Só uma punheta (Relato)

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14/02

Só uma punheta

Nosso amigo Juan tinha terminado com a namorada recentemente, depois de vários anos de relacionamento, e embora todos achássemos que provavelmente a coisa se resolveria, por enquanto nada indicava que fosse assim.

Um dia, convidamos ele pra jantar em casa e, conversando sobre tudo um pouco, ele disse, entre risadas, que uma das coisas que ele mais sentia falta era a abstinência, que a Elena (a ex dele) e ele tinham feito de tudo — confessou, acho que por causa do vinho do jantar — que até tinham feito ménage e troca de casais.

A Maria, minha esposa, disse que não via problema nisso, desde que os dois estivessem de acordo, e ele respondeu que foi assim mesmo, mas que, apesar de tudo, não tinha sido fácil lidar com essas relações, especialmente pra ele.

Eu falei que não achava que fosse tudo isso, que a Maria e eu não tínhamos feito simplesmente porque não sentimos necessidade, mas que não descartávamos esse tipo de relação se um dia os dois realmente tivessem vontade. Juan riu e repetiu que isso não era nada fácil. E eu insisti que sim, agora apoiado também pela Maria, que via tão claro quanto eu.

— Olha — dizia pro Juan —, é questão de ter as ideias claras, eu acho. Não sei porque nunca fiz, mas penso que não é tudo isso se os dois têm certeza, fazem por amor e entendem como o que é: puro sexo.

— É verdade — confirmei.

— Certo. Vamos ver quem tá certo — disparou Juan. — Tô há mais de dois meses sem transar, e posso garantir que tô morrendo de vontade de extravasar. Vocês sabem que eu gosto de vocês, considero vocês meus melhores amigos e não quero estragar isso, mas o que vocês achariam se eu propusesse que a Maria me fizesse uma punheta agora mesmo? — soltou de repente. — Só uma punheta, nada mais. Assim vou mostrar o que quero dizer.

Maria e eu ficamos chocados, sem saber o que falar. Não dissemos uma palavra, então Juan soltou:

— Vou deixar vocês pensarem. Vou lá no jardim fumar um cigarro. Se Em quinze minutos, se não me ligarem, vou pra casa e esquecemos tudo. Se me ligarem, é porque aceitaram.
Tá bom – consegui dizer. Ele se levantou e foi embora.
Eu e María ficamos sozinhos.
O que você acha? – ela me perguntou.
Não sei se a gente tá pronto pra uma parada dessas. Mas me fode ter que dar razão pra ele. Por outro lado, uma punheta não é nada, quer dizer, não é igual a uma trepada. O que você diz?
Não sei. Por um lado, não tô a fim de fazer nada com ele, claro, mas por outro, me excita a ideia de masturbar um homem na sua frente. Eu sei que te excita tanto quanto a mim, você já me falou isso várias vezes, e se a gente nunca fez nada é porque não é fácil dar o primeiro passo, mas agora é mais fácil, e é só uma punheta. Ele não vai me tocar se a gente não quiser, nem vou ficar pelada. Como você disse, uma punheta não compromete nada, não é igual a uma trepada, quase se faz por pena, se for o caso. Ele tá muito carente, é seu amigo, e a gente pode aproveitar a oportunidade. Mas quero que você também veja isso claro.
É, é só uma punheta, não vai mudar nada. Sempre falei que adoraria ver outro homem te possuindo. Isso é mais suave, tipo um começo – me aproximei dela, acariciei e beijei. Ela acariciou meu pau por cima da calça, que já tava duro como pedra só de pensar na cena. – Você me promete que não vai desejar ele?
Prometo. E você me promete que não vai ter ciúmes? Eu só quero você. Isso é só sexo, não significa nada.
É, só sexo. Fico pensando na sua mão no pau dele, fazendo ele se contorcer de prazer.
Isso te excita?
Me deixa louco.
Eu também.
Fica de joelhos, chupa ele – falei.

