Reencontro com minha sogra gostosa

Fala, pessoal da comunidade!
Hoje vou contar como foi o reencontro com a minha sogrinha H. Se quiserem ver como as coisas começaram, é só procurar os relatos no meu perfil.

Por causa de um problema familiar, a gente ficou meio distante. Ela tinha viajado pra cidade natal dela, no norte do país, e essa estadia acabou se estendendo por quase 3 meses. A gente trocava umas mensagens de vez em quando, mas dava pra perceber que ela tava bem abatida com a situação, então não dava pra ficar provocando ela sexualmente.

Uma tarde, quando C (minha esposa) chegou, ela comentou que a mãe voltava naqueles dias. Minha libido subiu na hora, mas a prudência falou mais alto. Ela tava passando por uma fase complicada, então ia esperar ela dar o primeiro passo.

Fomos buscá-la no terminal. Ela tava bem mais magra, com o rosto cansado. Levamos ela pra casa e, depois de uma conversa rápida, fomos embora. Passaram-se vários dias sem notícias. H tava passando o dia todo dormindo pra se recuperar. Uma manhã, fui surpreendido por uma mensagem dela, a clássica que ela mandava pra começar as conversas:

* Oi, gato

As coisas estavam voltando ao normal!

* Oi! Como você tá? Descansou?
* Sim, passei o dia dormindo, mas já tô bem melhor!
* Que bom! E o que você vai fazer?
* Tenho uns dias complicados pra me organizar aqui, mas depois preciso de uns agrados. Faz tempo que ninguém me mima.
* Quando puder, me avisa que a gente resolve. Você sabe que seu genro sempre te mima.
* Não sabe como senti falta dos seus agrados. Beijos.

Os dias passaram, e tava chegando a viagem semanal da minha esposa pro interior. Teve um tempero especial: nessa semana, em vez de voltar no sábado de manhã, ela ia voltar no domingo, porque ia trabalhar o sábado inteiro. Perfeito!! Pensei, era uma boa oportunidade pra me reencontrar com H. Assim que fiquei sabendo, mandei uma mensagem pra ela tentar resolver as coisas dela pra ficar livre e a gente fazer uma viagenzinha como antes.

Ela respondeu que Sim... então pedi na hora uns dias de licença que eu tinha no trabalho pra poder sair assim que minha esposa pegasse o avião.
Aí falei pra C que ia acompanhar um amigo pra resolver um tramite no litoral e que a gente ia ficar lá até domingo. Deixei ela como sempre no aeroporto na quinta de manhã e pouco depois passei na casa da H.

Eu esperava na calçada quando vi ela sair — o descanso tinha feito milagre nela! Tava totalmente renovada e até mais bonita, com os quilos que tinha perdido. A silhueta dela tinha ficado muito mais sexy agora. Ela vestia uma legging cinza claro, bem justa, que marcava o contorno da buceta na frente e, por trás, dava pra ver a calcinha fio dental. Em cima, uma blusa com um decote generoso que me trouxe lembranças instantâneas das minhas brincadeiras por ali.

Pouco depois, a gente já tava na rodovia 2, rumo a algum lugar do litoral argentino. Eu não fazia ideia de onde a gente ia parar naquele dia, mas sabia exatamente como! Finalmente chegamos na cidade de Las Toninas. Consegui um apartamento nos fundos, sem vizinhos perto — era perfeito!

Ela desceu do carro primeiro, eu peguei as malas dos dois e segui ela. Ela me esperou e fechou a porta atrás de mim. Na hora, me abraçou. Eu larguei as malas e a gente começou a se beijar com desespero. Entre beijos e língua, ela falava gemendo:

— Oi, meu amor, como eu sentia sua falta... vou ser sua mulherzinha esses dias... me come bem e faz tudo o que quiser comigo, que eu sou sua mulherzinha, toda sua.

