Diário de Fabiola: 1º gozo e chifrada

Continuamos com mais da Fabíola...

Querido diário, hoje é domingo à noite e quero contar que finalmente gozei... iujuuuu

Obviamente não foi com o Rami, mas sim com o Facundo, meu colega de escola.

O motivo pelo qual eu o traí não foi só um, acho que foram vários:
1: Facu era o cara mais gato da escola e eu gostava muito dele.
2: Ramiro não conseguia me fazer gozar e isso me deixava cada vez mais desesperada.
3: A imagem da pica daquele negro do filme ainda rondava minha cabeça e eu queria conseguir algo parecido, já que a do Ramiro é bem pequenininha. Não medi, mas é minúscula.

A questão é que nas aulas de educação física todos os caras vêm ver minha bunda enfiada naquelas calcinhas brancas que esquentam até um assexuado. O único que não me dava bola (até ontem) era justamente o Facundo, o gato do outro terceiro ano. Uns dias atrás, meu pai disse que não podia ir pra Bariloche porque não tinha grana pra pagar a viagem, e assim eu tava perdendo a grande oportunidade que tinha de ficar com o Facu. Mas o destino me pregou uma peça boa. Como trabalho de uma matéria da escola, juntaram a galera dos dois terceiros anos, um casal de cada turma, e o grupo caiu comigo e o Facundo (que alegria que me deu). Tinha que fazer um trabalho sobre pobreza e violência, e foi ele quem ofereceu a casa como lugar pra nos reunirmos. Éramos ele, a Cíntia (uma mina da turma dele), o Leonardo (um cara da minha turma) e eu.

