Fala, galera do P! Agradeço pela boa recepção do conto e também pelos comentários e pontos de vocês. Aqui vai a penúltima parte dessa história sobre o pessoal da rede. Espero que curtam.
Deu tempo exato de me acalmar durante o trajeto de táxi até o chalé onde moramos nos arredores, mas quando cheguei em casa e minha esposa abriu a porta de pijama, com um dedo nos lábios me avisando que os filhos já estavam dormindo, não resisti. Depois de cumprimentá-la, peguei ela no colo e levei pra sala, tirei o pau da calça e, sabendo que a putinha dela não usava calcinha em casa por acordo nosso, meti nela ali no tapete até arrancar um orgasmo entre gritos, e eu explodi dentro dela toda a tensão acumulada durante a viagem.
— Já vi que tava com saudade, amor — comentou minha esposa com um sorriso, sem saber a origem do meu tesão.
Assim como no fim de semana anterior em Madri, e apesar de minha esposa ter se aliviado com gosto da nossa falta de sexo, não consegui acalmar a ansiedade pela separação física da minha cunhada. Quando chegou a hora de voltar pro aeroporto, onde o namorado dela ia deixar ela, meu corpo inteiro ferveu de vontade de sentir ela de novo. Esperei na porta, e ela veio acompanhada do namorado, me dando um selinho no rosto. Os olhos dela, porém, denunciavam que a tensão interna a desmontava. Mal cruzamos o portão de embarque e o namorado dela sumiu, ela agarrou minha mão com toda força e se abraçou em mim, me apertando inteiro. Eu não fiquei atrás. atrás, e como sempre sem trocar uma palavra sobre isso, enrolei meus braços na cintura dela e, sem me importar com os outros passageiros, apalpei a bunda dela à vontade.
Não nos separamos mais durante o resto da viagem, ficávamos nos pegando quando ninguém olhava enquanto contávamos como foi o fim de semana. Ao pousar, o tesão só aumentava, no carro foi difícil nos segurar e, claro, assim que cruzamos a porta de casa e fechamos a porta, nos soltamos. Sem nem acender a luz, abracei ela por trás e ela virou a cabeça e, desesperadamente, mais que nos beijar, devoramos a boca um do outro. A língua dela brincava com a minha à vontade enquanto minhas mãos já tinham subido a camiseta dela acima da cintura e eu metia a mão à vontade na buceta dela, completamente encharcada. Ela se contorcia sem parar, esfregando a bunda no meu pau e, habilmente, com minha ajuda, conseguiu tirar meu cinto, abaixar minha braguilha e liberar meu pau. Ainda estávamos de pé, ela mexendo as pernas para se livrar da calça jeans e da calcinha enquanto nos beijávamos com meu pau enterrado entre as bandas da bunda dela.
Ela se virou para ficar de frente para mim, mas não paramos de nos beijar. Peguei ela pela bunda e levantei enquanto ela envolvia meus braços no meu pescoço, abri as pernas dela de cada lado da minha cintura e apoiei ela contra a parede. Assim que nos apoiamos, meu pau ficou encostado na entrada da buceta dela e, com um movimento rápido dela para cima, enfiou de uma vez, gemendo.
Fodi ela com toda força ali apoiada contra a parede, quanto mais forte eu fodía, mais ela gostava, e acho que por toda a excitação acumulada, os dois estávamos prestes a gozar em pouco tempo. Nem tínhamos fodido por dois minutos. Os gemidos dela aumentaram e sussurrei no ouvido dela:
— Chega.
Naquele momento gozei, para nós dois breve, mas muito intenso, acabei em algumas estocadas com toda minha porra dentro da buceta dela e um pouco escorrendo pelas pernas dela. Foi uma libertação tão grande que ali mesmo na entrada de casa desabamos juntos no chão com as pernas dela abertas em volta da minha cintura, nossas Mãos acariciando os dois corpos enquanto a gente se beijava ainda com paixão.
— Sim, nunca mais — respondeu a esperta Alicia.
