Olá. Esta é a segunda vez que escrevo. Meu nome é Augusto (não, não é o verdadeiro), tenho 37 (quando escrevi a primeira vez tinha 36), sou casado há 5 anos, e fui hétero a vida toda.
Como contei antes, tive a ideia de experimentar com uma travesti (minha esposa tinha ido uma semana pra Córdoba, na casa da irmã). Sou o cara do relato: 36 anos hétero… e fui comido por uma travesti.
Nessa semana descobri que curto travestis… seis travestis, pra ser mais exato.
Basicamente, comi todas, fui comido por todas, chuparam meu pau, chupei o delas, etc.
O problema era como lidar com a situação quando minha esposa voltasse.
Versão resumida: segurei super bem, continuo casado, e todo mundo feliz nesse aspecto.
Obviamente percebi que meus gostos tinham mudado.
De um lado, continuei vendo várias travestis (mais ou menos uma vez a cada 10 dias), e do outro, com minha esposa começamos a trocar de papéis. Ou seja, ela coloca um strapon (um cinto com consolo) e a gente se diverte, tudo perfeito (ou quase).
A verdade é que ela faz mais porque eu gosto do que por iniciativa própria… e isso dá pra notar.
O problema foi que, por causa da minha "renovação sexual", uma ex-amante também voltou. Uma garota com quem eu tinha um relacionamento bem antes de casar (obviamente voltou pelo Facebook).
Já no primeiro encontro, ela enfiou um dedo no meu cu e percebeu que eu gostei.
Uma semana depois, Paula (pra usar um nome falso) me liga e diz: SE PREPARA. Estranhei um pouco, mas tudo bem.
Assim que entramos no hotel, ela vai pro banheiro… e sai pelada, só com um strapon gigante entre as pernas.
Na hora, tento disfarçar e solto um: TÁ LOUCA, PAULA?
E ela, bem certeira, responde: PERCEBI NA HORA, VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO… E A VERDADE É QUE EU FICO LOUCA PRA COMER UM HOMEM.
Obviamente, tava tudo dito.
Sem falar nada, me deitei de bruços… ela me deu o beijo grego mais quente da minha vida.
Aí ela se ajeita e me deu a melhor fodida da minha vida.
Paula me comeu umas Nenhuma das transexuais que tinham estado comigo antes.
ME ARROMBOU O CU DE VERDADE.
Tudo isso foi o preâmbulo.
Foi a contextualização do que quero contar.
Obviamente, a bruta penetração que a Paulita fez em mim deixou sequelas. Dois dias depois, ainda tava doendo a rabeta.
Não sabia o que fazer.
Pensava: Se eu for no médico... certeza que ele vai sacar o que eu andei fazendo.
Mas melhor encarar a situação, tava com medo que fosse algo tipo fissura anal (só o nome já me assusta).
Tomo a decisão de ir.
Primeiro, penso em que tipo de médico, aí percebo que tenho que ir num Clínico Geral pra ele me encaminhar.
Procuro um meio longe pra não ter chance nenhuma de me conhecer ou conhecer minha esposa... ou melhor, ninguém do meu mundinho. Médico, ou seja, homem, porque pra mim é impossível explicar meu problema pra uma médica.
Consegui relativamente rápido, e três dias depois do "incidente" vou ao consultório.
Obviamente escolhi um horário tarde pra não ter que dar explicações no escritório... e pra minha esposa falei que ia ficar no trabalho umas 2 horas a mais.
Quando cheguei, na sala de espera, percebi que não sabia como explicar pro médico minha condição. Tava pedindo pra que o tempo de espera passasse mais devagar. Queria que o momento de ter que explicar onde doía chegasse o mais tarde possível. "E se ele descobre o que eu andei fazendo nos últimos 8 meses?" foi a última coisa que pensei quando lá de dentro do consultório ouvi meu sobrenome...
Pronto, não tem jeito. Cabeça erguida e pra dentro.
Quando entro, vejo que o médico era um pouco mais velho que eu, o que achei bom porque, se fosse o caso, seria o que menos me julgaria... pensei.
Assim que sento, ele me pergunta por que fui vê-lo.
