Olá, pessoal! Primeiro de tudo, valeu pelos pontos e comentários. Quero que saibam que minhas histórias são reais e que, por causa do futebol, tive muita atividade sexual, mas essa anedota ou experiência é uma das mais marcantes que tive e foi por causa de um azar com sorte, muita sorte, haha.
Como contei no primeiro relato, na minha adolescência tive a sorte de fazer parte do time profissional do clube Patron... de Paraná. Deixando a introdução de lado, vou contar que um dia eu não fui incluído no grupo que concentrava pra jogar naquele então torneio argentino A, então fui escalado pro time principal da liga local. Naquela data, tivemos que viajar pra cidade de Crespo pra jogar contra o clube Cultural e, pra minha má sorte, me lesionei no isquiotibial direito. Depois disso, tive que ir ao instituto de ciências do esporte, que quem é de Paraná conhece, fica na rua Villaguay. No instituto, o médico do clube me atendeu, diagnosticou a lesão e indicou o tratamento com 10 sessões de fisioterapia, gelo e tal. Marquei o horário e a recepcionista disse: "Amanhã às três com a Karina". Tudo bem, sem problema. No dia seguinte, fui no horário marcado e esperei até que Karina me chamou. Quando a vi, me apaixonei. Era uma bonequinha de 24 anos, correntina. Vocês não têm ideia de como ela era linda: um rostinho branco, cabelo castanho, olhos castanhos, peitos pequenos e uma bunda redondinha e empinada. Óbvio que a vi e fiquei de boca aberta. Entrei, nos apresentamos, ela me deixou esquentando e voltou. Eu nem pensava nela, porque a via como uma gatinha impossível pra mim, que na época era um moleque, haha. Quando ela voltou, começou com as massagens na perna e a gente começou a conversar. A primeira coisa que ela me contou foi que veio pra Paraná recém-formada, com um namorado da universidade, e que ele a largou poucos meses depois de chegarem. Disse que aqui não conhecia ninguém além dos colegas de trabalho e pacientes, mas que tinha ficado. porque tinha conseguido um trampo e tava ganhando muito bem, bom, a conversa foi rolando com o passar dos dias e em nenhum momento a gente teve uma conversa onde eu desse em cima dela, nem ela de mim, até que um dia notei que ela tinha um colega que sempre ia falar com ela e dava em cima, e ela me dizia que ele era um chato e que não era o único no instituto que dava em cima dela, aí eu falei que ela era muito gostosa e por isso os caras corriam atrás, e ela riu e me disse obrigada, você é um amor, pena que é um menino apesar de ser grandão (tenho 1,83 e tava com o corpo definido e musculoso na época) e riu, mas ficou por isso, terminei as sessões e não vi mais ela, até uns dois ou três fins de semana depois, quando depois de jogar em casa e ter vencido, saímos pra dançar com vários dos meus companheiros do clube no balada Parador, e lá encontro ela, mas não sozinha, e sim com um dos colegas dela, eu vi ela mas como falei antes, nem chance eu tinha com ela, era o que eu pensava, passou um tempo e de repente vejo ela a uns dois metros de mim e a gente troca olhares e ela me cumprimenta, chego perto e dou um beijo nela, o cara que tava com ela ficou plantado, ela começou a conversar comigo e me fala, me desculpa mas preciso de um favor, quero ficar com você porque não sei como me livrar do meu amigo, eu ri e falei beleza, nisso ela se vira e fala com ele e se despede e vem comigo e me diz vamos, bom, falo pra galera? ela diz não, vamos pra outro lugar, pro meu apê na beira da praia, longe desse cara, e saímos, não podia acreditar, não tinha passado uma hora e eu tava saindo da balada com não sei se a mais linda mas uma das minas mais gostosas do lugar, meus companheiros ficaram de boca aberta e a gente foi embora, falo tô de carro e ela diz eu também, bom, faz o seguinte, me segue, vamos pro meu apê, e fomos, quando chegamos, subi atrás dela olhando pra bunda dela, entramos no apê e nos beijamos de boca aberta, começamos a nos despir e transamos de um jeito Incrível, depois de me foder ela diz: "Espero que não me prendam por roubo de berço", e a gente riu. Ela me contou que gostou de mim desde o primeiro momento. Saímos por um tempo, mas ela não curtiu a vida que eu levava de adolescente, indo pra baladas, me encontrando com meus amigos pra comer churrasco e treinar — coisa óbvia, porque ela já tinha passado pela fase em que a conheci. Ela tava pronta pra formar uma família, e eu tava só começando a viver a melhor fase da minha adolescência. Mas fazer o que, essas coisas acontecem. Mesmo assim, cansei de comer ela de todas as formas e em todos os lugares possíveis em Paraná. Também, graças à Kari, fui a inveja dos meus amigos, haha. Graças a ela, pra mim, a melhor desgraça com sorte que pude ter. Amo futebol e não canso de dizer: como é lindo o futebol... Abraços.