Nunca mais. Não íamos nos separar mais. A vontade dos nossos corpos juntos era muito maior do que estávamos dispostos a aguentar, e não íamos nos separar de novo pra viajar pra Madrid. Ali jogados no chão, ainda meio vestidos, entendemos que tanto ela quanto eu sacrificaríamos o que fosse preciso, menos a nossa convivência intensa. Não sabíamos se aquilo ia durar mais um mês ou a vida toda, mas enquanto durasse, a gente queria mais e mais, sem nunca ter o suficiente.
Os dias da semana foram iguais à semana anterior, iguais entre si, mas pra gente cada dia ao chegar em casa era uma satisfação constante. Quando chegou o fim de semana, nós dois quase sem dar explicações em casa sobre por que não íamos, nos animamos a sair no sábado à noite com os colegas da Alicia do hotel. Todo mundo, incluindo ela e eu, achou que eu era o namorado dela da Espanha, e passamos a noite como mais um casal. Mas não estávamos à vontade ali com tanta gente por perto, e logo fomos pra casa. Assim que chegamos, nos despimos e, depois de nos fundir num abraço, quando enfiei a ponta da minha pica dentro dela, nós dois suspiramos satisfeitos e já calmos.
Saímos de novo no dia seguinte, e muitos outros dias, mas só nós dois. Saíamos pra jantar ou tomar umas cervejas, enquanto uma conversa entre a gente e estar pelo menos perto um do outro já bastava. Continuávamos sem falar uma única palavra sobre o que tinha acontecido, nem mesmo quando, na quinta-feira daquela semana, enquanto estávamos os dois vendo um filme, pelados claro, o namorado dela ligou. Ela, já como de costume toda vez que ele ligava, se posicionava de um jeito que pudesse receber minha pica. Naquele dia, com minha pica dura por causa das mãos e beijos que ela tinha me dado durante o filme, ela se levantou e abriu as pernas pra deixar as minhas entre elas. Elas, com a mão que tinha livre, aproximou a rola da entrada da buceta dela e, aos poucos, foi descendo até ficar completamente empalada. Apoiou as costas no meu peito e, enquanto eu brincava com meus dedos no clitóris dela, pude ouvir perfeitamente a conversa com o namorado:
— Não entendo o que está acontecendo com você, Alicia — ele a repreendia do outro lado da linha. — Faz uns meses que você está muito distante, quando vem a Madri não deixa nem eu te tocar, e agora me diz que por enquanto não vai voltar porque tem muito trabalho.
— Já... ahhh — respondeu minha cunhada, sem conseguir reprimir um gemido quando sentiu meus dedos acelerando na buceta dela ao ouvir que ela não deixava o namorado tocá-la.
— Olha, amanhã, sexta-feira, eu pego um avião e passo este fim de semana em Amsterdã para conversar sobre tudo isso. Tá bom? — ele perguntou.
— Como quiser — respondeu minha cunhada o mais rápido que pôde, jogando o celular para o outro lado do sofá, sem se preocupar em desligá-lo, sentindo que um orgasmo daqueles que eu sabia que ela mais gostava estava chegando: intenso, minha rola prestes a explodir dentro dela, quase sem se mexer, e com meus dedos deslizando pela buceta encharcada dela, direto no clitóris. Ela gozou sem pudor, gritando e gemendo por uns dois minutos intermináveis. Quando conseguiu relaxar, tirou minha rola de dentro dela e, na mesma posição, começou a me fazer uma punheta maravilhosa, movendo a mão para cima e para baixo, me enlouquecendo cada vez que roçava minha cabecinha na buceta dela. Quando sentiu as investidas da minha porra, apontou a rola para a barriga e a buceta dela, e eu gozei nela até a última gota. Ela ficou assim, em cima de mim, esfregando meu leite pela buceta dela até chegar nos peitos e lamber o gosto nos lábios. Exaustos, subimos na cama do mesmo jeito, como sempre.
Durante aquela sexta, nem ao acordar nem durante o dia, nenhum de nós dois falou sobre os planos do namorado dela vir no fim de semana. Eu não sabia o que ela faria ou como agiria em casa quando ele estivesse por perto, mas a verdade é que não importava. Lá no fundo, eu sabia que, como até agora, nós dois agiríamos conforme nosso desejo e, por isso, apesar da situação estranha, em nenhum momento do dia sofri daquela ansiedade fodida que me deu quando viajei pra Madrid e soube que ficaria sem ela.
