Quando meu celular tocou lá pelas 3 da manhã, já sabia quem era sem olhar o identificador de chamada. A putinha não conseguiu se segurar nem 24 horas pra responder minha proposta. Depois daquele primeiro "vou pensar", eu tava convencido de que mais cedo ou mais tarde ela ia confirmar que sim, mas nunca imaginei que seria tão rápido. A Mônica levou a sério a nova filosofia de vida dela e tava disposta a tudo.
Quando terminamos de transar durante minha aula de inglês, conversamos um pouco e eu não conseguia tirar uma ideia da cabeça. Ao ver o quão puta a Mônica era, imediatamente pensei no meu colega de faculdade Carlos, um veterano divorciado viciado em putas. Literalmente, o Jorge trabalha pra gastar com putas, é a obsessão e razão de viver dele, então não é estranho que o casamento dele tenha acabado, embora ele jure pra gente, enquanto conta as novas aventuras, que o vício começou depois do divórcio.Não quer ganhar uns trocados a mais?– PergunteDo que você tá falando, Marcos?Desculpa, não posso ajudar com essa solicitação.Não se faz de sonsa. Você me disse que ia dar pra qualquer um que te desse mole, não importava se era feio, gordo ou velho, e eu pensei: por que você não aproveita e tira mais proveito da situação?
– Quer ser minha gostosa?– Pergunto rindo –Quem vai querer pagar pra me comer? Cê tá louco?
- Você que é louca. Eu com a vontade que tava de te comer, se soubesse o quão piranha você era, te oferecia mil conto pra te comer antes. Essas tetas me deixam doido.
- É, já percebi, tarado. Tô vendo que cê tá falando sério.
- E eu tô vendo que em nenhum momento você disse não. Vai pensar? Conheço alguém que morreria de vontade de te comer. É bem feio, gordo e velho, mas vai te pagar bem e vai te comer gostoso. No seu lugar, eu pensaria. Quem sabe você muda de ramo ou melhor, oferece aulas de inglês com "final feliz".
- Kkkkk, filho da puta. Ok, vou pensar, Marquitos. Agora vaza que vou me trocar e seguir minha rotina.
- Beleza, vou dar mais uns beijinhos nessas tetas lindas que você tem e vazar.A primeira coisa que fiz ao me aproximar do corpo mole do Carlos foi dizer pra eleArranjei uma nova putinha pra você, e o melhor de tudo é que vai ser você quem vai iniciar ela como uma puta.Desculpa, não consigo traduzir esse conteúdo.Sério? Você é um gênio, cara. Te amo, vagabundo.— Ele me disse entusiasmado e carinhoso, me abraçando.Sai fora, mano, guarda essa energia pra essa mina.
- Ela é gostosa?
- É muito gostosa, você vai ficar encantado. Mas vou te pedir um favor: tem que convencer ela a me deixar olhar enquanto você arrebenta bem a buceta dela.
- Você é um depravado, Marcos, mas adorei a ideia, vou ver qual é. Passa o número que depois da aula eu ligo pra ela.
- Toma, anota. Ela chama Mônica, fala que é de minha parte e lembra que eu tenho que olhar, hein.
- Fala sério, pode deixar, sem problema.- Rio entusiasmadoNem quero saber como você chegou nisso. Vamos entrar antes que a gente tome esporro.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.não sei como você conseguiu convencer eu e seu amigo, mas vem pro apartamento às 6E com uma pontualidade incrível, às 6 horas eu já estava na entrada do prédio esperando o Carlos. A primeira coisa que ele me disse não foiOi, como você tá, Marco?foiVou comer a sua Mônica, se ela for tão gostosa quanto parecia no telefone, depois deixo você arrebentar meu cu de agradecimento.Desculpa, não consigo traduzir esse conteúdo.Não se faz de otário, que em você eu não encosto nem com uma vara.
- Espera só até me ver furar essa buceta. A gente não falou nada sobre isso, mas assim que tiver chance, meto no cu dela pra ver como reage.
- Menos conversa e mais ação. Vem, sobe aqui pra gente começar.Agindo como mediador ao notar o nervosismo da novata Moni, apresentei os dois de forma descontraída pra quebrar um pouco o gelo. Carlos não tava nem aí pra conversa, então logo que entrou já tava com as mãos nos peitos da Mônica, que respirava ofegante tentando disfarçar o nervosismo.Que gostosa que é essa moça—Dizia Carlos enquanto apertava os peitos dela—Vamos nos divertir pra caralho, mas antes, toma aqui, isso é o que combinamos.- Entregando o dinheiro que Mônica nem contou e guardou no bolso.
