Era mês de maio, passei pra ver um serviço, que era reformar um banheiro do zero. Falei com a família, chegamos num acordo sobre o preço e comecei a obra. Depois de alguns dias quebrando e tirando todos os azulejos velhos, segui com a troca de todos os canos. Na casa tinha outro banheiro, eu tava trabalhando no banheiro que ficava no quarto principal. A mulher devia ter uns 45 anos, corpo muito gostoso, bem simpática. De manhã, sempre me oferecia café, mate ou alguma coisa pra beber. Quase sempre eu aceitava o mate, então ela vinha, a gente dividia um mate, batia um papo, e depois ela ia tomar um banho e saía pra academia. Assim, por um tempo, eu ficava sozinho na casa trabalhando.
Um dia, ela voltou e foi pro outro banheiro se lavar. Depois de um tempo, ouvi um barulho no quarto. Eu precisava passar pra pegar uns materiais e, quando entrei no quarto, ela tava com os peitos de fora. Peitos lindos, deliciosos. Uhhhhh, desculpa. Ela tentou se cobrir, mas já era tarde. "Desculpa, Francisco, esqueci que você tava aqui dentro." "Bom, você não vai se assustar com o que viu, né?" "Não, de jeito nenhum." Pelo contrário, ela continuou com os peitos de fora. Então segui meu caminho, olhando pra ela, e quando cheguei perto, não me segurei e beijei ela na boca. A gente se acabou de beijar, ela me empurrou pra cama e a gente se pegou gostoso. Chupei aqueles peitos e lambi a buceta dela todinha. Ela, sem perder tempo, tirou minha calça e agarrou meu pau, igual uma louca. Engolia ele inteiro com a boca, que garganta profunda essa mina tem. Um 69 completo, eu lambia bem a buceta dela e brincava com a língua na portinha do cu. Ela apertava meu pau com a boca como ninguém! Me deixava louco. Ela me chupava de um jeito, soltou meu pau quando eu tava quase gozando, e ficava passando a ponta da língua no meu cu. Isso me enlouquecia. Era uma máquina essa gostosa. Saiu de entre minhas pernas e, sozinha, ficou de quatro e disse: "Panchito, me come. a bundinha pequena, mamita, o sonho do cara, chupei bem a bunda dela, coloquei um dedinho, depois dois e ela me dizia: "por favor, mete em mim". Eu enfiava um pouquinho na pussy, tirava, encostava na porta do cu dela e ela empurrava pra trás e se enfiava sozinha. Fiquei paradinho e falei: "vai, come você mesma" e siiiiiiiiiiiii, brincava com a bunda linda dela, um empurrão e entrou um bom pedaço, mmmm, que pinto lindo, Pancho. Tirava e fazia de novo a mesma coisa. Numa hora não aguentei mais, peguei ela pelos quadris e quando ela jogou a raba pra trás, segurei firme e enfiei fundo, até o talo, não parei. Ela reclamou feio, mas começou a se mexer como uma gata no cio, era uma máquina de transar. A verdade é que não aguentei muito e joguei uma porrada de leite como um louco. Quando ela sentiu a gozada dentro, deu um gemido e gozou muito também. Tirava e enfiava como um doido, ela pedia mais: "faz o que quiser comigo, Panchito, adoro esse pinto que você tem". E assim, de uma vez, tirei e enfiei de novo na pussy, metia bomba e ela gemia como uma gostosa louca: siiiiiiiiiiiiiiiii, assiiiiiiiiiiiiiiim, me dá maaaaaaaaaais, maaaaaaaaaais, me dá mais gozo. Ela continuava de quatro e eu, louco atrás dela, enfiava dois dedos no cu e ela ficava doida. Não sei quantas vezes gozou, mas tava como possuída. Senti que ia gozar e tirei. Ela sacou o que eu queria, se virou e chupou com a boquinha, engolia tudo e quando tava bem bem fundo, faaaaaaaaaaaaaaa, joguei um jato de gozo. Ela engoliu tudo sem dizer nada, sublimeeeeeeeeeeeeee, que puta transa que eu arranjei. Ela foi tirando devagar da boca, sorriu e disse: "que fodida que você me deu, Panchito, que pinto lindo você tem" e dava beijinhos. "Agora tenho que ir, que tá ficando tarde, outro dia a gente continua". Levantou, foi tomar outro banho, apareceu pelada de novo, me deu um beijinho e fui me lavar. Me vesti e ela foi embora. Antes Antes de ir embora, ela pegou na minha pica e disse: "Espero que não termine muito rápido o banho, Pancho, olha que quero provar de novo". E eu: "Como não, senhora, eu adoraria". Ela me beijou e foi embora. Foi difícil voltar ao trabalho. Três dias depois, a gente transou de novo. Ela era uma máquina, viu, como gostava de pica. Era sexta-feira, umas três da tarde, voltei de comer alguma coisa e ela estava falando no telefone. Ouvi ela dizendo: "Olha, estão reformando nosso banheiro, então vamos ter que compartilhar o seu". Continuou conversando um pouco e depois veio até onde eu estava trabalhando e falou: "Na segunda-feira você vai conhecer minha filha". "Ah, é? Que bom, ela está de passeio?" "Não, está estudando em Córdoba e vem passar uns dias." Ela passou a mão na minha pica, ficou dura na hora, ela puxou pra fora e chupou tudo com a boquinha. Em pouco tempo gozei. Ela me beijou e foi embora.
