FALA COMUNIDADE P! TÔ DEIXANDO AQUI UM RELATO DE UMA DAS COISAS QUE MAIS ME DÁ TESÃO, O INCESTO. ESPERO QUE CURTAM, ABRAÇOS!Ainda hoje me lembro com saudade daquelas primeiras experiências da minha adolescência. Experiências que me marcaram pra sempre na minha preferência por mulheres milf e no meu fetiche por calcinhas femininas.
Eram os anos 70 e meus pais, imigrantes como tantos outros em Madri, tinham decidido, como todo ano, passar as férias na nossa pequena vila castelhana. Íamos passar os 3 meses de verão. Meu pai, empregado de uma empresa de ponta na época, vinha nos visitar nos fins de semana até a sua merecida folga mensal, e lá ficaríamos eu, minha irmã mais nova e minha mãe durante todo o verão.
Íamos ficar na casa dos meus tios. Era um casarão grande nos arredores da vila, onde moravam meus tios, meus primos e minha avó. Os quartos, embora não fossem muitos, eram grandes e espaçosos, e nos acomodaram no quarto de um dos meus primos, primos que, aliás, eram mais velhos que eu.
Era um quarto grande com uma cama grande de casal e outra pequena, que pra minha irmã de apenas 10 anos era perfeita. Pra mim, colocaram um colchão no chão onde eu dormiria quando meu pai estivesse lá, e se não, eu dormiria na cama grande de casal com minha mãe. Naquela época, não dei a menor importância pra essa situação.
Naquela época, eu estava no auge da adolescência, com os hormônios à flor da pele e muita curiosidade pelo sexo oposto. Mas minha família era muito tradicional, bem religiosa e muito presa às tradições do passado.
Eram poucos os amigos que eu tinha na vila, já que era uma população pequena, os poucos amigos que eu tinha já estavam começando a trabalhar, e os que não trabalhavam estavam na cidade estudando.
Assim, os dias passavam devagar, com um calor sufocante durante o dia, embora com um pouco de frescor ao anoitecer. Dias monótonos (não tinha internet, nem telefones, nem mesmo TV). Dias de banhos matinais na piscina que tinha no jardim da casa, que servia pra regar nossa horta, de Conversas, sestas, partidas de baralho ao ar livre…
O mais divertido era encontrar algum dos meus parceiros, que já estavam um pouco mais espertos que eu, embora de garotas quase nada, pra não dizer nada. Já começávamos a ver umas revistas pornô da época, com aquelas mulheres lindas de bucetas peludas e peitões. Revistas que serviam de inspiração pras minhas inúmeras punhetas.
Como eu disse, de garotas, nada, nadinha. O mais próximo eram as mulheres de casa, e o melhor talvez fosse quando a gente se banhava na piscina. Embora minha avó já fosse bem velha, minha tia me atraía bem pouco — era uma mulher grandona, cheia de carnes, de feições grosseiras e uma risada que ainda lembro como algo vulgar e desagradável.
Já minha mãe… Minha mãe naquela época tinha quarenta e poucos anos, era a irmã mais nova, mais baixinha, mas com um rostinho muito bonito, morena, de lábios carnudos e um corpo que não era nada mal. Uns peitos generosos, além de uma figura ainda apetecível, embora talvez um pouco larga de quadril — resumindo, uma coroa gostosa.
Naquelas manhãs de piscina, comecei a reparar nela mais do que devia e tentava imaginar como seriam seus encantos debaixo daquele maiô preto tosco que mal deixava ver nada.
Uma tarde, aconteceu algo que mudou tudo. Era um dia muito quente e, como toda tarde depois do almoço, a gente tirava uma soneca. O quarto estava na penumbra, minha irmã na cama dela, eu na cama de casal sem conseguir pregar o olho por causa do calor. Mas algo mudou na rotina da minha mãe, que costumava deitar com uma camisola comprida depois de se trocar no banheiro. Naquele dia, minha mãe, depois de me olhar e ver que eu estava dormindo — ou pelo menos era o que ela pensava —, se despiu lentamente bem na minha frente, bem devagar, deixando a roupa perfeitamente arrumada na cadeira ao lado da cama. Meus olhos já tinham se acostumado com a penumbra do quarto, pois já estava lá há um tempinho, e pude observar o espetáculo com total admiração pelo corpo dela. da minha progenitora até que ela ficou só de sutiã e calcinha. E que calcinha, era uma calcinha alta da época, de cor clara com furinhos pequenos em forma de renda, me pareceu muito sexy e destacava bem aquele rabo materno poderoso.