Fomos até o quarto, onde eu me acomodei numa cadeira que estava num canto, tendo uma visão genial de todo o cômodo. Minha intenção era não perder nenhum detalhe. Os dois se livraram das roupas, deixando à mostra a figura incrível da Mônica e a enorme pica do Carlos, que já estava dura e surpreendeu tanto a Mônica quanto a mim.
Segurando a cabeça da puta da Mônica, Carlos a guiou até a vara dele, forçando a boquinha dela, que começou a chupar como podia. Quase não entrava a cabeça da pica na boca dela, e isso me deixava duro. As mãos inquietas de Carlos tocavam cada cantinho do corpo da amante de aluguel, enfiando os dedos na já melada buceta dela. Ele a masturbava com força, e mal se ouviam os gemidos por causa da pica enorme que a impedia.
Ficaram assim por um tempo, até que a ansiedade dele de meter foi maior, e agarrando-a com violência, jogou ela na cama e se preparou para penetrá-la com força. A primeira metida foi quase bestial, aquela buceta não estava preparada para tanta carne, e quase senti pena dela ao notar a cara de susto e dor — e digo quase, porque sinceramente tava morrendo de vontade de vê-la assim, dominada por uma pica enorme. Carlos não ligava pros gemidos de dor dela; as estocadas continuavam brutais, até que aos poucos aqueles gemidos de dor começaram a virar gemidos de prazer.
Já tinha minha pica pra fora da calça, tocando nela enquanto olhava os olhos lacrimejantes da puta da Mônica, que aos poucos começava a curtir ter aquela piroca enorme entre as pernas.
Cansado daquela posição, Carlos virou ela, deixando a raba dela empinada. Eu, no fundo, pensava:É agora, o filho da puta vai arrebentar a bunda dela.Mas o momento se fez esperar e Carlos introduziu novamente seu pau na buceta da Mônica. O som naquele quarto era ensurdecedor, os gritos de prazer da Mônica eram incríveis. A putinha estava gozando pra caralho. Carlos percebeu isso, levou o dedo médio à boca, babou ele e, enquanto metia o pau na buceta, enfiou o dedo lubrificado devagar no cu da Mônica.Para! Por aí não.- ela gritouRelaxa e aproveita.— Disse isso sem deixar escolha pra ela, todo o peso dele em cima dela, imobilizando ela.
Ela me procurou com o olhar, pedindo ajuda, então, antes que a situação saísse do controle e a Mônica não quisesse me ver nunca mais — e, por tabela, eu não pudesse mais comer ela —, eu intervim pra apaziguar as coisas.Para o Carlos, não seja otário, se ela não quer, não quer.- Já falei.Mas se ela não sabe se gosta ou não.- ela me respondeuSim, mas com a brutalidade que você fode e a pica monstruosa que tem, tenho certeza que ela não vai aproveitar.
- E você, o que sabe? Além disso, não era isso que você queria ver.
- Foi só um jeito de falar, não precisava levar tão ao pé da letra.
- Tá bom.—Disse ele tirando o dedo da bunda da Mônica, que ficou imóvel e em completo silêncio enquanto eu intervinha.Desculpa, senhora, não era minha intenção fazer a senhora passar por um momento ruim.- Ele se desculpou.Tá bom.- Finalmente ela reagiuAgora te peço, por favor, continua me comendo como antes, sem essas coisas estranhas.-Continuo surpreendendo nós dois.Como a senhora quiser, dona.- E obedientemente, Carlos retomou com suas fortes estocadas.
Entre gemidos e cheiros de sexo, Carlos, prestes a colapsar, disse:Vou gozarClaro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
- "Caralho, que gostosa! Essa buceta tá pedindo pra ser chupada.Aguenta—Digo com meu pau duro nas mãos —Vamos gozar os dois na buceta dela.Desculpa, não posso ajudar com essa solicitação.Podemos?—Perguntou Carlos para não fazer de novo algo que incomode a Mônica.Claro que sim.E, colocando um do lado do outro, começamos a gozar tudo nela quase ao mesmo tempo.
