Aqui no segundo dia de férias, vivendo minha própria novela hahahaha, sério, isso tá parecendo uma novela pra mim.
Sara, uma mulher linda que tava nos seus maravilhosos 21 anos, era morena clara com cabelo castanho escuro, uns olhos cor de mel que apaixonavam qualquer um. O corpo dela era bem definido: os peitos, embora não fossem tão grandes quanto os da Monica, tinham um tamanho respeitável, com um formato redondo bem desenhado. A bunda dela, mesmo não sendo uma montanha, tinha seu valor, o que destacava ainda mais a silhueta. Quando vi ela, fiquei besta, não só pela beleza dela, mas também pelo biquíni que ela tava usando. Era daqueles que só cobrem o essencial. Na parte de cima, dava pra ver os bicos durinhos, porque marcavam por baixo do tecido, e pela parte de baixo, que era minúscula, dava pra ver que ela era depilada. O fiozinho de trás se perdia no meio daquela bunda gostosa que ela tinha.
Ela se deitou do meu lado na outra espreguiçadeira e a gente começou a conversar. Ela me contou que, desde que cheguei na piscina, tava me olhando e que queria me conhecer, mas só agora tinha criado coragem pra falar comigo. Disse que tinha vindo de férias com a família. Eu falei que também tava de férias com a minha, que viemos de tal cidade, e ela me contou que mora na cidade vizinha, umas duas horas da minha, e que a gente devia se encontrar pra se conhecer melhor. Achei legal, trocamos números e continuamos conversando. Nisso, ela mencionou que de noite tem uma balada que fica boa e perguntou se eu queria ir com ela. Aceitei na hora, porque queria diminuir a suspeita de passar muito tempo com a Monica, e não vou mentir, queria ver se rolava algo com a Sara, já que ela tava mais que gostosa. Não tinha reparado que a Monica tinha saído da piscina e ouvido o papo da balada. Quando vi ela, ia apresentar pra Sara, mas ela ignorou. A minhas palavras ela só me disse: "Me sinto mal, vou pro meu quarto."
Quem era ela? – perguntou Sara. "É minha prima", respondi. Não queria que desse problema se encontrássemos minha família. Nisso, me despedi da Sara, falei que iria ver como minha prima estava. Ela me deu um beijo na bochecha e disse que me esperava na balada. Peguei minhas coisas e fui pro quarto da Mônica e da minha tia. Quando cheguei, minha tia estava saindo do quarto e perguntei pela Mônica.
Y – Tia, como tá a Mônica? Encontrei ela na piscina e ela disse que não se sentia bem, que ia pro quarto.
T – Tá bem, filho. Agora mesmo ela tá deitada na cama descansando.
Y – Posso entrar pra ver como ela está?
T – Pode entrar, vai vê-la. Se acontecer alguma coisa, me chama.
Y – Tá bom, Tia.
Entrei no quarto. Ela estava deitada na cama, coberta com o lençol. Sentei na beirada da cama.
Y – Love, o que você tem? (tentando acariciar o ombro dela enquanto puxava o lençol)
M – Não tenho nada. Por que você não volta pra aquela puta? Parece que vocês se davam bem.
Y – Ela veio falar comigo, love. Só estávamos conversando.
M – É, muito conversadores, enquanto ela te convidava pra balada e você aceitou na hora.
M – Pelo visto, você quer comer ela também.
Y – Eu ia te convidar pra te apresentar como minha namorada pra ela.
M – Você não me engana. Vaza, não quero te ver. (já tava começando a me irritar)
Y – Porra, Mônica, não posso nem ter outra mulher chegando pra conversar que você já acha que vou te trocar por qualquer puta?
Y – Depois de tudo que a gente passou, você ainda acha que sou capaz de te trair?
Y – Sabe de uma? Faz o que você quiser. Já enchi o saco desse seu ciúme do caralho.
Saí e bati a porta com força atrás de mim. Tava muito puto, não podia acreditar que ela ainda desconfiava de mim. Decidi não estragar minhas férias, então fiquei indo da piscina pra academia e pra outros lugares incríveis que o resort tinha. Mas ainda ficava pensando na Mônica, em como tinha tratado ela. Não sou uma pessoa que se irrita fácil, só tenho meus momentos em que explodo, mas depois analiso as coisas e às vezes me arrependo. Mas dessa vez, eu não ia correr atrás dela, queria que ela se acalmasse e, quem sabe, mais tarde a gente conversasse numa boa. Entre momentos de diversão e reflexão, chegou a hora de a família se reunir e jantar junto. Então, todo mundo se encontrou num dos restaurantes do resort. Estávamos todos na mesa, comendo e batendo papo sobre como tinha sido o dia. Eu queria ver se a Monica ainda estava puta.
Eu – Monica, como você tá? Já se sente melhor?
Monica – Sim, obrigada, primo. Tô melhor sim, valeu por perguntar (respondeu de um jeito bem seco e cortante).
Tia – E o que foi que aconteceu, filha? (minha tia perguntou pra Monica)
Monica – Nada, tia. Só começou a doer muito minha barriga, talvez foi alguma coisa que comi.
Tia – Que bom que você já tá melhor.
Monica – Sim, tia, obrigada.
Nisso, a Sara chega pra cumprimentar.
Sara – Oi, como você tá? Que bom te encontrar aqui.
Eu – Oi, Sara, como vai?
Sara – Bem. Imagino que eles são sua família.
Eu – Sim, é minha família (e comecei a apresentar todo mundo).
Sara – Oi, prazer.
Sara – Então, você vai na balada hoje à noite?
Eu – Sim, claro, pode deixar (nisso, a Monica se levanta e sai).
Monica – Obrigada pelo jantar. Com licença.
Sara – Bom, então te vejo hoje à noite (se despedindo com um beijo na bochecha bem perto dos lábios, pude sentir o canto da boca dela).
