Só uma punheta (Relato)

27
14/02

Só uma punheta

Nosso amigo Juan tinha terminado com a namorada recentemente, depois de vários anos de relacionamento, e embora todos achássemos que provavelmente a coisa se resolveria, por enquanto nada indicava que fosse assim.

Um dia, convidamos ele pra jantar em casa e, conversando sobre tudo um pouco, ele disse, entre risadas, que uma das coisas que ele mais sentia falta era a abstinência. Que Elena (a ex) e ele tinham feito de tudo, confessando — acho que por causa do vinho do jantar — que até tinham feito ménage e trocas de casais.

Maria, minha esposa, disse que não via problema nisso, desde que os dois estivessem de acordo. Ele respondeu que foi assim mesmo, mas que, apesar de tudo, não tinha sido fácil lidar com essas relações, especialmente pra ele.

Eu falei que não achava que fosse tão complicado, que Maria e eu não tínhamos feito isso simplesmente porque não sentimos necessidade, mas que não descartávamos esse tipo de relação se um dia ambos realmente quiséssemos. Juan riu e repetiu que isso não era nada fácil. E eu insisti que sim, agora apoiado também por Maria, que via tão claro quanto eu.

— Olha — dizia pra Juan —, é questão de ter as ideias claras, eu acho. Não sei porque nunca fiz, mas penso que não é tão difícil se os dois têm certeza, fazem por amor e entendem como o que é: puro sexo.

— É verdade — confirmei.

— Tá bom. Vamos ver quem tá certo — disparou Juan. — Tô há mais de dois meses sem transar, e posso garantir que tô morrendo de vontade de extravasar. Vocês sabem que eu gosto de vocês, considero vocês meus melhores amigos e não quero que isso estrague, mas… o que vocês achariam se eu propusesse que a Maria me fizesse uma punheta agora mesmo? — soltou de repente. — Só uma punheta, nada mais. Assim vou mostrar pra vocês o que quero dizer.

Maria e eu ficamos chocados, sem saber o que falar. Não dissemos uma palavra, então Juan soltou:

— Vou deixar vocês pensarem. Vou lá no jardim fumar um cigarro. Se Em quinze minutos, se vocês não me ligarem, vou pra casa e esquecemos tudo. Se ligarem, é porque aceitaram.
— Tá certo — consegui dizer. Ele se levantou e foi embora.
Maria e eu ficamos sozinhos.
— O que você acha? — ela me perguntou.
— Não sei se a gente tá pronto pra uma parada dessas. Mas me fode ter que dar razão pra ele. Por outro lado, uma punheta não é nada, quer dizer, não é igual a uma trepada. O que você diz?
— Não sei. Por um lado, não tô a fim de fazer nada com ele, claro, mas por outro, me excita a ideia de masturbar um homem na sua frente. Eu sei que te excita tanto quanto a mim, você já me falou isso várias vezes, e se a gente nunca fez nada é porque não é fácil dar o primeiro passo, mas agora é mais fácil, e é só uma punheta. Ele não vai me tocar se a gente não quiser, nem vou ficar pelada. Como você disse, uma punheta não compromete nada, não é igual a uma trepada, quase se faz por pena, se for o caso. Ele tá muito carente, é seu amigo, e a gente pode aproveitar a oportunidade. Mas quero que você também esteja de boa com isso.
— É, é só uma punheta, não vai mudar nada. Sempre falei que adoraria ver outro homem te possuindo. Isso é mais suave, tipo um começo — me aproximei dela, acariciei e beijei. Ela acariciou meu pau por cima da calça, que já tava duro que nem pedra só de pensar na cena. — Você me promete que não vai desejar ele?
— Prometo. E você me promete que não vai ter ciúmes? Eu só quero você. Isso é só sexo, não significa nada.
— É, só sexo. Fico imaginando sua mão no pau dele, fazendo ele se contorcer de prazer.
— Isso te excita?
— Me deixa louco.
— Eu também.
— Fica de joelhos, chupa meu pau — falei.

