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Compêndio IQuero aproveitar os últimos dias de férias sem compromisso. Sem pressão.
Tomara que eu só faça tarefas caseiras, veja as pequenas e me livre das preocupações.
No entanto, ela insiste e insiste que eu escreva.
Percebi que o motivo do meu post ter sido rejeitado foi a forma como falei da Susana, que foi mais agressiva e intimidou um pouco o grandalhão.
No nosso relacionamento, a informação geralmente flui em um sentido.
Fico com receio de perguntar as coisas que ela sabe, porque, apesar de tudo, ainda acho que estou fazendo algo indevido e que consultá-la seria tentar a sorte.
Eu conto tudo pra ela, mas ela não é capaz de me dizer…
“Sabe de uma coisa? Contei pra Susana sobre a gente, pra você considerar se vai se envolver com a Nery.”
E é que ainda acho que vamos encontrar alguém mais ciumenta que se incomode com a Marisol nos usando como peões num jogo.
Mas, felizmente, as coisas estão mais calmas: o problema no trabalho foi resolvido e foi uma sorte não ter escalado…
Não vou entediar vocês com o que meu rouxinol já contou.
Retomando a história, não conseguimos parar de pensar naquelas gêmeas, e a razão é que, se fisicamente eram completamente idênticas, não era difícil pra mim distinguir quem era quem.
Pra Marisol, os detalhes que me permitiam diferenciá-las passavam completamente despercebidos (apesar de que, como mulher, ela pode perceber olhares, imperfeições na roupa e outras coisas que eu não noto).
Mas pra mim eram tão óbvios, que parecia pra elas como se tivéssemos crescido juntos.
As duas são especiais e muito gatas, e imagino que quem se apaixonar por uma delas vai viver uma situação bem complicada, porque a personalidade da “cunhada” é tão atraente quanto a da namorada.
Porque se a Susana é a mais inteligente e com os sentimentos mais puros, a Nery é a mais carinhosa e romântica.
Naquela manhã de sábado, os dois estávamos nervosos quando a Susana veio me buscar no Jeep. Ela vestia sua... traje térmico, como nos outros dias, e não falamos muito no caminho até a baía.
O que aconteceu na sexta tinha sido um erro.
Um "surto de impulsos"... segundo a Susana.
Mas ela tinha gostado e estava com remorso por trair a Marisol.
Por isso, quando chegamos na baía, ela esperava que eu tomasse a iniciativa.
"Chegamos!" ela disse, me olhando como se esperasse que eu fizesse alguma coisa.
A única coisa que me veio à cabeça foi beijá-la.
"Não, seu besta!" ela respondeu, tentando me afastar. "Você tem que parar!... Você é marido da Mari!... E não tá certo você foder ela comigo!..."
O único problema quando ela dizia isso era que, enquanto eu a beijava, ela também enfiava a língua na minha boca.
"E se a Marisol não tivesse problemas?" perguntei, me segurando um pouco.
"Não seja assim!... você sabe que não é possível..."
"Por que não?"
Ela sorriu.
"Olha pra você! Você tem facha!... É inteligente!... Beija gostoso!... E fode... Bom... Você sabe!..." Disse, sorrindo muito safada.
Num surto de beijos e abraços apaixonados, ela deixou eu desabotoar o traje térmico dela. Seus peitos lindos vieram me receber.
Ela tentava não me olhar.
"Você tá pelada?"
"Não seja bruto!..." disse, vermelha de vergonha. "Foi só... porque você perdeu meu top ontem..."
"Então... Tá de fio-dental?"
Ela balançou a cabeça e eu pulei em cima dela, pra tirar o traje de vez.
E realmente, ela tava com o fio-dental do dia anterior.
Ela me sorriu envergonhada. Por um lado, ela me queria. Mas por outro, não queria trair a Marisol.
Mas ela se resignou. Sabia o que ia acontecer e por isso, nos deitamos no banco de trás.
"Você me quer, né?" perguntou, ainda incrédula. "Você sabe bem quem eu sou... Né?"
"Eu sei!" respondi, sorrindo pra ela. "Você é a Susana, a mais séria!"
Para as duas, isso era suficiente. Era importante que eu conseguisse diferenciá-las e, se os rostos eram idênticos, a profundidade do olhar era o fator decisivo.
Os olhos da Susana eram mais profundos e vivos. Ela estava atenta a tudo e conseguia perceber o conflito que ela tinha em me desejar, sabendo que éramos felizes no casamento.
Me via nela.
Por outro lado, o olhar da Nery era mais simples e carinhoso. Ela, eu impressionei bastante e estava mais ávida por beijos e carícias, o que me dava mais liberdade.
Mas depois de tantos beijos e carícias com a Susana, os remorsos ficaram de lado e nossos desejos tomaram as decisões.
“Você é um pau no c*!” ela disse, quando começou a apalpá-lo. “Tá duro assim por minha causa?”
Estava feito pedra, desejando entrar nela de novo.
“Sim… mas você tá se cuidando, né?… porque se não, a gente pode fazer outras coisas…”
Ela me beijou e sorriu com simpatia.
“Cala a boca, boludo, cala a boca!” disse, acariciando meu rosto. “Eu tô tomando a pílula!… E nem louca quero experimentar camisinha com você!…”
Começamos o lento vai e vem, mais uma vez.
Naqueles momentos, Marisol já não a preocupava.