Ela se ajoelhou, tirou meu pau da calça, colocou na boca e chupou bem devagar. Os lábios dela estavam bem vermelhos, e fiquei louco de tesão vendo como meu pau grosso era envolvido por aqueles lábios carnudos, grossos, sensuais. Gozei na boca dela na hora. – Te amo. Vou ligar pra ele – falei. E fui pra varanda. Ela ficou surpresa ao me ver ali. Subiu em dois minutos.
Três condições: você não toca nela, você tira a sua e mete, e não pede mais nada nem fala.
Fechado. Onde eu fico?
Aqui — disse Maria —, no sofá. Abaixa as luzes — falou pra mim.
João se aproximou do sofá e sentou. Maria me deu um beijo e se colocou ao lado dele. Eu estava no sofá da frente, a menos de dois metros. Tira ela pra fora — disse Maria.
João se levantou, desabotoou a calça e abaixou a braguilha pra facilitar. Baixou a calça junto com a cueca, de modo que a rola e as bolas quase pularam pra fora da roupa. Ficou um instante de pé, como se quisesse que Maria e eu, mas principalmente Maria, pudesse ver bem. Maria olhou pra ela e depois olhou pra mim. Não era exageradamente grande, mas tinha um tamanho mais que aceitável, acho que pensamos os dois. João sentou no sofá, abrindo bem as pernas, pra que Maria pudesse alcançar bem a rola dele.
Ela estendeu lentamente a mão direita, com os dedos longos tão brancos, e pegou nela. Começou a bater uma um pouco com a mão toda, amassando bem pra ele ficar duro de vez, o que conseguiu em uns dois minutos. Depois pegou bem delicadamente entre o indicador e o polegar e com esses dois dedos começou a subir e descer, deixando o prepúcio descoberto.
Nenhum dos três tirava o olho do conjunto mão-rola. João gemia de vez em quando, enquanto Maria continuava com o movimento vertical, masturbando ele agora já com três dedos. Às vezes me olhava com um olhar cúmplice, às vezes olhava pra João pra ver como ele reagia e na maioria das vezes olhava a mão dela deslizando sobre a rola. Tava batendo uma devagar, fazendo a pele do prepúcio deslizar lentamente sobre ele pra depois puxar pra baixo de modo que toda a glande, uns cinco centímetros de rola, ficasse exposta, com movimentos amplos, lentos e muito calculados. Tava descascando ele de forma soberba, e João acabou por fechar os olhos e jogar a cabeça pra trás, deixando que minha mulher cuidasse de dar prazer a ele.

Do meu lugar, dava pra ver como as veias da pica dele estavam inchando cada vez mais, e a cor até mudou, quase roxa na ponta e bem vermelha no resto. Maria, com o rosto bem relaxado, foi aumentando o ritmo da mão devagarzinho. A partir daí, Juan não parou de gemer nem um segundo, e a minha pica já tava tão dura que não cabia mais na calça.

De repente, Maria, sem soltar a pica dele, se ajoelhou na frente dele e começou a beijar e lamber. Juan e eu ficamos chocados, mas nem ele ia reclamar, óbvio, e eu não consegui reagir na hora, e a gente se olhou bem no instante em que Maria enfiou a pica na boca, começando um boquete que não tava no roteiro quando essa sessão estranha de sexo começou. Juan, que com o olhar tava me dizendo ao mesmo tempo "me desculpa" e "que loucura", teve que fechar os olhos de prazer, sentindo a pica inteira dentro da boca da minha mulher.

Eu não acreditava no que via, mas ali, tão perto de mim que dava pra tocar, estava minha mulher chupando a pica do meu amigo, feito uma putinha perfeita. Ela ainda tinha os lábios pintados, e agora era o pau de outro cara que tava esticando eles. Imaginei o que Juan devia estar sentindo naquele exato momento, porque dez minutos antes era a minha própria pica que tava naquela boca, quente, macia, com uns lábios que envolvem a cabeça, uns dentes que roçam sem parar e, principalmente, uma língua que não para de brincar com a ponta, enquanto ela move a pica pra um lado e pro outro pra esfregar no interior, molhado e suave, e a mão que segura te masturba por fora enquanto a outra massageia as bolas. Os boquetes da minha mulher não são nada ruins, não. Ele gemia feito um desgraçado, e eu deduzi que tava perto de gozar.