Então algo caiu no chão. Minha mãe com as pernas meio afastadas se inclinou pra pegar sem dobrar os joelhos, deixando aquele rabo majestoso empinado. Como as pernas estavam meio abertas, pude observar com todos os detalhes e de olhos arregalados aqueles grandes lábios que se desenhavam na buceta dela. Eram grandes, carnudos, sensuais… tive que morder um lábio em sinal de admiração. Quando ela se deitou, também pude ver o volume do seu monte de Vênus, transparecendo uma cor escura, me veio à mente as mulheres das revistas com suas bucetas peludas, sendo penetradas por grandes paus.
Então ela se deitou cobrindo a barriga com o lençol e ligou um radinho que tinha, colocou bem baixinho pra ouvir a radionovela diária. Eu não consegui pregar o olho vendo aqueles peitões presos no sutiã subindo e descendo no ritmo da respiração. Foram minutos intermináveis, com uma ereção forte e uma dor danada nos ovos. A partir daquele dia, ela seria a musa das minhas punhetas.
Embora eu costumasse me masturbar de manhã, depois daquilo, sempre esperava a hora da soneca pra ver meu espetáculo preferido, mas pouco podia fazer porque minha mãe parecia não dormir e sim ouvir o rádio.
À noite era outra história, mal dava pra ver nada porque ela se despia no escuro e quase não se enxergava, mas esperava ela dormir pra bater umas punhetas do caralho com minha mãe a poucos centímetros de mim.
Fui ficando mais ousado a cada dia e chegava a me masturbar tocando disfarçadamente com as costas da mão as nádegas dela. Fazia isso bem sutilmente e com o coração na mão com medo de ela acordar.
Mas queria ir mais longe porque minha obsessão só aumentava.
Então tive uma grande ideia e com alguns brinquedos quebrados Dos meus primos mais velhos, inventei uma lanterninha. A ideia era que ela iluminasse bem pouco, só o suficiente pra eu enxergar no escuro sem minha mãe descobrir minhas intenções. Então cobri a lâmpada com um paninho e esperei ansioso pela noite.
Tava muito nervoso e super excitado, mas não podia me arriscar. Então dormi esperando que minha mãe entrasse num sono profundo como toda noite. Também como toda noite, acordava de madrugada com a pica dura, mas naquela noite tudo seria diferente.
Me enfiei entre os lençóis e, com cuidado, acendi meu pequeno trambolho. Mal iluminava, então não tinha perigo, mas dava pra ver perfeitamente a raba da minha mãe, que dormia de lado. Ela tava de calcinha preta. Dava pra ver uns pelinhos perto da buceta dela. Aí tirei meu pau do esconderijo e comecei uma punheta lenta. Com aquela visão tão gostosa, não demorei pra gozar. Mesmo tendo preparado um lenço, não consegui evitar que a primeira porrada de leite acertasse o cu da minha mãe. Tentei limpar o melhor que pude, com todo cuidado.
Fim de semana era a pior época. Achava estranho que minha mãe, nesses dias, usasse a camisola dela. Eu dormia num colchão no chão perto da minha irmã, mas não pregava o olho, tentando espionar meus pais. Será que ele tava comendo ela? Eu pensava que passaria o dia inteiro comendo ela, mas não ouvia nada, absolutamente nada. Ou eles eram muito silenciosos, ou não transavam, ou faziam em outro momento, mas... quando?
Durante a semana, as coisas voltavam ao normal: espetáculo à tarde e punheta à noite. Cada vez eu tava mais ousado, acariciava sutilmente a bunda dela, encostava minha pica devagar nela, brincava e até enfiava meu pau entre as bandas dela, mas tudo com movimentos bem lentos e sutis, com medo de que ela acordasse.
Uma noite, depois das brincadeiras e do tesão, me atrevi a levantar o elástico da calcinha dela por cima da bunda e, devagar, meti a cabecinha por ali. Não consegui evitar e gozei.
