Olá, pessoal do P.
Bom, aqui está meu relato de hoje, intitulado
"felizes chifres".
Bom, tudo acontece num casamento pra onde o muta me convidou em Riviera Maya (e claro, trouxe a família de férias), mas os preparativos estavam de luxo, eram esplêndidos. Um dia vou casar assim com a Mia e com a Caro, pensava eu, quando o muta me diz:
M. – Qual é, irmãozinho? Tá curtindo o casamento?
X. – Tá show, me dá vontade de casar.
M. – Irmão, tu tá ficando doido. Melhor vir, faltam três horas pro "sim" do noivo. Vem, temos algo pra fazer.
X. – Te conhecendo, não é nada bom, é ótimo.
M. – hahahaha, tu sabe!!
X. – Calma aí, pitbull versão torrada.
Assim, sem mais delongas, saímos juntos rumo a um quarto onde a noiva estava se arrumando. Ela estava linda, gostosa, enfim, maravilhosa pro momento especial dela.
M. – Oi, Lilí. Já tá pronta pra dar o sim?
L. – Tô, mas tô muito nervosa.
M. – Fica tranquila, gostosa, vai dar tudo certo. Os médicos tão aqui, vamos te dar umas injeções pra esse mal-estar.
L. – Mas, doutor, tô prestes a casar.
Sem deixar ela falar mais nada, o muta puxou o pau dele, meio murcho, e esfregou na cara da noiva.
M. – Irmão, puxa o teu também. Vamos fazer essa puta se sentir melhor antes dela casar.
E assim fiz. Puxei o meu e, de fato, a puta se ajoelhou na frente dos nossos paus ainda moles pra mamar como se nunca mais fosse ver uma rola. Quase cinco minutos chupando os dois, deixou eles mais duros e grandes. Não dava pra acreditar, meu pau enorme do jeito que tava. Essa puta vestida assim e com essa atitude me deixava mais tarado. Com a maquiagem borrada, ela lambia e lambia. Sem mais, fiquei atrás dela pra acariciar aqueles peitos escondidos naquele vestido de noiva justinho. Eram macios, lindos e firmes. O muta dava pau pra ela comer, eu procurava os zíperes do vestido, mas percebi que era um vestido inteiro. Então levantei ele, tirei a anágua, e vi que ela tava usando um conjunto de corselete e microcalcinha de infarto. Já Tirado o vestido chato, agora era nossa vez. Eu e o Muta chupamos aqueles peitos até deixá-los vermelhos e inchados de tanta mordida e chupada. Por baixo, a buceta e o cuzinho delas escorriam sem parar.
L.: - Aaaaaa, papi, já não aguento mais! Meus buracos estão pedindo pica, não aguento mais, quero pica de macho, as picas de vocês, papis!!!
X.: - Calma, putinha, já já vamos encher você de pica. Diz pra gente, seu noivo te enche, putinha?
L.: - Nãooo!!! Esse viado tem uma muito pequena, mal sinto quando monto nele.
M.: - Então por que vai casar, putinha? Já não gosta mais de ser minha puta?
L.: - Não!! Papi, eu sempre serei sua puta fiel. Só que ele vai me manter como uma rainha, e você não, papi!!!
X.: - Vai, Muta, por pão-duro você perde ela.
L.: - Não, papi, nem você nem ele me perdem. Só quero grana pra não trabalhar mais, mas ainda serei a puta de vocês a vida inteira, e ainda mais com essas pirocas que vocês têm.
Mal consigo falar isso quando o Muta puxa a tanga pro lado e fode a putinha com força pela buceta.
L.: - Aaaaaaa!!! Papi, meu cuzinho, você vai me quebrar!!! Não para, mais forte, me dá pica preta!!!
Sem demora, eu também puxo aquele paninho pro lado e encho o cu da noiva.
L.: - Aaaa!!! Mais, mais forte!!!! Aaaaaaa, não acredito, isso é o céu!!!! Mais, mais, me encham mais forte, não importa se me quebram, me dêem mais pica!!!
