Pulei da cama com o som da campainha. Quem ousava me incomodar às oito da manhã? Coloquei a calça do pijama que estava largada no chão e fui abrir a porta. O que encontrei foi uma das minhas vizinhas vestindo um agasalho multicolorido dos anos 2000, vários tamanhos maior que o dela, e um sorriso de orelha a orelha.
— Oi, Elena — falei bocejando — Queria alguma coisa?
— Vim por causa daquilo… Sua mãe não te falou nada?
Pela cara que fiz, ela percebeu que não.
— Poxa, sua mãe me disse que já que você montou uma academia em casa, poderia me dar umas aulas, porque ir a uma academia particular fica muito caro pra mim e, bem… Ela falou pra eu passar aqui hoje.
— Então, verdade, eu não sabia de nada… mas já que você tá aqui, entra — falei, surpreso com a situação e a facilidade da minha mãe de me enfiar em enrascadas.
— Te acordei, né? Você ainda tava na cama, certeza… Toma café se quiser, volto daqui a pouco…
— Não, fica tranquila, como umas quatro bolachas e já tô pronto. Vou no quarto me arrumar um pouco, já volto. Fica à vontade.
É que eu simplesmente tinha vergonha de ficar na frente dos outros com meu pijama velho de feira, cheio de bolinhas e fios soltos. Coisa de gente, mesmo que eu não estivesse vestido pior que a Elena. Coloquei uma calça de moletom e uma camiseta de esporte, peguei umas bolachas com um suco e saí atrás da Elena.
— Elena, vem, me acompanha — chamei da porta da sala. Ela tinha tirado o moletom e ficado só com uma camiseta de propaganda de um shopping — Tenho tudo no quarto vazio lá no fundo. Não sei o que sua mãe te contou, mas não tenho uma academia montada lá. Só tenho um banco de pesos e halteres, de um quilo a dez.
— Bom, pra mim já vai ser o suficiente — ela disse enquanto entrava no quarto e arregalava os olhos, alucinada com um simples banco com uma barra de ferro — Suficiente. Eu só quero perder essa flacidez e dar uma enrijecida — concluiu, segurando o próprio braço.
— Beleza, Perfeito. Quantos dias você quer vir?
— O que você me recomenda?
— Acho que dois ou três dias por semana pra começar já tá bom.
— Eu poderia vir segunda, quarta e sexta… Mas tem que ser nesse horário porque às dez eu entro no trabalho… Vou te fazer acordar cedo pra caralho! Ah! E as aulas… Quanto te pago?
— Como é que você vai me pagar, mulher? Deixa pra lá…
— Claro que vou pagar, não quero sentir que tô abusando da confiança que tenho com sua mãe.
— Então fala com ela, eu não posso te cobrar. Bom… Vamos começar a fazer alguma coisa?
A verdade é que nós dois estávamos bem sem graça. Eu achava meio paia mandar ela embora com a animação que ela tinha descido, mas eu não me aguentava em pé de sono, e ela… acho que não saber que eu não sabia de nada tinha deixado ela perdida, sem saber se ficava na minha casa ou arrumava uma desculpa pra vazar.
— Como você quiser… mas te vejo bocejando tanto que acho melhor eu vir amanhã.
— Pra ser sincero, é, melhor você vir amanhã. Isso me pegou muito de surpresa. Se você vier amanhã, preparo uma rotina de treino, uma dieta e tal, e aí a gente começa de verdade.
— Combinado. Preciso trazer alguma coisa?
— Acho que não. No máximo umas luvas. Bom… e vem com roupa mais confortável, porque se você suar com essa roupa vai passar muito mal.
Trocamos mais algumas palavras enquanto eu a acompanhava até a porta e combinamos de nos ver no dia seguinte às oito da manhã.
Voltei pra cama puto da vida até perto do meio-dia, quando minha mãe voltou do trabalho. Eu tava pronto pra dar um esporro nela e mandar ligar pra amiga pra esquecer essa ideia idiota, mas não consegui.
— Não vou permitir — ela me ameaçou — que com seus vinte anos você passe o dia inteiro na cama, trancado no quarto sem fazer nada, sem estudar nem trabalhar. Você vai dar as aulas, goste ou não, e se tirar cinco reais por semana, vai viver com cinco reais, porque eu não tô acordando às seis da manhã todo dias para te manter.
Os olhos dela eram puro fogo. Se eu ousasse falar alguma coisa, ela teria arrancado minha cabeça, então preferi baixar a minha e aceitar ser o instrutor.
No dia seguinte, coloquei o despertador um pouco antes das oito, tomei um café da manhã pesado e me arrumei com minha roupa esportiva. Elena bateu na porta exatamente na hora combinada e, quando abri, a primeira coisa que me chamou a atenção foi que ela tinha seguido meu conselho sobre a roupa e estava muito mais preparada dessa vez. Além dos tênis esportivos, ela tinha colocado umas leggings pretas justas nas pernas e uma camiseta, também preta, de alças, tão justa no corpo quanto a calça. Com certeza, aquela roupa combinava muito melhor com a pele bronzeada dela e com a juba quase da mesma cor.
Deixei ela passar na minha frente e meus olhos foram direto pra bunda dela. Uma raba redonda e firme que quase fez meus olhos saltarem. Se, ao tirar as leggings, ela continuasse tão firme assim, não ia precisar de muito exercício. Tentei ver se ela estava usando alguma coisa por baixo, mas não dava pra ver nenhuma marca. Ou ela estava usando um fio dental enfiado entre as bandas, tornando-o invisível pro meu escaneamento, ou não estava usando nada por baixo. Que rabaço a minha vizinha tinha aos seus quarenta anos (calculados de olho).
Ela virou o pescoço e acho que me pegou hipnotizado com o movimento da bunda dela, mas eu me safei com uma velocidade mental impressionante.
— Percebi que seu cabelo é muito comprido, seria melhor você prender num rabo de cavalo, senão vai te atrapalhar no rosto na hora dos exercícios.