Sem pensar duas vezes, solto a explicação na lata, pra encarar o problema logo.
TO COM UM INCÔMODO NO CU falo, esperando que ele me encaminhasse pra um proctologista. Não foi essa a resposta. Começou a me perguntar. Um dos momentos mais constrangedores da minha vida.
Expliquei que, embora o incômodo tivesse passado, até o dia anterior só de andar eu sentia como se estivesse raspando alguma coisa.
Ele me manda um mortal: ARRIA AS CALÇAS ATÉ O JOELHO E DEITA NA MACA DE LADO, OLHANDO PRA PAREDE.
Sinceramente, queria meter o pé… mas já não tinha escolha.
Me despi e deitei como o médico mandou. Ele calçou umas luvas descartáveis pra me examinar, sentou do lado e começou a apalpar.
Se antes eu tava desconfortável… agora era dez vezes pior.
Mas…
Ele diz: Agora você vai sentir um incômodo, mas preciso fazer toque por dentro do ânus pra ver se tem alguma lesão.
Eu não queria nem ver. Falei OK, VOCÊ É O MÉDICO, FAZ O QUE TEM QUE FAZER.
Vejo ele passar uma pomada na mão direita e sinto ele abrir minhas nádegas com a mão esquerda e enfiar um dedo da outra.
Não vou mentir… mal sentia.
Ele meteu aquele dedo no meu cu de todas as formas possíveis… sinceramente, o ponto de humilhação já tava tão longe que parei de me importar.
O médico só soltava um MMMM, como se tivesse pensando.
Aí ele diz: Muda de posição, de bruços com a cintura na borda da maca.
Mudei de posição, e ele continuou examinando.
Aí percebi que tinha algo estranho, senti como se, em vez de um dedo na bunda, agora tivesse dois. O que era desconfortavelmente gostoso… a puta que pariu, tava me excitando.
Ele diz: Já foi, não é nada grave. Tá tudo muito irritado.
Tudo isso com os dedos enfiados no meu rabo.
E do nada ele solta: Travestis?
Eu, com cara de espanto, falo: QUE?
“Antes de tudo, sem problema, cada um curte sua sexualidade como quer, se não quiser responder, tudo bem, e aqui tem sigilo médico-paciente”, ele diz.
Eu tava mudo, não consegui responder, e ele continuou: A área tá muito irritada. Pelo visto, te penetraram com força sem a lubrificação certa.
Visto como tava a A única coisa que falei foi: "Tá tão na cara assim?"
Ela ri e só responde: "SIM... quando foi?"
Aí me abri e falei: "Foi uma mina com um consolo, três dias atrás."
Médico: "Passo esse creme em você e já era, some tudo..."
Quando trocou o creme, senti na hora... mas era estranho.
Era extremamente gostoso, tava mais perto do prazer do que de uma cura.
Ainda por cima, me imaginei de fora: eu meio deitado na maca, com a bunda empinada e aberta... e ele enfiando a mão em mim por trás.
Aí percebi que minha pica começou a endurecer... ele também notou.
E ao mesmo tempo, sacou que ele queria outra coisa.
"Só deixa meter com consolo e traveco... ou com homem também?" disparou.
Respondi: "Só mulher... bom, não, traveco também. Na verdade, traveco..."
"Nunca tentou com homem?" E percebo que ele muda o jeito de enfiar os dedos na minha buceta enquanto se levanta.
Eu já tava de pau duro e ele tinha notado.
"Nunca tentei, não sinto atração por homem", falei.
Médico: "Pode ser que não curta homem, mas é óbvio que adora sentir no cu. Tá de pau duro há um tempão."
Já tava ferrado, só consegui soltar um "Sei lá".
Ele se aproxima e encosta a pica na minha perna... parecia que eu não era o único excitado, senti um pedaço enorme colado no meu corpo.
Foi aí que pensei internamente: VAI TUDO PRO CARALHO.
Direto, sem falar nada, levantei a mão esquerda e agarrei firme a porra da pica dele.
Ele desabotoa a calça com a esquerda e abaixa.
Aparece um pau lindo, duro, grosso, brilhante.
