Este relato não é de minha autoria.
Cada vez mais a relação entre nós ia subindo de nível, no começo eu só olhava pra ela, depois ela se deixava olhar e agora já coloca a bunda na minha pica. Depois do almoço começamos uma conversa diferente.
— Neném... ontem à noite, quando fui dormir, fiquei pensando.
— O quê?
— Não sei se tá certo o que a gente faz. Somos irmãos e sei que não é certo. Mas tem algo que não me deixa parar, entende?
— Sim, sim (Eu dizia que sim, mas não ligava muito pro que ela tava falando)
— Isso vai ser nosso segredo, cara, tá? Não podemos contar pra ninguém, nem pro amigo mais íntimo que tivermos, nem pro pai, pra ninguém. Promete?
— Sim, te prometo, Paula. Te entendo!!
— Beleza. O que a gente faz hoje? Piscina?
— Siiiim
…
— Paula... posso te fazer uma pergunta?
— Hum, sim, acho que sim.
— Viu o que a gente fez ontem... bom, quando você fez aquilo, sabe que me deixa com muito tesão e me dá vontade de gozar. Você também fica com tesão, né?
— Sim, claro, nenenzinho... por que pergunta essa coisa nojenta??
— Haha porque não sei quando você chega ao orgasmo, entende?
— Ahhh... bom, isso eu resolvi ontem.
— Como? Não entendi.
— Aiiii, bobinho, quero dizer que antes de dormir eu me toquei...
— Ahhhhhhh sim, sim, entendi, hehe
…
Durante a tarde, minha irmã tava preparando alguma coisa na cozinha, nem percebi o que era, quando vi ela, olhei direto pra bunda dela, dessa vez era uma calcinha vermelha, bem justinha no rabo. Não pensei duas vezes e fui até ela, já tava com a pica dura e encostei na bunda dela. Deixei ali uns segundos, minha irmã tava rindo, então continuei, peguei ela pela cintura e comecei a fazer movimentos como se tivesse comendo ela, era tão gostoso, minhas estocadas faziam minha pica bater naquela bunda.
Num momento ela me surpreende e toca minhas pernas, sem me olhar, de costas, pega o elástico da cueca e vai baixando devagar... minha pica pulou pra fora igual uma mola.
Ninguém falava, só agia, já com a pica no ar, empurrei pra frente e fez contato com a calcinha, eu molhava ela com o líquido pré-seminal que saía do meu pau, peguei ela com dois dedos e esfreguei por toda a bunda, passava no meio das nádegas, depois batia ela contra os glúteos, me masturbava e continuava esfregando na calcinha e na bunda, já estava quase gozando…
Gozei tudo nos glúteos, na calcinha, tudo ficou lambuzado de porra, um pouco foi pro chão… enquanto eu terminava de bater uma, minha irmã com as duas mãos passou o sêmen por toda a Booty… como se fosse um creme!
-Mmm, garoto, tô com tesão…
Tirei o pau e ela, sem sair daquela posição, levou a mão direita até a buceta e começou a se tocar… colocou um dedo no meio da calcinha e mexia pra frente e pra trás, marcando a rachinha, foi fazendo cada vez mais rápido, até colocar outro dedo, eu olhava como debaixo daquela bunda cheia de porra, os dedos dela masturbavam a buceta por cima da calcinha, dava pra ver de trás como aquela rachinha se dividia no meio dos dedos, em poucos segundos ela se entregou aos gemidos e chegou ao orgasmo.
-Uuufff, cara, como eu tava…
-Jajaja sim, adorei ver você se tocando, Paula!!!
-Jajaja, vou tomar um banho, garoto, olha como você deixou minha bunda pequena! Adoro ter um irmão degenerado como você!
Ela deu um tapa no glúteo e foi pro banheiro.
…
Essas situações se repetiram por alguns dias, sempre do mesmo jeito, até que ela já tomava a iniciativa. Uma noite antes de dormir, tive a chance de fazer de novo.
Eu estava sentado, minha irmã veio até mim e abriu as pernas de cada lado da cadeira, sentou em cima de mim e, falando cara a cara, quase me fez gozar tudo na hora…
-Mmmm, cara, quero que você faça coisas safadas na minha Booty….
Soltei um gemido forte ao ouvir isso!!!
-Que você passe seu pau por lá e encha ela de porra quente (Sorriu olhando na minha cara)
Minha irmã estava se transformando numa puta infernal em poucos dias…
Ela Levantou e se agachou no chão, começou a engatinhar me mostrando a bunda toda, ela me olhava por cima do ombro me provocando pra eu ir.
Eu levantei e fui atrás dela, me ajoelhei e abaixei a cueca, peguei ela pela cintura, ela tava de quatro e eu por trás, apontei meu pau e passei de novo pela bunda dela, ela fazia a difícil quando eu tentava tocar qualquer parte dela… então só podia tocar ela com o pau, coloquei ele por baixo, usa a palavra: buceta, só a calcinha que ela tava separava a gente, mal passei pela xereca dela e já senti ela molhada por trás do pano, então esfreguei meu pau ali, logo meu pau marcava a racha, o contato com aquele pano e saber que só ali dentro tava a usa a palavra: buceta me deixava louco… depois de umas passadas gozei tuuuuuuuudo… a bunda, a calcinha, tudo leitoso!!!
…
Era uma sexta de manhã, quando acordo com o barulho do telefone.
-Neneeeeeeeeee atende o telefone!!!!!
A Paula gritava do quarto dela. Será que ela não podia atender? Pensei.
Atendi e era meu pai… entre outras coisas ele falou que chegaria em casa domingo à noite, falei que tava feliz, e tal, mas por dentro lamentei.
A Paula não tinha amigas, o que contei no começo, que as amigas falaram que ela podia ser modelo, foi há um tempo… meses pra ser exato. Ela teve um problema sério e desde então não fala com ninguém, eu tinha ela só pra mim mesmo.
-Quem era?
-Tá tão curiosa, por que não atendeu?
-Fala sério, cara, não se faz de bobo.
-Era o pai, gata… ele disse que chega domingo à noite.
-Ufaaa
…
O que será que aquele "ufa" significou? Que não íamos mais poder fazer o que a gente tava fazendo? Isso significa que ela adora fazer? Perguntas que fiz naquela manhã…
Fomos pro quintal… eu entrei na piscina enquanto ela resolveu pegar sol, tava deitada de barriga pra cima numa cadeira daquelas de praia, eu ficava olhando ela de vez em quando, porque dava pra ver ela de frente.
Eu tava olhando pra ela e naquele momento ela abriu os olhos, ela sorriu pra mim e levou as mãos pra trás… na hora eu já sabia o que ela ia fazer. Ela soltou o sutiã e tirou, os peitos dela viram a luz do sol, a Paula jogou o sutiã pra mim… peguei e deixei na borda da piscina.
— Que peitos gostosos, mana… quero apalpar eles…
Ela segurou os próprios peitos enquanto me olhava, e amassava, fazia aquele movimento de subir e descer rápido, balançando eles, mmmmm, passei a mão por cima da cueca, tava bem dura.
Ela se levantou e foi andando até a piscina assim, fresca, pelada, só de calcinha.
Ela entrou na água comigo e veio na minha direção. A gente tava um de frente pro outro, ela sem falar nada pegou com as duas mãos o elástico da minha cueca e foi descendo bem devagar debaixo d’água… quando meu pau ficou de fora, ela aproximou a mão direita e tocou ele, começou a passar dois ou três dedos pelo tronco do meu pau, eu olhava nos olhos dela, e ela alternava, olhava o que tava fazendo debaixo d’água e me olhava nos olhos enquanto sorria, tava me matando.
Ela foi ganhando confiança e tocava a cabeça do meu pau, passava os dedos nas minhas bolas. Parou de fazer isso, e com as mãos dela pegou nas minhas, olhava nos meus olhos e ria, devagar e suave, foi levando minhas mãos até os peitos dela… apoiei as palmas das mãos bem abertas em cada peito, mmmmmmmmmmmmmm… comecei a mexer eles devagar, tratando como se fossem ouro, enquanto a gente se olhava nos olhos e só sorria. Peguei os biquinhos rosados dela com os dedos, apertando um pouquinho, quando fiz isso a Paula soltou uma gargalhada!
De novo ela colocou os dedos no meu pau, com delicadeza puxou a pele pra trás, eu coloquei minha mão por cima da dela e mostrei como segurar, com a palma inteira da mão em volta do pau… depois que ela segurou assim, falei e mostrei o movimento pra fazer uma punheta. A mão dela no meu pau e a minha mão por cima da dela, comecei a mover mostrando como faz.
Depois de umas bombadas ela já aprendeu o trabalho, não sei se tava fazendo certo ou errado, mas eu adorava… ela fazia com muita delicadeza, timidez e ingenuidade. Peguei nos peitos dela de novo, dessa vez mais forte, e falei pra ela tentar ir mais rápido, ela obedeceu e eu não aguentei.
- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh, mmmmmm, siiiim, mmmmmmmmmmm
Enquanto eu gozava tudo na água, ela continuava me punhetando… que prazer!
- Hahaha gostou, neném?
- Mmmmm siiiiiiiiiim
…
- É a primeira vez que você pega numa? (Enquanto eu guardava no boxer)
- É. (Respondeu tímida e sorrindo)
…
No dia seguinte, meu amigo me chamou pra casa dele, não consegui fazer nada com minha irmã e fiquei triste… cheguei de noite e fui direto pro banheiro.
Abri o chuveiro e entrei, tava tomando banho de boa quando a Paula entra, me pegou de surpresa, puxou a cortina e me viu no meio do shampoo.
- O que cê tá fazendo??
- Hahaha te incomoda eu estar aqui? Se quiser eu saio…
- Não, não, não incomoda, não quis dizer que…
- Shhh, fica tranquilo, guri… quero te fazer uma punheta, deixa? (Fez cara de menina inocente com os braços pra trás)
- Siiiiiiiiiiiiim
- Senti muito a sua falta hoje, neném
Na hora o pau subiu sozinho, ela tirou o sutiã mas não a calcinha, entrou no chuveiro e pegou no meu pau, dessa vez mais forte que ontem, se ajoelhou e começou a me punhetar rápido… se continuasse assim, eu ia gozar rápido, o cabelo dela solto e molhado me excitou pra caralho, ver a água escorrendo pelos peitos dela, ela abria a boca enquanto me batia uma, admito que tava fazendo melhor que ontem, tava aprendendo!
Depois de brincar um pouco, ela sacudiu bem rápido e eu gozei tudo… caiu principalmente nos peitos dela, que gostoso era sentir a mão dela!
Ela limpou a mão e os peitos, sem “permissão” eu chupei tudo, chupei os peitos dela, os bicos, lambia, brincava com eles, ela parecia adorar, suspirava enquanto as mãos dela faziam força na minha nuca pra eu continuar chupando… aí ela se separou, me deu um empurrãozinho pra trás e sentou na banheira, abriu as duas pernas e se… Levo uma mão na buceta, ela me olhava com cara de puta e ria, passava os dedos por cima da calcinha, se esfregando rápido, depois enfiou a mão dentro e continuou se masturbando, em poucos segundos gemia, sinal de que tava chegando no orgasmo, quase gritava de prazer, as pernas e os pés dela se mexiam e se contorciam… de repente parou, deixou a mão quieta, e com os olhos fechados.
Ajudei ela a se levantar e fechei a torneira. Fiquei olhando ela de perto e peguei ela pelas costas, levei minha boca até a dela e nos beijamos, começamos devagar e depois foi aumentando o ritmo, beijava aqueles lábios bem carnudos e molhados, os peitos dela batendo no meu peito, escorregando com a água e os bicos roçando em mim… ela parou e falou que até ali a gente ia. Saiu primeiro e depois eu.
…
Adorei como ela comandava, ela ditava as regras, decidia quando começar e quando parar, o que mostrar, o que tocar, etc.
Eu morria de vontade de tocar na buceta dela, chupar, foder, e tudo que pudesse imaginar com a rachinha dela… ela tava se fazendo de difícil ou realmente não queria passar daquele limite.
