Brinquedos pra minha prima e as amigas delaMinha prima abriu a porta e lá estavam os colchões jogados no chão, almofadas e lençóis meio bagunçados. A Noe tava parada do lado da porta e a Mara sentada com as pernas abertas em cima da cama da minha prima, com um lençol cobrindo ela.
Naty - fala, vacilona, tira isso, ela não vai falar nada -
Mara - tô com vergonha -
Noe - fala, vamos ter que ir pro hospital -
Eu - O que rolou, Mara? Mostra pra mim, fica tranquila -
Mara se descobriu... aparentemente, quando subiram pra dormir, trouxeram também uma garrafa vazia de cerveja que a gente tinha tomado com a Naty na noite anterior, e a menina não teve ideia melhor do que enfiar na buceta dela. O que aconteceu foi que fez vácuo e ficou presa... Mara começou a chorar.
Mara - não consigo tirar... o que eu faço? Me ajuda -
Eu - Calma, eu resolvo - por sorte, tenho vários amigos médicos, e uma das histórias recorrentes é do viado com a garrafa de cerveja no cu, então me falaram como tira.
Eu - Naty, onde seu pai guarda as ferramentas? -
Naty - no lavandero -
Eu - Beleza, então me traz a caixa de ferramentas - a cara da menina quando ouviu isso foi foda, mais assustada do que nunca - calma, não se preocupa - tudo isso num tom sério mas compreensivo pra não assustar ela mais.
Minha prima chegou e me deu a caixa... por sorte, encontrei o que precisava: fita isolante e algo pra bater... fiz ela sentar na beira da cama. A situação era a seguinte: tinha uma gostosa com as pernas abertas mostrando a buceta dela com uma garrafa enfiada, dava pra dizer que não era o contexto mais sexy, mas mesmo assim o cheirinho que eu sentia tava me excitando... sou realmente um tarado, mas assumo. Então enrolei todo o fundo da garrafa com fita isolante, bem coberta pra que todos os cacos ficassem presos, mandei ela ficar de pé com as pernas abertas e com um tapinha seco de lado, quebrei a parte de baixo da garrafa, deixando o ar entrar, e assim parou de fazer vácuo... A garrafa saiu sem problema. Joguei no cesto de lixo que minha prima tinha no quarto, e na sequência comecei a rir como nunca, morrendo de rir com a situação, tava me segurando. Olhei pra Noé e pra Naty e elas não conseguiram se segurar, riram junto comigo, no final todo mundo riu, até a Mara enxugando as lágrimas, haha.
Eu - Neneeeem, existem consoladores, sabia? haha, podia ter emprestado o seu, Naty, né?
Naty - Eu não tenho.
Eu - Então iam ficar passando a garrafa uma pra outra?
Naty - Acho que sim.
Eu - Nenhuma das três tem brinquedinhos então? - as três balançam a cabeça que não - Bom, amanhã vamos fazer compras e arrumo uns brinquedinhos legais pra vocês.
Naty e Noé - Naaah, que vergonha, não dá.
Eu - Não sejam bobas, é super legal o que vocês fazem, mas tem aparelhos específicos pra isso... assim não se machucam. - falo essa palavra e olho pra Mara - falando nisso... você se machucou, tá doendo alguma coisa?
Ela se apalpa procurando se sente algo, na minha frente sem nenhum problema, como se fosse a coisa mais normal.
Mara - Não, tô bem, obrigada. - vendo que a situação não dava mais, fui devagar até a porta, pulando em cima dos colchões.
Eu - Bom, meninas, durmam, é só por hoje... não se toquem por enquanto, haha - e fui pro meu quarto, me deitei e, ao passar a mão perto do rosto, percebi que tinha ficado um pouco do suco delas na minha mão quando lacrei a garrafa. Lambi os dedos como quem prova um molho... delicioso.
Domingo, onze da manhã, acordo com um zumbido no quarto... não sei o que é, levanto pra tomar café. É um dia nublado, mas dá pra ver que o sol tá forte. Preparo café e umas torradas... sento pra ler o jornal que, por sorte, entregam pro meu tio na porta. Ouço passos e cochichos, sabendo que são elas, falo em voz alta - Venham, já preparei o café e tem torradas! - vejo elas aparecerem pela porta, são Noé e Naty, meio coradas.
Eu - Vamos, vai esfriar!! -
Fiz como se nada tivesse acontecido, mas tinha sim. De novo a Naty com a mesma roupa. Da noite passada, a calcinha branca dela e a regatinha listrada rosa, e a Noe com a camiseta comprida do Mickey, que tortura.
