Olá pessoal!!, quanto tempo, hein?? voltei aqui, espero não entediar tanto dessa vez. Umas semanas atrás tive que tomar várias vacinas por causa de um vírus que peguei e, sentada na farmácia esperando minha vez, lembrei de uma história antiga que tive com o Aurélio, o farmacêutico do meu bairro.
Foi há um tempão (como me sinto velha!!), eu tinha acabado de parir, minha filha não tinha nem um ano ainda e eu estava com o que muitas mulheres passam na gravidez ou no pós-parto: as inevitáveis, chatas e ardidas hemorroidas.....no meu caso, foi depois do parto que começaram a aparecer e é como tudo, primeiro sem dar muita importância, depois uns remédios caseiros e, por último, consultar um profissional, foi o meu caso.....então, depois de sofrer vários dias e notar que cada dia tava pior, fui na farmácia do Aurélio.
Seu Aurélio era o farmacêutico do bairro, de toda a vida, o pai dele fundou a farmácia e agora os filhos tão no comando, alguém de muitos anos aqui e de confiança, eu conhecia ele desde pequena, era magro (sempre foi), alto, pele bem branca, cabelo castanho escuro, devia ter uns 50 anos e usava sempre uns óculos grandes quadrados.....quando consultei ele sobre meu problema, lembro que fechando os olhos ficou pensando e depois começou a me perguntar formato, tamanho, cor, enfim, coisas que eu não fazia ideia, ele disse que era importante saber esses dados, que com um espelho eu observasse a área e voltasse, assim ele saberia qual medicação me dar.....naquele dia já era tarde, mas à noite, no banheiro de casa, baixei a roupa de baixo e me inclinei contra a parede na frente do espelho, tentei ver alguma coisa abrindo minhas nádegas e virando a cabeça pra trás, ardia pra caramba, tava meio inflamado, a verdade é que é algo tão desconfortável, enfim. No dia seguinte voltei na farmácia já com alguns dados que ele tinha pedido, mal falei com ele, ele já trouxe uma folha em branco e anotou algumas coisas e depois, pra minha surpresa, vi que ele desenhava tipo um croqui da minha bunda aberta de nádegas, com a minha Joelhos apoiados no vaso sanitário... a verdade é que o desenho tava muito bem feito (bem melhor que o real, haha), apontando com o lápis na região anal, me explicava o que eram hemorroidas e tudo mais. Depois trouxe uma pomada e, fingindo que tinha no dedo, começou a me explicar como aplicar. Enquanto falava, olhava pro desenho e de vez em quando pra ele. Era uma situação tão estranha, o dedo indicador dele fazendo círculos no meu cu. No fim, ele guardou o desenho entre uns papéis enquanto eu pagava o remédio e, me despedindo, fui embora.
Eram 4 vezes por dia, me armar de paciência, um espelho, o medicamento, meu dedo e lutar contra minhas malditas hemorroidas. Assim por uns dias, mas nada... tudo continuava igual. Isso não curava nem melhorava, também não piorava, mas minha irritação e incômodo cresciam dia após dia. Eu não me aguentava mais, então voltei à farmácia.
Enquanto eu contava, ele me olhava fixo e depois baixou o olhar pros meus peitos. Eu tava com uma blusa branca meio justa. Aí senti pela primeira vez o olhar sedutor de um homem querendo possuir uma mulher. Ele falava olhando fixo pros meus peitos, foi estranho, senti a vontade dele de saciar a sede comigo.
— Betty, desculpa a pergunta, mas seu marido não te ajuda a aplicar?
— Bom, não... sabe, tô separada dele. Tô sozinha com meu bebê e minha mãe.
— Ah, desculpa, não sabia... Sozinha é mais difícil. Além disso, deixa eu ver suas mãos.
Estendi minhas mãos pra ele. Ele pegou meus dedos de uma mão e, tocando minhas unhas, disse:
— E assim fica pior, querida. A aplicação é com a ponta dos dedos, não com a unha!
Sempre usei unhas compridas, nunca me acostumei a deixar curtas, me sinto nua assim. Esse assunto tava se complicando cada vez mais.
— Vamos ver, espera... não se angustia. Deixa eu ver como tá isso agora?
— Claro, vai desenhar de novo?
— Mmm, não, não... melhor não, melhor ao vivo.