Sem deixar ela descansar, enchemos ela de pica cada vez mais.
M.: - Mano, você já fez um duplo anal?
L.: - Não, no meu cu não, papi, não aguento dois no meu cu!!!! Aaaaaaaaa!!!
X.: - Não, mano, nunca fiz um duplo anal.
M.: - Vem, amor, senta na minha pica, seu cu tá pedindo, putinha.
L.: - Sim, papi, obedeço. Meu cu tá com fome da sua pica preta.
M.: - Vem, mano, se encaixa, as duas juntas.
Assim, ajeitamos as duas picas como se fossem uma só, gigante. Sem dar chance, deixamos ela cair e se enfiar sozinha.
L.: - Nããão!!!! Tira, são grandes demais!!!!
X.: - Não, putinha, aproveita!!
M.: - Putinha, que apertado!!
Assim, fodemos ela os dois, cada vez mais forte, até que seus gemidos de dor viraram gemidos de prazer.
L.: - Mais, mais forte aaaaaa!!! Meu cu tá no céu!!! Gloria!!!!! Mais duro, mas não importa se eu não sinto meu cuck mais, mais!!!
Já tava de olho virado a putinha de tanto prazer, então sem falar nada trocamos de buraco, enchendo a buceta dela que já tava cheia até não aguentar mais. Assim continuamos gozando um tempinho com a noiva até as madrinhas chegarem.
M1.- Lili!!! O que você tá fazendo???!!!
M2.- Puta suja!!!
Sem falar nada, pegamos cada madrinha e enchemos a boca delas de pica. Em poucos minutos, tínhamos três cachorras gemendo e pedindo pica aos berros (que bom que aquele lugar tinha paredes grossas, senão até o padre teria vindo ver o que a gente tava fazendo).
Elas tavam entregues demais: enquanto a gente comia uma, as outras chupavam a buceta; ou enquanto a gente enchia o cu de duas, a terceira batia punheta pra elas. Resumindo, fizemos todas as posições duplas e triplas. Partimos os buracos das três com dupla penetração, deixando enormes aqueles buracos gostosos de prazer. Orgiasmo atrás de orgasmo, a noiva e as madrinhas mostraram que são viciadas numa pica enorme dentro delas.
Já tava quase na hora do casamento, então:
X.- Cachorrinhas, façam fila que vão comer porra!!!
M2.- Sim, papai, queremos porra de macho!!!
M1.- Isso, muita porra!!!
L.- As bebês querem porra!!!!
Aí nós dois batemos punheta com as bocas delas, mãos, tudo.
M.- Não aguento mais, vou gozaaaaar!!!
X.- Vou gozaaaaar!!!
Até que nós dois gozamos, enchendo as três de porra grossa e bem branca.
As putinhas pegavam as picas, mamando e chupando até deixar secas e limpinhas.
Já exaustos, nós dois sentamos pra descansar. Elas se limpavam igual cachorras, uma lambendo e chupando a outra até ficarem todas limpas. Aí nos expulsaram do quarto. Na sequência, nos vestimos e saímos pro altar já com a família. Parece que elas eram uma bagunça mesmo, porque demoraram umas duas horas a mais pra sair do que o horário do casamento. Quando a noiva saiu, tava linda e radiante, as madrinhas bonitas e bem cuidadas. Assim deu tudo certo, o casamento foi maravilhoso, e a noiva já tava dançando. com o noivo e notei uns enormes gozões de porra no cabelo, e quando vi as madrinhas, elas também estavam cheias.
Um tempo depois, uma madrinha me passou os telefones das três e disse que estavam carregando nosso leite nos penteados como prova de que são nossas putas, esperando a próxima chance de serem fodidas.
Dançando com a noiva, ela me disse que elas ficaram encantadas, porque fazia tempo que ninguém as enchia daquele jeito.
valeu por ler
Bom, aqui está meu relato de hoje, intitulado
"felizes chifres".