Nisso, toda minha família começa a me encher o saco, perguntando quem era ela, como eu tinha conhecido uma mina tão rápido, enfim, tudo que família sempre fala. Eu explicando que tinha conhecido ela na piscina e que ela me chamou pra balada. Aí levantei e falei que precisava ir me arrumar. Saí do restaurante e fui pro meu quarto, mas antes passei no da Monica. Queria conversar com ela e tentar explicar as coisas. Quando cheguei perto da porta dela... No seu quarto, ouvi um choro. Era ela, muito triste. Naquele momento, senti minha alma se partir em pedaços, mas não podia fazer nada. Senti que talvez não fosse a hora. Então, me afastei da porta e peguei o elevador para o andar seguinte, onde ficava meu quarto. Quando a porta do elevador se abriu, minha surpresa foi encontrar a Sara lá dentro. Entrei e as portas se fecharam. Quando elas se fecharam, ela se jogou em cima de mim como uma fera selvagem em cima da presa, começou a devorar meus lábios.
E – Sara, o que você tá fazendo??
S – Não dava pra esperar até mais tarde.
S – Desde que te vi, quis fazer isso e muito mais. Quero que você me coma como uma puta.
Naquele momento, me perdi no calor da paixão e continuei beijando a Sara como um louco. As portas do elevador se abriram e, sem parar de beijá-la, a levei pro meu quarto. Abri a porta do quarto, entramos, joguei ela na cama e arranquei a roupa dela de um só movimento. Mas antes, me levantei e coloquei na maçaneta da porta os avisos de "não perturbe" e tranquei a porta. Voltei pra onde a Sara estava, continuei beijando ela, tirei toda a roupa íntima dela, deixando exposto aquele corpo lindo que eu tinha visto na piscina, mas dessa vez completamente nua. Pude ver como os mamilos dela eram de um rosa suave e, de fato, ela estava depilada na buceta. Naquele momento, tirei minha roupa e já estava com uma puta ereção. Comecei massageando e chupando aqueles peitos lindos, mordendo e puxando de leve os mamilos dela. Depois, desci pra buceta dela e comecei a devorar aquela buceta deliciosa. Naquele momento, eu já não era mais um homem, virei uma besta movida pela luxúria e pela paixão. Num momento de lucidez, consegui pegar uma camisinha que eu tinha e coloquei. Nesse ponto, ela já estava com um mar de sucos na buceta, o que facilitou pra eu penetrar ela.
S – Meu hotel, meu hotel, não aguento mais. Faz forte, me destrói, sou sua puta, me arrebenta.
Naquele momento, posicionei meu pau na entrada da buceta dela e... Só de uma enfiada, mandei tudo até o fundo dela.
S – Siiiiiiiiiiii aaaaaaahhhhhhhhh assim que eu gosto, forte, mais forte
Eu tinha virado um bicho que só queria comer ela do jeito mais selvagem e violento que existia. Naquela hora, tirei da buceta dela, virei ela e coloquei meu pau na entrada do cu dela, e comecei a fazer pressão.
S – não, espera, aí ainda não meteram
Sem ligar pros pedidos dela, investi contra ela e de uma vez só mandei tudo pelo cu.
S – ahhhhhh foi um grito de rasgar, mas ao mesmo tempo com um toque de prazer
Y – não, você não gostava de forte, sua puta? Agora sente tudo, vai saber o que é bom
Depois de alguns segundos, ela começou a gozar
S – ahhhhhh sim, adoro, você sabe como me satisfazer, me castiga, me faz sentir mais dor, mais prazer
Y – Cala a boca, putas como você não merecem falar (comecei a dar tapas nela uma e outra vez)
S – sim, sou sua puta, faz o que quiser comigo, me parte, me bate
Então, enquanto continuava penetrando ela com força pelo cu, comecei a puxar forte os bicos dos peitos dela, dava pra sentir como a buceta dela tava toda molhada e até minhas pernas já estavam encharcadas com todos os sucos dela. Nisso, tirei meu pau do cu dela e joguei ela na cama e voltei a atacar a buceta dela, metendo uma e outra vez entre gritos e gemidos que ela soltava, quando uma coisa estranha aconteceu. Ela envolveu as mãos no meu pescoço, naquela hora tive uma lembrança da primeira vez que fiz com a Mônica, hesitei por um momento, mas voltei a meter forte na Sara. Nisso, senti que tava quase gozando, tirei meu pau da Sara e arranquei a camisinha, puxei ela pelo cabelo e fiz ela começar a chupar meu pau, mas era eu quem mantinha o ritmo e fazia ela engasgar, porque eu forçava ela a engolir meu pau inteiro. Na hora que acabei, deixei todo meu pau dentro da boca dela e gozei dentro da garganta dela, foram três jorradas bem fortes. Quando finalmente soltei a última, tirei meu pau da boca dela e ela começou a tossir um pouco, mas não deixou cair nem uma gota de porra, nisso caímos os dois exaustos na cama.
S – foi incrível, nunca tinham me comido como você fez
Y – eu nunca imaginei que você gostasse de sexo pesado
S – adoro, sabia que não tinha me enganado com você
Ela começou a se vestir e antes de sair do quarto me deu um beijo longo e disse “te espero na balada, espero que isso se repita muitas vezes mais”, saiu do quarto e fiquei só eu, já tinha me acalmado um pouco, mas não conseguia parar de pensar naquele momento em que tive a lembrança da primeira vez que transei com a Monica, decidi entrar no chuveiro pra tentar clarear meus pensamentos e começar a me arrumar, já que em poucas horas iria pra balada, ao sair do banheiro encontro o namorado da minha prima, e ele me pergunta qual é a dessa história com a Sara e por que minha cama estava bagunçada.