Eu - E a Mara? - perguntei enquanto servia café
Noe - Ela tá com vergonha de descer -
Eu - E vai ficar trancada pra sempre? -
Noe - Sei lá -
Peguei uma xícara, botei café e leite, e subi pra buscar a Mara... primeiro bati na porta
Mara - Quem é? -
Eu - Gaby, posso entrar? Trouxe café com leite pra você -
Mara - Não quero, obrigada -
Entrei mesmo assim
Eu - Não seja boba, desce pra tomar café da manhã com a gente -
Mara - Tô com vergonha de você me ver - ela disse com a cabeça coberta pelo lençol
Eu - Como eu te falei, tenho experiência, não é a primeira vez que algo assim acontece comigo e você não é a primeira que passa por isso... senão como eu ia saber resolver tão fácil? -
Mara - É verdade... sério que você já passou por algo parecido? -
Eu - Olha, comigo não!! Nunca me passou pela cabeça enfiar uma garrafa em qualquer buraco que não fosse a boca, hahaha - ela se cobriu mais ainda ao ouvir isso - Desculpa... se quiser, depois te conto umas histórias realmente vergonhosas pra você ver que a sua é besteira -
Mara - Sério? -
Eu - Sim! Tenho uma muito boa que envolve um militar e um desodorante, e outra com uma mulher e um esfregão -
Mara - hahaha -
Finalmente ela tirou o lençol, me olhou por um segundo e saiu comigo. Ela tava de calça de pijama e camiseta, no final ficou com vergonha mesmo, por isso tava tão vestida.
Tomamos café da manhã numa boa, entre risadas e palhaçadas. No final, acho que de uma hora pra outra viramos amigas.
O dia não tava pra piscina, então perguntei - O que vocês querem fazer hoje?
Naty - Você prometeu que a gente ia fazer compras - ela ri
Eu - É verdade, prometi... bom, sou homem de palavra, que tal a gente ir no shopping? -
Mara - Eu preciso me trocar -
Noe - Eu também -
Eu - Beleza, então faz assim: levo vocês até em casa, enquanto faço umas compras, vocês se trocam e eu passo pra buscar de novo... o que acham? -
Noe - Perfeito - Noelia não falou nada Muito, mas ela sempre era bem positiva, embora reservada...
Então, depois do café, fiz isso: levei elas em casa, me apresentei pros pais pra não ficarem preocupados, quase como se fossem meninas do primário e eu o babá. Depois fui comprar umas coisas pra casa.
Quando voltei pra buscá-las, umas duas horas depois, mais ou menos, primeiro fui pegar a Mara, que apareceu com um shortinho jeans e uma regata branca com uma camisa xadrez vermelha por cima. Mas, além disso, algo me chamou a atenção: uma bolsinha, mas uma bolsinha de quem vai passar o fim de semana na praia... Coloquei no carro sem falar nada e seguimos viagem. Agora, na casa da Noe, elas estavam praticamente vestidas iguais: shortinho jeans desfiado e uma regata, dessa vez preta. Tenho que dizer que esses shortinhos deixavam à mostra um dos maiores atributos delas... as pernas longas... eram perfeitas pra usar de cachecol. E ela também trouxe uma bolsinha... Continuei me fazendo de besta e não perguntei nada.
Primeiro fomos ao shopping, como estamos na zona norte, fomos no Unicenter. Passeamos, demos voltas, elas experimentaram roupas, comemos na praça de alimentação e fomos ver um filme no cinema. Nisso, passam os próximos lançamentos e o que aparece? Os trailers da famosa "Cinquenta Tons de Cinza"... Aquelas imagens, junto com tudo que tinha rolado, nos colocou de novo no clima. Ao sair do shopping, elas me perguntam:
Naty: — E vamos comprar aquilo que você prometeu?
Noe: — Não seja boba... é domingo, tá tudo fechado, né? — e me olha.
Eu: — Tecnicamente sim... mas tenho uma amiga que vende essas coisas, então já mandei mensagem pra ela.
Em dois segundos, recebi a resposta positiva, então já estávamos a caminho do apê de uma amiga que vende artigos sexuais... Quando digo amiga, é porque a gente trepava igual porcos — essa mulher tem todos os brinquedinhos que você pedir.
Ao chegar no apartamento, lugar que eu conhecia bem, as meninas pararam atrás de mim, nervosas, como se fossem comprar droga. A porta se abre.
Eu: — Fiquem tranquilas. garotas, essa é a Diana, uma amiga—
Diana? Uma amiga? tá querendo me enganar, hein hahaha — ela é uma pessoa incrível, manja muito de sensualidade, além disso adora um tapão e essas coisas que eu amo... mas depois conto direito pra vocês.
Enfim, estando lá, dentro do apartamento, falo pra Dai:
Eu — Dai, desculpa ser tão direto... mas as garotas estão atrás dos primeiros brinquedos delas — falo num tom engraçado — mostra o quartinho pra elas e vê se tem algo pra elas —
Daiana — claro, me sigam — enquanto a gente andava pelo corredor e conversava com a Dai, as garotas olhavam tudo, esperando encontrar alguma coisa... na real, parecia o apartamento mais normal do mundo, com fotos e enfeites, até que ela nos levou pro quarto onde guarda as coisas pra vender.
Na verdade, era o playroom dela, tinha os chicotes, algemas, uma cama com argolas pra amarrar e uma poltrona erótica daquelas que tem nos motéis, a gente parou na frente do armário, ela abriu uma das portas e começou a tirar consolos de todas as cores, tamanhos e designs...
Com a cara vermelha, as garotas olhavam como se não soubessem o que estavam vendo e ao mesmo tempo querendo comprar todos.