Bom, tudo acontece num casamento pra onde o muta me convidou em Riviera Maya (e claro, trouxe a família de férias), mas os preparativos estavam de luxo, eram esplêndidos. Um dia vou casar assim com a Mia e com a Caro, pensava eu, quando o muta me diz:
M. – Qual é, irmãozinho? Tá curtindo o casamento?
X. – Tá show, me dá vontade de casar.
M. – Irmão, tu tá ficando doido. Melhor vir, faltam três horas pro "sim" do noivo. Vem, temos algo pra fazer.
X. – Te conhecendo, não é nada bom, é ótimo.
M. – hahahaha, tu sabe!!
X. – Calma aí, pitbull versão torrada.
Assim, sem mais delongas, saímos juntos rumo a um quarto onde a noiva estava se arrumando. Ela estava linda, gostosa, enfim, maravilhosa pro momento especial dela.
M. – Oi, Lilí. Já tá pronta pra dar o sim?
L. – Tô, mas tô muito nervosa.
M. – Fica tranquila, gostosa, vai dar tudo certo. Os médicos tão aqui, vamos te dar umas injeções pra esse mal-estar.
L. – Mas, doutor, tô prestes a casar.
Sem deixar ela falar mais nada, o muta puxou o pau dele, meio murcho, e esfregou na cara da noiva.
M. – Irmão, puxa o teu também. Vamos fazer essa puta se sentir melhor antes dela casar.
E assim fiz. Puxei o meu e, de fato, a puta se ajoelhou na frente dos nossos paus ainda moles pra mamar como se nunca mais fosse ver uma rola. Quase cinco minutos chupando os dois, deixou eles mais duros e grandes. Não dava pra acreditar, meu pau enorme do jeito que tava. Essa puta vestida assim e com essa atitude me deixava mais tarado. Com a maquiagem borrada, ela lambia e lambia. Sem mais, fiquei atrás dela pra acariciar aqueles peitos escondidos naquele vestido de noiva justinho. Eram macios, lindos e firmes. O muta dava pau pra ela comer, eu procurava os zíperes do vestido, mas percebi que era um vestido inteiro. Então levantei ele, tirei a anágua, e vi que ela tava usando um conjunto de corselete e microcalcinha de infarto. Já Tirado o vestido chato, agora era nossa vez. Eu e o Muta chupamos aqueles peitos até deixá-los vermelhos e inchados de tanta mordida e chupada. Por baixo, a buceta e o cuzinho delas escorriam sem parar.
L.: - Aaaaaa, papi, já não aguento mais! Meus buracos estão pedindo pica, não aguento mais, quero pica de macho, as picas de vocês, papis!!!
X.: - Calma, putinha, já já vamos encher você de pica. Diz pra gente, seu noivo te enche, putinha?
L.: - Nãooo!!! Esse viado tem uma muito pequena, mal sinto quando monto nele.
M.: - Então por que vai casar, putinha? Já não gosta mais de ser minha puta?
L.: - Não!! Papi, eu sempre serei sua puta fiel. Só que ele vai me manter como uma rainha, e você não, papi!!!
X.: - Vai, Muta, por pão-duro você perde ela.
L.: - Não, papi, nem você nem ele me perdem. Só quero grana pra não trabalhar mais, mas ainda serei a puta de vocês a vida inteira, e ainda mais com essas pirocas que vocês têm.
Mal consigo falar isso quando o Muta puxa a tanga pro lado e fode a putinha com força pela buceta.
L.: - Aaaaaaa!!! Papi, meu cuzinho, você vai me quebrar!!! Não para, mais forte, me dá pica preta!!!
Sem demora, eu também puxo aquele paninho pro lado e encho o cu da noiva.
L.: - Aaaa!!! Mais, mais forte!!!! Aaaaaaa, não acredito, isso é o céu!!!! Mais, mais, me encham mais forte, não importa se me quebram, me dêem mais pica!!!