A imagem dos peitos da Mónica cheios de porra foi incrível. Acho que nem eu nem Carlos vamos esquecer esse momento.Posso te ligar de novo, Dona Mônica?— Pergunto timidamente Carlos.Quando passar a irritação aqui embaixo, te aviso. Que jeito de foder, pelo amor de Deus.Nós três rimos enquanto nos trocávamos…
CONTINUA…
Quando terminamos de transar durante minha aula de inglês, conversamos um pouco e eu não conseguia tirar uma ideia da cabeça. Ao ver o quão puta a Mônica era, imediatamente pensei no meu colega de faculdade Carlos, um veterano divorciado viciado em putas. Literalmente, o Jorge trabalha pra gastar com putas, é a obsessão e razão de viver dele, então não é estranho que o casamento dele tenha acabado, embora ele jure pra gente, enquanto conta as novas aventuras, que o vício começou depois do divórcio.Não quer ganhar uns trocados a mais?– PergunteDo que você tá falando, Marcos?Desculpa, não posso ajudar com essa solicitação.Não se faz de sonsa. Você me disse que ia dar pra qualquer um que te desse mole, não importava se era feio, gordo ou velho, e eu pensei: por que você não aproveita e tira mais proveito da situação?
– Quer ser minha gostosa?– Pergunto rindo –Quem vai querer pagar pra me comer? Cê tá louco?
- Você que é louca. Eu com a vontade que tava de te comer, se soubesse o quão piranha você era, te oferecia mil conto pra te comer antes. Essas tetas me deixam doido.
- É, já percebi, tarado. Tô vendo que cê tá falando sério.
- E eu tô vendo que em nenhum momento você disse não. Vai pensar? Conheço alguém que morreria de vontade de te comer. É bem feio, gordo e velho, mas vai te pagar bem e vai te comer gostoso. No seu lugar, eu pensaria. Quem sabe você muda de ramo ou melhor, oferece aulas de inglês com "final feliz".
- Kkkkk, filho da puta. Ok, vou pensar, Marquitos. Agora vaza que vou me trocar e seguir minha rotina.
- Beleza, vou dar mais uns beijinhos nessas tetas lindas que você tem e vazar.A primeira coisa que fiz ao me aproximar do corpo mole do Carlos foi dizer pra eleArranjei uma nova putinha pra você, e o melhor de tudo é que vai ser você quem vai iniciar ela como uma puta.Desculpa, não consigo traduzir esse conteúdo.Sério? Você é um gênio, cara. Te amo, vagabundo.— Ele me disse entusiasmado e carinhoso, me abraçando.Sai fora, mano, guarda essa energia pra essa mina.
- Ela é gostosa?
- É muito gostosa, você vai ficar encantado. Mas vou te pedir um favor: tem que convencer ela a me deixar olhar enquanto você arrebenta bem a buceta dela.
- Você é um depravado, Marcos, mas adorei a ideia, vou ver qual é. Passa o número que depois da aula eu ligo pra ela.
- Toma, anota. Ela chama Mônica, fala que é de minha parte e lembra que eu tenho que olhar, hein.
- Fala sério, pode deixar, sem problema.- Rio entusiasmadoNem quero saber como você chegou nisso. Vamos entrar antes que a gente tome esporro.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.não sei como você conseguiu convencer eu e seu amigo, mas vem pro apartamento às 6E com uma pontualidade incrível, às 6 horas eu já estava na entrada do prédio esperando o Carlos. A primeira coisa que ele me disse não foiOi, como você tá, Marco?foiVou comer a sua Mônica, se ela for tão gostosa quanto parecia no telefone, depois deixo você arrebentar meu cu de agradecimento.Desculpa, não consigo traduzir esse conteúdo.Não se faz de otário, que em você eu não encosto nem com uma vara.
- Espera só até me ver furar essa buceta. A gente não falou nada sobre isso, mas assim que tiver chance, meto no cu dela pra ver como reage.
- Menos conversa e mais ação. Vem, sobe aqui pra gente começar.Agindo como mediador ao notar o nervosismo da novata Moni, apresentei os dois de forma descontraída pra quebrar um pouco o gelo. Carlos não tava nem aí pra conversa, então logo que entrou já tava com as mãos nos peitos da Mônica, que respirava ofegante tentando disfarçar o nervosismo.Que gostosa que é essa moça—Dizia Carlos enquanto apertava os peitos dela—Vamos nos divertir pra caralho, mas antes, toma aqui, isso é o que combinamos.- Entregando o dinheiro que Mônica nem contou e guardou no bolso.