Saí tarde do trabalho, muito tarde, porque as reuniões atrasaram, e por isso, quando cheguei em casa depois das dez da noite, não esperava encontrá-los lá. Estavam no sofá, meio afastados, com cara de quem tava falando de algo importante.
— Oi, brother in law, beleza o dia? — perguntou Alicia, agora com cara de felicidade ao me ver.
— De boa, hoje um pouco tarde porque os problemas no servidor tão se multiplicando — respondi na maior naturalidade.
Pelo nosso costume, me surpreendi ver minha sister in law de roupa em casa e logo me senti desconfortável e suado também por estar de terno em casa.
— E aí, Miguel, como foi a viagem? — perguntei pro meu brother in law enquanto servia uma cerveja na cozinha.
— De boa, meio de repente. Valeu por deixar eu ficar na sua casa uns dias. Queria vir conversar com a Alicia e, cê vê, ela reconhece que tá rolando algo com ela, mas não sabe bem o quê — comentou o namorado dela na maior confiança —. Cê notou algo desde que mora com ela?
Não sabia o que responder praquela pergunta.
— Não, verdade, eu vejo a Alicia perfeita, na real até melhor do que quando chegou na Holanda — respondi como pude —. Cês já jantaram algo?
— Não, tava te esperando como sempre — escapuliu da minha sister in law, naturalmente, usando o singular sem incluir o namorado.
— Então bora, preparo uma janta rapidinho — animei eles —. Vocês se importam se eu tirar o terno? Tá um calor do caralho. — Não, tá na sua casa —disse o ignorante do meu cunhado—. Eu tava com mais calor antes, mas agora de bermuda tô melhor.
Tirei o terno como quem não quer nada, fui tirando a camisa e, enquanto falava com eles sobre Amsterdã, Holanda, futebol e outras bobeiras, acabei só de cueca. Meu cunhado me olhou estranho e procurou a cara da namorada dele, Alicia, pra entender o que tava rolando.
— Vocês não ligam, né? É que tive um dia fodido —falei pra justificar a surpresa do Miguel.
— Fica tranquilo, é sua casa, cunhado —respondeu Alicia, tirando onda—. Também tô morrendo de calor! —exclamou entre risadas, pro namorado não pirar quando tirou o vestido e ficou só de sutiã e calcinha.
— Porra! —pulou o Miguel quando viu ela assim—. Não exagerou, não? Buceta, o teu cunhado tá aqui!
— Ah, qual é, não tem problema, amor, é tipo estar de biquíni e tô melhor assim. A casa é legal, mas sem ar condicionado, puta calor —respondeu minha cunhada, me dando um sorriso safado sem ele ver—. Se quiser tirar algo também...
— Não, tô de boa —respondeu o namorado dela, baixinho, dando de ombros e se conformando.
Enquanto eu preparava o jantar, minha cunhada veio pra cozinha me ajudar e o Miguel continuou sentado na sala. Lá, na cozinha, cúmplices, a gente roçava os corpos como já tinha feito tantas vezes. Enquanto isso, o Miguel falava com a gente de vez em quando ou via TV. Nossa cozinha tinha uma bancada americana alta, e quando minha cunhada apoiou as mãos nela pra falar com o namorado, não resisti e passei a mão na bunda dela. A gente tava ali, na frente do namorado dela, com minha mão já entre as nádegas dela e um dos meus dedos passando na buceta dela. Tava muito molhada.
Quando sentamos pra jantar, a gente ficou junto, com o Miguel na frente. A A situação tava ficando quente demais pra gente e muito desconfortável pro namorado da Alicia. Quase pelados, com as pernas coladas e conversando numa boa, excluindo o Miguel da conversa aos poucos. E é que, conforme a janta foi passando, ficou claro que ele tava sobrando ali. Alicia acariciava minha mão e depois de um tempo a gente ficou de mãos dadas. Minha mão, no começo, acariciava as costas dela e, depois, enquanto eu soltava o sutiã dela:
—Tira esse sutiã, cunhada, tá te marcando —falei na maior tranquilidade.