Seguro ele e falo: "Não pode entrar ninguém?"
Quando ele responde "Não, você é meu último paciente", puxo ele pela pica de onde tava, direto pra boca.
Já era, não tinha mais volta.
Se há 8 meses eu tinha cruzado uma fronteira, agora tinha mudado de universo... TAVA CHUPANDO A PICA DE UM HOMEM QUE NÃO ME DAVA NADA, E A SEGUNDOS DE ENFIAR NO MEU CU.
Aí me dei conta... não me excitam os homens... me excitam as picas e a porra.
Tipo: me excitam as mulheres, os travestis e as picas... assumo, sou bissexual completo.
O médico tava descontrolado, diretamente me bombava na boca.
Aí ele me para: PARA
Ele tira a pica da minha boca, tira a calça e procura algo numa gaveta.
Ele é precavido... tem camisinha ali mesmo.
Coloca naquela cabeça linda, toda brilhante da minha saliva, e se posiciona atrás de mim. Diz: "Abre as nádegas". Eu... a puta mais submissa do mundo.
Ele passa o mesmo creme de antes, e encaixa a cabeça da pica no meu cu.
Só empurra um pouquinho, meu ânus engole aquela porra linda.
Começou a falar cada putaria que vinha na cabeça: "Toma, puta, olha como eu te fodo todinha. Toma, cê gosta da minha pica?" E todas essas frases.
Eu ouvia e não acreditava. Tava no céu. Minha pica também tava prestes a explodir.
Aí, sem dizer nada, ele diminui um pouco, me ajusta mais pra trás... e enquanto me fode de novo, começa a pegar na minha pica e bater uma punheta. Na real, eu tava tão excitado que nem precisava.
Aí ele pergunta: "Vai gozar?", minha resposta é SIM... "eu também" ele diz.
E enquanto eu soltava uma porra bruta debaixo da maca, ele enchia a camisinha de porra.
Por Deus... que foda. E o pior é que eu olhava ele pelado e pensava: Como eu deixei esse cara me comer? O que eu tava pensando? E aí eu via a pica dele de novo...
Não me pergunta por que... mas eu me ajoelhei direto pra chupar ela. Tirei a camisinha e engoli toda a porra... e continuei chupando.
O doc continuava duro e se deixou chupar.
Até que ele não encheu minha boca de porra de novo, eu não parei, enquanto batia uma pra mim.
Quando terminamos os dois, ele diz: "Viu que você gosta também?"
Eu respondo: "O estranho é que eu não gosto de homens..." e ele me corta dizendo: "Você gosta de ser comido, gosta de uma boa pica bem usada, te excita a porra..."
Aí eu paro ele: "Para, porque senão vou ficar excitado de novo e vou Querendo que você encha meu cu com sua carne de novo… e aí não chego em casa, e aquilo apodrece.”
Ele se ajeita enquanto coloca aquele pedaço na cueca.
Me limpo um pouco e começo a me vestir. Ele me dá uma amostra da pomada que usa comigo e, rindo, fala: “Se quiser, a gente pode se encontrar na minha casa e eu passo em você.”
Por dentro, penso: nem louco, nem fodendo que vou deixar outro homem me comer de novo.
Aí saio do consultório e vou pra casa.
Em menos de uma semana, a gente se encontrou de novo…
Vou alternando entre as travestis e ele.
A verdade é que não consigo evitar… me excito com paus e bocetas por igual.
Gosto de chupar os dois do mesmo jeito. Mas, na real, curto mais sexo anal do que vaginal… e o que mais me dá tesão é ser comido.
Ainda não entendo isso.
Há 8 meses, eu não tinha tocado em outros paus além do meu (e do traveco de 10 anos atrás). E agora até um cara que não me atrai me comeu um monte de vezes.
Antes, toda vez que entrava num lugar, olhava pros peitos e pras bundas de todas as gostosas… agora também fico de pau duro com os caras. VIVO de pau duro.
Qualquer hora dessas, vou chupar um do meu trabalho.
Como contei antes, tive a ideia de experimentar com uma travesti (minha esposa tinha ido uma semana pra Córdoba, na casa da irmã). Sou o cara do relato: 36 anos hétero… e fui comido por uma travesti.
