Voltando pra casa na hora do almoço, encontramos meu pai na varanda da piscina lendo o jornal debaixo de um guarda-sol e minha mãe na cozinha. Assim que entrei em casa, fui pro meu quarto pegar uma cueca e um short de esporte e me enfiei no banheiro com a intenção de me trocar e bater uma baita punheta, guardando na memória a imagem da Alicia de biquíni.
Tirando a sunga molhada, pelado, sentei no vaso e, segurando meu pau com força, comecei a descer devagar a cabecinha pra depois subir de novo, sentindo a pressão da mão no meu piru inchado. Na minha mente, passavam imagens do corpo da Alicia se despindo, tirando primeiro a parte de cima do biquíni, mostrando uns peitinhos pequenos, mais claros que o resto da pele morena dela, por causa do uso da peça. Dois bicos escuros coroavam os peitos dela, eu imaginava a textura deles, o toque, o gosto. Depois, a calcinha do biquíni sumia, deixando exposta a bucetinha jovem, sombreada por uma moita de pelinhos morenos espalhados dos dois lados de uns lábios que minha mente desenhava molhados. Ela deitada na minha cama, abrindo devagar as pernas, revelando o precioso clitóris que aparecia ainda mais molhado que a gruta secreta que o guardava. Mais pressão no meu piru. Sem saber como, a imagem da Alicia dava lugar à da minha irmã, aos peitos redondos dela, balançando, com bicos que eu imaginava grandes, rosados e cheios de sensibilidade. O corpo dela substituía o da Alicia na minha cama, e com as mãos ela explorava o interior das coxas, mostrando no rosto um prazer com traços tão estranhos quanto desconhecidos. Mais pressão... Ela começava a se esfregar com movimentos rápidos na buceta... Naquele exato instante, a voz dela e umas batidas na porta do banheiro me tiraram do transe.
- Javi... abre... que eu tô morrendo de vontade de mijar... corre!
Superexcitado e a poucos segundos de gozar, minha irmã, alvo Naquele momento das minhas fantasias, eu queria entrar no banheiro, porra. Coloquei a toalha na cintura sem nada por baixo e, pra disfarçar a ereção violenta que tava, saí do banheiro segurando a cueca e a calça bem junto do pacote pra esconder o tamanho que tinha chegado. Quando saí, quase trombei com a minha irmã, que, fazendo gestos óbvios de desespero, entrou correndo no banheiro; ela ainda tava de biquíni molhado e uma camiseta que deixava transparecer os dois círculos enormes e perfeitos dos peitos dela, que ficavam marcados no tecido porque o sutiã do biquíni ainda não tinha secado.
Ela bateu a porta com força e, antes que eu tivesse tempo de entrar no meu quarto, ouvi ela levantar a tampa do vaso, o som de um jato forte de xixi, dois peidos sonoros e um suspiro de alívio. Já no quarto, pensei em esperar ela terminar pra voltar e acabar o que tinha deixado pela metade, mas uma ideia perversa e arriscada me passou pela cabeça. Fechei a porta do quarto, joguei a cueca e a calça de moletom em cima da cama e tirei a toalha, ficando completamente pelado. Quando ouvi a descarga e minha irmã abrindo a porta do banheiro, coloquei a toalha sobre o pacote, me esforçando pra abaixar um pouco a ereção que ainda tinha, fingindo que tava secando a virilha molhada do biquíni. Como eu esperava, naquele instante minha irmã entrou no quarto.
- Ai, Javi, troca de roupa no banheiro que eu já terminei, e deixa eu pegar a roupa na gaveta que também preciso me trocar.
Fingindo uma naturalidade digna de Oscar, continuei me secando a virilha, que, embora tivesse diminuído um pouco de tamanho, tava a ponto de uma nova ereção. Com ironia, respondi:
- É claro, com o fedor que você deve ter deixado...
- Olha, eu só fiz xixi - respondeu chateada e envergonhada.
- Porra, Laura - falei rindo enquanto parei de me secar, mantendo a toalha no lugar dela-, se daqui já ouviram os peidos.
Embora não tivesse muita confiança no plano, em vez de insistir pra ela se trocar sozinha, comecei a rir de verdade com o comentário. Aproveitei e imitei com a voz o barulho dos peidos, e a risada dela aumentou ainda mais. Percebi com alívio que a situação já não a incomodava tanto.
- Bom, então o que que é? - perguntou ainda com a voz trêmula de tanto rir - Vai me deixar trocar de roupa ou não?
- Troca. Ninguém tá te impedindo - respondi.
- Você tá me impedindo aí, e não vou esperar não, já tô com o biquíni molhado há um tempão. Então, se você não for se trocar no banheiro, vou ficar aqui parada, pra ver se consegue se trocar sem eu ver nada - disse sorrindo e com a sobrancelha franzida de ironia.
Assim que terminou a frase, aproveitei pra começar de novo com os movimentos da toalha, dessa vez pra secar uma coxa, e, olhando nos olhos dela, de propósito, abaixei mais do que devia pra deixar parte do tronco da minha sofrida pica à mostra. Como esperava, ela fixou o olhar naquela parte, e não desviou, como se quisesse mostrar que eu não era habilidoso o suficiente pra me secar sem que ela visse algo que me faria passar vergonha.
- Tá vendo, minha própria irmã me ver pelado, que problemão - me apressei em dizer - Se a gente já se viu um monte de vezes.