Maria também deve ter percebido que ele tava quase no orgasmo, talvez porque a pica começou a soltar um pouco de sêmen, então ele tirou o pau do meu amigo da boca e começou a lamber as bolas dele, pra dar uma aliviada na excitação. Tava na cara que ele queria chupar mais, não queria que o Juan gozasse tão cedo, já que tinha mamado só uns dois minutos. De repente, pra aumentar ainda mais minha surpresa, ele virou pra mim e disse:
Amor, por que você não me come por trás?
Eu levantei, tirei a calça e a cueca. Cheguei perto deles já com a pica de fora, levantei a saia dela o suficiente pra deixar a bunda no ar. Ela tava de calcinha rendada, puxei pra baixo e me enfiei entre as nádegas dela enquanto ela continuava chupando as bolas do amante. Passei a língua no clitóris dela, fazendo ela gemer. Depois, sem aguentar mais, enfiei o pau por trás.
Ela tava toda molhada de tesão, e não tive problema nenhum pra meter a pica até o fundo. O Juan já tinha se acalmado, e a Maria enfiou o pau dele na boca de novo, recomeçando o boquete que tinha parado. Agora nós dois tava aproveitando a minha mulher, e ela aproveitando a gente. Ela deslizava o anel dos lábios bem devagar no pau do Juan, e eu também peguei um ritmo bem lento nas minhas enfiadas, curtindo cada centímetro da buceta dela, fazendo estocadas bem longas, quase encostando as bolas nos lábios vaginais pra depois tirar quase tudo.
Tava um silêncio do caralho, só se ouvia o barulho da boca da Maria chupando a cabeça do pau do Juan, e o que eu fazia metendo e tirando a pica da buceta dela: sons de sexo. Tentei encaixar meu ritmo no do boquete, fazendo minha pica ficar dentro dela quando a do Juan tava quase toda na boca dela. Coloquei as duas mãos nas nádegas dela e fiquei acariciando enquanto comia.
A cena devia ser muito excitante, e aí percebi que a gente tava bem na frente do espelho que tinha na parede à minha esquerda. Virei a cabeça e vi a cena que a gente formava: Juan estava sentado quase fora da poltrona, de pernas abertas, completamente pelado já, porque fazia tempo que tinha tirado a camisa (não é à toa que estava suando); minha mulher estava com a cabeça entre as pernas dele, com o cabelão preto nas costas e jogado pro lado direito, de joelhos no tapete, separados pra me deixar entrar na buceta dela, a mão esquerda na perna direita de Juan e a mão direita segurando a pica dele enquanto a boca deslizava nela, fazendo o pau aparecer e desaparecer com os movimentos ritmados; eu tava de cócoras, fodendo ela por trás, enfiando meu rabo enquanto com as mãos passava nas nádegas dela.
Me inclinei um pouco pra frente e desabotoei a blusa dela, tirando ela por trás. Desabotoei o sutiã e os peitos caíram, balançando com os movimentos que eu dava ao montar nela.
Me inclinei de novo, dessa vez pra passar a mão nas tetas dela enquanto a comia. Olhei de novo pro espelho; agora minha mulher tava completamente pelada (eu tinha tirado tudo dela) menos a saia, que tava levantada em volta da cintura, ora lambendo ora chupando a pica; Juan olhava pra Maria comendo o pau dele e acariciava a cara e a cabeça dela, e eu tava inclinado sobre ela, passando a mão nos peitos ou na bunda enquanto metia nela.
Juan descobriu o espelho e começou a olhar; Maria era a única que não conseguia ver o trio, porque continuava com a cabeça enfiada na barriga de Juan. Os gemidos começaram a abafar os sons das penetrações. Quando um se acalmava um pouco, o outro gemia mais alto. Lamentei não ter colocado música, porque os vizinhos iam se divertir de graça. Os gemidos da minha mulher começaram a se destacar sobre os nossos: faltava pouco pra ela gozar.
Aumentei o ritmo pra fazer ela gozar o mais rápido possível. Ela gozou como uma louca, gritando até tirar a pica da boca. Quando terminou, continuou chupando ela, mas já Pouco tempo depois, Juan já tava no limite, e embora desse pra ver que queria aguentar mais, não conseguia. Os gemidos dele já estavam bem claros.
