Ficção
Procurem meu conto anterior e entenderão melhor.
Minha vingança ia ser obscena. Da última vez, ela fez com que um desconhecido, que nunca vi, me estuprasse, mas recebi o sêmen dele em todo lugar... Hoje ela ia se dar pior e ia adorar!
Voltamos pro quarto depois de jantar e tomar uns drinques. Entramos nos beijos e o clima tava quente. Empurrei ela numa cadeira e falei:
— Hoje eu me vingo de você, tira a roupa.
Enquanto falava isso, tirei as algemas do bolso e mostrei pra ela.
Minha namorada fez uma cara de safada, mas se soubesse o que a esperava, teria se assustado...
Fazia uma semana que ela me algemou numa cama, vendeu meus olhos e me fez transar com alguém que nunca vi. Depois, ela mesma comeu o cara, mas deu um jeito de jogar todo o gozo em mim. Hoje era a vez dela ficar algemada...
Ela terminou de se despir, levei ela até a mesa e algemei ela numa das pernas. Só podia ficar de cócoras, sentada ou, no máximo, levantar a raba, mas não se levantar.
Ela ficou sentada, lindamente maquiada do jeito que a gente tinha saído. Com dois brincos pequenos, mas elegantes, e um pingente de prata que eu dei pra ela entre os peitos.
— O que você vai fazer comigo, amor?
— Eu não vou fazer nada, gostosa, espera.
Fui até o telefone e liguei pro lugar onde meus cúmplices esperavam pra virem logo. Tirei minha roupa e sentei pra olhar ela, que não entendia nada até eles chegarem.
Eram cinco. Cinco caras atléticos, jovens e com atitude confiante. Três brancos e, graças a esse país exótico, dois negros. O melhor mesmo foi quando eles se despirem: todos depilados e com uns paus de invejar. O meu era normal, o deles não!
Ela olhava, sem dizer nada, mas a cara mostrava uma mistura de medo e curiosidade. Como quem tá diante de um desafio que pode sair vitoriosa ou se foder.
— Galera, tem que molhar a menina, e ela molha muito chupando paus.
Os caras rodearam ela ao lado da mesa com os paus semi-duros, e ela procurou o maior. Interessante. Escolhi um preto, pela novidade, suponho. Pego ele com as duas mãos e levo até minha boca. Passo a língua da base até a ponta e depois enfio ele pra dentro. Faço isso até ele ficar duro e começo a usar as mãos pra bater uma pro outro do lado.
A boca focou no preto por um tempo, mas a mão trocava rapidamente.
Aproveitei e fui até a mesa do canto, coloquei o tripé com a câmera pra gravar e peguei meu celular pra tirar as fotos em close.
A primeira foto não foi a melhor, mas o flash fez com que eu me olhasse no momento certo. Saí chupando uma pica preta, com outra nas mãos, enquanto olhava com cara de inocente pra câmera.
— Você queria ser estrela pornô, lembra?
— Sim, amor, mas me faz começar a carreira com tudo assim.
— Bom, se esforça porque em poucos dias esse vídeo e essas fotos todo mundo vai ver.
Ela pareceu levar a sério, trocou de pica e começou a chupar mais rápido. Enquanto isso, os caras, pra não ficarem entediados, começaram a se ajoelhar ao lado dela e tocar ela. Os mais ousados notaram que ela já estava molhada e começaram a enfiar os dedos na buceta e no rabo dela, tudo ajudado pelos fluidos dela.
Enquanto isso, eu buscava os melhores ângulos pras fotos. Mas por enquanto, era só pra recordação, as melhores fotos viriam depois.
Finalmente, o preto que ela tinha chupado primeiro se cansou de esperar e me perguntou se podia comer ela ali.
— Hoje ela é de vocês, rapazes, eu só vou organizando.
O preto pegou ela pela cintura e levantou ela, mas ela quase tropeçou. Por sorte, largou a pica das mãos e se segurou na borda da mesa. Mesmo assim, nunca tirou a pica da boca.
