Perto da meia-noite, meu marido dormia profundamente ao meu lado. É estranho, mas quando aquele homem vem, ele nunca percebe. Eu, nua e deitada de lado, tentava pegar no sono, mas estava muito excitada. Ao longo do dia, tivemos momentos de carícias, beijos e erotismo que não terminaram como eu esperava. Minha buceta estava encharcada e eu ansiosa por amor.
Uma voz no meu ouvido disse: "Estou aqui, voltei. Estou visitando você de novo." Enquanto falava isso, ele esfregava seu pau ereto entre minhas pernas, com movimentos suaves de vai e vem, roçando minha buceta molhada. Ele me perguntou se eu estava esperando por ele e, no meio de um gemido de prazer, respondi que sim. Na verdade, estava sentindo saudades, mas preciso esperar por suas visitas inesperadas. Uma de suas mãos segurava minha cabeça, a outra segurava meu quadril. De repente, seu pau já estava dentro da minha buceta, entrando e saindo, fazendo nós dois vibrarmos de prazer. Ele agarrou minhas mãos e as colocou atrás das minhas costas, me limitando à sua vontade selvagem. Eu tremia ao sentir o contato da pele dele nas minhas mãos, sem ter ideia do seu rosto ou cor da pele. Ele me faz sentir presa na luxúria, além do prazer que esse homem pode gerar em mim.
Enquanto me comia, ele me perguntava se eu sabia que estava cada vez mais puta, ao que eu só conseguia perguntar se ele gostava. Sua resposta afirmativa era como um prêmio ao meu objetivo de gerar prazer nele com meus movimentos e atitudes.
Ele tirava e metia seu pau na minha buceta, uma e outra vez, numa dança luxuriosa que, junto com sua voz, subjugava minha vontade, me submetendo a senti-lo, a me saciar de prazer com seu pau, a esperar ansiosamente por todo o gozo dele dentro da minha buceta. Ele me perguntava se eu gostava de sentir seu pau e, embora as palavras não fossem necessárias, entre gemidos quase chegando a soluços, eu dizia que sim. Embora na minha cabeça houvesse gritos de prazer dizendo que eu adorava, que esperava por ele e até sentia saudades de suas visitas.
De repente, esses movimentos se viram interrompidos quando eu saco seu pau e levo sua boca até minha buceta. Mmm, realmente não esperava por isso, o que fez com que, diante de sua primeira investida com sua língua luxuriosa na minha buceta, eu explodisse de prazer. Não esperava, me surpreendeu e gostei da sua língua. Todos os movimentos e atitudes dele comigo são fortes, quase que poderia catalogar sua língua como violenta. Não queria que o tempo passasse e parar ali, sentindo-o. Não me importava com o que poderia acontecer se meu marido acordasse. Na verdade, em um momento desejei que ele acordasse e o tornasse cúmplice e participante desse momento de infinito prazer, que ele aproveitaria tanto ou mais do que eu. Imaginava o pau dele na minha boca enquanto a língua e o pau desse homem cumpriam seu objetivo, que é me gerar prazer sem esperar nada da minha parte. Poder transmitir ao meu argentino, por meio da minha boca e língua, o prazer e a luxúria desse homem possuindo meu corpo sem sentimentos no meio, sem remorsos ou medos. De repente, um gemido vindo do homem e a frequência forte e rápida de nossos movimentos anunciaram o encontro oculto e proibido entre o homem misterioso e eu.
Sem olhar para trás, peguei minha toalha e me dirigi como sempre ao banheiro, dando tempo para que o homem pudesse fugir sem ser visto no meio da escuridão da noite que cobria o céu de outono em Buenos Aires...
Quando saí do banheiro, a figura nua do meu marido em nossa cama despertou em mim o desejo gerado por suas carícias durante o dia, a luxúria gerada pelo "misterioso"... Ele estava de lado, com os olhos fechados. Logo antes de receber a visita que eu acabara de aproveitar, havia tocado seu rosto e permanecia assim. Coloquei minha mão quente sobre seu peito, e o movimento de seu corpo me fez sentir que ele gostava. Deslizei minha mão até seu pau, que permanecia ereto à minha espera, das minhas carícias, do meu corpo. Abaixei meu rosto até ele, abrindo minha boca, levei seu pau até ela. Sua ereção estava um pouco fraca. mas à medida que meus movimentos e minha língua úmida o estimulavam, sua ereção ficou completa e a força de seu pau viril aflorou para mim...
Meu marido permanecia em silêncio, acariciava minhas costas, minha cabeça e tentava timidamente pegar meu cabelo. Me levantei e, sentando sobre ele, disse que o desejava, que aquele homem tinha vindo, mas que eu queria mais, que o desejava a ele, que pousou as mãos na minha cintura. Eu movia meu corpo bruscamente de cima para baixo, estava encharcada e meu marido notou. Ele gostou tanto que, entre gemidos, me dizia que teria adorado estar lá enquanto aquele homem me visitava, chupava meus mamilos como só ele sabe fazer. Ele sabe e me faz saber que é o dono do meu corpo, de tudo o que sou e dos meus pensamentos, e é quem me motiva a me abrir para este mundo de amor, desejo e luxúria, do qual só ele poderia ser meu companheiro.
Pousei minhas mãos sobre seus ombros, gerando mais pressão no choque de nossos corpos até estourar de prazer e deixar toda sua porra na minha buceta... fechamos o lindo momento vivido com um abraço terno e um beijo forte, depois nos olhamos com a cumplicidade de duas almas gêmeas que fizeram de tudo para se encontrar e pertencer assim pelo resto da vida, juntos e se amando.