A gente continuou por um tempo esquentando o clima. Eu acariciava ela com tesão por cima da legging, e ela respondia mexendo a pelve pra aumentar a pressão. Depois, ela se afastou de mim só uns passos, abaixou a legging e a calcinha fio dental, e se ajoelhou no sofá, com os braços apoiados no encosto, deixando na minha frente aquela buceta e aquele rabo que eu tanto curtia. Ela olhou pra mim por cima do ombro:

— Vem, minha vida, não aguento mais.

Pra falar a verdade, eu também não aguentava mais! Cheguei perto dela e me ajoelhei. Na hora, perdi... minha boca e língua naquela bunda que me chamava, cheio de desejo. Ela levou uma mão até a buceta e começou a esfregar o clitóris enquanto eu saboreava, louco de vontade, toda a intimidade dela. Não demorou quase nada para gozar, ela realmente estava muito tesuda. Passado aquele primeiro momento de prazer, chegou minha vez; fiquei de pé e a penetrei sem nenhuma dificuldade, já que ela estava toda molhada. Esse foi o verdadeiro reencontro! Eu sentia meu pau ficar mais duro à medida que avançávamos na foda, os gemidos dela indicavam que estava no auge do êxtase, era o momento perfeito... tirei o pau da buceta dela e ela imediatamente entendeu minhas intenções, abriu as nádegas e confirmou que tinha sacado.
— Pelo cuzinho, meu amor, vai fundo, que tá apertadinho pra você.
Foi uma enculada alucinante, curti como poucas vezes, eu parado praticamente imóvel e ela se movendo pra trás e pra frente no sofá, às vezes parava quando estava penetrada bem fundo, minha pélvis encostada nas coxas dela, então ela se mexia em círculos aumentando o prazer até a loucura. Agüentei assim até onde deu, quando o momento estava chegando, agarrei ela pela cintura e dei uma penetrada forte e funda, fiquei parado um segundo e descarreguei uma quantidade incrível de porra dentro da bundinha apertada dela, e foi mesmo porque assim que saí começou a escorrer pela buceta dela, ela curtiu de outro jeito.
Sentou no sofá, com as pernas bem abertas, e pintou com minha porra toda a volta e o interior dos lábios da buceta dela, se acariciava suavemente de olhos fechados, eu observava aquela paisagem linda em silêncio, sentei ao lado dela, ela se recostou no meu peito, me beijava e passava a língua nos meus mamilos, relaxei e curti os carinhos dela até que ela falou no meu ouvido:
— Tava morrendo de vontade, cara, todo esse tempo sentindo falta de te sentir assim... você sentiu minha falta ou a sua menina andou te atendendo bem?
— Sua menina sempre me Te atende bem, mas não é igual a você
- Deve ser por isso que você come a sua sogra, moleque. Tá vendo que sentiu minha falta?... Na minha filha você faz assim no sofá também?
- Que tarada que você é, sempre te excitou saber o que eu faço com ela
- Ela se toca pra você?
- Não, verdade, isso ela nunca fez
- Viu, eu imaginava, minha filha é muito recatada. Depois vou te dar um presente então
(Ela não sabia nada do trio que a gente tinha feito com minha esposa e o colega)
A gente se ajeitou um pouco, e ela perguntou se a gente podia ir um pouco na praia, queria pegar um sol, e eu topei na hora.
Não tinha ninguém, a gente tava sozinho na praia, as pessoas mais perto que eu via estavam a umas quadras de nós. Assim que montamos as cadeiras de praia, ela tirou o short, por baixo tava com a mesma tanga azul que usou quando a gente transou um pouco antes, aliás ainda tava molhada na frente, percebeu minha surpresa e sorriu com cara de safada enquanto tirava a camiseta, ficando só com um top pequeno
