Sexo entre irmãos (II)

Esse relato não é de minha autoria.

Cada vez mais a relação entre nós ia subindo degraus, no começo eu só olhava, depois ela deixava eu olhar e agora ela já coloca a bunda na minha pica. Depois do almoço começamos uma conversa diferente.

- Nenê… ontem à noite quando fui dormir fiquei pensando.
- O quê?
- Não sei se é certo o que a gente faz. Somos irmãos e sei que não é certo. Mas tem algo que não me deixa parar, entende?
- Sim, sim (eu dizia que sim, mas não me importava muito com o que ela dizia)
- Esse vai ser nosso segredo, gato, tá bom? Não podemos contar pra ninguém, nem pro amigo mais íntimo que a gente tiver, nem pro papai, pra ninguém. Promete?
- Sim, te prometo, Paula. Te entendo!!
- Bom. O que a gente faz hoje? Piscina?
- Siiiim

- Paula… posso te fazer uma pergunta?
- Mmm sim, acho que sim.
- Viu o que a gente fez ontem… bom, quando você fez, sabe que me deixa muito excitado e dá vontade de gozar. Você também fica excitada, né?
- Sim, claro, nenê… por que pergunta uma coisa nojenta dessas??
- Haha porque não sei quando você chega ao orgasmo, entende?
- Ahhh… bom, isso eu resolvi ontem.
- Como? Não entendo.
- Aiii, bobinho, quero dizer que antes de ir dormir eu me toquei…
- Ahhhhhhhh sim, sim, entendo, hehe


Durante a tarde minha irmã estava preparando algo na cozinha, nem percebi o que era, quando a vi olhei direto pra sua bunda, dessa vez era uma calcinha vermelha, bem justinha no rabo. Não pensei duas vezes e fui até ela, já estava com a pica dura e encostei nela na bunda. Deixei ali uns segundos, minha irmã ria, então continuei, peguei ela pela cintura e fiz movimentos como se estivesse comendo ela, era tão gostoso, minhas investidas faziam minha pica bater naquele rabo.

Em um momento ela me surpreende e toca nas minhas pernas, sem me olhar, de costas, pega o elástico da cueca e vai abaixando devagarinho… minha pica pulou pra fora feito uma mola.
Ninguém falava, só agíamos, já com a pica ao ar empurrei pra frente e fez contato com a bombacha, molhei com o líquido pré-gozo que saía do meu pau, peguei com dois dedos e esfreguei por toda a bunda, passava no meio das nádegas, depois batia nas bolachas, me masturbava e continuava esfregando na calcinha e na bunda, já estava quase gozando...

Jorrei tudo nas bolachas, a calcinha, tudo ficou melado de porra, um pouco mais caiu no chão... enquanto terminava de bater uma, minha irmã com as duas mãos passou a porra por toda a raba... como se fosse um creme!

- Mmm gato, tô com tesão...

Tirei o pau e ela, sem sair daquela posição, levou a mão direita até a buceta e começou a se tocar... colocou um dedo no meio da calcinha e o movia de frente para trás, marcando a fenda, foi fazendo cada vez mais rápido, até que colocou outro dedo, eu via como debaixo daquela bunda cheia de porra, seus dedos masturbavam a buceta por cima da calcinha, podia ver por trás como aquela fendinha se dividia no meio dos dedos dela, em poucos segundos se dissolveu em gemidos, e chegou ao orgasmo.

- Uuufff cara, como eu tava...
- Hahaha é, adorei ver como você se tocou, Paula!!!
- Hahaha, vou tomar um banho, gato, olha como você deixou meu rabinho! Adoro ter um irmão degenerado como você!

Deu uma palmada na bolacha da bunda e foi para o banheiro.

...

Essas situações se repetiram por alguns dias, sempre da mesma maneira, até que ela já tomava a iniciativa. Uma noite, antes de dormirmos, tive a chance de fazer de novo.

Estava sentado, minha irmã veio até mim e abriu as pernas de cada lado da cadeira, sentou em cima de mim e falando cara a cara quase me fez soltar toda a porra naquele instante...

- Mmmm cara, quero que você faça coisas safadas na minha raba...
Soltei um gemido forte ao ouvir isso!!!
- Que passe seu pau por lá e encha de porra quente (sorriu olhando para a minha cara)

Minha irmã estava virando uma puta infernal em poucos dias... Ela se levantou e se agachou no chão, começou a engatinhar me mostrando toda a bunda, ela me olhava por cima do ombro me incitando a ir.

Me levantei e fui até ela, me ajoelhei e abaixei minha cueca, a peguei pela cintura, ela estava de quatro e eu por trás, apontei meu pau e passei ele novamente pela bunda dela, ela fingia ser difícil quando eu tentava tocar uma de suas partes... então só podia tocá-la com o pau, coloquei embaixo da boceta, só nos separava a calcinha que ela tinha, mal passei pela xoxota e já senti úmido atrás do tecido, então esfreguei meu pau ali, logo meu pênis marcava a fenda, o contato com aquele tecido e saber que só ali dentro estava a boceta me deixava louco... depois de algumas passadas gozei tooooooodoooo... a bunda, a calcinha, tudo melado!!!

...

Era uma sexta-feira de manhã, quando acordei com o barulho do telefone.

-Nenêêêêêêêêê atende o telefone!!!!!

Paula gritava do quarto dela. Por que ela não podia atender? Pensei.

Atendi e era meu pai... entre outras coisas me comunicou que chegaria em casa no domingo à noite, disse que fiquei feliz, e tal, mas por dentro fiquei chateado.

Paula não tinha amigas, o que contei no começo, sobre as amigas dela terem dito que ela podia ser modelo, foi há um tempo... meses para ser exato. Ela teve um problema sério e desde então não fala com ninguém, ela era só minha realmente.

-Quem era?
-Tá tão curiosa, por que não atendeu você?
-Vai, cara, não faz de bobo
-Era o pai, gata... ele disse que chega no domingo à noite
-Aff

...

O que significou essa expressão? Que não poderíamos mais fazer o que estávamos fazendo? Isso significa que ela adora fazer? Perguntas que me fiz naquela manhã...