O preto empinou ela sem perguntar nem perder tempo vendo se ela estava bem dilatada ou lubrificada, então ela gemeu, mas a pica na boca abafou o som. O preto metia com fúria e eu aproveitei pra tirar umas fotos memoráveis da minha puta. O quanto ela estava molhada já fazia escorrerem gotas pelas pernas... Sugeri uma troca de posição pra um lugar mais confortável pra eles, então todo mundo se afastou e eu tirei as algemas dela, joguei ela na cama e algemei de novo com as mãos dela sobre a cabeça, apoiadas na cabeceira.
Os caras rodearam ela de novo e um dos negros sentou no peito dela, um pouco acima dos peitos dela. Enfiou o pau direto na boca e começou a se mexer, já que ela não podia.
Enquanto fazia isso, um dos outros se aproximou, colocou um travesseiro embaixo do quadril dela e passou as pernas da puta pelos lados do corpo dele. Apontou e meteu. Segurou ela pelos quadris e sem piedade começou a meter... a rotação era fácil, eles metiam um tempo e depois passavam pra ela chupar o pau. Quando não tava em nenhum buraco, ficavam do lado tocando ela e esfregando o pau onde mais gostassem... E assim continuou, todos passaram duas vezes até que um dos negros começou cada vez mais forte e, em vez de sair, enfiou até o fundo e encheu ela de porra.
Minha namorada gemia e ficava louca, mas os barulhos dela eram sempre abafados pelo que tinha na boca.
A cama tava encharcada das várias vezes que ela já tinha gozado...
Vendo isso, me aproximei pra tirar fotos de como saía aquele pau e aquele sêmen. As fotos iam ficar espetaculares. Mas agora, era hora de mudar. O negro usou a boca da minha namorada pra se limpar e se afastou.
Era minha vez de reorganizar essa situação.
Tirei as algemas dela e passei as mãos dela atrás dos joelhos pra eles ficarem grudados no peito dela, expondo a bunda e a buceta dela. Coloquei as algemas de novo e me afastei.
O negro que tinha gozado sabia o que fazer, eles levantaram ela entre todos e ele se deitou na cama de barriga pra cima. Os outros baixaram ela enquanto ele molhava o pau nos sucos da buceta dela e acertou o cu. Bem lubrificada e bem quente minha mina, o pau entrou de uma vez enquanto a puta gemia de prazer.
Dois dos caras seguraram ela pra não perder o equilíbrio, o outro negro Se aproximou e mandou na boca dela e, por último, o garoto que restava se acomodou sobre ela, pegou atrás dos joelhos e a penetrou. Ela ficou gozando que nem uma louca com uma rola em cada buraco.
Os caras sabiam bem o que fazer, dessa vez iam bombar até gozar e depois ela ia limpar tudo com a boca. Assim, um dos que segurava passava a comer ela.
O preto de baixo, que já tinha gozado dentro, não ia se mexer e, depois, seria o primeiro a encher a bunda dela.
Ela tentava gemir que nem uma doida e acabava com tanta força que molhava o peito de quem tava comendo ela, enquanto assim, um por um. Foram comendo ela e gozando dentro pra depois meter a rola coberta de porra na boca dela.
Finalmente chegou o último, tinha um preto na bunda, outro na buceta e um dos outros na boca. Quando o último terminou, a porra jorrava que nem torneira da buceta dela e escorria pelas bolas do cara que tava embaixo.
Tirei 20 fotos em menos de um minuto. Tava morrendo de tesão com o pau duro!
Sem tirar a rola do cu dela, tirei as algemas, virei ela e coloquei as mãos dela atrás da cintura. Aí algemei ela de novo, deixando ela de joelhos, com a cara esmagada no colchão e uma rola no cu.
4 caras descansavam e um preto começou a furar o cu dela sem piedade.
Os outros olhavam, tocavam nela ou passavam os paus na cara e no corpo dela.
Mas se tinha algo diferente, agora ela podia gritar e gemir. E ela fazia isso! Não parava e bem alto!
Os caras foram passando um por um, pegando ela pela cintura e metendo no cu até encher de porra sem nenhuma delicadeza ou amor. Só sexo. O último foi, igual antes, o preto. Quando ele chegou, ela já não aguentava mais, os gemidos dela eram abafados mas cheios de tesão. Tava exausta mas dizia: mais, mais!
O preto terminou e com isso saiu uma quantidade impressionante de porra da bunda dela. Que corria pelas nádegas, pela buceta e pelas pernas dela.
