. Aos vinte e quatro anos, ela era uma mulher que acabara de dar à luz o primeiro filho e era uma gostosa. Mas, pra não desrespeitar a memória do coitado do Rafa, eu sempre tentava afastar da cabeça os pensamentos sujos que me excitavam quando sonhava muitas vezes com a jovem viúva, com umas fantasias eróticas que me envergonhavam quando eu acordava e percebia que era um verme filho da puta, um pobre idiota que seria capaz de meter ela em qualquer buraco pra satisfazer os impulsos cruéis da minha libido.

Não sei como aconteceu, mas o fato é que aceitei a proposta da minha mãe e, como minha cunhada concordou, peguei minha mala e fui de trem até a cidade, sem saber que ali eu ia perder essa virgindade que tanto me pesava.

Quando ela saiu pra me receber, fiquei paralisado, mesmo sendo julho. Era julho e fazia muito calor.

Raquel era muito gostosa, com o cabelo loiro curto contrastando com o vestido preto de luto e a brancura do rostinho lindo dela.

Beijei ela, sentindo as curvas femininas, aqueles relevos que me faziam imaginar fantasias eróticas deliciosas, mas impuras.

Fiquei tentado a beijar a boca da gostosa, mas imaginando que ela ia me dar um tapa e me achar um porco miserável, optei por dar uns beijos castos nas bochechas macias dela e aspirei aquele perfume inebriante que o corpo dela exalava, de perfume e da pele limpa.

Toda vez que vejo uma mulher, fico feito um idiota olhando pros peitos dela, especialmente se são como os da Raquel, minha cunhada, grandes e tipo umas melancias pequenas e apetitosas.

Acho que ela percebeu que eu tava de olho nas tetas dela e fez um gesto de provocação que quase me animou a continuar nas minhas tentativas de seduzir aquela cunhada, que desde que casou com meu irmão, uns dois anos antes, eu não tinha visto de novo, embora às vezes eu curtisse pensar, vendo as fotos do casamento, que ela era minha amante, a escrava dos meus desejos sexuais, sem que a protagonista das minhas fantasias pudesse imaginar que era, sem querer, o objeto escuro do meu desejo.

Quando ela me levou no carro dela até a casa grande e antiga, enorme pelo terreno que ocupava, e me convidou pra entrar, fiquei surpreso que Rafa e ela conseguissem morar a vários quilômetros da cidade, num lugar idílico, com a montanha de testemunha e aqueles prados verdes, e a paisagem que deliciava os sentidos, ainda mais se você tivesse a sorte de dividir aquela casa com uma gostosa como a Raquel.

Eu perguntei onde ficava meu quarto, pra deixar minhas coisas e as duas malas que pesavam pra caralho.

Raquel me convidou a segui-la e me levou até... o quarto dela!

Falei timidamente que não merecia a honra de dormir naquela cama de casal, que com certeza trazia tantas lembranças pra ela.

Ela me respondeu que era o irmão do marido dela e que nas culturas antigas eu teria ocupado, com a morte do Rafa, o lugar dele naquela casa onde eu ia passar minhas férias com ela e com o Marcos, meu sobrinho, de apenas quatro meses.

Por esse motivo, ela me convenceu a transarmos juntos.

Raquel era uma mulher muito ativa e eu derretia de tesão ao vê-la indo de um lado pro outro, rebolando a bunda e me deixando alucinado.

Eu, pra não ser um estorvo e ajudar ela, cozinhei, limpei a casa, dei comida pras galinhas e varri o segundo andar daquela casa grande.

Mesmo sem ficar parado um minuto, só de pensar que ia dividir a intimidade da noite e dormir com uma mulher tão gostosa, fiquei excitado de novo. A grande ereção que eu tive, ela percebeu, pelo olhar que fez, e por causa desse fato tão lamentável, eu fiquei mais vermelho que um tomate. Por mais que tentasse pensar em desgraças e tristezas, meu pau vigoroso e faminto por sexo não perdeu a firmeza, me fazendo sentir ridículo e mesquinho do lado dela.

Quando chegou a noite e eu me despi pra deitar, fiquei tentado a ficar pelado como no dia em que nasci, mas com medo da reação da minha cunhada e de que ela pudesse contar pra mamãe sobre meu ato punível, me resignei a vestir só a bermuda de pijama curta, que tinha uma abertura na frente grande demais. Como consequência, ao menor sinal de pau duro, o "passarinho" ia escapar do tecido fino e a putaria ia começar, sem dúvida.

Tava meio dormindo quando ouvi a porta do quarto abrir e, na soleira, vi a figura linda e sedutora da Raquel.

Fingi que tava dormindo, mas, deitado de barriga pra cima e com os olhos semicerrados, via ela perfeitamente se despindo.

Raquel primeiro tirou a blusa.

Ela usava um sutiã de amamentação e, quando tirou, vi os peitos enormes dela, inchados, com os bicos Úmidos e de um rosa escuro.

Devagar e com toda a provocação, ela passou a mão nos próprios peitos e arrancou uns pelinhos que brotavam das aréolas, soltando uns gemidos suaves de dor.

Depois, tirou a calça justa preta que usava em casa e, segundos depois, tirou a calcinha.

Quase me joguei nos braços dela quando começou a esfregar a barriga e a alisar com a mão os pelos que cobriam a buceta dela.

Vi os lábios grossos, rosados e arroxeados, e a crista que aparecia no meio da xota.