Antes de dormir, não consegui evitar de falar como tinha sido bom.
– Paula… tudo isso que a gente tá fazendo, eu amo, gosto muito, e não quero que a gente pare quando o pai chegar.
– Eu também gosto, neném, mas com o pai em casa, acho que não dá pra tentar nada.
– Ok, Paula, quero que saiba que você é a melhor irmã que alguém poderia ter.
Porra… Paula não tinha certeza de como isso ia continuar e eu também não, mas tava convencido de que ia pensar em algo.
Amanhecia o último dia sozinhos… “amanhecia” pra mim e pra minha irmã era meio-dia, hehehe.
Tirei a cueca e saí da cama, não tive ideia melhor do que passar o dia pelado.
– O que cê tá fazendo pelado assim?
– Não gostou?
– Gostei, mas acho meio estranho.
– É que é a última tarde que a gente vai ficar sozinho…
– Ah, entendi.
– E você, por que não faz o mesmo?
– Ah não, neném, a gente não pode passar do limite. Certas coisas que a gente faz.
— Que coisas?
— Tô dizendo que a gente não pode fazer muito mais do que já faz, não esquece que somos irmãos, seu bobinho.
— Uuuu, já ficou brava!!
— Kkkk brava eu? Quer alguma coisa?
— Mmmm uma punheta, Paula, quero que você me faça uma…
— Não era eu a brava? Agora não faço nada.
— Kkkkkk era mentira, vai, maninha, por favor
Fui até ela, peguei a mão dela e levei até meu pau, ela não recusou, começou a mexer devagarzinho…
— Viu como sua irmã é malvada, guy… olha como sua irmã boazinha te faz uma punheta…
Meu Deus, isso me deixou a mil, ela percebeu e ficou rindo… a putinha adorava me provocar, se ajoelhou como das outras vezes e começou a bater uma rápida, rápida, bem rápida.
— Mmmmmmmmmm, ahhhhhhh Paulaaaaa, mmmmm
— Vai, guy, quero que você goze pra mim, me dá quentinho, mmmm
Foi o suficiente pra mim, começaram a sair jatos e jatos fortes de porra, tudo foi parar em cima dos peitos da minha irmã, entre os peitos e o pescoço, a mão dela também ficou toda suja… ela continuou mexendo bem devagar depois da gozada, como se quisesse tirar até a última gota, apertando forte.
— Uffffffffffff
— Já me sujou toda, seu porco, mmmmmm
Ela riu e foi se limpar.
…
Minha irmã melhorava cada vez mais, eu tava encantado, meus primeiros passos no sexo foram com a minha própria maninha, e com ela foi a mesma coisa.
A gente nadou um pouco à tarde, eu não tinha coragem de falar nada, esperava que ela tomasse a iniciativa, mas ela não fez nada. Quando saímos, ela ficou tomando sol até quase o pôr do sol, tava deitada de bruços, a bunda empinada aparecendo…
Caminhei até ela e me deitei do lado da minha irmã, enquanto me ajeitava ela me olhava.
— Ficou de pau duro a tarde inteira, neném, em que você tá pensando?
— Em você, Paula.
— O que em mim?
— Mmm… no seu corpo, como sempre.
— Ah é? E que parte do meu corpo? Posso saber?
— Não sei se te falo, tô meio com vergonha…
— Kkkkk você tem vergonha de me falar alguma coisa, mas não de ficar pelado o dia inteiro?? Você é foda Cê tá doidão, hein…
-Hahaha, beleza, cê tem razão, eu gosto do teu corpo inteiro, isso cê sabe, mas lembra daquele dia que cê tava sem calcinha e me mostrou…
-Sim, lembro, e daí?
-Bom, quero ver ela de novo, claro, se cê quiser.
Minha irmã ficou pensando… ou pelo menos me fez acreditar nisso.
-Já te mostrei uma vez…
-Mas vi de longe, não vale, quero ver de pertinho.
-Tem certeza que quer ver?
-Siiim
Ela se levantou e sentou na minha frente, abriu as pernas, me olhou e depois levou a mão naquela parte, com três dedos segurou um lado da calcinha na parte que cobria a pussy, puxou pro lado e eu pude ver ela, uma pussy depilada, tinha uns pelinhos nos lábios maiores, lá dentro dava pra ver aquelas dobras rosadas que me excitavam tanto… eu agarrei minha cock e comecei a bater uma vendo ela.
-Mmmm, adoro, Paula, adoro ver tua pussy… ahhhhhhhh
Paula segurava a calcinha de lado com uma mão e com a outra, colocou dois dedos dos lados dos lábios vaginais e abriu eles, me mostrando tudo por dentro com mais detalhes.
-Queria ver de pertinho, moleque? Olha bem pra ela…
-Siiiiii, mmmmmmmmmmmm, uuuuuhhhhhhhh
A excitação em mim já tava chegando no auge, ela não parava de olhar como eu batia uma enquanto ria e se abria a pussy.
-Cê gosta da minha pussy, seu porco?
-Siiiiiiiiiiii, enfio tudo em você, Paula, mmmmmm
-Que coisa cê enfia em mim, moleque?
-A pijaaaaa mmmmmmmmmmmmmmm
-Cê tá dizendo que quer comer sua irmã?
-Mmmmmmmm sim, sim, Paula, quero te comeeeeer… ahhhhhhhhh
Não aguentei mais, a cum começou a sair, foi caindo na toalha onde a gente tava sentado, um pouco foi parar nas pernas da Paula… Enquanto eu gozava, ela continuava se massageando a pussy, abrindo, fechando…
-Então era isso que te deixava tão tarado, seu porco?
Ela ajeitou a calcinha e deitou de novo.
-Uff, sim… foi muito bom, Paula, valeu mesmo.
-De nada, moleque, cê é muito degenerado…
—Haha, desculpa pelo que te falei, não consegui me segurar…
—Tranquilo, tá tudo bem, entendo… não me incomodou, não sei por quê, mas gostei do que você falou.
Finalmente consegui ver o que eu mais queria, o melhor é que ela tava me mostrando e gostando, além de adorar me deixar com tesão falando um monte de coisa, e depois se faz de santa.
Bom, à noite nosso pai chegou, cumprimentamos ele e preparamos o jantar, obviamente tivemos que vestir roupa, fazia dias que não fazíamos isso, em algum momento sozinhos até brincamos sobre o calor que estávamos sentindo com roupa.
No jantar, papai perguntou o que a gente tinha feito, nós perguntamos como tinham sido as férias dele, enfim… o de sempre.
Fui dormir pensando no que ia rolar com a minha irmã… não sabia se a gente podia continuar fazendo coisas… lembrei da buceta rosada e depilada dela e bati mais uma punheta antes de dormir…
Papai tinha trazido umas roupas pra gente, camisetas principalmente, e pra Paula, entre várias coisas, veio uma saia, bem curta por sinal, azul com detalhes em azul claro. Mais pra frente esse detalhe vai ser importante.
Passamos o dia no nosso quintal, dessa vez o pai tava em casa, então não deu pra fazer nada. O segundo dia também foi assim, tava ficando chato pra caralho, a única coisa que eu podia fazer era bater uma antes de dormir… já tava sentindo falta das brincadeiras com a minha irmã.
Aí, num dia chuvoso, de tarde, nosso pai saiu um pouco pra fazer umas compras no mercado. A gente se despediu, ele disse que voltava logo porque o mercado é perto de casa e não era tanta coisa pra comprar.
Assim que ele fechou a porta, eu puxei a calça junto com a cueca pra baixo e mostrei o pau pra Paula.
— Que isso??? Guarda isso, moleque!!!
— Já foi, Paula, tira a roupa você também.
— Não, para, espera um minuto, se ele nos ver assim, a gente tá ferrado, pensa um pouco, querido…
— Não quer mais fazer o que a gente tava fazendo?
— Quero, sim, quero continuar, mas entende que agora não é hora!!!
- E quando é? Se o papai tá sempre onde a gente tá.
- Sim, eu sei... mas eu tava pensando, meu bem...
- Pensando o quê?
- Como a gente pode fazer!!!
- Ahh e você tem alguma ideia?
- Sim, quando a gente tivesse sozinho eu ia te falar, igual agora, só que você puxou sua pica e não me deixa falar...
- Beleza, então fala.
- Pensei que de noite você pode vir pro meu quarto, ou eu pro seu, mas tem que ser tarde, pra papai não perceber, entendeu?
- Mmmm sim, é boa ideia, eu vou pro seu quarto!!!
- Calma aí, moleque... você é muito apressado!!!
- Por quê?
- Porque a gente não pode fazer isso de qualquer jeito, escuta bem.
- Ufa, tá bom, fala aí.
- A gente vai dormir no mesmo horário que o papai, então temos que ficar acordados e um tempinho depois, quando ele tiver dormindo, você vem pro meu quarto, entendeu, bem?
- Ahhh sim...
- Ahhh o quê? entendeu, né?
- Sim, Paula, sim, fica tranquila.
- Beleza, guarda isso aí que o papai já deve estar chegando.
Ela pegou na minha pica e foi pra outro lugar da casa. Minha irmãzinha tinha bolado um plano bom... perfeito!!! eu só precisava agir como ela mandou.
Nossos quartos ficam em cima... tem que subir as escadas, e tem um corredor. Tem 4 portas do lado esquerdo. A primeira porta é o banheiro, a segunda é meu quarto, a terceira é o quarto da minha irmã e por último o quarto do nosso pai.
No jantar não teve muito o que conversar, ou nada interessante, eu só pensava no que poderia fazer no quarto da Paula. Só de pensar já ficava com a pica dura o tempo todo e tentava disfarçar.
A gente levantou a mesa e ajudei a lavar a louça. Depois de um tempo, papai se despediu e subiu as escadas pra dormir. Paula e eu ficamos uns minutos lá embaixo.
- Quanto tempo espero pra ir?
- Não sei, uma hora.
- Ehhhh?? é muito!!!
- Shhh, senão a gente não vai ficar segura, moleque... quer que papai nos pegue fazendo safadeza? hahaha
- Haha beleza, cê tem razão... então daqui uma hora eu vou.
Subimos juntos e cada um foi pro seu quarto, me Deite na minha cama esperando o tempo passar... deve ter sido a hora mais longa da minha vida, a porra do tempo não passava!!! Olhei pro meu relógio umas 20 vezes, até que finalmente o tempo se cumpriu...
Levantei e, silenciosamente, abri minha porta e fui andando devagar, sem fazer o menor barulho, até o quarto da minha irmã. Por sorte, a porta dela estava entreaberta e eu só precisei deslizar ela pra entrar.
Tava tudo completamente escuro, a Paula percebeu que eu tinha entrado e acendeu a luz do criado-mudo. Vi ela deitada na cama com o cabelo preso, de sutiã e calcinha, cor da pele.
Fechei a porta do quarto e fui até a beira da cama dela.
— Liga o ventilador, pra fazer um barulhinho...
Que inteligente que era minha irmã!! Liguei o ventilador de pé que fazia um barulho baixinho, e ela com um gesto me mandou ir pra onde ela tava. A cama era simples, então íamos ficar bem apertados.
Ela se virou pra um lado da cama.
— Vem, cara, deita aqui. (Apontou pro lado livre)
Dei a volta e fui pro outro lado da cama... apoiei um joelho primeiro e depois subi a outra perna, e me deitei do lado dela.
— Vamos ter que nos cobrir caso o pai venha... assim você pode se esconder debaixo.
Nos cobrimos com dois lençóis.. era pleno verão e se uma coisa a gente ia sofrer era calor.
Depois disso, a Paula se virou pra mim, ficamos de frente, ela apagou a luz e ficamos no escuro. A gente falava baixinho.
— Tá confortável?
— Sim.. faz calor mas beleza, não importa.
— Tava com muita vontade de fazer isso de novo, Paula.
— Quer brincar de fazer umas safadezas?
— Siiim
Com as mãos dela, ela procurou minha cueca... achou e com a palma dela pegou todo o meu pacote duro.
— Tá durasso, garoto... sua irmãzinha te deixa assim?