- É, mas quando éramos pequenos, não é a mesma coisa - respondeu.
- Bom, mas continuamos sendo irmãos. Além disso - falei de forma cortante, mas sem perder o tom irônico -, eu não tenho nada do que me envergonhar, se você tem, o problema é seu... - e continuei me secando com fingida naturalidade, passando pra outra coxa e cobrindo de novo o pacote. Comecei a temer que, se a coisa continuasse naquele rumo, eu acabaria cedendo e indo pro banheiro pra não conseguir segurar a ereção que já tava se formando.
Ferida no orgulho, ela franziu a sobrancelha de novo, e com o mesmo tom irônico do meu comentário, disse:
- Eu me envergonhar? De quê? Em seguida, ela se virou pro criado-mudo onde a gente guardava as roupas, se abaixou e abriu a última gaveta. Abaixada daquele jeito, eu conseguia ver a tirinha do biquíni que se enfiava entre as nádegas dela, que, em condições normais e de pé, eu não tinha conseguido ver durante a manhã inteira que passamos na piscina. Dava até pra ver claramente o escurecimento e as estrias do cu, já que a tal tirinha só servia pra tampar bem o buraquinho. Ela pegou uma calcinha rosa e uma calça de moletom da mesma cor.
- Tá bom - ela disse ao se levantar -, eu não tenho nada do que me envergonhar, então vou me trocar aqui também. Mas vira de costas.
Enquanto ela tirava a camiseta, meio molhada por causa do biquíni, eu bufei com indiferença, como se a ideia de virar de costas fosse coisa de criança, obedeci e deixei ela se trocar às minhas costas. Enquanto eu secava o cabelo, pensava que o plano tinha falhado, embora pelo menos desse pra ter esperança de que um dia ela consideraria a coisa mais normal do mundo se trocar na minha frente. Eu continuava me esforçando pra não ficar de pau duro como tinha ficado no banheiro e até pouco tempo atrás, quando, às minhas costas, ouvi minha irmã dizer, rindo e com a voz cheia de ironia:
- Nossa, que rabo que o meu irmão tem...
Eu coloquei a toalha de volta sobre o volume e me virei. Não encontrei ela meio nua como esperava. Ela tinha desatado o nó do sutiã do biquíni nas costas, mas segurava ele com um braço cruzado sobre os peitões.
- Qual é? Tá com vergonha, é? - ela disse rindo debochada, como se tivesse marcado um ponto depois da minha ideia de que ela se trocasse ali mesmo sem nenhuma vergonha.
- Nada disso. Mas achei que você também fosse virar de costas - respondi com malícia.
- É, claro, pra você ficar me olhando... - ela disse mantendo o sorriso nos lábios.
- Repito pra você: somos irmãos - respondi calmamente, esperando uma resposta que desse uma nova chance pro meu plano.
- Outra De novo com isso. Só pra te lembrar, caso você não tenha percebido, que eu já não sou mais a garotinha que você viu pelada um monte de vezes. Além do mais, não era você que tava insistindo em querer se trocar aqui? — disse ela, sem perder o sorriso.
— E o que você pensa, que eu sou o mesmo moleque que, aliás, eu também te lembro, você viu pelado a mesma quantidade de vezes?
— Aiii... viu como você fica com vergonha de se trocar na frente da sua irmã? Anda, foda-se a roupa e vai amadurecer, se troca no banheiro.
Laura chegou perto da cama e, com a mão livre, pegou minha calça e minha cueca e me estendeu com um ar condescendente. Agora ou nunca, pensei.
— Vergonha? — respondi — Tá bom — e, afastando a toalha do corpo, deixei ela cair devagar pra revelar e deixar ao alcance da mão dela uma rola que, mesmo sem estar ereta, apareceu maior do que eu mesmo esperava.
O olhar da minha irmã cravou nela, de repente ela parou de sorrir. Aproveitando a confusão dela, falei com um tom debochado:
— Que foi...? Tá gostando mais disso do que da minha bunda?
Tive medo que ela saísse correndo e das possíveis consequências, mas a excitação de estar completamente nu na frente da minha irmã superava esse medo. O olhar dela passou devagar do troféu exposto pros meus olhos. Ela tinha um olhar estranho. Voltou a passar os olhos inquisidores na direção da minha rola. A única coisa que impedia uma ereção como as que eu costumava ter era a confusão que eu também sentia com a reação dela. Aí aconteceu; um olhar misto de ironia e curiosidade tomou conta do rosto dela. Ainda segurando a parte de cima do biquíni com o braço e sem desviar o olhar, ela se aproximou de mim, devagar, até ficar do meu lado. Sem me rodear completamente pra não perder nenhum detalhe do motivo pelo qual eu não tava com vergonha, e praticamente colada em mim, ela ergueu o olhar de novo pra dizer:
— Nossa. Vejo que meu irmãozinho também cresceu.
Ao ouvir essas palavras, e sentir o hálito dela tão perto, senti o sangue ferver nas minhas veias sem outro propósito além de... mostrar pra minha irmã mais nova como o irmão dela podia crescer. Apesar do volume que meu pau tinha ganhado, a ereção passava da horizontal. Me virei de leve pra ter minha irmã bem na minha frente. Se não estávamos colados um no outro era por causa do espaço que aquela ereção exigia, que batia mais ou menos na altura do braço dela tentando esconder aqueles peitos deliciosos que ela resistia em me mostrar.
- Bom... - consegui falar - Vamos ver se você também não fica com vergonha...
