Este es un relato real. Para que tomen ganas y valor.

Tenho 25 anos e até hoje nunca tive nenhuma relação sexual com homem nenhum, meus desejos eu mesma tirei, trabalho meio período e tô quase me formando em Direito, meu pai tem sido uma grande ajuda em tudo, é um homem muito compreensivo e bastante trabalhador.

Já tive desejos sexuais pelo meu pai, sonho que tô na cama com ele e ele me come de todas as formas, olho pra ele mais como homem do que como pai, sei como ele trata minha mãe e como ela fala dele como um homem de verdade, então imagino que isso inclua a cama.

Busco um jeito de ver ele pelado pra apreciar o corpo dele e o que mais quero ver é o pau dele, algo que não sei por que mas me chama muita atenção ver, ainda mais quando ele tá de pau duro, o que é muito fácil, mas procuro um jeito de ver disfarçado no banheiro.

Às vezes vejo eles quando tão transando com minha mãe, o que me excita muito e tenho que me masturbar direto pra aliviar a vontade, já conversei com algumas amigas de forma bem disfarçada sobre o assunto pra ver quem me conta algo parecido, apesar do tabu que existe, uma vizinha minha contou pra uma amiga que ela já tinha transado consentido com o pai dela e que preferia dar pra ele do que pra qualquer outro homem, porque ele era carinhoso, doce e afetuoso com ela, tratava ela de um jeito diferente da mãe, mas viviam bem assim.

Era tanta a obsessão pelo meu pai, que eu desejava estar com ele e ser a mulher dele; numa oportunidade depois de chegar de uma festa, ele veio bem bêbado, tanto que minha mãe não conseguiu levar ele até o quarto dele que ficava no segundo andar e deixou ele no quarto de hóspedes, que ficava no final do corredor perto do meu quarto, ouvi minha mãe com dificuldade levando ele pra deitar, eu sem fazer barulho fiquei esperando ela sair, como a luz tava apagada dava pra ver de dentro pra fora, vi que minha mãe também tava com umas doses a mais mas mais sóbria que meu pai.

Esperei quase Uma hora, subi pra ver se minha mãe tava dormindo no quarto, desci rapidinho até o quarto de hóspedes, lá tava meu pai meio largado, minha mãe só tinha tirado os sapatos dele e começado a tirar a calça, mas não terminou.

Tentei arrumar ele pra dormir bem, mas foi meio impossível; quando tava mexendo ele, percebi que ele não respondia e, ao puxar ele pra cima, a calça que tava meio abaixada desceu um pouco mais. Na hora, meu olhar grudou no volume que o pau dele fazia na cueca e, como era algo que sempre me chamava atenção nele, comecei a tocar por cima da cueca, sentindo aquele pedaço de carne que tava dormindo. Como ele não reagiu, puxei a cueca pra baixo e o pau lindo dele ficou no ar, todo mole — algo que eu decidi reativar. Peguei ele com as mãos pra sentir bem, fiquei brincando bem de leve, sentindo como ele mudava de tamanho. Quando começou a ficar duro e crescer, eu beijava e passava a língua desde os testículos até a cabeça.

Quanto mais eu chupava, mais ele ficava grande e duro, não podia acreditar que minha mãe tinha deixado ele ali pra eu realizar meu desejo. Ela, sem saber o que ia rolar, foi deitar tranquilamente.

Consegui deixar ele duro enquanto ele balbuciava, mas não sabia o que tava rolando por causa do estado dele — algo que me favoreceu, porque finalmente eu podia ter aquele homem pra mim e tava me deliciando chupando o pau dele e me tocando a buceta. Era tanta excitação que não passaram dois minutos e eu já tava molhada e louca pra enfiar ele em mim. Não dava mais pra esperar, meu pai tava apagado de tanto álcool que tinha bebido, mas o pau dele tava pronto pra ação.

Como eu dormia de camisola de algodão sem sutiã, só de calcinha, tirei a calcinha rapidinho enquanto chupava o pau do meu pai. Quando me acomodei sentada em cima dele, guiei o pauzão dele com a mão pra dentro da minha buceta e comecei a cavalgar, enfiando e tirando igual uma menina que tinha Desejei tanto um brinquedo e, quando finalmente o tive, não sabia o que fazer com ele. Me mexi com tanta frenesi e excitação que gozei em poucos minutos. Sentia como molhava o pau do meu pai, e meus líquidos escorriam pela pélvis e pelos testículos dele. Não podia desperdiçar aquele pau duro que finalmente podia aproveitar e que me comesse. Tava engolindo tudo sem ninguém me interromper, e meu pai parecia estar acordado porque fazia uns movimentos no meu ritmo, mas não sabia direito com quem estava ou se tava transando sério com minha mãe. Na bebedeira dele, sabia que tava transando, mas não com quem. Me agarrava as pernas e falava entre os dentes. Não me importava, contanto que a reação dele não fosse violenta. Tava curtindo, tava aproveitando com meu pai metendo o pau em mim ou eu mesma metendo, mas o melhor era que tava duro, comprido e grosso, algo que me causava um pouco de desconforto, mas, pelo costume de não ter sexo, essa era a reação.

Me mexia com mais força porque já sentia que ia gozar de novo. Em vez de pular em cima dele, fiz de um lado pro outro. Sentia a pélvis dele batendo no meu clitóris e os testículos dele nas minhas nádegas. Sentia o pau dele por toda a minha buceta fazendo redemoinhos. Foi assim quando tive outro orgasmo. De repente, senti o pau dele ficar mais grosso, pulsando, e ele começou a se mover mais rápido. Sabendo o que vinha, tirei o pau dele da minha buceta, comecei a masturbar ele e a chupar quando ele jorrou uma quantidade enorme de gozo dentro da minha boca. Sentia que não parava de soltar porra. Tinha um gosto de cloro e era muito quente. A maior parte ficou na minha boca, engoli quase tudo. Continuei com a mão tirando até a última gota. Cada gota que saía eu comia, até que parou de sair. Vi quando voltou ao tamanho normal. Limpei com minha camisola, levantei a cueca dele e, satisfeita, fui dormir tranquilamente, tendo conseguido ter meu pai ou ser dele.

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