— Mmmmmmm sim, Paulaaaaa
Tirei a cueca e deixei ela livre ali embaixo, na mesma hora as mãos dela pegaram e ficaram me apalpando por todo lado.
Eu tava em outro mundo, sabia que a Paula não tinha me deixado tocar nela, mas pensei que naquele momento não ia parar, a gente tava muito quente ali embaixo, como parar.
Enquanto eu massageava ela, com uma mão passei a mão na bunda toda, com a palma, deslizando pelas nádegas. Ela não falava nada, só aumentava o ritmo da punheta que tava me dando, continuei apalpando a bunda dela toda, com a outra mão fui parar nos peitos dela, enfiei a mão dentro do sutiã e apalpei também, os bicos tavam bem durinhos. Ela parou e se virou, me dando as costas.
— Encosta em mim, cara, encosta atrás de mim.
Fiz isso... não entendi direito o que ela queria com aquilo, mas obedeci, encostei meu peito nas costas dela, a pica fez contato com a bunda. Ela pegou minha mão e levou de volta pros peitos dela, apalpei tudo que pude, apertando, sentindo eles bem firmes nas minhas mãos.
Fui descendo com a mão, comecei a acariciar a barriga dela, mantive ali uns segundos e depois desci um pouco mais, encontrei a calcinha dela, nisso tudo minha pica tava se enterrando entre as nádegas dela, mantive minha mão ali enquanto Paula suspirava.
Passei minha mão pelo púbis dela, sempre por cima do tecido, desci um pouco mais e com meus dedos cheguei a tocar o clitóris, consegui sentir bem claramente, era um ponto que se destacava, tava bem durinho, quando toquei nele Paula começou a suspirar mais rápido que antes, notei que ela gostava, esfreguei meus dedos ali e ela com as pernas se mexia na cama... estiquei minha mão o máximo que pude e cheguei a tocar a buceta dela, com as pontas dos dedos passei por cima daquele tecido molhado, senti os lábios vaginais nos meus dedos.
— UUmmmhhh cara, como você ousa me tocar aí... sou sua irmã.. mmmmmmmmmmmmmm
— Tira a calcinha, Paula...
Ela tirou minha mão da buceta dela e abaixou, puxou a calcinha até as coxas.
Voltei a me colocar atrás dela, minha pica já se enterrava na porta do cu, como pedindo permissão pra entrar, mas não era isso que tava me chamando atenção, e sim minha mão, novamente coloquei minha mão no púbis dela, agora peladinho, e dessa vez senti uns pelinhos, enrolei eles com meus dedos fazendo círculos ali, e desci mais... quando meus dedos tocaram os lábios dela, a Paula soltou um gemido, não foi tão alto, mas esperava que o pai não tivesse acordado, também não liguei muito na hora, meus dedos tocaram a pussy dela e tava molhada, muito molhada, parecia que ela tinha se mijado... esfreguei meus dedos na buceta ardente dela, no clitóris, também sentia uns pelinhos nas laterais da pussy, tudo encharcado, a Paula só suspirava, comecei a esfregar rápido e minha irmã pegou o travesseiro e mordeu, parecia que queria falar, mas logo entendi que tava gemendo, esfreguei o mais rápido que pude passando meus dedos pela rachinha molhada dela e a Paula se mexeu tanto que não consegui continuar, ela gemia forte, por sorte o travesseiro abafava o barulho, soube que minha irmã tava tendo um orgasmo...
Fiquei parado esperando a reação dela... ficou uns segundos em silêncio.
—Pau... Paula... cê tá bem?
...
—Mmmmmmm cara, como você me tocou bem... me fez ter o melhor orgasmo da minha vida....
—Nossa Paula, sério??
—Uhh sim...
Ela se virou pra me olhar.
—Você ainda não gozou?
—Não...
—Mmmm já que me tocou tão bem, vou te dar um presente... deixo você gozar onde quiser, cara...
—Sério mesmo Paula???
—Sim, vai...
—Mmmm nos peitos, posso?
—Haha tá bom...
Ela acendeu a luz, a gente se descobriu e eu pude ver ela peladinha, embora o sutiã tivesse todo torto, ela tirou e ficou de barriga pra cima. Eu me ajoelhei na cama do lado dela e com meu pau em cima dos peitos dela comecei a bater punheta. Batia uma com os dedos molhados dos líquidos que a pussy da minha irmã soltou.
Ela pegava e apertava os peitos me olhando com cara de puta.
—Mmmm que pussy linda você tem, Paula, mmmmmm
—Sim, você tocou ela toda, seu safado... me dá essa porra que você tem aí...
—Ahhhhhhh, mmmmmmmmmmmmmmm
Soltou tudo, o leite saiu do meu pau e caiu nos peitos dela, soltei uma boa quantidade... quando terminei, a Paula com uma mão passou tudo neles.
- Uff, que gostoso, tá quentinho.
- Mmmm, Paula, você é linda...
- Beleza, vai, sai daqui, não vai que o pai acordou.
- Ok... Paula, você gostou de mim?
- Kkkk claro, gostoso... foi muito bom, vou no banheiro me limpar.
- Beleza, até amanhã.
Saí do quarto dela e entrei no meu... a melhor noite da minha vida.
Quando acordei, desci as escadas e vi a Paula sozinha na cozinha, ela tava linda com o cabelo solto e uma regata, também tava com a saia que o pai tinha dado pra ela.
- Oi, Paula
- Oi, dormiu bem?
- Kkk sim, melhor que nunca. E você?
- Também (ela falou com um sorriso)
- Cadê o pai?
- No quintal, regando as plantas.
- Ah... Paula... já que estamos sozinhos, quero te falar que foi incrível ontem à noite...
- Kkkk sim, eu também adorei.
- Teve um momento que... bom, quando eu toquei você, tava toda molhada...
- Kkkkkkk isso acontece quando eu fico com tesão, moleque, não sabia?
- ...Não... (falei estranhando)
- Ah, gostoso, quando a gente fica excitada, molha ali, entendeu?
- Ahhhh... é por isso! Entendi!!
- Kkk que bobinho.
O pai chegou e a gente foi almoçar.
Comemos a sobremesa e ficamos vendo um pouco de TV os três na sala, depois de um tempo fui na geladeira pegar água. Enquanto bebia, a Paula veio atrás de mim. Falando baixinho, pra o pai não ouvir:
- Olha, gostoso, quero te mostrar uma coisa
Na hora, ela pegou a saia e levantou, pra minha surpresa não tava usando nada, vi a buceta dela e um pouco da ppk, não dava pra ver tudo de frente.
A Paula tava rindo da minha cara... ela baixou a saia e voltou pra sala.
Faltava meia semana de férias do pai, ele trabalhava de manhã e a maior parte da tarde, ótimo pra "brincar" com a Paula.
Naquela tarde, enquanto a gente se divertia... Da piscina, bastou um tempinho em que o pai foi pra dentro falar com a minha irmã.
- Paula, hoje à noite vou de novo no teu quarto...
- Tá bom, mas não faz barulho, igual ontem à noite, combinado?
- Sim.
...
Chegou a hora, entrei no quarto dela, quando ela percebeu minha presença acendeu a luz, o ventilador já tava ligado, a primeira coisa que vi foi minha irmã toda pelada, maravilhoso!!
- Uau Paula, que gostosa você tá assim peladinha...
- Vem cá, guy, anda que tô com vontade de brincar.
Deitei do lado dela, tirei toda a roupa e joguei no chão, Paula apagou a luz e a gente se cobriu debaixo dos lençóis.
A primeira coisa que ela fez foi me beijar, eu tentava acompanhar o caminho dos lábios e da língua dela, os lábios dela estavam uma delícia, a gente se abraçou durante o beijo, nossos corpos estavam bem colados, sentia os bicos dos peitos dela duros no meu peito..
A gente se separou e ela pegou na minha cock, começou a bater uma pra mim enquanto falava um monte no meu ouvido bem baixinho:
- Mmmm que dura que você tá com essa cock, guy... sua irmãzinha te deixa assim tão tesudo?
- Siiiiiim é você que me deixa assim Paulaaaaaa ahhhhhhh
Ela soltou e, deitada de barriga pra cima, pediu pra eu fazer o que fiz na noite anterior.
- Toca na minha pussy, neném, olha como ela tá molhada...
Passei a mão por toda a pussy e de novo parecia uma enchente...
- Viu? Isso é porque eu tô bem quentinha, guy.. me toca, me toca mmmmmmm
Eu tocava o clitóris, os lábios da buceta, esfregava meus dedos por ali igual na noite anterior, ela se contorcia na cama e fazia de tudo pra não gemer.
Ela teve outro orgasmo impressionante...
Paula virou de lado e eu fiquei atrás.
Peguei minha cock e comecei a bater uma, queria gozar também, dessa vez Paula parecia que nem conseguia falar de tão cansada que ficou, eu passei a cock no cu e nas coxas dela enquanto batia uma, em poucos segundos derramei toda a cum.
Assim que eu fiz, Paula pareceu "acordar"
- Uffff você gozou toda na minha pussy, guy......
- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Ela acendeu a luz e nos descobrimos, me levantei e olhei pra ela onde eu tinha gozado, com certeza grande parte do meu sêmen aterrissou na buceta da Paula, que estava fechada entre as coxas... sublime. Paula virou de barriga pra cima e abriu as pernas, levou uma mão na buceta dela e se tocou toda, juntando o sêmen que tinha.
Ela me mostrou a mão cheia de porra enquanto ria e a gente se levantava, ela pra ir no banheiro e eu pro meu quarto.
Mal deitei, já apaguei.
...
No dia seguinte almoçamos normal, Paula vestiu aquela saia de novo e eu já sabia que não teria nada por baixo... a gente se olhou várias vezes enquanto comia, já antecipando o que viria mais tarde.
Ficamos um tempão sem fazer nada até que minha irmã subiu pro quarto dela pra pegar não sei o quê. Papai tava pesquisando algo pro trabalho na sala.
Quando vi ela subir as escadas, me levantei e segui ela...
Abri a porta do quarto dela e encontrei ela revirando as gavetas.
— O que cê tá procurando?
— Uns papéis que papai pediu pro trabalho.
— Ah...
Me aproximei de onde ela tava e levantei a saia dela com uma mão. Com certeza tava pelada por baixo, tinha a bunda toda na minha vista.
— Que cê tá fazendo, cara???
— Gosto de ver sua bunda, Paula...
— Mas agora não dá, shhhh
— Fica tranquila, papai tá lá embaixo, não vai dar nada...
Enquanto ela continuava procurando os malditos papéis, passei a mão na bunda toda dela, depois desci e enfiei entre as coxas dela, tocando a buceta dela toda.
— Mmmm, nene, como cê gosta de me tocar aí....
— Siiim
Continuei tocando a buceta dela, foquei no clitóris, quando passava meus dedos naquele ponto a Paula enlouquecia...
Ela não aguentou mais e se virou.
— Como cê me deixa molhadinha, nene, cê gosta de fazer gracinha comigo, né?
— Ufff sim, Paula, adoro te tocar toda, mmmmmmm
— Vem, vamos pro banheiro pra papai não nos descobrir.
Ela abaixou a saia e eu entrei primeiro no banheiro, seguro de que nosso pai não nos visse, atrás de mim veio a Paula. Fechei a porta.
Assim que fechei a porta, fui na direção dela. Ela pegou no meu pacote e baixou minha calça e cueca, meu pau duro viu a luz do dia e ela segurou ele enquanto sussurrava coisas no meu ouvido.
— Mmmm, que pau duro você tem, seu safado...
Ela sentou no vaso e começou a bater uma punheta pra mim na frente do rosto dela.
Me inclinei de repente e a cabeça do meu pau roçou nos lábios dela.
— Você se atreve a chupar um pouquinho, Paula? Mmmmmmm
— Ai, que nojo, mano...
— Experimenta, vai... mmmmmmm
De novo, encostei a cabeça do pau nos lábios dela... ela abriu um pouco e a cabeça entrou na boca dela. Tentei enfiar mais, mas ela não deixou, tirou e começou a lamber a glande com a língua. Ela se tocava a buceta enquanto fazia isso.