Sem responder nada, ela se afastou de mim até a posição em que estava há poucos minutos. Com um sorriso malicioso, começou a deixar cair o sutiã do biquíni bem devagar. Olhando nos meus olhos, o que me excitava ainda mais, quando tirou aquela peça, pude ver dois peitões enormes com a marquinha leve do biquíni, coroados por uns bicos cujo tamanho superava o que eu imaginava. Dois bicos rosados do tamanho de uma bolacha, que pareciam macios, duros e marcados no centro. A pressão interna que sentia no pau me fez reagir, mas resisti a tocar naquele corpo que eu desejava loucamente. Com a cabecinha apontando pro céu, me aproximei dela, a rodeei como ela tinha feito segundos antes, e comecei a me masturbar bem, bem devagar. Segurei meu pau por baixo e comecei a descobrir a cabecinha uma vez, cobria e descobria de novo. Me afastei da minha irmã pra ela poder ver como eu fazia. Percebi que ela começava a ficar excitada. A respiração dela acelerou, enquanto ela começava a acariciar a barriga. Ela começou a morder o lábio inferior e a passar a língua de leve pra umedecer os lábios. Uma das mãos dela foi pro peito, e começou a acariciar, pra descer de novo. Subia de novo, dessa vez até o pescoço, e repetia o movimento, sem tirar os olhos de como eu me masturbava, exceto pra olhar nos meus olhos e ver refletidos nos dela a excitação e o desejo que tomavam conta do quarto. A menos de um metro de distância, nós dois nos masturbávamos, nos deliciávamos com a visão um do outro, mas ainda relutantes em ceder ao desejo de nos atracar no corpo alheio. A excitação que eu sentia naquele momento parecia não combinar com o ritmo lento com que eu esfregava a cabecinha para meu próprio prazer e para o da minha irmã. De repente, a mão livre dela começou a descer pela barriga, até se enfiar dentro da calcinha do biquíni que ela ainda vestia. Então ela me olhou nos olhos, com o olhar mais safado que eu já tinha visto, com a boca aberta numa careta de prazer onde brilhava um sorriso perverso, enquanto eu via a mão dela esfregar o interior das coxas. De repente, ela tirou a mão daquele tesouro precioso com o qual eu queria me fundir e se aproximou de mim. Com cuidado, ela pegou a mão com que eu me masturbava e a tirou da minha pica, que estava inchada e brilhante, o que me deixou confuso; até aquele momento, nós dois tínhamos evitado nos tocar, o que, paradoxalmente, nos excitava ainda mais, eu não sabia a que instinto respondia a nova atitude da minha irmã. Mas, em vez de começar a me masturbar como eu pensei, ela me empurrou, fazendo com que eu caísse sentado na cama, com meu rosto a poucos centímetros da maravilhosa bucetinha que aquele biquíni mal escondia.
- Será que meu querido irmãozinho não vai me ajudar a tirar essa roupa de banho molhada? - ela disse quase num suspiro, com a voz entrecortada pelo nível de excitação que estava sentindo.
Sem pensar duas vezes, segurei os finos laços laterais da calcinha e olhei para cima para ver a expressão de Laura quando começasse a puxá-la para baixo. Com uma lentidão parecida com o ritmo que eu imprimia na minha pica há apenas alguns segundos, comecei a deslizar meus dedos pelas coxas macias dela, arrastando a calcinha para baixo, enquanto via o rosto da minha irmã, entre os dois peitões enormes que estavam sobre minha cabeça, tomada pelo desejo. Foi então que senti pela primeira vez o cheiro Ela exalava excitação, um cheiro que me deixou a mil, que parecia refletir o ardor e o desejo que vinham das entranhas dela. Antes que eu baixasse o olhar pra contemplar aquela bucetinha preciosa, aquela fruta proibida, descoberta na perversidade que nublava nossas mentes, Laura se virou, colocando a bunda bem na minha cara. Por trás, o biquíni tinha resistido a descer como tinha feito na frente, então peguei de novo os cordões laterais da peça. Mas antes que eu pudesse começar a puxar pra baixo, minha irmã, mantendo as nádegas na mesma posição, começou a abaixar as costas, de um jeito que, com minhas mãos no lugar, era ela quem ia descendo a calcinha ao se colocar lentamente de quatro. Assim, as nádegas dela foram ficando expostas até que o fio que as separava desceu de vez, não sem resistir por causa da umidade que o encharcava — uma umidade que já não era culpa do mergulho na piscina. Finalmente, ficou exposto na minha frente o cu incrível da minha irmã, do qual se destacavam as dobras escuras do ânus dela, as mesmas que eu quase tinha visto antes dela entrar no meu jogo. Exalavam também um cheiro especial, transbordavam excitação, e foi um sacrifício resistir a lamber aquele buraquinho preto e molhado, assim como devia estar a boceta dela. Então, as mãos dela entraram em cena, separando ainda mais as nádegas e dilatando o ânus; se eu quisesse, poderia ter perfurado aquele cu fascinante com a língua ou com algum dedo, Laura não teria resistido, mas, como ela tinha resistido a me masturbar, não sei como me segurei e só fiquei contemplando a bunda dela em todo o esplendor, enquanto agarrava meu pau e comecei de novo a bater uma, sentindo uma pressão brutal na cabecinha, como se, com vida própria, desejasse mais que tudo no mundo se enterrar nas profundezas do cu da minha irmã. Lentamente, ela se levantou, e eu vi aquele buraquinho escuro se fechando devagar até desaparecer quando as nádegas se juntaram. Nádegas. Ela se virou e, me encarando, puxou a calcinha de uma vez só até os joelhos. Imerso como eu estava numa tortura infernal que me atormentava tanto quanto me excitava, ela levantou uma perna até apoiar na mesinha de cabeceira que separava as duas camas e, com as duas mãos, afastou os lábios vaginais para deixar o clitóris à mostra. O interior da buceta dela era de um rosa pálido, e apareceu como um oásis no meio da moita dos pelinhos desbotados do púbis. Minha irmã me mostrava orgulhosa o centro absoluto da privacidade dela, o maior segredo dela, um clitóris que me pareceu mágico, que se espreitava entre os lábios menores e que brilhava com a umidade dos próprios fluidos dela. O olhar lascivo que ela tinha me dado antes se multiplicou por mil quando ela começou a se acariciar com as pontas dos dedos. Começou a gemer, a suspirar, enquanto eu parecia ouvir ela sussurrar meu nome.
