Dormindo de conchinha 2

Não imaginava que o anúncio publicado fosse fazer tanto sucesso, e mesmo assim durante vários dias recebi muitas ligações, de mulheres interessadas em contratar um dorminhoco. Algumas faziam por mera curiosidade, outras realmente interessadas se assustavam com a tarifa, e algumas começaram a reservar horário, então a agenda foi enchendo.
Depois da minha primeira experiência, que já relatei, chegou a vez da Mirta. Ela não morava em apartamento, mas sim em casa. Ela abriu o portão pelo interfone e pude entrar com o carro e tudo.
Era exatamente como eu imaginava, pelo nome e pela voz. Magra, muito magra, loira, cabelo curto com franja, sem quadril e com um par de tetas grandes que deixavam claro que a natureza tinha sido modificada pela mão do homem, ou seja, do cirurgião.
Ela me esperou na escada que leva do jardim até a porta da sala. A lua aparecia tímida entre as nuvens, e um poste a iluminava por inteiro. Entramos, ela me ofereceu uma taça de vinho tinto cuja garrafa já estava pela metade. nos sentamos perto, e brindamos por nos conhecermos. Ela não tinha tirado a aliança de casada.
- isso não vai nos dar problema? perguntei, com um sorriso e me mostrando calmo, sem me alarmar.
- fica tranquilo, meu marido não está na província.
- bom, e aqui estou eu para aliviar a solidão
- verdade... e mesmo que ele estivesse aqui, de qualquer jeito é como se eu estivesse sozinha
- ele não chega para jantar?
- sim, geralmente, e até dormimos na mesma cama, mas é como estar sozinha.
- e isso não o anima? disse, olhando para seu decote que deixava ver um sutiã de renda preta, prestes a explodir.
- no começo animava, mas já perdeu o efeito e é como se não existisse
- que pena. Disse enquanto servia outra taça para nós dois.
Era cedo, não estávamos com sono, o vinho estava bom e me dispus a abrir outra garrafa. Do mesmo tipo, para não variar.
Brindamos de novo, e vendo que ela tinha um bom equipamento de som e vários cds a convidei para dançar. Escolhi um cd de Carly Simon, velha o suficiente pra minha idade. Nos movemos suaves no ritmo da música, de mãos dadas, ainda quebrando o gelo. Que bom que me arrumo pra esses encontros, já que ela também me esperava elegante, com salto alto, um vestido colado no corpo, macio e com um decote generoso.

Alguns minutos depois, ela apoiou as mãos no meu ombro, liberando as minhas para que eu a pegasse pela cintura.

— É verdade que você esquenta bem — disse ela.

— Sim, com ajuda do vinho e da dança — esclareci modestamente.

— Quero que me abrace.

Levantei minhas mãos até suas costas e a aproximei de mim, sua cabeça apoiada no meu pecho.

Assim passaram os minutos, parecia que ia ser a noite toda. Eu, por minha parte, se encontro uma posição confortável e prazerosa prefiro não inovar.

— Vamos — me disse e me pegou pela mão a caminho do quarto.

— Fique à vontade — acrescentou enquanto se dirigia ao banheiro suíte. Eu coloquei meu pijama e me deitei na cama, ainda precisava escovar os dentes. Logo ela saiu de calcinha fio-dental e seu sutiã vermelho.

— Gosto de dormir nua, mas bem, a gente acabou de se conhecer hoje — acrescentou. E enquanto eu me dirigia ao banheiro, insistiu:

— Sem pijama, por favor.

Nos acomodamos na cama, coube a mim ficar do lado esquerdo. Ela me deu as costas, estava fria de verdade, e ainda mais sua bunda. Comecei com carícias para aquecê-la. Depois de alguns minutos ela se vira e ficamos frente a frente. Nessa posição a abraço segurando-a pelo quadril. Seus peitos apontavam perigosamente para meu peito.

Continuei com as carícias, e por sua parte ela fechava os olhos e brincava com os pelos do meu peito. O calor começava a ser sentido, e o sono não aparecia. Em algum momento ela baixou a mão e começou a roçar no meu pau que, como é habitual nele, já estava de prontidão.

O calor virou tesão, e eu precisava fazer algo para tomar a iniciativa. Rocei seus mamilos, e isso a paralisou por um instante, então voltei à carga. Se quer jogar esse jogo, meus dedos já foram elogiados pela habilidade nesse... terreno. Quando ela tentou esfregar de novo em mim, baixei minhas mãos e acariciei sua calcinha.
Procurei e procurei até encontrar a protuberância que, como um botão, a deixou excitada. Já sem iniciativa, e dócil aos meus movimentos, virei ela e coloquei de bruços. Me agarrei a ela e trabalhei pacientemente com meus dedos. Ainda sem gozar, ela puxou a calcinha para que eu tivesse melhor acesso à zona erógena. Eu, encorajado por esse convite, avancei com os dedos, abri os lábios e explorei em círculos a entrada e seus arredores.

Mirta mordia o travesseiro e, com a pouca luz que a lua dava pela janela, pude ver que ela tinha fechado os olhos. Pouco a pouco diminui a intensidade e, vendo que ela estava dormindo, também me entreguei ao doce sono.

Dormimos profundamente. O despertador nos acordou. Quando saí do banho, ela me esperava com um roupão curto e um café na mão.

— Obrigada... Eu gostaria que meu marido tivesse visto como se satisfaz uma mulher antes de dormir. — Foram suas palavras ao se despedir de mim, e que ressoaram o dia todo na minha mente.

2 comentários - Dormindo de conchinha 2

Me estoy volviendo fanática de esta saga, espero la continuación! Besos