Fomos para o quintal... eu entrei na piscina enquanto ela decidiu pegar sol, estava deitada de costas numa daquelas cadeiras de praia, eu a contemplava de vez em quando, pois podia vê-la de frente.

Estava olhando para ela e nesse momento ela abriu os olhos, ela sorriu e levou as mãos para trás… logo percebi o que estava fazendo. Desabotoou o sutiã e o tirou, seus peitos viram a luz do sol, Paula jogou o sutiã na minha direção… agarrei e deixei na beirada da piscina.

— Que tetas gostosas, irmãzinha, quero tocá-las…

Ela as agarrou enquanto me olhava, e as amassou, fazendo o movimento de subir e descer rapidamente, balançando-os, mmmmm, passei a mão por cima da cueca, estava bem duro.

Ela se levantou e caminhou até a piscina assim, fresca, nua, só de calcinha.
Entrou na água comigo e veio na minha direção. Estávamos um de frente para o outro, ela sem dizer nada pegou a cintura da minha cueca com as duas mãos e foi puxando bem devagar para baixo d’água… uma vez com meu pau para fora, aproximou a mão direita e tocou, começou a me tocar com dois ou três dedos ao longo do tronco do meu pau, eu olhava nos olhos dela, e ela alternava, olhava o que fazia debaixo d’água e me olhava nos olhos enquanto sorria, estava me matando.

Foi ficando mais confiante e tocava a cabeça do pau, passava os dedos pelas minhas bolas. Parou de fazer isso e, com as mãos dela, pegou as minhas, olhou nos meus olhos e riu, devagar e suave, foi levando-as aos seus peitos… apoiei com as palmas das mãos bem abertas sobre cada teta, mmmmmmmmmmmmmm…. Comecei a movê-las devagar, tratando-as como se fossem ouro, enquanto nos olhávamos nos olhos e só sorríamos. Peguei seus mamilos rosados com meus dedos, apertando um pouquinho, quando fiz isso Paula soltou uma gargalhada!

Novamente colocou seus dedos sobre meu pau, com delicadeza puxou a pele para trás, eu coloquei minha mão sobre a dela e indiquei como segurar, com toda a palma da mão em volta do falo… uma vez que ela agarrou assim, eu disse e indiquei o movimento para fazer uma punheta. A mão dela sobre meu falo e minha mão sobre a dela, comecei a movê-la mostrando como se faz.

Depois de algumas bombadas ela já aprendeu o Trabalho, não sei se estava fazendo certo ou errado, mas eu adorava… ela fazia com muita delicadeza e timidez, e ingenuidade. Voltei a tocar os peitos dela, dessa vez mais forte, e disse para ela tentar fazer mais rápido, ela obedeceu e eu não aguentei mais.

- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh, mmmmmm, sii, mmmmmmmmmmm
Enquanto todo o gozo saía na água ela continuou me masturbando… que prazer!
- Hahaha gostou, nenê?
- Mmmmm siiiiiiiii

- É a primeira vez que toca numa? (Enquanto guardava no boxer)
- Sim. (Me respondeu timidamente e sorrindo)

No dia seguinte meu amigo me convidou pra casa dele, não pude fazer coisas com minha irmã e me arrependi… cheguei à noite e fui direto pro banheiro.
Abri o chuveiro e entrei, estava tomando banho tranquilamente quando Paula entrou, me pegou de surpresa, abriu a cortina e me viu no meio do shampoo.

- O que você tá fazendo??
- Hahaha te incomoda eu estar aqui? Se quiser eu vou embora…
- Nono, não me incomoda, não quis dizer que…
- Shhh, calma, gato… quero te fazer uma masturbação, deixa? (Fez cara de menina inocente colocando os braços pra trás)
- Siiiiiiiiiiiii
- Senti muito sua falta hoje, nenê

Automaticamente meu pau ficou duro, ela tirou o sutiã mas não a calcinha, entrou no chuveiro e pegou nele, dessa vez mais forte que ontem, se ajoelhou e me masturbou rápido… se continuasse assim eu ia gozar logo, o cabelo solto e molhado dela me excitou demais, ver a água escorrer pelos peitos dela, ela abria a boca enquanto fazia, admito que estava fazendo melhor que ontem, estava aprendendo!

Depois de brincar um pouco ela sacudiu ele muito rápido e eu soltei tudo… caiu principalmente nos peitos dela, que gostoso era sentir a mão dela!

Ela limpou a mão e os peitos, sem “permissão” dela eu os comi, chupei os peitos dela, os mamilos, os lambia, brincava com eles, ela parecia adorar, suspirava enquanto com as mãos fazia força na minha nuca pra eu continuar comendo… aí ela se afastou, me deu um empurrãozinho pra trás e sentou na borda da banheira, abriu as duas pernas e se Levei uma mão até a buceta dela, ela me olhava com cara de puta e ria, passava os dedos por cima da calcinha, se esfregando rápido, depois meteu a mão por dentro e continuou se masturbando. Em poucos segundos já estava gemendo, sinal de que estava chegando ao orgasmo, quase gritava de prazer, as pernas e pés se mexiam e se contorciam… De repente, parou, deixando a mão imóvel, e com os olhos fechados.

A ajudei a levantar e fechei o chuveiro. Fiquei olhando ela de perto e a segurei pelas costas, levei minha boca até a dela e nos beijamos. Começamos devagar e depois fomos aumentando o ritmo, beijava aqueles lábios bem carnudos e molhados, os peitos dela batendo no meu peito, escorregando com a água e os mamilos roçando em mim… Ela parou e disse que até aqui a gente ia. Ela saiu primeiro e depois eu.



Adorei como ela mandava, ela que botava as regras, decidia quando começar e quando parar, o que mostrar, o que tocar, etc.

Eu estava morrendo de vontade de tocar a buceta dela, chupar, comer, e tudo que pudesse imaginar com a xerequinha dela… Ela estava se fazendo de difícil ou realmente não queria passar dessa barreira.

Antes de irmos dormir, não pude evitar dizer o quanto tinha gostado.

