Calcinha da mãe do meu amigo (Parte 01)

BOM DIA A TOD@S, AQUI TRAGO MEU POST DE HOJE. É UM RELATO CRIADO POR MIM, INSPIRADO NAS MINHAS FANTASIAS COM ALGUMAS MÃES DE ALGUNS AMIGOS E NO MEU FETICHE DE CHEIRAR ROUPA ÍNTIMA USADA. É UM POST QUE JÁ TINHA PUBLICADO NUM SITE HÁ UM TEMPO, MAS VENHO TRABALHANDO E EDITANDO HÁ TEMPO PARA PODER PUBLICAR AQUI E DAR MAIS CONTINUAÇÕES, ENTÃO ESPERO QUE VOCÊS CURTAM.Desde pequeno, tenho uma amizade muito boa com um cara que mora na minha rua. Além disso, antigamente a cidade era bem pequena, então a gente estudava na mesma escola e, como éramos da mesma idade, na mesma turma. Ele é filho único, e o pai dele ganha bem, então ele era muito mimado, sempre com um monte de brinquedos e os melhores videogames. Por isso, a gente geralmente se reunia na casa dele.

A mãe dele, uma mulher muito gostosa, olhos cor de mel, pele bem branca e cheia de sardas. Tinha umas sardas no nariz, mas as costas e o peito eram cheios delas. Cabelo castanho, nariz fininho. Ela é alta, pouco mais de 1,70, e magra, talvez mais do que eu gostaria. Peitos médios, pouca bunda, mas bem empinadinha. Quando criança, sempre a achei bonita, mas nunca fui precoce, então não sentia atração sexual, porque ainda não tinha desenvolvido essa parte de mim.

Foi na pré-adolescência que as coisas começaram a mudar aos poucos. Às vezes, quando a gente jogava no quintal dela, eu via a roupa estendida no varal e ficava curioso com as peças íntimas dela. Algumas eram semitransparentes, outras com renda. Me atraíam, mas eu ainda não sabia bem por quê. Aos poucos, fui desenvolvendo um gosto pela calcinha dela, e também um pouco pelos sutiãs, mas principalmente pelas calcinhas. Lembro da primeira vez que revirei o cesto de roupa suja. Entrei no banheiro pra mijar e, como muitas outras vezes, vi o cesto embaixo da pia. Mas dessa vez, senti curiosidade. Procurei as peças dela por cima, mas só tinha as do meu amigo e as do pai dele. Não mexi mais na roupa, lavei as mãos e ia sair, mas pensei: "Deve ter roupa dela, é só eu procurar direito." Tirei toda a roupa e, sim, no fundo do cesto, tinha uma camiseta e um jeans enrolados. Mas e as calcinhas? Desenrolei a camiseta e, sim, estavam lá: uma calcinha branca com a parte da frente de renda e um sutiã cor de creme. Esse último não me importou muito, mas quando peguei aquela calcinha na mão, fiquei excitado. Instintivamente, cheirei, toquei, observei. Vamos, eu curti, mas também me senti meio culpado. Mesmo tendo gostado da experiência, me senti mal, achei que tava fazendo algo errado. Então enfiei de volta entre as roupas dela e deixei tudo como encontrei. Saí excitado, contente, mas confuso. Será que sou um anormal por cheirar calcinha? Não sabia na época, só sabia que tinha uma sensação nova na minha vida.

Com o passar dos meses, virou costume: revirar o cesto de roupa suja toda vez que tinha chance, percorrer cada centímetro das peças dela. Às vezes tinha uma manchinha branca, que naquela idade eu não fazia ideia do que era, mas o cheiro era delicioso. E quando aparecia um pelo pubiano, aff, me excitava pra caralho, a ponto de eu me masturbar algumas vezes ali mesmo no banheiro com a calcinha. Sempre tentava não sujar, mas quando acontecia, limpava na hora o melhor possível com papel higiênico.

