Bom, me resta agradecer a paciência, as mensagens e a boa energia de quem, de um jeito ou de outro, me acompanhou nesse relato. Foi difícil, mesmo que pareça o contrário, colocar em palavras o que vivi naquela noite. Quero dizer também que continuamos nos vendo, quando dá, e quando conseguimos nos virar o suficiente. Obrigado de novo. Espero que gostem, e espero também os comentários de vocês, que no fim das contas foram o motor de tudo isso.
Ela se jogou em cima de mim como um peso morto, só que ela estava mais viva do que nunca. Tentava falar comigo, mas a agitação não deixava, então, puxando ela pelos cabelos e enrolando minha mão direita neles (a esquerda apertava uma das suas bundas deliciosas), pra garantir que ela olhasse nos meus olhos, eu disse:
— "Agora é sua vez de tirar de mim até a última gota. Quero que você meta meu pau na sua boca. Quero que limpe ele do seu mel. Quero que engula até quase vomitar. Quero que chupe até cansar, e que mostre ele pra mim antes de pegar de novo." A filha da puta parece ter adorado, os olhos dela brilhavam, e ainda toda molhada, sem perder tempo, desceu e começou a chupar meu pau como provavelmente nunca tinha sido chupado na vida.
Ela não demorou nada pra fazer garganta profunda, aqueles engasgos que me deixam louco, a baba grossa escorrendo pra todo lado. Minha cama tinha virado uma espécie de receptáculo: Dois corpos, excitados como a puta mãe, se matando de prazer, sem intenção de parar, sem intenção de fazer outra coisa senão matar o outro, fazê-lo se contorcer, gemer, gritar. Levar à loucura total e plena da própria carne. Levar ao significado máximo num estado de perdição que todos merecemos, que todos queremos fazer parte sempre. Mas, por uma coisa ou outra, a gente se deixa levar e não busca do mesmo jeito que a gente quer.
Minhas pernas já tremiam; não vou negar, a vontade de encher a boca dela de porra era, naquela altura, quase impostergáveis. Mas eu aguentei. Eu aguentei porque queria meter no cu dela; e pra isso, puxei ela de novo pelos cabelos. Inclinei ela, coloquei de quatro, e depois de cuspir na minha mão e levar até a pussy (como se eu precisasse dos fluidos de alguém, Pompeia foi sem dúvida a gostosa mais molhada que já comi na vida), e meti com toda a minha força. Delicadeza já não era necessária. Éramos dois doentes, viciados em gritos e palavrões. Me preparei pra colocar dois dedos na boca dela, enquanto a gente se mexia num ritmo constante, minhas bolas batendo na carne dela...
"O que você tá esperando pra comer meu cu? Não quero dedos antes, quero que você arrebente, você merece arrebentar." E ela se moveu pra frente pra minha pika sair da pussy dela. Nunca vou esquecer aquele movimento, aquela sensualidade, ela gateando em cima do colchão, igual uma gata no cio, com a cintura e a raba mais apetitosas que a mulher de um amigo poderia oferecer. Por fim, ela parou, se inclinou pra frente, e apoiou as mãos na parede. Pra minha surpresa, ela baixou a mão esquerda e enfiou dois dedos na pussy dela, depois, ficou brincando com o cu, como se tivesse me chamando... me convidando pra entrar, e pode crer que eu entrei.
O apertado que o cu dela tava é algo difícil de descrever, tanto ou mais do que o squirt novo que ela deu na pussy enquanto eu metia. Aquilo acabou comigo. Aquilo e a cara dela na parede, aquilo e os gritinhos quase fofos, aquilo e os arranhões dela nas minhas pernas, nos meus braços que apertavam forte e só afrouxaram quando finalmente dei o que ela queria. Ela percebeu na hora, tinha passado só alguns segundos desde o segundo squirt dela, e incrivelmente, pra minha surpresa, veio o terceiro enquanto ela tentava falar:
"Que gozo gostoso, meu cu é seu"
Eu perdi a noção de tudo, foi o senhor orgasmo que percorreu meu corpo, tremi e me contraí tanto que dessa vez quem caiu na cama fui eu. Mas a aquela noite me guardava uma surpresa a mais; ela me mostrou de novo sua tenacidade e audácia, e abrindo a bunda, deixou a porra cair em cima da minha pélvis. O que veio depois, meus amigos, foi a chupada de pau mais extraordinária que já vi na vida. E só depois de engolir a última gota, ela deitou as tetas lindas dela no meu peito pra que só se ouvisse nossa respiração.
A gente trepou mais uma vez antes dela ir pro quarto do Golias e eu ficar sozinho de novo. Quando ela cruzou a porta do meu quarto, enquanto fazia um coque no cabelo, disse: "Foi um prazer, Fede. Vou vir mais vezes.