— Paula… Tudo isso que a gente tá fazendo, eu adoro, gosto muito, e não quero que a gente pare quando o pai chegar.
— Eu também gosto, neném, mas com o pai em casa, acho que não dá pra tentar nada.
— Tá, Paula. Quero que saiba que você é a melhor irmã que alguém poderia ter.

Droga… A Paula não tinha certeza de como isso ia continuar, e eu menos ainda, mas estava convencido de que ela ia pensar em alguma coisa.

Amanhecia o último dia sozinhos… “Amanhecer” pra mim e minha irmã era meio-dia, hehehe. Tirei a cueca e saí da cama, não tive ideia melhor do que passar o dia pelado.

— O que você tá fazendo aí peladão?
— Não gostou?
— Gostei, mas acho meio estranho.
— É que é a última tarde que a gente vai ficar sozinho…
— Ah, entendi.
— E você, por que não faz o mesmo?
— Ai, não, neném, a gente não pode passar algumas coisas que a gente faz.
- Que coisas?
- Digo que não podemos fazer muito mais do que já fazemos, não esquece que somos irmãos, bobão.
- Ooo, bom, agora você ficou má!
- Hahaha, má eu? Quer alguma coisa?
- Mmmm, uma punheta, Paula, quero que você faça uma pra mim…
- Não era má eu? Agora não faço nada.
- Hahahaha era mentira, vai, irmãzinha, por favor.

Fui até ela, peguei a mão dela e levei até meu pau, ela não recusou, começou a mexer devagarzinho…

- Viu como sua irmã é má, cara… olha como ela faz a punheta pra você, sua boa irmã…

Deus, isso me deixou a mil, ela percebeu e deu risada… a putinha adorava me provocar, se ajoelhou como outras vezes e começou a bater uma rapidão, rápido, muito rápido.

- Mmmmmmmmmm, ahhhhhhh Paulaaaaa, mmmmm
- Vai, cara, quero que você goze pra mim, me dá o leitinho quentinho, mmmm

Foi o suficiente pra mim, começaram a sair jatos e mais jatos de porra, tudo foi parar em cima dos peitos da minha irmã, entre os peitos e o pescoço, a mão dela também ficou toda melada… ela continuou mexendo depois que gozei, bem devagar, como se quisesse tirar até a última gota, e apertando forte.

- Uffffffffffff
- Já me sujou toda, seu porco, mmmmmm

Ela deu risada e foi se limpar.

Minha irmã estava fazendo cada vez melhor, eu estava encantado, meus primeiros passos no sexo eram com minha própria irmãzinha e ela também.

Nadamos um pouco à tarde, não tive coragem de dizer nada, esperei que ela tomasse a iniciativa, mas ela não fez nada. Quando saímos, ela ficou tomando sol até pouco antes do anoitecer, deitada de bruços, a bunda de calcinha aparecendo…

Caminhei até ela e me deitei ao lado da minha irmã, enquanto me acomodava, ela me olhava.

- Você ficou com ele duro a tarde toda, menino, no que tá pensando?
- Em você, Paula.
- O que de mim?
- Mmm… no seu corpo, como sempre.
- Ah, é? E que parte do meu corpo? Posso saber?
- Não sei se te conto, me dá um pouco de vergonha…
- Hahaha, dá vergonha me dizer algo, mas não dá vergonha eu te ver pelado o dia todo?? Você sim… tá doidinho, hein…
- Kkkk pois é, você tem razão, eu gosto do seu corpo todo, isso você sabe, mas lembra do dia que você tava sem calcinha e me mostrou…
- Lembro, por quê?
- Bom, quero ver de novo, se você quiser, claro.
Minha irmã ficou pensando… ou pelo menos me fez acreditar nisso.
- Já te mostrei uma vez…
- Mas foi de longe, não vale, quero ver mais de perto.
- Tem certeza que quer ver?
- Siiim

Ela se levantou e sentou na minha frente, abriu as pernas, me olhou e depois levou uma mão até lá, com três dedos segurou um lado da calcinha na parte que cobria a buceta, puxou pro lado e pude ver, uma buceta depilada, tinha uns poucos pelinhos nos lábios maiores, por dentro dava pra ver aquelas dobras rosadas que me excitavam tanto… agarrei meu pau e comecei a me masturbar vendo aquilo.

- Mmmm eu adoro, Paula, adoro ver sua buceta… ahhhhhhhh

Paula segurava a calcinha de lado com uma mão e com a outra colocou dois dedos nos lados dos lábios vaginais e os abriu, me mostrando todo o interior com mais detalhes.

- Queria ver de perto, menino? Olha bem…
- Siiiiim, mmmmmmmmmmmm, uuuuuhhhhhhhh

A excitação em mim já estava chegando no clímax, ela não parava de olhar como eu me masturbava enquanto ria e abria a buceta.

- Gosta da minha buceta, seu safado?
- Siiiiiiiiiiii, eu te enfio tudo, Paula, mmmmmm
- O que você me enfia, menino?
- O paaaaaau mmmmmmmmmmmmmmm
- Tá dizendo que quer comer sua irmã?
- Mmmmmmmm siim, siim Paulaaa eu quero te comeeeer… ahhhhhhhhh

Não aguentei mais, o gozo começou a sair, foi caindo sobre a toalha onde estávamos sentados, um pouco foi parar nas pernas da Paula… Enquanto eu gozava ela continuava se massageando, abrindo, fechando…

- Então era isso que te deixou tão excitado, seu porco?
Ela ajeitou a calcinha e se deitou de novo.
- Uff siim… foi muito bom, Paula, obrigado mesmo.
- De nada, menino, você é muito degenerado…
- Jajaja, desculpa pelo que te disse, não consegui me segurar…
- De boa, tá tranquilo, eu entendo… não me incomodou, não sei por que, mas gostei do que você me falou.

Finalmente pude ver o que mais desejava, o melhor é que ela estava me mostrando e gostava, além de que adorava me deixar excitado falando umas coisas, e depois se faz de santinha.

Bom, à noite nosso pai chegou, cumprimentamos ele e preparamos a janta, obviamente tivemos que colocar roupa, fazia dias que não fazíamos isso, em algum momento sozinhos até brincamos sobre o calor que estávamos com roupa.