Minha cunhada ajudou a tirar e, apesar da cara de choque, Miguel não falou nada. E aquilo foi o fim dele. Até o final do jantar, eu e minha cunhada nos soltamos de vez e não economizamos nas carícias um no outro. Já na sobremesa, quando caiu um pouco de sorvete na minha cueca, foi direto minha cunhada quem mandou eu tirar. Meu cunhado ficou nos olhando alucinado, sem saber o que falar ou fazer. Éramos nós que mantínhamos a conversa como se nada fosse. Ela não demorou nada pra ficar sem calcinha, porque quando levantou pra pegar café na cozinha, tirou ela pelos tornozelos.
Com a cafeteira na mão, chegou perto do namorado e perguntou:
—Quer café, amor? —falou agora com um tom carinhoso, como era de costume em casa.
—Não —foi tudo que Miguel respondeu, seco.
Aí, ela veio até mim e disse:
—Como sempre, cunhado?
—Sim, por favor, como sempre —respondi enquanto passava a mão na bunda dela.
Ela serviu meu café e, na hora, sentou no meu colo. Continuamos conversando, agora só nós dois, decidindo qual filme ver de madrugada. Enquanto isso, sob o olhar assassino do namorado dela, ela passava a mão na minha pica. Como toda noite, depois do jantar, sentamos no sofá, mas meu cunhado não conseguiu levantar da cadeira, preso no espanto. Assim que a TV ligou, e Miguel nem olhava pra ela, de costas, minha cunhada resolveu dar o passo final e, como muitas outras vezes, se ajoelhou na minha frente, de costas pra mim, apoiando os braços na mesinha da sala. Com a bunda dela à minha disposição e diante da passividade do namorado, eu direcionei minha pica pra buceta dela, encostei na entrada e fiquei parado. Ela, como muitas outras vezes, foi empurrando a bunda pra trás, enfiando a pica aos poucos. Tava tão molhada que entrou até o fundo sem dificuldade.
Ela gemia sem controle, mais Mesmo na frente do namorado dela, ela se contorcia procurando minha pica, arqueava as costas pra sentir meu peito encostado nela e virava o rosto pra encontrar meus lábios e chupar minha boca. Ela gozou muito rápido, comparado com o que já era normal entre a gente. Enquanto isso, o namorado dela olhava com a cara enfurecida, mas paralisado pelas emoções que corriam nas veias dele. Depois que ela aproveitou o orgasmo dela, gritando tão alto que até os vizinhos deviam ter ouvido, minha cunhada desabou em cima da mesa, com os peitos esmagados e sobrando pelos lados, e virou a cabeça pra encarar o namorado.
Possuído pela luxúria, acelerei as estocadas e comi ela sem controle. Abusei da bunda dela como já tinha feito muitas vezes e sabia que ela gostava, dando uns tapas na bunda de vez em quando pra manter o corpo dela tenso. Quando tive um orgasmo de tirar o fôlego, vi nos olhos da Alicia uma satisfação completa e um pedido de compreensão pro namorado, diante do que ele tava vendo. Minha cunhada, quando eu terminei, segurou minha mão e não deixou eu sair de dentro dela e, como muitas outras vezes, a gente desabou junto no tapete, trocando carícias e apalpadelas.
Distraídos os dois pela paixão que veio de repente, só deu tempo de ouvir a batida da porta do namorado dela quando ele vazou de casa. Continuamos lá largados, descansando, como sempre sem trocar uma palavra sobre o que rolou. Subimos pra dormir como toda noite juntos, pelados os dois, e depois de dormir até meio-dia, passamos o resto do fim de semana ainda mais ligados mentalmente do que antes, como se a fuga do namorado dela tivesse nos libertado de um peso invisível. Nós dois sabíamos que ainda faltava uma variável na equação da nossa vida, mas deixamos como sempre pra resolver conforme as situações fossem aparecendo.
