tudo começou quando eu vi ela na casa da minha tia, ela trabalha com minha tia numa fábrica. Ela tinha se mudado quase na esquina de casa, na calçada da frente, e eu sempre, quando tava zuando no computador com meu primo ou conversando com minha tia, via ela. Ela é muito gostosa, deve ter uns 32 a 40 anos, por aí, não sei direito, e eu ficava fantasiando como ela devia ser na cama. Eu não tinha coragem de falar nada pra ela porque não sabia como ela podia reagir. Se via ela na rua, cumprimentava e só. Assim que vi ela, percebi que não era uma puta, mas pensei: "talvez seja um pouco atrevida". Tentei descobrir como ela era, mas não consegui muita coisa. Depois, com o tempo, quando já conhecia ela um pouco, pensei: "talvez se eu der em cima, ela queira". Pensei em pedir pra minha tia me ajudar, mas não tive coragem. Só ficava olhando ela e pensando como era linda e fantasiando com ela, até que um dia eu tava voltando de zuar por aí e vi ela na porta de casa. Cheguei perto, cumprimentei com um beijo na bochecha. Eu tinha na mochila duas garrafas de cerveja. Perguntei se podia passar no banheiro, porque tava vindo de longe e tava morrendo de vontade de mijar, não aguentava mais. Ela disse: "beleza, entra". E eu falei: "você não guarda essas garrafas pra mim um pouquinho? Porque minha geladeira deve estar cheia de coisas". Ela guardou. Entrei no banheiro, depois vi que ela tava tomando cerveja e perguntei: "cê tá tomando cerveja?" Ela respondeu: "quer um pouco?" "Bom, se não te incomodar, tudo bem", falei. "Pode sentar um pouco", ela disse. E eu falei: "não quero te arrumar problema com teu namorado". "Ele não tá, volta amanhã, foi fazer um trampo com um primo". "Beleza", e por dentro pensei: "é agora ou nunca". A gente começou a conversar sobre a vida. Falei: "vou abrir uma das minhas cervejas". "Beleza", ela disse. E eu falei: "vamos brindar?" Ela perguntou: "por quê?" "Pra que cada um se dê bem nas suas coisas". A gente continuou conversando e bebendo, eu fazia ela morrer de rir. Aí já percebi que ela tava animada. Eu não sou de beber álcool, e do nada surgiu o assunto de infidelidade. E nisso eu falei pra ela... mas você é muito linda e se o seu namorado te traísse, ele não sabe valorizar o que tem, a grande mulher que você é em todos os sentidos, no amor, no sexo, na companheira que você é. Eu te vejo como uma mulher fiel e me aproximo dela e digo, sem te desrespeitar: você é uma mulher incrível e mataria por um beijo seu. E me aproximo dos seus lábios e beijo ela, e ela pergunta o que você está fazendo, e eu digo: me diz que você não gostou de mim e se tudo que eu falei foi desrespeito. E aí beijei ela de novo e acariciei, e como já vi que ela estava meio bêbada, fui mais além. Ela falava: não quero, sai daqui e tal, e eu digo: só quero cuidar de você e a gente se divertir. Se o seu marido se diverte com outras mulheres, por que você não pode se divertir com outro homem? Eu estava com meu pau duro, a ponto de explodir. Só um pouquinho e vou embora, você me conhece, sabe quem eu sou, não tenha medo. Eu continuei beijando e acariciando ela até que ela relaxou. Tirei a camiseta dela, beijei o pescoço dela. Tirei toda a minha roupa de uma vez e de uma vez levei meu pau até a boca dela. Ela me chupava como uma puta. Depois desabotoei a calça dela, custei a tirar porque ela tinha umas botas de plataforma baixa. A calcinha fio dental dela eu tirei como pude e dava pra ver a buceta dela bem depilada e comecei a chupar ela como Adão fez com Eva. E meu