Ele saiu de trás do balcão e me guiou até o gabinete de aplicações. Tudo continuava igual como sempre, desde pequena minha mãe me levava bastante. Uma vez dentro, tranquei a porta e ele me disse:
__"Vamos ver, querida, vamos ver como é que tá isso?"__
__"O que eu faço?"__
__"Abaixa a roupa pra gente ver"__
Abri o zíper da minha saia e, na frente dele, deixei ela cair até o chão.
__"Isso também?"__ enquanto esticava o elástico da minha calcinha na altura da coxa, foi provocativo, eu sei, ele balançou a cabeça que sim, então esticando o elástico dos dois lados das minhas pernas, desci a calcinha até o chão.
__"Assim?"__
__"Sim, assim... agora vira de costas, por favor"__ segurando meu ombro por trás, me guiou uns passos até a maca, lá me fez inclinar o tronco pra frente e pediu pra eu abrir as pernas o máximo que conseguisse, tomando cuidado pra não escorregar, o chão tava recém encerado. Apoiei meus braços na maca tentando me segurar pra conseguir abrir as pernas como ele queria, enquanto isso, Aurélio puxou uma cadeira e sentou na minha frente, a centímetros da minha bunda, lembro de sentir as mãos dele abrindo minhas nádegas, os dedos percorrendo meu contorno anal e a respiração dele entrando nos meus buracos.
__"Isso tá complicado"__ ele me disse
__"Não me assusta, Seu Aurélio"__
__"Bom, você não pode deixar pra lá, Betty, senão vai ter que operar"__
Pá, isso sempre me deu muito medo, fiquei muito angustiada, tentei segurar mas não consegui, comecei a lacrimejar e depois a soluçar, ele continuou o exame até perceber minha crise, então se levantou e virando minha cabeça me disse
__"Não se angustia, Betty, no fim das contas são cirurgias simples"__
Eu continuava chorando baixinho, pensava na operação e me dava calafrios.
__"Vem, vamos aplicar uma coisa"__ ele disse e me ajudou a subir as pernas na maca.
Assim, de bruços, apoiei a cabeça de lado e vi ele procurando algo num armário, acho que aquela posição me relaxou e minha angústia foi passando aos poucos.
__"Esse é o medicamento que você levou, se me deixar, eu aplico"__
Não respondi, só fechei os olhos, ele entendeu que era um sim porque na hora separou minhas pernas e senti a ponta do dedo gelatinoso dele percorrer meu anel anal, os movimentos eram lentos e circulares, quando o creme sumia eu sentia o dedo roçar suavemente meu ânus, então ele parava por uns segundos e voltava de novo cheio de creminho, isso me relaxou pra caralho, meu sorriso no rosto deixava isso claro.
__"Betty, você pratica sexo anal"__
Me surpreendeu como ele quebrou o silêncio, não sabia o que responder, gaguejei, pensei em dar uma desculpa, não sabia o que dizer.
__"É importante que você me diga, pratica sexo anal"__
O tom e as palavras dele eram sérios, não eram de um amante numa situação sexual.
__"Bom, sim, um pouco.........ultimamente muito pouco"__
__"Teve alguma experiência ruim recentemente??"__
__"Bom, sim, tive uma experiência complicada"__
__"Você está nervosa ultimamente?"__
__"Sim, ando complicada com problemas de família, sabe...."__
__"Tá bem, tá bem, recomendo por um tempo, mesmo que cure as hemorroidas, não praticar sexo anal, a área está muito sensível"__
Isso eu gostava, relaxava aquela área tão complicada, ele era muito suave e fazia tudo com paciência metódica, os círculos dele eram muito lentos e caprichados, eu sentia só o creme e às vezes a ponta do dedo.
__"Se me permitir, preciso invadir um pouco você, Betty"__
__"Como??"__
__"Não é muito, até aqui"__ ele disse enquanto me mostrava a falange do dedo dele
__"É muito menos que qualquer penetração"__
Senti um jato de creme no meu ânus e o dedo dele girando de novo, dessa vez um pouco mais rápido, com intenção de penetrar, como uma brincadeira de dilatação antes do sexo, de novo ele colocou mais creme e dando umas voltinhas a mais senti a ponta do dedo dele me penetrar analmente, só a pontinha, ele dava umas voltas e me penetrava suavemente várias vezes, não ardia nada, senti muito creme na área que ele introduzia com o dedo, não vi mas imagino que estava cheio de creme, comecei a sentir prazer, tentei disfarçar, não sabia muito bem o que fazer, sexo anal sempre me deu gozo, apertei minhas lábios e tentei disfarçar, ele continuou me penetrando bem devagar e sem parar, me senti muito excitada e não consegui evitar molhar minha bucetinha, senti meu fluxo escorrendo, não dava pra segurar.