Vivendo com minha cunhada
No avião, sentados um do lado do outro, não separamos nossas pernas e mãos durante toda a viagem, e alternamos nossa conversa com amassos sem fim. Ainda no táxi, a caminho de nossas respectivas casas, enquanto nos desejávamos bom fim de semana e falávamos como se nada fosse, eu tinha minha mão inteira enfiada na buceta encharcada dela, e ela acariciava meu pau com a mão dentro da calça. Quando chegamos na porta do prédio dela, já em Madri, nos despedimos tirando as mãos com um aperto no peito e demos um selinho no rosto, marcando de nos ver no domingo na volta.Deu tempo exato de me acalmar durante o trajeto de táxi até o chalé onde moramos nos arredores, mas quando cheguei em casa e minha esposa abriu a porta de pijama, com um dedo nos lábios me avisando que os filhos já estavam dormindo, não resisti. Depois de cumprimentá-la, peguei ela no colo e levei pra sala, tirei o pau da calça e, sabendo que a putinha dela não usava calcinha em casa por acordo nosso, meti nela ali no tapete até arrancar um orgasmo entre gritos, e eu explodi dentro dela toda a tensão acumulada durante a viagem.
— Já vi que tava com saudade, amor — comentou minha esposa com um sorriso, sem saber a origem do meu tesão.
Assim como no fim de semana anterior em Madri, e apesar de minha esposa ter se aliviado com gosto da nossa falta de sexo, não consegui acalmar a ansiedade pela separação física da minha cunhada. Quando chegou a hora de voltar pro aeroporto, onde o namorado dela ia deixar ela, meu corpo inteiro ferveu de vontade de sentir ela de novo. Esperei na porta, e ela veio acompanhada do namorado, me dando um selinho no rosto. Os olhos dela, porém, denunciavam que a tensão interna a desmontava. Mal cruzamos o portão de embarque e o namorado dela sumiu, ela agarrou minha mão com toda força e se abraçou em mim, me apertando inteiro. Eu não fiquei atrás. atrás, e como sempre sem trocar uma palavra sobre isso, enrolei meus braços na cintura dela e, sem me importar com os outros passageiros, apalpei a bunda dela à vontade.
Não nos separamos mais durante o resto da viagem, ficávamos nos pegando quando ninguém olhava enquanto contávamos como foi o fim de semana. Ao pousar, o tesão só aumentava, no carro foi difícil nos segurar e, claro, assim que cruzamos a porta de casa e fechamos a porta, nos soltamos. Sem nem acender a luz, abracei ela por trás e ela virou a cabeça e, desesperadamente, mais que nos beijar, devoramos a boca um do outro. A língua dela brincava com a minha à vontade enquanto minhas mãos já tinham subido a camiseta dela acima da cintura e eu metia a mão à vontade na buceta dela, completamente encharcada. Ela se contorcia sem parar, esfregando a bunda no meu pau e, habilmente, com minha ajuda, conseguiu tirar meu cinto, abaixar minha braguilha e liberar meu pau. Ainda estávamos de pé, ela mexendo as pernas para se livrar da calça jeans e da calcinha enquanto nos beijávamos com meu pau enterrado entre as bandas da bunda dela.Ela se virou para ficar de frente para mim, mas não paramos de nos beijar. Peguei ela pela bunda e levantei enquanto ela envolvia meus braços no meu pescoço, abri as pernas dela de cada lado da minha cintura e apoiei ela contra a parede. Assim que nos apoiamos, meu pau ficou encostado na entrada da buceta dela e, com um movimento rápido dela para cima, enfiou de uma vez, gemendo.
Fodi ela com toda força ali apoiada contra a parede, quanto mais forte eu fodía, mais ela gostava, e acho que por toda a excitação acumulada, os dois estávamos prestes a gozar em pouco tempo. Nem tínhamos fodido por dois minutos. Os gemidos dela aumentaram e sussurrei no ouvido dela:
— Chega.
Naquele momento gozei, para nós dois breve, mas muito intenso, acabei em algumas estocadas com toda minha porra dentro da buceta dela e um pouco escorrendo pelas pernas dela. Foi uma libertação tão grande que ali mesmo na entrada de casa desabamos juntos no chão com as pernas dela abertas em volta da minha cintura, nossas Mãos acariciando os dois corpos enquanto a gente se beijava ainda com paixão.