No jantar, papai perguntou o que tínhamos feito, nós perguntamos como tinham sido as férias dele, enfim… o de sempre.

Fui dormir pensando no que aconteceria com minha irmã… não sabia se poderíamos continuar fazendo coisas… lembrei da sua bucetinha rosa e depilada e fiz outra punheta antes de dormir…

Papai tinha nos trazido um pouco de roupa, camisetas principalmente, pra Paula, entre tantas coisas que trouxe, tinha uma saia, bem curta por sinal, azul com detalhes em azul claro. Mais pra frente esse detalhe vai ser importante.

Passamos o dia no nosso quintal, dessa vez tava o papai, então não pudemos fazer nada, assim passou o segundo dia também, tava ficando bem chato, a única coisa que podia fazer era bater uma antes de dormir… já tava sentindo falta das brincadeiras com minha irmã.

Depois, num dia chuvoso, à tarde nosso pai saiu um pouco pra fazer umas compras no mercado, nos despedimos dele, ele disse que voltaria logo porque o mercado é perto de casa e não eram muitas coisas que ele precisava comprar.

Mal ele fechou a porta, eu abaixei a calça junto com a cueca e mostrei pra Paula.

- O que você tá fazendo???? Põe isso, menino!!!
- Já foi embora, Paula, tira a roupa você também.
- Não, para, espera um minuto, se ele nos ver assim, ele nos mata, pensa um pouco, querido…
- Você não quer mais fazer o que a gente fazia?
- Quero, quero continuar fazendo, mas entende que agora não é a hora!!!
- E quando vai ser? Se o papai sempre tá onde a gente tá.
- É, eu sei... mas eu tava pensando, cara...
- Pensando o quê?
- Como a gente pode fazer!!!
- Ahh e você tem alguma ideia?
- Sim, quando a gente tivesse sozinho eu ia te contar, tipo agora, só que você tirou seu pau e não me deixa falar...
- Tá bom, vai, me conta.
- Pensei que de noite você pode vir no meu quarto, ou eu no seu, mas tem que ser tarde, pro papai não perceber, entende?
- Mmmm sim, é uma boa ideia, eu vou no seu quarto!!!
- Tá bom, calma, guri... você é muito apressado!!!
- Por quê?
- A gente não pode fazer assim de qualquer jeito, escuta bem.
- Aff, tá bom, vamos ver.
- A gente vai dormir no mesmo horário que o papai, então a gente tem que ficar acordado e um tempinho depois, quando o papai tiver dormindo, você vem no meu quarto, entende, cara?
- Ahhh sim...
- Ahhh o quê? entendeu, né?
- Sim, Paula, sim, calma.
- Bom, guarda isso aí que o papai já deve tá pra chegar.

Ela agarrou meu pau e foi pra outro canto da casa. Minha irmãzinha tinha bolado um plano bom... perfeito!!! eu só tinha que fazer como ela disse.

Nossos quartos ficam lá em cima... tem que subir as escadas, e tem um corredor. Tem 4 portas do lado esquerdo. A primeira porta é o banheiro, a segunda o meu quarto, a terceira o quarto da minha irmã e por último o quarto do nosso pai.

No jantar não teve muito o que conversar, ou nada interessante, eu só pensava no que eu poderia fazer no quarto da Paula. Só de pensar nisso eu ficava de pau duro o tempo todo e tentava disfarçar.

Levantamos a mesa e ajudei a lavar a louça. Depois de um tempo, papai se despediu e subiu as escadas pra dormir. Paula e eu ficamos mais uns minutos lá embaixo.

- Quanto tempo eu espero pra ir?
- Não sei, uma hora.
- Eita?? é muito!!!
- Shhh, senão a gente não vai tá seguro, guri... quer que o papai nos pegue fazendo sacanagem? hahaha
- Haha tá bom, você tem razão... então em uma hora eu vou.

Subimos juntos e cada um foi pro seu quarto, eu Deitei na minha cama esperando o tempo passar... deve ter sido a hora mais longa da minha vida, a porra do tempo não passava de jeito nenhum!!! Olhei pro meu relógio umas 20 vezes, até que finalmente o tempo chegou...

Levantei e abri minha porta bem sigiloso, fui andando devagar sem fazer o menor barulho até o quarto da minha irmã. Por sorte a porta dela estava entreaberta e só precisei deslizar pra entrar.

Tava tudo completamente escuro, a Paula percebeu que eu tinha entrado e acendeu a luz do criado-mudo. Vi ela deitada na cama com o cabelo preso, só de sutiã e calcinha, da cor pele.

Fechei a porta do quarto e fui até a beirada da cama dela.

— Liga o ventilador, assim faz um barulhinho...

Que inteligente era minha irmã!! liguei o ventilador de pé que fazia um mini ruído, e ela com um gesto me chamou pra perto dela. A cama era simples, então a gente ia ficar mais que apertado. Ela se encostou num lado da cama.

— Vem cá, deita aqui. (apontou o lado livre)

Dêi a volta e fui pro outro lado da cama... apoiei um joelho primeiro e depois subi a outra perna, e me deitei do lado dela.

— Vamos ter que nos cobrir caso o pai apareça... assim você pode se esconder embaixo.

Nos cobrimos com dois lençóis... era pleno verão e se tinha uma coisa que a gente ia sofrer era calor.

Depois disso, a Paula virou pra mim, ficamos de frente, ela apagou a luz e ficamos no escuro. A gente falava baixinho.

— Tá confortável?
— Tá... faz calor mas tudo bem, não importa.
— Tava com muita vontade de fazer isso de novo, Paula.
— Quer brincar de fazer umas coisinhas safadas comigo?
— Siiim

Com as mãos dela procurou minha cueca... achou e com a palma agarrou meu pacote todo duro.

— Ela tá bem dura, menino... sua irmãzinha te deixa assim?
— Mmmmmmm siim Paulaaaaaa

Tirei a cueca e deixei ela livre ali embaixo, instantaneamente as mãos dela agarrou e ficou me apalpando por todo lado.

Eu tava em outro mundo, sabia que a Paula não tinha me deixado tocar nela, mas pensei que naquela hora não ia parar, a gente estava com muito tesão ali embaixo, como parar.