Espero não ter sido muito chato, e desculpa se não detalhei profundamente as gozadas, só tô contando minhas experiências. Abraços a todos e espero que tenham gostado.
Como contei no primeiro relato, na minha adolescência tive a sorte de fazer parte do time profissional do clube Patron... de Paraná. Deixando a introdução de lado, vou contar que um dia eu não fui incluído no grupo que concentrava pra jogar naquele então torneio argentino A, então fui escalado pro time principal da liga local. Naquela data, tivemos que viajar pra cidade de Crespo pra jogar contra o clube Cultural e, pra minha má sorte, me lesionei no isquiotibial direito. Depois disso, tive que ir ao instituto de ciências do esporte, que quem é de Paraná conhece, fica na rua Villaguay. No instituto, o médico do clube me atendeu, diagnosticou a lesão e indicou o tratamento com 10 sessões de fisioterapia, gelo e tal. Marquei o horário e a recepcionista disse: "Amanhã às três com a Karina". Tudo bem, sem problema. No dia seguinte, fui no horário marcado e esperei até que Karina me chamou. Quando a vi, me apaixonei. Era uma bonequinha de 24 anos, correntina. Vocês não têm ideia de como ela era linda: um rostinho branco, cabelo castanho, olhos castanhos, peitos pequenos e uma bunda redondinha e empinada. Óbvio que a vi e fiquei de boca aberta. Entrei, nos apresentamos, ela me deixou esquentando e voltou. Eu nem pensava nela, porque a via como uma gatinha impossível pra mim, que na época era um moleque, haha. Quando ela voltou, começou com as massagens na perna e a gente começou a conversar. A primeira coisa que ela me contou foi que veio pra Paraná recém-formada, com um namorado da universidade, e que ele a largou poucos meses depois de chegarem. Disse que aqui não conhecia ninguém além dos colegas de trabalho e pacientes, mas que tinha ficado. porque tinha conseguido um trampo e tava ganhando muito bem, bom, a conversa foi rolando com o passar dos dias e em nenhum momento a gente teve uma conversa onde eu desse em cima dela, nem ela de mim, até que um dia notei que ela tinha um colega que sempre ia falar com ela e dava em cima, e ela me dizia que ele era um chato e que não era o único no instituto que dava em cima dela, aí eu falei que ela era muito gostosa e por isso os caras corriam atrás, e ela riu e me disse obrigada, você é um amor, pena que é um menino apesar de ser grandão (tenho 1,83 e tava com o corpo definido e musculoso na época) e riu, mas ficou por isso, terminei as sessões e não vi mais ela, até uns dois ou três fins de semana depois, quando depois de jogar em casa e ter vencido, saímos pra dançar com vários dos meus companheiros do clube no balada Parador, e lá encontro ela, mas não sozinha, e sim com um dos colegas dela, eu vi ela mas como falei antes, nem chance eu tinha com ela, era o que eu pensava, passou um tempo e de repente vejo ela a uns dois metros de mim e a gente troca olhares e ela me cumprimenta, chego perto e dou um beijo nela, o cara que tava com ela ficou plantado, ela começou a conversar comigo e me fala, me desculpa mas preciso de um favor, quero ficar com você porque não sei como me livrar do meu amigo, eu ri e falei beleza, nisso ela se vira e fala com ele e se despede e vem comigo e me diz vamos, bom, falo pra galera? ela diz não, vamos pra outro lugar, pro meu apê na beira da praia, longe desse cara, e saímos, não podia acreditar, não tinha passado uma hora e eu tava saindo da balada com não sei se a mais linda mas uma das minas mais gostosas do lugar, meus companheiros ficaram de boca aberta e a gente foi embora, falo tô de carro e ela diz eu também, bom, faz o seguinte, me segue, vamos pro meu apê, e fomos, quando chegamos, subi atrás dela olhando pra bunda dela, entramos no apê e nos beijamos de boca aberta, começamos a nos despir e transamos de um jeito Incrível, depois de me foder ela diz: "Espero que não me prendam por roubo de berço", e a gente riu. Ela me contou que gostou de mim desde o primeiro momento. Saímos por um tempo, mas ela não curtiu a vida que eu levava de adolescente, indo pra baladas, me encontrando com meus amigos pra comer churrasco e treinar — coisa óbvia, porque ela já tinha passado pela fase em que a conheci. Ela tava pronta pra formar uma família, e eu tava só começando a viver a melhor fase da minha adolescência. Mas fazer o que, essas coisas acontecem. Mesmo assim, cansei de comer ela de todas as formas e em todos os lugares possíveis em Paraná. Também, graças à Kari, fui a inveja dos meus amigos, haha. Graças a ela, pra mim, a melhor desgraça com sorte que pude ter. Amo futebol e não canso de dizer: como é lindo o futebol... Abraços.
Espero não ter sido muito chato, e desculpa se não detalhei profundamente as gozadas, só tô contando minhas experiências. Abraços a todos e espero que tenham gostado.
2 comentários - Que lindo es el futbol 3