Eu — Dai, vamos ficar aqui um século, vamos fazer assim, vou facilitar... a gente precisa de três consolos que sejam fáceis de esconder, porque essas garotas moram com os pais, então nada de enormes, talvez com vibração e pra iniciantes haha —
Dai — tenho os perfeitos... mas saibam que cada uma tem que ir testando os que gosta até achar o favorito, mas recomendo estes — tira de uma caixa um ursinho de pelúcia — Estes se chamam My Best Friend — na parte de baixo do urso, abre um zíper e tira um consolo, liga e dá pra sentir vibrando — Viu por que é o melhor amigo?... além disso, carrega no USB hehe e fala — aperta o nariz do urso e ele diz — do you wanna play with my — (quer brincar comigo?) com vozinha de brinquedo...
Eu — o que acham, garotas? ou vocês já estão grandes demais pra ursinhos haha —
Mara — eu tenho uma coleção de ursinhos desde pequena, então se camufla super bem haha -
Eu - imagino que é mais fácil do que esconder uma garrafa com os ursinhos -
A gente riu os quatro sem a Daiana entender. Os ursinhos eram bem bons... não eram daqueles brinquedos infantis e vagabundos, eram mais enfeites.
Eu - bom, pronto, levamos três e, sabe, me dá um ovinho de controle -
Dai - aaaaah, safado, te conheço haha, são 250 por ursinho e a outra coisa vou cobrar de outro jeito - na sequência, ela me beija... eu gosto de dar palmada e ela gosta de receber, nesse sentido somos um pro outro.
Paguei e fomos embora... já no caminho pra casa, a Naty pergunta:
Naty - com o que pagou, se tá sem trampo? -
Eu - basicamente usei um pouco do que seu pai deixou pra comer, então a gente vai cortar os gastos, você e eu -
Noe - e a gente também, porque vamos ficar uns dias com vocês -
Eu - quêêê? -
Mara - sim, sim, já falamos e vamos ficar mais uns dias com vocês -
Eu - por que sinto que vou me arrepender disso? -
Domingo, oito e meia da noite, chegamos em casa. Tava cansado, querendo ou não, a gente tinha andado pra caramba. Fui o primeiro a tomar banho... Enquanto me trocava no quarto dos meus tios, pela janela notei as primeiras gotas de chuva caindo... uma tempestade boa tinha se formado lá fora... perfeito pra dormir ou pra fuder, pensei.
Enquanto as minas tomavam banho, fui preparando o jantar... conforme elas tomavam banho e se trocavam, iam descendo pra cozinha. Primeiro chegou a Naty:
Naty - Oi, Primis, o que cê tá fazendo? -
Eu - O jantar... uns vegetais no wok, te agrada? -
Naty - Sim, ótimo -
Tinha esfriado um pouco, então minha prima tinha vestido uma legging bem colorida que marcava a bunda dela de um jeito espetacular e uma camiseta solta que caía um pouquinho de um ombro. A Noé desceu com um vestido soltinho com alças nos ombros, deixando a parte de cima das costas descoberta, minha fraqueza!! ...Finalmente a Mara com um shortinho daqueles Calças folgadas que tão na moda agora e uma regata, as três se acomodaram no balcão da cozinha enquanto eu fazia minhas coisas e a gente batia papo.
Noé - escapamos por pouco da chuva -
Eu - por pouco, por pouco -
Mara - cê gosta de cozinhar, né? -
Eu - gosto, me viro bem... nunca fui aprender -
Naty - leva de tudo isso, né? -
Eu - sim, verdinhas picadas fininhas, um pouco de arroz, molho de soja e meu segredo é que no final eu jogo um ovo e misturo tudo - aaaah, as três falam... mas sei que tão pouco se fodendo
Mara - falando em ovo... o que cê comprou na casa da sua amiga? -
Eu - hahaha isso é um brinquedo que eu gosto de usar com uma amiga, mas quebrou e por isso tive que comprar outro... -
Mara - e como usa? -
Eu - tem certeza que quer saber? -
Mara - Sim!! -
Eu - me traz a bolsa - já era tipo amigas, então tratei ela como trato minhas amigas... foda-se!! Peguei a bolsa, tirei o pacote e dei o que parecia um ovinho branco com um fio saindo... mais parecia um espermatozoide gigante, agora que olho direito.
Eu - bom, agorrrrra cê tem que ir e colocar... bem, sobre o clitóris basicamente - falo tentando soar científica - por essa zona, digamos, não precisa enfiar muito fundo - Ela me olhou corada, igual as outras duas - bom, você perguntou -
Mara - bom, tá bem - meio envergonhada foi até o banheiro com o aparelhinho na mão e voltou de mãos vazias
Eu - pronto? -
Mara - sim - as outras olhavam pra ela, esperando ver alguma reação
Eu - bom, agora....... vamos comer -
Mara - quê? -
Eu - sim, sim, vamos comer... deixa ele aí, já vai ver como funciona -
Com uma cara meio decepcionada, pegou o prato que eu tava dando e sentou na mesa... comemos de novo entre conversa e piadas, no começo dava pra ver que ela tava desconfortável e depois parece que esqueceu, terminamos, lavamos tudo e servi o sorvete de sobremesa.