Ela se ajoelhou, tirou meu pau da calça, colocou na boca e me mamou bem devagar. Os lábios dela estavam bem vermelhos, e fiquei excitado pra caralho vendo como meu pau grosso era envolvido por aqueles lábios carnudos, grossos, sensuais. Gozei na boca dela na hora.
— Te amo. Vou ligar pra ele — falei. E fui pra varanda. Ela se surpreendeu ao me ver ali. Subiu em dois minutos.
Três condições: você não toca nela, você tira ela pra fora e mete, e não pede mais nada nem fala.
Fechado. Onde eu fico?
Aqui – disse Maria –, no sofá. Abaixa as luzes – falou pra mim.
João se aproximou do sofá e sentou. Maria me deu um beijo e se sentou ao lado dele. Eu estava no sofá da frente, a menos de dois metros. Tira ela pra fora – disse Maria.
João se levantou, desabotoou a calça e abaixou a braguilha pra facilitar. Puxou a calça junto com a cueca, de modo que a pica e as bolas quase pularam pra fora da roupa. Ficou um instante de pé, como se quisesse que Maria e eu, mas principalmente Maria, pudesse ver bem. Maria olhou pra ela e depois me olhou. Não era exageradamente grande, mas tinha um tamanho mais que aceitável, acho que pensamos os dois. João sentou no sofá, abrindo bem as pernas, pra que Maria pudesse alcançar bem a pica dele.
Ela estendeu lentamente a mão direita, com os dedos longos tão brancos, e pegou nela. Começou a bater uma punheta com a mão toda, massageando bem pra deixar ela bem dura, o que conseguiu em uns dois minutos. Depois pegou com muito cuidado entre o indicador e o polegar e com esses dois dedos começou a subir e descer, deixando o prepúcio descoberto.
Nenhum dos três tirava o olho do conjunto mão-pica. João gemia de vez em quando, enquanto Maria continuava com o movimento vertical, masturbando ele agora com três dedos. Às vezes me olhava com um olhar cúmplice, às vezes olhava pra João pra ver como ele reagia e na maioria das vezes olhava a mão dela deslizando sobre a pica. Ela tava batendo uma punheta devagar, fazendo a pele do prepúcio deslizar lentamente sobre ele pra depois puxar pra baixo de modo que toda a glande, uns cinco centímetros de pica, ficasse descoberta, com movimentos amplos, lentos e muito calculados. Ela tava descascando ele de forma soberba, e João acabou por fechar os olhos e jogar a cabeça pra trás, deixando que minha mulher cuidasse de dar prazer a ele.

Do meu lugar, dava pra ver como as veias da pica dele estavam inchando cada vez mais, e a cor tinha mudado até ficar quase roxa na ponta e bem vermelha no resto. Maria, com o rosto bem relaxado, ia aumentando o ritmo da mão dela bem devagar. A partir daí, Juan não parou de gemir nem um segundo, e a minha pica já tava tão dura que não cabia mais na calça.

De repente, Maria, sem soltar a pica dele, se ajoelhou na frente dele e começou a beijar e lamber. Juan e eu ficamos chocados, mas nem ele ia reclamar, óbvio, nem eu consegui reagir na hora, e nos olhamos no exato momento em que Maria enfiou a pica na boca, começando um boquete que não tava no roteiro quando essa sessão estranha de sexo começou. Juan, que com o olhar me dizia ao mesmo tempo "foi mal" e "que loucura", teve que fechar os olhos de prazer, sentindo a pica inteira dentro da boca da minha mulher.

Eu não acreditava no que via, mas ali, tão perto de mim que dava pra tocar, estava minha mulher chupando a pica do meu amigo, feito uma puta perfeita. Ela ainda tinha os lábios pintados, e agora era o pau de outro cara que tava esticando eles. Imaginei o que Juan devia estar sentindo naquele momento, porque dez minutos antes era a minha própria pica que tava naquela boca, quente, macia, com uns lábios que envolvem a cabeça, uns dentes que roçam sem parar e, principalmente, uma língua que não para de brincar com a ponta, enquanto mexe a pica pra um lado e pro outro pra esfregar no interior, molhado e suave, e a mão que segura tá batendo uma por fora enquanto a outra massageia os ovos. Os boquetes da minha mulher não são nada ruins, não. Ele gemia de um jeito exagerado, e deduzi que tava perto de gozar.