A abertura feminina, a buceta da minha cunhada, era uma fortaleza até então inexpugnável, mas eu confiava que logo ia conquistá-la. E pra conseguir esse objetivo, eu ia usar toda minha astúcia e sangue frio.

Ela se meteu nua na cama e, ao me ver de cueca, disse que eu parecia um menino bobo, tentando esconder aquele pau que ela não ia chupar, até porque não precisava de homem nenhum pra se sentir realizada como mulher.

Machucado no meu orgulho, tirei a cueca e aquele membro enorme, grosso e comprido apareceu provocante, reivindicando o papel de garanhão, de homem viril que não tolera uma dama, por mais cunhada que seja, que despreza os homens e o papel foda que a gente tem no processo maravilhoso da reprodução humana.

— Sabia que seu irmão era broxa?

Ninguém te contou que o filho que eu pari é fruto do sêmen de um doador anônimo que a gente comprou num banco de esperma? — Você é frígida e não sabe o que é transar com um homem de verdade.

— Eu também comeria uma boneca inflável, mas a verdade é que não gosto de substitutos. E quando eu perder minha virgindade, vai ser com uma mulher de verdade, de preferência tão gostosa e sarada quanto você.

— Você teria a cara de pau de me foder, eu que sou sua cunhada? Fiquei olhando pra ela com raiva e abracei ela, beijando de surpresa aquela boca de lábios doces e... sensuais, que mordi excitadíssimo e que me fez subir à glória do prazer, quando nossas línguas se fundiram num beijo de fogo.

Não sei como consegui, mas o fato é que consegui deitar Raquel de barriga pra cima.

Então subi naquele corpo gostoso e procurei com avidez o buraquinho da buceta dela.

Ela pegou meu pau enorme com a mão e, como que por acidente, colocou a cabeça roxa de tesão na entrada da caverninha dela e abriu as pernas de par em par, colocando depois os pés na minha nuca numa posição de circo que agradeci todo animado.

Apertei com timidez um pouco e, me deixando levar pelos nervos, enfiei todo o meu tronco de carne na ppk dela e afundei até nossos pelos pubianos se encontrarem.

Tava completamente dentro dela!

Pensei que Raquel ia rejeitar minha investida selvagem, esse tipo de estupro que logo percebi que não podia ser considerado assim, já que ela tinha colaborado ativamente pra que nosso coito rolasse sem problemas.

Quando meu poste enorme tava dentro da buceta dela, fiquei besta sem saber o que fazer, mas foi ela quem tomou a iniciativa e começou a se mexer, rebolando a bunda, a cintura como um turbilhão de paixão e eu, atrapalhado mas bom aluno dessa mestra no amor, me deixei levar por esse furacão de safadeza e bombeei, balançando e saindo várias vezes em batidas rítmicas e intensas naquele poço de prazer incrível, que logo ficou encharcado com os sucos dela.

Não sei quanto tempo passou entre o começo e o fim dessa grande foda que os dois curtiram, mas quando percebi que os biquinhos dos peitos dela estavam durinhos e se oferecendo pra minha boca como guloseimas, não perdi tempo e chupei um desses moranguinhos e então, como ela era uma mãe que amamentava o filhinho dela, meu sobrinho, veio a subida de leite e comecei a beber o alimento lácteo, sentindo minha boca se encher do líquido vital que jorrava dos peitos maternais dela. Sem conseguir evitar, senti que gozava jorrando dentro da bucetinha dela, e ela não me deixou escapar do ventre dela. A gente transou mais duas vezes, até que, satisfeito de tanto prazer, fiquei exausto em cima do corpo gostoso e lindo dela. E ali esperei que, com seus truques de mulher experiente nas artes do sexo, minha cunhada conseguisse levantar meu pau de novo com a boca brincalhona e safada. E assim, graças à Raquel, curti um boquete satisfatório que me devolveu a autoestima, me transformando no garanhão mais feliz do mundo.

A boca dela percorreu meu pau inteiro, da cabeça até a base, e no sentido contrário.

Às vezes, colocando a boca em formato de argola, com os lábios preparados igual uma colegial safada, ela foi chupando e soltando meu pinto, enquanto acariciava minhas bolas vazias por causa dela, que conseguiu me encher de novo com seus amassos e carinhos sem vergonha.

De repente, senti um frio enorme descendo pela minha espinha e, sem conseguir evitar, gozei na boca dela. E ela, igual eu fiz quando chupei o peito dela, engoliu meu leite sem fazer cara feia, a danada.

Dava pra ver claramente que não era a primeira vez que ela chupava um homem.

As férias acabaram e voltei pra casa.

Mesmo assim, convenci a mamãe a alugar um apartamento pra ela no mesmo prédio que a gente. E, embora ela more sozinha com o filhinho dela, que já fez três anos, toda tarde, com a desculpa de bater um papo, vou na casa dela e a gente transa sem tabus, aproveitando ao máximo nossos corpos.

Já tenho vinte anos, mas não tenho coragem de arrumar uma namorada, porque, por mais que eu tente, nenhuma das garotas com quem saio chega nem perto do sapato da Raquel, que é minha amante insubstituível.

Minha cunhada amante quer que, quando eu crescer, eu case com ela, mas eu não quero me amarrar com nenhum sacramento a mulher nenhuma. Prefiro me sentir o homem mais sortudo, aproveitando um corpo tão incrível e cheio de encantos como o dela. Raquel.

4 comentários - El amante de mi cuñadita..

Leído y disfrutado.^^ ojalá se me diera a mi.^^