Ela se jogou em cima de mim como um peso morto, só que ela estava mais viva do que nunca. Tentava falar comigo, mas a agitação não deixava, então, puxando ela pelos cabelos e enrolando minha mão direita neles (a esquerda apertava uma das suas bundas deliciosas), pra garantir que ela olhasse nos meus olhos, eu disse:
— "Agora é sua vez de tirar de mim até a última gota. Quero que você meta meu pau na sua boca. Quero que limpe ele do seu mel. Quero que engula até quase vomitar. Quero que chupe até cansar, e que mostre ele pra mim antes de pegar de novo." A filha da puta parece ter adorado, os olhos dela brilhavam, e ainda toda molhada, sem perder tempo, desceu e começou a chupar meu pau como provavelmente nunca tinha sido chupado na vida.
Ela não demorou nada pra fazer garganta profunda, aqueles engasgos que me deixam louco, a baba grossa escorrendo pra todo lado. Minha cama tinha virado uma espécie de receptáculo: Dois corpos, excitados como a puta mãe, se matando de prazer, sem intenção de parar, sem intenção de fazer outra coisa senão matar o outro, fazê-lo se contorcer, gemer, gritar. Levar à loucura total e plena da própria carne. Levar ao significado máximo num estado de perdição que todos merecemos, que todos queremos fazer parte sempre. Mas, por uma coisa ou outra, a gente se deixa levar e não busca do mesmo jeito que a gente quer.
Minhas pernas já tremiam; não vou negar, a vontade de encher a boca dela de porra era, naquela altura, quase impostergáveis. Mas eu aguentei. Eu aguentei porque queria meter no cu dela; e pra isso, puxei ela de novo pelos cabelos. Inclinei ela, coloquei de quatro, e depois de cuspir na minha mão e levar até a pussy (como se eu precisasse dos fluidos de alguém, Pompeia foi sem dúvida a gostosa mais molhada que já comi na vida), e meti com toda a minha força. Delicadeza já não era necessária. Éramos dois doentes, viciados em gritos e palavrões. Me preparei pra colocar dois dedos na boca dela, enquanto a gente se mexia num ritmo constante, minhas bolas batendo na carne dela...
"O que você tá esperando pra comer meu cu? Não quero dedos antes, quero que você arrebente, você merece arrebentar." E ela se moveu pra frente pra minha pika sair da pussy dela. Nunca vou esquecer aquele movimento, aquela sensualidade, ela gateando em cima do colchão, igual uma gata no cio, com a cintura e a raba mais apetitosas que a mulher de um amigo poderia oferecer. Por fim, ela parou, se inclinou pra frente, e apoiou as mãos na parede. Pra minha surpresa, ela baixou a mão esquerda e enfiou dois dedos na pussy dela, depois, ficou brincando com o cu, como se tivesse me chamando... me convidando pra entrar, e pode crer que eu entrei.
O apertado que o cu dela tava é algo difícil de descrever, tanto ou mais do que o squirt novo que ela deu na pussy enquanto eu metia. Aquilo acabou comigo. Aquilo e a cara dela na parede, aquilo e os gritinhos quase fofos, aquilo e os arranhões dela nas minhas pernas, nos meus braços que apertavam forte e só afrouxaram quando finalmente dei o que ela queria. Ela percebeu na hora, tinha passado só alguns segundos desde o segundo squirt dela, e incrivelmente, pra minha surpresa, veio o terceiro enquanto ela tentava falar:
"Que gozo gostoso, meu cu é seu"
Eu perdi a noção de tudo, foi o senhor orgasmo que percorreu meu corpo, tremi e me contraí tanto que dessa vez quem caiu na cama fui eu. Mas a aquela noite me guardava uma surpresa a mais; ela me mostrou de novo sua tenacidade e audácia, e abrindo a bunda, deixou a porra cair em cima da minha pélvis. O que veio depois, meus amigos, foi a chupada de pau mais extraordinária que já vi na vida. E só depois de engolir a última gota, ela deitou as tetas lindas dela no meu peito pra que só se ouvisse nossa respiração.
A gente trepou mais uma vez antes dela ir pro quarto do Golias e eu ficar sozinho de novo. Quando ela cruzou a porta do meu quarto, enquanto fazia um coque no cabelo, disse: "Foi um prazer, Fede. Vou vir mais vezes.
6 comentários - Mi amigo,su chica y yo. Cuarta Parte : Jugos varios
Me alegra que lo hayas disfrutado!
Es de verdad gratificante que se fijen y recalquen los detalles!
Saludos!
Saludos
El cuarto y la cama grande están a las ordenes!
Me encanta saber que te hice mojar 😉
Gracias por pasar!