Ontem, sábado, tentei aliviar um pouco o tesão (que me dava saber que hoje eu ia pra casa do Facundo e que qualquer coisa podia rolar) dando pro Rami, mas mais uma vez não consegui gozar e fiquei ainda mais quente do que antes. Chegou o domingo, vesti uma regata e meus jeans clarinhos bem justinhos, me maquiei um pouco e fui pra casa do Facu. Assim que cheguei, tive a grande notícia de que a Cíntia não podia vir. Fingi preocupação, mas tava super feliz. O telefone tocou e era o Leonardo, que tava de cama. O Facu propôs fazer outro dia, mas eu convenci ele de... que faríamos os dois juntos e rapidinho.
Começamos o trabalho e entre risadas comecei a reparar como o Facundo olhava pras minhas tetas toda vez que eu me inclinava do lado dele pra ler algo ou fazer um comentário. Tudo seguiu normal, mas num momento me chamou a atenção ele me mandar buscar um livro e depois outro na biblioteca dele. No terceiro livro, percebi que algo tava rolando e, enquanto me esticava pra pegar, me virei de repente.
O Facundo não sabia onde se enfiar, peguei ele "em flagrante" com o celular na mão tirando fotos da minha bunda. – O que cê tá fazendo, muleque? – falei me fazendo de indignada.
- Não é que… o que acontece…
- Cê gosta da minha bunda? É isso?
- Sim, é muito gostosa… mas eu… o que acontece…
- Se queria uma foto da minha bunda, era só ter pedido.
- Me desculpa, não vai acontecer de novo…
- Deixa eu ver as fotos
- Não, deixa, vou apagar…
- Mostra! – falei meio brava. O Facundo se esticou e me deu o celular. Devia ter umas 15 fotos da minha bunda de vários ângulos.
- Essas fotos são uma merda – falei me fazendo de muito brava.
- Me desculpa, Fabíola, é que…
- Cala a boca, muleque! Quer fotos? Eu vou te dar umas fotos de verdade. – falei enquanto abaixava a calça diante do olhar atônito dele – Tá, tira umas fotos boas, punheteiro – e entreguei o telefone. Me inclinei pra frente deixando toda a minha bunda linda só coberta pela minha pequena calcinha fio dental branca bem na frente dele. O cara não dava conta de tirar as fotos. Fiquei em várias posições. De repente me virei e falei – e aí, feliz? Ou também quer das minhas tetinhas?. Ele me olhou surpreso enquanto balançava a cabeça que sim. Tirei a regata e desabotoei o sutiã. Minhas duas tetinhas pequenas mas lindas pularam pra liberdade enquanto o dedo dele cãibrava de tanto tirar foto. – Agora quero uma sua – falei enquanto pegava o celular dele. – Abaixa a calça – ordenei. O cara não tava entendendo nada e eu tava mais puta do que nunca e extremamente tesuda. Caminhei até ele. enquanto tirava umas fotos e me abaixei perto da mochila dele, peguei a cueca com uma mão e puxei de uma vez. Um pau brilhante apareceu. Não era igual ao do negro do filme, mas era um pouco maior que o do meu namorado, o que me deixou tão feliz que, sem dar tempo pra nada, enfiei na boca. Claramente, o espetáculo das fotos da minha bunda tinha deixado ele muito excitado, porque na terceira chupada já estava jorrando porra pra caralho. Um pouco de porra respingou no meu rosto e a maior parte caiu nos meus peitinhos. Peguei a camiseta dele, tirei e me limpei. O pau dele não murchava, mas ele também não reagia, então falei: – agora é minha vez, né? – ele não disse nada, só me pegou e me levou pro quarto dele, me empurrou na cama e se jogou de cabeça entre minhas pernas. Me chupou genial, quase me fez gozar. Mas como eu queria ele dentro, não aguentei e pedi: – você não vai meter esse pau na minha buceta? Tô muito molhada. Não precisei falar duas vezes, porque ele meteu até o fundo de uma vez. O trabalho de lubrificação que ele tinha feito valeu a pena, e o pau dele entrou até o talo sem dificuldade. Ele segurou meus braços, cruzou eles sobre minha cabeça e começou uma metida lenta e gostosa pra caralho. Aos poucos, foi acelerando até alcançar uma velocidade incrível com a cintura. O cara não falava nada, mas tava me comendo de um jeito excepcional. Aí comecei a sentir um formigamento diferente do que sinto quando me masturbo e soube que tava chegando ao orgasmo, avisei ele e ele respondeu com movimentos mais brutos e profundos, meu corpo ficou tenso, minhas costas arquearam e eu gozei pela primeira vez com um homem na minha vida. Ele me deixou recuperar, bombeando devagar, depois, sem fazer nenhum som, se separou de mim e me colocou de quatro, me enfiou de novo por trás e voltou a bombar como uma besta. Pensei que ele queria gozar e comecei a acompanhar, empurrando minha bunda pra trás. Mas ele tirou o pau, senti ele cuspir e apontou. pra minha bunda. Não sei por que, mas não parei. Apoiei a pontinha e empurrei. A dor foi insuportável e automaticamente me joguei pra frente, me soltando, mas ele insistiu e voltou ao ataque, dessa vez quase entrou a cabeça, tava muito quente, mas a dor foi mais forte e me soltei de novo. Dessa vez me virei e, meio brava, falei: – para, neném, entendo que você gosta, mas não dá. mete na pussy onde é certo – o cara não falou nada e enfiou de novo na minha bunda. Parece que ficou puto por eu ter negado o cu, porque me sacudiu como nunca tinham me sacudido na vida.
O segundo orgasmo era iminente e chegou bem na hora que senti o gozo dele dentro de mim. Caímos os dois exaustos e ele finalmente falou.
– Meu Deus, Fabiola, você é espetacular. Com você, seu namorado ganhou na loteria.
– Você não foi nada mal, um pouco insistente em alguns assuntos, mas foi espetacular. Quer saber um segredinho?
– Fala, linda.
– Você me arrancou o primeiro orgasmo da minha vida, obrigada.
Ele me olhou surpreso, como se não acreditasse. Pedi o celular dele e comecei a apagar as fotos enquanto a gente se vestia, e falei:
– essas você não precisa mais, agora fica com a lembrança da minha bunda na sua retina.
Nem preciso dizer que o trabalho nunca terminamos.

Continua…

Parte 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/2711634/El-diario-de-mi-prima-Fabiola.htmlParte 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/2713244/El-diario-de-Fabiola-1ra-vez.html

3 comentários - Diário de Fabiola: 1º gozo e chifrada

Excelente relato me calientas mujer me hiciste viajar a esa biblioteca...