— Toc, toc, toc, tem alguém aí?
Meu Deus, era nosso pai!!! Minha irmã ficou me encarando e reagiu como pôde... com meu pau na mão dela...
— Ehhh, sim, sim, sou eu, o que foi?
— Ah, é que não achei seu irmão, sabe onde ele foi?
— Ehhhhhh, não sei, mmm, deve estar lá embaixo, nem ideia.
— Não vi ele lá embaixo nem no quarto dele. Talvez esteja no quintal.
E foi embora. Imagina a Paula com o pau do irmão na boca, uma mão na buceta e nosso pai batendo na porta... a gente passou mal!!! Só de pensar no que teria acontecido se nosso pai tivesse nos visto, me dava calafrios.
— Ele foi?
— Acho que sim.
— Vai, se veste que eu vejo se ele não está.
Paula abriu a porta e não viu meu pai. Consegui sair e desci as escadas... que perto que foi! Tava suando de susto!!
Meu pai me viu e pediu ajuda com umas coisas do trabalho dele... pra ajudar ele a procurar algo na internet...
Quando terminei isso, não cruzei com a Paula de novo até o jantar. Depois de comer, num momento a sós, a gente conversou sobre o que aconteceu.
— Quase fomos descobertos, é melhor você não vir hoje à noite...
— Ufaaa, Paula...
— Eu sei, mas é melhor parar com isso por enquanto. Você tem noção do que acontece se ele nos descobrir? —Sim, bom, acho que você tem razão...
...
Não conseguimos fazer nada por uns dois dias.
De vez em quando a gente se tocava um pouquinho, mas nada além disso, o medo de sermos descobertos falava mais alto.
A gente tava uma tarde na piscina sozinhos, no dia seguinte o pai voltava ao trabalho. Começamos a conversar com a Paula.
— Não aguento mais, Paula, quero te tocar.
— Shhh, não faz isso agora.
— Vai me chupar, maninha? Quero que você chupe minha pica.
— Shhhhhhhhhhhhhhhhh, não sei, a gente vê depois, neném, agora cala a boca.
Passei a mão na bunda dela... era a única coisa que dava pra fazer.
Fui dormir com os ovos cheios de porra...
Na manhã de segunda, devia ser umas 10 da manhã, quando minha irmã tava me acordando. Claro, o pai já tinha ido trabalhar.
— Guy... guy!!! Acorda, neném.
— Ehm, sim, já tô acordado, mmm
A primeira coisa que vi foi minha irmã de lingerie.
— O pai já foi, quer fazer umas coisinhas comigo? Tô com muita vontade.
— Sim!
A Paula se jogou em cima de mim, começou a me beijar enquanto os peitos dela batiam no meu peito... passei minhas mãos por trás do corpo dela, segurando firme a bunda, deslizando as palmas por toda a extensão das nádegas dela.
A gente se separou e tirou toda a roupa, rápido, levei minha mão até a virilha dela pra fazer ela gozar. Enquanto minha mão tava no púbis dela:
— Quer que eu te toque aí, Paula...?
— Sim, me toca aí, você me deixa louca, guy.... mmmmmmmmm
Esfreguei o clitóris dela e passei a mão na buceta dela, já tava molhada, dava pra sentir na minha mão, isso me deixava louco de tesão.
Enquanto eu masturbava minha irmã, entre gemidos, eu falava com ela.
— Ahhhhhhhhhh mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
— Paula, vai me chupar a pica...??
— Uhhhhhhhhhh sim, vou chupar ela, neném... ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Parei de tocar ela e virei de barriga pra cima, a Paula foi pra trás e, ajoelhada na cama, pegou minha pica e levou até a boca.
— Mmmmm sim, Paula, assim.... que delícia você chupa.... mmmmmmmm
Ela alternava chupadas e lambidas, se tirei ela e enfiei de novo, eu já ia gozar...
– Tô gozando, Paulaaaaa ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
– Mmmm glup glup na boca, gatinho, me dá na boquinhaaaa mmmmmm
Não aguentei mais, o leite começou a jorrar enquanto eu me contorcia de prazer na cama, mal consegui abrir os olhos pra ver a Paula levando o sêmen pros lábios e pra língua...
Depois que acabei, a Paula continuou me lambendo, lambia todo o leite que tinha espalhado por ali...
– Uff, que delícia, Paula, valeu...
Depois de descansar uns minutos, voltei a apalpar ela toda, os peitos, a buceta, o cu...
Me ajoelhei na cama e abri as pernas dela.
– O que você vai fazer comigo, garoto safado?
– Vou chupar sua buceta, Paula, vou lamber ela toda
– Mmmm, isso é muito nojento, gatinho, sou sua irmãzinha... sério que quer chupar a buceta da sua irmã?
– Sim, sim, Paula, vou chupar ela, abre essas perninhas... mmmm
Me coloquei entre as pernas dela e fui direto na rachadinha, um cheiro bem gostoso me invadiu, aquele cheirinho de buceta me deixou louco!
Estiquei a língua e lambi o clitóris, duas, três, quatro vezes, a Paula gemia... apertei com meus lábios e chupei, aí minha irmã curtiu muito.
– Ahhhhhhhhhhhhhhhh continua, gatinho, continua, mmmmmmm tô adorandooooo
Desci um pouco e agora passei a língua por todos os lábios vaginais dela, minha saliva se misturava com os fluidos dela... a Paula dava pulinhos na cama de tão excitada que tava.
– Mmmm, que buceta gostosa você tem, Paula, cê tá gostando do que eu tô fazendo? Mmmmmmm
– Uhhhmmmmmmmm sim, irmãozinho, sim, tô gostando, continua chupando ela, mmmmm vou gozar AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Eu não parei de lamber tudo enquanto minha irmã gritava de prazer e se entregou num orgasmo inesquecível...
A Paula ficou parada, de olhos fechados como se tivesse dormindo, meu pau subiu de novo e eu me masturbei de novo, bati uma punheta e gozei tudo em cima dos pelinhos do púbis dela, fazia uns dias que ela não depilava, então formou uns montinhos. pelinhos lá e eu lambuzei tudo de porra... a gente dormiu um tempinho.
...
Na manhã seguinte já tava quente de novo... dessa vez fui eu que acordei a Paula.
Descemos pra tomar café, papai já tinha ido embora. Comemos algo e quando terminamos ficamos conversando.
– Dormiu bem, Paula?
– Sim, depois do que a gente fez ontem fiquei muito cansada hahaha
– Haha sim, eu também. Você gostou de eu ter chupado ela?
– Sim! Me esquentou muito quando você gozou na minha boca.
– Uff que bom.
– E você gostou do gosto da minha buceta?
– Mmmm é uma delícia, Paula...
– Quer provar de novo?
– Siiiiiiiiii
Paula tirou a calcinha e sentou em cima da mesa, abriu as pernas e me convidou pra comer a delicinha dela.
Ela tava com os lábios bem fechadinhos e ainda "adormecidos"... comecei a lamber ela toda, chupando todo o líquido que ela soltava. Aquele cheiro que saía me matava de prazer.
– Mmmm que delícia que tá a Paula... que delícia que tá sua buceta mmmmmm
– Uhhhhhhmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh simmm siiiiiiiiiiiii
Paula logo ficou louquinha de prazer, gemia demais!
– AhHHHHHHHHHHHH
– Uffff Paula, eu tô muito duro, quero meter em você... quero foder essa bucetinhaa mmmmmmmmmmm
– MMMMMMMMMM UHHHHHHHHHHHHHHHHH você quer me foder, gostoso????? QUER COMER SUA IRMÃ?? AHHHHHHHHHHHHHHHH
– SIIIII
– MMMMMMMmmmmmmmmmmmm enfia esse pau enfia esse pau duro, vagabundo!!!
Parei de lamber e me levantei, coloquei meu pau na buceta dela toda molhada pela minha saliva e pelos fluidos dela, esfreguei um pouquinho ao longo dos lábios vaginais dela.
– Mmmmmmm quer que eu meta, Paula?
– Ahhhhhhh simmm me come me come, vagabundo mmmmmmmmmmmm
Coloquei meu pau no buraquinho dela e empurrei devagar, a buceta dela tava bem apertada, enfiei a cabeça e Paula gritou.
– Ahhhhh tá doendooo
Não liguei e continuei enfiando devagar, ia entrando bem de leve, eu e minha irmã nos olhávamos nos olhos, de repente meu pau entrou inteiro, da buceta dela saía um um pouco de sangue, tirei um pouco e enfiei de novo, a Paula deixou a dor e o rosto dela se transformou em prazer, continuei comendo ela devagarzinho até que a buceta dela foi se acostumando com o tamanho do meu pau...
Aumentei um pouco o ritmo e o sangue parou de sair, a Paula gemendo cada vez mais forte.
A caverna molhada e apertada dela tava me levando ao clímax...
-Vou gozar, Paulaaa AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Tirei e gozei, o leite saiu disparado pro corpo dela, mirei na barriga dela, caiu lá e mais um pouco no púbis...
Fiquei batendo uma enquanto a Paula segurava o meu pau...
-Chupa minha buceta que eu também quero gozar, neném!
Fiz isso, voltei a lamber aqueles lábios rosados e bucetudos gostosos até minha irmã gozar...
A gente se levantou e limpou a mesa toda manchada de sangue, porra, etc...
-Paula... você gostou?
-Sim, agora me ajuda a limpar isso.
...
Limpamos tudo e voltamos pra cama... o resto do dia foi bem normal, de tarde a Paula e eu não falamos do que aconteceu de manhã..
Jantamos com o pai e fomos dormir.
Não sei quanto tempo passou, mas em algum momento da noite ouço barulhos... acordo e na verdade é a Paula me chamando baixinho sentada do meu lado na minha cama!!!
-Neném, tá acordado?
-Mmm sim, sim, Paula, que horas são?
-Não sei, acho que umas 2.
-O que foi? Por que você tá aqui?
-Deu vontade de foder...
Acho que minha cara nunca teve tanta felicidade.
-E se o pai descobre a gente?
-Que se dane o pai, tô muito tesuda, quero que me coma...
Ela tirou a roupa e deitou em cima de mim, baixou minha cueca e começou a chupar meu pau.
-Ahhhh Paula que delícia, que gostosoooo
-Mmmmmmmmm
-Uhhhhhhmmmmmmm
Ela se levantou e veio no meu ouvido:
-Vai lamber minha buceta...?
Sem dizer nada, me posicionei como da outra vez, de joelhos e com a cabeça entre as pernas dela, abri elas e fui direto lamber aquela rachinha ardente e louca por pau. Só fiz isso um pouquinho e a Paula me parou.
-Já tô muito mojadinha neném, preciso que você me coma já.... mmmmmm
Coloquei meu pau em cima da buceta dela, na posição do "missionário" e enfiei devagar, enterrando centímetro por centímetro naquela buceta linda.
-Uhhh você gosta como entra em você, Paula?
-Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh simmm me come, cara, me comeeee
Comecei a comer ela com força, Paula gemia e tinha medo do pai ouvir a gente, mas naquele momento já não importava mais, continuei metendo e tirando meu pau daquela buceta molhada, já ia gozar, então parei.
-Fica assim, Paula, assim.
Fiquei atrás dela, "colherinha", peguei meu pau e procurei a bocetinha dela, encontrei e enfiei a cabecinha...
-Quer que eu te coma, Paula?
-Siiiiim, enfia em mim, cara, enfia esse pauuuu
Enfiei até o fundo e comecei a comer ela com tudo, Paula agarrou o travesseiro pra não deixar os gritos escaparem, nessa posição a buceta estava bem apertada, não aguentei mais e gozei tudo...
-Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
-Mmmmmmmmm mmmmmmmmmmmmmmmmmm uhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Parei meus movimentos dentro dela.... a porra inundou completamente a buceta dela... nós dois gozamos ao mesmo tempo... ficamos parados.
...
...
...
Paula e eu, alguns anos depois daqueles dias, ainda transamos quando podemos nos ver. Ela hoje é casada e eu tenho namorada. Mas nada se compara ao sexo com a Paula.
FIM.