Maria também deve ter percebido que ele tava muito perto do orgasmo, talvez porque a pica começou a soltar um pouco de esperma, então ele tirou o pau do meu amigo da boca e começou a chupar os ovos dele, pra dar uma aliviada na excitação. Tava na cara que ele queria mamar mais, não queria que o Juan gozasse tão cedo, porque mal tinha chupado por uns dois minutos. De repente, pra aumentar ainda mais minha surpresa, ele virou pra mim e disse:
Amor, por que você não me come por trás?

Levantei e tirei a calça e a cueca. Cheguei perto deles já com a pica de fora e levantei a saia dela o suficiente pra deixar a bunda no ar. Ela tava de calcinha rendada, puxei pra baixo e me enfiei entre as nádegas dela enquanto ela continuava chupando os ovos do amante. Passei a língua no clitóris dela, fazendo ela gemer. Depois, sem aguentar mais, enfiei o pau por trás.

Ela tava encharcada de tesão, e não tive problema nenhum pra meter a pica até o fundo. O Juan já tinha se acalmado e a Maria colocou o pau dele de volta na boca, recomeçando o boquete que tinha parado. Agora nós dois tava aproveitando a minha mulher, e ela aproveitando a gente. Ela deslizava o anel dos lábios dela bem devagar no pau do Juan, e eu também peguei um ritmo bem lento nas minhas estocadas, curtindo cada centímetro da buceta dela, fazendo metidas bem longas, quase encostando os ovos nos lábios vaginais e depois tirando quase tudo.

Tava um silêncio do caralho, só se ouvia o barulho da boca da Maria chupando a cabeça do pau do Juan, e o que eu fazia metendo e tirando a pica da buceta dela: sons de sexo. Tentei encaixar meu ritmo no do boquete, fazendo minha pica ficar dentro dela quando a do Juan tava quase toda na boca dela. Coloquei as duas mãos nas nádegas dela e fiquei acariciando enquanto comia ela.