Enquanto ela massageava meu pau, com uma mão eu apalpei toda a bunda dela, com a palma, passando por suas nádegas. Ela não dizia nada, só aumentava o ritmo da punheta que estava me dando, continuei apalpando toda a bunda, com a outra mão fui parar nos peitos dela, enfiei minha mão dentro do sutiã e apalpei também, os mamilos estavam bem durinhos. Ela parou e se virou, dando as costas pra mim.

—Cola em mim, gato, cola atrás de mim.

Foi o que fiz... não entendi direito o que ela queria fazer com isso, mas obedeci, encostei meu peito nas costas dela, meu pau fez contato com a bunda. Ela pegou uma das minhas mãos e levou até seus peitos de novo, apalpei o máximo que pude, apertando, sentindo eles bem firmes nas minhas mãos.

Fui descendo com minha mão, comecei a acariciar a barriga dela, mantive ali uns segundos e depois desci mais um pouquinho, encontrei a calcinha, e nisso tudo meu pau estava se enterrando entre as nádegas da bunda dela, mantive minha mão ali enquanto Paula suspirava.

Passei minha mão pelo púbis, sempre por cima do tecido, desci mais um pouco e com meus dedos cheguei a tocar o clitóris, pude sentir muito claramente, era um ponto que sobressaía, estava bem duro, quando toquei Paula começou a suspirar mais rápido que antes, notei que ela gostou, esfreguei meus dedos ali e ela com as pernas se mexia na cama... estiquei minha mão o máximo que pude e cheguei a tocar a buceta, com as pontas dos dedos passei por cima daquele tecido molhado, senti os lábios vaginais nos meus dedos.

—Uuuummmhhh gato como você se atreve a me tocar aí... sou sua irmã.. mmmmmmmmmmmmmm
—Tira a calcinha, Paula...

Ela tirou minha mão da buceta e a abaixou, puxou a calcinha até as coxas.
Voltei a me colocar atrás dela, meu pau já estava se enterrando na porta da bunda, como pedindo permissão pra entrar, mas não era isso que tinha minha atenção, e sim minha mão. novamente coloquei minha mão em seu púbis nu e agora sim notei alguns pelinhos, enrolei-os com meus dedos passando em círculos ali, e desci mais... quando meus dedos fizeram contato com seus lábios Paula soltou um gemido, não foi tão forte mas esperava que papai não tivesse acordado, também não me importei muito naquele momento, meus dedos tocaram sua buceta e ela estava molhada, muito molhada diria eu, parecia que tinha mijado... esfreguei meus dedos em sua concha ardente, pelo seu clitóris, também notava alguns pelinhos nas laterais da buceta, tudo estava encharcado, Paula apenas suspirava, comecei a esfregar com velocidade e minha irmã pegou o travesseiro e o mordeu, parecia que queria falar, mas logo entendi que estava gemendo, esfreguei o mais rápido que pude passando meus dedos ao longo de sua fenda úmida e Paula se moveu tanto que não pude continuar, gemia com força, por sorte estava o travesseiro para amortecer o barulho, soube que minha irmã estava tendo um orgasmo...

Fiquei parado esperando sua reação... ela ficou alguns segundos em silêncio.

-Pau... Paula... você está bem?
...
-Mmmmmmm cara como você me tocou bem... me fez ter o melhor orgasmo da minha vida...
-Uau Paula sério??
-Uhh sim...

Ela se virou para me olhar.

-Ainda não acabou você?
-Não...
-Mmmm como você me tocou tão bem te faço um presente... te dejo gozar em mim onde quiser cara...
-Sério Paula???
-Sim, vai...
-Mmmm nos peitos, posso?
-Haha tá bom...

Ela acendeu a luz, nos descobrimos e pude vê-la peladinha, embora tivesse o sutiã todo deslocado, ela o tirou e se deitou de costas. Eu me ajoelhei na cama ao lado dela e com meu pau em cima de seus peitos comecei a me masturbar. Me masturbava com os dedos molhados pelos líquidos que soltou a buceta da minha irmã.

Ela os agarrava e apalpava me olhando com cara de puta.

-Mmmm que buceta linda você tem Paula, mmmmmm
-Sim, você me tocou toda sua safado... me dá o leitinho que você tem aí...
-Ahhhhhhh, mmmmmmmmmmmmmmm

Soltei tudo, a porra saía do meu pau e caía sobre os peitos dela, soltei uma boa quantidade... quando terminei Paula com uma mão se lambuzou completamente.

- Uff que gostoso, tá bem quentinha.
- Mmmm Paula você é linda...
- Bom vamos lá, sai daqui antes que papai acorde.
- Ok... Paula, você gostou?
- Hahaha claro, gato... foi muito bom, vou ao banheiro me limpar.
- Bom, até amanhã.

Saí do quarto dela e entrei no meu... a melhor noite da minha vida.
Quando acordei desci as escadas e vi Paula sozinha na cozinha, estava linda com o cabelo solto e uma regata, também estava com a saia que papai tinha dado pra ela.

- Oi Paula
- Oi, dormiu bem?
- Haha sim, melhor que nunca. Você?
- Também (disse com um sorriso)
- Cadê o papai?
- No quintal, regando as plantas.
- Ah... Paula... já que estamos sozinhos, quero te dizer que foi incrível o que aconteceu ontem à noite...
- Hahaha sim, eu também adorei.
- Teve um momento que... bom, quando te toquei você estava toda molhada...
- Hahahaha isso acontece quando eu fico excitada, gato, não sabia?
- ...Não... (falei surpreso)
- Ai gato, quando as meninas ficam excitadas a gente fica molhada ali, entende?
- Ahhhh... é por isso! entendi!!
- Haha que bobinho.

Papai chegou e fomos almoçar.

Comemos a sobremesa e ficamos vendo um pouco de televisão nós três na sala, depois de um tempo fui à geladeira pegar um pouco de água. Enquanto bebia, Paula veio por trás de mim. Falando baixinho, para nosso pai não escutar:

- Olha gato, quero te mostrar uma coisa

Imediatamente pegou a saia e levantou, para minha surpresa não tinha nada por baixo, vi o púbis e um pouco da buceta, não dava pra ver completa assim de frente.