— Sim, nunca mais — respondeu a esperta Alicia.
Nunca mais. Não íamos nos separar mais. A vontade dos nossos corpos juntos era muito maior do que estávamos dispostos a aguentar, e não íamos nos separar de novo pra viajar pra Madrid. Ali jogados no chão, ainda meio vestidos, entendemos que tanto ela quanto eu sacrificaríamos o que fosse preciso, menos a nossa convivência intensa. Não sabíamos se aquilo ia durar mais um mês ou a vida toda, mas enquanto durasse, a gente queria mais e mais, sem nunca ter o suficiente.
Os dias da semana foram iguais à semana anterior, iguais entre si, mas pra gente cada dia ao chegar em casa era uma satisfação constante. Quando chegou o fim de semana, nós dois quase sem dar explicações em casa sobre por que não íamos, nos animamos a sair no sábado à noite com os colegas da Alicia do hotel. Todo mundo, incluindo ela e eu, achou que eu era o namorado dela da Espanha, e passamos a noite como mais um casal. Mas não estávamos à vontade ali com tanta gente por perto, e logo fomos pra casa. Assim que chegamos, nos despimos e, depois de nos fundir num abraço, quando enfiei a ponta da minha pica dentro dela, nós dois suspiramos satisfeitos e já calmos.
Saímos de novo no dia seguinte, e muitos outros dias, mas só nós dois. Saíamos pra jantar ou tomar umas cervejas, enquanto uma conversa entre a gente e estar pelo menos perto um do outro já bastava. Continuávamos sem falar uma única palavra sobre o que tinha acontecido, nem mesmo quando, na quinta-feira daquela semana, enquanto estávamos os dois vendo um filme, pelados claro, o namorado dela ligou. Ela, já como de costume toda vez que ele ligava, se posicionava de um jeito que pudesse receber minha pica. Naquele dia, com minha pica dura por causa das mãos e beijos que ela tinha me dado durante o filme, ela se levantou e abriu as pernas pra deixar as minhas entre elas. Elas, com a mão que tinha livre, aproximou a rola da entrada da buceta dela e, aos poucos, foi descendo até ficar completamente empalada. Apoiou as costas no meu peito e, enquanto eu brincava com meus dedos no clitóris dela, pude ouvir perfeitamente a conversa com o namorado:
— Não entendo o que está acontecendo com você, Alicia — ele a repreendia do outro lado da linha. — Faz uns meses que você está muito distante, quando vem a Madri não deixa nem eu te tocar, e agora me diz que por enquanto não vai voltar porque tem muito trabalho.
— Já... ahhh — respondeu minha cunhada, sem conseguir reprimir um gemido quando sentiu meus dedos acelerando na buceta dela ao ouvir que ela não deixava o namorado tocá-la.
— Olha, amanhã, sexta-feira, eu pego um avião e passo este fim de semana em Amsterdã para conversar sobre tudo isso. Tá bom? — ele perguntou.
— Como quiser — respondeu minha cunhada o mais rápido que pôde, jogando o celular para o outro lado do sofá, sem se preocupar em desligá-lo, sentindo que um orgasmo daqueles que eu sabia que ela mais gostava estava chegando: intenso, minha rola prestes a explodir dentro dela, quase sem se mexer, e com meus dedos deslizando pela buceta encharcada dela, direto no clitóris. Ela gozou sem pudor, gritando e gemendo por uns dois minutos intermináveis. Quando conseguiu relaxar, tirou minha rola de dentro dela e, na mesma posição, começou a me fazer uma punheta maravilhosa, movendo a mão para cima e para baixo, me enlouquecendo cada vez que roçava minha cabecinha na buceta dela. Quando sentiu as investidas da minha porra, apontou a rola para a barriga e a buceta dela, e eu gozei nela até a última gota. Ela ficou assim, em cima de mim, esfregando meu leite pela buceta dela até chegar nos peitos e lamber o gosto nos lábios. Exaustos, subimos na cama do mesmo jeito, como sempre.