Y – hahahaha encontrei a Sara no elevador e acabamos transando como loucos na cama
N – puta que pariu, você tá aproveitando bem essas férias
Y – Nem tanto, viu que a Monica estava meio fria no jantar, a gente brigou
Y – na piscina quando conheci a Sara e ela me convidou pra balada e eu aceitei na hora e ela ouviu e começou com o ciúme dela, fui no quarto dela tentar resolver as coisas e só acabei falando coisas que magoaram ela
N – puta que pariu, mas você conheceu a Sara e pelo que vejo não passou mal com ela hahahahaha
Y – não, não foi ruim, mas teve algo estranho, num momento em que estava com ela, tive uma lembrança da primeira vez que transei com a Monica.
N – puta que pariu, é óbvio que Sara é só sexo, mas a Monica você ama ou não?
Y – claro que amo, mas às vezes me irrita o ciúme dela
N – isso é em todo relacionamento, mas você tem que fazer ela confiar em você
Y – e como eu faço isso??
N – mostrando que você ama ela
N – olha, agora melhor vai pra balada, se distrai um pouco e depois você se preocupa com a Monica, que nesse estado você não vai conseguir fazer muita coisa
Y – Você tem razão, obrigado por ouvir velho
N – não é nada velho, se arruma que vai ficar tarde
Comecei a me arrumar pra ir pra balada, algo nem muito formal, nem muito informal, terminei de me preparar mas ainda faltava meia hora pra ir, então saí na sacada do quarto, e minha mente começou a viajar, vinham lembranças do primeiro dia que me encontrei com a Mônica, os momentos que a gente passou, do sorriso gostoso dela, com todas essas lembranças não consegui evitar de me sentir mal, mas me recomponho e decido focar em me divertir essa noite, ouço baterem na porta e vou abrir, quando abro, minha surpresa que era a Sara que estava batendo, ela entra de repente e começa a me beijar de língua igual tinha feito algumas horas atrás.
Y – Sara, o que você tá fazendo aqui? Pensei que a gente ia se ver na balada
S – era pra ser assim, mas não aguentei a vontade de te ver, então resolvi passar pra te buscar
S – ei, que tal se a gente não for pra balada e ficar aqui no seu quarto aproveitando a companhia um do outro?
Y – hahaha adoraria, mas a gente usou ele à tarde e agora à noite meu parceiro reservou pra passar um tempo com a namorada dele
S – aaaah que merda, então vamos pra balada (pegando meu braço e apertando contra os peitos dela)
Chegamos na balada do resort, o clima já tava pegando fogo, começamos a dançar, dava pra ver que ela tava toda molhada porque o jeito dela dançar era muito excitante, ela esfregava a bunda dela na minha pica e roçava de baixo pra cima, também quando a gente ficava de frente ela passava a mão dela da minha pica até meu peito, enquanto me beijava com paixão, eu não ficava atrás, quando ela esfregava a bunda em mim, eu passava minhas mãos da cintura dela até os peitos, e provocava aqueles bicos que estavam duros como pedra, a gente dançou assim por umas horas, e descansava pra tomar algo leve, no meio da noite enquanto dançava com a Sara do outro lado da pista vi a Mônica, que tava dançando com um cara que eu nem sabia quem era, naquela hora senti o sangue ferver, pensei em pegar a Sara e meter nela selvagemente igual a gente tinha feito horas antes, mas resolvi ficar dançando com ela, pra ela perceber que não era a única que podia deixar o outro com ciúme.
Se antes as danças da Sara já eram excitantes, sentindo essa raiva do ciúme, quase a gente começava a trepar no meio da pista de dança. De vez em quando virava pra olhar a Mônica e percebi que ela tava nos observando. Quando encarei ela nos olhos por um tempão, notei tristeza no olhar dela. Naquela hora, igual quando tava com a Sara na cama, começaram a bombardear minha cabeça lembranças e momentos felizes com ela, não conseguia tirar ela da minha mente. Nisso, a Sara pega meu rosto e começa a me beijar apaixonadamente. Quando viro pra ver a Mônica, juraria que uma lágrima caiu dos olhos dela. Vendo aquilo, meu coração e minha alma se partiram, tinha quebrado minha promessa. Prometi que não deixaria ela chorar de novo e, pior ainda, eu era a causa das lágrimas dela. Nisso, vejo o cara com quem ela dançava sussurrar algo no ouvido dela, ela só balança a cabeça e ele começa a levar ela pra fora da balada. Minha cabeça sabia o que ele tinha dito e pra onde iam. Ela me olhou uma última vez e começou a ir embora. Naquela hora, afastei a Sara de mim.
E – Desculpa, Sara, tenho que ir. Preciso fazer algo importante, sinto muito te deixar sozinha.
E – Por favor, me entende, a gente conversa depois, sim?
S – Tá bom, mas você vai ter que fazer mais do que só conversar (ela disse enquanto me beijava).
S – De qualquer jeito, já tava ficando entediada. Vou pro meu quarto, vou te esperar (colocando a mão no meu pau).
Corri atrás da Mônica, eles estavam quase entrando no elevador. Corri o mais rápido que pude e, antes da porta fechar de vez, consegui enfiar a mão e impedir que ela fosse embora, e tirei ela do cara com quem tava. T (Tipo) – Que porra é essa, maluco?
Y – Desculpa, véio, não posso deixar você tirar o amor da minha vida, ela é tudo pra mim.
T – Ela tá comigo, larga ela.
Y – Não vou fazer isso, se eu deixar ela ir, vou perdê-la pra sempre.
Peguei a Mônica pela mão e tirei ela do elevador.
T – Faz o que quiser, tem mais mulher na balada, vou nessa.
O cara saiu do elevador e voltou pra balança pra arrumar outra pra comer, enquanto eu segurava a Mônica pela mão, puxei ela pra perto, encostei ela na minha cintura e juntei a testa dela com a minha.