Naty - vamos comer na sala enquanto vemos TV -
Noé - boraaa -
Fomos pra lá, nos A gente se acomodou no sofá e, como tinha começado a esfriar de verdade, a gente se cobriu com uma mantinha que sempre tem ali... A gente tava os quatro: Mara numa ponta, depois Naty, Noe e eu na outra ponta... meio colados, cobertos pela manta fina.
Noe - Que sorvete de chocolate gostoso... é super cremoso -
Naty - Sim, é muito bom nessa sorveteria -
Eu - Sim, sim, muito bom... sabiam que chocolate é afrodisíaco? Pelo menos dizem que dá o mesmo prazer que ter um orgasmo -
Naty - Ah, vai nessa, puro migué kkk -
Noe - Tão bom assim também não é, né kkk -
Então eu soltei minha maldade... esperei até a Mara meter uma boa colherada de sorvete naquela boca de lábios carnudos e, naquele momento, apertei o botão 1 do controle remoto que, sem elas perceberem, eu tinha tirado da embalagem... e ouvi um gemidinho abafado. Eu continuei olhando a TV como se nada tivesse acontecido. Senti que ela me olhava, mas eu segui com o olhar na TV, tinha sido só um toque leve... esperei uma segunda colherada e apertei o botão de novo, me fazendo de besta... o gemido dessa vez foi bem mais evidente.
Noe - O que foi, vaca? -
Mara - É que o aparelhinho liga toda vez que eu como sorvete -
Noe - Tá me zoando? -
Mara - Não, sério, olhaaa -
Ela mete uma colherada de sorvete e eu aperto o botão um de novo, ouve o zumbido do aparelhinho e dessa vez o gemido é mais solto... começo a rir e elas me olham.
Eu - Não é quando você come sorvete kkk, eu que tenho o controle remoto... viu? - mostro o controle que tem três botões, 1, 2 e 3, que são as velocidades, e aperto o botão de novo, dessa vez por mais tempo. Dá pra ver na carinha de safada dela que ela tá adorando, então passo pro dois... o zumbido fica mais evidente... as outras duas olham pra ela se deixando levar, e eu paro.
Mara - Não seja mauuu, não desliga -
Eu - A graça é que eu faço funcionar quando eu quiser, esse é o jogo -
Mara - Aaai, não, não faz assim - com voz de criança. Caprichosa
Eu — bom, pra primeira vez —
Então comecei de novo… primeiro o um devagar, ela já não se segurava e gemia… depois o dois… puxei o cobertor e com a mão ela apertava o vibrador contra a buceta dela, dei uns toques leves e voltei pro um… depois pro dois de novo, e quando vi que ela tava respirando mais forte, apertei o três com força, como se aquilo transmitisse a mesma força pro aparelho… enquanto ela mordia o lábio e com a outra mão acariciava os peitos por cima da regata, vi ela gozar, mexendo a pelve pra trás e pra frente e fechando as pernas com a mão lá dentro. Que beleza, aquilo era arte pura!! … já mais relaxada, olhou pra gente e começamos a rir.
Naty — hahaha agora quero eu —
Eu — não, não, eu já comprei as de vocês… não quero quebrar antes de usar com a minha amiga —
Naty — você é mau, hein —
Eu — sim, muito mau —
Noe — e o que tem de divertido em fazer com sua amiga e não com a gente? —
Eu — é que minha amiga trabalhava comigo e ela ia pro escritório com o ovinho colocado… aí quando ela se distraía, eu ligava… ela adorava não saber quando ia ligar, era uma tortura gostosa —
Noe — sério? —
Eu — sim, sim, só que agora que parei de trabalhar lá, a gente usa quando sai pra comer e pro cinema… uma vez liguei no meio de uma cena de suspense, a sala tava toda em silêncio… quando ouviram o zumbido, gritaram… “pode desligar o celular”… ela não só tava excitada, mas tava com uma vergonha danada, foi genial, haja —
A gente ficou vendo TV mais um pouco enquanto eu contava mais umas histórias “hot”. Mara levantou e disse… — vou tomar outro banho… já me sujei um pouquinho — com uma risadinha safada, tocando as pontas dos dedos.
Eu — porquinhaaa —
Como já tava cansado e adorava deixar elas com vontade do assunto, levantei e fui dormir…
Eu — meninas, vou pra caminha, já tô velho pra essas andanças — falei me fazendo de velho — amanhã — A gente segue... não fiquem jogando até muito tarde — falo piscando um olho.
Elas riem.
Naty — prometemos que não, haja —
A verdade é que tava morrendo de vontade de comer elas ali mesmo, arrancar a roupa e fazer de tudo... mas no fundo sabia que eram novinhas e eu muito mais velho, "velho" pra elas, além disso não tava em forma como os caras com quem elas andavam... olha, também não tava um bagaço, mas não sentia que ia rolar... já sei, sou um idiota com baixa autoestima às vezes... além disso, uma era minha prima, não vamos esquecer, e a voz da consciência não parava de falar.
Isso tá só começando, crianças... é o segundo dia da semana mais foda da minha vida... tenham paciência...