Agora sim. era minha vez, me aproximei e molhei meu pau com o sêmen que saía, penetrei uma vez no cu dela e chupei a buceta até escolher o mais apertado, o cu. Sem piedade e como todos eles, peguei ela pelo cu, aproveitando como entrava e saía fácil com tanto sêmen lubrificando. De tanta excitação, gozei mais rápido que o normal, mas ainda assim foi suficiente. Tirei meu pau escorrendo e limpei na bunda dela...
— Love, é muito gozo.
— Já resolvo isso — falei.
Peguei as bochechas dela e separei pra meter minha língua bem fundo. Passei minha língua pelo cu dela, pela buceta, pelas pernas. Por todo lado. Um dos caras tirava fotos e eu tomava todo aquele sêmen que eu amava!
Quando terminei, ela tava exausta e eles também.
— Love, tira isso de mim já. É desconfortável se não tão me comendo.
— Não, linda, falta mais uma coisa.
Desamarrei as mãos dela e coloquei ela de barriga pra cima de novo, com as mãos amarradas na cabeceira.
Os caras se juntaram ao redor dela, na cara dela, e começaram a se masturbar enquanto eu a penetrava.
Um por um foram gozando na cara dela e, quando ela gemia, o sêmen entrava na boca dela também. Ela se debatia entre o cansaço e a excitação de tanto sexo.
Conforme foram gozando, foram saindo do quarto até ficarmos só eu e ela. Depois de um tempo, gozei dentro dela.
— Agora sim, love.
Desamarrei ela e ajudei a sentar. Fui desligar as câmeras e voltei enquanto tirava fotos da carinha dela cheia de gozo. Dei um beijo nela e perguntei como se sentiu.
— Adorei ser comida assim, mas não quero ficar amarrada. Quero poder me soltar e assim não dá.
— Tá bom, love, agora deita pra dormir que você tá morta.
— Quero me limpar, já volto.
— Nada disso, ou te esposo na cama de novo. Você vai ficar assim, toda cheia de gozo, até de manhã.
Procurem meu conto anterior e entenderão melhor.
Minha vingança ia ser obscena. Da última vez, ela fez com que um desconhecido, que nunca vi, me estuprasse, mas recebi o sêmen dele em todo lugar... Hoje ela ia se dar pior e ia adorar!
Voltamos pro quarto depois de jantar e tomar uns drinques. Entramos nos beijos e o clima tava quente. Empurrei ela numa cadeira e falei:
— Hoje eu me vingo de você, tira a roupa.
Enquanto falava isso, tirei as algemas do bolso e mostrei pra ela.
Minha namorada fez uma cara de safada, mas se soubesse o que a esperava, teria se assustado...
Fazia uma semana que ela me algemou numa cama, vendeu meus olhos e me fez transar com alguém que nunca vi. Depois, ela mesma comeu o cara, mas deu um jeito de jogar todo o gozo em mim. Hoje era a vez dela ficar algemada...
Ela terminou de se despir, levei ela até a mesa e algemei ela numa das pernas. Só podia ficar de cócoras, sentada ou, no máximo, levantar a raba, mas não se levantar.
Ela ficou sentada, lindamente maquiada do jeito que a gente tinha saído. Com dois brincos pequenos, mas elegantes, e um pingente de prata que eu dei pra ela entre os peitos.
— O que você vai fazer comigo, amor?
— Eu não vou fazer nada, gostosa, espera.
Fui até o telefone e liguei pro lugar onde meus cúmplices esperavam pra virem logo. Tirei minha roupa e sentei pra olhar ela, que não entendia nada até eles chegarem.
Eram cinco. Cinco caras atléticos, jovens e com atitude confiante. Três brancos e, graças a esse país exótico, dois negros. O melhor mesmo foi quando eles se despirem: todos depilados e com uns paus de invejar. O meu era normal, o deles não!
Ela olhava, sem dizer nada, mas a cara mostrava uma mistura de medo e curiosidade. Como quem tá diante de um desafio que pode sair vitoriosa ou se foder.
— Galera, tem que molhar a menina, e ela molha muito chupando paus.