Sem deixar ela descansar, enchemos ela de pica cada vez mais.
M.: - Mano, você já fez um duplo anal?
L.: - Não, no meu cu não, papi, não aguento dois no meu cu!!!! Aaaaaaaaa!!!
X.: - Não, mano, nunca fiz um duplo anal.
M.: - Vem, amor, senta na minha pica, seu cu tá pedindo, putinha.
L.: - Sim, papi, obedeço. Meu cu tá com fome da sua pica preta.
M.: - Vem, mano, se encaixa, as duas juntas.
Assim, ajeitamos as duas picas como se fossem uma só, gigante. Sem dar chance, deixamos ela cair e se enfiar sozinha.
L.: - Nããão!!!! Tira, são grandes demais!!!!
X.: - Não, putinha, aproveita!!
M.: - Putinha, que apertado!!
Assim, fodemos ela os dois, cada vez mais forte, até que seus gemidos de dor viraram gemidos de prazer.
L.: - Mais, mais forte aaaaaa!!! Meu cu tá no céu!!! Gloria!!!!! Mais duro, mas não importa se eu não sinto meu cuck mais, mais!!!
Já tava de olho virado a putinha de tanto prazer, então sem falar nada trocamos de buraco, enchendo a buceta dela que já tava cheia até não aguentar mais. Assim continuamos gozando um tempinho com a noiva até as madrinhas chegarem.
M1.- Lili!!! O que você tá fazendo???!!!
M2.- Puta suja!!!
Sem falar nada, pegamos cada madrinha e enchemos a boca delas de pica. Em poucos minutos, tínhamos três cachorras gemendo e pedindo pica aos berros (que bom que aquele lugar tinha paredes grossas, senão até o padre teria vindo ver o que a gente tava fazendo).
Elas tavam entregues demais: enquanto a gente comia uma, as outras chupavam a buceta; ou enquanto a gente enchia o cu de duas, a terceira batia punheta pra elas. Resumindo, fizemos todas as posições duplas e triplas. Partimos os buracos das três com dupla penetração, deixando enormes aqueles buracos gostosos de prazer. Orgiasmo atrás de orgasmo, a noiva e as madrinhas mostraram que são viciadas numa pica enorme dentro delas.
Já tava quase na hora do casamento, então:
X.- Cachorrinhas, façam fila que vão comer porra!!!
M2.- Sim, papai, queremos porra de macho!!!
M1.- Isso, muita porra!!!
L.- As bebês querem porra!!!!
Aí nós dois batemos punheta com as bocas delas, mãos, tudo.
M.- Não aguento mais, vou gozaaaaar!!!
X.- Vou gozaaaaar!!!
Até que nós dois gozamos, enchendo as três de porra grossa e bem branca.
As putinhas pegavam as picas, mamando e chupando até deixar secas e limpinhas.
Já exaustos, nós dois sentamos pra descansar. Elas se limpavam igual cachorras, uma lambendo e chupando a outra até ficarem todas limpas. Aí nos expulsaram do quarto. Na sequência, nos vestimos e saímos pro altar já com a família. Parece que elas eram uma bagunça mesmo, porque demoraram umas duas horas a mais pra sair do que o horário do casamento. Quando a noiva saiu, tava linda e radiante, as madrinhas bonitas e bem cuidadas. Assim deu tudo certo, o casamento foi maravilhoso, e a noiva já tava dançando. com o noivo e notei uns enormes gozões de porra no cabelo, e quando vi as madrinhas, elas também estavam cheias.
Um tempo depois, uma madrinha me passou os telefones das três e disse que estavam carregando nosso leite nos penteados como prova de que são nossas putas, esperando a próxima chance de serem fodidas.
Dançando com a noiva, ela me disse que elas ficaram encantadas, porque fazia tempo que ninguém as enchia daquele jeito.
valeu por ler
3 comentários - Feliz chifrudo