Primeira bola fora salva. Era melhor eu tomar mais cuidado. Ela me obedeceu e foi ao banheiro colocar um elástico. Voltou sorrindo de forma safada para a “salinha de academia” onde eu esperava.
— Preparei uma rotina full-body pra você, ou seja, vamos treinar todos os dias todos os músculos. Hoje vou te ensinar os exercícios e a técnica, mas a partir do próximo dia vou te dar porrada, ok? — Brinquei.
— Calma aí, devagar, senão você vai me matar. matar…
—Fica tranquila, que não. Vamos começar com cinco minutos de aquecimento.
E então me preparei pra iniciar o aquecimento. Fiquei na frente dela e incentivei ela a começar a trotar no lugar, como se estivesse correndo mas sem sair do lugar.
—Me imita. Devagar, pra não machucar os joelhos.
Ela começou a fazer quando percebi algo meio estranho. Aqueles peitos balançavam pra caralho. E muito é muito. Balançavam exageradamente. Engoli seco e me forcei a olhar nos olhos dela, já que, com ela na minha frente, ela não parava de cravar aqueles olhos verdes nos meus. Depois de uns segundos que pareceram minutos, mandei ela continuar no mesmo trote, mas dessa vez levantando os joelhos. No começo ela pareceu hesitar nos movimentos e começou a fazer olhando pro chão, o que aproveitei pra fixar meu olhar de novo naquele balanço magnífico de peitos.
Quando ela pegou o ritmo do exercício, mandei ela mudar e dessa vez trotar batendo os calcanhares na própria bunda. De novo ela olhou pra baixo e até virou a cabeça pra ver se tava fazendo certo, e de novo fiquei hipnotizado olhando aqueles peitos que pareciam querer pular pra fora da camiseta.
E depois de uns segundos, mudei de exercício de novo. Comecei a fazer jumping jacks, que basicamente é dar pulinhos abrindo e fechando as pernas enquanto sobe e desce os braços acima da cabeça, um exercício bem comum pra aquecer o corpo e perfeito pra me aquecer também, porque se com um simples trote os peitos dela dançavam pra cima e pra baixo, pulando aquilo era indescritível. Ela tinha levado meu conselho de vir confortável ao pé da letra e pra ela conforto devia significar vir sem sutiã, e eu tava muito grato por isso.
—Beleza, descansa, bebe água— falei, encerrando o aquecimento.
—E isso era o aquecimento? Tô morta já…— ela disse enquanto bebia direto da garrafa e “meu aquecimento” continuava crescendo ao ver como ela tinha começado a suar, a camiseta grudando no corpo dela (mais ainda) e marcava uns mamilos durinhos por baixo dela.
Sacudi a cabeça e comecei a explicar a rotina pra ela.
—Vamos trabalhar nessa ordem. Primeiro peito, depois costas, ombro, aí o braço, bíceps e tríceps, perna e terminamos com abdominal. Hoje quero só que você se familiarize com os exercícios. O que acha?
—Pra mim tá de boa tudo que você mandar, contanto que eu não morra hoje. Você é o expert.
—Então perfeito, deita no banco de supino que vamos começar com o peito. Hoje não vamos colocar peso, só pegar a barra e subir e descer os braços.
Me obedecendo, ela se deitou e se preparou pra pegar a barra.
—Ei, e quanto pesa essa barra? — Perguntou.
—É olímpica, então… vinte quilos.
—Vinte quilos?! — Reagiu na hora, se levantando — Não consigo pegar ela, vai cair em cima de mim e me matar!
—Que nada! Não tá vendo que o peso é bem distribuído? Qualquer um aguenta. Olha, eu fico atrás e se você não conseguir, seguro. Vai, tenta.
Desconfiada do que eu disse, ela se deitou de novo e agarrou a barra com os braços. Eu fiquei de pé do outro lado, bem onde a cabeça dela tava apoiada. Elena me olhava nos olhos, bufando, e eu olhava pros mamilos dela apontando pro céu. Apertei os dedos do pé tentando segurar uma possível ereção que cresceria bem na frente dela e serviria de muro entre nossos olhares.
—Vai, um, dois e três, levanta a barra! — Animei, torcendo pra ela fazer logo de uma vez.
Elena apertou os punhos e tirou do seguro, começando o movimento. Os braços tremiam um pouco e ela subia e descia meio descoordenada, mas tava aguentando.
—Dois… Três… Quatro… Vai, faz dez que você consegue… Oito… Nove… E… Dez!
—É verdade! Não pesa tanto! Embora eu tivesse tremendo toda…
—Normal, você ainda não pegou o movimento, mas vai pegar. Mais uma série?
Ela se deitou de novo com a autoestima lá em cima e se animou a fazer mais dez repetições. Nas duas últimas, tive que ajudar ela. levantei um pouco a barra, então decidi que pro primeiro dia já tava de bom tamanho.
— Muito bem, Elena. Aos poucos vamos aumentando o peso. Vamos ver se você consegue fazer barra fixa. Esse exercício é pras costas.
Pra quem não tá familiarizado com o assunto, fazer barra fixa é se pendurar numa barra numa certa altura e conseguir se elevar até passar a barra com o queixo. Descer e subir de novo até não aguentar mais.
Eu tinha uma barra fixa dobrável, vendida em qualquer loja de esportes, que se encaixava nos batentes da porta e permitia se pendurar sem perigo. Coloquei ela no lugar e imediatamente Elena levou as mãos à cabeça.
— Mas como é que eu vou fazer isso? Não vou conseguir nem uma…
— Qual é, você falou a mesma coisa do exercício anterior. Pelo menos tenta. Eu seguro seus pés e te ajudo.
Foi uma péssima ideia minha sugerir esse exercício. Peguei uma cadeira pra ela subir e se pendurar na barra, segurei os tornozelos dela e com o pé empurrei a cadeira pro lado. E, de fato, a bunda dela, aquele rabão enorme nu por baixo da malha, ficou a uns cinco centímetros do meu rosto.
Recuei o pescoço com medo de, num movimento errado, enfiar o nariz nas nádegas dela e, já que tava ali, dar uma mordida de tesão. A malha entrava no meio da bunda dela e era quase como se ela tivesse pelada. Mais embaixo, meu pau começava a dar os primeiros sinais de uma ereção iminente e se mexia dentro da cueca procurando um buraco pra escapar.