Na segunda-feira, quando cheguei, ela estava com a filha tomando chimarrão. Me apresentou: Barbi, uma gata de uns 23 anos, uma beleza! Tomamos uns mates os três e fui pro banheiro continuar trabalhando. Pouco depois, a senhora veio e disse: "Essa semana não vamos poder fazer nada, a menina está aqui". "Tudo bem, a gente recupera o tempo perdido", falei rindo. O dia seguiu sem sustos. No almoço, fui comer alguma coisa e quando voltei, a menina estava com um amiguinho no sofá. Pelo pouco que vi, os dois estavam se pegando. Um tempo depois, passei de novo pela sala e eles continuavam naquela. Passei várias vezes, e na quarta vez que passei, ouvi eles discutindo um pouco e o cara foi embora. Daí a pouco apareceu a Barbi e perguntou se eu queria alguma coisa. "Não, obrigado, Francisco." "Se quiser algo para beber, é só falar, não me incomoda. Quer uns mates?" "Hum, tá bom, vamos de mate." Daí a pouco estávamos com o chimarrão. Cada vez que ela me passava o mate, eu ficava louco olhando pra aqueles peitos, iguais aos da mãe. Perguntei: "O que aconteceu, seu amigo foi embora?" "Ele estava meio nervoso, achou que a gente ia ficar sozinho e quando viu que você estava aqui, quis... Acompanhei ele até a casa... uhhhhhh, ferrei a tarde de vocês? Não, nada disso. Quando ele me passou o chimarrão, escorregou e caiu em cima de mim. Uhhhhhhhhhh, que merda. Peguei um pano pra me limpar, ele falou "deixa, não foi nada", mas ela foi mais rápida que eu, passou o pano na minha perna pra me limpar. Fiquei cara a cara com ela e, sim, me perdi e a gatinha me beijou. Agarrei ela e trouxe pra cima de mim, nos beijamos muito, apertei os peitos dela e ela pegou na minha pica. Continuamos assim por um tempo, nos apalpando, e ela disse: "Vem, Francisco". Me pegou pela mão e, ao passar pela cama dos pais, joguei ela na cama e me agarrei como carrapato nos peitos dela, tentando tirar a camiseta. Ficamos pelados e a gatinha me de uns chupões na pica, não igual à mãe, mas tava tudo bem mesmo assim. Dei uns chupões na buceta dela que acabou com a mina toda. Ela me deitou, chupou minha pica e depois foi sentando em cima dela, engoliu tudo sem reclamar. Montou em mim como ninguém, as piranhas são incríveis, os peitos bem durinhos e cavalgando como uma louca, até que começou a gemer igual doida: "SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII AHHHHHHHHHHHHHHH MAIS MAIS, me dá o leite, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii asiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii". Eu já tava quase enchendo ela de leite, mas percebi que não tinha camisinha. Tirei ela de cima e falei: "Toma o leite, engole, gatinha". E sem mais, meti na boquinha dela e gozei fundo. O leite escorreu e caiu entre os peitos dela. Ela gozou aos gritos com dois dedos no cu. Me beijava e me apertava forte. "Por favor, nunca gozei assim", ela dizia. "Nunca usei meu cu, mas você me deixou louca." "Como? Nunca usou a bunda?" "Não, sempre tive medo. Uma vez tentei, mas doeu muito. Mas hoje você me deixou louca." "Bom, você vai ver que dá pra usar sem doer tanto. Vai ver que depois vai querer usar mais a bunda." "Tá falando sério? Não vai me machucar?" "Nãoooooooooooo, vai ver que não. Minha pica... seguia no mangão, queria comer aquela buceta infernal, deitei ela de barriga pra baixo e comecei o trabalho no cu, muita linguada, dedinho, só um, assim por meia hora, depois linguada e com muito cuidado dois dedinhos, muitos carinhos na entreperna, dois dedos bem fundo no bum e ajudando com a linguada entre a pussy e o cu, ela gozou umas duas vezes e a palavra mágica, não aguento mais, testa