- Javiii, Javiiii...
- Laura, minha irmãzinha... - respondi também com a voz embargada enquanto acelerava o ritmo no meu pau.
- Diz que você gosta de me ver... - ela conseguiu falar entre ofegos.
- Vou gostar muito mais de te foder, sua raposinha - ousei dizer, excitado ao máximo, olhando nos olhos dela.
O insulto, longe de irritá-la, fez ela aumentar a velocidade dos movimentos e dos ofegos.
- Sim, quero ser sua raposinha, seu safado - ela conseguiu sussurrar de olhos fechados, entre pequenas convulsões que quase a fizeram perder o equilíbrio.
- Crianças! Vamo comeer!
M-E-R-D-A.
Minha mãe chamava a gente pra mesa. O susto me fez pular da cama de uma vez, enquanto minha irmã derrubou o despertador no chão com o pé quando tirou ele da mesinha de cabeceira. Não queria nem pensar no que ia rolar se ela nos pegasse. Laura me pegou pelo braço e me puxou pra trás da porta. Minha mãe bateu antes de abrir, a gente nem tinha lembrado de trancar!, e minha irmã espiou a cabeça pra fora, como se não quisesse que ela a visse pelada.
- Já vou Vou, que estou me trocando" — ela conseguiu dizer, levemente perturbada.
"Mas você ainda está assim?" — perguntou minha mãe, sem notar o desconforto de Laura. "Anda, se apressa, e quando terminar, avisa seu irmão para vir, ele deve estar no banheiro."
"Já vou falar com ele. Vocês vão indo" — respondeu minha irmã, mais aliviada ao ver que não tinha sido pega nem despertado suspeitas. Fechou a porta e encostou o corpo nela, visivelmente aliviada.
Eu sentia que o coração ia sair pela boca, e notei que meu pau tinha voltado ao estado de repouso num instante. Laura sorriu pra mim, pegou minhas roupas, me entregou e, abrindo a porta alguns centímetros, espiou.
"Anda, corre e termina de se arrumar no banheiro, que não tem ninguém por perto" — disse, e imediatamente baixou o olhar pro meu pobre pau.
Sorriu de novo e, me encarando nos olhos, sussurrou:
"Pelo visto vamos ter que continuar isso outro dia. Ah, e nem pense em se trancar no banheiro agora e terminar o que começou... essa punheta quem termina é com a putinha da sua irmã" — falou, enfatizando a palavra "putinha". Na hora, me agarrou pelo pescoço e me beijou na boca. Senti a língua dela frenética atrás da minha. Me afastou de novo, abriu a porta do quarto e, enquanto saía com a toalha e a roupa na mão, me deu um tapa na bunda.
Entrei no banheiro e tive que fazer um esforço danado pra não ficar duro de novo depois do beijo e das palavras da minha irmã. Finalmente consegui me vestir e conferi se não tava na cara pelo volume que tentava controlar na minha cueca. Quando ia sair, bateram na porta.
"Javiiii... vem comeer!" — ouvi minha irmã falar lá fora. Saí e lá estava ela, enquanto meu pai entrava pela porta da rua depois de ter lido o jornal no terraço da piscina.
"Amanhã vocês podem chamar os vizinhos pra virem na piscina, que eu terminei de limpar hoje de manhã. Bota cloro na água" — disse meu pai enquanto ia pra cozinha ajudar minha mãe a terminar de arrumar a mesa.
Eu e a Laura saímos pra varanda, onde a gente costumava comer no verão aproveitando o tempo bom, e sentamos antes dos meus pais chegarem da cozinha. Depois do episódio no quarto, ela tava radiante e, de certa forma, relaxada e sorridente. Sorrindo, ela chegou perto de mim e sussurrou:
— Sabe? Hoje de manhã na casa da Alicia, quando a gente tava vestindo o biquíni, descobrimos debaixo da cama do irmão dela uma revista pornô... E pode acreditar que é um elogio te dizer que tu não tem nada a invejar dos caras que aparecem — confessou minha irmã, apontando por cima da mesa pro espaço que naquele momento ocupava minha virilha.
Me aproximando mais dela, sorrindo com malícia e acariciando a bochecha dela, respondi:
— Nem tu também pra qualquer uma das duas loiras da capa que um desses caras come, irmãzinha.
Quando tirei a mão da bochecha macia dela, a surpresa no rosto dela se manteve até meus pais sentarem pra comer.
