Hoje trago uma história que vou dividir em várias partes, porque foi uma longa história, muito sexo, muita loucura, uma mulher linda sedenta por sexo e viciada em pica, devota em ver pornô e transar até não aguentar mais... aliás, talvez ela esteja lendo isso agora, porque amava que eu contasse histórias pra ela ficar bem excitada e depois, obviamente, eu ir realizar o que eu dizia em palavras.
No fim das contas, as coisas não terminaram muito bem, mas tem que ver o lado positivo: foi realmente lindo enquanto durou, o sexo era muito bom, e a gente se divertiu pra caralho. Então, pra ela, que pode estar lendo, dedico isso 🙂.
A gente se viu na universidade nas primeiras vezes que cursamos. Eu, de perfil mais baixo, mal fui notado por ela e pelas amigas, mas no fim acabei chamando a atenção dela, como qualquer um quando as garotas querem olhar os caras. Diferente dela, que mal me notava, eu procurava quem eu poderia pegar entre aquela porrada de mina nova que via, e ela era uma das que me atraía, sempre bem vestida, pele super branca, cabelo escuro, longo e liso. Ela era magrinha, mas tinha algo nela que me chamava poderosamente a atenção. Como todo mundo, o jogo começou no Ask e no Face, nossos gostos batiam em música e, obviamente, a gente curtia a bagunça. Ela não bebia álcool, mas beleza, no fim tinham motivos suficientes pra eu poder chegar junto. Na primeira festa que a universidade fez, eu fui e ela também. O problema é que eu tava com outra mina, mas larguei ela e fui encarar a gostosa. Ela viu o quão terrivelmente vadia eu sou, mas no fim acabei beijando ela por um tempo, e, infelizmente pra mim, ela foi pra casa cedo.
Por sorte, a coisa não termina aí. Comecei a ir buscar ela na casa dela pra ir junto pra faculdade e, aos poucos, as coisas foram afrouxando. Beijos iam e vinham, mas eu queria transar e amo falar de sexo. Então, devagar e dando uma sondada, descobri que ela também adorava o assunto. Contei que eu gostava escrever e ela me pediu que escrevesse pra ela, ela ficava muito excitada e me contava como estava molhada, como se tocava e coisas assim, eu adorava provocar isso nela, mas ela dizia que sofria muito com essa excitação, porque nunca um homem tinha conseguido fazê-la gozar, eu, decidido e sem vacilar, falei que ia conseguir e ela me desafiava a fazer isso.
Uma noite contei uma história, o que faria quando a tivesse, eu já conhecia a casa dela e, graças à minha memória fotográfica, conseguia descrever cada situação em cada lugar, aproveitando cada coisa que tinha visto, ela ficava excitada como uma fera, adorava que fosse tão detalhado, até conseguia me sentir. Minha excitação virou desejo de tê-la e foi o que aconteceu, no dia seguinte ela me convidou pra casa dela depois da faculdade, os pais nunca estavam à tarde, então a casa era nossa pra fazer o que quiséssemos.
Tudo começa pelo começo e como manda o figurino, com uns beijos, a excitação dela já era notável, a história da noite anterior ainda estava fresca na mente dela. Estávamos nos sofás e minhas mãos, sempre inquietas, começaram a tocar ela suavemente, ela estava super quente e me agarrou bem forte também, meus beijos seguiram pelo pescoço dela e até a orelha, gemendo de propósito um pouco, porque ela ficava muito excitada me ouvindo assim e eu já sabia disso. Ela desceu até minha pica e começou a chupar, muito bem por sinal, talvez nunca tivesse gozado nas mãos de um homem, mas com certeza muitos homens gozaram graças à boquinha dela, ela colocava na boca, chupava devagar, descia até minhas bolas, percorria toda minha pica de cima a baixo chupando e sem tirar os olhos de mim, o que me excitava muito, aquele olhar sedento de sexo, morbidão, assassino, me deixava louco. Eu adorava estar assim, mas a coisa tinha que continuar, segundo minha história, percebi que ela estava fazendo exatamente o que eu tinha dito na noite anterior, mas não gosto de padronizar as coisas, então joguei ela no chão e me joguei Além disso, abri totalmente a calça dela e comecei a masturbá-la, acariciando o clitóris dela.