pau que estava a ponto de explodir de porra, então meti rápido na pussy dela para que toda minha porra explodisse dentro da pussy dela. Nós dois gememos ao mesmo tempo e aí comecei a penetrar ela. Joguei as pernas dela para trás e com uma mão segurei as pernas e as mãos dela. Eu já estava ali, comendo ela, fazendo amor como nunca fizeram na vida dela. Meu pau metia até o fundo e às vezes os gemidos eram fortes. Eu tentava tampar a boca dela e beijava esses lábios ardentes, nós dois pegando fogo. Ela me agarrava e pedia mais e mais, como quem diz: sou sua, não para. Fizemos várias posições até que coloquei ela de quatro e mostrei o que eu sou. Nunca na vida dela foi penetrada assim, nós dois gemendo como nunca. Peguei no cabelo dela, que era incrível, como se eu tivesse montando nela, minha pica arrombando a bunda dela, e eu falei: "dessa você não esquece mais". Eu dizia pra ela não falar nada, não queria gozar dentro, mas ela não disse nada, então gozei tudo dentro. Tirei e levei até a boca dela pra ela chupar e tomar o resto da minha porra. Depois sentei, meti por frente, enfiei de um jeito na buceta dela que os dois ficamos como se estivéssemos colados, abraçados, nos beijando como se eu fosse o namorado dela. Depois nos vestimos, ela ficou exausta, meio que dormindo. Dei um beijo nela, peguei minhas coisas e fui embora.
No outro dia, vi ela na casa da minha tia por uns minutos. Ficamos sozinhos, ela disse: "Eu sei o que a gente fez, mas não entendo como chegamos nisso". Eu falei: "A gente bebeu um pouco, conversou, tudo isso levou a gente a fazer amor. A gente se divertiu, não quero que você se sinta mal. Eu também me sinto estranho. Pronto, vamos deixar pra lá. Você tem suas coisas e eu as minhas. Se depois quiser falar comigo, sabe onde me encontrar. Se não, tá tudo bem." Depois minha tia chegou e ficou por isso mesmo.
Depois fiquei sabendo que ela foi morar em outro lugar com o namorado, então nunca mais soube dela. Eu tinha 19 ou 20 anos, agora tenho 22. Com o tempo, soube que ela teve um filho. Não sei se é meu, mas ela nem me procurou. Se ela tivesse dito: "Olha, tô grávida, pode ser seu", eu falaria: "Se for meu, eu assumo e quero que a gente seja uma família". Mas nem eu procurei ela, nem ela me procurou. Seria legal ter alguém mais velho que a gente. Todas as histórias que conto aconteceram comigo, não invento nada. Saudações e espero que gostem...
No outro dia, vi ela na casa da minha tia por uns minutos. Ficamos sozinhos, ela disse: "Eu sei o que a gente fez, mas não entendo como chegamos nisso". Eu falei: "A gente bebeu um pouco, conversou, tudo isso levou a gente a fazer amor. A gente se divertiu, não quero que você se sinta mal. Eu também me sinto estranho. Pronto, vamos deixar pra lá. Você tem suas coisas e eu as minhas. Se depois quiser falar comigo, sabe onde me encontrar. Se não, tá tudo bem." Depois minha tia chegou e ficou por isso mesmo.
Depois fiquei sabendo que ela foi morar em outro lugar com o namorado, então nunca mais soube dela. Eu tinha 19 ou 20 anos, agora tenho 22. Com o tempo, soube que ela teve um filho. Não sei se é meu, mas ela nem me procurou. Se ela tivesse dito: "Olha, tô grávida, pode ser seu", eu falaria: "Se for meu, eu assumo e quero que a gente seja uma família". Mas nem eu procurei ela, nem ela me procurou. Seria legal ter alguém mais velho que a gente. Todas as histórias que conto aconteceram comigo, não invento nada. Saudações e espero que gostem...
8 comentários - la amiga de mi tia del trabajo