Minhas gozadas por Então eram bem copiosas e abundantes, próprias de um jovem da minha idade. O que eu podia fazer agora? Será que ela ia perceber? Ia ter que perceber quando tirasse a calcinha dela. Dormi muito inquieto a noite inteira.
Quando acordei, minha mãe já tinha se levantado. Estava na cozinha, me cumprimentou, me serviu o café da manhã, tudo normal. Meu pulso se acalmou, ela não tinha percebido.
A partir daquele dia, minhas poluções noturnas sempre acabavam no mesmo lugar, na calcinha da mamãe, mas cada vez mais pra baixo, ou seja, cada vez mais perto da buceta dela. Toda noite eu deixava um bom presente dentro da calcinha dela. Mas como era possível que ela não percebesse? Ou será que percebia e esperava algo mais de mim?
Tudo mudou numa sexta-feira. Eu estava muito puto pensando que meu pai chegaria à tarde e até segunda não teria festa. Estávamos na piscina nos banhando como todo dia e minha tia disse pra irmã dela:
– Anda, alegra essa cara que hoje vem teu maridinho…
– Não, respondeu minha mãe, ele me ligou e tem um trampo enorme, esse fim de semana não vai poder vir.
– Esse aí quer é ficar de folga, retrucou minha tia.
– Arranja um gostoso por aqui, mas moço melhor que teu filho tu não acha, falou me olhando, as duas.
Fiquei vermelho ao mesmo tempo que fiquei feliz com a situação.
Depois do almoço, meu tio disse: – Anda, leva essas ferramentas na casa do vizinho que ele precisa.
Peguei a bicicleta e saí voando pro outro lado da cidade, porque não queria perder meu espetáculo vespertino favorito.
Mas quando cheguei, meu prazer foi pro saco, minha mãe já tinha se deitado.
Enquanto me despia, suado, puto e contrariado, percebi um detalhe que me deixou gelado. Ali na cadeira, em cima de toda a roupa perfeitamente dobrada, coroava a calcinha da mamãe.
Como sempre, minha mãe estava de lado, de costas pra mim, com o rádio bem baixinho ouvindo a novela dela e coberta com um lençol leve até a barriga, o que me permitia ver o sutiã preto dela. atrás. Quando levantei o lençol pra me deitar, quase tive um troço, porque minhas suspeitas se confirmaram. Minha mãe tinha se deitado sem calcinha e eu pude ver a bunda branca dela apontada pra mim. Quase gozei na hora. Tanta excitação fez com que, quando me acalmei um pouco, eu dormisse tranquilamente. Seria um sinal?
Naquela sexta, saí com os amigos pra festa de uma cidade vizinha. A noite inteira não consegui tirar da cabeça aquela bunda branca da minha mãe. Bebemos uns copos e pegamos umas minas, mas eu tava viajando.
Cheguei em casa de madrugada, meio bêbado e corajoso. Entrei no meu quarto, me despi completamente e me deitei na maciota. Não dava pra ver nada, então sutilmente encostei meu pau na racha da mamãe. Ela ainda tava alucinando, sem calcinha, e meu pau ficou duro, enterrado entre as nádegas dela. De repente, ela se separou bruscamente.
"Já era, vai me dar uma bronca", pensei. Ouvi uns barulhos e algo caiu no meu rosto. Era o sutiã dela. "Vem cá", ela disse bem baixinho.
Subi nela na posição de missionário, nossas bocas se selaram num beijo apaixonado, mesmo eu mal sabendo beijar. Minhas mãos amassaram com vontade os peitos poderosos dela, que mal cabiam na minha palma. Senti os mamilos grandes e duros. Minha mãe arqueou um pouco as pernas e meu pau entrou na buceta dela sem dificuldade. Tava muito molhada, e logo começou a se ouvir um barulho de chafurdar no ritmo das minhas metidas. Durou pouco. Os gemidos eram abafados pra minha irmã não acordar. Troquei as mãos, agarrei com força a bunda gostosa dela e gozei bem fundo, bem abundantemente, por onde anos antes eu tinha saído.
Tava amanhecendo, e alguns raios de sol entravam pela janela iluminando o quarto: "Vou sujar tudo", ela disse, se levantando.