- É que esqueci o biquíni, e não tem ninguém pra me olhar... só você, mas você já me conhece, então posso ficar assim um pouco.
- Pra mim você tá gostosa assim!
E pra ser sincero, não tem muita diferença entre uma tanga e um fio dental, então acho que quase ninguém teria notado.
- Sabe o que tô afim de fazer? Quero chupar esse pau lindo aqui na praia, e engolir todo seu leite... mas agora não, se quiser a gente volta uma noite dessas... digo, se você topa
- Que louquinha você é, mas adoro, quando quiser a gente faz
- Esse é meu genro! Sempre agrada a sogra
A gente ficou lá até o pôr do sol, depois fez o de sempre, voltou pra casa, banho e saímos pra jantar. Aproveitei o tempo que ela tava na água pra conversar um pouco com minha esposa e fomos. Depois do jantar, já de volta em casa, vimos um pouco de TV. Eu tava afim de farra de novo, então falei
- Vamos brincar um pouco antes de dormir?
- Sim!! – respondeu com um sorrisão se eu fosse uma adolescente— me espera na cama que já vou
não demorei nada pra chegar no quarto, me despi e fiquei esperando, ouvi quando ela se aproximava, tinha colocado salto pelo barulho que fazia ao andar, quando entrou pude confirmar, usava um body preto, com uma minissaia bem curtinha, uma tanga de estampa animal que atrás deixava pendurado o que seria um rabinho que termina num pompom, meia arrastão e salto agulha, tinha se maquiado bem caprichado e usava o cabelo solto.
— Oi, gato! gostou? — disse enquanto se inclinava pra me dar um beijo na boca, depois deu uma volta completa como se fosse modelo
— Você é uma deusa..
— Mas tenho um problema, olha... essa calcinha tá pequena e os lábios escapam um pouquinho, viu? — disse levantando a minissaia e me deixando ver que, de fato, as bordas da buceta apareciam dos lados do tecido.
— Fica lindo em você
— Tá falando sério? porque olha também, tem um rabinho como se fosse uma gatinha, viu. — virou-se e mexeu a cintura pros lados, fazendo o rabinho de pano balançar.
— Que rabinho lindo... vai deixar eu provar?
— Ah não! como você fala isso! não seja tarado! como é que vai olhar pro rabo da sua sogra
Dizia isso enquanto se requebrava perto de mim, insinuando toda aquela bunda linda atravessada pela tirinha da tanga.
Ela abaixou a minissaia, continuava de costas pra mim e se mexendo sensual
— Que sem-vergonha que você é... como é que vai olhar pra bunda da sua sogra.... você tem que olhar só pra sua mulher.... ou será que meu rabo te excita mais? porque olha, eu fico bem putinha com você, te entrego tudo... sabia que te entrego todos os meus buraquinhos? que pode meter onde quiser? sua mulher também te dá tudo? ela toma todo seu gozo igual eu tomo?
Minha excitação era absurda! me deixava maluco falando daquele jeito tão safado e aumentando ainda mais o tesão de estar com ela.
— Olha... já tô molhada
Quando estendi a mão pra tocar nela, ela se afastou
— Não seu degenerado... não pode tocar na buceta da sua sogra
- Cê tem razão... não posso fazer nada contigo
- Não... você não pode me tocar, só vou deixar você olhar o que eu faço sozinha... porque você é meu genro e não posso foder com o marido da minha filha...
Sério... esse jogo tava me esquentando de um jeito alucinante

