O dia que gozei nela

Nunca vou esquecer, era minha experiência dos sonhos há 5 anos atrás. Eu tinha 40 e meu desejo sempre foi comer uma coroa — falo coroa no sentido de respeito, ok? Não velha, mas uns anos mais velha. Encontrei ela num bar uma noite, tava com umas amigas. Dora, o nome dela, tinha 22 anos a mais que eu, ou seja, 62, mas muito bem cuidada. Entre conversa e conversa, bebendo, rindo e contando as vidas, fui direto ao ponto e falei: "Você me atrai, sabe que não dá pra ser casal, mas seria bom ir um pouco além do normal, não curto muito formalismo." Ela era viúva há 3 anos e já tava numa fase de mudar de vida, seguir em frente como todo mundo. "Se quiser, vem no meu apê", falei, "hoje ou qualquer dia, sem problema." Ela topou: "Tem algum filme pra ver? Gosto de ação ou terror." "Sim, tenho vários", respondi. Fomos pra lá e, entre conversa e conversa, vimos TV na cama (não tinha TV em outro lugar da casa). E aí, eu olhava pra ela sem ela perceber, me aproximei e dei um beijo no rosto dela. Tava com a pica dura pra caralho, saindo aquele cheirinho especial que piroca tem quando tá quente. Beijei ela e ela me olhou séria... "Uh, ferrou", pensei, mas falei comigo: "Acho que não, ela não viria na minha casa sem saber a intenção." Mas não foi isso — a seriedade dela era normal. Ela me deu um beijo na boca que quase enfiou a língua no fundo da minha garganta. Aí subi, tirei a roupa dela. Os peitos dela eram meio enrugados, mas não caídos. Beijei, chupei ela toda, desci, desci e chupei a buceta dela por quase 10 minutos sem parar. Ela se contorcia igual uma cobra ferida e gemia que nem uma vaca parindo. "Mete em mim, dude", ela pedia, "mete logoo". E aí, tudo pra dentro... quase 17 cm de carne entrando e saindo, entrando e saindo. O que entendi foi o velho mito de que coroa não se molha ou tem a buceta caída e feia — não, não. Garanto que é mito: elas se molham sim, e a buceta dela era rosadinha, limpinha, e minha pica entrou muito bem. Eu diria que normal, nada de flutuar nem dessas coisas estranhas que falam por aí...
Num momento de êxtase, ela me pediu: "Dude, quando tirar, goza na minha boca". E eu pensei: "Porra, como é que vou fazer isso tão rápido? Tirar a camisinha e mandar a porra toda na boca dela?"... E aí chegou a hora, e eu tava com tanta porra que dava pra fazer queijo. Gozei tudo na boca dela, ela fez "mmm"...
Bom, terminei a primeira e ela foi lavar e enxaguar. Depois a gente continuou mais duas vezes, e hoje em dia a gente se vê de vez em quando, transamos e nos divertimos pra caralho.

Mas quero contar mais do que essa experiência: não deem bola pra esses mitos de que mulheres depois dos 50 não lubrificam, não ficam com tesão, não gozam nem fazem coisas diferentes. Não, não é assim, senhores. Elas são uma experiência foda, umas mulheres incríveis que transam melhor do que qualquer garota metida. Por isso, amigo, se você tá lendo isso, experimenta com uma dessas veteranas. Te garanto que você nunca vai esquecer disso...

5 comentários - O dia que gozei nela

kramalo +2
Esta bueno el relato...pero medio que la cagás cuando menosprecías a la persona, en éste caso... no podés decir que "gemia como una vaca....". queseyo...es una forma de violencia verbal para la fémina que pueda lee esto a Ellas, no le gusta.... fijate, bah!, es mi opinion con buena onda..
Absolutamente de acuerdo Horacio. Van puntos.
Toda la razón. Las veteranas son de los mejores placeres del mundo!!