Continua...
PRÓXIMA HISTÓRIA:http://www.poringa.net/posts/relatos/2709374/De-vacaciones-con-mi-Hermana-menor-4.html
Tirando a sunga molhada, pelado, sentei no vaso e, segurando meu pau com força, comecei a descer devagar a cabecinha pra depois subir de novo, sentindo a pressão da mão no meu piru inchado. Na minha mente, passavam imagens do corpo da Alicia se despindo, tirando primeiro a parte de cima do biquíni, mostrando uns peitinhos pequenos, mais claros que o resto da pele morena dela, por causa do uso da peça. Dois bicos escuros coroavam os peitos dela, eu imaginava a textura deles, o toque, o gosto. Depois, a calcinha do biquíni sumia, deixando exposta a bucetinha jovem, sombreada por uma moita de pelinhos morenos espalhados dos dois lados de uns lábios que minha mente desenhava molhados. Ela deitada na minha cama, abrindo devagar as pernas, revelando o precioso clitóris que aparecia ainda mais molhado que a gruta secreta que o guardava. Mais pressão no meu piru. Sem saber como, a imagem da Alicia dava lugar à da minha irmã, aos peitos redondos dela, balançando, com bicos que eu imaginava grandes, rosados e cheios de sensibilidade. O corpo dela substituía o da Alicia na minha cama, e com as mãos ela explorava o interior das coxas, mostrando no rosto um prazer com traços tão estranhos quanto desconhecidos. Mais pressão... Ela começava a se esfregar com movimentos rápidos na buceta... Naquele exato instante, a voz dela e umas batidas na porta do banheiro me tiraram do transe.
- Javi... abre... que eu tô morrendo de vontade de mijar... corre!
Superexcitado e a poucos segundos de gozar, minha irmã, alvo Naquele momento das minhas fantasias, eu queria entrar no banheiro, porra. Coloquei a toalha na cintura sem nada por baixo e, pra disfarçar a ereção violenta que tava, saí do banheiro segurando a cueca e a calça bem junto do pacote pra esconder o tamanho que tinha chegado. Quando saí, quase trombei com a minha irmã, que, fazendo gestos óbvios de desespero, entrou correndo no banheiro; ela ainda tava de biquíni molhado e uma camiseta que deixava transparecer os dois círculos enormes e perfeitos dos peitos dela, que ficavam marcados no tecido porque o sutiã do biquíni ainda não tinha secado.
Ela bateu a porta com força e, antes que eu tivesse tempo de entrar no meu quarto, ouvi ela levantar a tampa do vaso, o som de um jato forte de xixi, dois peidos sonoros e um suspiro de alívio. Já no quarto, pensei em esperar ela terminar pra voltar e acabar o que tinha deixado pela metade, mas uma ideia perversa e arriscada me passou pela cabeça. Fechei a porta do quarto, joguei a cueca e a calça de moletom em cima da cama e tirei a toalha, ficando completamente pelado. Quando ouvi a descarga e minha irmã abrindo a porta do banheiro, coloquei a toalha sobre o pacote, me esforçando pra abaixar um pouco a ereção que ainda tinha, fingindo que tava secando a virilha molhada do biquíni. Como eu esperava, naquele instante minha irmã entrou no quarto.
- Ai, Javi, troca de roupa no banheiro que eu já terminei, e deixa eu pegar a roupa na gaveta que também preciso me trocar.
Fingindo uma naturalidade digna de Oscar, continuei me secando a virilha, que, embora tivesse diminuído um pouco de tamanho, tava a ponto de uma nova ereção. Com ironia, respondi:
- É claro, com o fedor que você deve ter deixado...
- Olha, eu só fiz xixi - respondeu chateada e envergonhada.
- Porra, Laura - falei rindo enquanto parei de me secar, mantendo a toalha no lugar dela-, se daqui já ouviram os peidos.
Embora não tivesse muita confiança no plano, em vez de insistir pra ela se trocar sozinha, comecei a rir de verdade com o comentário. Aproveitei e imitei com a voz o barulho dos peidos, e a risada dela aumentou ainda mais. Percebi com alívio que a situação já não a incomodava tanto.
- Bom, então o que que é? - perguntou ainda com a voz trêmula de tanto rir - Vai me deixar trocar de roupa ou não?
- Troca. Ninguém tá te impedindo - respondi.
- Você tá me impedindo aí, e não vou esperar não, já tô com o biquíni molhado há um tempão. Então, se você não for se trocar no banheiro, vou ficar aqui parada, pra ver se consegue se trocar sem eu ver nada - disse sorrindo e com a sobrancelha franzida de ironia.
Assim que terminou a frase, aproveitei pra começar de novo com os movimentos da toalha, dessa vez pra secar uma coxa, e, olhando nos olhos dela, de propósito, abaixei mais do que devia pra deixar parte do tronco da minha sofrida pica à mostra. Como esperava, ela fixou o olhar naquela parte, e não desviou, como se quisesse mostrar que eu não era habilidoso o suficiente pra me secar sem que ela visse algo que me faria passar vergonha.
- Tá vendo, minha própria irmã me ver pelado, que problemão - me apressei em dizer - Se a gente já se viu um monte de vezes.
- É, mas quando éramos pequenos, não é a mesma coisa - respondeu.