Ela se ergueu e eu pude ver a nudez dela em todo o esplendor, pegou a roupa na cadeira e saiu do quarto com um sorriso leve no rosto, balançando a bunda gostosa. Meu leite escorria pelas coxas dela. Naquele bendito dia, as coisas mudaram. A gente não falou sobre isso, não fez nenhum comentário. Minha mãe se comportava normal, como sempre, mas na cama as coisas mudaram.
De tarde, mesmo eu tentando me encostar nela, ela me rejeitava. — A menina vai acordar, ela dizia,
e eu tinha que me contentar com uns amassos e pouco mais, mas de madrugada, ela se levantava, se despia e me comia toda noite como uma possessa, gozando dentro de mim tudo que podia.
Com a escuridão como aliada, a gente fez de tudo nessas noites. Sempre com muito cuidado pra minha irmã não acordar, mas eu comi ela em mil posições: de papai e mamãe, de quatro, de lado. Foi ela que uma noite sussurrou no meu ouvido: — Me chupa. Eu adorava chupar aquela bucetona, aqueles lábios grandes, chupar aquele clitóris, e encher minha cara com o cheiro e os fluidos das gozadas dela. Ela também, mais de uma noite, recebeu entre os lábios boas porções de porra que bebia até a última gota.
Na última sexta de julho, eu dei um passo adiante. Meu pai ia chegar pra ficar o mês inteiro e acabar com as festas noturnas. A verdade é que eu precisava descansar, mas quando tava na cama com ela, a pica pulava igual mola.
Naquela sexta, na hora da sesta, eu amassei ela bem amassada. Ela tava de lado e eu foquei naquele rabão, aquele rabão que tinha desencadeado tudo. Abri as bandas dela e brinquei com a buceta molhada e o cuzinho apertado, enfiando primeiro um dedo no cu dela e depois outro.
— Isso não, não, ela falou baixinho.
— Vai ser meu presente de despedida, eu falei.
Quando tava bem dilatado, apoiei a cabeça da pica nele e enfiei bem devagar, bem devagar, mas bem fundo. Depois, tapando a boca dela pra não gritar, comi bem o cu dela com força e com tesão até gozar bem lá dentro. Tive que ir no banheiro me limpar com a pica cheia de merda e porra.
Meu pai chegou pra ficar em agosto e acabaram as sessões de sexo sem fim, embora em Madrid as fodas continuaram até que eu fui pra casa, mas isso já é outra história…
Eram os anos 70 e meus pais, imigrantes como tantos outros em Madri, tinham decidido, como todo ano, passar as férias na nossa pequena vila castelhana. Íamos passar os 3 meses de verão. Meu pai, empregado de uma empresa de ponta na época, vinha nos visitar nos fins de semana até a sua merecida folga mensal, e lá ficaríamos eu, minha irmã mais nova e minha mãe durante todo o verão.
Íamos ficar na casa dos meus tios. Era um casarão grande nos arredores da vila, onde moravam meus tios, meus primos e minha avó. Os quartos, embora não fossem muitos, eram grandes e espaçosos, e nos acomodaram no quarto de um dos meus primos, primos que, aliás, eram mais velhos que eu.
Era um quarto grande com uma cama grande de casal e outra pequena, que pra minha irmã de apenas 10 anos era perfeita. Pra mim, colocaram um colchão no chão onde eu dormiria quando meu pai estivesse lá, e se não, eu dormiria na cama grande de casal com minha mãe. Naquela época, não dei a menor importância pra essa situação.
Naquela época, eu estava no auge da adolescência, com os hormônios à flor da pele e muita curiosidade pelo sexo oposto. Mas minha família era muito tradicional, bem religiosa e muito presa às tradições do passado.
Eram poucos os amigos que eu tinha na vila, já que era uma população pequena, os poucos amigos que eu tinha já estavam começando a trabalhar, e os que não trabalhavam estavam na cidade estudando.
Assim, os dias passavam devagar, com um calor sufocante durante o dia, embora com um pouco de frescor ao anoitecer. Dias monótonos (não tinha internet, nem telefones, nem mesmo TV). Dias de banhos matinais na piscina que tinha no jardim da casa, que servia pra regar nossa horta, de Conversas, sestas, partidas de baralho ao ar livre…
O mais divertido era encontrar algum dos meus parceiros, que já estavam um pouco mais espertos que eu, embora de garotas quase nada, pra não dizer nada. Já começávamos a ver umas revistas pornô da época, com aquelas mulheres lindas de bucetas peludas e peitões. Revistas que serviam de inspiração pras minhas inúmeras punhetas.