Nessa semana descobri que curto travestis… seis travestis, pra ser mais exato.
Basicamente, comi todas, fui comido por todas, chuparam meu pau, chupei o delas, etc.
O problema era como lidar com a situação quando minha esposa voltasse.
Versão resumida: segurei super bem, continuo casado, e todo mundo feliz nesse aspecto.
Obviamente percebi que meus gostos tinham mudado.
De um lado, continuei vendo várias travestis (mais ou menos uma vez a cada 10 dias), e do outro, com minha esposa começamos a trocar de papéis. Ou seja, ela coloca um strapon (um cinto com consolo) e a gente se diverte, tudo perfeito (ou quase).
A verdade é que ela faz mais porque eu gosto do que por iniciativa própria… e isso dá pra notar.
O problema foi que, por causa da minha "renovação sexual", uma ex-amante também voltou. Uma garota com quem eu tinha um relacionamento bem antes de casar (obviamente voltou pelo Facebook).
Já no primeiro encontro, ela enfiou um dedo no meu cu e percebeu que eu gostei.
Uma semana depois, Paula (pra usar um nome falso) me liga e diz: SE PREPARA. Estranhei um pouco, mas tudo bem.
Assim que entramos no hotel, ela vai pro banheiro… e sai pelada, só com um strapon gigante entre as pernas.
Na hora, tento disfarçar e solto um: TÁ LOUCA, PAULA?
E ela, bem certeira, responde: PERCEBI NA HORA, VOCÊ GOSTA DE SER COMIDO… E A VERDADE É QUE EU FICO LOUCA PRA COMER UM HOMEM.
Obviamente, tava tudo dito.
Sem falar nada, me deitei de bruços… ela me deu o beijo grego mais quente da minha vida.
Aí ela se ajeita e me deu a melhor fodida da minha vida.
Paula me comeu umas Nenhuma das transexuais que tinham estado comigo antes.
ME ARROMBOU O CU DE VERDADE.
Tudo isso foi o preâmbulo.
Foi a contextualização do que quero contar.
Obviamente, a bruta penetração que a Paulita fez em mim deixou sequelas. Dois dias depois, ainda tava doendo a rabeta.
Não sabia o que fazer.
Pensava: Se eu for no médico... certeza que ele vai sacar o que eu andei fazendo.
Mas melhor encarar a situação, tava com medo que fosse algo tipo fissura anal (só o nome já me assusta).
Tomo a decisão de ir.
Primeiro, penso em que tipo de médico, aí percebo que tenho que ir num Clínico Geral pra ele me encaminhar.
Procuro um meio longe pra não ter chance nenhuma de me conhecer ou conhecer minha esposa... ou melhor, ninguém do meu mundinho. Médico, ou seja, homem, porque pra mim é impossível explicar meu problema pra uma médica.
Consegui relativamente rápido, e três dias depois do "incidente" vou ao consultório.
Obviamente escolhi um horário tarde pra não ter que dar explicações no escritório... e pra minha esposa falei que ia ficar no trabalho umas 2 horas a mais.
Quando cheguei, na sala de espera, percebi que não sabia como explicar pro médico minha condição. Tava pedindo pra que o tempo de espera passasse mais devagar. Queria que o momento de ter que explicar onde doía chegasse o mais tarde possível. "E se ele descobre o que eu andei fazendo nos últimos 8 meses?" foi a última coisa que pensei quando lá de dentro do consultório ouvi meu sobrenome...
Pronto, não tem jeito. Cabeça erguida e pra dentro.
Quando entro, vejo que o médico era um pouco mais velho que eu, o que achei bom porque, se fosse o caso, seria o que menos me julgaria... pensei.
Assim que sento, ele me pergunta por que fui vê-lo.
Sem pensar duas vezes, solto a explicação na lata, pra encarar o problema logo.
TO COM UM INCÔMODO NO CU falo, esperando que ele me encaminhasse pra um proctologista. Não foi essa a resposta. Começou a me perguntar. Um dos momentos mais constrangedores da minha vida.