- Bom, mas continuamos sendo irmãos. Além disso - falei de forma cortante, mas sem perder o tom irônico -, eu não tenho nada do que me envergonhar, se você tem, o problema é seu... - e continuei me secando com fingida naturalidade, passando pra outra coxa e cobrindo de novo o pacote. Comecei a temer que, se a coisa continuasse naquele rumo, eu acabaria cedendo e indo pro banheiro pra não conseguir segurar a ereção que já tava se formando.
Ferida no orgulho, ela franziu a sobrancelha de novo, e com o mesmo tom irônico do meu comentário, disse:
- Eu me envergonhar? De quê? Em seguida, ela se virou pro criado-mudo onde a gente guardava as roupas, se abaixou e abriu a última gaveta. Abaixada daquele jeito, eu conseguia ver a tirinha do biquíni que se enfiava entre as nádegas dela, que, em condições normais e de pé, eu não tinha conseguido ver durante a manhã inteira que passamos na piscina. Dava até pra ver claramente o escurecimento e as estrias do cu, já que a tal tirinha só servia pra tampar bem o buraquinho. Ela pegou uma calcinha rosa e uma calça de moletom da mesma cor.
- Tá bom - ela disse ao se levantar -, eu não tenho nada do que me envergonhar, então vou me trocar aqui também. Mas vira de costas.
Enquanto ela tirava a camiseta, meio molhada por causa do biquíni, eu bufei com indiferença, como se a ideia de virar de costas fosse coisa de criança, obedeci e deixei ela se trocar às minhas costas. Enquanto eu secava o cabelo, pensava que o plano tinha falhado, embora pelo menos desse pra ter esperança de que um dia ela consideraria a coisa mais normal do mundo se trocar na minha frente. Eu continuava me esforçando pra não ficar de pau duro como tinha ficado no banheiro e até pouco tempo atrás, quando, às minhas costas, ouvi minha irmã dizer, rindo e com a voz cheia de ironia:
- Nossa, que rabo que o meu irmão tem...
Eu coloquei a toalha de volta sobre o volume e me virei. Não encontrei ela meio nua como esperava. Ela tinha desatado o nó do sutiã do biquíni nas costas, mas segurava ele com um braço cruzado sobre os peitões.
- Qual é? Tá com vergonha, é? - ela disse rindo debochada, como se tivesse marcado um ponto depois da minha ideia de que ela se trocasse ali mesmo sem nenhuma vergonha.
- Nada disso. Mas achei que você também fosse virar de costas - respondi com malícia.
- É, claro, pra você ficar me olhando... - ela disse mantendo o sorriso nos lábios.
- Repito pra você: somos irmãos - respondi calmamente, esperando uma resposta que desse uma nova chance pro meu plano.
- Outra De novo com isso. Só pra te lembrar, caso você não tenha percebido, que eu já não sou mais a garotinha que você viu pelada um monte de vezes. Além do mais, não era você que tava insistindo em querer se trocar aqui? — disse ela, sem perder o sorriso.
— E o que você pensa, que eu sou o mesmo moleque que, aliás, eu também te lembro, você viu pelado a mesma quantidade de vezes?
— Aiii... viu como você fica com vergonha de se trocar na frente da sua irmã? Anda, foda-se a roupa e vai amadurecer, se troca no banheiro.
Laura chegou perto da cama e, com a mão livre, pegou minha calça e minha cueca e me estendeu com um ar condescendente. Agora ou nunca, pensei.
— Vergonha? — respondi — Tá bom — e, afastando a toalha do corpo, deixei ela cair devagar pra revelar e deixar ao alcance da mão dela uma rola que, mesmo sem estar ereta, apareceu maior do que eu mesmo esperava.
O olhar da minha irmã cravou nela, de repente ela parou de sorrir. Aproveitando a confusão dela, falei com um tom debochado:
— Que foi...? Tá gostando mais disso do que da minha bunda?
Tive medo que ela saísse correndo e das possíveis consequências, mas a excitação de estar completamente nu na frente da minha irmã superava esse medo. O olhar dela passou devagar do troféu exposto pros meus olhos. Ela tinha um olhar estranho. Voltou a passar os olhos inquisidores na direção da minha rola. A única coisa que impedia uma ereção como as que eu costumava ter era a confusão que eu também sentia com a reação dela. Aí aconteceu; um olhar misto de ironia e curiosidade tomou conta do rosto dela. Ainda segurando a parte de cima do biquíni com o braço e sem desviar o olhar, ela se aproximou de mim, devagar, até ficar do meu lado. Sem me rodear completamente pra não perder nenhum detalhe do motivo pelo qual eu não tava com vergonha, e praticamente colada em mim, ela ergueu o olhar de novo pra dizer:
— Nossa. Vejo que meu irmãozinho também cresceu.
Ao ouvir essas palavras, e sentir o hálito dela tão perto, senti o sangue ferver nas minhas veias sem outro propósito além de... mostrar pra minha irmã mais nova como o irmão dela podia crescer. Apesar do volume que meu pau tinha ganhado, a ereção passava da horizontal. Me virei de leve pra ter minha irmã bem na minha frente. Se não estávamos colados um no outro era por causa do espaço que aquela ereção exigia, que batia mais ou menos na altura do braço dela tentando esconder aqueles peitos deliciosos que ela resistia em me mostrar.
- Bom... - consegui falar - Vamos ver se você também não fica com vergonha...