Me ajudando, Elena tentou fazer a primeira barra, que quase conseguiu, e tentou uma segunda, mas os braços falharam e ela simplesmente se soltou e caiu. Minhas mãos percorreram as pernas dela até segurar sua cintura na queda, e meu membro, não totalmente duro, mas no caminho, ficou encostado em uma das nádegas dela.
Rapidamente me afastei dela e me virei. —Tudo bem, esse exercício é muito difícil. Melhor a gente continuar com o próximo.
—Esse era impossível, se você não me segurasse, eu ia ficar pendurada. Tira esse da rotina — brincou enquanto eu preparava o banco para o próximo exercício.
Com o banco inclinado de jeito que ela pudesse apoiar as costas no encosto, ensinei como fazer um desenvolvimento de ombro. Esse exercício basicamente consistia em subir e descer os braços acima da cabeça com um haltere leve em cada mão. Na mesma posição, também ensinei como trabalhar o bíceps e depois o tríceps.
Esses exercícios dariam um respiro pra ela, por não serem tão intensos, e pra mim, por não ter que ver a bunda dela contra minha cara ou os peitos dela pulando sem parar. Fiquei andando atrás dela enquanto ela fazia os exercícios e contava o número de repetições.
— Tô… acabada — disse quando terminou a última série.
— Vamos, que já não falta nada, só a perna e hoje a gente encerra.
Pra perna, ensinei como fazer agachamento. Esse exercício consiste em, estando totalmente em pé, sentar numa cadeira imaginária e levantar de novo. Mostrei como posicionar as pernas e como descer sem mexer os joelhos, jogando a bunda pra trás e descendo com as costas retas.
Se eu tinha conseguido me acalmar, no momento em que vi como ela descia e empinava a bunda, deixando ela toda tensa, fiquei alterado de novo. Coloquei uma mão nas costas dela pra garantir que não torcia, e dali pude contemplar ainda melhor os movimentos dela.
— Com esse exercício a gente trabalha a perna inteira. Quadríceps, femoral, glúteos… — informei inocentemente.
— Então esse eu gosto, porque é isso que eu quero, deixar os glúteos mais durinhos, que eu tô…
Deu vontade de agarrar e apertar pra ver como eles estavam, mas me segurei.
— Com isso acho que já vale por hoje. Agora a gente faz uns abdominais e pronto.
— Abdominais? Mais ainda?
— Sim, abdominal tem que fazer todo dia. Agora te mostro. Ensino como se faz e nos dias que você não vier, pode fazer em casa que não demora nada. Porra, pega um desses tapetes e leva pra sala que lá temos mais espaço pra deitar. Vou encher sua garrafa d'água.
Obedientemente, ela foi pra sala com o tapete na mão enquanto eu ia encher a garrafa. Entrei no banheiro e tranquei a porta. Abaixei minha calça e meu pau saltou pra fora. Tão apertado debaixo da calça, precisava de ar, e assim que pegou, começou a endurecer rapidamente. Minha cabeça brilhava e as veias estavam bem inchadas.
—Porra, Elena, como você me deixou— Sussurrei, acariciando meu pau com suavidade.
Levantei minha camiseta e me olhei no espelho. Levei anos, mas meus abdominais estavam bem definidos no meu corpo e quase tão duros quanto o pau que eu segurava com a outra mão. Eu tinha (e ainda tenho) braços grandes e fortes, fortes o suficiente pra levantar a Elena no ar e foder ela sem tocar o chão. Pra ser sincero… eu era muito gostoso (e ainda sou). E se aquela mulher ia vir quase todo dia na minha casa com aquelas roupas me provocar, eu também podia provocar ela, e já que o atrito gera afeto… daí pra foder ela é um passo muito pequeno. Ela ia se molhar toda quando visse meus abdominais trabalhados e ia querer lamber eles com certeza. E ia descendo lambendo meu corpo até encontrar meu pauzão, que lamberia inteiro pra depois fazer uma sessão de cardio, seja montando em mim ou de quatro.
Tava com uma ereção violenta, mas bater uma naquele momento era inviável, então enchi a garrafa, joguei água no rosto, enchi de novo com água bem gelada e molhei dolorosamente meu pau tentando abaixar aquela ereção de cavalo, e enchi a garrafa de novo. Ajeitei o pau, já não tão inchado, como pude pra não aparecer muito e fui pra sala.
Elena já me esperava sentada no chão, pronta pra começar a aula. Expliquei pra ela Como fazer o primeiro exercício para abdômen. Aquele de sempre, pernas no chão, mãos atrás da nuca e levantar o tronco. Eu faço ele de boa e expliquei o segundo. Dessa vez, totalmente deitada de barriga pra cima no colchonete, com as mãos na lombar, ela tinha que levantar as pernas juntas até formar um ângulo de noventa graus com o corpo.
Elena se jogou pra fazer, mas não conseguia levantar as pernas mais que a metade, então me ofereci pra ajudar a empurrar os pés — e que momento bênção foi esse. Fiquei aos pés dela, segurei os tornozelos e ajudei a subir até o topo. A vista que eu tive das pernas esticadas pra cima e da lycra da calça dela se metendo naquela racha gostosa era perfeita. Mesmo com as pernas juntas, dava quase pra ver que a calça também entrava na bucetinha dela e marcava cada lábio vaginal.
Aquilo foi o golpe que faltava, e meu pau subiu de vez. Dava vontade de enfiar um pé em cada ombro dela e atravessar a calça com minha estaca, mas me segurei como pude. Mas queria ver bem aquela xota marcada na lycra, e decidi que o próximo exercício seria abrir e fechar as pernas elevadas a uns trinta graus. Mantive minha posição e pedi cuidado, principalmente com o pescoço.
— Elena, mantém o olhar fixo no teto. Se puxar pra frente, vai se machucar no pescoço e na cervical.