A cena devia ser muito excitante, e aí percebi que a gente tava bem na frente do espelho que tinha na parede à minha esquerda. Virei a cabeça e vi a cena que estávamos fazendo: Juan estava sentado quase fora do sofá, de pernas abertas, já completamente pelado, porque fazia um tempão que tinha tirado a camisa (não é à toa que estava suando); minha mulher estava com a cabeça entre as pernas dele, com o cabelão preto escorrendo pelas costas e caído pro lado direito, os joelhos no tapete, separados pra me deixar entrar na buceta dela, a mão esquerda na perna direita de Juan e a mão direita segurando a pica dele enquanto a boca deslizava nela, fazendo o pau aparecer e desaparecer com os movimentos ritmados; eu estava de cócoras, comendo ela por trás, enfiando meu rabo enquanto com as mãos passava a mão na bunda dela.
Me inclinei um pouco pra frente e desabotoei a blusa dela, tirando depois por trás. Desabotoei o sutiã e os peitos caíram, balançando com os movimentos que eu dava enquanto montava nela.
Me inclinei de novo, dessa vez pra passar a mão nos peitos dela enquanto a fodía. Olhei de novo pro espelho; agora minha mulher estava completamente pelada (eu tinha tirado tudo dela) menos a saia, que estava levantada na cintura, ora lambendo ora chupando a pica; Juan olhava pra Maria comendo o pau dele e acariciava o rosto e a cabeça dela, e eu estava inclinado sobre ela, passando a mão nos peitos ou na bunda enquanto metia nela.
Juan descobriu o espelho e começou a olhar; Maria era a única que não conseguia ver o trio, porque continuava com a cabeça enfiada na barriga de Juan. Os gemidos começaram a abafar os sons das penetrações. Quando um se acalmava um pouco, o outro gemia mais alto. Lamentei não ter colocado música, porque os vizinhos iam ter diversão de graça. Os gemidos da minha mulher começaram a se destacar sobre os nossos: faltava pouco pra ela gozar.
Aumentei o ritmo pra fazer ela gozar o mais rápido possível. Ela gozou como uma louca, gritando até tirar a pica da boca. Quando terminou, continuou chupando, mas já Pouco tempo depois, Juan já estava no limite, e embora desse pra ver que queria aguentar mais, não conseguia. Os gemidos dele já estavam bem evidentes.
Ele pegou a cabeça de Maria e marcou o ritmo, obrigando ela a chupar do jeito que ele queria, mas ela não tava a fim de deixar ele gozar na boca dela, e deu um jeito, bem a contragosto, de tirar a boca e ordenhar ele com a mão. A gozada foi impressionante: dava pra ver que fazia dois meses que ele não comia ninguém. Saiu uma quantidade de porra absurda.
Minha mulher se afastou o máximo que pôde, rindo, mas mesmo assim um pouco de porra respingou nos braços e no peito dela. Eu continuava metendo, muito excitado com aqueles orgasmos, e decidi que era minha vez. Acelerei, buscando o final, e depois de umas duas dúzias de estocadas consegui me esvaziar, fazendo ela gozar junto comigo. Juan ficou só olhando a gente terminar enquanto limpava a pica, toda suja de porra e de batom da minha mulher. Parecia que tava sangrando de tão vermelha que tava na ponta.
Tirei a pica da buceta da minha mulher, e ela me limpou com uns lenços. Ninguém falava nada. A gente viu que minha pica ainda tava bem dura, e a do Juan também. Nós três nos olhamos e no final foi minha mulher quem decidiu pegar nós dois pelo braço e levar pro quarto.
— Agora ao contrário — ela disse.
A gente entendeu sem precisar de mais explicações. Juan se deitou na cama enquanto Maria abria a gaveta do criado-mudo pra pegar umas camisinhas e eu fui no banheiro lavar bem o pau. Quando voltei, Maria tinha subido na cama e tava batendo uma devagar pro Juan pra deixar ele bem duro de novo. Quando conseguiu, colocou uma camisinha, montou em cima dele e encostou a pica na buceta, excitando ele cada vez mais. Eu fiquei só olhando enquanto eles começavam a trepar, sentado numa poltrona, me masturbando devagar. Maria continuava com o pau na entrada da boceta dela, brincando com ele, sem deixar entrar, deixando Juan louco. Eu também tava ficando doido. vendo como eles curtiam na minha frente.
Não dava pra parar e pensar no que tava rolando, porque aquilo tinha saído tanto do controle que já não tinha mais jeito de parar, e ali estava minha mulher com a pica de outro cara entre as pernas, prestes a foder com ele na minha frente sem o menor pudor, igual uma puta qualquer, curtindo o pau de outro homem e levando ele às portas do paraíso sem nenhuma vergonha.
Finalmente Maria se abaixou, deixando a pica do Juan entrar na buceta dela, o que ele agradeceu com um gemido enorme, enquanto agarrava os peitos dela com as mãos. Minha mulher começou a subir e descer, deixando a pica entrar completamente dentro dela, já dilatada pela foda que eu tinha dado antes. Ela se deitou em cima dele, fazendo a pica entrar num ângulo bem fechado, enquanto se beijavam e Juan colocava as mãos nas nádegas dela, acariciando e agradecendo a foda que ela tava dando.
Minha mulher tem uma bunda gostosa, e era lindo ver ela enquanto tava dando pra outro cara, tão redonda, tão grande, tão perfeita, tão apetitosa. Juan começou a chupar o pescoço dela, enquanto por trás acariciava o cu dela de um jeito delicado. Eu continuava batendo uma, observando tudo aquilo, com ciúmes e uma excitação do caralho, torcendo pra não gozar pra poder continuar me masturbando na frente daquele espetáculo. Minha mulher se levantou e me disse:
— Chega mais.
Quando cheguei perto, ela esticou um braço, pegou minha pica e colocou na boca dela enquanto cavalgava o amante. Minha pica tava prestes a explodir, e ela sabia disso, mas chupou de um jeito que consegui me segurar e curtir. Ela não tinha problema nenhum em foder e chupar ao mesmo tempo, parecia uma atriz pornô, não perdia o ritmo nem com o Juan, que tava chupando os peitos dela, nem comigo, massageando minhas bolas enquanto me fazia um boquete. Depois de um tempo, e pra minha completa surpresa, ela disse:
— Que tal você tentar meter por trás?
Não conseguia acreditar no que tava ouvindo. O Sexo anal não era exatamente a paixão dela, e embora a gente fizesse de vez em quando, era mais por minha insistência do que por interesse dela. Mas naquele momento de loucura, depois de ter chupado o pau do meu amigo enquanto eu a fodia, e estando por cima dele, fodendo ele, enquanto ela me mamava, parecia que ela estava decidida a experimentar todas aquelas coisas que a gente tinha visto em filmes pornô ou revistas, com interesse, mas pensando que nunca faríamos. Minha mulher queria uma dupla penetração.