__"Ai caramba... espera um segundo"__ ele disse ao ver a situação.
Na hora voltou com uma toalha que colocou gentilmente debaixo da minha barriga.
__"Agora sim vai ficar mais confortável"__
__"Me desculpa, não sei o que te dizer... não consegui evitar"__ virei a cabeça pra olhar pra ele
__"Imagina, filha, se você pratica sexo anal é normal isso"__
Ele apoiou a mão na minha cabeça e me fez deitar de novo, o tratamento era cordial mas distante, muito profissional, não parecia excitado, tentei olhar a virilha dele mas parecia tudo normal, bem diferente de mim que tava obviamente mais exposta. Agora senti as penetrações mais profundas, talvez por estar mais relaxada, a toalha embaixo me deu a tranquilidade de que não sujaria nada, então fiquei tranquila mas segurava meus gemidos até que não aguentei mais e escapou um suspiro, não foi alto mas suspiro mesmo assim... ele parou na hora e, se movendo só com a mão, tapou minha boca e continuou passando o creme, a mão dele na minha boca era suave e sedosa, me relaxei um pouco e soltava meus suspiros, não totalmente mas soltava um pouco, as penetrações dele eram divinas, nenhum homem nunca tinha feito assim comigo, depois de um tempo ele tirou a mão da minha boca e vi que enchi ela de saliva.
__"Ai, desculpa Aurelio, me perdoa..."__
__"Por favor, sem problema"__ ele disse com um sorriso, foi o primeiro que vi.
Senti muita vontade de agradecer pelo momento, gosto de ser grata com o homem que é bom comigo, ele além de me curar tava me fazendo gozar pra caralho, então estendi minha mão até a virilha dele e olhei
__"Posso?"__
__"Sim, claro, obviamente"__ ele disse enquanto desabotoava o avental, abaixava o zíper da calça cinza e puxando a cueca tirou o pau dele, o pau enorme dele, já meio duro... me surpreendi, ele era um homem magro, esguio mas não esperava que ela fosse assim, comecei a acariciar ela devagar com a mão, era bem grandinha, comprida e grossa, masturbei ele por uns segundos e aí ele tirou minha mão, levou até minha boca e eu comecei a chupar, a cabeça era maior ainda que o tronco, parei ali, passei minha língua e meus lábios, sugava com toda força, queria tirar o leite dele, então fui enfiando o máximo que dava o pau dele na minha boca, sentia que tava engasgando, era grande pra minha boca, não sobrava espaço vazio em mim, abria o máximo possível mas era inevitável roçar meus dentes nele, minha mão na base do tronco e minha boca subindo e descendo sem parar, soltei toda minha saliva, quando faço sexo oral sempre produzo muita saliva, molhei o pau inteiro dele, ele com uma mão acariciava meu cabelo e com a outra mantinha enfiado no meu cu, mas sem sair dele, senti muito prazer assim, queria gemer mas não tive coragem, pensei que talvez alguém pudesse nos ouvir, segurei minha vontade mas não meu tesão, o dedo dele entrava e saía do meu cu assim como minha boca no pau dele, aí vi que quando saía um fiozinho se formava entre meus lábios e o pau dele, o leite já tava se misturando com minha saliva, isso me excitou pra caralho....o cheirinho de porra me excita muito também, então descendo pelo tronco comecei a chupar a base dele e descendo ainda mais cheguei nos testículos, coloquei eles na minha boca e brinquei com a língua por uns instantes e depois subindo com a língua até a ponta queria sentir ela de novo na minha boca mas não consegui......ele começou a gozar com jatos direto no meu nariz e olhos, só os últimos foram dentro da minha boca, a porra dele era abundante e grossa, continuei chupando até ele tirar da minha boca.
__"Mas Betty, que vergonha, me desculpa, não te avisei nada"__ ele disse enquanto me dava algo pra me limpar.
__"Não foi nada, haha.....coisas que acontecem"__ eu me limpava e olhava a porra dele, nunca vi algo tão grosso e concentrado.
Depois fui no banheiro, me arrumei um pouco e com carinha feliz voltei pra minha casa.
Continua..........