Paula ria da minha cara... abaixou a saia e voltou a sentar na sala.

Para o papai faltava meia semana de férias, ele trabalhava a manhã toda e grande parte da tarde, ótimo para "brincar" com Paula.

Aquela tarde enquanto curtíamos Da piscina, bastou um tempinho em que o pai foi pra dentro falar com minha irmã.

- Paula, hoje à noite vou de novo pro seu quarto...
- Tá, mas não faz barulho, como ontem, entendeu?
- Sim.

...

Chegou a hora, entrei no quarto dela, quando ela percebeu minha presença acendeu a luz, o ventilador já estava ligado, a primeira coisa que vi foi minha irmã totalmente pelada, que delícia!!

- Uau Paula, que linda você assim peladinha...
- Vem cá, gato, vamos que tô com vontade de brincar.

Deitei ao lado dela, tirei toda a roupa e joguei no chão, Paula apagou a luz e nos cobrimos debaixo dos lençóis.

A primeira coisa que ela fez foi me beijar, eu tentava seguir o caminho dos seus lábios e da sua língua, seus lábios estavam uma delícia, nos abraçamos durante o beijo, nossos corpos bem colados, sentia os mamilos duros dela no meu peito...

Nos separamos e ela pegou no meu pau, começou a me masturbar enquanto falava um monte de safadezas no meu ouvido em voz baixa:

- Mmmm que duro você tá, gato... sua irmãzinha te deixa assim de pau duro?
- Siiim, você me deixa assim Paulaaaaa ahhhhhhh

Ela soltou e deitada de barriga pra cima, me pediu pra fazer o que fiz na noite anterior.

- Me toca, gato, olha como tá molhada...

Passei minha mão por toda a buceta e de novo parecia inundada...

- Viu? É porque tô muito excitada, gato... me toca, me toca mmmmmmm

Eu tocava o clitóris, os lábios, esfregava meus dedos por ali como na noite anterior, ela se contorcia na cama e evitava como podia gemer.

Teve outro orgasmo impressionante...

Paula virou de lado e eu me coloquei atrás.

Peguei meu pau e comecei a me masturbar, queria gozar também, Paula dessa vez parecia que nem conseguia falar de tão cansada que ficou, eu passei o pau na bunda e nas coxas dela enquanto me masturbava, em poucos segundos jorrei toda a porra.

Mal fiz isso Paula pareceu "acordar"

- Uffff, você gozou todinha na minha buceta, gato......
- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh

Ela acendeu a luz e nos descobrimos, me levantei e olhei para onde tinha gozado, efetivamente grande parte do meu sêmen aterrissou na buceta da Paula, que estava fechada entre as coxas... sublime. Paula virou de costas e abriu as pernas, levou uma mão até sua buceta e tocou toda, juntando o sêmen que tinha.

Ela me mostrou a mão cheia de porra enquanto ria e nós nos levantamos, ela para ir ao banheiro e eu para o meu quarto.

Mal me deitei e já peguei no sono.
...
No dia seguinte almoçamos normalmente, Paula vestiu aquela saia de novo e eu já sabia que ela não teria nada por baixo... nos olhamos várias vezes enquanto comíamos, antecipando o que viria mais tarde.

Ficamos um bom tempo sem fazer nada até que minha irmã subiu ao quarto dela buscar não sei o quê. Meu pai estava pesquisando algo para o trabalho na sala.

Quando a vi subindo as escadas me levantei e a segui...

Abri a porta do quarto dela e a encontrei revirando as gavetas.

- O que tá procurando?
- Uns papéis que o pai pediu para o trabalho.
- Ah...

Me aproximei de onde ela estava e levantei a saia com uma mão. Efetivamente ela estava pelada por baixo, tinha toda a bunda à minha vista.

- O que você tá fazendo, cara???
- Eu gosto de ver sua bunda, Paula...
- Mas agora não dá, shhhh
- Relaxa, o pai tá lá embaixo, não acontece nada...

Enquanto ela continuava procurando os benditos papéis, eu passei a mão por toda a bunda dela, depois desci e a enfiei entre as coxas, tocando toda a buceta.

- Mmmm, nenê, como você gosta de me tocar aí...
- Siiim

Continuei tocando a vagina dela, me concentrei no clitóris, quando passava meus dedos por aquele ponto Paula enlouquecia...

Ela não aguentou mais e se virou.

- Que tesão você me dá, nenê, você gosta de fazer coisinhas comigo, né?
- Ufff siim, Paula, eu gosto de te tocar todinha, mmmmmmm
- Vem, vamos ao banheiro para o pai não nos descobrir.

Ela abaixou a saia e eu entrei primeiro no banheiro, com certeza de que nosso pai não nos veria, atrás de mim veio Paula. Fechei a porta.

Uma vez fechada, me dirigi até ela. Ela agarrou meu pacote e baixou minha calça e cueca, meu pau duro viu a luz e ela o pegou enquanto me sussurrava coisas no ouvido.
- Mmmm que pau duro você tem, seu safado...

Ela sentou no vaso e começou a me masturbar na frente do rosto dela.

Me inclinei um pouco de repente e a cabeça do meu pau roçou os lábios dela.
- Você topa chupar ele um pouquinho, Paula?? Mmmmmmm
- Ai, isso é nojentinho, nenê...
- Experimenta, vai... mmmmmmm

Novamente encostei nele nos lábios dela... ela os abriu um pouquinho e a cabeça do meu pau entrou na boca dela, tentei enfiar mais mas ela não deixou, tirou e com a língua lambeu minha glande. Ela se tocava a buceta enquanto fazia isso.

- Toc toc toc, tem alguém?

Minha nossa, era nosso pai!!! Minha irmã ficou me encarando e reagiu como pôde... com meu pau na mão dela...
- Ehhh sim, sim, sou eu, o que foi?
- Ah, é que não encontro seu irmão, sabe onde ele se meteu?
- Ehhhhhh não sei, mmm deve estar lá embaixo, não faço ideia.
- Não vi ele lá embaixo nem no quarto dele. Talvez esteja no quintal.