Que visão a Eleninha tava me dando cada vez que abria as pernas e mostrava aquela boceta inchada. Ela tava tão suada que a roupa parecia uma segunda pele, marcando até os poros. Os bicos dos peitos brilhavam no horizonte, e a ppk dela me provocava a enfiar a cabeça entre as pernas cada vez que ela abria.
— Muito bem, Elena. Agora vira de bruços. Vamos fazer isométricos. Apoia os antebraços no chão e as pontas dos pés, e se segura assim. o que você puder.
Ela me obedeceu sem reclamar e assumiu a posição que eu pedi.
— Levanta um pouco mais o quadril — falei pra ela enquanto levantava com uma mão na barriga dela e outra nas costas. Na real, eu só queria passar a mão nela, então levei as mãos disfarçadamente pras coxas dela e pedi pra ela tensionar bem. Depois, enfiei uma mão entre nós duas pra pedir que ela abrisse um pouco as pernas. Quando não aguentou mais, Elena se deixou cair no chão, exausta. Eu sentei do lado dela, tentando esconder minha ereção.
Depois de uns comentários sobre a intensidade do treino, Elena se levantou, e eu aproveitei pra pegar o colchonete e me erguer, tentando tampar o volume com ele. De repente, Elena olhou o relógio e, alarmada com o quanto tinha se atrasado e por ainda precisar tomar banho antes do trabalho, me agradeceu pela aula, combinamos de nos ver na sexta no mesmo horário e ela saiu correndo.
Assim que fechei a porta, não consegui evitar. Joguei o colchonete no chão, tirei a camiseta e o shorts, e me deitei sobre ele com o pau duro como pedra, praticamente sentindo o sangue correndo por ele. Tive a sensação de sentir o suor da Elena no colchonete, e isso me deixou ainda mais tarado. Agarrei meu pau como se minha vida dependesse disso e bati uma senhora punheta. Esfreguei pra cima e pra baixo por uns minutos até sentir todo o esperma que tava acumulado há horas nos meus ovos subir pelo tronco do meu pau e sair disparado vários centímetros até cair na minha barriga.
— Que desperdício de gozada — falei depois de expelir até a última gota, com o pau ainda duro — Elenita, te prometo que vou te foder bem fodida e você vai se lembrar de mim pra vida toda.
Me preparei a fundo pro nosso próximo encontro. Acordei uma hora antes, tomei banho, me barbeie, passei colônia e vesti um shorts de esporte e uma regata preta de lycra bem justa. ao meu corpo. Elena voltou com a mesma roupa da outra vez, mas sem sorrir.
—Filho, não sei se vou conseguir fazer nada hoje, tô com o corpo todo dolorido — entrou reclamando.
—E sabe como se tira dor muscular? Com mais exercício — brinquei.
—É, claro — riu — Olha, se eu sento, minhas pernas doem; se eu estico, o corpo dói; se eu fico de pé, os braços doem…
Já que Elena tinha descido, eu tinha que fazer de tudo pra ficar com ela e não deixar que fosse embora sem rolar nada.
—Então vamos ver o que a gente faz… Podíamos sair pra correr, mas com esse frio… — deixei no ar.
—Sei lá, sei lá… Até andando minhas pernas doem! O que você fazia quando tava dolorido?
—Eu? Ia no spa e no massagista. Mas aqui não tenho spa, e massagista… a não ser que você queira que eu te dê uma massagem improvisada… — essa era minha chance.
—Você me daria uma massagem? Isso sim que ia me fazer bem. Será que passa a dor assim?
—Acho que não vai passar de vez, mas você vai ficar mais relaxada.
—Então tá falado. Tô nas suas mãos. Onde eu deito?
—Deita no sofá se quiser, e eu fico de joelhos.
Elena sentou no sofá enquanto eu já me lambia pensando em como ia apalpar o corpo todo dela, quando ela teve uma ideia melhor.
—Que tal a gente ir pra minha casa? Assim eu troco de roupa e você faz melhor.
—Perfeito — decretei. Ela queria trocar de roupa? Será que ia ficar de lingerie? Meu pau já vibrava dentro da cueca.
Subimos pro andar de cima, logo acima do meu, onde ela morava. Assim que entrei, vi no hall um retrato pequeno da foto do casamento dela, uns dez anos atrás. "Desculpa, filho da puta, mas não vou deixar sua mulher com um corpo dez só pra você aproveitar", pensei olhando pro marido dela.
—Fica à vontade, vou trocar de roupa e já volto — disse Elena, apontando pro sofá.
Fiquei confortável e esperei. Ela apareceu depois de alguns minutos e, quando a vi, meu pau deu um pulo. Por cima, um sutiã branco que valorizava e firmava os peitos durinhos dela, e por baixo, um shortinho rosa que mal passava da bunda. Ela tinha tirado até o tênis e veio de meia, o que deixava tudo ainda mais gostoso.
— Não tenho óleo de massagem, então trouxe hidratante.
— Contanto que espalhe bem, tá de boa.
Levantei do sofá pra ela estender uma toalha, empinando a bunda, e aí se deitou de bruços, jogando o rabo de cavalo pra cima e se ajeitando com dois travesseiros.
— Pronto, pode começar.
Fiquei uns segundos besta olhando o corpo dela esticado no sofá antes de pegar o pote de creme e começar a passar nos ombros dela. Um gritinho da Elena me tirou do mundo.
— Ai! Tá gelado!
— Calma, já vou espalhar.
Dito e feito, minhas mãos tocaram a pele macia dela e comecei a espalhar o creme nos ombros, fazendo movimentos circulares que terminavam no pescoço.
Passei mais creme nas mãos e espalhei de um ombro até o pulso dela. Desci umas duas vezes pelo braço apertando com os dedos até que, na última descida, peguei a mão dela e massageei com as duas. Uma mão doce e feminina. Imaginei ela segurando meu pau e me masturbando, igual eu tinha feito no dia anterior, e comecei a ficar duro.
Repeti a mesma coisa com o outro braço antes de focar nas costas. Borrifei creme nas costas dela e passei a espalhar. Como achei muito bruto desabotoar o sutiã sem permissão, enfiei dois dedos por baixo da tira pra passar o creme, e ela comentou:
— Desabotoa se estiver atrapalhando.