Foi há um tempão (como me sinto velha!!), eu tinha acabado de parir, minha filha não tinha nem um ano ainda e eu estava com o que muitas mulheres passam na gravidez ou no pós-parto: as inevitáveis, chatas e ardidas hemorroidas.....no meu caso, foi depois do parto que começaram a aparecer e é como tudo, primeiro sem dar muita importância, depois uns remédios caseiros e, por último, consultar um profissional, foi o meu caso.....então, depois de sofrer vários dias e notar que cada dia tava pior, fui na farmácia do Aurélio.
Seu Aurélio era o farmacêutico do bairro, de toda a vida, o pai dele fundou a farmácia e agora os filhos tão no comando, alguém de muitos anos aqui e de confiança, eu conhecia ele desde pequena, era magro (sempre foi), alto, pele bem branca, cabelo castanho escuro, devia ter uns 50 anos e usava sempre uns óculos grandes quadrados.....quando consultei ele sobre meu problema, lembro que fechando os olhos ficou pensando e depois começou a me perguntar formato, tamanho, cor, enfim, coisas que eu não fazia ideia, ele disse que era importante saber esses dados, que com um espelho eu observasse a área e voltasse, assim ele saberia qual medicação me dar.....naquele dia já era tarde, mas à noite, no banheiro de casa, baixei a roupa de baixo e me inclinei contra a parede na frente do espelho, tentei ver alguma coisa abrindo minhas nádegas e virando a cabeça pra trás, ardia pra caramba, tava meio inflamado, a verdade é que é algo tão desconfortável, enfim. No dia seguinte voltei na farmácia já com alguns dados que ele tinha pedido, mal falei com ele, ele já trouxe uma folha em branco e anotou algumas coisas e depois, pra minha surpresa, vi que ele desenhava tipo um croqui da minha bunda aberta de nádegas, com a minha Joelhos apoiados no vaso sanitário... a verdade é que o desenho tava muito bem feito (bem melhor que o real, haha), apontando com o lápis na região anal, me explicava o que eram hemorroidas e tudo mais. Depois trouxe uma pomada e, fingindo que tinha no dedo, começou a me explicar como aplicar. Enquanto falava, olhava pro desenho e de vez em quando pra ele. Era uma situação tão estranha, o dedo indicador dele fazendo círculos no meu cu. No fim, ele guardou o desenho entre uns papéis enquanto eu pagava o remédio e, me despedindo, fui embora.
Eram 4 vezes por dia, me armar de paciência, um espelho, o medicamento, meu dedo e lutar contra minhas malditas hemorroidas. Assim por uns dias, mas nada... tudo continuava igual. Isso não curava nem melhorava, também não piorava, mas minha irritação e incômodo cresciam dia após dia. Eu não me aguentava mais, então voltei à farmácia.
Enquanto eu contava, ele me olhava fixo e depois baixou o olhar pros meus peitos. Eu tava com uma blusa branca meio justa. Aí senti pela primeira vez o olhar sedutor de um homem querendo possuir uma mulher. Ele falava olhando fixo pros meus peitos, foi estranho, senti a vontade dele de saciar a sede comigo.
— Betty, desculpa a pergunta, mas seu marido não te ajuda a aplicar?
— Bom, não... sabe, tô separada dele. Tô sozinha com meu bebê e minha mãe.
— Ah, desculpa, não sabia... Sozinha é mais difícil. Além disso, deixa eu ver suas mãos.
Estendi minhas mãos pra ele. Ele pegou meus dedos de uma mão e, tocando minhas unhas, disse:
— E assim fica pior, querida. A aplicação é com a ponta dos dedos, não com a unha!
Sempre usei unhas compridas, nunca me acostumei a deixar curtas, me sinto nua assim. Esse assunto tava se complicando cada vez mais.
— Vamos ver, espera... não se angustia. Deixa eu ver como tá isso agora?
— Claro, vai desenhar de novo?
— Mmm, não, não... melhor não, melhor ao vivo.
Ele saiu de trás do balcão e me guiou até o gabinete de aplicações. Tudo continuava igual como sempre, desde pequena minha mãe me levava bastante. Uma vez dentro, tranquei a porta e ele me disse:
__"Vamos ver, querida, vamos ver como é que tá isso?"__
__"O que eu faço?"__
__"Abaixa a roupa pra gente ver"__
Abri o zíper da minha saia e, na frente dele, deixei ela cair até o chão.
__"Isso também?"__ enquanto esticava o elástico da minha calcinha na altura da coxa, foi provocativo, eu sei, ele balançou a cabeça que sim, então esticando o elástico dos dois lados das minhas pernas, desci a calcinha até o chão.