O chão tava frio, a bunda dela tava congelando, então a gente levantou. Ela me pegou e me levou pro corredor da casa dela, onde tinha um espelho grande, onde a gente podia se ver. Ela gostava de se ver, então encostei ela na parede do lado oposto e comecei a tocar ela de novo. Ela olhava e também me masturbava. O rosto dela começou a se transformar, as pernas foram perdendo a força, e ela começou a cair. Já não conseguia mais me masturbar, mas apertava meu pau com força, parecia que ia arrancar. Eu sorria com a perversão do momento e olhava pra ela pelo espelho. A cara dela se desfigurava de prazer e ela me via sorrindo, até que num instante a gente se olhou, terminamos no chão e eu tive que me jogar em cima dela. Eu tocava ela com força e acariciava o clitóris dela até que, finalmente, um gemido e uma contração total do corpo dela denunciaram o momento. Minha mão, presa entre as pernas dela, sofria a pressão delas se fechando pra eu parar, mas meus dedos continuavam se movendo com malícia e safadeza pra continuar vendo ela daquele jeito...
Quando ela conseguiu se reerguer, foi pro banheiro se molhar um pouco. Tava morta de calor. Eu ria e esperei ela no corredor, até ela sair de novo. Ela nunca imaginou que eu fosse ficar ali parado esperando ela abrir a porta, mas sim, eu fiz isso. Assim que a porta se abriu, me joguei em cima dela, meti a mão na calça dela e comecei a tocar ela de novo. Ela tava muito sensível, foi fácil fazer ela gozar de novo. Ela se apoiava na pia e a gente se olhava no espelho. Adorei fazer ela sentir aquilo de novo tão rápido, e, por estar apoiada na pia, ela não podia fazer nada, senão a gente ia acabar no chão de novo. Graças a isso, ela se manteve em pé e gozou duas vezes. Minha mão tava encharcada e cãibra de tanto trabalho, mas eu amava estar assim. Tirei a mão e ela pediu pra dar um tempo, queria recuperar as forças pra pelo menos ficar de pé. Eu fui pro sofá esperar ela... depois os Os joguinhos continuaram e minha missão estava cumprida... o prometido foi feito e as coisas foram melhorando com o tempo, então se quiserem saber mais, me digam que eu continuo com os relatos 🙂
Um abraço
Podem dar uma olhada nos meus outros posts:http://www.poringa.net/posts/relatos/2656138/La-primera-vez.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2699663/Lo-que-hacen-por-un-celular.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2707164/Mi-primer-trio.html
No fim das contas, as coisas não terminaram muito bem, mas tem que ver o lado positivo: foi realmente lindo enquanto durou, o sexo era muito bom, e a gente se divertiu pra caralho. Então, pra ela, que pode estar lendo, dedico isso 🙂.
A gente se viu na universidade nas primeiras vezes que cursamos. Eu, de perfil mais baixo, mal fui notado por ela e pelas amigas, mas no fim acabei chamando a atenção dela, como qualquer um quando as garotas querem olhar os caras. Diferente dela, que mal me notava, eu procurava quem eu poderia pegar entre aquela porrada de mina nova que via, e ela era uma das que me atraía, sempre bem vestida, pele super branca, cabelo escuro, longo e liso. Ela era magrinha, mas tinha algo nela que me chamava poderosamente a atenção. Como todo mundo, o jogo começou no Ask e no Face, nossos gostos batiam em música e, obviamente, a gente curtia a bagunça. Ela não bebia álcool, mas beleza, no fim tinham motivos suficientes pra eu poder chegar junto. Na primeira festa que a universidade fez, eu fui e ela também. O problema é que eu tava com outra mina, mas larguei ela e fui encarar a gostosa. Ela viu o quão terrivelmente vadia eu sou, mas no fim acabei beijando ela por um tempo, e, infelizmente pra mim, ela foi pra casa cedo.
Por sorte, a coisa não termina aí. Comecei a ir buscar ela na casa dela pra ir junto pra faculdade e, aos poucos, as coisas foram afrouxando. Beijos iam e vinham, mas eu queria transar e amo falar de sexo. Então, devagar e dando uma sondada, descobri que ela também adorava o assunto. Contei que eu gostava escrever e ela me pediu que escrevesse pra ela, ela ficava muito excitada e me contava como estava molhada, como se tocava e coisas assim, eu adorava provocar isso nela, mas ela dizia que sofria muito com essa excitação, porque nunca um homem tinha conseguido fazê-la gozar, eu, decidido e sem vacilar, falei que ia conseguir e ela me desafiava a fazer isso.
