Relatinho antes do almoço do sábado de aleluia (:
A separação dos pais da Carla tinha sido difícil, e ela estava bem perturbada, é verdade que tinha encontrado consolo num namoradinho que a protegia e que comia ela, seja pelo cuzinho ou pela boquinha.
Com o tempo, a mãe dela trouxe outro homem pra casa, chamava-se Roberto e tinha pedido pra ela chamar ele de "pai". Embora aquele estranho fosse bom com ela, ela não se sentia confortável e sentia falta do pai de verdade. Mas não por muito tempo...
Carla tinha chegado cedo em casa e entrou na surdina, tirou os sapatos assim que entrou porque os pés estavam doendo, e foi direto pro quarto dela. O que ela viu a impressionou pra caralho:
O novo padrasto dela tava no quarto dela vendo o netbook dela, olhando fotos e vídeos que ela tinha mandado pro namorado (e pra outros amiguinhos especiais), o novo padrasto tava vendo a bunda dela bem aberta naquele vídeo em que ela tava de quatro se masturbando a rabeta, vídeo que o namorado tinha pedido. Roberto olhava consternado praquele vídeo, e inevitavelmente, tava se masturbando o pauzão dele na frente do netbook dela.
— O que cê tá fazendo, Roberto? Sai do meu quarto, mm, ufa...
— Ué, calma, Carlita, calma, não é o que cê tá pensando! É que eu vim arrumar sua janela, e...
— Não mente, cê tá bisbilhotando minhas coisas, vou contar pra minha mãe e aí cê vai ver, doente! — disse Carla sem parar de olhar pra aquela porra de carne que era aquele pauzão. E talvez percebendo a curiosidade da novinha e pra rebater ela, o novo padrasto disse:
— Se cê contar pra sua mãe, eu mostro essas fotos e ela vai ver a putinha que cê é, e não vai acreditar nas besteiras que cê fala de mim, hahaha, não vai deixar cê sair de casa por um ano, então cuidado pra não me desrespeitar, mocinha, que eu sou seu pai! — disse Roberto sem parar de se masturbar e sorrir, agora olhando pra idiota que tinha como filha agora.
— Não, não! Não mostra esses vídeos pra mamãe, Roberto, se cê quiser eu não falo nada, e te chamo de Pai, por favor não Não fala nada, por favor… papai. — disse Carla, pela primeira vez, para alegria de Roberto.
— Minha filha, como me alegra que finalmente me chame de papai, vem comigo, me abraça.
— Mas Rob… Papai, você tem ela muito grande, não consigo te abraçar, além disso tô nervosa. Jura que nunca vai contar pra mamãe sobre aqueles vídeos e fotos?
— Sim, bobinha, vai ser segredo entre o papai e sua princesinha. E você tem razão, tô com a pica inchada, bem dura e rija, que ódio, e tudo por sua culpa, por essa bunda magnífica que você tem, e ainda por cima sua mãe tá chegando e não sei o que ela vai pensar se me vir assim… meu Deus. — disse o pai, consternado, segurando a cabeça.
— Uh, ufa… se quiser, eu ordeno ela pra você, papai, e se jurar nunca contar pra ninguém, pode me comer pelo cuzinho, mas rápido, que a mamãe já vem…
— Filha, filha, juro que não queria fazer isso, mas sim, vou ter que te foder, princesinha…
E Carla tirou o uniforme de colegial, a camisa e a roupa íntima, passou creminho no cuzinho e ficou de quatro.
— Vai, papai, que a mamãe já vem!
Enternecido, Roberto segurou Carla pelos ombros e depois pelos quadris e, deitando-se na cama de Carla, disse pra ela montar no papai, que é dever da princesinha mimada.
— Sim, papai — disse Carla, e gemendo como uma putinha novata, sentiu como se tivessem desvirginado o cuzinho dela pela segunda vez.
E aí, papi meteu o pau no cu da filha dele, com dificuldade porque a rola dele era monstruosa mesmo, mas no fim conseguiu comer ela direitinho enquanto a novinha gritava que nem uma puta enlouquecida. "Que pica linda você tem, papiiii", "quero ser sua puta pra sempre, papi", ela dizia.
"Sim, puta suja, você vai ser minha pra sempre", falava Roberto.
Amor paternal.
E depois dessa metida no cu, Roberto colocou a filha adotiva de joelhos e mandou ela, depois de limpar o pau dele todo sujo pelo cu de puta suja dela, abrir bem a boca, que ele ia dar muito leite pra ela se alimentar.
Carla engoliu tudo, ordenhou a rola inteira, e toda suada e arrebentada, foi tomar banho.
Roberto recebeu a mãe da Carla com o almoço pronto, feliz por ter feito as pazes e o certo com a nova filha e a esposa dele.