pra ver se não dói tanto, mete um pouquinho, mamãe, siiiiiiiiiiiiiii, então devagarinho fui tirando os dedinhos, tava tudo cheio de baba e sucos da pussy, encostava a ponta e ela tava tão gostosa que tentava empinar o cu, assim ia entrando, tava desesperada pra ter aquilo dentro, sentia a cabeça na porta do cu e empinava a bunda, numa dessas enfiou a cabeça pra dentro, deu um gritinho, mas na hora me fala, vai mete, quero um pouco dentro, empurrei um pouco, reclamou de novo, dóiiiiiiiiiiiiii, quando tentei aliviar, ela sozinha, empinou o cu e engoliu meia cock, aagggggggggghhhhhhhhh uffffffffffffffffff e siiiiiiiiiiiiii, você quer ela dentro? Agarrei forte na cintura e dentro minha alma, pufffffffffff, gritou, xingou, mas ficou quietinha, eu também e depois de um tempo ela fala, doeu filho da puta, mas me deixa louca sentir essa coisa no meu cu, e ela sozinha se empurrava, se mexia e me deixava louco, fui metendo forte, reclamava de novo, mas já tava pouco me fodendo, enfiei os 21 pra dentro e depois de um tempo senti que ela tava gozando, sentia que apertava a cock com tudo, muito muito forte e joguei a cum bem fundo. Ficamos exaustos, ela levantou, me deu uns beijos e foi tomar banho, eu me vesti, quando ela saiu do banho, falei, olha tenho que comprar umas coisas, mas acho que não volto hoje, melhor continuar amanhã. Parece que você tá cansadinho, bom te espero amanhã. Não sei se vou conseguir terminar esse serviço, entre a mãe e a filha vão me matar. Espero que gostem. Essa história, comentem e deixem um pontinho, valeu.
Um dia, ela voltou e foi pro outro banheiro se lavar. Depois de um tempo, ouvi um barulho no quarto. Eu precisava passar pra pegar uns materiais e, quando entrei no quarto, ela tava com os peitos de fora. Peitos lindos, deliciosos. Uhhhhh, desculpa. Ela tentou se cobrir, mas já era tarde. "Desculpa, Francisco, esqueci que você tava aqui dentro." "Bom, você não vai se assustar com o que viu, né?" "Não, de jeito nenhum." Pelo contrário, ela continuou com os peitos de fora. Então segui meu caminho, olhando pra ela, e quando cheguei perto, não me segurei e beijei ela na boca. A gente se acabou de beijar, ela me empurrou pra cama e a gente se pegou gostoso. Chupei aqueles peitos e lambi a buceta dela todinha. Ela, sem perder tempo, tirou minha calça e agarrou meu pau, igual uma louca. Engolia ele inteiro com a boca, que garganta profunda essa mina tem. Um 69 completo, eu lambia bem a buceta dela e brincava com a língua na portinha do cu. Ela apertava meu pau com a boca como ninguém! Me deixava louco. Ela me chupava de um jeito, soltou meu pau quando eu tava quase gozando, e ficava passando a ponta da língua no meu cu. Isso me enlouquecia. Era uma máquina essa gostosa. Saiu de entre minhas pernas e, sozinha, ficou de quatro e disse: "Panchito, me come. a bundinha pequena, mamita, o sonho do cara, chupei bem a bunda dela, coloquei um dedinho, depois dois e ela me dizia: "por favor, mete em mim". Eu enfiava um pouquinho na pussy, tirava, encostava na porta do cu dela e ela empurrava pra trás e se enfiava sozinha. Fiquei paradinho e falei: "vai, come você mesma" e siiiiiiiiiiiii, brincava com a bunda linda dela, um empurrão e entrou um bom pedaço, mmmm, que pinto lindo, Pancho. Tirava e fazia de novo a mesma coisa. Numa hora não aguentei mais, peguei ela pelos quadris e quando ela jogou a raba pra trás, segurei firme e enfiei fundo, até o talo, não parei. Ela reclamou feio, mas começou a se mexer como uma gata no cio, era uma máquina de transar. A verdade é que não aguentei muito e joguei uma porrada de leite como um louco. Quando ela sentiu