“Não sei o que gosto mais em você!… Se são seus olhos, o jeito que você beija… ou como ele é…” Ela disse, suspirando de prazer. “Mas gosto muito de você!”
Minhas investidas ficavam mais fortes e ela teve que se apoiar na lateral do Jeep (era um daqueles parecidos com os que aparecem em filmes de guerra ou de safári, em ilhas de dinossauros gigantes), para que eu não a empurrasse.
Seus seios, não tão volumosos quanto os de Marisol, balançavam com os mamilos eretos, me convidando a prová-los.
“Ah!… Ninguém nunca chupou meus peitos… como você!… Como você faz?…” ela disse, sentindo seu primeiro orgasmo pelos seios.
E é que eu chupava com a mesma intensidade com que busco gozar nos peitos da minha esposa.
Comecei a explicar a ela como, no momento da amamentação, o canal mamário se abre e a secreção de alguns hormônios gera uma sensação de prazer na mãe, ao fornecer leite ao seu bebê.
“E você explica… tão clarinho… com esses olhos!” ela me dizia, sentindo uma infinidade de orgasmos, enquanto eu falava. “Não, boludo!… Eu não te quero!… Eu te Adoro!...” E já estávamos na parte onde o vai e vem parecia que nos levava de trem, testando a suspensão do jipe. “Vai!... Vai!... Não para!... Ahhh!... Continua assim!... Você vai me matar!... Ahh!... Ahhh!... Ahhhhhhh!...” E me agarrei na cintura dele e despejei minha carga lá dentro. “Ahhh, Marco!... Você me enche toda!... Com seu porra… e seu pau bem quentinho!” ela deu uma risadinha. “Não, seu besta!... Você não serve pra camisinha!...” Ela fez uma referência sobre bombeiros e mangueiras, que também fazia a história ficar ainda mais quente. E nos beijamos mais um pouco, esperando nos soltar. Mas a Susana tem uma mente inquieta. Mesmo me beijando com muito tesão, ela ainda estava preocupada com outra coisa, enquanto se deitava colada do meu lado. “Marco… Me fala a verdade!… O que você acha da minha irmã?... Você… também gosta dela?” Era um tema complexo pra ela, pelo jeito preocupado. “Não vou mentir, Susana!” respondi. “Também gosto!” Ela ficou indignada. “Você não conhece ela, Marco!... Ela já me roubou 4 caras!...” Ela estava muito brava. “Eu sei!... Ela mesma me contou.” Tentei acalmá-la. “Ela tá arrependida… mas acho que fez isso por inveja.” Ela resmungou. “Inveja?” perguntou, desacreditada. “O que essa gostosinha pode me invejar, se ela é igual a mim?” “Bom… sua personalidade.” Respondi. Ela me olhou com os arregalados. “É óbvio! Você é a mais forte…” Ela riu, sem acreditar. “Sou mais velha por 4 minutos, seu besta! O que pode nos fazer tão diferentes?” “Não sei!” respondi. São aspectos psicológicos que ficam na especulação. “Mas olho pros seus olhos e acho que tô certo. Você é mais decidida e séria. A Nery acha que só por ser igual a você, consegue um cara e faz ele se apaixonar.” Ela sorriu. “Como você pode me conhecer assim, se te conheço há menos de uma semana?” perguntou, me beijando de novo. E assim a gente foi entrando na segunda rodada. Ela parecia ainda mais sensual, segurando o cabelo com as mãos, enquanto a cintura dela se mexia serpentando sobre mim.
Eu agarrava seus peitos no começo, mas conforme seus movimentos começavam a acelerar, minhas mãos desciam para sua cintura, seus quadris e, por fim, se firmavam em sua majestosa bunda.
“Cuidado com os dedos!… Cuidado com os dedos!… Marco, não!” ela falou séria e parou de repente.
“O quê?”
“Eu não sou uma puta! Não vou te dar a bunda!” ela respondeu, fazendo uma rima engraçada.
Ela também riu.
Ela estava preocupada com o tamanho…
“Não, não é grande!” eu respondi.
Ela sorriu.
“Talvez você esteja certo!… Mas é muito gorda e eu nunca fiz por ali…”
Ela pôde sentir como eu endureci dentro dela ao ouvir isso.
“Mas não dói tanto!” eu disse, impaciente.
Ela riu.
“Diz isso pra Mari!” ela zombou.
Eu ri mais ainda…
“Se você soubesse como a Marisol gosta…”
Ela me olhou com olhos arregalados.
“Você já deu uma metida na bunda dela?”
Eu continuei com um sorriso de vencedor.
“Susana, se você soubesse as coisas que fizemos com a Marisol, o que fizemos com a bunda dela parece uma bobagem!”
Ela não conseguia processar.
“Mas a Mari parece tão comportada…”
“E no quarto, é outra coisa.” Eu disse. “Mas se não acredita, pergunte a ela. A Marisol é muito honesta e se tiver dúvidas, ela vai esclarecer com prazer.”
Ela sorriu, começando a rebolando novamente.
“Inclusive por que gosto tanto do marido dela?”
“Quem sabe?” eu respondi. “Talvez ela te dê uma resposta que possa te surpreender…”
E cavalgando, cavalgando, a hora passou e deu dez e meia.
E voltamos para Waingapu muito contentes e felizes…
Mas eu fiquei com vontade de desvirginar uma bunda nova…
E isso era o que me restava pendente. Saudações.Próximo post
0 comentários - Siete por siete (82): El sueño del pibe (relato perdido