Uma voz no meu ouvido disse: "Estou aqui, voltei. Estou visitando você de novo." Enquanto falava isso, ele esfregava seu pau ereto entre minhas pernas, com movimentos suaves de vai e vem, roçando minha buceta molhada. Ele me perguntou se eu estava esperando por ele e, no meio de um gemido de prazer, respondi que sim. Na verdade, estava sentindo saudades, mas preciso esperar por suas visitas inesperadas. Uma de suas mãos segurava minha cabeça, a outra segurava meu quadril. De repente, seu pau já estava dentro da minha buceta, entrando e saindo, fazendo nós dois vibrarmos de prazer. Ele agarrou minhas mãos e as colocou atrás das minhas costas, me limitando à sua vontade selvagem. Eu tremia ao sentir o contato da pele dele nas minhas mãos, sem ter ideia do seu rosto ou cor da pele. Ele me faz sentir presa na luxúria, além do prazer que esse homem pode gerar em mim.
Enquanto me comia, ele me perguntava se eu sabia que estava cada vez mais puta, ao que eu só conseguia perguntar se ele gostava. Sua resposta afirmativa era como um prêmio ao meu objetivo de gerar prazer nele com meus movimentos e atitudes.
Ele tirava e metia seu pau na minha buceta, uma e outra vez, numa dança luxuriosa que, junto com sua voz, subjugava minha vontade, me submetendo a senti-lo, a me saciar de prazer com seu pau, a esperar ansiosamente por todo o gozo dele dentro da minha buceta. Ele me perguntava se eu gostava de sentir seu pau e, embora as palavras não fossem necessárias, entre gemidos quase chegando a soluços, eu dizia que sim. Embora na minha cabeça houvesse gritos de prazer dizendo que eu adorava, que esperava por ele e até sentia saudades de suas visitas.
De repente, esses movimentos se viram interrompidos quando eu saco seu pau e levo sua boca até minha buceta. Mmm, realmente não esperava por isso, o que fez com que, diante de sua primeira investida com sua língua luxuriosa na minha buceta, eu explodisse de prazer. Não esperava, me surpreendeu e gostei da sua língua. Todos os movimentos e atitudes dele comigo são fortes, quase que poderia catalogar sua língua como violenta. Não queria que o tempo passasse e parar ali, sentindo-o. Não me importava com o que poderia acontecer se meu marido acordasse. Na verdade, em um momento desejei que ele acordasse e o tornasse cúmplice e participante desse momento de infinito prazer, que ele aproveitaria tanto ou mais do que eu. Imaginava o pau dele na minha boca enquanto a língua e o pau desse homem cumpriam seu objetivo, que é me gerar prazer sem esperar nada da minha parte. Poder transmitir ao meu argentino, por meio da minha boca e língua, o prazer e a luxúria desse homem possuindo meu corpo sem sentimentos no meio, sem remorsos ou medos. De repente, um gemido vindo do homem e a frequência forte e rápida de nossos movimentos anunciaram o encontro oculto e proibido entre o homem misterioso e eu.
Sem olhar para trás, peguei minha toalha e me dirigi como sempre ao banheiro, dando tempo para que o homem pudesse fugir sem ser visto no meio da escuridão da noite que cobria o céu de outono em Buenos Aires...
Quando saí do banheiro, a figura nua do meu marido em nossa cama despertou em mim o desejo gerado por suas carícias durante o dia, a luxúria gerada pelo "misterioso"... Ele estava de lado, com os olhos fechados. Logo antes de receber a visita que eu acabara de aproveitar, havia tocado seu rosto e permanecia assim. Coloquei minha mão quente sobre seu peito, e o movimento de seu corpo me fez sentir que ele gostava. Deslizei minha mão até seu pau, que permanecia ereto à minha espera, das minhas carícias, do meu corpo. Abaixei meu rosto até ele, abrindo minha boca, levei seu pau até ela. Sua ereção estava um pouco fraca. mas à medida que meus movimentos e minha língua úmida o estimulavam, sua ereção ficou completa e a força de seu pau viril aflorou para mim...
Meu marido permanecia em silêncio, acariciava minhas costas, minha cabeça e tentava timidamente pegar meu cabelo. Me levantei e, sentando sobre ele, disse que o desejava, que aquele homem tinha vindo, mas que eu queria mais, que o desejava a ele, que pousou as mãos na minha cintura. Eu movia meu corpo bruscamente de cima para baixo, estava encharcada e meu marido notou. Ele gostou tanto que, entre gemidos, me dizia que teria adorado estar lá enquanto aquele homem me visitava, chupava meus mamilos como só ele sabe fazer. Ele sabe e me faz saber que é o dono do meu corpo, de tudo o que sou e dos meus pensamentos, e é quem me motiva a me abrir para este mundo de amor, desejo e luxúria, do qual só ele poderia ser meu companheiro.
Pousei minhas mãos sobre seus ombros, gerando mais pressão no choque de nossos corpos até estourar de prazer e deixar toda sua porra na minha buceta... fechamos o lindo momento vivido com um abraço terno e um beijo forte, depois nos olhamos com a cumplicidade de duas almas gêmeas que fizeram de tudo para se encontrar e pertencer assim pelo resto da vida, juntos e se amando.
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