Ele pegou a cabeça da Maria e marcou o ritmo, forçando ela a chupar do jeito que ele queria, mas ela não tava a fim de deixar ele gozar na boca dela, e deu um jeito, bem contra a vontade dele, de tirar a pica da boca e ordenhar com a mão. A gozada foi impressionante: dava pra ver que fazia dois meses que ele não transava. Saiu uma quantidade de porra absurda.
Minha mulher se afastou o máximo que pôde, rindo, mas ainda assim um pouco de porra respingou nos braços e no peito dela. Eu continuei metendo, muito excitado com esses orgasmos, e decidi que era minha vez. Acelerei, buscando o final, e depois de umas duas dúzias de estocadas consegui me esvaziar, fazendo ela gozar junto comigo. Juan tinha ficado nos vendo terminar enquanto limpava a pica, toda suja de porra e batom da minha mulher. Parecia que tava sangrando de tão vermelha que tava na ponta.
Tirei a pica da buceta da minha mulher, e ela me limpou com uns lenços. Ninguém falava nada. Vimos que minha pica ainda tava bem dura, e a do Juan também. Nós três nos olhamos e no final foi minha mulher quem decidiu pegar nós dois pelo braço e nos levar pro quarto.
— Agora ao contrário — ela disse.
Entendemos sem precisar de mais explicações. Juan se deitou na cama enquanto Maria abria a gaveta pra pegar umas camisinhas e eu fui no banheiro lavar bem o pau. Quando voltei, Maria tinha subido na cama e tava batendo uma devagar pro Juan pra deixar ele bem duro de novo. Quando conseguiu, colocou uma camisinha, montou em cima dele e encostou a pica na buceta, excitando ele cada vez mais. Eu fiquei olhando enquanto eles começavam a trepar, sentado numa poltrona, me masturbando devagar. Maria continuava com o pau na entrada da boceta, brincando com ele, sem deixar entrar, fazendo Juan enlouquecer. Eu também tava ficando doido. vendo como eles curtiam na minha frente.
Não dava pra parar e pensar no que tava rolando, porque aquilo tinha saído tanto do controle que já não tinha mais como parar, e ali estava minha mulher com a pica de outro cara entre as pernas, prestes a foder com ele na minha frente sem o menor pudor, igual uma puta qualquer, curtindo o pau de outro homem e levando ele às portas do paraíso sem nenhuma vergonha.
Finalmente, Maria se abaixou, deixando a pica do Juan entrar na buceta dela, o que ele agradeceu com um gemido enorme, enquanto agarrava os peitos dela com as mãos. Minha mulher começou a subir e descer, deixando a pica entrar completamente dentro dela, já dilatada pela foda que eu tinha dado antes. Ela se deitou sobre ele, fazendo a pica entrar num ângulo bem fechado, enquanto se beijavam e Juan colocava as mãos nas nádegas dela, acariciando e agradecendo a foda que ela tava dando.
Minha mulher tem uma bunda gostosa, e era lindo ver ela enquanto tava dando pra outro cara, tão redonda, tão grande, tão perfeita, tão apetitosa. Juan começou a chupar o pescoço dela, enquanto por trás acariciava o cu dela de um jeito delicado. Eu continuava batendo uma, observando tudo aquilo, com ciúmes e uma excitação do caralho, torcendo pra não gozar pra poder continuar me masturbando na frente daquele espetáculo. Minha mulher se levantou e disse:
— Chega mais perto.
Quando me aproximei, ela esticou um braço, pegou minha pica e colocou na boca dela enquanto cavalgava o amante. Minha pica tava prestes a explodir, e ela sabia, mas chupou de um jeito que consegui me segurar e curtir. Ela não tinha problema nenhum em foder e chupar ao mesmo tempo, parecia uma atriz pornô, não perdia o ritmo nem com o Juan, que tava chupando os peitos dela, nem comigo, massageando minhas bolas enquanto me fazia um boquete. Depois de um tempo, pra minha completa surpresa, ela disse:
— Que tal você tentar meter por trás?
Eu não acreditava no que tava ouvindo. O Sexo anal não era exatamente a paixão dela, e embora a gente fizesse de vez em quando, era mais por insistência minha do que por interesse dela. Mas naquele momento de loucura, depois de ter chupado o pau do meu amigo enquanto eu comia ela, e estando por cima dele, fodendo ele, enquanto ela me chupava, parecia que ela tava decidida a experimentar todas aquelas coisas que a gente via nos filmes pornô ou nas revistas, com interesse, mas pensando que nunca faríamos. Minha mulher queria uma dupla penetração.