Cada vez mais a relação entre nós ia subindo de nível, no começo eu só olhava pra ela, depois ela se deixava olhar e agora já coloca a bunda na minha pica. Depois do almoço começamos uma conversa diferente.
— Neném... ontem à noite, quando fui dormir, fiquei pensando.
— O quê?
— Não sei se tá certo o que a gente faz. Somos irmãos e sei que não é certo. Mas tem algo que não me deixa parar, entende?
— Sim, sim (Eu dizia que sim, mas não ligava muito pro que ela tava falando)
— Isso vai ser nosso segredo, cara, tá? Não podemos contar pra ninguém, nem pro amigo mais íntimo que tivermos, nem pro pai, pra ninguém. Promete?
— Sim, te prometo, Paula. Te entendo!!
— Beleza. O que a gente faz hoje? Piscina?
— Siiiim
…
— Paula... posso te fazer uma pergunta?
— Hum, sim, acho que sim.
— Viu o que a gente fez ontem... bom, quando você fez aquilo, sabe que me deixa com muito tesão e me dá vontade de gozar. Você também fica com tesão, né?
— Sim, claro, nenenzinho... por que pergunta essa coisa nojenta??
— Haha porque não sei quando você chega ao orgasmo, entende?
— Ahhh... bom, isso eu resolvi ontem.
— Como? Não entendi.
— Aiiii, bobinho, quero dizer que antes de dormir eu me toquei...
— Ahhhhhhh sim, sim, entendi, hehe
…
Durante a tarde, minha irmã tava preparando alguma coisa na cozinha, nem percebi o que era, quando vi ela, olhei direto pra bunda dela, dessa vez era uma calcinha vermelha, bem justinha no rabo. Não pensei duas vezes e fui até ela, já tava com a pica dura e encostei na bunda dela. Deixei ali uns segundos, minha irmã tava rindo, então continuei, peguei ela pela cintura e comecei a fazer movimentos como se tivesse comendo ela, era tão gostoso, minhas estocadas faziam minha pica bater naquela bunda.
Num momento ela me surpreende e toca minhas pernas, sem me olhar, de costas, pega o elástico da cueca e vai baixando devagar... minha pica pulou pra fora igual uma mola.
Ninguém falava, só agia, já com a pica no ar, empurrei pra frente e fez contato com a calcinha, eu molhava ela com o líquido pré-seminal que saía do meu pau, peguei ela com dois dedos e esfreguei por toda a bunda, passava no meio das nádegas, depois batia ela contra os glúteos, me masturbava e continuava esfregando na calcinha e na bunda, já estava quase gozando…
Gozei tudo nos glúteos, na calcinha, tudo ficou lambuzado de porra, um pouco foi pro chão… enquanto eu terminava de bater uma, minha irmã com as duas mãos passou o sêmen por toda a Booty… como se fosse um creme!
-Mmm, garoto, tô com tesão…
Tirei o pau e ela, sem sair daquela posição, levou a mão direita até a buceta e começou a se tocar… colocou um dedo no meio da calcinha e mexia pra frente e pra trás, marcando a rachinha, foi fazendo cada vez mais rápido, até colocar outro dedo, eu olhava como debaixo daquela bunda cheia de porra, os dedos dela masturbavam a buceta por cima da calcinha, dava pra ver de trás como aquela rachinha se dividia no meio dos dedos, em poucos segundos ela se entregou aos gemidos e chegou ao orgasmo.
-Uuufff, cara, como eu tava…
-Jajaja sim, adorei ver você se tocando, Paula!!!
-Jajaja, vou tomar um banho, garoto, olha como você deixou minha bunda pequena! Adoro ter um irmão degenerado como você!
Ela deu um tapa no glúteo e foi pro banheiro.
…
Essas situações se repetiram por alguns dias, sempre do mesmo jeito, até que ela já tomava a iniciativa. Uma noite antes de dormir, tive a chance de fazer de novo.
Eu estava sentado, minha irmã veio até mim e abriu as pernas de cada lado da cadeira, sentou em cima de mim e, falando cara a cara, quase me fez gozar tudo na hora…
-Mmmm, cara, quero que você faça coisas safadas na minha Booty….
Soltei um gemido forte ao ouvir isso!!!
-Que você passe seu pau por lá e encha ela de porra quente (Sorriu olhando na minha cara)
Minha irmã estava se transformando numa puta infernal em poucos dias…
Ela Levantou e se agachou no chão, começou a engatinhar me mostrando a bunda toda, ela me olhava por cima do ombro me provocando pra eu ir.
Eu levantei e fui atrás dela, me ajoelhei e abaixei a cueca, peguei ela pela cintura, ela tava de quatro e eu por trás, apontei meu pau e passei de novo pela bunda dela, ela fazia a difícil quando eu tentava tocar qualquer parte dela… então só podia tocar ela com o pau, coloquei ele por baixo, usa a palavra: buceta, só a calcinha que ela tava separava a gente, mal passei pela xereca dela e já senti ela molhada por trás do pano, então esfreguei meu pau ali, logo meu pau marcava a racha, o contato com aquele pano e saber que só ali dentro tava a usa a palavra: buceta me deixava louco… depois de umas passadas gozei tuuuuuuuudo… a bunda, a calcinha, tudo leitoso!!!
…
Era uma sexta de manhã, quando acordo com o barulho do telefone.
-Neneeeeeeeeee atende o telefone!!!!!
A Paula gritava do quarto dela. Será que ela não podia atender? Pensei.
Atendi e era meu pai… entre outras coisas ele falou que chegaria em casa domingo à noite, falei que tava feliz, e tal, mas por dentro lamentei.
A Paula não tinha amigas, o que contei no começo, que as amigas falaram que ela podia ser modelo, foi há um tempo… meses pra ser exato. Ela teve um problema sério e desde então não fala com ninguém, eu tinha ela só pra mim mesmo.
-Quem era?
-Tá tão curiosa, por que não atendeu?
-Fala sério, cara, não se faz de bobo.
-Era o pai, gata… ele disse que chega domingo à noite.
-Ufaaa
…
O que será que aquele "ufa" significou? Que não íamos mais poder fazer o que a gente tava fazendo? Isso significa que ela adora fazer? Perguntas que fiz naquela manhã…
Fomos pro quintal… eu entrei na piscina enquanto ela resolveu pegar sol, tava deitada de barriga pra cima numa cadeira daquelas de praia, eu ficava olhando ela de vez em quando, porque dava pra ver ela de frente.
Eu tava olhando pra ela e naquele momento ela abriu os olhos, ela sorriu pra mim e levou as mãos pra trás… na hora eu já sabia o que ela ia fazer. Ela soltou o sutiã e tirou, os peitos dela viram a luz do sol, a Paula jogou o sutiã pra mim… peguei e deixei na borda da piscina.
— Que peitos gostosos, mana… quero apalpar eles…
Ela segurou os próprios peitos enquanto me olhava, e amassava, fazia aquele movimento de subir e descer rápido, balançando eles, mmmmm, passei a mão por cima da cueca, tava bem dura.
Ela se levantou e foi andando até a piscina assim, fresca, pelada, só de calcinha.
Ela entrou na água comigo e veio na minha direção. A gente tava um de frente pro outro, ela sem falar nada pegou com as duas mãos o elástico da minha cueca e foi descendo bem devagar debaixo d’água… quando meu pau ficou de fora, ela aproximou a mão direita e tocou ele, começou a passar dois ou três dedos pelo tronco do meu pau, eu olhava nos olhos dela, e ela alternava, olhava o que tava fazendo debaixo d’água e me olhava nos olhos enquanto sorria, tava me matando.
Ela foi ganhando confiança e tocava a cabeça do meu pau, passava os dedos nas minhas bolas. Parou de fazer isso, e com as mãos dela pegou nas minhas, olhava nos meus olhos e ria, devagar e suave, foi levando minhas mãos até os peitos dela… apoiei as palmas das mãos bem abertas em cada peito, mmmmmmmmmmmmmm… comecei a mexer eles devagar, tratando como se fossem ouro, enquanto a gente se olhava nos olhos e só sorria. Peguei os biquinhos rosados dela com os dedos, apertando um pouquinho, quando fiz isso a Paula soltou uma gargalhada!
De novo ela colocou os dedos no meu pau, com delicadeza puxou a pele pra trás, eu coloquei minha mão por cima da dela e mostrei como segurar, com a palma inteira da mão em volta do pau… depois que ela segurou assim, falei e mostrei o movimento pra fazer uma punheta. A mão dela no meu pau e a minha mão por cima da dela, comecei a mover mostrando como faz.
Depois de umas bombadas ela já aprendeu o trabalho, não sei se tava fazendo certo ou errado, mas eu adorava… ela fazia com muita delicadeza, timidez e ingenuidade. Peguei nos peitos dela de novo, dessa vez mais forte, e falei pra ela tentar ir mais rápido, ela obedeceu e eu não aguentei.
- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh, mmmmmm, siiiim, mmmmmmmmmmm
Enquanto eu gozava tudo na água, ela continuava me punhetando… que prazer!
- Hahaha gostou, neném?
- Mmmmm siiiiiiiiiim
…
- É a primeira vez que você pega numa? (Enquanto eu guardava no boxer)
- É. (Respondeu tímida e sorrindo)
…
No dia seguinte, meu amigo me chamou pra casa dele, não consegui fazer nada com minha irmã e fiquei triste… cheguei de noite e fui direto pro banheiro.
Abri o chuveiro e entrei, tava tomando banho de boa quando a Paula entra, me pegou de surpresa, puxou a cortina e me viu no meio do shampoo.
- O que cê tá fazendo??
- Hahaha te incomoda eu estar aqui? Se quiser eu saio…
- Não, não, não incomoda, não quis dizer que…
- Shhh, fica tranquilo, guri… quero te fazer uma punheta, deixa? (Fez cara de menina inocente com os braços pra trás)
- Siiiiiiiiiiiiim
- Senti muito a sua falta hoje, neném
Na hora o pau subiu sozinho, ela tirou o sutiã mas não a calcinha, entrou no chuveiro e pegou no meu pau, dessa vez mais forte que ontem, se ajoelhou e começou a me punhetar rápido… se continuasse assim, eu ia gozar rápido, o cabelo dela solto e molhado me excitou pra caralho, ver a água escorrendo pelos peitos dela, ela abria a boca enquanto me batia uma, admito que tava fazendo melhor que ontem, tava aprendendo!
Depois de brincar um pouco, ela sacudiu bem rápido e eu gozei tudo… caiu principalmente nos peitos dela, que gostoso era sentir a mão dela!
Ela limpou a mão e os peitos, sem “permissão” eu chupei tudo, chupei os peitos dela, os bicos, lambia, brincava com eles, ela parecia adorar, suspirava enquanto as mãos dela faziam força na minha nuca pra eu continuar chupando… aí ela se separou, me deu um empurrãozinho pra trás e sentou na banheira, abriu as duas pernas e se… Levo uma mão na buceta, ela me olhava com cara de puta e ria, passava os dedos por cima da calcinha, se esfregando rápido, depois enfiou a mão dentro e continuou se masturbando, em poucos segundos gemia, sinal de que tava chegando no orgasmo, quase gritava de prazer, as pernas e os pés dela se mexiam e se contorciam… de repente parou, deixou a mão quieta, e com os olhos fechados.
Ajudei ela a se levantar e fechei a torneira. Fiquei olhando ela de perto e peguei ela pelas costas, levei minha boca até a dela e nos beijamos, começamos devagar e depois foi aumentando o ritmo, beijava aqueles lábios bem carnudos e molhados, os peitos dela batendo no meu peito, escorregando com a água e os bicos roçando em mim… ela parou e falou que até ali a gente ia. Saiu primeiro e depois eu.
…
Adorei como ela comandava, ela ditava as regras, decidia quando começar e quando parar, o que mostrar, o que tocar, etc.
Eu morria de vontade de tocar na buceta dela, chupar, foder, e tudo que pudesse imaginar com a rachinha dela… ela tava se fazendo de difícil ou realmente não queria passar daquele limite.
Antes de dormir, não consegui evitar de falar como tinha sido bom.
