Eu não fiz isso assim!", reclama Maria, ao ler um trecho de um dos meus contos que a tem como protagonista. "É que é uma obra de ficção", esclareço. "O problema é que todo o resto...", ela começa a replicar. Interrompo com o outro aspecto: "É que é uma obra autobiográfica".
Bukowski diz que os beijos são mais sensuais do que uma transa rotineira. Confirmo: algumas liberais libertinas me levaram ao paraíso e ao inferno ao mesmo tempo com suas bocas na minha.
Jovenzinhos: os velhos são sexuados. Seu médico, seu vizinho, o funcionário da loja têm histórias picantes pra contar sobre os muitos litros de porra derramada. Sua professora, sua tia, aquela senhora que atravessa a rua engoliram quilômetros de pica ao longo da vida.
Olhando na TV um programa que não nos interessa muito, Maria e eu transamos como que sem querer, de lado e de frente um pro outro, os torsos separados e virados pro aparelho, serrando de leve. Os orgasmos, mesmo distraídos, não são menos potentes.
Vou pra cama com Fernanda, mas estamos cansados. "Vamos dormir", ela me convida. Topo encantado; dormir com uma mulher amada é muito íntimo, mesmo sem sexo. Estou de barriga pra cima quando a mão dela cai no meu volume. Depois de um segundo de imobilidade, começa a acariciar. Ninguém dorme naquela noite.
Enquanto eu vejo um show na TV, Maria e José olham fotos pornô no outro quarto. Como não fecham a porta, ouve-se risadinhas, barulho de revistas caindo no chão e de uma cama acompanhando o ritmo da banda. A voz de Maria gozando se mistura com a do cantor.
Sim, eu como minhas amigas. De jeito nenhum julgo quem transa com desconhecidos; é que sou bem romântico. Além disso, me atrai a diversidade de papéis: por exemplo, ver em outro contexto uma que fala sério e que você teve suando e gemendo na ponta do seu pau.
Pergunto a Maria por que ela não faz um piercing no mamilo, como @JustLady, a jovem e sensual Anarkia. "Porque doeria assim", ela responde. Torcendo meus mamilos. Agonia e delírio.
Fernanda quer dar o cu, mas hesita por causa de uma experiência ruim com outro amante. O 69 pega fogo quando começo a enfiar os dedos pra domar o esfíncter. Infelizmente, me distraio e gozo na boca experiente dela. Ela sorri, saboreando, com umas gotas grossas escorrendo pelo queixo.
Me enlouquece, me enlouquece, me enlouquece a Maria quando junta os peitos carnudos com os braços pra receber minhas rajadas de porra quente. Pra piorar, ainda balança eles de lado.
De barriga pra cima, a Sandra esfrega o dedão no clitóris com ardor. Ajoelhado do lado esquerdo dela, me masturbo olhando pra ela. Quando tô perto de estourar, me aproximo. Ela estica a língua pra receber meu leite. Erro a boca e acerto o olho direito dela. O sexo pode te cegar.
Ainda não rolou nada entre o Vicente e a Maria. Falo pra ele que ela é uma amante foda. Viajo três dias e deixo os dois sozinhos, sabendo que vão me fazer de corno. Na volta, ela tem uma mordida no braço. Reclamo, o Vicente se desculpa, a Maria interfere: “Mostrei pra ele que você tinha razão”.
A Gracie, com quem a gente vem se pegando há uns dias, hesita em cair. TocaA canção da chuvaInspirada pela música, condiciona: “Se essa noite chover, eu me deixo”. Começam a cair as primeiras gotas, cujo barulho é abafado pela risada dela.Só uma chuvinha tem que cair.Voltamos de ver "9 semanas e meia". Alterada pela cena do cubo de gelo, Maria adiciona, criativa, uma volta perversa: enche de água uma camisinha, coloca no congelador da geladeira e me olha desafiadora. Eu pego outra, encho de água e coloco do lado da primeira.