a gozada dentro, deu um gemido e gozou muito também. Tirava e enfiava como um doido, ela pedia mais: "faz o que quiser comigo, Panchito, adoro esse pinto que você tem". E assim, de uma vez, tirei e enfiei de novo na pussy, metia bomba e ela gemia como uma gostosa louca: siiiiiiiiiiiiiiiii, assiiiiiiiiiiiiiiim, me dá maaaaaaaaaais, maaaaaaaaaais, me dá mais gozo. Ela continuava de quatro e eu, louco atrás dela, enfiava dois dedos no cu e ela ficava doida. Não sei quantas vezes gozou, mas tava como possuída. Senti que ia gozar e tirei. Ela sacou o que eu queria, se virou e chupou com a boquinha, engolia tudo e quando tava bem bem fundo, faaaaaaaaaaaaaaa, joguei um jato de gozo. Ela engoliu tudo sem dizer nada, sublimeeeeeeeeeeeeee, que puta transa que eu arranjei. Ela foi tirando devagar da boca, sorriu e disse: "que fodida que você me deu, Panchito, que pinto lindo você tem" e dava beijinhos. "Agora tenho que ir, que tá ficando tarde, outro dia a gente continua". Levantou, foi tomar outro banho, apareceu pelada de novo, me deu um beijinho e fui me lavar. Me vesti e ela foi embora. Antes Antes de ir embora, ela pegou na minha pica e disse: "Espero que não termine muito rápido o banho, Pancho, olha que quero provar de novo". E eu: "Como não, senhora, eu adoraria". Ela me beijou e foi embora. Foi difícil voltar ao trabalho. Três dias depois, a gente transou de novo. Ela era uma máquina, viu, como gostava de pica. Era sexta-feira, umas três da tarde, voltei de comer alguma coisa e ela estava falando no telefone. Ouvi ela dizendo: "Olha, estão reformando nosso banheiro, então vamos ter que compartilhar o seu". Continuou conversando um pouco e depois veio até onde eu estava trabalhando e falou: "Na segunda-feira você vai conhecer minha filha". "Ah, é? Que bom, ela está de passeio?" "Não, está estudando em Córdoba e vem passar uns dias." Ela passou a mão na minha pica, ficou dura na hora, ela puxou pra fora e chupou tudo com a boquinha. Em pouco tempo gozei. Ela me beijou e foi embora.
Na segunda-feira, quando cheguei, ela estava com a filha tomando chimarrão. Me apresentou: Barbi, uma gata de uns 23 anos, uma beleza! Tomamos uns mates os três e fui pro banheiro continuar trabalhando. Pouco depois, a senhora veio e disse: "Essa semana não vamos poder fazer nada, a menina está aqui". "Tudo bem, a gente recupera o tempo perdido", falei rindo. O dia seguiu sem sustos. No almoço, fui comer alguma coisa e quando voltei, a menina estava com um amiguinho no sofá. Pelo pouco que vi, os dois estavam se pegando. Um tempo depois, passei de novo pela sala e eles continuavam naquela. Passei várias vezes, e na quarta vez que passei, ouvi eles discutindo um pouco e o cara foi embora. Daí a pouco apareceu a Barbi e perguntou se eu queria alguma coisa. "Não, obrigado, Francisco." "Se quiser algo para beber, é só falar, não me incomoda. Quer uns mates?" "Hum, tá bom, vamos de mate." Daí a pouco estávamos com o chimarrão. Cada vez que ela me passava o mate, eu ficava louco olhando pra aqueles peitos, iguais aos da mãe. Perguntei: "O que aconteceu, seu amigo foi embora?" "Ele estava meio nervoso, achou que a gente ia ficar sozinho e quando viu que você estava aqui, quis... Acompanhei ele até a casa... uhhhhhh, ferrei a tarde de vocês? Não, nada disso. Quando ele me passou o chimarrão, escorregou e caiu em cima de mim. Uhhhhhhhhhh, que merda. Peguei um pano pra me limpar, ele falou "deixa, não foi nada", mas ela foi mais rápida que eu, passou o pano na minha perna pra me limpar. Fiquei cara a cara com ela e, sim, me perdi e a gatinha me beijou. Agarrei ela e trouxe pra cima de