— Não se importa? — perguntei me fazendo de inocente, e sem esperar resposta, desabotoei e deixei as laterais caírem.
Continuei espalhando o creme e massageando as costas dela enquanto virava o pescoço pra ver os peitos dela, amassados contra o sofá, escapando um pouco pelos lados. laterais. "Mais tarde", pensei. Agora era a vez das pernas.
Umas pernas que me esperavam nuas, com uma leve celulite que, se possível, me deixava ainda mais excitado. Meu pau já estava num tamanho considerável. Mais creme nas mãos e massagem nas panturrilhas. Primeiro uma, depois a outra, até terminar com uma mão em cada panturrilha.
—Puxa, que mãos você tem…—disse Elena com uma voz bem suave.
Pois agora você ia ver. Espremi o pote de creme nas coxas dela e comecei pela esquerda, apertando o máximo que podia pra dar uma boa massagem e, principalmente, pra esfregar bem. Primeiro só pela parte de trás, antes de envolver a perna dela inteira com as duas mãos e amassar toda a parte interna da coxa. Ela abriu ligeiramente as pernas pra me deixar manobrar melhor, e aproveitei pra subir minhas mãos o mais alto que dava, quase roçando o começo da bunda dela e quase tocando a virilha com os nós dos dedos.
Claro, repeti os movimentos na outra perna, reparando pelas dobras da calça que dessa vez ela usava uma calcinha preta fina por baixo. Minha ereção já era total.
Depois de esfregar e amassar as pernas dela, coloquei as mãos nos quadris dela e subi devagar pelas laterais até sentir com a ponta dos dedos os peitos macios que eu tinha visto antes. Gostei tanto da sensação que subi e desci três ou quatro vezes mais, com uma lentidão especial na área dos seios. Dei uns tapinhas nas omoplatas dela e pedi pra ela se virar.
Ela não disse nada. Simplesmente pegou as alças do sutiã e se virou de olhos fechados. O sutiã, que já não segurava nada, cobria mal os peitos dela.
—Você também está com dor nos abdominais?
—Tô, tô.
—É uma área muito delicada.
E comecei a massagear a barriga dela, na esperança de mexer o sutiã o suficiente pra ver os bicos dos peitos durinhos. Não tive sorte porque meus movimentos não eram tão fortes, mas com meu pau prestes a pular pra fora da calça, optei por me arriscar.
—Não te apertam as calças? — perguntei, puxando o elástico delas para cima e passando um dedo pelas marcas que o elástico tinha deixado na pele dela. Fui de um lado ao outro do quadril com dois dedos, percorrendo toda a cintura dela. Me pareceu ver, ou quis ver, como os joelhos dela se abriam levemente e ela afastava as pernas alguns centímetros, como dando sinal verde para uma possível inclusão de um objeto estranho entre elas.
Desci alguns milímetros até tocar o elástico da calcinha dela e levantei para meter um dedo por baixo, percorrendo todo o caminho que o elástico marcava duas vezes antes de descer milímetro por milímetro meu dedo do meio até o tesouro tão desejado dela.
Elena, que tinha ficado em silêncio até agora, interrompeu o silêncio que reinava na sala.
—Acho que aí já não estou mais dolorida.
Interpreti isso como a última mostra de resistência antes de se deixar fazer algo que moralmente muita gente reprova: transar com alguém vinte anos mais novo. Um jeito de liberar a responsabilidade dela e me dar o comando da situação.
Levei meu dedo indicador da mão que estava livre até a boca dela, fazendo o gesto de silêncio enquanto sussurrava calorosamente.
—Tem que trabalhar todos os músculos, e esse é um dos mais potentes.
De repente, sob meu manto, desci até a buceta suculenta dela e meu dedo do meio se introduziu nela, puxando-a para cima e arrancando o primeiro dos muitos gemidos que ela ia dar naquela manhã.
—Devagar… besta…
Tirei o dedo de dentro dela devagar e o meti de novo, me deliciando com a umidade dela. Tirei de novo e acariciei toda a buceta dela com a palma da minha mão, deixando-a toda melada dos sucos dela. Procurei o clitóris dela às cegas para poder acariciá-lo. Elena suspirava com os olhos fechados de prazer e acabou abrindo as pernas de vez, deixando uma delas cair no chão. Meus dedos médio e anelar entravam e saíam da caverna dela, pressionando todas as paredes, fazendo-a gozar de verdade.
—O que você está me... fazendo? — Suspirava Elena entre um gemido e outro. Com a mão esquerda, acariciava minha mão por cima da calça dela e, com a direita, passava as pontas dos dedos repetidamente pelos meus abdominais, depois de enfiá-la por baixo da minha camiseta.
Com a mão esquerda, peguei o sutiã dela e fui deslizando para fora do corpo, aproveitando cada centímetro que ficava nu dos dois melões enormes. Descobri diante de mim dois bicos pontudos com umas aréolas marrom-escuras e gigantes.
— Você tem uns peitos lindos, Elena.
Apertei um dos seios dela com a mão, curtindo o contraste entre o toque suave do peito dela e a dureza do bico. Depois, me curvei até chegar com a boca naquela iguaria e poder chupar, beijar e lamber aquele peito maravilhoso. A mão de Elena deslizou da minha barriga até o meu pacote, percorrendo todo o comprimento várias vezes.
— Nossa, que pau duro você tá — disse ela, abrindo os olhos pela primeira vez.
— Igual ao do outro dia.
— Já percebi...
Minha mão não parava de mexer na virilha dela e fazê-la gozar.
— Quer provar? — falei, baixando a calça até abaixo do saco. Meu pau saltou feito uma mola.
— Acho que... ninguém recusa um doce de vez em quando.
Tirei minhas mãos das intimidades dela e as enfiei por entre os cabelos dela, acariciando a cabeça dela e aproximando-a do meu pau. Elena fechou os olhos e abriu a boca com a língua para fora, pronta para saborear o pedaço de carne que lhe era oferecido.