Sem responder nada, ela se afastou de mim até a posição em que estava há poucos minutos. Com um sorriso malicioso, começou a deixar cair o sutiã do biquíni bem devagar. Olhando nos meus olhos, o que me excitava ainda mais, quando tirou aquela peça, pude ver dois peitões enormes com a marquinha leve do biquíni, coroados por uns bicos cujo tamanho superava o que eu imaginava. Dois bicos rosados do tamanho de uma bolacha, que pareciam macios, duros e marcados no centro. A pressão interna que sentia no pau me fez reagir, mas resisti a tocar naquele corpo que eu desejava loucamente. Com a cabecinha apontando pro céu, me aproximei dela, a rodeei como ela tinha feito segundos antes, e comecei a me masturbar bem, bem devagar. Segurei meu pau por baixo e comecei a descobrir a cabecinha uma vez, cobria e descobria de novo. Me afastei da minha irmã pra ela poder ver como eu fazia. Percebi que ela começava a ficar excitada. A respiração dela acelerou, enquanto ela começava a acariciar a barriga. Ela começou a morder o lábio inferior e a passar a língua de leve pra umedecer os lábios. Uma das mãos dela foi pro peito, e começou a acariciar, pra descer de novo. Subia de novo, dessa vez até o pescoço, e repetia o movimento, sem tirar os olhos de como eu me masturbava, exceto pra olhar nos meus olhos e ver refletidos nos dela a excitação e o desejo que tomavam conta do quarto. A menos de um metro de distância, nós dois nos masturbávamos, nos deliciávamos com a visão um do outro, mas ainda relutantes em ceder ao desejo de nos atracar no corpo alheio. A excitação que eu sentia naquele momento parecia não combinar com o ritmo lento com que eu esfregava a cabecinha para meu próprio prazer e para o da minha irmã. De repente, a mão livre dela começou a descer pela barriga, até se enfiar dentro da calcinha do biquíni que ela ainda vestia. Então ela me olhou nos olhos, com o olhar mais safado que eu já tinha visto, com a boca aberta numa careta de prazer onde brilhava um sorriso perverso, enquanto eu via a mão dela esfregar o interior das coxas. De repente, ela tirou a mão daquele tesouro precioso com o qual eu queria me fundir e se aproximou de mim. Com cuidado, ela pegou a mão com que eu me masturbava e a tirou da minha pica, que estava inchada e brilhante, o que me deixou confuso; até aquele momento, nós dois tínhamos evitado nos tocar, o que, paradoxalmente, nos excitava ainda mais, eu não sabia a que instinto respondia a nova atitude da minha irmã. Mas, em vez de começar a me masturbar como eu pensei, ela me empurrou, fazendo com que eu caísse sentado na cama, com meu rosto a poucos centímetros da maravilhosa bucetinha que aquele biquíni mal escondia.
- Será que meu querido irmãozinho não vai me ajudar a tirar essa roupa de banho molhada? - ela disse quase num suspiro, com a voz entrecortada pelo nível de excitação que estava sentindo.
Sem pensar duas vezes, segurei os finos laços laterais da calcinha e olhei para cima para ver a expressão de Laura quando começasse a puxá-la para baixo. Com uma lentidão parecida com o ritmo que eu imprimia na minha pica há apenas alguns segundos, comecei a deslizar meus dedos pelas coxas macias dela, arrastando a calcinha para baixo, enquanto via o rosto da minha irmã, entre os dois peitões enormes que estavam sobre minha cabeça, tomada pelo desejo. Foi então que senti pela primeira vez o cheiro Ela exalava excitação, um cheiro que me deixou a mil, que parecia refletir o ardor e o desejo que vinham das entranhas dela. Antes que eu baixasse o olhar pra contemplar aquela bucetinha preciosa, aquela fruta proibida, descoberta na perversidade que nublava nossas mentes, Laura se virou, colocando a bunda bem na minha cara. Por trás, o biquíni tinha resistido a descer como tinha feito na frente, então peguei de novo os cordões laterais da peça. Mas antes que eu pudesse começar a puxar pra baixo, minha irmã, mantendo as nádegas na mesma posição, começou a abaixar as costas, de um jeito que, com minhas mãos no lugar, era ela quem ia descendo a calcinha ao se colocar lentamente de quatro. Assim, as nádegas dela foram ficando expostas até que o fio que as separava desceu de vez, não sem resistir por causa da umidade que o encharcava — uma umidade que já não era culpa do mergulho na piscina. Finalmente, ficou exposto na minha frente o cu incrível da minha irmã, do qual se destacavam as dobras escuras do ânus dela, as mesmas que eu quase tinha visto antes dela entrar no meu jogo. Exalavam também um cheiro especial, transbordavam excitação, e foi um sacrifício resistir a lamber aquele buraquinho preto e molhado, assim como devia estar a boceta dela. Então, as mãos dela entraram em cena, separando ainda mais as nádegas e dilatando o ânus; se eu quisesse, poderia ter perfurado aquele cu fascinante com a língua ou com algum dedo, Laura não teria resistido, mas, como ela tinha resistido a me masturbar, não sei como me segurei e só fiquei contemplando a bunda dela em todo o esplendor, enquanto agarrava meu pau e comecei de novo a bater uma, sentindo uma pressão brutal na cabecinha, como se, com vida própria, desejasse mais que tudo no mundo se enterrar nas profundezas do cu da minha irmã. Lentamente, ela se levantou, e eu vi aquele buraquinho escuro se fechando devagar até desaparecer quando as nádegas se juntaram. Nádegas. Ela se virou e, me encarando, puxou a calcinha de uma vez só até os joelhos. Imerso como eu estava numa tortura infernal que me atormentava tanto quanto me excitava, ela levantou uma perna até apoiar na mesinha de cabeceira que separava as duas camas e, com as duas mãos, afastou os lábios vaginais para deixar o clitóris à mostra. O interior da buceta dela era de um rosa pálido, e apareceu como um oásis no meio da moita dos pelinhos desbotados do púbis. Minha irmã me mostrava orgulhosa o centro absoluto da privacidade dela, o maior segredo dela, um clitóris que me pareceu mágico, que se espreitava entre os lábios menores e que brilhava com a umidade dos próprios fluidos dela. O olhar lascivo que ela tinha me dado antes se multiplicou por mil quando ela começou a se acariciar com as pontas dos dedos. Começou a gemer, a suspirar, enquanto eu parecia ouvir ela sussurrar meu nome.