Na minha casa, sexo era tabu. Meus pais eram muito frios com meus irmãos e comigo, no máximo um beijinho na boca e só, nada na nossa frente. Também não via os outros pais se pegando, mas na real não convivi muito com outros garotos. A mãe do meu amigo e o marido dela eram diferentes. Várias vezes vi ela sentar no colo dele, algumas vezes vi ele dar um tapinha na bunda dela. Ela também se vestia diferente, ou pelo menos me parecia, porque era comum ela não usar sutiã. Não era muito óbvio, mas como naquela idade eu tava doido por ela, não perdia um detalhe. Além disso, nas minhas incursões no cesto de roupa suja, eu notava a falta dos sutiãs — não sempre, digamos 50-50. Embora poucas vezes tenha visto ela com os mamilos durinhos, coisa curiosa: nessas poucas vezes que acontecia e ela percebia que eu tava olhando, ela cobria os dois seios com um braço, meio disfarçado. E digo que era curioso porque de vez em quando eu dormia na casa do meu amigo, e um par de vezes vi ela vestida só de camisola, com os copos semi-transparentes, não dava pra ver nada. claridade, mas os mamilos apareciam. Ela me pegou olhando diretamente pros peitos dela, mas nem ligou. Não parecia que queria se exibir, parecia mais que aquilo não era algo errado pra ela.

Pra mim já era um hábito entrar no banheiro quando sentia que ela não percebia. Dava a desculpa pro meu amigo de que ia usar o banheiro, mas no lugar disso, óbvio, eu me masturbava com a calcinha da mãe dele. Mas quando o cesto tava vazio, a frustração era enorme.

Lembro também muito bem daquele dia fatídico, hehe. Deixei meu amigo bem entretido no quarto dele com um videogame, e com a desculpa de "ir ao banheiro" fiz o que sempre fazia. Conhecia bem a rotina: virava o cesto e lá no fundo, enrolada nas roupas, estavam as calcinhas da minha deusa. Naquele dia encontrei um conjunto rosa. O sutiã de bojo rígido não me encantava, mas aquele cheiro de perfume e o cheiro natural da mulher me fascinavam. A calcinha era uma tanga rosa, com tirinhas nas laterais e renda na frente. Uff, coloquei o sutiã em cima da pia e, enquanto imaginava os peitos dela, comecei a me masturbar com a tanga. Tava nisso há uns dois minutos quando, de repente, a porta do banheiro abriu. Idiota que sou, não tinha trancado. Era ela, a mãe dele, minha deusa. Primeiro ela disse "ai, desculpa" ao abrir e ver que o banheiro tava ocupado, mas não demorou pra perceber o que tava rolando. Mesmo tentando agir rápido, não deu tempo. Só consegui me virar um pouco, mas ela viu tudo. Então me olhou irritada, com aquela cara de reprovação, mas não disse nada. Fechou a porta e eu fiquei ali, morto de vergonha.

Não sabia o que fazer. A excitação foi embora na hora. Coloquei toda a roupa do jeito que tinha encontrado, mas agora meu segredo tava descoberto. Não queria nem sair do banheiro, mas não podia ficar ali pra sempre. De repente, um monte de ideias vieram na cabeça: será que ela vai contar pro marido dela? Imagina, ele vai me matar. E se contar pros meus pais? Minha mãe... Vão me ver como um pervertido pelo resto da minha vida, e meu amigo, vai ficar sabendo? Que momento mais constrangedor, me senti um idiota, só tinha que ter fechado a porta direito e tudo teria ficado bem, como sempre, mas não fiz, agora a musa das minhas punhetas sabia, meu segredo, meu segredo sujo e pervertido. Eu morria de vergonha.

Saí do banheiro com uma sensação horrível e fui pro quarto do meu amigo, tentei disfarçar mas me sentia um lixo. Me despedi dele, o que estranhou, mas inventei que tinha lição de casa. Cheguei em casa pra terminar o pior dia da minha vida até aquele momento e esperar um milagre pra mãe do meu amigo não contar o que viu, as consequências pra mim podiam ser fatais, ou pelo menos era essa a sensação que eu tinha.

Nas semanas seguintes tentei evitar meu amigo, que me procurava pra caralho, pelo visto ele não sabia de nada. Em vez de ir na casa dele jogar videogame, chamava ele pra jogar bola na rua, ou no terreno baldio, como a gente fazia às vezes, na casa dele não chegava nem perto, que vergonha da mãe dele, e que medo do pai dele.

Eventualmente trombei de frente com a mãe dele, na rua, a gente tava um grupo de moleques jogando bola e ela vinha andando pra casa dela, todo mundo cumprimentou, eu timidamente e ela friamente respondeu o cumprimento, seguiu o caminho dela. Não me olhou feio, só foi distante, aquilo doeu, mas me senti um pouco aliviado, ela não me odiava.