A separação dos pais da Carla tinha sido difícil, e ela estava bem perturbada, é verdade que tinha encontrado consolo num namoradinho que a protegia e que comia ela, seja pelo cuzinho ou pela boquinha.
Com o tempo, a mãe dela trouxe outro homem pra casa, chamava-se Roberto e tinha pedido pra ela chamar ele de "pai". Embora aquele estranho fosse bom com ela, ela não se sentia confortável e sentia falta do pai de verdade. Mas não por muito tempo...
Carla tinha chegado cedo em casa e entrou na surdina, tirou os sapatos assim que entrou porque os pés estavam doendo, e foi direto pro quarto dela. O que ela viu a impressionou pra caralho:
O novo padrasto dela tava no quarto dela vendo o netbook dela, olhando fotos e vídeos que ela tinha mandado pro namorado (e pra outros amiguinhos especiais), o novo padrasto tava vendo a bunda dela bem aberta naquele vídeo em que ela tava de quatro se masturbando a rabeta, vídeo que o namorado tinha pedido. Roberto olhava consternado praquele vídeo, e inevitavelmente, tava se masturbando o pauzão dele na frente do netbook dela.
— O que cê tá fazendo, Roberto? Sai do meu quarto, mm, ufa...
— Ué, calma, Carlita, calma, não é o que cê tá pensando! É que eu vim arrumar sua janela, e...
— Não mente, cê tá bisbilhotando minhas coisas, vou contar pra minha mãe e aí cê vai ver, doente! — disse Carla sem parar de olhar pra aquela porra de carne que era aquele pauzão. E talvez percebendo a curiosidade da novinha e pra rebater ela, o novo padrasto disse:
— Se cê contar pra sua mãe, eu mostro essas fotos e ela vai ver a putinha que cê é, e não vai acreditar nas besteiras que cê fala de mim, hahaha, não vai deixar cê sair de casa por um ano, então cuidado pra não me desrespeitar, mocinha, que eu sou seu pai! — disse Roberto sem parar de se masturbar e sorrir, agora olhando pra idiota que tinha como filha agora.
— Não, não! Não mostra esses vídeos pra mamãe, Roberto, se cê quiser eu não falo nada, e te chamo de Pai, por favor não Não fala nada, por favor… papai. — disse Carla, pela primeira vez, para alegria de Roberto.
— Minha filha, como me alegra que finalmente me chame de papai, vem comigo, me abraça.
— Mas Rob… Papai, você tem ela muito grande, não consigo te abraçar, além disso tô nervosa. Jura que nunca vai contar pra mamãe sobre aqueles vídeos e fotos?
— Sim, bobinha, vai ser segredo entre o papai e sua princesinha. E você tem razão, tô com a pica inchada, bem dura e rija, que ódio, e tudo por sua culpa, por essa bunda magnífica que você tem, e ainda por cima sua mãe tá chegando e não sei o que ela vai pensar se me vir assim… meu Deus. — disse o pai, consternado, segurando a cabeça.
— Uh, ufa… se quiser, eu ordeno ela pra você, papai, e se jurar nunca contar pra ninguém, pode me comer pelo cuzinho, mas rápido, que a mamãe já vem…
— Filha, filha, juro que não queria fazer isso, mas sim, vou ter que te foder, princesinha…
E Carla tirou o uniforme de colegial, a camisa e a roupa íntima, passou creminho no cuzinho e ficou de quatro.
— Vai, papai, que a mamãe já vem!
Enternecido, Roberto segurou Carla pelos ombros e depois pelos quadris e, deitando-se na cama de Carla, disse pra ela montar no papai, que é dever da princesinha mimada.
— Sim, papai — disse Carla, e gemendo como uma putinha novata, sentiu como se tivessem desvirginado o cuzinho dela pela segunda vez.
E aí, papi meteu o pau no cu da filha dele, com dificuldade porque a rola dele era monstruosa mesmo, mas no fim conseguiu comer ela direitinho enquanto a novinha gritava que nem uma puta enlouquecida. "Que pica linda você tem, papiiii", "quero ser sua puta pra sempre, papi", ela dizia. "Sim, puta suja, você vai ser minha pra sempre", falava Roberto.
Amor paternal.
E depois dessa metida no cu, Roberto colocou a filha adotiva de joelhos e mandou ela, depois de limpar o pau dele todo sujo pelo cu de puta suja dela, abrir bem a boca, que ele ia dar muito leite pra ela se alimentar.
Carla engoliu tudo, ordenhou a rola inteira, e toda suada e arrebentada, foi tomar banho.
Roberto recebeu a mãe da Carla com o almoço pronto, feliz por ter feito as pazes e o certo com a nova filha e a esposa dele.
7 comentários - O novo padrasto da Carla. Aprendendo anal.