Profe gostosa, com carinho (parte 1)

2008último ano do ensino médio. Faltam só 2 meses e minhas notas tão uma merda. Cada sala tem um tutor (um "professor" que só fica de olho na aula, mas não faz mais nada), o ser mais odiado da escola por todo mundo. Depois que acabou o terceiro bimestre, minhas notas de Redação, Literatura e Arte estavam um lixo. 8, 8 e 5 de 20. Claro que quando o tutor viu isso, começou o sermão: "A sala B tem que ter notas melhores", "Não tem como você deixar seus colegas e eu na mão"... A única forma de levantar essas porras de notas era entrar nos workshops. Mas caralho, eram uns cursos de bosta. Um brother (aqui a gente chama amigo assim) também tava com notas baixas. Já tinha alguém pra zoar junto, porque senão ia ser pior que aguentar sua irmã ouvindo One Direction.

Artesanato, pintura e teatro. Teatro até que dava pra tankar, mas que homem hétero ia querer fazer origami ou pintar aquarela de um pôr do sol... ainda mais sem ter motivo (mulher) pra isso. Tanta treta que no fim fomos pra artesanato. Por quê? Caralho, era a única coisa que rolava na escola depois da aula, das 3 às 4 da tarde.

Na primeira aula, encontro uma professora que não via há tempos. Conhecia ela há 4 anos. Era uma gostosa. Pelo menos não me entediava, porque meu brother não tinha vergonha de dormir na aula. Depois que contei o que rolou, ele nunca mais dormiu. KKK

Não lembro direito como foi que a gente começou a falar dos professores que sempre olham pra outra professora e tal. Do nada, apareceu "a" tutora que todo mundo comentava que queria pegar um professor de informática. Ela se chamava...
Patricia, chamavam ela de Patty. E a Patty veio pedir algo pra outra professora, mas ela tava morrendo de rir com o que eu tava falando sobre aquele assunto. Falei pra ela que se tivesse sozinha, podia tentar com um professor que andava num Volkswagen dos anos 50, usava suspensórios e bigode. Um véio. Isso fez ela rir. Era assim que ela era. Eu falava besteira e ela ria.

A Patty entrou, pediu algo e perguntou pra outra do que ela tava rindo tanto e não sei o quê. E nisso, me deu na telha de falar: "Profe, o professor Lucho (o de computação que supostamente gostava da Patty) perguntou pela senhora". Ela fez uma cara de velha de 71 anos. Achei que ela ia levar na brincadeira, porque a outra professora caiu na risada. Na hora ela falou: "Vem cá, aluno". Perguntou pra alguém onde tava o coordenador da escola e disseram que ele tava em reunião.

Ela entrou numa sala de projeção e começou a me esculachar. "Já tô farta de todo mundo falar que o professor tal, que esse outro quer ficar comigo. Vocês todos (os alunos) são uns desrespeitosos, mas hoje você não se salva. Vou te suspender por um dia. Vamos ver se isso te corrige, e não pense que não vou ligar pros seus pais", disse. Meu inconsciente falou: "Profe, não tô mentindo, é sério". Já tava conformado, de qualquer jeito iam me suspender. "Qualquer um ia querer alguém como a senhora". Ela me olhou como quem diz "que porra você falou?". "Se eu fosse professor, já tinha dito algo há muito tempo. O quanto a senhora é espetacular. Tudo o que me encanta." Aí ela falou: "Nenhum professor tem coragem, nem aquele professor (se referindo ao Lucho)". "Eu teria coragem", falei. "Um pirralho (um menino cheio de meleca) como você vai ter coragem? Só com seus amiguinhos você se faz de machão."

