Transado com minha tia, parte 2

Como comentei na primeira parte do relato, anoiteceu, comemos alguma coisa, batemos papo sobre assuntos banais e minha tia decidiu ir dormir. Eu disse que ia ficar vendo um filme. "Se não tem problema", ela falou, me deu um beijo e foi pro quarto dela. Eu fui pro banheiro, que como falei antes, era do lado do quarto dela. A porta estava entreaberta e vi minha tia se trocando, quase pelada. Fiquei uns segundos olhando e entrei no banheiro. A pica ficou dura na hora e eu bati uma punheta daquelas, já com uma imagem totalmente real. Gozei pra caralho, me lavei e fui pra sala ver o filme. Nem sei do que era o filme, minha mente estava em outro lugar. Ficava pensando como podia me aproximar sexualmente da minha tia, mas o medo me paralisava. E se ela ficar brava? E se ela me mandar pastar? O que eu posso fazer? Com a cabeça cheia de dúvidas e neura, fui dormir.

No outro dia, acordei, fui pra cozinha preparar meu café. Minha tia estava lá fazendo contas. "Já trabalhando, tia?", perguntei. "Sim, tenho que fazer compras e preparar o pagamento dos fornecedores. Espera um pouco que te faço o café." "Tá, tia, sem pressa." Daí a pouco ela levantou da cadeira e tava vestindo uns shortinhos jeans bem apertados que marcavam bem a bunda dela, um espetáculo. Tomamos café e ela disse: "Hoje à noite vou fazer pizza e tem cerveja na geladeira. O que acha?" "Legal, tia, show!", respondi. Depois do café, fomos até a cidade fazer umas compras. Quando estávamos voltando, ela olhou pras serras e falou: "Acho que hoje vai ter tempestade." À tarde fomos pra piscina como sempre, e depois da aula ficamos tomando sol na beira da piscina. "Que pena que a Julieta não veio", ela comentou. "Queria que você a conhecesse." "Bom, tia, ainda tem muitos dias pela frente." O sol já estava baixando e começou a nublar. "Acho que você tinha razão, tia, tá ficando tudo preto." "É, a tempestade vem aí", ela disse. "Melhor a gente ir pra dentro. Vamos guardar tudo e entrar na cabana. Me ajuda com as cadeiras de praia, Mati? Claro, tia, respondi. Naquele dia, ela estava de biquíni branco, um contraste enorme com o bronzeado. Se abaixou pra pegar as toalhas, os peitos estouravam e a bunda era impressionante. Guardamos as cadeiras e fomos pra cabana. Tomamos banho e depois fomos pra cozinha. Ela começou a preparar a pizza e pegou duas latas de cerveja geladas. "Você toma cerveja, Mati?", ela perguntou. "Claro, com a galera a gente toma várias antes de ir pra balada." "Que bom, fico feliz", ela disse, "é chato beber sozinha." Servimos e brindamos ao reencontro. Daí a pouco começamos a pizza, que tava muito gostosa, e continuamos bebendo. Foram várias. Ficamos falando besteira e rindo de tudo. Acho que a cerveja já tava fazendo efeito e a gente tava meio altinhos. Depois de um tempo, fomos pra sala de estar e ela falou: "Mati, bota um filme e depois a gente vai dormir." Encontrei um de vampiros e começamos a ver. Os dois sentados no sofá, e eu falei: "Tia, se tiver medo, vem cá que eu te abraço." Rimos muito. Ela gostou da piada e se aproximou de mim. Senti o contato da pele dela e já fiquei de pau duro. Tentei ajeitar a bermuda pra não aparecer tanto. Daí a pouco começaram os relâmpagos e logo depois a tempestade desabou. Chovia pra caralho e o vento era brabo. Caiu um cabo e a luz começou a piscar. Minha tia falou: "A qualquer hora a luz apaga. Acho melhor a gente ir dormir. Amanhã a gente limpa tudo." "Tá bom, tia", respondi já conformado, porque ela tava tão animada e a gente tava se divertindo pra caramba. Mas a tempestade jogou a meu favor. Do teto do meu quarto voaram várias telhas e começou a chover na minha cama. Ela já tinha se deitado, e eu, com a cama toda molhada, voltei pra sala de estar pra dormir no sofá. A tempestade continuava, e o vento abriu uma das venezianas da sala. Fechei rápido, mas o barulho fez minha tia Levantou, tava usando um baby doll transparente com uma calcinha preta e sem sutiã. "O que cê tá fazendo aqui, Mati?" ela perguntou, e eu contei o que tava rolando com minha cama. Mas aí ela falou: "Mati, por que não me falou? Vem pro meu quarto e dorme comigo." Não dava pra acreditar, o "deus do vento" tava jogando a meu favor, ha.