– Paula… tudo isso que a gente tá fazendo, eu amo, gosto muito, e não quero que a gente pare quando o pai chegar.
– Eu também gosto, neném, mas com o pai em casa, acho que não dá pra tentar nada.
– Ok, Paula, quero que saiba que você é a melhor irmã que alguém poderia ter.
Porra… Paula não tinha certeza de como isso ia continuar e eu também não, mas tava convencido de que ia pensar em algo.
Amanhecia o último dia sozinhos… “amanhecia” pra mim e pra minha irmã era meio-dia, hehehe.
Tirei a cueca e saí da cama, não tive ideia melhor do que passar o dia pelado.
– O que cê tá fazendo pelado assim?
– Não gostou?
– Gostei, mas acho meio estranho.
– É que é a última tarde que a gente vai ficar sozinho…
– Ah, entendi.
– E você, por que não faz o mesmo?
– Ah não, neném, a gente não pode passar do limite. Certas coisas que a gente faz.
— Que coisas?
— Tô dizendo que a gente não pode fazer muito mais do que já faz, não esquece que somos irmãos, seu bobinho.
— Uuuu, já ficou brava!!
— Kkkk brava eu? Quer alguma coisa?
— Mmmm uma punheta, Paula, quero que você me faça uma…
— Não era eu a brava? Agora não faço nada.
— Kkkkkk era mentira, vai, maninha, por favor
Fui até ela, peguei a mão dela e levei até meu pau, ela não recusou, começou a mexer devagarzinho…
— Viu como sua irmã é malvada, guy… olha como sua irmã boazinha te faz uma punheta…
Meu Deus, isso me deixou a mil, ela percebeu e ficou rindo… a putinha adorava me provocar, se ajoelhou como das outras vezes e começou a bater uma rápida, rápida, bem rápida.
— Mmmmmmmmmm, ahhhhhhh Paulaaaaa, mmmmm
— Vai, guy, quero que você goze pra mim, me dá quentinho, mmmm
Foi o suficiente pra mim, começaram a sair jatos e jatos fortes de porra, tudo foi parar em cima dos peitos da minha irmã, entre os peitos e o pescoço, a mão dela também ficou toda suja… ela continuou mexendo bem devagar depois da gozada, como se quisesse tirar até a última gota, apertando forte.
— Uffffffffffff
— Já me sujou toda, seu porco, mmmmmm
Ela riu e foi se limpar.
…
Minha irmã melhorava cada vez mais, eu tava encantado, meus primeiros passos no sexo foram com a minha própria maninha, e com ela foi a mesma coisa.
A gente nadou um pouco à tarde, eu não tinha coragem de falar nada, esperava que ela tomasse a iniciativa, mas ela não fez nada. Quando saímos, ela ficou tomando sol até quase o pôr do sol, tava deitada de bruços, a bunda empinada aparecendo…
Caminhei até ela e me deitei do lado da minha irmã, enquanto me ajeitava ela me olhava.
— Ficou de pau duro a tarde inteira, neném, em que você tá pensando?
— Em você, Paula.
— O que em mim?
— Mmm… no seu corpo, como sempre.
— Ah é? E que parte do meu corpo? Posso saber?
— Não sei se te falo, tô meio com vergonha…
— Kkkkk você tem vergonha de me falar alguma coisa, mas não de ficar pelado o dia inteiro?? Você é foda Cê tá doidão, hein…
-Hahaha, beleza, cê tem razão, eu gosto do teu corpo inteiro, isso cê sabe, mas lembra daquele dia que cê tava sem calcinha e me mostrou…
-Sim, lembro, e daí?
-Bom, quero ver ela de novo, claro, se cê quiser.
Minha irmã ficou pensando… ou pelo menos me fez acreditar nisso.
-Já te mostrei uma vez…
-Mas vi de longe, não vale, quero ver de pertinho.
-Tem certeza que quer ver?
-Siiim
Ela se levantou e sentou na minha frente, abriu as pernas, me olhou e depois levou a mão naquela parte, com três dedos segurou um lado da calcinha na parte que cobria a pussy, puxou pro lado e eu pude ver ela, uma pussy depilada, tinha uns pelinhos nos lábios maiores, lá dentro dava pra ver aquelas dobras rosadas que me excitavam tanto… eu agarrei minha cock e comecei a bater uma vendo ela.
-Mmmm, adoro, Paula, adoro ver tua pussy… ahhhhhhhh
Paula segurava a calcinha de lado com uma mão e com a outra, colocou dois dedos dos lados dos lábios vaginais e abriu eles, me mostrando tudo por dentro com mais detalhes.
-Queria ver de pertinho, moleque? Olha bem pra ela…
-Siiiiii, mmmmmmmmmmmm, uuuuuhhhhhhhh
A excitação em mim já tava chegando no auge, ela não parava de olhar como eu batia uma enquanto ria e se abria a pussy.
-Cê gosta da minha pussy, seu porco?
-Siiiiiiiiiiii, enfio tudo em você, Paula, mmmmmm
-Que coisa cê enfia em mim, moleque?
-A pijaaaaa mmmmmmmmmmmmmmm
-Cê tá dizendo que quer comer sua irmã?
-Mmmmmmmm sim, sim, Paula, quero te comeeeeer… ahhhhhhhhh
Não aguentei mais, a cum começou a sair, foi caindo na toalha onde a gente tava sentado, um pouco foi parar nas pernas da Paula… Enquanto eu gozava, ela continuava se massageando a pussy, abrindo, fechando…
-Então era isso que te deixava tão tarado, seu porco?
Ela ajeitou a calcinha e deitou de novo.
-Uff, sim… foi muito bom, Paula, valeu mesmo.
-De nada, moleque, cê é muito degenerado…
—Haha, desculpa pelo que te falei, não consegui me segurar…
—Tranquilo, tá tudo bem, entendo… não me incomodou, não sei por quê, mas gostei do que você falou.
Finalmente consegui ver o que eu mais queria, o melhor é que ela tava me mostrando e gostando, além de adorar me deixar com tesão falando um monte de coisa, e depois se faz de santa.
Bom, à noite nosso pai chegou, cumprimentamos ele e preparamos o jantar, obviamente tivemos que vestir roupa, fazia dias que não fazíamos isso, em algum momento sozinhos até brincamos sobre o calor que estávamos sentindo com roupa.
No jantar, papai perguntou o que a gente tinha feito, nós perguntamos como tinham sido as férias dele, enfim… o de sempre.
Fui dormir pensando no que ia rolar com a minha irmã… não sabia se a gente podia continuar fazendo coisas… lembrei da buceta rosada e depilada dela e bati mais uma punheta antes de dormir…
Papai tinha trazido umas roupas pra gente, camisetas principalmente, e pra Paula, entre várias coisas, veio uma saia, bem curta por sinal, azul com detalhes em azul claro. Mais pra frente esse detalhe vai ser importante.
Passamos o dia no nosso quintal, dessa vez o pai tava em casa, então não deu pra fazer nada. O segundo dia também foi assim, tava ficando chato pra caralho, a única coisa que eu podia fazer era bater uma antes de dormir… já tava sentindo falta das brincadeiras com a minha irmã.
Aí, num dia chuvoso, de tarde, nosso pai saiu um pouco pra fazer umas compras no mercado. A gente se despediu, ele disse que voltava logo porque o mercado é perto de casa e não era tanta coisa pra comprar.
Assim que ele fechou a porta, eu puxei a calça junto com a cueca pra baixo e mostrei o pau pra Paula.
— Que isso??? Guarda isso, moleque!!!
— Já foi, Paula, tira a roupa você também.
— Não, para, espera um minuto, se ele nos ver assim, a gente tá ferrado, pensa um pouco, querido…
— Não quer mais fazer o que a gente tava fazendo?
— Quero, sim, quero continuar, mas entende que agora não é hora!!!
- E quando é? Se o papai tá sempre onde a gente tá.
- Sim, eu sei... mas eu tava pensando, meu bem...
- Pensando o quê?
- Como a gente pode fazer!!!
- Ahh e você tem alguma ideia?
- Sim, quando a gente tivesse sozinho eu ia te falar, igual agora, só que você puxou sua pica e não me deixa falar...
- Beleza, então fala.
- Pensei que de noite você pode vir pro meu quarto, ou eu pro seu, mas tem que ser tarde, pra papai não perceber, entendeu?
- Mmmm sim, é boa ideia, eu vou pro seu quarto!!!
- Calma aí, moleque... você é muito apressado!!!
- Por quê?
- Porque a gente não pode fazer isso de qualquer jeito, escuta bem.
- Ufa, tá bom, fala aí.
- A gente vai dormir no mesmo horário que o papai, então temos que ficar acordados e um tempinho depois, quando ele tiver dormindo, você vem pro meu quarto, entendeu, bem?
- Ahhh sim...
- Ahhh o quê? entendeu, né?
- Sim, Paula, sim, fica tranquila.
- Beleza, guarda isso aí que o papai já deve estar chegando.
Ela pegou na minha pica e foi pra outro lugar da casa. Minha irmãzinha tinha bolado um plano bom... perfeito!!! eu só precisava agir como ela mandou.
Nossos quartos ficam em cima... tem que subir as escadas, e tem um corredor. Tem 4 portas do lado esquerdo. A primeira porta é o banheiro, a segunda é meu quarto, a terceira é o quarto da minha irmã e por último o quarto do nosso pai.
No jantar não teve muito o que conversar, ou nada interessante, eu só pensava no que poderia fazer no quarto da Paula. Só de pensar já ficava com a pica dura o tempo todo e tentava disfarçar.
A gente levantou a mesa e ajudei a lavar a louça. Depois de um tempo, papai se despediu e subiu as escadas pra dormir. Paula e eu ficamos uns minutos lá embaixo.
- Quanto tempo espero pra ir?
- Não sei, uma hora.
- Ehhhh?? é muito!!!
- Shhh, senão a gente não vai ficar segura, moleque... quer que papai nos pegue fazendo safadeza? hahaha
- Haha beleza, cê tem razão... então daqui uma hora eu vou.
Subimos juntos e cada um foi pro seu quarto, me Deite na minha cama esperando o tempo passar... deve ter sido a hora mais longa da minha vida, a porra do tempo não passava!!! Olhei pro meu relógio umas 20 vezes, até que finalmente o tempo se cumpriu...
Levantei e, silenciosamente, abri minha porta e fui andando devagar, sem fazer o menor barulho, até o quarto da minha irmã. Por sorte, a porta dela estava entreaberta e eu só precisei deslizar ela pra entrar.
Tava tudo completamente escuro, a Paula percebeu que eu tinha entrado e acendeu a luz do criado-mudo. Vi ela deitada na cama com o cabelo preso, de sutiã e calcinha, cor da pele.
Fechei a porta do quarto e fui até a beira da cama dela.
— Liga o ventilador, pra fazer um barulhinho...
Que inteligente que era minha irmã!! Liguei o ventilador de pé que fazia um barulho baixinho, e ela com um gesto me mandou ir pra onde ela tava. A cama era simples, então íamos ficar bem apertados.
Ela se virou pra um lado da cama.
— Vem, cara, deita aqui. (Apontou pro lado livre)
Dei a volta e fui pro outro lado da cama... apoiei um joelho primeiro e depois subi a outra perna, e me deitei do lado dela.
— Vamos ter que nos cobrir caso o pai venha... assim você pode se esconder debaixo.
Nos cobrimos com dois lençóis.. era pleno verão e se uma coisa a gente ia sofrer era calor.
Depois disso, a Paula se virou pra mim, ficamos de frente, ela apagou a luz e ficamos no escuro. A gente falava baixinho.
— Tá confortável?
— Sim.. faz calor mas beleza, não importa.
— Tava com muita vontade de fazer isso de novo, Paula.
— Quer brincar de fazer umas safadezas?
— Siiim
Com as mãos dela, ela procurou minha cueca... achou e com a palma dela pegou todo o meu pacote duro.
— Tá durasso, garoto... sua irmãzinha te deixa assim?
— Mmmmmmm sim, Paulaaaaa
Tirei a cueca e deixei ela livre ali embaixo, na mesma hora as mãos dela pegaram e ficaram me apalpando por todo lado.