__"Assim?"__
__"Sim, assim... agora vira de costas, por favor"__ segurando meu ombro por trás, me guiou uns passos até a maca, lá me fez inclinar o tronco pra frente e pediu pra eu abrir as pernas o máximo que conseguisse, tomando cuidado pra não escorregar, o chão tava recém encerado. Apoiei meus braços na maca tentando me segurar pra conseguir abrir as pernas como ele queria, enquanto isso, Aurélio puxou uma cadeira e sentou na minha frente, a centímetros da minha bunda, lembro de sentir as mãos dele abrindo minhas nádegas, os dedos percorrendo meu contorno anal e a respiração dele entrando nos meus buracos.
__"Isso tá complicado"__ ele me disse
__"Não me assusta, Seu Aurélio"__
__"Bom, você não pode deixar pra lá, Betty, senão vai ter que operar"__
Pá, isso sempre me deu muito medo, fiquei muito angustiada, tentei segurar mas não consegui, comecei a lacrimejar e depois a soluçar, ele continuou o exame até perceber minha crise, então se levantou e virando minha cabeça me disse
__"Não se angustia, Betty, no fim das contas são cirurgias simples"__
Eu continuava chorando baixinho, pensava na operação e me dava calafrios.
__"Vem, vamos aplicar uma coisa"__ ele disse e me ajudou a subir as pernas na maca.
Assim, de bruços, apoiei a cabeça de lado e vi ele procurando algo num armário, acho que aquela posição me relaxou e minha angústia foi passando aos poucos.
__"Esse é o medicamento que você levou, se me deixar, eu aplico"__
Não respondi, só fechei os olhos, ele entendeu que era um sim porque na hora separou minhas pernas e senti a ponta do dedo gelatinoso dele percorrer meu anel anal, os movimentos eram lentos e circulares, quando o creme sumia eu sentia o dedo roçar suavemente meu ânus, então ele parava por uns segundos e voltava de novo cheio de creminho, isso me relaxou pra caralho, meu sorriso no rosto deixava isso claro.
__"Betty, você pratica sexo anal"__
Me surpreendeu como ele quebrou o silêncio, não sabia o que responder, gaguejei, pensei em dar uma desculpa, não sabia o que dizer.
__"É importante que você me diga, pratica sexo anal"__
O tom e as palavras dele eram sérios, não eram de um amante numa situação sexual.
__"Bom, sim, um pouco.........ultimamente muito pouco"__
__"Teve alguma experiência ruim recentemente??"__
__"Bom, sim, tive uma experiência complicada"__
__"Você está nervosa ultimamente?"__
__"Sim, ando complicada com problemas de família, sabe...."__
__"Tá bem, tá bem, recomendo por um tempo, mesmo que cure as hemorroidas, não praticar sexo anal, a área está muito sensível"__
Isso eu gostava, relaxava aquela área tão complicada, ele era muito suave e fazia tudo com paciência metódica, os círculos dele eram muito lentos e caprichados, eu sentia só o creme e às vezes a ponta do dedo.
__"Se me permitir, preciso invadir um pouco você, Betty"__
__"Como??"__
__"Não é muito, até aqui"__ ele disse enquanto me mostrava a falange do dedo dele
__"É muito menos que qualquer penetração"__
Senti um jato de creme no meu ânus e o dedo dele girando de novo, dessa vez um pouco mais rápido, com intenção de penetrar, como uma brincadeira de dilatação antes do sexo, de novo ele colocou mais creme e dando umas voltinhas a mais senti a ponta do dedo dele me penetrar analmente, só a pontinha, ele dava umas voltas e me penetrava suavemente várias vezes, não ardia nada, senti muito creme na área que ele introduzia com o dedo, não vi mas imagino que estava cheio de creme, comecei a sentir prazer, tentei disfarçar, não sabia muito bem o que fazer, sexo anal sempre me deu gozo, apertei minhas lábios e tentei disfarçar, ele continuou me penetrando bem devagar e sem parar, me senti muito excitada e não consegui evitar molhar minha bucetinha, senti meu fluxo escorrendo, não dava pra segurar.
__"Ai caramba... espera um segundo"__ ele disse ao ver a situação.
Na hora voltou com uma toalha que colocou gentilmente debaixo da minha barriga.