Dias depois, enquanto jogava com meu amigo na rua, num sábado, os pais dele passaram de carro e mandaram a gente ir comer, eu me desculpei, falei que não podia, e o pai do meu amigo disse que já fazia muito tempo que eu não ia na casa, e num tom de brincadeira me perguntou se tinham me tratado mal ou por que eu tava tão distante, na hora percebi que ele não sabia de nada, senti um alívio imenso, mas mesmo assim morria de vergonha da mãe dele, então recusei, ele insistiu no convite e de repente a mãe do meu amigo botou a cabeça pra fora e me olhou de frente e com um sorriso falou, "vamos pra casa, faz “Faz tempo que não vou lá”, me senti perdoado, mas a vergonha não passava. Fui na casa dela, e tudo foi normal, como antes, ela já não me tratava com frieza.

Mesmo assim, por muitos meses, não cheguei perto do banheiro nem por engano, hehe, só quando era muito necessário entrava e saía o mais rápido possível.

Com o tempo, voltei às minhas manias, acho que ela sabia que eu continuava de tarado nas roupas dela, mas decidiu relevar.

Anos depois disso. Começou a chover, e eu saí pra ajudar ela a recolher a roupa do varal, toalhas, roupas, algum lençol, e de repente me deparo de frente com as calcinhas dela, estavam ao alcance da mão, podia ter pegado, mas congelei e olhei pra ela, ela se aproximou, tirou elas e falou baixinho: “sei que você conhece elas melhor do que eu, mas eu que recolho”, senti um pouco de vergonha, mas disfarcei bem.

Um dia, a gente tava no quarto do meu amigo e ele me pede pra ir no quarto dos pais dele buscar, no criado-mudo do pai, pilhas pra um dos controles do videogame, que fosse porque não tinha ninguém. Fui pro quarto dos pais, e como meu amigo tinha dito que não tinha ninguém, entrei sem bater. Pra minha surpresa, tinha sim alguém. Me deparei com a mãe dele deitada na cama, com os olhos semicerrados, sem sutiã, com uma calcinha fio-dental verde bem pequena; uma das mãos apertava os peitos dela e a outra sumia debaixo da calcinha. Eu fiquei paralisado, automaticamente meu pau ficou duro que nem pedra e na mesma hora a cara dela mudou ao me ver ali. Ela falou num tom alto, mas não tanto pra meu amigo não ouvir: “O que você tá fazendo aí?! Não te ensinaram a bater antes de entrar?!” e eu disse que desculpasse, que o filho dela tinha jurado que não tinha ninguém em casa, que eu tinha que pegar as pilhas mas que ia embora. Aí ela olha pra minha calça, onde minha ereção já era mais que evidente, e me fala: “Pega as pilhas (que ela já tinha tirado da gaveta do criado-mudo, óbvio), leva pro O quarto da C*****, fica lá brincando um pouco e depois você vai fazer exatamente o que eu mandar. Você vai dizer que está com dor de barriga e que vai pra sua casa. Ele provavelmente vai te acompanhar até o portão. Você finge que vai andar pra sua casa e, quando ele fechar a porta, você volta e espera eu te fazer entrar pelo portão da garagem. Vamos acabar de uma vez por todas com essa palhaçada que você faz com minhas calcinhas! Agora amadurece, senão ele vai desconfiar."

Rapidamente saí do quarto e fui pro do meu amigo. Quando cheguei, ele perguntou por que eu tinha demorado tanto, e eu disse que era porque não encontrava as pilhas. Fiz tudo certinho, exatamente como a mãe dele tinha mandado. E, com a confusão que tomou conta da minha cabeça, sem perceber, já estava parado na frente do portão da garagem, esperando a mãe dele me abrir...CONTINUA...

12 comentários - Calcinha da mãe do meu amigo (Parte 01)

Espero la continuación. Me dejaste intrigado
Buen relato.... Espero la continuación de tremendo desenlace...
Excelente espero la continuacion .Me d ejaste al palo mal jajaaaa.... 🤘
SI LO HABREMOS HECHO A ESO!!!! POR LO MENOS YO!!!! JAJA....
Yo lo vivo haciendo jajaja Gracias por comentar!
Calcinha da mãe do meu amigo (Parte 01)

Buenìsimo 👏 👏 👏

Gracias por compartir 👍
fl22lf
como me calento el relato que siga
pet820
excelente!!!! la segunda arte para cuando??