Eu tava em outro mundo, sabia que a Paula não tinha me deixado tocar nela, mas pensei que naquele momento não ia parar, a gente tava muito quente ali embaixo, como parar.
Enquanto eu massageava ela, com uma mão passei a mão na bunda toda, com a palma, deslizando pelas nádegas. Ela não falava nada, só aumentava o ritmo da punheta que tava me dando, continuei apalpando a bunda dela toda, com a outra mão fui parar nos peitos dela, enfiei a mão dentro do sutiã e apalpei também, os bicos tavam bem durinhos. Ela parou e se virou, me dando as costas.
— Encosta em mim, cara, encosta atrás de mim.
Fiz isso... não entendi direito o que ela queria com aquilo, mas obedeci, encostei meu peito nas costas dela, a pica fez contato com a bunda. Ela pegou minha mão e levou de volta pros peitos dela, apalpei tudo que pude, apertando, sentindo eles bem firmes nas minhas mãos.
Fui descendo com a mão, comecei a acariciar a barriga dela, mantive ali uns segundos e depois desci um pouco mais, encontrei a calcinha dela, nisso tudo minha pica tava se enterrando entre as nádegas dela, mantive minha mão ali enquanto Paula suspirava.
Passei minha mão pelo púbis dela, sempre por cima do tecido, desci um pouco mais e com meus dedos cheguei a tocar o clitóris, consegui sentir bem claramente, era um ponto que se destacava, tava bem durinho, quando toquei nele Paula começou a suspirar mais rápido que antes, notei que ela gostava, esfreguei meus dedos ali e ela com as pernas se mexia na cama... estiquei minha mão o máximo que pude e cheguei a tocar a buceta dela, com as pontas dos dedos passei por cima daquele tecido molhado, senti os lábios vaginais nos meus dedos.
— UUmmmhhh cara, como você ousa me tocar aí... sou sua irmã.. mmmmmmmmmmmmmm
— Tira a calcinha, Paula...
Ela tirou minha mão da buceta dela e abaixou, puxou a calcinha até as coxas.
Voltei a me colocar atrás dela, minha pica já se enterrava na porta do cu, como pedindo permissão pra entrar, mas não era isso que tava me chamando atenção, e sim minha mão, novamente coloquei minha mão no púbis dela, agora peladinho, e dessa vez senti uns pelinhos, enrolei eles com meus dedos fazendo círculos ali, e desci mais... quando meus dedos tocaram os lábios dela, a Paula soltou um gemido, não foi tão alto, mas esperava que o pai não tivesse acordado, também não liguei muito na hora, meus dedos tocaram a pussy dela e tava molhada, muito molhada, parecia que ela tinha se mijado... esfreguei meus dedos na buceta ardente dela, no clitóris, também sentia uns pelinhos nas laterais da pussy, tudo encharcado, a Paula só suspirava, comecei a esfregar rápido e minha irmã pegou o travesseiro e mordeu, parecia que queria falar, mas logo entendi que tava gemendo, esfreguei o mais rápido que pude passando meus dedos pela rachinha molhada dela e a Paula se mexeu tanto que não consegui continuar, ela gemia forte, por sorte o travesseiro abafava o barulho, soube que minha irmã tava tendo um orgasmo...
Fiquei parado esperando a reação dela... ficou uns segundos em silêncio.
—Pau... Paula... cê tá bem?
...
—Mmmmmmm cara, como você me tocou bem... me fez ter o melhor orgasmo da minha vida....
—Nossa Paula, sério??
—Uhh sim...
Ela se virou pra me olhar.
—Você ainda não gozou?
—Não...
—Mmmm já que me tocou tão bem, vou te dar um presente... deixo você gozar onde quiser, cara...
—Sério mesmo Paula???
—Sim, vai...
—Mmmm nos peitos, posso?
—Haha tá bom...
Ela acendeu a luz, a gente se descobriu e eu pude ver ela peladinha, embora o sutiã tivesse todo torto, ela tirou e ficou de barriga pra cima. Eu me ajoelhei na cama do lado dela e com meu pau em cima dos peitos dela comecei a bater punheta. Batia uma com os dedos molhados dos líquidos que a pussy da minha irmã soltou.
Ela pegava e apertava os peitos me olhando com cara de puta.
—Mmmm que pussy linda você tem, Paula, mmmmmm
—Sim, você tocou ela toda, seu safado... me dá essa porra que você tem aí...
—Ahhhhhhh, mmmmmmmmmmmmmmm
Soltou tudo, o leite saiu do meu pau e caiu nos peitos dela, soltei uma boa quantidade... quando terminei, a Paula com uma mão passou tudo neles.
- Uff, que gostoso, tá quentinho.
- Mmmm, Paula, você é linda...
- Beleza, vai, sai daqui, não vai que o pai acordou.
- Ok... Paula, você gostou de mim?
- Kkkk claro, gostoso... foi muito bom, vou no banheiro me limpar.
- Beleza, até amanhã.
Saí do quarto dela e entrei no meu... a melhor noite da minha vida.
Quando acordei, desci as escadas e vi a Paula sozinha na cozinha, ela tava linda com o cabelo solto e uma regata, também tava com a saia que o pai tinha dado pra ela.
- Oi, Paula
- Oi, dormiu bem?
- Kkk sim, melhor que nunca. E você?
- Também (ela falou com um sorriso)
- Cadê o pai?
- No quintal, regando as plantas.
- Ah... Paula... já que estamos sozinhos, quero te falar que foi incrível ontem à noite...
- Kkkk sim, eu também adorei.
- Teve um momento que... bom, quando eu toquei você, tava toda molhada...
- Kkkkkkk isso acontece quando eu fico com tesão, moleque, não sabia?
- ...Não... (falei estranhando)
- Ah, gostoso, quando a gente fica excitada, molha ali, entendeu?
- Ahhhh... é por isso! Entendi!!
- Kkk que bobinho.
O pai chegou e a gente foi almoçar.
Comemos a sobremesa e ficamos vendo um pouco de TV os três na sala, depois de um tempo fui na geladeira pegar água. Enquanto bebia, a Paula veio atrás de mim. Falando baixinho, pra o pai não ouvir:
- Olha, gostoso, quero te mostrar uma coisa
Na hora, ela pegou a saia e levantou, pra minha surpresa não tava usando nada, vi a buceta dela e um pouco da ppk, não dava pra ver tudo de frente.
A Paula tava rindo da minha cara... ela baixou a saia e voltou pra sala.
Faltava meia semana de férias do pai, ele trabalhava de manhã e a maior parte da tarde, ótimo pra "brincar" com a Paula.
Naquela tarde, enquanto a gente se divertia... Da piscina, bastou um tempinho em que o pai foi pra dentro falar com a minha irmã.
- Paula, hoje à noite vou de novo no teu quarto...
- Tá bom, mas não faz barulho, igual ontem à noite, combinado?
- Sim.
...
Chegou a hora, entrei no quarto dela, quando ela percebeu minha presença acendeu a luz, o ventilador já tava ligado, a primeira coisa que vi foi minha irmã toda pelada, maravilhoso!!
- Uau Paula, que gostosa você tá assim peladinha...
- Vem cá, guy, anda que tô com vontade de brincar.
Deitei do lado dela, tirei toda a roupa e joguei no chão, Paula apagou a luz e a gente se cobriu debaixo dos lençóis.
A primeira coisa que ela fez foi me beijar, eu tentava acompanhar o caminho dos lábios e da língua dela, os lábios dela estavam uma delícia, a gente se abraçou durante o beijo, nossos corpos estavam bem colados, sentia os bicos dos peitos dela duros no meu peito..
A gente se separou e ela pegou na minha cock, começou a bater uma pra mim enquanto falava um monte no meu ouvido bem baixinho:
- Mmmm que dura que você tá com essa cock, guy... sua irmãzinha te deixa assim tão tesudo?
- Siiiiiim é você que me deixa assim Paulaaaaaa ahhhhhhh
Ela soltou e, deitada de barriga pra cima, pediu pra eu fazer o que fiz na noite anterior.
- Toca na minha pussy, neném, olha como ela tá molhada...
Passei a mão por toda a pussy e de novo parecia uma enchente...
- Viu? Isso é porque eu tô bem quentinha, guy.. me toca, me toca mmmmmmm
Eu tocava o clitóris, os lábios da buceta, esfregava meus dedos por ali igual na noite anterior, ela se contorcia na cama e fazia de tudo pra não gemer.
Ela teve outro orgasmo impressionante...
Paula virou de lado e eu fiquei atrás.
Peguei minha cock e comecei a bater uma, queria gozar também, dessa vez Paula parecia que nem conseguia falar de tão cansada que ficou, eu passei a cock no cu e nas coxas dela enquanto batia uma, em poucos segundos derramei toda a cum.
Assim que eu fiz, Paula pareceu "acordar"
- Uffff você gozou toda na minha pussy, guy......
- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Ela acendeu a luz e nos descobrimos, me levantei e olhei pra ela onde eu tinha gozado, com certeza grande parte do meu sêmen aterrissou na buceta da Paula, que estava fechada entre as coxas... sublime. Paula virou de barriga pra cima e abriu as pernas, levou uma mão na buceta dela e se tocou toda, juntando o sêmen que tinha.
Ela me mostrou a mão cheia de porra enquanto ria e a gente se levantava, ela pra ir no banheiro e eu pro meu quarto.
Mal deitei, já apaguei.
...
No dia seguinte almoçamos normal, Paula vestiu aquela saia de novo e eu já sabia que não teria nada por baixo... a gente se olhou várias vezes enquanto comia, já antecipando o que viria mais tarde.
Ficamos um tempão sem fazer nada até que minha irmã subiu pro quarto dela pra pegar não sei o quê. Papai tava pesquisando algo pro trabalho na sala.
Quando vi ela subir as escadas, me levantei e segui ela...
Abri a porta do quarto dela e encontrei ela revirando as gavetas.
— O que cê tá procurando?
— Uns papéis que papai pediu pro trabalho.
— Ah...
Me aproximei de onde ela tava e levantei a saia dela com uma mão. Com certeza tava pelada por baixo, tinha a bunda toda na minha vista.
— Que cê tá fazendo, cara???
— Gosto de ver sua bunda, Paula...
— Mas agora não dá, shhhh
— Fica tranquila, papai tá lá embaixo, não vai dar nada...
Enquanto ela continuava procurando os malditos papéis, passei a mão na bunda toda dela, depois desci e enfiei entre as coxas dela, tocando a buceta dela toda.
— Mmmm, nene, como cê gosta de me tocar aí....
— Siiim
Continuei tocando a buceta dela, foquei no clitóris, quando passava meus dedos naquele ponto a Paula enlouquecia...
Ela não aguentou mais e se virou.
— Como cê me deixa molhadinha, nene, cê gosta de fazer gracinha comigo, né?
— Ufff sim, Paula, adoro te tocar toda, mmmmmmm
— Vem, vamos pro banheiro pra papai não nos descobrir.
Ela abaixou a saia e eu entrei primeiro no banheiro, seguro de que nosso pai não nos visse, atrás de mim veio a Paula. Fechei a porta.
Assim que fechei a porta, fui na direção dela. Ela pegou no meu pacote e baixou minha calça e cueca, meu pau duro viu a luz do dia e ela segurou ele enquanto sussurrava coisas no meu ouvido.
— Mmmm, que pau duro você tem, seu safado...
Ela sentou no vaso e começou a bater uma punheta pra mim na frente do rosto dela.
Me inclinei de repente e a cabeça do meu pau roçou nos lábios dela.
— Você se atreve a chupar um pouquinho, Paula? Mmmmmmm
— Ai, que nojo, mano...
— Experimenta, vai... mmmmmmm
De novo, encostei a cabeça do pau nos lábios dela... ela abriu um pouco e a cabeça entrou na boca dela. Tentei enfiar mais, mas ela não deixou, tirou e começou a lamber a glande com a língua. Ela se tocava a buceta enquanto fazia isso.
— Toc, toc, toc, tem alguém aí?