Y – Desculpa, amor, me perdoa, não queria falar tudo aquilo que te falei (os dois chorando).
Y – Me perdoa, você é a única pra mim, as outras mulheres não significam nada (beijando os lábios dela).
M – Eu também sinto muito, amor, nunca devia ter desconfiado de você, fui uma idiota por achar que você me trocaria por outra (respondendo aos beijos).
M – Tava com medo de que, se você me largasse, eu não teria mais ninguém, só amo você.
Y – Eu também só amo você, e mais ninguém.
M – Eu sei, amor, eu sei.
Naquele momento, decidimos passar um tempo a sós, mas não podíamos ir pro meu quarto porque minha prima e o namorado dela ainda estavam usando. A gente tinha combinado que ele me avisaria quando eu pudesse voltar, e não dava pra ir pro quarto dela porque minha tia tava lá, então não era opção. Resolvemos caminhar pelo hotel até achar uma piscina com pouca gente, quase deserta. Deitamos os dois numa única espreguiçadeira, ela encostada no meu peito, ficamos conversando e nos beijando um pouco, até que ficamos só nós na piscina.
Y – Amor, queria te mostrar que você é a única mulher pra mim, a que eu amo, a que eu desejo, a dona do meu corpo, da minha alma e do meu coração.
Y – Mas não sei como provar isso.
M – Mas eu sei como você pode fazer.
Y – Então me fala, deixa eu te mostrar que você é meu tudo, e sem Tu não sou nada
M – Quero que você me faça feliz, que me dê tudo, e ao mesmo tempo nada. Quero prazer... Quero amor como só você pode me dar.
Ao ouvir o que ela queria, peguei delicadamente o rosto dela e comecei a beijá-la de um jeito que só podia expressar amor e desejo, mas o desejo de estar com a mulher que você ama, a mulher perfeita pra você. Minhas mãos percorriam o corpo dela, desde as coxas, subindo, passando pelos glúteos firmes, acariciando suas costas enquanto abria o zíper do seu lindo vestido preto. Minhas mãos voltaram ao seu rosto lindo, desci pelas tetas macias e duras enquanto meus beijos desciam pelo seu pescoço, enquanto ela ficava completamente exposta e desprotegida diante de mim. Não importa quantas vezes eu olhe, nem quantas vezes eu possua esse corpo gostoso, sempre me apaixono e me excito com aquele corpo de deusa. Me afastei dela só por uns instantes enquanto tirava minha calça jeans. Decidimos ficar só de calcinha e cueca, não por medo, mas porque não precisávamos estar pelados pra sentir o amor e a alma um do outro. Continuamos nos beijando, nos fundindo num beijo não de luxúria e paixão desenfreada, mas num em que o espírito e os corações existem e batem em uníssono.
Devagar, fomos entrando na piscina, naquela piscina que brilhava com a luz da lua, debaixo daquele céu estrelado. O corpo da Mônica voltou a ser meu e meu coração voltou a ser dela. Começamos a acariciar o corpo um do outro. A gente se fazia falta, como a água faz falta pra quem atravessa o deserto. Beijava seu pescoço enquanto minhas mãos apertavam seus glúteos firmes e a puxavam pra perto de mim. Meus beijos desciam do pescoço dela até os peitos. Mergulhamos debaixo d'água e continuamos com nossas carícias. Naquele momento, a gente se sentia as únicas almas no universo. Nada mais importava, só ter um ao outro. Depois de tantas carícias, estávamos prontos pra ser um só de novo. Chegamos perto da borda e apoiei a Mônica. Na borda da piscina, puxei a tanga dela só um pouquinho pra deixar a entrada do Paraíso exposta, coloquei meu pau na entrada e fui entrando devagar nas cavernas dela, até que finalmente entrei por completo. O movimento de vai e vem foi lento e extremamente prazeroso, dava pra sentir cada parte do outro. Ficamos um bom tempo trocando de posição, mas sempre mantendo o mesmo ritmo, não queríamos que aquele momento acabasse nunca, até que finalmente nenhum dos dois aguentou mais e gozamos juntos. Naquele instante em que o coração acelera, dava pra sentir os dois batendo no mesmo ritmo, o que nos deixou muito felizes. Aquela noite não foi de desenfreada paixão, foi uma noite de reconciliação, amor e promessas.
Ficamos boiando na piscina por mais um tempo, olhando o céu estrelado. Pouco depois saímos e só vestimos a roupa por cima, sem calcinha nem cueca, porque estava tudo molhado. Ainda lembro como os mamilos dela marcavam por baixo da blusa por causa do frio. Fomos pros nossos quartos, já que era tarde. Nessa altura, já tinha recebido uma mensagem do namorado da minha prima dizendo que tinham terminado. Então fui levar a Mônica até o quarto dela e nos despedimos naquela noite com um beijo. Depois voltei pro meu quarto, tomei um banho quente rápido e fui dormir. Antes de cair no sono, recebi duas mensagens: uma da Mônica e outra da Sara.
Mensagem da Mônica:
"Oi, amor, obrigado por me mostrar o quanto você me ama. Prometo que nunca mais vou duvidar de você. Sou sua de alma e corpo. Te amo, boa noite."
Mensagem da Sara:
"Oi, meu fera, nem sabe quanta vontade eu tô de repetir o que rolou no seu quarto. Também espero que você possa me explicar o que aconteceu na balada, que você saiu correndo. Eu esperava outra rodada de dor e prazer. Me liga.
P.S.: Fui uma menina muito má e mereço um castigo severo."
Tinha coisas pra resolver, mas não pretendia largar nenhuma das duas. Mesmo assim... É verdade que amei e amo a Mônica, o sexo com a Sara foi incrível, mas não passaria disso.
Bom, em breve terei o próximo e mais adiante estará "o retorno da Sara".