mim, nos beijamos muito, apertei os peitos dela e ela pegou na minha pica. Continuamos assim por um tempo, nos apalpando, e ela disse: "Vem, Francisco". Me pegou pela mão e, ao passar pela cama dos pais, joguei ela na cama e me agarrei como carrapato nos peitos dela, tentando tirar a camiseta. Ficamos pelados e a gatinha me de uns chupões na pica, não igual à mãe, mas tava tudo bem mesmo assim. Dei uns chupões na buceta dela que acabou com a mina toda. Ela me deitou, chupou minha pica e depois foi sentando em cima dela, engoliu tudo sem reclamar. Montou em mim como ninguém, as piranhas são incríveis, os peitos bem durinhos e cavalgando como uma louca, até que começou a gemer igual doida: "SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII AHHHHHHHHHHHHHHH MAIS MAIS, me dá o leite, siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii asiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii". Eu já tava quase enchendo ela de leite, mas percebi que não tinha camisinha. Tirei ela de cima e falei: "Toma o leite, engole, gatinha". E sem mais, meti na boquinha dela e gozei fundo. O leite escorreu e caiu entre os peitos dela. Ela gozou aos gritos com dois dedos no cu. Me beijava e me apertava forte. "Por favor, nunca gozei assim", ela dizia. "Nunca usei meu cu, mas você me deixou louca." "Como? Nunca usou a bunda?" "Não, sempre tive medo. Uma vez tentei, mas doeu muito. Mas hoje você me deixou louca." "Bom, você vai ver que dá pra usar sem doer tanto. Vai ver que depois vai querer usar mais a bunda." "Tá falando sério? Não vai me machucar?" "Nãoooooooooooo, vai ver que não. Minha pica... seguia no mangão, queria comer aquela buceta infernal, deitei ela de barriga pra baixo e comecei o trabalho no cu, muita linguada, dedinho, só um, assim por meia hora, depois linguada e com muito cuidado dois dedinhos, muitos carinhos na entreperna, dois dedos bem fundo no bum e ajudando com a linguada entre a pussy e o cu, ela gozou umas duas vezes e a palavra mágica, não aguento mais, testa pra ver se não dói tanto, mete um pouquinho, mamãe, siiiiiiiiiiiiiii, então devagarinho fui tirando os dedinhos, tava tudo cheio de baba e sucos da pussy, encostava a ponta e ela tava tão gostosa que tentava empinar o cu, assim ia entrando, tava desesperada pra ter aquilo dentro, sentia a cabeça na porta do cu e empinava a bunda, numa dessas enfiou a cabeça pra dentro, deu um gritinho, mas na hora me fala, vai mete, quero um pouco dentro, empurrei um pouco, reclamou de novo, dóiiiiiiiiiiiiii, quando tentei aliviar, ela sozinha, empinou o cu e engoliu meia cock, aagggggggggghhhhhhhhh uffffffffffffffffff e siiiiiiiiiiiiii, você quer ela dentro? Agarrei forte na cintura e dentro minha alma, pufffffffffff, gritou, xingou, mas ficou quietinha, eu também e depois de um tempo ela fala, doeu filho da puta, mas me deixa louca sentir essa coisa no meu cu, e ela sozinha se empurrava, se mexia e me deixava louco, fui metendo forte, reclamava de novo, mas já tava pouco me fodendo, enfiei os 21 pra dentro e depois de um tempo senti que ela tava gozando, sentia que apertava a cock com tudo, muito muito forte e joguei a cum bem fundo. Ficamos exaustos, ela levantou, me deu uns beijos e foi tomar banho, eu me vesti, quando ela saiu do banho, falei, olha tenho que comprar umas coisas, mas acho que não volto hoje, melhor continuar amanhã. Parece que você tá cansadinho, bom te espero amanhã. Não sei se vou conseguir terminar esse serviço, entre a mãe e a filha vão me matar. Espero que gostem. Essa história, comentem e deixem um pontinho, valeu.
15 comentários - Primeiro a mamãe, depois a gostosa