E ele foi embora. Se imaginarem a Paula com o pau do irmão na boca, com uma mão na buceta e nosso pai batendo na porta... foi tenso!!! Só de pensar no que teria acontecido se nosso pai tivesse nos visto, me dava arrepios.
- Ele foi?
- Acho que sim.
- Vamos, se veste que eu vejo se ele não está.

Paula abriu a porta e não viu meu pai. Pude sair e fui lá embaixo... que perto foi! Estava suando de susto!!

Meu pai me viu e pediu ajuda com umas coisas do trabalho dele... que o ajudasse a procurar algo na internet...

Quando terminei com isso, não encontrei a Paula de novo até o jantar, depois de jantar, num momento a sós, conversamos sobre o que aconteceu.
- Quase nos descobriram, é melhor você não vir hoje à noite...
- Aff, Paula...
- Eu sei, mas é melhor por agora parar com isso, você tem noção do que acontece se nos descobrirem? É, bom, acho que você tem razão... ... Não conseguimos fazer nada por alguns dias. De vez em quando a gente se tocava um pouquinho, mas só isso, o medo de sermos descobertos era maior que a gente. Estávamos uma tarde na piscina sozinhos, no dia seguinte o pai voltava ao trabalho. Começamos a conversar, eu e a Paula. -Não aguento mais, Paula, quero te tocar. -Shhh, não faz isso agora. -Vai me chupar, irmãzinha? Quero que você chupe meu pau. -Shhhhhhhhhhhhhhhhh não sei, depois a gente vê, menino, agora cala a boca. Passei a mão na bunda dela... a única coisa que eu podia fazer. Fui dormir com as bolas cheias de porra... Na manhã de segunda, devia ser por volta das 10h, quando minha irmã veio me acordar. Obviamente o pai já tinha ido trabalhar. -Guy... guy!!! Acorda, menino. -Ehm, sim, já acordei, mmm A primeira coisa que vi foi minha irmã de calcinha e sutiã. -O pai já foi, quer fazer umas coisinhas comigo? Tô com muita vontade. -Siiiim. Paula pulou em cima de mim, começou a me beijar enquanto os peitos dela batiam no meu peito... passei minhas mãos pelas costas dela segurando firme a bunda, passando minhas palmas por toda a extensão das nádegas dela. A gente se separou e tirou toda a roupa, rapidamente levei minha mão até a virilha dela para fazê-la gozar. Enquanto tinha minha mão no seu púbis: -Quer que eu toque aí, Paula...? -Siiim, aí me toca, você me deixa louca, guy.... mmmmmmmmm Esfreguei o clitóris dela e passei minha mão pela buceta, já estava molhada, dava pra sentir na minha mão, isso me deixava com um tesão absurdo. Enquanto masturbava minha irmã, entre gemidos, eu falava com ela. -Ahhhhhhhhhh mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm -Paula, você vai chupar meu pau...?? -Uhhhhhhhhhh siiim vou chupar, menino... ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh Parei de tocar nela e virei de barriga pra cima, Paula foi pra trás e ajoelhada na cama pegou meu pau e levou à boca. -Mmmmm siiim Paula, assimmmm.... que bom que você chupa.... mmmmmmmm Ela alternava entre chupadas e lambidas, se Eu tirei e enfiei, eu já ia gozar...

- Gozo, Paulaaaaa ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
- Mmmm glup glup na boca, nenê, dá na boquinhaaa mmmmmm

Não aguentei mais, a porra começou a jorrar enquanto eu me mexia de prazer na cama, mal consegui abrir os olhos para ver Paula levando o sêmen aos lábios e à língua...

Depois que gozei, Paula continuou lambendo, lambia toda a porra que tinha derramado por ali...

- Uff, que bom que foi, Paula, obrigado...

Depois de descansar alguns minutos, voltei a apalpar ela toda, os peitos, a buceta, o cu...
Me ajoelhei na cama e abri as pernas dela.

- O que você vai fazer comigo, seu safado?
- Vou chupar sua buceta, Paula, vou lamber ela todinha
- Mmmmm isso é muito nojento, nenê, eu sou sua irmãzinha.... sério que você quer chupar a buceta da sua irmã?
- Sim, sim, Paula, vou chupar, abre essas perninhas... mmmm

Me coloquei entre as pernas dela e fui direto na sua racha, um cheiro bem gostoso me invadiu, aquele cheirinho de buceta me deixou louco!

Estiquei minha língua e lambei o clitóris, duas, três, quatro vezes, Paula gemeu... com meus lábios, apertei e chupei, aí minha irmã aproveitou muito.

- Ahhhhhhhhhhhhhhhh continua, safado, continua, mmmmmmm eu adoroooooo

Desci um pouco e agora passei minha língua por todos os seus lábios vaginais, minha saliva se misturava com seus fluidos... Paula dava pulinhos na cama de tão excitada que estava.

- Mmmmm que buceta gostosa você tem, Paula, você gosta do que eu faço? Mmmmmmm
- Uhhhmmmmmmmm sim, irmãozinho, sim, eu gosto, continua chupando, mmmmm eu vou gozar AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH

Eu não parei de lamber tudo enquanto minha irmã gritava de prazer e se derreteu em um orgasmo para lembrar...

Paula ficou quieta, com os olhos fechados como se estivesse dormindo, a minha pirocou ficou dura e eu me masturbei de novo, fiz uma punheta e gozei tudo sobre os pelinhos do seu púbis, fazia alguns dias que ela não se depilava, então ficaram uns fios por ali pelinhos ali e eu lambuzei tudo de porra... a gente dormiu um pouco.
...
Na manhã seguinte ela já estava com tesão de novo... dessa vez fui eu que acordei a Paula.

Descemos para tomar café, o papai já tinha ido embora. Comemos alguma coisa e quando terminamos ficamos conversando.

- Dormiu bem, Paula?
- Sim, depois do que a gente fez ontem fiquei muito cansada hahaha
- Haha pois é, eu também. Você gostou de ter chupado ele pra mim?
- Gostei! Me deu muito tesão quando você gozou na minha boca.
- Uff que delícia.
- E você gostou do gosto da minha buceta?
- Mmmm é uma delícia, Paula...
- Quer provar de novo?
- Siiiiiiiii

Paula tirou a calcinha e sentou em cima da mesa, abriu as pernas e me convidou para comer seu tesouro.