Ela deu a volta na cama, tirou o body, deixou os peitos livres e sentou na parte mais longe de onde eu tava, levantou as pernas, se ajeitou apontando a buceta pra mim pra eu poder ver em detalhes e começou a se acariciar com uma suavidade tão grande que parecia não ter contato entre os dedos e o tecido da calcinha fio dental, depois levou os dedos à boca, molhou bem com saliva e ficou se acariciando os mamilos.

Depois desceu com uma mão, enquanto a outra continuava se acariciando os peitos, puxou a calcinha pro lado e os dedos começaram a percorrer as bordas dos lábios menores, só pela beirada, não enfiava pra dentro... brincou assim por um tempo, dava pra ver a respiração dela aumentando, aí sim, com o dedo indicador e o polegar apertava de leve o clitóris, levava os dedos à boca, enchia de saliva e voltava pro jogo...

- Olha... viu o que eu tenho que fazer... porque tô com meu genro e ele não pode fazer nada porque sou a sogra... tenho que me dar prazer sozinha

Os movimentos dela foram aumentando de intensidade, os dedos já percorriam o interior da buceta dela, o auge chegou quando ela começou a molhar o dedo médio da mão que tava nos peitos... depois levou essa mão junto com a outra, mas o destino daquele dedo era outro, começou a fazer círculos ao redor do cu dela e aos poucos foi enfiando até os nós dos dedos baterem. Assim, fazendo essa auto dupla penetração, ficou por um bom tempo misturando todo tipo de gemido sem parar de me olhar.

