
Buscando intimidade
O quarto tinha só mais um casal, mas o azar quis que, de manhã, eles fossem os últimos a sair e, à noite, quando a gente chegava, eles já estavam lá. Nossos desejos mais safados tinham que ficar pra depois.
Na segunda noite que passamos lá, Diego e eu estávamos meio altos depois de tomar umas cervejas. Ele me dizia que tava com tesão e a gente cruzava os dedos pra que nossos colegas de quarto ainda não tivessem chegado. Não era nossa intenção ir até o fim (ou talvez sim), mas pelo menos uns amassos mais quentes dava tempo.
Encontramos eles dormindo, então fui escovar os dentes meio resmungando porque, de novo, eles tinham chegado antes. Quando tava enxaguando na pia, senti o Diego me pegar pela cintura e pressionar o pau duro contra minha bunda. Me virei, e a gente começou a se beijar com tudo. Ele me enfiou contra a pia e apalpou meus peitos enquanto fechava devagar a porta do banheiro. Toquei naquele volume na virilha dele que me apertava e comecei a acariciar. A gente nem tinha começado direito e até o menor sopro de respiração ecoava e enchia o quarto todo, em silêncio, onde o casal dormia no beliche. Achávamos que dava pra foder na surdina, mas tava impossível, então desistimos da ideia. Ainda de pau duro, Diego me deu um beijo de boa noite e fomos dormir.
O despertador tocou como toda manhã às 9h. Tava tão dormindo que nem percebi que nossos colegas estavam arrumando as coisas. Fui direto pro Tomei banho e deixei a porta entreaberta. Tirei o pijama e, quando estava pelada na frente do espelho, o Diego apareceu. "Quer saber quem foi embora?", ele sussurrou safado enquanto passava a língua no meu pescoço.
Puxei a cueca dele pra baixo e comecei a massagear o pau dele, que já tava durinho pra me dar bom dia. Agarrei a bunda dele e puxei o corpo dele contra o meu pra que o membro deslizasse pelos lábios da minha buceta. Mordisquei o pescoço dele enquanto ele se movia sobre a minha xota, louca pra se abrir pra ele.
Num instante, ele me sentou na pia, pegou uma camisinha e me meteu. Apoiei os pés na parede e me segurei nas costas dele. Ele se perdia nos meus peitos e também lá dentro. Beliscava meus bicos sem parar de me foder. O pau dele entrava e saía convulso de mim, e eu tentava puxar o corpo dele o máximo pra perto pra aproveitar melhor as estocadas.
O membro excitado dele se enterrava no meu ser, mas, de vez em quando, saía pra fora, escorrendo dos meus fluidos, pra se esfregar no meu clitóris. E, de novo, voltava com força, me enlouquecendo.
Ele me segurou pela cintura, fora de si, pra me dar as últimas penetradas, e aí desabou sobre meus peitos molhados de suor. Minhas pernas estavam dormentes de tanta pressão que fiz contra a parede. O momento erótico que a gente tinha tido uns minutos antes já valia as agulhadas que iam vir.
6 comentários - Conto erótico: Buscando intimidade
Hermosa escritora.
Te dejo puntos y besos!