Naty - fala, vacilona, tira isso, ela não vai falar nada -
Mara - tô com vergonha -
Noe - fala, vamos ter que ir pro hospital -
Eu - O que rolou, Mara? Mostra pra mim, fica tranquila -
Mara se descobriu... aparentemente, quando subiram pra dormir, trouxeram também uma garrafa vazia de cerveja que a gente tinha tomado com a Naty na noite anterior, e a menina não teve ideia melhor do que enfiar na buceta dela. O que aconteceu foi que fez vácuo e ficou presa... Mara começou a chorar.
Mara - não consigo tirar... o que eu faço? Me ajuda -
Eu - Calma, eu resolvo - por sorte, tenho vários amigos médicos, e uma das histórias recorrentes é do viado com a garrafa de cerveja no cu, então me falaram como tira.
Eu - Naty, onde seu pai guarda as ferramentas? -
Naty - no lavandero -
Eu - Beleza, então me traz a caixa de ferramentas - a cara da menina quando ouviu isso foi foda, mais assustada do que nunca - calma, não se preocupa - tudo isso num tom sério mas compreensivo pra não assustar ela mais.
Minha prima chegou e me deu a caixa... por sorte, encontrei o que precisava: fita isolante e algo pra bater... fiz ela sentar na beira da cama. A situação era a seguinte: tinha uma gostosa com as pernas abertas mostrando a buceta dela com uma garrafa enfiada, dava pra dizer que não era o contexto mais sexy, mas mesmo assim o cheirinho que eu sentia tava me excitando... sou realmente um tarado, mas assumo. Então enrolei todo o fundo da garrafa com fita isolante, bem coberta pra que todos os cacos ficassem presos, mandei ela ficar de pé com as pernas abertas e com um tapinha seco de lado, quebrei a parte de baixo da garrafa, deixando o ar entrar, e assim parou de fazer vácuo... A garrafa saiu sem problema. Joguei no cesto de lixo que minha prima tinha no quarto, e na sequência comecei a rir como nunca, morrendo de rir com a situação, tava me segurando. Olhei pra Noé e pra Naty e elas não conseguiram se segurar, riram junto comigo, no final todo mundo riu, até a Mara enxugando as lágrimas, haha.
Eu - Neneeeem, existem consoladores, sabia? haha, podia ter emprestado o seu, Naty, né?
Naty - Eu não tenho.
Eu - Então iam ficar passando a garrafa uma pra outra?
Naty - Acho que sim.
Eu - Nenhuma das três tem brinquedinhos então? - as três balançam a cabeça que não - Bom, amanhã vamos fazer compras e arrumo uns brinquedinhos legais pra vocês.
Naty e Noé - Naaah, que vergonha, não dá.
Eu - Não sejam bobas, é super legal o que vocês fazem, mas tem aparelhos específicos pra isso... assim não se machucam. - falo essa palavra e olho pra Mara - falando nisso... você se machucou, tá doendo alguma coisa?
Ela se apalpa procurando se sente algo, na minha frente sem nenhum problema, como se fosse a coisa mais normal.
Mara - Não, tô bem, obrigada. - vendo que a situação não dava mais, fui devagar até a porta, pulando em cima dos colchões.
Eu - Bom, meninas, durmam, é só por hoje... não se toquem por enquanto, haha - e fui pro meu quarto, me deitei e, ao passar a mão perto do rosto, percebi que tinha ficado um pouco do suco delas na minha mão quando lacrei a garrafa. Lambi os dedos como quem prova um molho... delicioso.
Domingo, onze da manhã, acordo com um zumbido no quarto... não sei o que é, levanto pra tomar café. É um dia nublado, mas dá pra ver que o sol tá forte. Preparo café e umas torradas... sento pra ler o jornal que, por sorte, entregam pro meu tio na porta. Ouço passos e cochichos, sabendo que são elas, falo em voz alta - Venham, já preparei o café e tem torradas! - vejo elas aparecerem pela porta, são Noé e Naty, meio coradas.
Eu - Vamos, vai esfriar!! -
Fiz como se nada tivesse acontecido, mas tinha sim. De novo a Naty com a mesma roupa. Da noite passada, a calcinha branca dela e a regatinha listrada rosa, e a Noe com a camiseta comprida do Mickey, que tortura.
Eu - E a Mara? - perguntei enquanto servia café
Noe - Ela tá com vergonha de descer -
Eu - E vai ficar trancada pra sempre? -
Noe - Sei lá -
Peguei uma xícara, botei café e leite, e subi pra buscar a Mara... primeiro bati na porta
Mara - Quem é? -
Eu - Gaby, posso entrar? Trouxe café com leite pra você -
Mara - Não quero, obrigada -
Entrei mesmo assim
Eu - Não seja boba, desce pra tomar café da manhã com a gente -
Mara - Tô com vergonha de você me ver - ela disse com a cabeça coberta pelo lençol
Eu - Como eu te falei, tenho experiência, não é a primeira vez que algo assim acontece comigo e você não é a primeira que passa por isso... senão como eu ia saber resolver tão fácil? -
Mara - É verdade... sério que você já passou por algo parecido? -
Eu - Olha, comigo não!! Nunca me passou pela cabeça enfiar uma garrafa em qualquer buraco que não fosse a boca, hahaha - ela se cobriu mais ainda ao ouvir isso - Desculpa... se quiser, depois te conto umas histórias realmente vergonhosas pra você ver que a sua é besteira -
Mara - Sério? -
Eu - Sim! Tenho uma muito boa que envolve um militar e um desodorante, e outra com uma mulher e um esfregão -
Mara - hahaha -
Finalmente ela tirou o lençol, me olhou por um segundo e saiu comigo. Ela tava de calça de pijama e camiseta, no final ficou com vergonha mesmo, por isso tava tão vestida.