Sara, uma mulher linda que tava nos seus maravilhosos 21 anos, era morena clara com cabelo castanho escuro, uns olhos cor de mel que apaixonavam qualquer um. O corpo dela era bem definido: os peitos, embora não fossem tão grandes quanto os da Monica, tinham um tamanho respeitável, com um formato redondo bem desenhado. A bunda dela, mesmo não sendo uma montanha, tinha seu valor, o que destacava ainda mais a silhueta. Quando vi ela, fiquei besta, não só pela beleza dela, mas também pelo biquíni que ela tava usando. Era daqueles que só cobrem o essencial. Na parte de cima, dava pra ver os bicos durinhos, porque marcavam por baixo do tecido, e pela parte de baixo, que era minúscula, dava pra ver que ela era depilada. O fiozinho de trás se perdia no meio daquela bunda gostosa que ela tinha.
Ela se deitou do meu lado na outra espreguiçadeira e a gente começou a conversar. Ela me contou que, desde que cheguei na piscina, tava me olhando e que queria me conhecer, mas só agora tinha criado coragem pra falar comigo. Disse que tinha vindo de férias com a família. Eu falei que também tava de férias com a minha, que viemos de tal cidade, e ela me contou que mora na cidade vizinha, umas duas horas da minha, e que a gente devia se encontrar pra se conhecer melhor. Achei legal, trocamos números e continuamos conversando. Nisso, ela mencionou que de noite tem uma balada que fica boa e perguntou se eu queria ir com ela. Aceitei na hora, porque queria diminuir a suspeita de passar muito tempo com a Monica, e não vou mentir, queria ver se rolava algo com a Sara, já que ela tava mais que gostosa. Não tinha reparado que a Monica tinha saído da piscina e ouvido o papo da balada. Quando vi ela, ia apresentar pra Sara, mas ela ignorou. A minhas palavras ela só me disse: "Me sinto mal, vou pro meu quarto."
Quem era ela? – perguntou Sara. "É minha prima", respondi. Não queria que desse problema se encontrássemos minha família. Nisso, me despedi da Sara, falei que iria ver como minha prima estava. Ela me deu um beijo na bochecha e disse que me esperava na balada. Peguei minhas coisas e fui pro quarto da Mônica e da minha tia. Quando cheguei, minha tia estava saindo do quarto e perguntei pela Mônica.
Y – Tia, como tá a Mônica? Encontrei ela na piscina e ela disse que não se sentia bem, que ia pro quarto.
T – Tá bem, filho. Agora mesmo ela tá deitada na cama descansando.
Y – Posso entrar pra ver como ela está?
T – Pode entrar, vai vê-la. Se acontecer alguma coisa, me chama.
Y – Tá bom, Tia.
Entrei no quarto. Ela estava deitada na cama, coberta com o lençol. Sentei na beirada da cama.
Y – Love, o que você tem? (tentando acariciar o ombro dela enquanto puxava o lençol)
M – Não tenho nada. Por que você não volta pra aquela puta? Parece que vocês se davam bem.
Y – Ela veio falar comigo, love. Só estávamos conversando.
M – É, muito conversadores, enquanto ela te convidava pra balada e você aceitou na hora.
M – Pelo visto, você quer comer ela também.
Y – Eu ia te convidar pra te apresentar como minha namorada pra ela.
M – Você não me engana. Vaza, não quero te ver. (já tava começando a me irritar)
Y – Porra, Mônica, não posso nem ter outra mulher chegando pra conversar que você já acha que vou te trocar por qualquer puta?
Y – Depois de tudo que a gente passou, você ainda acha que sou capaz de te trair?
Y – Sabe de uma? Faz o que você quiser. Já enchi o saco desse seu ciúme do caralho.
Saí e bati a porta com força atrás de mim. Tava muito puto, não podia acreditar que ela ainda desconfiava de mim. Decidi não estragar minhas férias, então fiquei indo da piscina pra academia e pra outros lugares incríveis que o resort tinha. Mas ainda ficava pensando na Mônica, em como tinha tratado ela. Não sou uma pessoa que se irrita fácil, só tenho meus momentos em que explodo, mas depois analiso as coisas e às vezes me arrependo. Mas dessa vez, eu não ia correr atrás dela, queria que ela se acalmasse e, quem sabe, mais tarde a gente conversasse numa boa. Entre momentos de diversão e reflexão, chegou a hora de a família se reunir e jantar junto. Então, todo mundo se encontrou num dos restaurantes do resort. Estávamos todos na mesa, comendo e batendo papo sobre como tinha sido o dia. Eu queria ver se a Monica ainda estava puta.
Eu – Monica, como você tá? Já se sente melhor?
Monica – Sim, obrigada, primo. Tô melhor sim, valeu por perguntar (respondeu de um jeito bem seco e cortante).
Tia – E o que foi que aconteceu, filha? (minha tia perguntou pra Monica)
Monica – Nada, tia. Só começou a doer muito minha barriga, talvez foi alguma coisa que comi.
Tia – Que bom que você já tá melhor.
Monica – Sim, tia, obrigada.
Nisso, a Sara chega pra cumprimentar.
Sara – Oi, como você tá? Que bom te encontrar aqui.
Eu – Oi, Sara, como vai?
Sara – Bem. Imagino que eles são sua família.
Eu – Sim, é minha família (e comecei a apresentar todo mundo).
Sara – Oi, prazer.
Sara – Então, você vai na balada hoje à noite?
Eu – Sim, claro, pode deixar (nisso, a Monica se levanta e sai).
Monica – Obrigada pelo jantar. Com licença.
Sara – Bom, então te vejo hoje à noite (se despedindo com um beijo na bochecha bem perto dos lábios, pude sentir o canto da boca dela).