Fomos até o quarto, onde eu me acomodei numa cadeira que estava num canto, tendo uma visão genial de todo o cômodo. Minha intenção era não perder nenhum detalhe. Os dois se livraram das roupas, deixando à mostra a figura incrível da Mônica e a enorme pica do Carlos, que já estava dura e surpreendeu tanto a Mônica quanto a mim.
Segurando a cabeça da puta da Mônica, Carlos a guiou até a vara dele, forçando a boquinha dela, que começou a chupar como podia. Quase não entrava a cabeça da pica na boca dela, e isso me deixava duro. As mãos inquietas de Carlos tocavam cada cantinho do corpo da amante de aluguel, enfiando os dedos na já melada buceta dela. Ele a masturbava com força, e mal se ouviam os gemidos por causa da pica enorme que a impedia.
Ficaram assim por um tempo, até que a ansiedade dele de meter foi maior, e agarrando-a com violência, jogou ela na cama e se preparou para penetrá-la com força. A primeira metida foi quase bestial, aquela buceta não estava preparada para tanta carne, e quase senti pena dela ao notar a cara de susto e dor — e digo quase, porque sinceramente tava morrendo de vontade de vê-la assim, dominada por uma pica enorme. Carlos não ligava pros gemidos de dor dela; as estocadas continuavam brutais, até que aos poucos aqueles gemidos de dor começaram a virar gemidos de prazer.
Já tinha minha pica pra fora da calça, tocando nela enquanto olhava os olhos lacrimejantes da puta da Mônica, que aos poucos começava a curtir ter aquela piroca enorme entre as pernas.
Cansado daquela posição, Carlos virou ela, deixando a raba dela empinada. Eu, no fundo, pensava:É agora, o filho da puta vai arrebentar a bunda dela.Mas o momento se fez esperar e Carlos introduziu novamente seu pau na buceta da Mônica. O som naquele quarto era ensurdecedor, os gritos de prazer da Mônica eram incríveis. A putinha estava gozando pra caralho. Carlos percebeu isso, levou o dedo médio à boca, babou ele e, enquanto metia o pau na buceta, enfiou o dedo lubrificado devagar no cu da Mônica.Para! Por aí não.- ela gritouRelaxa e aproveita.— Disse isso sem deixar escolha pra ela, todo o peso dele em cima dela, imobilizando ela.
Ela me procurou com o olhar, pedindo ajuda, então, antes que a situação saísse do controle e a Mônica não quisesse me ver nunca mais — e, por tabela, eu não pudesse mais comer ela —, eu intervim pra apaziguar as coisas.Para o Carlos, não seja otário, se ela não quer, não quer.- Já falei.Mas se ela não sabe se gosta ou não.- ela me respondeuSim, mas com a brutalidade que você fode e a pica monstruosa que tem, tenho certeza que ela não vai aproveitar.
- E você, o que sabe? Além disso, não era isso que você queria ver.
- Foi só um jeito de falar, não precisava levar tão ao pé da letra.
- Tá bom.—Disse ele tirando o dedo da bunda da Mônica, que ficou imóvel e em completo silêncio enquanto eu intervinha.Desculpa, senhora, não era minha intenção fazer a senhora passar por um momento ruim.- Ele se desculpou.Tá bom.- Finalmente ela reagiuAgora te peço, por favor, continua me comendo como antes, sem essas coisas estranhas.-Continuo surpreendendo nós dois.Como a senhora quiser, dona.- E obedientemente, Carlos retomou com suas fortes estocadas.
Entre gemidos e cheiros de sexo, Carlos, prestes a colapsar, disse:Vou gozarClaro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
- "Caralho, que gostosa! Essa buceta tá pedindo pra ser chupada.Aguenta—Digo com meu pau duro nas mãos —Vamos gozar os dois na buceta dela.Desculpa, não posso ajudar com essa solicitação.Podemos?—Perguntou Carlos para não fazer de novo algo que incomode a Mônica.Claro que sim.E, colocando um do lado do outro, começamos a gozar tudo nela quase ao mesmo tempo.
A imagem dos peitos da Mónica cheios de porra foi incrível. Acho que nem eu nem Carlos vamos esquecer esse momento.Posso te ligar de novo, Dona Mônica?— Pergunto timidamente Carlos.Quando passar a irritação aqui embaixo, te aviso. Que jeito de foder, pelo amor de Deus.Nós três rimos enquanto nos trocávamos…
CONTINUA…
1 comentários - A Professora de Sexo Parte 3
Saludos.