Num certo momento, ela esticou o pescoço pra trás, fechou os olhos, aumentou a intensidade das carícias e explodiu num orgasmo daqueles maravilhosos que já tinha me dado alguma vez... quando se recuperou, olhou pra mim de novo, eu tava com uma ereção que parecia que ia estourar a cabeça da piroca.
— Que feio o que você faz... não pode ficar de pau duro olhando pra sua sogra... você tava me espiando... eu não sabia que você tava me olhando... imagina se a minha filha descobre... imagina se o meu namorado descobre
— Mas como eu sou uma sogra muito boazinha, vou te ajudar se prometer que não vai mais me espionar... quer?
Só balancei a cabeça, não conseguia falar!
Ela se aproximou de mim... eu esperava que ela engolisse meu pau com a boca, mas não... ela segurou com uma mão e começou a me masturbar, fazia devagar e me deixava mais louco
— De quem é essa piroca? do meu genro? que pau duro que o meu genrinho tem... certeza que minha filha sofre quando você mete nele... você é ruim com a minha filha, rasga a buceta dela com esse pau duro... a buceta da minha neném é pequenininha?.... vai, me conta, prometo que não vou contar nada
Eu tava delirando de prazer! gozava como se fosse a melhor foda da minha vida
— Vai, me conta... a buceta da minha neném é pequenininha?
— Sim...
— Mmmm que gostoso e certeza que você gosta que seja bem apertadinha... e ela depila tudo ou tem pelinhos?
— Depende... às vezes deixa um pouquinho de pelo, mas quase sempre depila tudo
— E você gosta como? assim lisinha igual a minha ou com pelinhos igual a minha filha?
Enquanto a gente tinha esse diálogo fora de qualquer moral, ela tinha começado a se masturbar de novo com a mão que tava livre, com a outra percorria meu pau de ponta a ponta apertando de leve a cabeça quando chegava na ponta
Ela levou a mão com que se tocava até minha boca, chupei os dedos dela com vontade
— Minha filha tem esse gosto?
— Sim, é muito parecido. falei enquanto saboreava entre os dedos dela com a língua
— Que linda, minha neném tem a buceta com o mesmo gosto da mamãe...... me conta, genro... você pensa na sua sogra quando chupa a sua mulher? ou ela não gosta?
— Ela gosta... fica louca quando eu chupo ela
— Tem Sério? Olha essa puta... não sabia que ela gostava dessas coisas.
Parei um momento de me masturbar, ela se colocou sobre meu pau e deixou cair um jato de saliva, depois começou de novo. Quando chegava na base, ela girava um pouquinho pros lados e voltava a subir.
Ela continuou com o interrogatório... eu já não resistia a nada..
— Me conta... ela tem uma bucetinha gostosa? Bem pequenininha e apertada como a minha?
— Ela tem uma buceta linda, mas não gosta muito de fazer pelo cu, só de vez em quando.
— Mmmm, isso é porque você faz ela sentir dor... não seja ruim com ela... se você quiser um rabo, sabe que tem o da sua sogra sempre esperando seu pau... eu faço isso pela minha filha pra ela não sofrer.
— Sua filha fica louca quando eu meto por trás.
Ela começou a falar com voz de menininha:
— Não, não, pussy... não seja mau... não faz mais o cu dela... me fode só por trás.
— Eu dou conta das duas.
— Como você ia gostar de ter nós duas juntas... na mesma cama... e gozar nas duas bucetinhas.
— Eu adoraria... e você com certeza também ia gostar.
Ela me respondeu com um sorriso daqueles especiais... e aumentou a velocidade das carícias, me fazendo gozar com uma porra que respingou nas pernas dela.
— Que porco que você é... olha como me sujou toda com seu leite... com certeza você não faz isso com sua esposa... ainda bem que você tem uma sogrinha safada que deixa você fazer o que quiser..
Ela se levantou e foi embora sem dizer mais nada... eu fiquei meio confuso, o que foi tudo aquilo? Uma espécie de cena de ciúmes? Uma brincadeira morbidinha?
Depois de alguns minutos, ela voltou ao quarto, tinha trocado de roupa, estava com uma camiseta comprida e uma calcinha normal (não fio dental como sempre usava), se meteu na cama do meu lado, me deu um beijo na bochecha e sorriu.
— Gostou do meu presente?
— Sim, foi bem louco isso... você estava muito perguntadeira... você fica com tesão pensando na sua filha? Não tô falando como crítica, é curiosidade só.
— Vou te contar um segredo, quando a C era adolescente e se O namorado dela dormia em casa, eu morria de tesão ouvindo como ela gemia quando eles transavam. Eles tomavam cuidado, mas eu esperava até de madrugada pra escutar... morria de vontade de espiar, mas nunca consegui.
- Sério mesmo me diz? E como você fazia?
- Às vezes eu ficava lendo ou vendo TV com o volume baixo, no silêncio da madrugada sempre ouvia alguma coisa e percebia, aí eu chegava perto da porta do quarto dela e ficava lá imaginando o que eles faziam.
- E você se tocava?
- Sim, óbvio! Nessas noites eu já colocava uma roupa adequada pra poder me tocar com facilidade.
- E seu marido? Ele também participava?