Como eu disse, de garotas, nada, nadinha. O mais próximo eram as mulheres de casa, e o melhor talvez fosse quando a gente se banhava na piscina. Embora minha avó já fosse bem velha, minha tia me atraía bem pouco — era uma mulher grandona, cheia de carnes, de feições grosseiras e uma risada que ainda lembro como algo vulgar e desagradável.
Já minha mãe… Minha mãe naquela época tinha quarenta e poucos anos, era a irmã mais nova, mais baixinha, mas com um rostinho muito bonito, morena, de lábios carnudos e um corpo que não era nada mal. Uns peitos generosos, além de uma figura ainda apetecível, embora talvez um pouco larga de quadril — resumindo, uma coroa gostosa.
Naquelas manhãs de piscina, comecei a reparar nela mais do que devia e tentava imaginar como seriam seus encantos debaixo daquele maiô preto tosco que mal deixava ver nada.
Uma tarde, aconteceu algo que mudou tudo. Era um dia muito quente e, como toda tarde depois do almoço, a gente tirava uma soneca. O quarto estava na penumbra, minha irmã na cama dela, eu na cama de casal sem conseguir pregar o olho por causa do calor. Mas algo mudou na rotina da minha mãe, que costumava deitar com uma camisola comprida depois de se trocar no banheiro. Naquele dia, minha mãe, depois de me olhar e ver que eu estava dormindo — ou pelo menos era o que ela pensava —, se despiu lentamente bem na minha frente, bem devagar, deixando a roupa perfeitamente arrumada na cadeira ao lado da cama. Meus olhos já tinham se acostumado com a penumbra do quarto, pois já estava lá há um tempinho, e pude observar o espetáculo com total admiração pelo corpo dela. da minha progenitora até que ela ficou só de sutiã e calcinha. E que calcinha, era uma calcinha alta da época, de cor clara com furinhos pequenos em forma de renda, me pareceu muito sexy e destacava bem aquele rabo materno poderoso.
Então algo caiu no chão. Minha mãe com as pernas meio afastadas se inclinou pra pegar sem dobrar os joelhos, deixando aquele rabo majestoso empinado. Como as pernas estavam meio abertas, pude observar com todos os detalhes e de olhos arregalados aqueles grandes lábios que se desenhavam na buceta dela. Eram grandes, carnudos, sensuais… tive que morder um lábio em sinal de admiração. Quando ela se deitou, também pude ver o volume do seu monte de Vênus, transparecendo uma cor escura, me veio à mente as mulheres das revistas com suas bucetas peludas, sendo penetradas por grandes paus.
Então ela se deitou cobrindo a barriga com o lençol e ligou um radinho que tinha, colocou bem baixinho pra ouvir a radionovela diária. Eu não consegui pregar o olho vendo aqueles peitões presos no sutiã subindo e descendo no ritmo da respiração. Foram minutos intermináveis, com uma ereção forte e uma dor danada nos ovos. A partir daquele dia, ela seria a musa das minhas punhetas.
Embora eu costumasse me masturbar de manhã, depois daquilo, sempre esperava a hora da soneca pra ver meu espetáculo preferido, mas pouco podia fazer porque minha mãe parecia não dormir e sim ouvir o rádio.
À noite era outra história, mal dava pra ver nada porque ela se despia no escuro e quase não se enxergava, mas esperava ela dormir pra bater umas punhetas do caralho com minha mãe a poucos centímetros de mim.
Fui ficando mais ousado a cada dia e chegava a me masturbar tocando disfarçadamente com as costas da mão as nádegas dela. Fazia isso bem sutilmente e com o coração na mão com medo de ela acordar.
Mas queria ir mais longe porque minha obsessão só aumentava.
Então tive uma grande ideia e com alguns brinquedos quebrados Dos meus primos mais velhos, inventei uma lanterninha. A ideia era que ela iluminasse bem pouco, só o suficiente pra eu enxergar no escuro sem minha mãe descobrir minhas intenções. Então cobri a lâmpada com um paninho e esperei ansioso pela noite.