Os caras rodearam ela ao lado da mesa com os paus semi-duros, e ela procurou o maior. Interessante. Escolhi um preto, pela novidade, suponho. Pego ele com as duas mãos e levo até minha boca. Passo a língua da base até a ponta e depois enfio ele pra dentro. Faço isso até ele ficar duro e começo a usar as mãos pra bater uma pro outro do lado.
A boca focou no preto por um tempo, mas a mão trocava rapidamente.
Aproveitei e fui até a mesa do canto, coloquei o tripé com a câmera pra gravar e peguei meu celular pra tirar as fotos em close.
A primeira foto não foi a melhor, mas o flash fez com que eu me olhasse no momento certo. Saí chupando uma pica preta, com outra nas mãos, enquanto olhava com cara de inocente pra câmera.
— Você queria ser estrela pornô, lembra?
— Sim, amor, mas me faz começar a carreira com tudo assim.
— Bom, se esforça porque em poucos dias esse vídeo e essas fotos todo mundo vai ver.
Ela pareceu levar a sério, trocou de pica e começou a chupar mais rápido. Enquanto isso, os caras, pra não ficarem entediados, começaram a se ajoelhar ao lado dela e tocar ela. Os mais ousados notaram que ela já estava molhada e começaram a enfiar os dedos na buceta e no rabo dela, tudo ajudado pelos fluidos dela.
Enquanto isso, eu buscava os melhores ângulos pras fotos. Mas por enquanto, era só pra recordação, as melhores fotos viriam depois.
Finalmente, o preto que ela tinha chupado primeiro se cansou de esperar e me perguntou se podia comer ela ali.
— Hoje ela é de vocês, rapazes, eu só vou organizando.
O preto pegou ela pela cintura e levantou ela, mas ela quase tropeçou. Por sorte, largou a pica das mãos e se segurou na borda da mesa. Mesmo assim, nunca tirou a pica da boca.
O preto empinou ela sem perguntar nem perder tempo vendo se ela estava bem dilatada ou lubrificada, então ela gemeu, mas a pica na boca abafou o som. O preto metia com fúria e eu aproveitei pra tirar umas fotos memoráveis da minha puta. O quanto ela estava molhada já fazia escorrerem gotas pelas pernas... Sugeri uma troca de posição pra um lugar mais confortável pra eles, então todo mundo se afastou e eu tirei as algemas dela, joguei ela na cama e algemei de novo com as mãos dela sobre a cabeça, apoiadas na cabeceira.
Os caras rodearam ela de novo e um dos negros sentou no peito dela, um pouco acima dos peitos dela. Enfiou o pau direto na boca e começou a se mexer, já que ela não podia.
Enquanto fazia isso, um dos outros se aproximou, colocou um travesseiro embaixo do quadril dela e passou as pernas da puta pelos lados do corpo dele. Apontou e meteu. Segurou ela pelos quadris e sem piedade começou a meter... a rotação era fácil, eles metiam um tempo e depois passavam pra ela chupar o pau. Quando não tava em nenhum buraco, ficavam do lado tocando ela e esfregando o pau onde mais gostassem... E assim continuou, todos passaram duas vezes até que um dos negros começou cada vez mais forte e, em vez de sair, enfiou até o fundo e encheu ela de porra.
Minha namorada gemia e ficava louca, mas os barulhos dela eram sempre abafados pelo que tinha na boca.
A cama tava encharcada das várias vezes que ela já tinha gozado...
Vendo isso, me aproximei pra tirar fotos de como saía aquele pau e aquele sêmen. As fotos iam ficar espetaculares. Mas agora, era hora de mudar. O negro usou a boca da minha namorada pra se limpar e se afastou.
Era minha vez de reorganizar essa situação.
Tirei as algemas dela e passei as mãos dela atrás dos joelhos pra eles ficarem grudados no peito dela, expondo a bunda e a buceta dela. Coloquei as algemas de novo e me afastei.
O negro que tinha gozado sabia o que fazer, eles levantaram ela entre todos e ele se deitou na cama de barriga pra cima. Os outros baixaram ela enquanto ele molhava o pau nos sucos da buceta dela e acertou o cu. Bem lubrificada e bem quente minha mina, o pau entrou de uma vez enquanto a puta gemia de prazer.