Nisso, toda minha família começa a me encher o saco, perguntando quem era ela, como eu tinha conhecido uma mina tão rápido, enfim, tudo que família sempre fala. Eu explicando que tinha conhecido ela na piscina e que ela me chamou pra balada. Aí levantei e falei que precisava ir me arrumar. Saí do restaurante e fui pro meu quarto, mas antes passei no da Monica. Queria conversar com ela e tentar explicar as coisas. Quando cheguei perto da porta dela... No seu quarto, ouvi um choro. Era ela, muito triste. Naquele momento, senti minha alma se partir em pedaços, mas não podia fazer nada. Senti que talvez não fosse a hora. Então, me afastei da porta e peguei o elevador para o andar seguinte, onde ficava meu quarto. Quando a porta do elevador se abriu, minha surpresa foi encontrar a Sara lá dentro. Entrei e as portas se fecharam. Quando elas se fecharam, ela se jogou em cima de mim como uma fera selvagem em cima da presa, começou a devorar meus lábios.
E – Sara, o que você tá fazendo??
S – Não dava pra esperar até mais tarde.
S – Desde que te vi, quis fazer isso e muito mais. Quero que você me coma como uma puta.
Naquele momento, me perdi no calor da paixão e continuei beijando a Sara como um louco. As portas do elevador se abriram e, sem parar de beijá-la, a levei pro meu quarto. Abri a porta do quarto, entramos, joguei ela na cama e arranquei a roupa dela de um só movimento. Mas antes, me levantei e coloquei na maçaneta da porta os avisos de "não perturbe" e tranquei a porta. Voltei pra onde a Sara estava, continuei beijando ela, tirei toda a roupa íntima dela, deixando exposto aquele corpo lindo que eu tinha visto na piscina, mas dessa vez completamente nua. Pude ver como os mamilos dela eram de um rosa suave e, de fato, ela estava depilada na buceta. Naquele momento, tirei minha roupa e já estava com uma puta ereção. Comecei massageando e chupando aqueles peitos lindos, mordendo e puxando de leve os mamilos dela. Depois, desci pra buceta dela e comecei a devorar aquela buceta deliciosa. Naquele momento, eu já não era mais um homem, virei uma besta movida pela luxúria e pela paixão. Num momento de lucidez, consegui pegar uma camisinha que eu tinha e coloquei. Nesse ponto, ela já estava com um mar de sucos na buceta, o que facilitou pra eu penetrar ela.
S – Meu hotel, meu hotel, não aguento mais. Faz forte, me destrói, sou sua puta, me arrebenta.
Naquele momento, posicionei meu pau na entrada da buceta dela e... Só de uma enfiada, mandei tudo até o fundo dela.
S – Siiiiiiiiiiii aaaaaaahhhhhhhhh assim que eu gosto, forte, mais forte
Eu tinha virado um bicho que só queria comer ela do jeito mais selvagem e violento que existia. Naquela hora, tirei da buceta dela, virei ela e coloquei meu pau na entrada do cu dela, e comecei a fazer pressão.
S – não, espera, aí ainda não meteram
Sem ligar pros pedidos dela, investi contra ela e de uma vez só mandei tudo pelo cu.
S – ahhhhhh foi um grito de rasgar, mas ao mesmo tempo com um toque de prazer
Y – não, você não gostava de forte, sua puta? Agora sente tudo, vai saber o que é bom
Depois de alguns segundos, ela começou a gozar
S – ahhhhhh sim, adoro, você sabe como me satisfazer, me castiga, me faz sentir mais dor, mais prazer
Y – Cala a boca, putas como você não merecem falar (comecei a dar tapas nela uma e outra vez)
S – sim, sou sua puta, faz o que quiser comigo, me parte, me bate
Então, enquanto continuava penetrando ela com força pelo cu, comecei a puxar forte os bicos dos peitos dela, dava pra sentir como a buceta dela tava toda molhada e até minhas pernas já estavam encharcadas com todos os sucos dela. Nisso, tirei meu pau do cu dela e joguei ela na cama e voltei a atacar a buceta dela, metendo uma e outra vez entre gritos e gemidos que ela soltava, quando uma coisa estranha aconteceu. Ela envolveu as mãos no meu pescoço, naquela hora tive uma lembrança da primeira vez que fiz com a Mônica, hesitei por um momento, mas voltei a meter forte na Sara. Nisso, senti que tava quase gozando, tirei meu pau da Sara e arranquei a camisinha, puxei ela pelo cabelo e fiz ela começar a chupar meu pau, mas era eu quem mantinha o ritmo e fazia ela engasgar, porque eu forçava ela a engolir meu pau inteiro. Na hora que acabei, deixei todo meu pau dentro da boca dela e gozei dentro da garganta dela, foram três jorradas bem fortes. Quando finalmente soltei a última, tirei meu pau da boca dela e ela começou a tossir um pouco, mas não deixou cair nem uma gota de porra, nisso caímos os dois exaustos na cama.
S – foi incrível, nunca tinham me comido como você fez
Y – eu nunca imaginei que você gostasse de sexo pesado
S – adoro, sabia que não tinha me enganado com você
Ela começou a se vestir e antes de sair do quarto me deu um beijo longo e disse “te espero na balada, espero que isso se repita muitas vezes mais”, saiu do quarto e fiquei só eu, já tinha me acalmado um pouco, mas não conseguia parar de pensar naquele momento em que tive a lembrança da primeira vez que transei com a Monica, decidi entrar no chuveiro pra tentar clarear meus pensamentos e começar a me arrumar, já que em poucas horas iria pra balada, ao sair do banheiro encontro o namorado da minha prima, e ele me pergunta qual é a dessa história com a Sara e por que minha cama estava bagunçada.