Tomamos café da manhã numa boa, entre risadas e palhaçadas. No final, acho que de uma hora pra outra viramos amigas.
O dia não tava pra piscina, então perguntei - O que vocês querem fazer hoje?
Naty - Você prometeu que a gente ia fazer compras - ela ri
Eu - É verdade, prometi... bom, sou homem de palavra, que tal a gente ir no shopping? -
Mara - Eu preciso me trocar -
Noe - Eu também -
Eu - Beleza, então faz assim: levo vocês até em casa, enquanto faço umas compras, vocês se trocam e eu passo pra buscar de novo... o que acham? -
Noe - Perfeito - Noelia não falou nada Muito, mas ela sempre era bem positiva, embora reservada...
Então, depois do café, fiz isso: levei elas em casa, me apresentei pros pais pra não ficarem preocupados, quase como se fossem meninas do primário e eu o babá. Depois fui comprar umas coisas pra casa.
Quando voltei pra buscá-las, umas duas horas depois, mais ou menos, primeiro fui pegar a Mara, que apareceu com um shortinho jeans e uma regata branca com uma camisa xadrez vermelha por cima. Mas, além disso, algo me chamou a atenção: uma bolsinha, mas uma bolsinha de quem vai passar o fim de semana na praia... Coloquei no carro sem falar nada e seguimos viagem. Agora, na casa da Noe, elas estavam praticamente vestidas iguais: shortinho jeans desfiado e uma regata, dessa vez preta. Tenho que dizer que esses shortinhos deixavam à mostra um dos maiores atributos delas... as pernas longas... eram perfeitas pra usar de cachecol. E ela também trouxe uma bolsinha... Continuei me fazendo de besta e não perguntei nada.
Primeiro fomos ao shopping, como estamos na zona norte, fomos no Unicenter. Passeamos, demos voltas, elas experimentaram roupas, comemos na praça de alimentação e fomos ver um filme no cinema. Nisso, passam os próximos lançamentos e o que aparece? Os trailers da famosa "Cinquenta Tons de Cinza"... Aquelas imagens, junto com tudo que tinha rolado, nos colocou de novo no clima. Ao sair do shopping, elas me perguntam:
Naty: — E vamos comprar aquilo que você prometeu?
Noe: — Não seja boba... é domingo, tá tudo fechado, né? — e me olha.
Eu: — Tecnicamente sim... mas tenho uma amiga que vende essas coisas, então já mandei mensagem pra ela.
Em dois segundos, recebi a resposta positiva, então já estávamos a caminho do apê de uma amiga que vende artigos sexuais... Quando digo amiga, é porque a gente trepava igual porcos — essa mulher tem todos os brinquedinhos que você pedir.
Ao chegar no apartamento, lugar que eu conhecia bem, as meninas pararam atrás de mim, nervosas, como se fossem comprar droga. A porta se abre.
Eu: — Fiquem tranquilas. garotas, essa é a Diana, uma amiga—
Diana? Uma amiga? tá querendo me enganar, hein hahaha — ela é uma pessoa incrível, manja muito de sensualidade, além disso adora um tapão e essas coisas que eu amo... mas depois conto direito pra vocês.
Enfim, estando lá, dentro do apartamento, falo pra Dai:
Eu — Dai, desculpa ser tão direto... mas as garotas estão atrás dos primeiros brinquedos delas — falo num tom engraçado — mostra o quartinho pra elas e vê se tem algo pra elas —
Daiana — claro, me sigam — enquanto a gente andava pelo corredor e conversava com a Dai, as garotas olhavam tudo, esperando encontrar alguma coisa... na real, parecia o apartamento mais normal do mundo, com fotos e enfeites, até que ela nos levou pro quarto onde guarda as coisas pra vender.
Na verdade, era o playroom dela, tinha os chicotes, algemas, uma cama com argolas pra amarrar e uma poltrona erótica daquelas que tem nos motéis, a gente parou na frente do armário, ela abriu uma das portas e começou a tirar consolos de todas as cores, tamanhos e designs...
Com a cara vermelha, as garotas olhavam como se não soubessem o que estavam vendo e ao mesmo tempo querendo comprar todos.