Pensei que ia morrer de prazer quando a ponta do meu pau pousou na língua dela e os lábios dela envolveram minha cabecinha. O calor da boca dela e a umidade fizeram com que eu quase gozasse na hora. Segurando-a pela cabeça, fiz ela engolir meu pau devagar até mais da metade, e depois joguei a cabeça dela para trás, deixando um rastro de saliva por todo o tronco do meu membro.
— Mãe do amor lindo, Elena...
E empurrei meu pau de novo na boca dela. Conforme avançava, os lábios dela apertavam meu rabo, e a língua se refestelava lambendo tudo que podia. Por uns dois minutos, recebi um boquete colossal daquela deusa. Entrava e saía dela, deixando cada vez mais saliva no meu pau. Não sei quem estava curtindo mais, se ela ou eu.
Levei as bolas até a boca dela, porque também precisam de um carinho, e enquanto ela as chupava e lambia, tentando enfiá-las inteiras na boca sem conseguir, vi que ela começava a gemer cada vez mais forte — é que ela tinha metido a mão por baixo da calça pra se masturbar e parecia estar prestes a gozar.
Parei ela segurando o braço e tirando a mão bruscamente da virilha. Ela se assustou e soltou minhas bolas da boca.
— Hora da aula de cardio — falei, puxando o braço dela pra fazê-la levantar.
Sentei no sofá, segurei meu pau pela base e bati uma punheta, mandando ela montar em mim e cavalgar.
— Tava quase gozando — ela reclamou.
— Você vai curtir mais se gozar com meu pau dentro. Olha só, que grande e duro você deixou ele — falei, apontando o pau pra ela —. Senta nele.
Nem precisei pedir, porque ela já tava afim. Arriou a calça e a calcinha de uma vez, ficando finalmente pelada. Pela primeira vez vi a bucetinha dela. Perfeitamente depilada e brilhando de longe, toda molhada.
— Que tesão você me deu… — disse ela, sentando em cima de mim com um joelho de cada lado e segurando meu pau com a mão — …Com a porra da massagem… Você passou a mão em tudo, seu safado… Que pau duro…
E finalmente se deixou cair, enfiando meu pau de uma vez até o fundo.
— E você adorou que eu passei a mão… Tava morrendo de vontade.
— Não… — disse ela, soltando um gemido e dando a primeira cavalgada no meu pau — Eu só queria… Ahhh… Te provocar um pouco… Brincar… Que pau, meu Deus…
— Então agora, sua putinha… Vai embora bem fudida.
Os peitos dela pulavam na minha cara. Não resisti e agarrei um com cada mão pra levá-las à boca e morder seus mamilos. Com meu rosto enterrado entre aqueles dois melões, minhas mãos foram massagear a bunda enorme dela. Elena continuava quicando em cima de mim enquanto o suor dos nossos corpos nos deixava pegajosos.
— Que gostosa você é, como você fode bem… — eu repetia sem parar.
— Que pau duro, adoro… — era a frase que ela repetia.
Elena parou de quicar para, com o pau enfiado até o fundo, começar um movimento para frente e para trás, balbuciando “vou gozar, vou gozar”. Ela me agarrou pelo cabelo e soltou uns gemidos tão altos que os vidros da janela chegaram a tremer. O orgasmo foi foda. Por um momento, pensei que Elena tinha caído em coma. Eu fiquei encharcado com os fluidos vaginais dela.
Elena apoiou a cabeça no meu ombro, ainda com meu pau duro dentro dela, e foi se recuperando aos poucos.
— Porra, que orgasmo intenso… que trepada do caralho…
— E quanto mais você treinar, mais intensos vão ser… Aliás, eu ainda não gozei…
— Isso eu resolvo agora…
Elena saiu de cima de mim e se ajoelhou no chão, pronta para me dar mais um boquete foda e deixar eu gozar nela, mas eu parei.
— Espera… Você tem uma bunda que me deixa louco e antes de gozar tenho que te foder de quatro, nem que sejam só umas duas enfiadas…
Elena sorriu e se levantou do chão para subir no sofá de novo, de costas para mim.
— Então de quatro, hein? Vai me dar umas boas sentadas assim? — disse ela, empinando a bunda — Vai me bater?
E foi exatamente isso que eu fiz primeiro, dar um tapa forte numa das nádegas que deixou minha mão marcada. Elena respondeu com um suspiro. Deixei meu pau descansar bem na fenda dela enquanto massageava a bunda. Passei um dedo pelo cu dela, fantasiando em abri-lo um dia com o pau, e apontei pra entrada vaginal lubrificada dela. Deslizei minha rola pra dentro, que entrou com a mesma facilidade de antes, e me segurando na cintura dela comecei uma fodida brutal. Entrava e saía a uma velocidade vertiginosa e com uma potência descomunal. Minhas bolas batiam no clitóris dela e as nádegas dela dançavam no ritmo das minhas estocadas. As pernas dela tremiam como se fosse desmaiar.
—Meu Deus, você me mata com esse pauzão, me fode forte…
—Elena, vou gozar em você… Elena, se prepara…
Tirei meu pau e, com mais uma palmada, gritei:
—Vira!
Ela se virou bruscamente, ajudada por mim que puxava suas pernas, ficando deitada de barriga pra cima com as pernas abertas. Só precisei agitar meu pau umas duas vezes pra gozar igual um garanhão.
O esperma saiu disparado da minha cabecinha. Os primeiros jatos, os mais grossos, voaram até a cara dela, pegando ela totalmente de surpresa e deixando ela toda branca. Os seguintes caíram nos peitos dela, espalhados de qualquer jeito. Uns no mamilo direito e outros escorrendo pelo lado do peito esquerdo. O próximo jato caiu na barriga dela e, finalmente, as últimas gotas de porra caíram no ventre dela, deslizando devagar em direção à buceta aberta dela. Em cima dela, bati mais umas porradas de pau, descarregando o resto que ainda tinha no cano do meu pau que não tinha saído. Eu tinha enchido, literalmente, a Elena de porra.
—Porra, cara, que gozada do caralho, você me lambuzou toda…
—É que você me excita pra caralho… e além disso, você nunca leu que gozada faz bem pra pele?