Uma noite contei uma história, o que faria quando a tivesse, eu já conhecia a casa dela e, graças à minha memória fotográfica, conseguia descrever cada situação em cada lugar, aproveitando cada coisa que tinha visto, ela ficava excitada como uma fera, adorava que fosse tão detalhado, até conseguia me sentir. Minha excitação virou desejo de tê-la e foi o que aconteceu, no dia seguinte ela me convidou pra casa dela depois da faculdade, os pais nunca estavam à tarde, então a casa era nossa pra fazer o que quiséssemos.
Tudo começa pelo começo e como manda o figurino, com uns beijos, a excitação dela já era notável, a história da noite anterior ainda estava fresca na mente dela. Estávamos nos sofás e minhas mãos, sempre inquietas, começaram a tocar ela suavemente, ela estava super quente e me agarrou bem forte também, meus beijos seguiram pelo pescoço dela e até a orelha, gemendo de propósito um pouco, porque ela ficava muito excitada me ouvindo assim e eu já sabia disso. Ela desceu até minha pica e começou a chupar, muito bem por sinal, talvez nunca tivesse gozado nas mãos de um homem, mas com certeza muitos homens gozaram graças à boquinha dela, ela colocava na boca, chupava devagar, descia até minhas bolas, percorria toda minha pica de cima a baixo chupando e sem tirar os olhos de mim, o que me excitava muito, aquele olhar sedento de sexo, morbidão, assassino, me deixava louco. Eu adorava estar assim, mas a coisa tinha que continuar, segundo minha história, percebi que ela estava fazendo exatamente o que eu tinha dito na noite anterior, mas não gosto de padronizar as coisas, então joguei ela no chão e me joguei Além disso, abri totalmente a calça dela e comecei a masturbá-la, acariciando o clitóris dela.
O chão tava frio, a bunda dela tava congelando, então a gente levantou. Ela me pegou e me levou pro corredor da casa dela, onde tinha um espelho grande, onde a gente podia se ver. Ela gostava de se ver, então encostei ela na parede do lado oposto e comecei a tocar ela de novo. Ela olhava e também me masturbava. O rosto dela começou a se transformar, as pernas foram perdendo a força, e ela começou a cair. Já não conseguia mais me masturbar, mas apertava meu pau com força, parecia que ia arrancar. Eu sorria com a perversão do momento e olhava pra ela pelo espelho. A cara dela se desfigurava de prazer e ela me via sorrindo, até que num instante a gente se olhou, terminamos no chão e eu tive que me jogar em cima dela. Eu tocava ela com força e acariciava o clitóris dela até que, finalmente, um gemido e uma contração total do corpo dela denunciaram o momento. Minha mão, presa entre as pernas dela, sofria a pressão delas se fechando pra eu parar, mas meus dedos continuavam se movendo com malícia e safadeza pra continuar vendo ela daquele jeito...
Quando ela conseguiu se reerguer, foi pro banheiro se molhar um pouco. Tava morta de calor. Eu ria e esperei ela no corredor, até ela sair de novo. Ela nunca imaginou que eu fosse ficar ali parado esperando ela abrir a porta, mas sim, eu fiz isso. Assim que a porta se abriu, me joguei em cima dela, meti a mão na calça dela e comecei a tocar ela de novo. Ela tava muito sensível, foi fácil fazer ela gozar de novo. Ela se apoiava na pia e a gente se olhava no espelho. Adorei fazer ela sentir aquilo de novo tão rápido, e, por estar apoiada na pia, ela não podia fazer nada, senão a gente ia acabar no chão de novo. Graças a isso, ela se manteve em pé e gozou duas vezes. Minha mão tava encharcada e cãibra de tanto trabalho, mas eu amava estar assim. Tirei a mão e ela pediu pra dar um tempo, queria recuperar as forças pra pelo menos ficar de pé. Eu fui pro sofá esperar ela... depois os Os joguinhos continuaram e minha missão estava cumprida... o prometido foi feito e as coisas foram melhorando com o tempo, então se quiserem saber mais, me digam que eu continuo com os relatos 🙂
Um abraço
Podem dar uma olhada nos meus outros posts:http://www.poringa.net/posts/relatos/2656138/La-primera-vez.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2699663/Lo-que-hacen-por-un-celular.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2707164/Mi-primer-trio.html
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