Dois dos caras seguraram ela pra não perder o equilíbrio, o outro negro Se aproximou e mandou na boca dela e, por último, o garoto que restava se acomodou sobre ela, pegou atrás dos joelhos e a penetrou. Ela ficou gozando que nem uma louca com uma rola em cada buraco.
Os caras sabiam bem o que fazer, dessa vez iam bombar até gozar e depois ela ia limpar tudo com a boca. Assim, um dos que segurava passava a comer ela.
O preto de baixo, que já tinha gozado dentro, não ia se mexer e, depois, seria o primeiro a encher a bunda dela.
Ela tentava gemir que nem uma doida e acabava com tanta força que molhava o peito de quem tava comendo ela, enquanto assim, um por um. Foram comendo ela e gozando dentro pra depois meter a rola coberta de porra na boca dela.
Finalmente chegou o último, tinha um preto na bunda, outro na buceta e um dos outros na boca. Quando o último terminou, a porra jorrava que nem torneira da buceta dela e escorria pelas bolas do cara que tava embaixo.
Tirei 20 fotos em menos de um minuto. Tava morrendo de tesão com o pau duro!
Sem tirar a rola do cu dela, tirei as algemas, virei ela e coloquei as mãos dela atrás da cintura. Aí algemei ela de novo, deixando ela de joelhos, com a cara esmagada no colchão e uma rola no cu.
4 caras descansavam e um preto começou a furar o cu dela sem piedade.
Os outros olhavam, tocavam nela ou passavam os paus na cara e no corpo dela.
Mas se tinha algo diferente, agora ela podia gritar e gemir. E ela fazia isso! Não parava e bem alto!
Os caras foram passando um por um, pegando ela pela cintura e metendo no cu até encher de porra sem nenhuma delicadeza ou amor. Só sexo. O último foi, igual antes, o preto. Quando ele chegou, ela já não aguentava mais, os gemidos dela eram abafados mas cheios de tesão. Tava exausta mas dizia: mais, mais!
O preto terminou e com isso saiu uma quantidade impressionante de porra da bunda dela. Que corria pelas nádegas, pela buceta e pelas pernas dela.
Agora sim. era minha vez, me aproximei e molhei meu pau com o sêmen que saía, penetrei uma vez no cu dela e chupei a buceta até escolher o mais apertado, o cu. Sem piedade e como todos eles, peguei ela pelo cu, aproveitando como entrava e saía fácil com tanto sêmen lubrificando. De tanta excitação, gozei mais rápido que o normal, mas ainda assim foi suficiente. Tirei meu pau escorrendo e limpei na bunda dela...
— Love, é muito gozo.
— Já resolvo isso — falei.
Peguei as bochechas dela e separei pra meter minha língua bem fundo. Passei minha língua pelo cu dela, pela buceta, pelas pernas. Por todo lado. Um dos caras tirava fotos e eu tomava todo aquele sêmen que eu amava!
Quando terminei, ela tava exausta e eles também.
— Love, tira isso de mim já. É desconfortável se não tão me comendo.
— Não, linda, falta mais uma coisa.
Desamarrei as mãos dela e coloquei ela de barriga pra cima de novo, com as mãos amarradas na cabeceira.
Os caras se juntaram ao redor dela, na cara dela, e começaram a se masturbar enquanto eu a penetrava.
Um por um foram gozando na cara dela e, quando ela gemia, o sêmen entrava na boca dela também. Ela se debatia entre o cansaço e a excitação de tanto sexo.
Conforme foram gozando, foram saindo do quarto até ficarmos só eu e ela. Depois de um tempo, gozei dentro dela.
— Agora sim, love.
Desamarrei ela e ajudei a sentar. Fui desligar as câmeras e voltei enquanto tirava fotos da carinha dela cheia de gozo. Dei um beijo nela e perguntei como se sentiu.
— Adorei ser comida assim, mas não quero ficar amarrada. Quero poder me soltar e assim não dá.
— Tá bom, love, agora deita pra dormir que você tá morta.
— Quero me limpar, já volto.
— Nada disso, ou te esposo na cama de novo. Você vai ficar assim, toda cheia de gozo, até de manhã.
1 comentários - Vinguei da minha mina com algemas e 5 cúmplices.