Expliquei que, embora o incômodo tivesse passado, até o dia anterior só de andar eu sentia como se estivesse raspando alguma coisa.
Ele me manda um mortal: ARRIA AS CALÇAS ATÉ O JOELHO E DEITA NA MACA DE LADO, OLHANDO PRA PAREDE.
Sinceramente, queria meter o pé… mas já não tinha escolha.
Me despi e deitei como o médico mandou. Ele calçou umas luvas descartáveis pra me examinar, sentou do lado e começou a apalpar.
Se antes eu tava desconfortável… agora era dez vezes pior.
Mas…
Ele diz: Agora você vai sentir um incômodo, mas preciso fazer toque por dentro do ânus pra ver se tem alguma lesão.
Eu não queria nem ver. Falei OK, VOCÊ É O MÉDICO, FAZ O QUE TEM QUE FAZER.
Vejo ele passar uma pomada na mão direita e sinto ele abrir minhas nádegas com a mão esquerda e enfiar um dedo da outra.
Não vou mentir… mal sentia.
Ele meteu aquele dedo no meu cu de todas as formas possíveis… sinceramente, o ponto de humilhação já tava tão longe que parei de me importar.
O médico só soltava um MMMM, como se tivesse pensando.
Aí ele diz: Muda de posição, de bruços com a cintura na borda da maca.
Mudei de posição, e ele continuou examinando.
Aí percebi que tinha algo estranho, senti como se, em vez de um dedo na bunda, agora tivesse dois. O que era desconfortavelmente gostoso… a puta que pariu, tava me excitando.
Ele diz: Já foi, não é nada grave. Tá tudo muito irritado.
Tudo isso com os dedos enfiados no meu rabo.
E do nada ele solta: Travestis?
Eu, com cara de espanto, falo: QUE?
“Antes de tudo, sem problema, cada um curte sua sexualidade como quer, se não quiser responder, tudo bem, e aqui tem sigilo médico-paciente”, ele diz.
Eu tava mudo, não consegui responder, e ele continuou: A área tá muito irritada. Pelo visto, te penetraram com força sem a lubrificação certa.
Visto como tava a A única coisa que falei foi: "Tá tão na cara assim?"
Ela ri e só responde: "SIM... quando foi?"
Aí me abri e falei: "Foi uma mina com um consolo, três dias atrás."
Médico: "Passo esse creme em você e já era, some tudo..."
Quando trocou o creme, senti na hora... mas era estranho.
Era extremamente gostoso, tava mais perto do prazer do que de uma cura.
Ainda por cima, me imaginei de fora: eu meio deitado na maca, com a bunda empinada e aberta... e ele enfiando a mão em mim por trás.
Aí percebi que minha pica começou a endurecer... ele também notou.
E ao mesmo tempo, sacou que ele queria outra coisa.
"Só deixa meter com consolo e traveco... ou com homem também?" disparou.
Respondi: "Só mulher... bom, não, traveco também. Na verdade, traveco..."
"Nunca tentou com homem?" E percebo que ele muda o jeito de enfiar os dedos na minha buceta enquanto se levanta.
Eu já tava de pau duro e ele tinha notado.
"Nunca tentei, não sinto atração por homem", falei.
Médico: "Pode ser que não curta homem, mas é óbvio que adora sentir no cu. Tá de pau duro há um tempão."
Já tava ferrado, só consegui soltar um "Sei lá".
Ele se aproxima e encosta a pica na minha perna... parecia que eu não era o único excitado, senti um pedaço enorme colado no meu corpo.
Foi aí que pensei internamente: VAI TUDO PRO CARALHO.
Direto, sem falar nada, levantei a mão esquerda e agarrei firme a porra da pica dele.
Ele desabotoa a calça com a esquerda e abaixa.
Aparece um pau lindo, duro, grosso, brilhante.
Seguro ele e falo: "Não pode entrar ninguém?"
Quando ele responde "Não, você é meu último paciente", puxo ele pela pica de onde tava, direto pra boca.
Já era, não tinha mais volta.