- Javiii, Javiiii...
- Laura, minha irmãzinha... - respondi também com a voz embargada enquanto acelerava o ritmo no meu pau.
- Diz que você gosta de me ver... - ela conseguiu falar entre ofegos.
- Vou gostar muito mais de te foder, sua raposinha - ousei dizer, excitado ao máximo, olhando nos olhos dela.
O insulto, longe de irritá-la, fez ela aumentar a velocidade dos movimentos e dos ofegos.
- Sim, quero ser sua raposinha, seu safado - ela conseguiu sussurrar de olhos fechados, entre pequenas convulsões que quase a fizeram perder o equilíbrio.
- Crianças! Vamo comeer!
M-E-R-D-A.
Minha mãe chamava a gente pra mesa. O susto me fez pular da cama de uma vez, enquanto minha irmã derrubou o despertador no chão com o pé quando tirou ele da mesinha de cabeceira. Não queria nem pensar no que ia rolar se ela nos pegasse. Laura me pegou pelo braço e me puxou pra trás da porta. Minha mãe bateu antes de abrir, a gente nem tinha lembrado de trancar!, e minha irmã espiou a cabeça pra fora, como se não quisesse que ela a visse pelada.
- Já vou Vou, que estou me trocando" — ela conseguiu dizer, levemente perturbada.
"Mas você ainda está assim?" — perguntou minha mãe, sem notar o desconforto de Laura. "Anda, se apressa, e quando terminar, avisa seu irmão para vir, ele deve estar no banheiro."
"Já vou falar com ele. Vocês vão indo" — respondeu minha irmã, mais aliviada ao ver que não tinha sido pega nem despertado suspeitas. Fechou a porta e encostou o corpo nela, visivelmente aliviada.
Eu sentia que o coração ia sair pela boca, e notei que meu pau tinha voltado ao estado de repouso num instante. Laura sorriu pra mim, pegou minhas roupas, me entregou e, abrindo a porta alguns centímetros, espiou.
"Anda, corre e termina de se arrumar no banheiro, que não tem ninguém por perto" — disse, e imediatamente baixou o olhar pro meu pobre pau.
Sorriu de novo e, me encarando nos olhos, sussurrou:
"Pelo visto vamos ter que continuar isso outro dia. Ah, e nem pense em se trancar no banheiro agora e terminar o que começou... essa punheta quem termina é com a putinha da sua irmã" — falou, enfatizando a palavra "putinha". Na hora, me agarrou pelo pescoço e me beijou na boca. Senti a língua dela frenética atrás da minha. Me afastou de novo, abriu a porta do quarto e, enquanto saía com a toalha e a roupa na mão, me deu um tapa na bunda.
Entrei no banheiro e tive que fazer um esforço danado pra não ficar duro de novo depois do beijo e das palavras da minha irmã. Finalmente consegui me vestir e conferi se não tava na cara pelo volume que tentava controlar na minha cueca. Quando ia sair, bateram na porta.
"Javiiii... vem comeer!" — ouvi minha irmã falar lá fora. Saí e lá estava ela, enquanto meu pai entrava pela porta da rua depois de ter lido o jornal no terraço da piscina.
"Amanhã vocês podem chamar os vizinhos pra virem na piscina, que eu terminei de limpar hoje de manhã. Bota cloro na água" — disse meu pai enquanto ia pra cozinha ajudar minha mãe a terminar de arrumar a mesa.
Eu e a Laura saímos pra varanda, onde a gente costumava comer no verão aproveitando o tempo bom, e sentamos antes dos meus pais chegarem da cozinha. Depois do episódio no quarto, ela tava radiante e, de certa forma, relaxada e sorridente. Sorrindo, ela chegou perto de mim e sussurrou:
— Sabe? Hoje de manhã na casa da Alicia, quando a gente tava vestindo o biquíni, descobrimos debaixo da cama do irmão dela uma revista pornô... E pode acreditar que é um elogio te dizer que tu não tem nada a invejar dos caras que aparecem — confessou minha irmã, apontando por cima da mesa pro espaço que naquele momento ocupava minha virilha.
Me aproximando mais dela, sorrindo com malícia e acariciando a bochecha dela, respondi:
— Nem tu também pra qualquer uma das duas loiras da capa que um desses caras come, irmãzinha.
Quando tirei a mão da bochecha macia dela, a surpresa no rosto dela se manteve até meus pais sentarem pra comer.
Continua...
PRÓXIMA HISTÓRIA:http://www.poringa.net/posts/relatos/2709374/De-vacaciones-con-mi-Hermana-menor-4.html
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