Tava muito nervoso e super excitado, mas não podia me arriscar. Então dormi esperando que minha mãe entrasse num sono profundo como toda noite. Também como toda noite, acordava de madrugada com a pica dura, mas naquela noite tudo seria diferente.
Me enfiei entre os lençóis e, com cuidado, acendi meu pequeno trambolho. Mal iluminava, então não tinha perigo, mas dava pra ver perfeitamente a raba da minha mãe, que dormia de lado. Ela tava de calcinha preta. Dava pra ver uns pelinhos perto da buceta dela. Aí tirei meu pau do esconderijo e comecei uma punheta lenta. Com aquela visão tão gostosa, não demorei pra gozar. Mesmo tendo preparado um lenço, não consegui evitar que a primeira porrada de leite acertasse o cu da minha mãe. Tentei limpar o melhor que pude, com todo cuidado.
Fim de semana era a pior época. Achava estranho que minha mãe, nesses dias, usasse a camisola dela. Eu dormia num colchão no chão perto da minha irmã, mas não pregava o olho, tentando espionar meus pais. Será que ele tava comendo ela? Eu pensava que passaria o dia inteiro comendo ela, mas não ouvia nada, absolutamente nada. Ou eles eram muito silenciosos, ou não transavam, ou faziam em outro momento, mas... quando?
Durante a semana, as coisas voltavam ao normal: espetáculo à tarde e punheta à noite. Cada vez eu tava mais ousado, acariciava sutilmente a bunda dela, encostava minha pica devagar nela, brincava e até enfiava meu pau entre as bandas dela, mas tudo com movimentos bem lentos e sutis, com medo de que ela acordasse.
Uma noite, depois das brincadeiras e do tesão, me atrevi a levantar o elástico da calcinha dela por cima da bunda e, devagar, meti a cabecinha por ali. Não consegui evitar e gozei.
Minhas gozadas por Então eram bem copiosas e abundantes, próprias de um jovem da minha idade. O que eu podia fazer agora? Será que ela ia perceber? Ia ter que perceber quando tirasse a calcinha dela. Dormi muito inquieto a noite inteira.
Quando acordei, minha mãe já tinha se levantado. Estava na cozinha, me cumprimentou, me serviu o café da manhã, tudo normal. Meu pulso se acalmou, ela não tinha percebido.
A partir daquele dia, minhas poluções noturnas sempre acabavam no mesmo lugar, na calcinha da mamãe, mas cada vez mais pra baixo, ou seja, cada vez mais perto da buceta dela. Toda noite eu deixava um bom presente dentro da calcinha dela. Mas como era possível que ela não percebesse? Ou será que percebia e esperava algo mais de mim?
Tudo mudou numa sexta-feira. Eu estava muito puto pensando que meu pai chegaria à tarde e até segunda não teria festa. Estávamos na piscina nos banhando como todo dia e minha tia disse pra irmã dela:
– Anda, alegra essa cara que hoje vem teu maridinho…
– Não, respondeu minha mãe, ele me ligou e tem um trampo enorme, esse fim de semana não vai poder vir.
– Esse aí quer é ficar de folga, retrucou minha tia.
– Arranja um gostoso por aqui, mas moço melhor que teu filho tu não acha, falou me olhando, as duas.
Fiquei vermelho ao mesmo tempo que fiquei feliz com a situação.
Depois do almoço, meu tio disse: – Anda, leva essas ferramentas na casa do vizinho que ele precisa.
Peguei a bicicleta e saí voando pro outro lado da cidade, porque não queria perder meu espetáculo vespertino favorito.
Mas quando cheguei, meu prazer foi pro saco, minha mãe já tinha se deitado.
Enquanto me despia, suado, puto e contrariado, percebi um detalhe que me deixou gelado. Ali na cadeira, em cima de toda a roupa perfeitamente dobrada, coroava a calcinha da mamãe.
Como sempre, minha mãe estava de lado, de costas pra mim, com o rádio bem baixinho ouvindo a novela dela e coberta com um lençol leve até a barriga, o que me permitia ver o sutiã preto dela. atrás. Quando levantei o lençol pra me deitar, quase tive um troço, porque minhas suspeitas se confirmaram. Minha mãe tinha se deitado sem calcinha e eu pude ver a bunda branca dela apontada pra mim. Quase gozei na hora. Tanta excitação fez com que, quando me acalmei um pouco, eu dormisse tranquilamente. Seria um sinal?