Y – hahahaha encontrei a Sara no elevador e acabamos transando como loucos na cama
N – puta que pariu, você tá aproveitando bem essas férias
Y – Nem tanto, viu que a Monica estava meio fria no jantar, a gente brigou
Y – na piscina quando conheci a Sara e ela me convidou pra balada e eu aceitei na hora e ela ouviu e começou com o ciúme dela, fui no quarto dela tentar resolver as coisas e só acabei falando coisas que magoaram ela
N – puta que pariu, mas você conheceu a Sara e pelo que vejo não passou mal com ela hahahahaha
Y – não, não foi ruim, mas teve algo estranho, num momento em que estava com ela, tive uma lembrança da primeira vez que transei com a Monica.
N – puta que pariu, é óbvio que Sara é só sexo, mas a Monica você ama ou não?
Y – claro que amo, mas às vezes me irrita o ciúme dela
N – isso é em todo relacionamento, mas você tem que fazer ela confiar em você
Y – e como eu faço isso??
N – mostrando que você ama ela
N – olha, agora melhor vai pra balada, se distrai um pouco e depois você se preocupa com a Monica, que nesse estado você não vai conseguir fazer muita coisa
Y – Você tem razão, obrigado por ouvir velho
N – não é nada velho, se arruma que vai ficar tarde
Comecei a me arrumar pra ir pra balada, algo nem muito formal, nem muito informal, terminei de me preparar mas ainda faltava meia hora pra ir, então saí na sacada do quarto, e minha mente começou a viajar, vinham lembranças do primeiro dia que me encontrei com a Mônica, os momentos que a gente passou, do sorriso gostoso dela, com todas essas lembranças não consegui evitar de me sentir mal, mas me recomponho e decido focar em me divertir essa noite, ouço baterem na porta e vou abrir, quando abro, minha surpresa que era a Sara que estava batendo, ela entra de repente e começa a me beijar de língua igual tinha feito algumas horas atrás.
Y – Sara, o que você tá fazendo aqui? Pensei que a gente ia se ver na balada
S – era pra ser assim, mas não aguentei a vontade de te ver, então resolvi passar pra te buscar
S – ei, que tal se a gente não for pra balada e ficar aqui no seu quarto aproveitando a companhia um do outro?
Y – hahaha adoraria, mas a gente usou ele à tarde e agora à noite meu parceiro reservou pra passar um tempo com a namorada dele
S – aaaah que merda, então vamos pra balada (pegando meu braço e apertando contra os peitos dela)
Chegamos na balada do resort, o clima já tava pegando fogo, começamos a dançar, dava pra ver que ela tava toda molhada porque o jeito dela dançar era muito excitante, ela esfregava a bunda dela na minha pica e roçava de baixo pra cima, também quando a gente ficava de frente ela passava a mão dela da minha pica até meu peito, enquanto me beijava com paixão, eu não ficava atrás, quando ela esfregava a bunda em mim, eu passava minhas mãos da cintura dela até os peitos, e provocava aqueles bicos que estavam duros como pedra, a gente dançou assim por umas horas, e descansava pra tomar algo leve, no meio da noite enquanto dançava com a Sara do outro lado da pista vi a Mônica, que tava dançando com um cara que eu nem sabia quem era, naquela hora senti o sangue ferver, pensei em pegar a Sara e meter nela selvagemente igual a gente tinha feito horas antes, mas resolvi ficar dançando com ela, pra ela perceber que não era a única que podia deixar o outro com ciúme.
Se antes as danças da Sara já eram excitantes, sentindo essa raiva do ciúme, quase a gente começava a trepar no meio da pista de dança. De vez em quando virava pra olhar a Mônica e percebi que ela tava nos observando. Quando encarei ela nos olhos por um tempão, notei tristeza no olhar dela. Naquela hora, igual quando tava com a Sara na cama, começaram a bombardear minha cabeça lembranças e momentos felizes com ela, não conseguia tirar ela da minha mente. Nisso, a Sara pega meu rosto e começa a me beijar apaixonadamente. Quando viro pra ver a Mônica, juraria que uma lágrima caiu dos olhos dela. Vendo aquilo, meu coração e minha alma se partiram, tinha quebrado minha promessa. Prometi que não deixaria ela chorar de novo e, pior ainda, eu era a causa das lágrimas dela. Nisso, vejo o cara com quem ela dançava sussurrar algo no ouvido dela, ela só balança a cabeça e ele começa a levar ela pra fora da balada. Minha cabeça sabia o que ele tinha dito e pra onde iam. Ela me olhou uma última vez e começou a ir embora. Naquela hora, afastei a Sara de mim.
E – Desculpa, Sara, tenho que ir. Preciso fazer algo importante, sinto muito te deixar sozinha.
E – Por favor, me entende, a gente conversa depois, sim?
S – Tá bom, mas você vai ter que fazer mais do que só conversar (ela disse enquanto me beijava).
S – De qualquer jeito, já tava ficando entediada. Vou pro meu quarto, vou te esperar (colocando a mão no meu pau).
Corri atrás da Mônica, eles estavam quase entrando no elevador. Corri o mais rápido que pude e, antes da porta fechar de vez, consegui enfiar a mão e impedir que ela fosse embora, e tirei ela do cara com quem tava. T (Tipo) – Que porra é essa, maluco?
Y – Desculpa, véio, não posso deixar você tirar o amor da minha vida, ela é tudo pra mim.
T – Ela tá comigo, larga ela.
Y – Não vou fazer isso, se eu deixar ela ir, vou perdê-la pra sempre.
Peguei a Mônica pela mão e tirei ela do elevador.
T – Faz o que quiser, tem mais mulher na balada, vou nessa.
O cara saiu do elevador e voltou pra balança pra arrumar outra pra comer, enquanto eu segurava a Mônica pela mão, puxei ela pra perto, encostei ela na minha cintura e juntei a testa dela com a minha.