Durante aquela sexta, nem ao acordar nem durante o dia, nenhum de nós dois falou sobre os planos do namorado dela vir no fim de semana. Eu não sabia o que ela faria ou como agiria em casa quando ele estivesse por perto, mas a verdade é que não importava. Lá no fundo, eu sabia que, como até agora, nós dois agiríamos conforme nosso desejo e, por isso, apesar da situação estranha, em nenhum momento do dia sofri daquela ansiedade fodida que me deu quando viajei pra Madrid e soube que ficaria sem ela.Saí tarde do trabalho, muito tarde, porque as reuniões atrasaram, e por isso, quando cheguei em casa depois das dez da noite, não esperava encontrá-los lá. Estavam no sofá, meio afastados, com cara de quem tava falando de algo importante.
— Oi, brother in law, beleza o dia? — perguntou Alicia, agora com cara de felicidade ao me ver.
— De boa, hoje um pouco tarde porque os problemas no servidor tão se multiplicando — respondi na maior naturalidade.
Pelo nosso costume, me surpreendi ver minha sister in law de roupa em casa e logo me senti desconfortável e suado também por estar de terno em casa.
— E aí, Miguel, como foi a viagem? — perguntei pro meu brother in law enquanto servia uma cerveja na cozinha.
— De boa, meio de repente. Valeu por deixar eu ficar na sua casa uns dias. Queria vir conversar com a Alicia e, cê vê, ela reconhece que tá rolando algo com ela, mas não sabe bem o quê — comentou o namorado dela na maior confiança —. Cê notou algo desde que mora com ela?
Não sabia o que responder praquela pergunta.
— Não, verdade, eu vejo a Alicia perfeita, na real até melhor do que quando chegou na Holanda — respondi como pude —. Cês já jantaram algo?
— Não, tava te esperando como sempre — escapuliu da minha sister in law, naturalmente, usando o singular sem incluir o namorado.
— Então bora, preparo uma janta rapidinho — animei eles —. Vocês se importam se eu tirar o terno? Tá um calor do caralho. — Não, tá na sua casa —disse o ignorante do meu cunhado—. Eu tava com mais calor antes, mas agora de bermuda tô melhor.
Tirei o terno como quem não quer nada, fui tirando a camisa e, enquanto falava com eles sobre Amsterdã, Holanda, futebol e outras bobeiras, acabei só de cueca. Meu cunhado me olhou estranho e procurou a cara da namorada dele, Alicia, pra entender o que tava rolando.
— Vocês não ligam, né? É que tive um dia fodido —falei pra justificar a surpresa do Miguel.
— Fica tranquilo, é sua casa, cunhado —respondeu Alicia, tirando onda—. Também tô morrendo de calor! —exclamou entre risadas, pro namorado não pirar quando tirou o vestido e ficou só de sutiã e calcinha.
— Porra! —pulou o Miguel quando viu ela assim—. Não exagerou, não? Buceta, o teu cunhado tá aqui!
— Ah, qual é, não tem problema, amor, é tipo estar de biquíni e tô melhor assim. A casa é legal, mas sem ar condicionado, puta calor —respondeu minha cunhada, me dando um sorriso safado sem ele ver—. Se quiser tirar algo também...
— Não, tô de boa —respondeu o namorado dela, baixinho, dando de ombros e se conformando.
Enquanto eu preparava o jantar, minha cunhada veio pra cozinha me ajudar e o Miguel continuou sentado na sala. Lá, na cozinha, cúmplices, a gente roçava os corpos como já tinha feito tantas vezes. Enquanto isso, o Miguel falava com a gente de vez em quando ou via TV. Nossa cozinha tinha uma bancada americana alta, e quando minha cunhada apoiou as mãos nela pra falar com o namorado, não resisti e passei a mão na bunda dela. A gente tava ali, na frente do namorado dela, com minha mão já entre as nádegas dela e um dos meus dedos passando na buceta dela. Tava muito molhada.