Fui ao banheiro pegar um pouco do creme que a gente usava pra essas ocasiões, voltei, me posicionei atrás dela, que já estava com a bunda pronta pra me receber, inclinada sobre o João, oferecendo todo o cu dela. Passei um pouco no cuzinho dela, a poucos centímetros do pau do João, enfiei um dedo pra dilatar, devagar, bem devagar, depois dois, também bem devagar.

Ela quase tinha parado de se mexer em cima do João e estava esperando eu penetrar ela. Achei que já estava pronta e me agachei, apontando meu pau pro esfíncter dela. Apoiei e empurrei um pouco; entrou a ponta, ela gemeu, enfiei mais um pouco, ela reclamou um pouco, parei pra ela se acostumar a me ter dentro, empurrei de novo um pouco e assim até ter meio pau dentro do cu dela. Quando o esfíncter já estava bem dilatado, comecei a me mover devagar pra não machucar ela. Dava pra sentir o pau do João enfiado na buceta, separado do meu por uma fina camada de carne, imóvel, esperando a Maria passar pelo pior da enrabada e poder finalmente se mexer em cima dele. E isso aconteceu um pouco depois; Maria começou a se sentir à vontade com os dois paus dentro e começou a se mover, bem devagar, pra não se machucar. Eu comecei a me mexer, tomando cuidado pra coordenar os vai e vem com os dela pra não sair o pau. Era fantástico ver o cu dela dilatado pela minha vara enquanto o pau do João tava na buceta dela. Mas, logo percebi que pra ela seria impossível gozar com os dois. Dentro, porque mesmo curtindo, ela não conseguia se mexer o suficiente pra gozar, e nem o Juan.
Decidi gozar primeiro, então acelerei o ritmo enquanto ela ficava parada em cima dele, que aguentava sem broxar. Tava tão excitado só de pensar que tava comendo minha mulher enquanto outro pau enchia a buceta dela, que não demorei pra gozar. Enchi o cu dela de porra e saí. Eles continuaram trepando, mas já foi pouco tempo, porque a Maria tava quase lá. Não gozaram juntos, porque o Juan não conseguiu, então quando ela terminou, ele virou ela de costas na cama, abriu as pernas dela e meteu o pau na boceta, levantando as pernas dela pra enfiar melhor. Comeu ela assim, rápido, até gozar, se esvaziando dentro da buceta da minha mulher e gemendo igual um touro. Depois de gozar, tirou o pau e se afastou dela.

Ficamos um tempão sentados os três na cama. Minha mulher me beijou e ficou abraçada em mim. O Juan começou a se vestir, catando a roupa dele pela casa toda. Quando ficou pronto, falou:
— Vocês me deixaram impressionado. Eu tava errado.

A Maria respondeu:
— Te falei, Juan. Tudo depende de como você encara. A gente não tinha planejado, eu tomei a iniciativa porque sei que eu e o Carlos estávamos a fim, mesmo que custasse dar o primeiro passo. Mas hoje tudo ficou muito fácil e eu resolvi fazer. Não se engana, o que rolou aqui hoje é só sexo, não sinto nada por você, só quero meu marido. A gente passou um bom momento, só isso. Quem sabe, um dia a gente repete.

— Até mais, Juan — falei.
— Até mais — ele disse, e foi embora.

Olhei pra minha mulher, já sozinhos, com uma cara de dúvida.
— Então é isso, me joguei e pronto — ela falou —, e acho que não saiu nada mal. Você tava morrendo de vontade, não nega, de fazer um ménage. Eu também. E a gente custava a decidir. Tanto que nunca íamos fazer, mas, olha, vi a oportunidade clara.

— Você curtiu?
— Claro que curti, mas principalmente porque você tava comigo. Custou chupar o pau dele, mas depois disso, tudo ficou mais fácil.

6 comentários - Só uma punheta (Relato)

mochyto +1
que maravilla, no he podido evitar pajearme mientras leía tu relato. Ahí van mis 10 puntos
c10z
Gracias por los puntos... Y por la paja?... Para eso uno escribe...