Tive que me mudar e, por coincidência, minha namorada tinha uma casa ao lado da dela que não usava. Depois de acertar com a família um aluguel barato por mês e alguns reparos, eles me cederam. Eu topo na hora. Só que eu tinha que dividir a casa com a Luna, uma amiga da minha namorada.
A Luna era uma loira gostosa, com uma bunda e um rabo lindo que sempre teve vontade de me pegar, só porque queria um relacionamento igual ao que eu tinha com a Mia.
Em algumas vezes, enquanto eu comia a Mia, eu falava pra ela: "Você queria ver como eu como a Mia?" "Quero que a Mia chupe meu pau enquanto você se toca" e um monte de coisa assim.
Quero deixar claro que sou bem dominante, então fazia esse tipo de coisa o tempo todo. Porque, mesmo amando ela, na hora do sexo ela era meu brinquedo e minha putinha, minha coisa de dar prazer pra eu usar como quisesse.
Me mudei e me instalei num quarto. A casa era meu quarto, um quintal, um corredor do lado do meu quarto onde a Mia tinha a cama dela, um banheirinho e uma cozinha.
Quando a convivência começou, obviamente tive que ceder um pouco, porque precisava me dar bem com a nova colega de casa pra tudo ser harmonioso.
Aos poucos fomos criando uma química, com conversas e tal, e as diferenças foram sumindo. Ela andava sempre de roupa caseira, com shorts e tops, e eu com o pau duro o dia inteiro, mas sempre me segurava porque não queria confusão.
Ela tinha inveja do namorado da amiga — ou seja, eu — e sempre me provocava. Quando a gente ficava sozinho e se cumprimentava ou se despedia, ela sempre roçava os lábios nos meus, como quem não quer nada.
À noite, a gente ficava sozinho... ela entediada no lado dela da casa e eu no meu PC, procurando contos eróticos sobre amigas da minha namorada. Hahahaha
Chegou uma hora em que a gente passava tempo junto, e eu emprestava meu PC pra ela se distrair e tal.
Percebi que, quando estávamos sozinhos, ela sempre ficava super grudenta, mas quando tinha outras pessoas (os pais dela, minha namorada ou a família da minha namorada), ela agia diferente. Como se eu, que nem existia, fosse alguém.
Os sinais eram claros, mas a parada era sutil.
Como eu disse, a casa era pequena e a gente tava sozinho. Um dia cheguei e tava trancado, com a chave do lado de dentro. Comecei a bater na porta e gritar por ela, achando que tava dormindo. Quando ela abriu a porta, tava claramente assustada, toda molhada, se cobrindo com uma toalha. Tava tomando banho e saiu do chuveiro como deu. A toalha não tava bem presa, só enrolada e segurando com a mão... que visão, pensei, e que tesão que ela tava. Ela virou as costas e voltou pro banheiro, me deixando entrar. Entrei e sentei na minha cama, pensando no que vi, e fiquei doido. Tinha que comer ela, não tinha um plano, tava mais era como um lobo caçando minha presa, esperando o momento.
Continua...
Desculpa ser tão curto, mas não tô acostumado a escrever.
A Luna era uma loira gostosa, com uma bunda e um rabo lindo que sempre teve vontade de me pegar, só porque queria um relacionamento igual ao que eu tinha com a Mia.
Em algumas vezes, enquanto eu comia a Mia, eu falava pra ela: "Você queria ver como eu como a Mia?" "Quero que a Mia chupe meu pau enquanto você se toca" e um monte de coisa assim.
Quero deixar claro que sou bem dominante, então fazia esse tipo de coisa o tempo todo. Porque, mesmo amando ela, na hora do sexo ela era meu brinquedo e minha putinha, minha coisa de dar prazer pra eu usar como quisesse.
Me mudei e me instalei num quarto. A casa era meu quarto, um quintal, um corredor do lado do meu quarto onde a Mia tinha a cama dela, um banheirinho e uma cozinha.
Quando a convivência começou, obviamente tive que ceder um pouco, porque precisava me dar bem com a nova colega de casa pra tudo ser harmonioso.
Aos poucos fomos criando uma química, com conversas e tal, e as diferenças foram sumindo. Ela andava sempre de roupa caseira, com shorts e tops, e eu com o pau duro o dia inteiro, mas sempre me segurava porque não queria confusão.
Ela tinha inveja do namorado da amiga — ou seja, eu — e sempre me provocava. Quando a gente ficava sozinho e se cumprimentava ou se despedia, ela sempre roçava os lábios nos meus, como quem não quer nada.
À noite, a gente ficava sozinho... ela entediada no lado dela da casa e eu no meu PC, procurando contos eróticos sobre amigas da minha namorada. Hahahaha
Chegou uma hora em que a gente passava tempo junto, e eu emprestava meu PC pra ela se distrair e tal.
Percebi que, quando estávamos sozinhos, ela sempre ficava super grudenta, mas quando tinha outras pessoas (os pais dela, minha namorada ou a família da minha namorada), ela agia diferente. Como se eu, que nem existia, fosse alguém.
Os sinais eram claros, mas a parada era sutil.
Como eu disse, a casa era pequena e a gente tava sozinho. Um dia cheguei e tava trancado, com a chave do lado de dentro. Comecei a bater na porta e gritar por ela, achando que tava dormindo. Quando ela abriu a porta, tava claramente assustada, toda molhada, se cobrindo com uma toalha. Tava tomando banho e saiu do chuveiro como deu. A toalha não tava bem presa, só enrolada e segurando com a mão... que visão, pensei, e que tesão que ela tava. Ela virou as costas e voltou pro banheiro, me deixando entrar. Entrei e sentei na minha cama, pensando no que vi, e fiquei doido. Tinha que comer ela, não tinha um plano, tava mais era como um lobo caçando minha presa, esperando o momento.
Continua...
Desculpa ser tão curto, mas não tô acostumado a escrever.
1 comentários - Mia Luna e seu lobo