mi amigo y yo!

Sentia a pressão das coxas dela no meu rosto e a respiração muito ofegante, e então ela soltou um suspiro bem profundo.

Essa história começa numa sexta-feira à noite em Madri, vários colegas de trabalho estavam num bar numa área próxima. Entre todos, destacava-se a Sônia; 1,68m, moreninha, muito bem proporcionada, tinha o cabelo preso num rabo de cavalo e usava um vestido de algodão, meio solto, com uma saia dois palmos acima do joelho que deixava ver claramente suas pernas torneadas.

A noite seguia o rumo normal, embora como estávamos celebrando um aniversário, o álcool corria mais rápido que o normal. À 1h da madrugada, a Sônia disse que precisava de um ar e eu me ofereci pra acompanhá-la. Assim que saiu, ela se apoiou entre dois carros e vomitou. Naquele momento, não estava especialmente gostosa, mas não conseguia parar de olhar para as pernas dela e para a calcinha fio dental que dava pra ver por baixo do vestido.

Recomendei que ela andasse um pouco, e assim fizemos, por cerca de meia hora. Eu falava com ela, mas ela parecia não entender nada, no entanto, os constantes roçados com o corpo dela, já que ela estava apoiada em mim, estavam me deixando extremamente excitado.

Chegamos a um parque e decidimos sentar. Ela sentou, se apoiando nas minhas pernas, e acho que acabou dormindo. Não pude deixar de ficar feliz, porque teria sido difícil disfarçar minha ereção naquele momento. Mas então, uma providencial rajada de vento levantou o vestido dela o suficiente pra eu ver as pernas dela inteiras, até o elástico da calcinha fio dental. Estendi a mão pra colocar o vestido de volta no lugar e, ao fazer isso, rocei a pele dela com a ponta dos dedos… estava quente.

Aparentemente, ela estava dormindo, e não consegui evitar acariciá-la um pouco mais. Deslizei minha mão do joelho dela pra cima, mal roçando com a ponta dos dedos, estava nervoso, mas não conseguia parar. Minha mão alcançou o elástico da calcinha fio dental na cintura dela e, seguindo a borda, cheguei até O pequeno triângulo de pano que cobria a buceta dela.

Olhei pra ela e continuava dormindo, então decidi ir mais longe e deslizei meus dedos sobre aquele pedacinho de pano, desenhando um S no tecido, quase sem tocá-lo.

Ela suspirou de leve, o que me excitou ainda mais, então comecei a brincar com meus dedos. De repente, ela abriu os olhos e, instintivamente, tirei as mãos. Ela me olhou nervosa enquanto arrumava o vestido e, ao fazer isso, a bolsa caiu. Me abaixei pra pegar, apoiando a mão no joelho dela sem querer, e ao me levantar, vi perfeitamente aquele triangulinho de pano que segundos antes eu estava acariciando. Fiquei besta olhando, e então ela se reclinou um pouquinho e me disse sussurrando… ‘Queria que você continuasse’.

Aquilo me deixou totalmente paralisado, e demorei alguns segundos pra reagir. Finalmente, me decidi e comecei a beijar as pernas dela, começando pelos joelhos, subindo devagar, mal roçando a pele com meus lábios, deslizando a língua pela parte interna das coxas, levantando o vestido com as mãos conforme avançava, até que meu nariz esbarrou na calcinha fio dental dela.

Olhei pra ela e coloquei minha mão na borda, puxando pra cima, fazendo a calcinha apertar a buceta dela. Ela soltou um gemidinho enquanto meu dedo desenhava o contorno da buceta dela sobre o tecido da calcinha. Coloquei minhas mãos nos quadris dela e, descendo, puxei a calcinha pra baixo, deixando-a nos joelhos.

Umedeci um pouquinho meu dedo indicador e deslizei do púbis dela pra baixo, brincando com os pelinhos, mal roçando os lábios e subindo bem devagar, pressionando com a ponta do dedo.

Percebi a respiração dela acelerando e uns gemidos bem suaves começaram a sair da boca dela enquanto meu dedo deslizava contornando o clitóris, mal tocando nele. Ela suspirou fundo no momento em que coloquei meu dedo sobre ele e comecei a massagear, fazendo círculos pequenos, pressionando com a ponta bem devagarinho.

Ela brincava com meu cabelo, acariciando minha nuca. e com suavidade empurrou minha cabeça contra ela. Então deslizei meu dedo um pouquinho mais pra baixo e minha língua tomou o lugar dele, rodeando o clitóris dela, molhando ele, beijando ele…

Meus lábios envolveram ele e comecei a brincar com ele dentro da minha boca, lambendo, apertando com a língua. Chupei ele bem de leve e ela esticou as pernas, fechando elas um pouco. Senti a pressão das coxas dela no meu rosto e a respiração dela bem ofegante, e aí ela soltou um suspiro bem fundo, relaxando na hora, ela estava gozando.

Nessa hora meu celular tocou. Tentando me acalmar, peguei ele e atendi, nossos colegas estavam nos procurando, então tivemos que interromper nosso encontro. Levantamos e fomos pro local. Ela não fez nenhum comentário naquela noite. Mas o futuro me guardava uma surpresa gostosa.

3 comentários - mi amigo y yo!

que buen relato!!! me encanto!!! te sigo!!!!