—Então vou ficar com uma pele divina porque você encheu minha cara… bem fininha.
CONTINUA
— Oi, Elena — falei bocejando — Queria alguma coisa?
— Vim por causa daquilo… Sua mãe não te falou nada?
Pela cara que fiz, ela percebeu que não.
— Poxa, sua mãe me disse que já que você montou uma academia em casa, poderia me dar umas aulas, porque ir a uma academia particular fica muito caro pra mim e, bem… Ela falou pra eu passar aqui hoje.
— Então, verdade, eu não sabia de nada… mas já que você tá aqui, entra — falei, surpreso com a situação e a facilidade da minha mãe de me enfiar em enrascadas.
— Te acordei, né? Você ainda tava na cama, certeza… Toma café se quiser, volto daqui a pouco…
— Não, fica tranquila, como umas quatro bolachas e já tô pronto. Vou no quarto me arrumar um pouco, já volto. Fica à vontade.
É que eu simplesmente tinha vergonha de ficar na frente dos outros com meu pijama velho de feira, cheio de bolinhas e fios soltos. Coisa de gente, mesmo que eu não estivesse vestido pior que a Elena. Coloquei uma calça de moletom e uma camiseta de esporte, peguei umas bolachas com um suco e saí atrás da Elena.
— Elena, vem, me acompanha — chamei da porta da sala. Ela tinha tirado o moletom e ficado só com uma camiseta de propaganda de um shopping — Tenho tudo no quarto vazio lá no fundo. Não sei o que sua mãe te contou, mas não tenho uma academia montada lá. Só tenho um banco de pesos e halteres, de um quilo a dez.
— Bom, pra mim já vai ser o suficiente — ela disse enquanto entrava no quarto e arregalava os olhos, alucinada com um simples banco com uma barra de ferro — Suficiente. Eu só quero perder essa flacidez e dar uma enrijecida — concluiu, segurando o próprio braço.
— Beleza, Perfeito. Quantos dias você quer vir?
— O que você me recomenda?
— Acho que dois ou três dias por semana pra começar já tá bom.
— Eu poderia vir segunda, quarta e sexta… Mas tem que ser nesse horário porque às dez eu entro no trabalho… Vou te fazer acordar cedo pra caralho! Ah! E as aulas… Quanto te pago?
— Como é que você vai me pagar, mulher? Deixa pra lá…
— Claro que vou pagar, não quero sentir que tô abusando da confiança que tenho com sua mãe.
— Então fala com ela, eu não posso te cobrar. Bom… Vamos começar a fazer alguma coisa?
A verdade é que nós dois estávamos bem sem graça. Eu achava meio paia mandar ela embora com a animação que ela tinha descido, mas eu não me aguentava em pé de sono, e ela… acho que não saber que eu não sabia de nada tinha deixado ela perdida, sem saber se ficava na minha casa ou arrumava uma desculpa pra vazar.
— Como você quiser… mas te vejo bocejando tanto que acho melhor eu vir amanhã.
— Pra ser sincero, é, melhor você vir amanhã. Isso me pegou muito de surpresa. Se você vier amanhã, preparo uma rotina de treino, uma dieta e tal, e aí a gente começa de verdade.
— Combinado. Preciso trazer alguma coisa?
— Acho que não. No máximo umas luvas. Bom… e vem com roupa mais confortável, porque se você suar com essa roupa vai passar muito mal.
Trocamos mais algumas palavras enquanto eu a acompanhava até a porta e combinamos de nos ver no dia seguinte às oito da manhã.
Voltei pra cama puto da vida até perto do meio-dia, quando minha mãe voltou do trabalho. Eu tava pronto pra dar um esporro nela e mandar ligar pra amiga pra esquecer essa ideia idiota, mas não consegui.
— Não vou permitir — ela me ameaçou — que com seus vinte anos você passe o dia inteiro na cama, trancado no quarto sem fazer nada, sem estudar nem trabalhar. Você vai dar as aulas, goste ou não, e se tirar cinco reais por semana, vai viver com cinco reais, porque eu não tô acordando às seis da manhã todo dias para te manter.
Os olhos dela eram puro fogo. Se eu ousasse falar alguma coisa, ela teria arrancado minha cabeça, então preferi baixar a minha e aceitar ser o instrutor.
No dia seguinte, coloquei o despertador um pouco antes das oito, tomei um café da manhã pesado e me arrumei com minha roupa esportiva. Elena bateu na porta exatamente na hora combinada e, quando abri, a primeira coisa que me chamou a atenção foi que ela tinha seguido meu conselho sobre a roupa e estava muito mais preparada dessa vez. Além dos tênis esportivos, ela tinha colocado umas leggings pretas justas nas pernas e uma camiseta, também preta, de alças, tão justa no corpo quanto a calça. Com certeza, aquela roupa combinava muito melhor com a pele bronzeada dela e com a juba quase da mesma cor.
Deixei ela passar na minha frente e meus olhos foram direto pra bunda dela. Uma raba redonda e firme que quase fez meus olhos saltarem. Se, ao tirar as leggings, ela continuasse tão firme assim, não ia precisar de muito exercício. Tentei ver se ela estava usando alguma coisa por baixo, mas não dava pra ver nenhuma marca. Ou ela estava usando um fio dental enfiado entre as bandas, tornando-o invisível pro meu escaneamento, ou não estava usando nada por baixo. Que rabaço a minha vizinha tinha aos seus quarenta anos (calculados de olho).
Ela virou o pescoço e acho que me pegou hipnotizado com o movimento da bunda dela, mas eu me safei com uma velocidade mental impressionante.
— Percebi que seu cabelo é muito comprido, seria melhor você prender num rabo de cavalo, senão vai te atrapalhar no rosto na hora dos exercícios.
Primeira bola fora salva. Era melhor eu tomar mais cuidado. Ela me obedeceu e foi ao banheiro colocar um elástico. Voltou sorrindo de forma safada para a “salinha de academia” onde eu esperava.