Entramos no quarto dela, ela se deitou e eu fui pra perto. Claro, meus ratos tavam a mil. "Até amanhã, Mati", ela disse, me deu um beijo e virou de lado, com a bunda virada pra mim. Minha calentura não tinha limite, e a cerveja tinha me deixado mais ousado. Fui me aproximando devagar e, quando encostei de leve, já tava duro. Esperei uns segundos e acariciei suavemente as costas dela. Comecei a descer a mão e toquei de leve na bunda dela. Esperei a reação, mas ela não se mexia. Achei que tava completamente dormida e encostei meu pau duro nas nádegas dela. No começo, ela não se mexeu, e eu apertei um pouco mais. De repente, ela virou e falou com voz firme: "O que cê tá fazendo, Mati?" Pensei: "Merda, ferrei tudo, ela vai me expulsar na porrada." Gaguejando, falei: "Nada, tia, me desculpa, mas tenho que te falar: cê me atrai pra caralho." Já tava tudo perdido mesmo. Mas ela respondeu: "Mati, sou sua tia!" "Sei, mas faz tempo que quero te beijar", falei. "Cê é louco? Sou irmã da sua mãe!" "Sei, mas cê me encanta, tô apaixonado por você desde pequeno, tia." "Isso não pode ser", ela respondeu, "e ainda sou irmã da sua mãe. Se ela descobrir, me mata." "Por favor, tia, nunca vou contar nada, juro." "Mas de qualquer jeito, isso é loucura", ela disse. Eu não sabia como continuar e pedi: "Deixa eu te beijar uma vez e não vou mais te encher o saco." Tava tão perturbado que já me contentava com isso. "Tá bom", ela respondeu, "mas só um." "Claro", falei, e achei que minha "façanha" ia acabar ali. Mas aquele beijo abriu a porta do paraíso pra gente. Encostei meus lábios nos dela, os dois de lado, abracei ela, senti o contato dos peitos e da pele dela. Enfiei minha língua na boca dela. Achei que ia parar por aí, mas ela também mandou a língua dela, e a gente começou a... Nos beijando com desespero, minha calcinha estava prestes a estourar porque meu pau estava completamente duro, de repente ela agarrou meu pau, abaixou minha calcinha e começou a chupar.
Ela tirou da boca e disse: "Ai, Mati, que grande que você tem." "Sim, tia, tudo pra você." "Não me chame mais de tia, sou Patricia." E ela começou a chupar de novo, passou a língua por todo o meu pau, desceu até as bolas e voltou a passar a língua pela cabeça, e enfiou tudo de novo dentro da boca dela. "Que prazer", eu disse. Me levantei um pouco, segurei a nuca dela e comecei a foder a boca dela com umas poucas bombadas e gozei com todas as minhas forças.
Meu sêmen inundou a boca dela, e ela engoliu até a última gota. Nós dois continuávamos muito excitados. Abri as coxas dela, coloquei meu rosto na buceta dela e comecei a chupar. Os sucos dela pareciam mel. "Vai, vai, Mati, me chupa assim, assim, enfia mais a língua", ela gritava. Eu continuei chupando e de repente ela gritou: "Vou gozar, vou gozar, finalmente vou gozar, lindo, lindo. Enfia na minha buceta." "Sim, vou te dar tudo", eu disse. Abri os grandes lábios dela. Com minha saliva e os sucos dela, estava totalmente lubrificada. Comecei enfiando a cabeça e depois o resto do tronco. Que fodida! Primeiro eu por cima, depois ela. Ela começou a cavalgar em cima do meu pau. Foi genial como a gente transou, como se fôssemos amantes há muito tempo. Enquanto isso, continuava chovendo torrencialmente, e a gente transando como dois desesperados. Ela gozou de novo. Virei ela e coloquei de quatro. Que espetáculo
ver a bunda dela aberta. Não hesitei e comecei a chupar, enfiei minha língua o máximo que pude e fiquei chupando por um bom tempo. Ela gritava de prazer. Primeiro enfiei um dedo e comecei a dilatar ela. Ela continuava gozando. Aproximei a cabeça do meu pau. Lentamente, comecei a enfiar. "Cuidado, Mati, dói. Devagar, assim, assim." Ela foi me guiando até que a cabeça entrou, e depois o resto. Finalmente, enfiei tudo, e ela gritava de prazer, e eu também. Sentir meu pau dentro daquela bunda era o sonho realizado. Continuei fodendo o cu dela. Cu com toda força, ela gritava e pedia mais e mais. Finalmente, gozei tudo dentro daquele cu dos sonhos.
Nos encontramos de novo de frente e nos beijamos com carinho. Éramos um casal de amantes mesmo. Parentescos e preconceitos ficaram de lado. Eu disse: "Valeu, hoje eu conheci o que é gozar de verdade, Patrícia. Eu te quero."
Ela riu e respondeu: "Eu também te quero, Mati. Amanhã a gente continua."
Espero que tenham gostado dessa história. Valeu por ler e que vocês curtam.

6 comentários - Transado com minha tia, parte 2

Muy buena. Que suerte tenes. Yo tengo una tía que se parte pero ni bola. Ja ja ja. +3
Muchas gracias !!! esta atento , por ahi la cosa cambia !!! jajaja
Muy buena historia, hubo mas? Puntos
Muchas gracias !!! hubo algo mas , ya se los contare , saludos
MUY BUENA XP !!!! Dejame creer que es real Rick-55 ....jejeje Te felicito y contá la siguiente parte capo! Abrazo
Transado com minha tia, parte 2

Excelente historia, muy bien relatada !!

Gracias por compartir
La mejor manera de agradecer es comentando a quien te comenta...
Muchas gracias por tu comentario , Besos