Naquela sexta, saí com os amigos pra festa de uma cidade vizinha. A noite inteira não consegui tirar da cabeça aquela bunda branca da minha mãe. Bebemos uns copos e pegamos umas minas, mas eu tava viajando.
Cheguei em casa de madrugada, meio bêbado e corajoso. Entrei no meu quarto, me despi completamente e me deitei na maciota. Não dava pra ver nada, então sutilmente encostei meu pau na racha da mamãe. Ela ainda tava alucinando, sem calcinha, e meu pau ficou duro, enterrado entre as nádegas dela. De repente, ela se separou bruscamente.
"Já era, vai me dar uma bronca", pensei. Ouvi uns barulhos e algo caiu no meu rosto. Era o sutiã dela. "Vem cá", ela disse bem baixinho.
Subi nela na posição de missionário, nossas bocas se selaram num beijo apaixonado, mesmo eu mal sabendo beijar. Minhas mãos amassaram com vontade os peitos poderosos dela, que mal cabiam na minha palma. Senti os mamilos grandes e duros. Minha mãe arqueou um pouco as pernas e meu pau entrou na buceta dela sem dificuldade. Tava muito molhada, e logo começou a se ouvir um barulho de chafurdar no ritmo das minhas metidas. Durou pouco. Os gemidos eram abafados pra minha irmã não acordar. Troquei as mãos, agarrei com força a bunda gostosa dela e gozei bem fundo, bem abundantemente, por onde anos antes eu tinha saído.
Tava amanhecendo, e alguns raios de sol entravam pela janela iluminando o quarto: "Vou sujar tudo", ela disse, se levantando.
Ela se ergueu e eu pude ver a nudez dela em todo o esplendor, pegou a roupa na cadeira e saiu do quarto com um sorriso leve no rosto, balançando a bunda gostosa. Meu leite escorria pelas coxas dela. Naquele bendito dia, as coisas mudaram. A gente não falou sobre isso, não fez nenhum comentário. Minha mãe se comportava normal, como sempre, mas na cama as coisas mudaram.
De tarde, mesmo eu tentando me encostar nela, ela me rejeitava. — A menina vai acordar, ela dizia,
e eu tinha que me contentar com uns amassos e pouco mais, mas de madrugada, ela se levantava, se despia e me comia toda noite como uma possessa, gozando dentro de mim tudo que podia.
Com a escuridão como aliada, a gente fez de tudo nessas noites. Sempre com muito cuidado pra minha irmã não acordar, mas eu comi ela em mil posições: de papai e mamãe, de quatro, de lado. Foi ela que uma noite sussurrou no meu ouvido: — Me chupa. Eu adorava chupar aquela bucetona, aqueles lábios grandes, chupar aquele clitóris, e encher minha cara com o cheiro e os fluidos das gozadas dela. Ela também, mais de uma noite, recebeu entre os lábios boas porções de porra que bebia até a última gota.
Na última sexta de julho, eu dei um passo adiante. Meu pai ia chegar pra ficar o mês inteiro e acabar com as festas noturnas. A verdade é que eu precisava descansar, mas quando tava na cama com ela, a pica pulava igual mola.
Naquela sexta, na hora da sesta, eu amassei ela bem amassada. Ela tava de lado e eu foquei naquele rabão, aquele rabão que tinha desencadeado tudo. Abri as bandas dela e brinquei com a buceta molhada e o cuzinho apertado, enfiando primeiro um dedo no cu dela e depois outro.
— Isso não, não, ela falou baixinho.
— Vai ser meu presente de despedida, eu falei.
Quando tava bem dilatado, apoiei a cabeça da pica nele e enfiei bem devagar, bem devagar, mas bem fundo. Depois, tapando a boca dela pra não gritar, comi bem o cu dela com força e com tesão até gozar bem lá dentro. Tive que ir no banheiro me limpar com a pica cheia de merda e porra.
Meu pai chegou pra ficar em agosto e acabaram as sessões de sexo sem fim, embora em Madrid as fodas continuaram até que eu fui pra casa, mas isso já é outra história…
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