Eu — Dai, vamos ficar aqui um século, vamos fazer assim, vou facilitar... a gente precisa de três consolos que sejam fáceis de esconder, porque essas garotas moram com os pais, então nada de enormes, talvez com vibração e pra iniciantes haha —
Dai — tenho os perfeitos... mas saibam que cada uma tem que ir testando os que gosta até achar o favorito, mas recomendo estes — tira de uma caixa um ursinho de pelúcia — Estes se chamam My Best Friend — na parte de baixo do urso, abre um zíper e tira um consolo, liga e dá pra sentir vibrando — Viu por que é o melhor amigo?... além disso, carrega no USB hehe e fala — aperta o nariz do urso e ele diz — do you wanna play with my — (quer brincar comigo?) com vozinha de brinquedo...
Eu — o que acham, garotas? ou vocês já estão grandes demais pra ursinhos haha —
Mara — eu tenho uma coleção de ursinhos desde pequena, então se camufla super bem haha -
Eu - imagino que é mais fácil do que esconder uma garrafa com os ursinhos -
A gente riu os quatro sem a Daiana entender. Os ursinhos eram bem bons... não eram daqueles brinquedos infantis e vagabundos, eram mais enfeites.
Eu - bom, pronto, levamos três e, sabe, me dá um ovinho de controle -
Dai - aaaaah, safado, te conheço haha, são 250 por ursinho e a outra coisa vou cobrar de outro jeito - na sequência, ela me beija... eu gosto de dar palmada e ela gosta de receber, nesse sentido somos um pro outro.
Paguei e fomos embora... já no caminho pra casa, a Naty pergunta:
Naty - com o que pagou, se tá sem trampo? -
Eu - basicamente usei um pouco do que seu pai deixou pra comer, então a gente vai cortar os gastos, você e eu -
Noe - e a gente também, porque vamos ficar uns dias com vocês -
Eu - quêêê? -
Mara - sim, sim, já falamos e vamos ficar mais uns dias com vocês -
Eu - por que sinto que vou me arrepender disso? -
Domingo, oito e meia da noite, chegamos em casa. Tava cansado, querendo ou não, a gente tinha andado pra caramba. Fui o primeiro a tomar banho... Enquanto me trocava no quarto dos meus tios, pela janela notei as primeiras gotas de chuva caindo... uma tempestade boa tinha se formado lá fora... perfeito pra dormir ou pra fuder, pensei.
Enquanto as minas tomavam banho, fui preparando o jantar... conforme elas tomavam banho e se trocavam, iam descendo pra cozinha. Primeiro chegou a Naty:
Naty - Oi, Primis, o que cê tá fazendo? -
Eu - O jantar... uns vegetais no wok, te agrada? -
Naty - Sim, ótimo -
Tinha esfriado um pouco, então minha prima tinha vestido uma legging bem colorida que marcava a bunda dela de um jeito espetacular e uma camiseta solta que caía um pouquinho de um ombro. A Noé desceu com um vestido soltinho com alças nos ombros, deixando a parte de cima das costas descoberta, minha fraqueza!! ...Finalmente a Mara com um shortinho daqueles Calças folgadas que tão na moda agora e uma regata, as três se acomodaram no balcão da cozinha enquanto eu fazia minhas coisas e a gente batia papo.
Noé - escapamos por pouco da chuva -
Eu - por pouco, por pouco -
Mara - cê gosta de cozinhar, né? -
Eu - gosto, me viro bem... nunca fui aprender -
Naty - leva de tudo isso, né? -
Eu - sim, verdinhas picadas fininhas, um pouco de arroz, molho de soja e meu segredo é que no final eu jogo um ovo e misturo tudo - aaaah, as três falam... mas sei que tão pouco se fodendo
Mara - falando em ovo... o que cê comprou na casa da sua amiga? -
Eu - hahaha isso é um brinquedo que eu gosto de usar com uma amiga, mas quebrou e por isso tive que comprar outro... -
Mara - e como usa? -
Eu - tem certeza que quer saber? -
Mara - Sim!! -
Eu - me traz a bolsa - já era tipo amigas, então tratei ela como trato minhas amigas... foda-se!! Peguei a bolsa, tirei o pacote e dei o que parecia um ovinho branco com um fio saindo... mais parecia um espermatozoide gigante, agora que olho direito.
Eu - bom, agorrrrra cê tem que ir e colocar... bem, sobre o clitóris basicamente - falo tentando soar científica - por essa zona, digamos, não precisa enfiar muito fundo - Ela me olhou corada, igual as outras duas - bom, você perguntou -
Mara - bom, tá bem - meio envergonhada foi até o banheiro com o aparelhinho na mão e voltou de mãos vazias
Eu - pronto? -
Mara - sim - as outras olhavam pra ela, esperando ver alguma reação
Eu - bom, agora....... vamos comer -
Mara - quê? -
Eu - sim, sim, vamos comer... deixa ele aí, já vai ver como funciona -
Com uma cara meio decepcionada, pegou o prato que eu tava dando e sentou na mesa... comemos de novo entre conversa e piadas, no começo dava pra ver que ela tava desconfortável e depois parece que esqueceu, terminamos, lavamos tudo e servi o sorvete de sobremesa.
Naty - vamos comer na sala enquanto vemos TV -
Noé - boraaa -
Fomos pra lá, nos A gente se acomodou no sofá e, como tinha começado a esfriar de verdade, a gente se cobriu com uma mantinha que sempre tem ali... A gente tava os quatro: Mara numa ponta, depois Naty, Noe e eu na outra ponta... meio colados, cobertos pela manta fina.