Y – Desculpa, amor, me perdoa, não queria falar tudo aquilo que te falei (os dois chorando).
Y – Me perdoa, você é a única pra mim, as outras mulheres não significam nada (beijando os lábios dela).
M – Eu também sinto muito, amor, nunca devia ter desconfiado de você, fui uma idiota por achar que você me trocaria por outra (respondendo aos beijos).
M – Tava com medo de que, se você me largasse, eu não teria mais ninguém, só amo você.
Y – Eu também só amo você, e mais ninguém.
M – Eu sei, amor, eu sei.
Naquele momento, decidimos passar um tempo a sós, mas não podíamos ir pro meu quarto porque minha prima e o namorado dela ainda estavam usando. A gente tinha combinado que ele me avisaria quando eu pudesse voltar, e não dava pra ir pro quarto dela porque minha tia tava lá, então não era opção. Resolvemos caminhar pelo hotel até achar uma piscina com pouca gente, quase deserta. Deitamos os dois numa única espreguiçadeira, ela encostada no meu peito, ficamos conversando e nos beijando um pouco, até que ficamos só nós na piscina.
Y – Amor, queria te mostrar que você é a única mulher pra mim, a que eu amo, a que eu desejo, a dona do meu corpo, da minha alma e do meu coração.
Y – Mas não sei como provar isso.
M – Mas eu sei como você pode fazer.
Y – Então me fala, deixa eu te mostrar que você é meu tudo, e sem Tu não sou nada
M – Quero que você me faça feliz, que me dê tudo, e ao mesmo tempo nada. Quero prazer... Quero amor como só você pode me dar.
Ao ouvir o que ela queria, peguei delicadamente o rosto dela e comecei a beijá-la de um jeito que só podia expressar amor e desejo, mas o desejo de estar com a mulher que você ama, a mulher perfeita pra você. Minhas mãos percorriam o corpo dela, desde as coxas, subindo, passando pelos glúteos firmes, acariciando suas costas enquanto abria o zíper do seu lindo vestido preto. Minhas mãos voltaram ao seu rosto lindo, desci pelas tetas macias e duras enquanto meus beijos desciam pelo seu pescoço, enquanto ela ficava completamente exposta e desprotegida diante de mim. Não importa quantas vezes eu olhe, nem quantas vezes eu possua esse corpo gostoso, sempre me apaixono e me excito com aquele corpo de deusa. Me afastei dela só por uns instantes enquanto tirava minha calça jeans. Decidimos ficar só de calcinha e cueca, não por medo, mas porque não precisávamos estar pelados pra sentir o amor e a alma um do outro. Continuamos nos beijando, nos fundindo num beijo não de luxúria e paixão desenfreada, mas num em que o espírito e os corações existem e batem em uníssono.
Devagar, fomos entrando na piscina, naquela piscina que brilhava com a luz da lua, debaixo daquele céu estrelado. O corpo da Mônica voltou a ser meu e meu coração voltou a ser dela. Começamos a acariciar o corpo um do outro. A gente se fazia falta, como a água faz falta pra quem atravessa o deserto. Beijava seu pescoço enquanto minhas mãos apertavam seus glúteos firmes e a puxavam pra perto de mim. Meus beijos desciam do pescoço dela até os peitos. Mergulhamos debaixo d'água e continuamos com nossas carícias. Naquele momento, a gente se sentia as únicas almas no universo. Nada mais importava, só ter um ao outro. Depois de tantas carícias, estávamos prontos pra ser um só de novo. Chegamos perto da borda e apoiei a Mônica. Na borda da piscina, puxei a tanga dela só um pouquinho pra deixar a entrada do Paraíso exposta, coloquei meu pau na entrada e fui entrando devagar nas cavernas dela, até que finalmente entrei por completo. O movimento de vai e vem foi lento e extremamente prazeroso, dava pra sentir cada parte do outro. Ficamos um bom tempo trocando de posição, mas sempre mantendo o mesmo ritmo, não queríamos que aquele momento acabasse nunca, até que finalmente nenhum dos dois aguentou mais e gozamos juntos. Naquele instante em que o coração acelera, dava pra sentir os dois batendo no mesmo ritmo, o que nos deixou muito felizes. Aquela noite não foi de desenfreada paixão, foi uma noite de reconciliação, amor e promessas.
Ficamos boiando na piscina por mais um tempo, olhando o céu estrelado. Pouco depois saímos e só vestimos a roupa por cima, sem calcinha nem cueca, porque estava tudo molhado. Ainda lembro como os mamilos dela marcavam por baixo da blusa por causa do frio. Fomos pros nossos quartos, já que era tarde. Nessa altura, já tinha recebido uma mensagem do namorado da minha prima dizendo que tinham terminado. Então fui levar a Mônica até o quarto dela e nos despedimos naquela noite com um beijo. Depois voltei pro meu quarto, tomei um banho quente rápido e fui dormir. Antes de cair no sono, recebi duas mensagens: uma da Mônica e outra da Sara.
Mensagem da Mônica:
"Oi, amor, obrigado por me mostrar o quanto você me ama. Prometo que nunca mais vou duvidar de você. Sou sua de alma e corpo. Te amo, boa noite."
Mensagem da Sara:
"Oi, meu fera, nem sabe quanta vontade eu tô de repetir o que rolou no seu quarto. Também espero que você possa me explicar o que aconteceu na balada, que você saiu correndo. Eu esperava outra rodada de dor e prazer. Me liga.
P.S.: Fui uma menina muito má e mereço um castigo severo."
Tinha coisas pra resolver, mas não pretendia largar nenhuma das duas. Mesmo assim... É verdade que amei e amo a Mônica, o sexo com a Sara foi incrível, mas não passaria disso.
Bom, em breve terei o próximo e mais adiante estará "o retorno da Sara".
4 comentários - Minha prima é uma ninfomaníaca 2