Se há 8 meses eu tinha cruzado uma fronteira, agora tinha mudado de universo... TAVA CHUPANDO A PICA DE UM HOMEM QUE NÃO ME DAVA NADA, E A SEGUNDOS DE ENFIAR NO MEU CU.
Aí me dei conta... não me excitam os homens... me excitam as picas e a porra.
Tipo: me excitam as mulheres, os travestis e as picas... assumo, sou bissexual completo.
O médico tava descontrolado, diretamente me bombava na boca.
Aí ele me para: PARA
Ele tira a pica da minha boca, tira a calça e procura algo numa gaveta.
Ele é precavido... tem camisinha ali mesmo.
Coloca naquela cabeça linda, toda brilhante da minha saliva, e se posiciona atrás de mim. Diz: "Abre as nádegas". Eu... a puta mais submissa do mundo.
Ele passa o mesmo creme de antes, e encaixa a cabeça da pica no meu cu.
Só empurra um pouquinho, meu ânus engole aquela porra linda.
Começou a falar cada putaria que vinha na cabeça: "Toma, puta, olha como eu te fodo todinha. Toma, cê gosta da minha pica?" E todas essas frases.
Eu ouvia e não acreditava. Tava no céu. Minha pica também tava prestes a explodir.
Aí, sem dizer nada, ele diminui um pouco, me ajusta mais pra trás... e enquanto me fode de novo, começa a pegar na minha pica e bater uma punheta. Na real, eu tava tão excitado que nem precisava.
Aí ele pergunta: "Vai gozar?", minha resposta é SIM... "eu também" ele diz.
E enquanto eu soltava uma porra bruta debaixo da maca, ele enchia a camisinha de porra.
Por Deus... que foda. E o pior é que eu olhava ele pelado e pensava: Como eu deixei esse cara me comer? O que eu tava pensando? E aí eu via a pica dele de novo...
Não me pergunta por que... mas eu me ajoelhei direto pra chupar ela. Tirei a camisinha e engoli toda a porra... e continuei chupando.
O doc continuava duro e se deixou chupar.
Até que ele não encheu minha boca de porra de novo, eu não parei, enquanto batia uma pra mim.
Quando terminamos os dois, ele diz: "Viu que você gosta também?"
Eu respondo: "O estranho é que eu não gosto de homens..." e ele me corta dizendo: "Você gosta de ser comido, gosta de uma boa pica bem usada, te excita a porra..."
Aí eu paro ele: "Para, porque senão vou ficar excitado de novo e vou Querendo que você encha meu cu com sua carne de novo… e aí não chego em casa, e aquilo apodrece.”
Ele se ajeita enquanto coloca aquele pedaço na cueca.
Me limpo um pouco e começo a me vestir. Ele me dá uma amostra da pomada que usa comigo e, rindo, fala: “Se quiser, a gente pode se encontrar na minha casa e eu passo em você.”
Por dentro, penso: nem louco, nem fodendo que vou deixar outro homem me comer de novo.
Aí saio do consultório e vou pra casa.
Em menos de uma semana, a gente se encontrou de novo…
Vou alternando entre as travestis e ele.
A verdade é que não consigo evitar… me excito com paus e bocetas por igual.
Gosto de chupar os dois do mesmo jeito. Mas, na real, curto mais sexo anal do que vaginal… e o que mais me dá tesão é ser comido.
Ainda não entendo isso.
Há 8 meses, eu não tinha tocado em outros paus além do meu (e do traveco de 10 anos atrás). E agora até um cara que não me atrai me comeu um monte de vezes.
Antes, toda vez que entrava num lugar, olhava pros peitos e pras bundas de todas as gostosas… agora também fico de pau duro com os caras. VIVO de pau duro.
Qualquer hora dessas, vou chupar um do meu trabalho.
7 comentários - Mudanças nos meus gostos
Jajajajaja!! muy buen relato vale. Saludos!!
besos.
Es cada vez se pone mejor.
En mi caso ya accedi al pedido del doctor y me deje coger por el y un amigo (yo siempre de pasivo). Despues voy a hacer el relato, pero la realidad es que cada 15 dias invento una reunion y me escapo de la oficina a que me den entre los dos.
No te diria que experimentes conmigo, salvo que quieras que te la mame.