Ela tinha os lábios bem fechadinhos e ainda "adormecidos"... comecei a lamber ela toda, chupando todo o líquido que ela soltava. Aquele cheiro que saía me matava de prazer.

- Mmmm que delícia, Paula... que delícia essa sua buceta mmmmmm
- Uhhhhhhmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh siiii siiiiiiiiiiiii

Paula logo ficou louquinha de prazer, gemeu demais!

- AhHHHHHHHHHHHH
- Uffff Paula, eu tô com ele muito duro, quero botar em você... quero foder essa bucetinha mmmmmmmmmmm
- MMMMMMMMMM UHHHHHHHHHHHHHHHHH VOCÊ QUER ME FODER, É????? QUER COMER SUA IRMÃ?? AHHHHHHHHHHHHHHHH
- SIIIII
- MMMMMMMmmmmmmmmmmmm mete esse pau, mete essa pica dura, piranha!!!

Parei de lamber e me levantei, coloquei meu pau na buceta toda molhada pela minha saliva e pelos fluidos dela, esfreguei um pouquinho ao longo dos lábios vaginais.

- Mmmmmmm quer que eu meta, Paula?
- Ahhhhhhh siii, me come, me come, piranha mmmmmmmmmmmm

Coloquei meu pau sobre o buraquinho e empurrei devagar, a buceta estava muito apertada, enfiei a cabeça e Paula gritou.

- Ahhhhh tá doendo

Não liguei e continuei enfiando devagarinho, ia entrando bem de vagar, minha irmã e eu nos olhávamos nos olhos, de repente meu pau entrou todo, da buceta dela saiu um Um pouco de sangue, tirei um pouco e voltei a enfiar, Paula deixou a dor de lado e seu rosto se transformou em prazer, continuei metendo devagar até que sua buceta foi se ajustando ao tamanho do meu pau...

Aumentei um pouco o ritmo e o sangue parou de sair, Paula gemeu cada vez mais alto.
Sua caverna úmida e apertada estava me levando ao clímax...

-Vou gozar, Paulaaa AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH

Tirei e jorrei, a porra saiu disparada em direção ao seu corpo, apontei para seu ventre, caiu ali e um pouco mais no seu púbis...
Fiquei sacudindo enquanto Paula segurava ele...

-Chupa minha buceta que eu também quero gozar, neném!

Foi o que fiz, voltei a lamber aqueles lábios rosados e carnudos até minha irmã gozar...

Nos levantamos e limpamos toda a mesa manchada de sangue, sêmen, etc...

-Paula... você gostou?
-Sim, agora me ajuda a limpar isso.
...
Limpamos tudo e voltamos para a cama... o decorrer do dia foi bem normal, à tarde Paula e eu não falamos sobre o que aconteceu de manhã..

Jantamos com o pai e fomos dormir.

Não sei quanto tempo passou, mas em um momento da noite ouço barulhos.... acordo e na verdade é Paula que me chama baixinho sentada ao meu lado na minha cama!!!

-Neném, você tá acordado?
-Mmm sim, sim, Paula, que horas são?
-Não sei, acho que duas.
-O que foi? Por que você tá aqui?
-Deu vontade de foder....
Acho que meu rosto nunca teve tanta felicidade.
-E se o pai descobrir?
-Que importa o pai, cara, tô muito excitada, quero que você me coma...

Ela tirou a roupa e deitou em cima de mim, baixou minha cueca e começou a chupar meu pau.

-Ahhhh Paula que bom, que gostoooooo
-Mmmmmmmmm
-Uhhhhhhmmmmmmm

Ela se recompôs e veio ao meu ouvido:

-Vai lamber minha buceta...?

Sem dizer nada me posicionei como da outra vez, ajoelhado e com a cabeça entre suas pernas, abri e fui direto lamber aquela xotinha ardente e desejosa de pau. Só fiz um pouquinho e Paula me parou.

-Já estou muito Molhadinha, neném, preciso que você me coma agora... mmmmmm

Coloquei meu pau em cima da sua buceta, na posição de "missionário" e enfiei devagar, enterrando centímetro a centímetro naquela linda vagina.

- Uhhh, você gosta de como entra, Paula?
- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh siiiii, me come, gato, me comeeeeee

Comecei a comê-la com força, Paula gemía e eu temia que meu pai nos ouvisse, mas naquele momento já não importava, continuei metendo e sacando meu pau daquela buceta molhada, já estava quase gozando, então parei.

- Fica assim, Paula, assim.

Fiquei atrás dela, de "conchinha", peguei meu pau e procurei sua concha, encontrei e enfiei a cabecinha...

- Quer que eu te coma, Paula?
- Siiiii, mete em mim, gato, mete esse pirocãoooo

Enfiei até o fundo e comecei a comê-la com tudo, Paula agarrou o travesseiro para abafar os gritos, nessa posição a buceta estava bem apertada, não aguentei mais e gozei tudo...

- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
- Mmmmmmmmm mmmmmmmmmmmmmmmmmm uhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh

Parei meus movimentos dentro dela... a porra inundou completamente sua buceta... ambos gozamos ao mesmo tempo... ficamos quietos.
...
...
...
Paula e eu, alguns anos depois daqueles dias, ainda transamos quando podemos nos ver. Ela atualmente é casada e eu tenho namorada. Mas nada se compara ao sexo com Paula.

FIM.

14 comentários - Sexo entre irmãos (II)

lo que me calentee con esto no tiene nombre van 10
Muy bueno, van los puntos que me quedan +9
Excelente historia, quien no quisiera una hermanita asi.. van 10 de cabeza
lybeim
http://www.poringa.net/posts/relatos/2346651/Sexo-entre-hermanos-I.html
Ese es el autor si mal no estoy.
Alguien sabe donde obtener la parte 1?
El autor de estos relatos es @nickbendt más conocido por su serie de relatos de martin flor y agus, veanlos son los mejores relatos de P!