__"Agora sim vai ficar mais confortável"__
__"Me desculpa, não sei o que te dizer... não consegui evitar"__ virei a cabeça pra olhar pra ele
__"Imagina, filha, se você pratica sexo anal é normal isso"__
Ele apoiou a mão na minha cabeça e me fez deitar de novo, o tratamento era cordial mas distante, muito profissional, não parecia excitado, tentei olhar a virilha dele mas parecia tudo normal, bem diferente de mim que tava obviamente mais exposta. Agora senti as penetrações mais profundas, talvez por estar mais relaxada, a toalha embaixo me deu a tranquilidade de que não sujaria nada, então fiquei tranquila mas segurava meus gemidos até que não aguentei mais e escapou um suspiro, não foi alto mas suspiro mesmo assim... ele parou na hora e, se movendo só com a mão, tapou minha boca e continuou passando o creme, a mão dele na minha boca era suave e sedosa, me relaxei um pouco e soltava meus suspiros, não totalmente mas soltava um pouco, as penetrações dele eram divinas, nenhum homem nunca tinha feito assim comigo, depois de um tempo ele tirou a mão da minha boca e vi que enchi ela de saliva.
__"Ai, desculpa Aurelio, me perdoa..."__
__"Por favor, sem problema"__ ele disse com um sorriso, foi o primeiro que vi.
Senti muita vontade de agradecer pelo momento, gosto de ser grata com o homem que é bom comigo, ele além de me curar tava me fazendo gozar pra caralho, então estendi minha mão até a virilha dele e olhei
__"Posso?"__
__"Sim, claro, obviamente"__ ele disse enquanto desabotoava o avental, abaixava o zíper da calça cinza e puxando a cueca tirou o pau dele, o pau enorme dele, já meio duro... me surpreendi, ele era um homem magro, esguio mas não esperava que ela fosse assim, comecei a acariciar ela devagar com a mão, era bem grandinha, comprida e grossa, masturbei ele por uns segundos e aí ele tirou minha mão, levou até minha boca e eu comecei a chupar, a cabeça era maior ainda que o tronco, parei ali, passei minha língua e meus lábios, sugava com toda força, queria tirar o leite dele, então fui enfiando o máximo que dava o pau dele na minha boca, sentia que tava engasgando, era grande pra minha boca, não sobrava espaço vazio em mim, abria o máximo possível mas era inevitável roçar meus dentes nele, minha mão na base do tronco e minha boca subindo e descendo sem parar, soltei toda minha saliva, quando faço sexo oral sempre produzo muita saliva, molhei o pau inteiro dele, ele com uma mão acariciava meu cabelo e com a outra mantinha enfiado no meu cu, mas sem sair dele, senti muito prazer assim, queria gemer mas não tive coragem, pensei que talvez alguém pudesse nos ouvir, segurei minha vontade mas não meu tesão, o dedo dele entrava e saía do meu cu assim como minha boca no pau dele, aí vi que quando saía um fiozinho se formava entre meus lábios e o pau dele, o leite já tava se misturando com minha saliva, isso me excitou pra caralho....o cheirinho de porra me excita muito também, então descendo pelo tronco comecei a chupar a base dele e descendo ainda mais cheguei nos testículos, coloquei eles na minha boca e brinquei com a língua por uns instantes e depois subindo com a língua até a ponta queria sentir ela de novo na minha boca mas não consegui......ele começou a gozar com jatos direto no meu nariz e olhos, só os últimos foram dentro da minha boca, a porra dele era abundante e grossa, continuei chupando até ele tirar da minha boca.
__"Mas Betty, que vergonha, me desculpa, não te avisei nada"__ ele disse enquanto me dava algo pra me limpar.
__"Não foi nada, haha.....coisas que acontecem"__ eu me limpava e olhava a porra dele, nunca vi algo tão grosso e concentrado.
Depois fui no banheiro, me arrumei um pouco e com carinha feliz voltei pra minha casa.
Continua..........
48 comentários - Minha farmacêutica (gostosa de verdade)
Fav y ptos!!
Excelente relato, espero co ansias la continuación!!
Pasate por el mio.
http://www.poringa.net/posts/relatos/2713212/Mi-vecina-cumplio-mi-fantasia-bi-arnes.html#comment-111780
Si te gustan los relatos pasate por el mio.
Besos!
me encanto que tu farmacéutico no perdió las formas.. te enchastro la carita de leche, pero nunca te tuteo, un caballero jajajajaja
un beso Betty
gracias por compartir
se agradece la vivencia, mas queda el sinsabor de la envidia a tan insigne y formal vecino...