- Não! Ele nunca acordava, tava tranquila nesse sentido. E depois um dia percebi que queria algo mais, já não bastava me tocar, por isso que avancei no namoradinho dela, queria sentir o que ele fazia ela sentir.
- E com certeza não custou nada comer ele.
- Não! Imagina que ele era gay, logo tive ele onde queria.
- Era esse que te comia antes da sua família chegar?
{Tem mais detalhes disso no primeiro relato}
- Ah sim, que gatinho lindo.
- E se pudesse, faria algo com C? tipo um ménage? Chegaria a isso ou é outra coisa sua?
- Jamais faria, me excita desde sempre imaginá-la gozando, mas não iria além disso. Você deve achar que sou uma degenerada do caralho, com certeza.
- Eu acho que tudo que passa pela sua mente pra te fazer gozar é válido, além do mais, tô aqui na cama com você, não sou o mais indicado pra te criticar!
- Você vai me contar? Outro dia quero que me conte porque me excita muito saber como ela é e o que vocês fazem.
Terminamos aquela noite dormindo algumas horas, num momento acordei, tudo tinha sido genial mas eu não tinha penetrado ela, então decidi acordá-la colocando a pica entre os peitos dela, óbvio que não custou nada ela acordar e entrar na brincadeira!
Os dias seguintes passaram sem novidades, transávamos várias vezes por dia, mas ainda faltava a praia, então Na última noite que íamos ficar lá, lembrei a ela. Já tinha escurecido fazia um tempo, ela saiu com uma bolsa no ombro e me disse:
- Vamos dar uma volta na praia?
- Claro!
Sabendo quais eram nossas intenções, dirigi um pouco até uma das últimas ruas do lugar. Era um completo deserto, só se ouvia o mar ao fundo. Então deixei o carro ali e caminhamos uns metros pela praia. Estava muito escuro, quase não se via nada. Apesar do clima estar bem frio, ela de repente tirou o moletom e a legging, enfiou as mãos por baixo da minha camiseta e a tirou. Nos posicionamos um pouco mais afastados do mar, quase na beira das dunas. Lá, ela tirou minha bermuda, fiquei de cueca, e ela de lingerie. Não dava pra ver os detalhes das peças porque realmente estava muito escuro. Sem mais, ela se ajoelhou na minha frente, me beijou por cima do tecido da cueca, logo a baixou e levou meu pau ainda dormindo pra boca. Com um jogo delicioso e habilidoso, misturando língua e lábios, conseguiu rapidamente me deixar duro. Era como se ela estivesse me degustando, eu sentia ela saboreando cada centímetro de pele. Ela envolveu minhas bolas com uma mão e colocou um dedo da mesma bem perto da minha área anal. As chupadas foram ficando mais fortes, senti aquele dedo apoiar no meu buraquinho e fazer movimentos suaves de um lado pro outro, só isso, não precisava de mais, porque eu já estava em transe, aproveitando aquela mamada deliciosa que ela tava me dando. Foram vários minutos dedicados a esse prazer até que minha gozada inundou a boca dela. Ao perceber, ela enfiou mais fundo e continuou chupando por mais um tempo. Ela se levantou, eu abracei ela e ela sussurrou:
- Tomei tudo, meu amor... não caiu nem uma gotinha... que porra gostosa e quentinha você me deu.
Então ela pulou pra trás, me pegou pela mão e me puxou:
- Vem, vamos pra água.
- Pra água?? Agora?? Não se vê nada!!
- Bom, se não quiser, vou sozinha.
Falou isso e saiu correndo em direção à água. Eu pude ver Entre penumbras, como se mergulhava numa onda. Tive um impulso e a segui... essa sim era uma loucura!! Eu sei nadar, mas nunca tinha estado no mar à noite. Ao me ver chegar, ela veio até mim, nos beijamos como namorados! Eu não podia acreditar que estava naquela situação. Não foi muito tempo, acho que não mais de dez minutos, e voltamos para nosso refúgio perto da duna. Ela se enrolou numa toalha, era minha vez de retribuir o favor, então me ajoelhei na frente dela, abaixei a calcinha dela e percorri aquela buceta linda com minha língua, ela apertava minha cabeça para sentir mais intensamente. De repente, soltou um gemido contido, que logo se transformou em gritos de prazer. Gozou abundantemente. Quando parecia que já tinha terminado, ela disse entre gemidos:
— Meu amor... meu amor...
Ouvi cair um jatinho da buceta dela, foi o fim daquela noite e daquele fim de semana.
Pouco depois, após um banho quente, partimos de volta. No dia seguinte, C chegava, embora ao meio-dia não quisesse brincar com o tempo tão apertado.

Espero que tenham curtido! Abraços a todos!

7 comentários - Reencontro com minha sogra gostosa

Que lindo poder comer i a vete bien en putona! Mas si es tu suegra!!
Muy buen relato... es el ñrimero q leo tuyo con gu suegra asiq empezare toda la saga desd el ppio...
muy buen relato... ojala me pueda coger a mi suegra...
Si tenes la posibilidad ni lo dudes!!!
si, les tengo unas ganas barbaras de entrarle duro como vos lo hiciste con ella
el nivel d morbo es increible muy buen post
Ojala m tocara un a mina asi
Que adrenalina
Excelente relato, hermano.

Si puedes, adornalo con algunas fotografías para que vaya tomando forma.
Además, muchos queremos conocer a la suegra. 🙂