Noe - Que sorvete de chocolate gostoso... é super cremoso -
Naty - Sim, é muito bom nessa sorveteria -
Eu - Sim, sim, muito bom... sabiam que chocolate é afrodisíaco? Pelo menos dizem que dá o mesmo prazer que ter um orgasmo -
Naty - Ah, vai nessa, puro migué kkk -
Noe - Tão bom assim também não é, né kkk -
Então eu soltei minha maldade... esperei até a Mara meter uma boa colherada de sorvete naquela boca de lábios carnudos e, naquele momento, apertei o botão 1 do controle remoto que, sem elas perceberem, eu tinha tirado da embalagem... e ouvi um gemidinho abafado. Eu continuei olhando a TV como se nada tivesse acontecido. Senti que ela me olhava, mas eu segui com o olhar na TV, tinha sido só um toque leve... esperei uma segunda colherada e apertei o botão de novo, me fazendo de besta... o gemido dessa vez foi bem mais evidente.
Noe - O que foi, vaca? -
Mara - É que o aparelhinho liga toda vez que eu como sorvete -
Noe - Tá me zoando? -
Mara - Não, sério, olhaaa -
Ela mete uma colherada de sorvete e eu aperto o botão um de novo, ouve o zumbido do aparelhinho e dessa vez o gemido é mais solto... começo a rir e elas me olham.
Eu - Não é quando você come sorvete kkk, eu que tenho o controle remoto... viu? - mostro o controle que tem três botões, 1, 2 e 3, que são as velocidades, e aperto o botão de novo, dessa vez por mais tempo. Dá pra ver na carinha de safada dela que ela tá adorando, então passo pro dois... o zumbido fica mais evidente... as outras duas olham pra ela se deixando levar, e eu paro.
Mara - Não seja mauuu, não desliga -
Eu - A graça é que eu faço funcionar quando eu quiser, esse é o jogo -
Mara - Aaai, não, não faz assim - com voz de criança. Caprichosa
Eu — bom, pra primeira vez —
Então comecei de novo… primeiro o um devagar, ela já não se segurava e gemia… depois o dois… puxei o cobertor e com a mão ela apertava o vibrador contra a buceta dela, dei uns toques leves e voltei pro um… depois pro dois de novo, e quando vi que ela tava respirando mais forte, apertei o três com força, como se aquilo transmitisse a mesma força pro aparelho… enquanto ela mordia o lábio e com a outra mão acariciava os peitos por cima da regata, vi ela gozar, mexendo a pelve pra trás e pra frente e fechando as pernas com a mão lá dentro. Que beleza, aquilo era arte pura!! … já mais relaxada, olhou pra gente e começamos a rir.
Naty — hahaha agora quero eu —
Eu — não, não, eu já comprei as de vocês… não quero quebrar antes de usar com a minha amiga —
Naty — você é mau, hein —
Eu — sim, muito mau —
Noe — e o que tem de divertido em fazer com sua amiga e não com a gente? —
Eu — é que minha amiga trabalhava comigo e ela ia pro escritório com o ovinho colocado… aí quando ela se distraía, eu ligava… ela adorava não saber quando ia ligar, era uma tortura gostosa —
Noe — sério? —
Eu — sim, sim, só que agora que parei de trabalhar lá, a gente usa quando sai pra comer e pro cinema… uma vez liguei no meio de uma cena de suspense, a sala tava toda em silêncio… quando ouviram o zumbido, gritaram… “pode desligar o celular”… ela não só tava excitada, mas tava com uma vergonha danada, foi genial, haja —
A gente ficou vendo TV mais um pouco enquanto eu contava mais umas histórias “hot”. Mara levantou e disse… — vou tomar outro banho… já me sujei um pouquinho — com uma risadinha safada, tocando as pontas dos dedos.
Eu — porquinhaaa —
Como já tava cansado e adorava deixar elas com vontade do assunto, levantei e fui dormir…
Eu — meninas, vou pra caminha, já tô velho pra essas andanças — falei me fazendo de velho — amanhã — A gente segue... não fiquem jogando até muito tarde — falo piscando um olho.
Elas riem.
Naty — prometemos que não, haja —
A verdade é que tava morrendo de vontade de comer elas ali mesmo, arrancar a roupa e fazer de tudo... mas no fundo sabia que eram novinhas e eu muito mais velho, "velho" pra elas, além disso não tava em forma como os caras com quem elas andavam... olha, também não tava um bagaço, mas não sentia que ia rolar... já sei, sou um idiota com baixa autoestima às vezes... além disso, uma era minha prima, não vamos esquecer, e a voz da consciência não parava de falar.
Isso tá só começando, crianças... é o segundo dia da semana mais foda da minha vida... tenham paciência...
33 comentários - Uma semana cuidando da minha prima II
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Geniooooo, me encanta esta historia !!!
Gracias por compartir 👍
por que no me pasan estas cosas a miiii!!(seguro voy a repetirlo durante el resto de los capitulos)