Bukowski diz que os beijos são mais sensuais do que uma transa rotineira. Confirmo: algumas liberais libertinas me levaram ao paraíso e ao inferno ao mesmo tempo com suas bocas na minha.
Jovenzinhos: os velhos são sexuados. Seu médico, seu vizinho, o funcionário da loja têm histórias picantes pra contar sobre os muitos litros de porra derramada. Sua professora, sua tia, aquela senhora que atravessa a rua engoliram quilômetros de pica ao longo da vida.
Olhando na TV um programa que não nos interessa muito, Maria e eu transamos como que sem querer, de lado e de frente um pro outro, os torsos separados e virados pro aparelho, serrando de leve. Os orgasmos, mesmo distraídos, não são menos potentes.
Vou pra cama com Fernanda, mas estamos cansados. "Vamos dormir", ela me convida. Topo encantado; dormir com uma mulher amada é muito íntimo, mesmo sem sexo. Estou de barriga pra cima quando a mão dela cai no meu volume. Depois de um segundo de imobilidade, começa a acariciar. Ninguém dorme naquela noite.
Enquanto eu vejo um show na TV, Maria e José olham fotos pornô no outro quarto. Como não fecham a porta, ouve-se risadinhas, barulho de revistas caindo no chão e de uma cama acompanhando o ritmo da banda. A voz de Maria gozando se mistura com a do cantor.
Sim, eu como minhas amigas. De jeito nenhum julgo quem transa com desconhecidos; é que sou bem romântico. Além disso, me atrai a diversidade de papéis: por exemplo, ver em outro contexto uma que fala sério e que você teve suando e gemendo na ponta do seu pau.
Pergunto a Maria por que ela não faz um piercing no mamilo, como @JustLady, a jovem e sensual Anarkia. "Porque doeria assim", ela responde. Torcendo meus mamilos. Agonia e delírio.
Fernanda quer dar o cu, mas hesita por causa de uma experiência ruim com outro amante. O 69 pega fogo quando começo a enfiar os dedos pra domar o esfíncter. Infelizmente, me distraio e gozo na boca experiente dela. Ela sorri, saboreando, com umas gotas grossas escorrendo pelo queixo.
Me enlouquece, me enlouquece, me enlouquece a Maria quando junta os peitos carnudos com os braços pra receber minhas rajadas de porra quente. Pra piorar, ainda balança eles de lado.
De barriga pra cima, a Sandra esfrega o dedão no clitóris com ardor. Ajoelhado do lado esquerdo dela, me masturbo olhando pra ela. Quando tô perto de estourar, me aproximo. Ela estica a língua pra receber meu leite. Erro a boca e acerto o olho direito dela. O sexo pode te cegar.
Ainda não rolou nada entre o Vicente e a Maria. Falo pra ele que ela é uma amante foda. Viajo três dias e deixo os dois sozinhos, sabendo que vão me fazer de corno. Na volta, ela tem uma mordida no braço. Reclamo, o Vicente se desculpa, a Maria interfere: “Mostrei pra ele que você tinha razão”.
A Gracie, com quem a gente vem se pegando há uns dias, hesita em cair. TocaA canção da chuvaInspirada pela música, condiciona: “Se essa noite chover, eu me deixo”. Começam a cair as primeiras gotas, cujo barulho é abafado pela risada dela.Só uma chuvinha tem que cair.Voltamos de ver "9 semanas e meia". Alterada pela cena do cubo de gelo, Maria adiciona, criativa, uma volta perversa: enche de água uma camisinha, coloca no congelador da geladeira e me olha desafiadora. Eu pego outra, encho de água e coloco do lado da primeira.
9 comentários - Décadas de Sexo (6): Impressões
gracias por e relato
me busco las otras partes
Anarkia y Mr V.
me encantó esta frase: Confirmo: algunas liberales libertinas me llevaron a la vez al paraíso y al infierno con sus bocas en la mía.
Con un buen beso comienza todo....