Meu Deus, era nosso pai!!! Minha irmã ficou me encarando e reagiu como pôde... com meu pau na mão dela...
— Ehhh, sim, sim, sou eu, o que foi?
— Ah, é que não achei seu irmão, sabe onde ele foi?
— Ehhhhhh, não sei, mmm, deve estar lá embaixo, nem ideia.
— Não vi ele lá embaixo nem no quarto dele. Talvez esteja no quintal.
E foi embora. Imagina a Paula com o pau do irmão na boca, uma mão na buceta e nosso pai batendo na porta... a gente passou mal!!! Só de pensar no que teria acontecido se nosso pai tivesse nos visto, me dava calafrios.
— Ele foi?
— Acho que sim.
— Vai, se veste que eu vejo se ele não está.
Paula abriu a porta e não viu meu pai. Consegui sair e desci as escadas... que perto que foi! Tava suando de susto!!
Meu pai me viu e pediu ajuda com umas coisas do trabalho dele... pra ajudar ele a procurar algo na internet...
Quando terminei isso, não cruzei com a Paula de novo até o jantar. Depois de comer, num momento a sós, a gente conversou sobre o que aconteceu.
— Quase fomos descobertos, é melhor você não vir hoje à noite...
— Ufaaa, Paula...
— Eu sei, mas é melhor parar com isso por enquanto. Você tem noção do que acontece se ele nos descobrir? —Sim, bom, acho que você tem razão...
...
Não conseguimos fazer nada por uns dois dias.
De vez em quando a gente se tocava um pouquinho, mas nada além disso, o medo de sermos descobertos falava mais alto.
A gente tava uma tarde na piscina sozinhos, no dia seguinte o pai voltava ao trabalho. Começamos a conversar com a Paula.
— Não aguento mais, Paula, quero te tocar.
— Shhh, não faz isso agora.
— Vai me chupar, maninha? Quero que você chupe minha pica.
— Shhhhhhhhhhhhhhhhh, não sei, a gente vê depois, neném, agora cala a boca.
Passei a mão na bunda dela... era a única coisa que dava pra fazer.
Fui dormir com os ovos cheios de porra...
Na manhã de segunda, devia ser umas 10 da manhã, quando minha irmã tava me acordando. Claro, o pai já tinha ido trabalhar.
— Guy... guy!!! Acorda, neném.
— Ehm, sim, já tô acordado, mmm
A primeira coisa que vi foi minha irmã de lingerie.
— O pai já foi, quer fazer umas coisinhas comigo? Tô com muita vontade.
— Sim!
A Paula se jogou em cima de mim, começou a me beijar enquanto os peitos dela batiam no meu peito... passei minhas mãos por trás do corpo dela, segurando firme a bunda, deslizando as palmas por toda a extensão das nádegas dela.
A gente se separou e tirou toda a roupa, rápido, levei minha mão até a virilha dela pra fazer ela gozar. Enquanto minha mão tava no púbis dela:
— Quer que eu te toque aí, Paula...?
— Sim, me toca aí, você me deixa louca, guy.... mmmmmmmmm
Esfreguei o clitóris dela e passei a mão na buceta dela, já tava molhada, dava pra sentir na minha mão, isso me deixava louco de tesão.
Enquanto eu masturbava minha irmã, entre gemidos, eu falava com ela.
— Ahhhhhhhhhh mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
— Paula, vai me chupar a pica...??
— Uhhhhhhhhhh sim, vou chupar ela, neném... ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Parei de tocar ela e virei de barriga pra cima, a Paula foi pra trás e, ajoelhada na cama, pegou minha pica e levou até a boca.
— Mmmmm sim, Paula, assim.... que delícia você chupa.... mmmmmmmm
Ela alternava chupadas e lambidas, se tirei ela e enfiei de novo, eu já ia gozar...
– Tô gozando, Paulaaaaa ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
– Mmmm glup glup na boca, gatinho, me dá na boquinhaaaa mmmmmm
Não aguentei mais, o leite começou a jorrar enquanto eu me contorcia de prazer na cama, mal consegui abrir os olhos pra ver a Paula levando o sêmen pros lábios e pra língua...
Depois que acabei, a Paula continuou me lambendo, lambia todo o leite que tinha espalhado por ali...
– Uff, que delícia, Paula, valeu...
Depois de descansar uns minutos, voltei a apalpar ela toda, os peitos, a buceta, o cu...
Me ajoelhei na cama e abri as pernas dela.
– O que você vai fazer comigo, garoto safado?
– Vou chupar sua buceta, Paula, vou lamber ela toda
– Mmmm, isso é muito nojento, gatinho, sou sua irmãzinha... sério que quer chupar a buceta da sua irmã?
– Sim, sim, Paula, vou chupar ela, abre essas perninhas... mmmm
Me coloquei entre as pernas dela e fui direto na rachadinha, um cheiro bem gostoso me invadiu, aquele cheirinho de buceta me deixou louco!
Estiquei a língua e lambi o clitóris, duas, três, quatro vezes, a Paula gemia... apertei com meus lábios e chupei, aí minha irmã curtiu muito.
– Ahhhhhhhhhhhhhhhh continua, gatinho, continua, mmmmmmm tô adorandooooo
Desci um pouco e agora passei a língua por todos os lábios vaginais dela, minha saliva se misturava com os fluidos dela... a Paula dava pulinhos na cama de tão excitada que tava.
– Mmmm, que buceta gostosa você tem, Paula, cê tá gostando do que eu tô fazendo? Mmmmmmm
– Uhhhmmmmmmmm sim, irmãozinho, sim, tô gostando, continua chupando ela, mmmmm vou gozar AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Eu não parei de lamber tudo enquanto minha irmã gritava de prazer e se entregou num orgasmo inesquecível...
A Paula ficou parada, de olhos fechados como se tivesse dormindo, meu pau subiu de novo e eu me masturbei de novo, bati uma punheta e gozei tudo em cima dos pelinhos do púbis dela, fazia uns dias que ela não depilava, então formou uns montinhos. pelinhos lá e eu lambuzei tudo de porra... a gente dormiu um tempinho.
...
Na manhã seguinte já tava quente de novo... dessa vez fui eu que acordei a Paula.
Descemos pra tomar café, papai já tinha ido embora. Comemos algo e quando terminamos ficamos conversando.
– Dormiu bem, Paula?
– Sim, depois do que a gente fez ontem fiquei muito cansada hahaha
– Haha sim, eu também. Você gostou de eu ter chupado ela?
– Sim! Me esquentou muito quando você gozou na minha boca.
– Uff que bom.
– E você gostou do gosto da minha buceta?
– Mmmm é uma delícia, Paula...
– Quer provar de novo?
– Siiiiiiiiii
Paula tirou a calcinha e sentou em cima da mesa, abriu as pernas e me convidou pra comer a delicinha dela.
Ela tava com os lábios bem fechadinhos e ainda "adormecidos"... comecei a lamber ela toda, chupando todo o líquido que ela soltava. Aquele cheiro que saía me matava de prazer.
– Mmmm que delícia que tá a Paula... que delícia que tá sua buceta mmmmmm
– Uhhhhhhmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh simmm siiiiiiiiiiiii
Paula logo ficou louquinha de prazer, gemia demais!
– AhHHHHHHHHHHHH
– Uffff Paula, eu tô muito duro, quero meter em você... quero foder essa bucetinhaa mmmmmmmmmmm
– MMMMMMMMMM UHHHHHHHHHHHHHHHHH você quer me foder, gostoso????? QUER COMER SUA IRMÃ?? AHHHHHHHHHHHHHHHH
– SIIIII
– MMMMMMMmmmmmmmmmmmm enfia esse pau enfia esse pau duro, vagabundo!!!
Parei de lamber e me levantei, coloquei meu pau na buceta dela toda molhada pela minha saliva e pelos fluidos dela, esfreguei um pouquinho ao longo dos lábios vaginais dela.
– Mmmmmmm quer que eu meta, Paula?
– Ahhhhhhh simmm me come me come, vagabundo mmmmmmmmmmmm
Coloquei meu pau no buraquinho dela e empurrei devagar, a buceta dela tava bem apertada, enfiei a cabeça e Paula gritou.
– Ahhhhh tá doendooo
Não liguei e continuei enfiando devagar, ia entrando bem de leve, eu e minha irmã nos olhávamos nos olhos, de repente meu pau entrou inteiro, da buceta dela saía um um pouco de sangue, tirei um pouco e enfiei de novo, a Paula deixou a dor e o rosto dela se transformou em prazer, continuei comendo ela devagarzinho até que a buceta dela foi se acostumando com o tamanho do meu pau...
Aumentei um pouco o ritmo e o sangue parou de sair, a Paula gemendo cada vez mais forte.
A caverna molhada e apertada dela tava me levando ao clímax...
-Vou gozar, Paulaaa AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Tirei e gozei, o leite saiu disparado pro corpo dela, mirei na barriga dela, caiu lá e mais um pouco no púbis...
Fiquei batendo uma enquanto a Paula segurava o meu pau...
-Chupa minha buceta que eu também quero gozar, neném!
Fiz isso, voltei a lamber aqueles lábios rosados e bucetudos gostosos até minha irmã gozar...
A gente se levantou e limpou a mesa toda manchada de sangue, porra, etc...
-Paula... você gostou?
-Sim, agora me ajuda a limpar isso.
...
Limpamos tudo e voltamos pra cama... o resto do dia foi bem normal, de tarde a Paula e eu não falamos do que aconteceu de manhã..
Jantamos com o pai e fomos dormir.
Não sei quanto tempo passou, mas em algum momento da noite ouço barulhos... acordo e na verdade é a Paula me chamando baixinho sentada do meu lado na minha cama!!!
-Neném, tá acordado?
-Mmm sim, sim, Paula, que horas são?
-Não sei, acho que umas 2.
-O que foi? Por que você tá aqui?
-Deu vontade de foder...
Acho que minha cara nunca teve tanta felicidade.
-E se o pai descobre a gente?
-Que se dane o pai, tô muito tesuda, quero que me coma...
Ela tirou a roupa e deitou em cima de mim, baixou minha cueca e começou a chupar meu pau.
-Ahhhh Paula que delícia, que gostosoooo
-Mmmmmmmmm
-Uhhhhhhmmmmmmm
Ela se levantou e veio no meu ouvido:
-Vai lamber minha buceta...?
Sem dizer nada, me posicionei como da outra vez, de joelhos e com a cabeça entre as pernas dela, abri elas e fui direto lamber aquela rachinha ardente e louca por pau. Só fiz isso um pouquinho e a Paula me parou.
-Já tô muito mojadinha neném, preciso que você me coma já.... mmmmmm
Coloquei meu pau em cima da buceta dela, na posição do "missionário" e enfiei devagar, enterrando centímetro por centímetro naquela buceta linda.
-Uhhh você gosta como entra em você, Paula?
-Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh simmm me come, cara, me comeeee
Comecei a comer ela com força, Paula gemia e tinha medo do pai ouvir a gente, mas naquele momento já não importava mais, continuei metendo e tirando meu pau daquela buceta molhada, já ia gozar, então parei.
-Fica assim, Paula, assim.
Fiquei atrás dela, "colherinha", peguei meu pau e procurei a bocetinha dela, encontrei e enfiei a cabecinha...
-Quer que eu te coma, Paula?
-Siiiiim, enfia em mim, cara, enfia esse pauuuu
Enfiei até o fundo e comecei a comer ela com tudo, Paula agarrou o travesseiro pra não deixar os gritos escaparem, nessa posição a buceta estava bem apertada, não aguentei mais e gozei tudo...
-Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
-Mmmmmmmmm mmmmmmmmmmmmmmmmmm uhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Parei meus movimentos dentro dela.... a porra inundou completamente a buceta dela... nós dois gozamos ao mesmo tempo... ficamos parados.
...
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Paula e eu, alguns anos depois daqueles dias, ainda transamos quando podemos nos ver. Ela hoje é casada e eu tenho namorada. Mas nada se compara ao sexo com a Paula.
FIM.
14 comentários - Sexo entre hermanos (II)
Ese es el autor si mal no estoy.