Era tudo ou nada, não iam me expulsar faltando um mês, a escola perdia dinheiro e a professora não teria como provar que eu fiz algo. Agarrei a bunda dela de frente e falei "com essa bunda gostosa, ninguém resiste". (Não tô exagerando quando digo que ela tinha uma bunda igual à da Lisa Ann, uma cintura normal, mas dava pra ver a diferença porque ela tinha umas cadeiras que...) (te deixava louco). Soltei ela. Ela ficou paralisada, não disse nada, me olhou — não sei se assustada ou surpresa. Peguei ela pela cintura e beijei o pescoço dela, atrás das orelhas, até ela me dar uns tapas na perna. Entendi que tinha que soltar. Ela me olhou, viu pelo vidro da porta, trancou e apagou a luz. De novo, peguei ela pela cintura e voltei a beijar onde tinha beijado antes. Já tinha "acendido" ela. Ela puxou minha mão e fomos pro fundo da sala. Começou a tirar minha camisa, baixou minha calça e começou a bater uma pra mim. Queria chupar, mas me dava nojo porque sempre teve um corpaço, mas a cara dela... de 1 a 10, nota 5. Não deixei, então peguei ela e virei. Sempre sonhei em transar com roupa. De novo, virei ela, ela tava de calça, abri o zíper, coloquei meus dedos e ela ainda tava sequinha. Foda-se, tava com muita vontade, então meti de cara, mas não era confortável em pé. Deitado foi melhor (mas o chão doía pra caralho) e ela mantinha o zíper aberto, e eu colocava a mão na boca dela porque ela começou a se mexer. Devem ter passado uns 10 minutos e eu não aguentava, queria ver ela toda pelada. Primeiro a blusa, o sutiã... as gêmeas tinham um tamanho que dava pra chupar. Continuamos com a calça, depois a calcinha fio dental. Tava um fogão. Ela tinha uma tatuagem na barriga baixa que fez eu começar a achar ela bonita. É ou era mina, pensei. Agora sim virei ela e fui com tudo. A buceta dela era linda, raspada e com uns lábios geniais. Mais um tempo e levantei a perna dela, tudo isso com ela apoiada numa estante de computador. Tava quase explodindo, mas não podia acabar isso, pensei. Segurei. De novo no chão. Mas ela começou a esfregar a buceta, e ali mesmo eu meti a boca pra chupar. DELICIOSO. A bunda era enorme e dava pra ver em HD. Que HD em 3D. Porra, o nervoso de saber se alguém nos vê fodeu tudo. Ela disse mais 15 minutos. No chão e ela por cima, era foda, mas não importava. Quis beijar ela, puta, mas "que merda!" meia hora atrás ou Por mais que tivesse passado, nem por $1000 eu beijava ela. Agora pensava que queria que ela fosse a mãe dos meus filhos. Quando ela me disse que ia gozar, a gente parou. E senti pela primeira vez ela apertar a buceta no meu pau, que não sei como não explodi. Ela me beijou um pouco e a gente se vestiu. Queria continuar dando mais e mais e maaaaaais. Nós dois queríamos. Inesquecível.

"Te mando uma mensagem e você desce", ela disse. Ela saiu primeiro. Eram quase 6 da tarde. Não tinha mais ninguém, nem meu parceiro. Fui pegar minhas coisas e desci correndo. Na porta de saída, vi ela conversando com a coordenadora, sei lá o quê. Não conseguia tirar os olhos dela. Tinha tido aquela gostosa em cima de mim! Já lá fora, Patty me disse: "Aluno, espera". Me deu um papel. Era a maldita SUSPENSÃO. "Ou seja, depois disso mesmo assim me dá a suspensão", falei baixinho. Ela me olhou e anotou algo, o número do celular dela.

Meus pais iam me matar por causa dessa suspensão, mas me fazia bem descansar depois da minha primeira trepada na vida. Nos intervalos, eu ia vê-la, só pra ver mesmo que fosse. Ela sorria pra mim. Agora eu gostava dela. Falar por telefone não era minha praia ainda, não dava pra ter um relacionamento normal. Mesmo que eu quisesse, e foi assim que ela me explicou. Ela tinha 28 e eu 16. Ela 1,60. Eu 1,70 naquela época, por isso não passei vergonha quando ela ficou por cima. Eu disse que amava ela. Ela disse que era só ilusão e confusão do momento. Pedi pelo menos uma despedida. Ela disse que de qualquer jeito ia ter uma despedida, e foi o que aconteceu. Conto pra vocês se quiserem na próxima.

2 comentários - Profe gostosa, com carinho (parte 1)

..malisimo flaco, escribi bien
XD si bueno no es que sea garcia marquez....son solo mis recuerdos visuales y ponerlo en letra no fue simple
vaan28
A mi me gusto mucho!!!!! Linda experiencia!!!!!!!! Conta la despedida