Quando sentamos pra jantar, a gente ficou junto, com o Miguel na frente. A A situação tava ficando quente demais pra gente e muito desconfortável pro namorado da Alicia. Quase pelados, com as pernas coladas e conversando numa boa, excluindo o Miguel da conversa aos poucos. E é que, conforme a janta foi passando, ficou claro que ele tava sobrando ali. Alicia acariciava minha mão e depois de um tempo a gente ficou de mãos dadas. Minha mão, no começo, acariciava as costas dela e, depois, enquanto eu soltava o sutiã dela:
—Tira esse sutiã, cunhada, tá te marcando —falei na maior tranquilidade.Minha cunhada ajudou a tirar e, apesar da cara de choque, Miguel não falou nada. E aquilo foi o fim dele. Até o final do jantar, eu e minha cunhada nos soltamos de vez e não economizamos nas carícias um no outro. Já na sobremesa, quando caiu um pouco de sorvete na minha cueca, foi direto minha cunhada quem mandou eu tirar. Meu cunhado ficou nos olhando alucinado, sem saber o que falar ou fazer. Éramos nós que mantínhamos a conversa como se nada fosse. Ela não demorou nada pra ficar sem calcinha, porque quando levantou pra pegar café na cozinha, tirou ela pelos tornozelos.
Com a cafeteira na mão, chegou perto do namorado e perguntou:
—Quer café, amor? —falou agora com um tom carinhoso, como era de costume em casa.
—Não —foi tudo que Miguel respondeu, seco.
Aí, ela veio até mim e disse:
—Como sempre, cunhado?
—Sim, por favor, como sempre —respondi enquanto passava a mão na bunda dela.
Ela serviu meu café e, na hora, sentou no meu colo. Continuamos conversando, agora só nós dois, decidindo qual filme ver de madrugada. Enquanto isso, sob o olhar assassino do namorado dela, ela passava a mão na minha pica. Como toda noite, depois do jantar, sentamos no sofá, mas meu cunhado não conseguiu levantar da cadeira, preso no espanto. Assim que a TV ligou, e Miguel nem olhava pra ela, de costas, minha cunhada resolveu dar o passo final e, como muitas outras vezes, se ajoelhou na minha frente, de costas pra mim, apoiando os braços na mesinha da sala. Com a bunda dela à minha disposição e diante da passividade do namorado, eu direcionei minha pica pra buceta dela, encostei na entrada e fiquei parado. Ela, como muitas outras vezes, foi empurrando a bunda pra trás, enfiando a pica aos poucos. Tava tão molhada que entrou até o fundo sem dificuldade.
Ela gemia sem controle, mais Mesmo na frente do namorado dela, ela se contorcia procurando minha pica, arqueava as costas pra sentir meu peito encostado nela e virava o rosto pra encontrar meus lábios e chupar minha boca. Ela gozou muito rápido, comparado com o que já era normal entre a gente. Enquanto isso, o namorado dela olhava com a cara enfurecida, mas paralisado pelas emoções que corriam nas veias dele. Depois que ela aproveitou o orgasmo dela, gritando tão alto que até os vizinhos deviam ter ouvido, minha cunhada desabou em cima da mesa, com os peitos esmagados e sobrando pelos lados, e virou a cabeça pra encarar o namorado.
Possuído pela luxúria, acelerei as estocadas e comi ela sem controle. Abusei da bunda dela como já tinha feito muitas vezes e sabia que ela gostava, dando uns tapas na bunda de vez em quando pra manter o corpo dela tenso. Quando tive um orgasmo de tirar o fôlego, vi nos olhos da Alicia uma satisfação completa e um pedido de compreensão pro namorado, diante do que ele tava vendo. Minha cunhada, quando eu terminei, segurou minha mão e não deixou eu sair de dentro dela e, como muitas outras vezes, a gente desabou junto no tapete, trocando carícias e apalpadelas.
Distraídos os dois pela paixão que veio de repente, só deu tempo de ouvir a batida da porta do namorado dela quando ele vazou de casa. Continuamos lá largados, descansando, como sempre sem trocar uma palavra sobre o que rolou. Subimos pra dormir como toda noite juntos, pelados os dois, e depois de dormir até meio-dia, passamos o resto do fim de semana ainda mais ligados mentalmente do que antes, como se a fuga do namorado dela tivesse nos libertado de um peso invisível. Nós dois sabíamos que ainda faltava uma variável na equação da nossa vida, mas deixamos como sempre pra resolver conforme as situações fossem aparecendo.CONTINUA...
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