Fui no banheiro pegar um pouco do creme que a gente usava pra essas ocasiões, voltei, fiquei atrás dela, que já tava com a bunda na posição de me receber, inclinada sobre o João, oferecendo todo o cu pra mim. Passei um pouco no cuzinho dela, a poucos centímetros do pau do João, enfiei um dedo pra dilatar, devagar, bem devagar, depois dois, também bem devagar.

Ela quase tinha parado de se mexer em cima do João e tava esperando eu meter. Achei que já tava pronta e me agachei, apontando meu pau pro cu dela. Encostei nele e empurrei um pouco; entrou a ponta, ela gemeu, enfiei mais um pouco, ela reclamou um pouco, parei pra ela se acostumar a me ter dentro, empurrei de novo um pouco e assim até ter meio pau dentro do cu dela. Quando o cu já tava bem dilatado, comecei a me mexer devagar pra não machucar ela. Dava pra sentir o pau do João enfiado na buceta, separado do meu por uma fina camada de carne, imóvel, esperando a Maria passar pelo pior da enfiada e poder finalmente se mexer em cima dele. E isso aconteceu um tempo depois; Maria começou a se sentir à vontade com os dois paus dentro e começou a se mexer, bem devagar, pra não se machucar. Eu comecei a me mexer, tomando cuidado pra coordenar os vai e vem com os dela pra não sair o pau. Era fantástico ver o cu dela dilatado pelo meu rabo enquanto o pau do João tava na buceta dela. Mas logo percebi que pra ela ia ser impossível gozar com os dois. Dentro, porque mesmo curtindo, ela não conseguia se mexer o suficiente pra gozar, e nem o Juan.
Decidi gozar primeiro, então acelerei o ritmo enquanto ela ficava parada em cima dele, que aguentava sem perder a ereção. Tava tão excitado só de pensar que tava comendo minha mulher enquanto outra pica enchia a buceta dela, que não demorei pra gozar. Enchi o cuzinho dela de porra e saí.
Eles continuaram transando, mas só por mais um pouco, porque a Maria já tava quase lá. Não gozaram juntos, porque o Juan não conseguiu, então quando ela terminou, ele colocou ela de costas na cama, abriu as pernas dela e enfiou a pica na boceta, levantando as pernas dela pra meter melhor. Comeu ela assim, rápido, até gozar, se esvaziando dentro da buceta da minha mulher e gemendo que nem um touro. Depois de gozar, tirou a pica e se afastou dela.

Ficamos sentados os três na cama por um tempo. Minha mulher me beijou e ficou abraçada em mim. O Juan começou a se vestir, catando a roupa dele pela casa toda. Quando ficou pronto, disse:
— Vocês me deixaram impressionado. Eu tava errado.

A Maria respondeu:
— Te falei, Juan. Tudo depende de como você encara. A gente não tinha planejado nada, eu tomei a iniciativa porque sabia que eu e o Carlos estávamos a fim, mesmo que custasse a dar o primeiro passo. Mas hoje tudo ficou muito fácil e eu resolvi fazer. Não se engana, o que rolou aqui hoje é só sexo, não sinto nada por você, só quero meu marido. A gente se divertiu, só isso. Quem sabe, um dia a gente repete.

— Até mais, Juan — falei.
— Até mais — ele disse, e foi embora.

Olhei pra minha mulher, já sozinhos, com um olhar de dúvida.
— Então é isso, me joguei e pronto — ela disse —, e acho que não saiu nada mal. Você tava morrendo de vontade, não nega, de fazer um ménage. Eu também. E a gente custava a decidir. Tanto que nunca íamos fazer, mas, olha, vi a oportunidade clara.

— Você curtiu?
— Claro que curti, mas principalmente porque você tava comigo. Custou pra chupar ele, mas depois disso, tudo ficou mais fácil.

6 comentários - Só uma punheta (Relato)

mochyto +1
que maravilla, no he podido evitar pajearme mientras leía tu relato. Ahí van mis 10 puntos
c10z
Gracias por los puntos... Y por la paja?... Para eso uno escribe...