— Preparei uma rotina full-body pra você, ou seja, vamos treinar todos os dias todos os músculos. Hoje vou te ensinar os exercícios e a técnica, mas a partir do próximo dia vou te dar porrada, ok? — Brinquei.
— Calma aí, devagar, senão você vai me matar. matar…
—Fica tranquila, que não. Vamos começar com cinco minutos de aquecimento.
E então me preparei pra iniciar o aquecimento. Fiquei na frente dela e incentivei ela a começar a trotar no lugar, como se estivesse correndo mas sem sair do lugar.
—Me imita. Devagar, pra não machucar os joelhos.
Ela começou a fazer quando percebi algo meio estranho. Aqueles peitos balançavam pra caralho. E muito é muito. Balançavam exageradamente. Engoli seco e me forcei a olhar nos olhos dela, já que, com ela na minha frente, ela não parava de cravar aqueles olhos verdes nos meus. Depois de uns segundos que pareceram minutos, mandei ela continuar no mesmo trote, mas dessa vez levantando os joelhos. No começo ela pareceu hesitar nos movimentos e começou a fazer olhando pro chão, o que aproveitei pra fixar meu olhar de novo naquele balanço magnífico de peitos.
Quando ela pegou o ritmo do exercício, mandei ela mudar e dessa vez trotar batendo os calcanhares na própria bunda. De novo ela olhou pra baixo e até virou a cabeça pra ver se tava fazendo certo, e de novo fiquei hipnotizado olhando aqueles peitos que pareciam querer pular pra fora da camiseta.
E depois de uns segundos, mudei de exercício de novo. Comecei a fazer jumping jacks, que basicamente é dar pulinhos abrindo e fechando as pernas enquanto sobe e desce os braços acima da cabeça, um exercício bem comum pra aquecer o corpo e perfeito pra me aquecer também, porque se com um simples trote os peitos dela dançavam pra cima e pra baixo, pulando aquilo era indescritível. Ela tinha levado meu conselho de vir confortável ao pé da letra e pra ela conforto devia significar vir sem sutiã, e eu tava muito grato por isso.
—Beleza, descansa, bebe água— falei, encerrando o aquecimento.
—E isso era o aquecimento? Tô morta já…— ela disse enquanto bebia direto da garrafa e “meu aquecimento” continuava crescendo ao ver como ela tinha começado a suar, a camiseta grudando no corpo dela (mais ainda) e marcava uns mamilos durinhos por baixo dela.
Sacudi a cabeça e comecei a explicar a rotina pra ela.
—Vamos trabalhar nessa ordem. Primeiro peito, depois costas, ombro, aí o braço, bíceps e tríceps, perna e terminamos com abdominal. Hoje quero só que você se familiarize com os exercícios. O que acha?
—Pra mim tá de boa tudo que você mandar, contanto que eu não morra hoje. Você é o expert.
—Então perfeito, deita no banco de supino que vamos começar com o peito. Hoje não vamos colocar peso, só pegar a barra e subir e descer os braços.
Me obedecendo, ela se deitou e se preparou pra pegar a barra.
—Ei, e quanto pesa essa barra? — Perguntou.
—É olímpica, então… vinte quilos.
—Vinte quilos?! — Reagiu na hora, se levantando — Não consigo pegar ela, vai cair em cima de mim e me matar!
—Que nada! Não tá vendo que o peso é bem distribuído? Qualquer um aguenta. Olha, eu fico atrás e se você não conseguir, seguro. Vai, tenta.
Desconfiada do que eu disse, ela se deitou de novo e agarrou a barra com os braços. Eu fiquei de pé do outro lado, bem onde a cabeça dela tava apoiada. Elena me olhava nos olhos, bufando, e eu olhava pros mamilos dela apontando pro céu. Apertei os dedos do pé tentando segurar uma possível ereção que cresceria bem na frente dela e serviria de muro entre nossos olhares.
—Vai, um, dois e três, levanta a barra! — Animei, torcendo pra ela fazer logo de uma vez.
Elena apertou os punhos e tirou do seguro, começando o movimento. Os braços tremiam um pouco e ela subia e descia meio descoordenada, mas tava aguentando.
—Dois… Três… Quatro… Vai, faz dez que você consegue… Oito… Nove… E… Dez!
—É verdade! Não pesa tanto! Embora eu tivesse tremendo toda…
—Normal, você ainda não pegou o movimento, mas vai pegar. Mais uma série?
Ela se deitou de novo com a autoestima lá em cima e se animou a fazer mais dez repetições. Nas duas últimas, tive que ajudar ela. levantei um pouco a barra, então decidi que pro primeiro dia já tava de bom tamanho.
— Muito bem, Elena. Aos poucos vamos aumentando o peso. Vamos ver se você consegue fazer barra fixa. Esse exercício é pras costas.
Pra quem não tá familiarizado com o assunto, fazer barra fixa é se pendurar numa barra numa certa altura e conseguir se elevar até passar a barra com o queixo. Descer e subir de novo até não aguentar mais.
Eu tinha uma barra fixa dobrável, vendida em qualquer loja de esportes, que se encaixava nos batentes da porta e permitia se pendurar sem perigo. Coloquei ela no lugar e imediatamente Elena levou as mãos à cabeça.
— Mas como é que eu vou fazer isso? Não vou conseguir nem uma…
— Qual é, você falou a mesma coisa do exercício anterior. Pelo menos tenta. Eu seguro seus pés e te ajudo.
Foi uma péssima ideia minha sugerir esse exercício. Peguei uma cadeira pra ela subir e se pendurar na barra, segurei os tornozelos dela e com o pé empurrei a cadeira pro lado. E, de fato, a bunda dela, aquele rabão enorme nu por baixo da malha, ficou a uns cinco centímetros do meu rosto.
Recuei o pescoço com medo de, num movimento errado, enfiar o nariz nas nádegas dela e, já que tava ali, dar uma mordida de tesão. A malha entrava no meio da bunda dela e era quase como se ela tivesse pelada. Mais embaixo, meu pau começava a dar os primeiros sinais de uma ereção iminente e se mexia dentro da cueca procurando um buraco pra escapar.
Me ajudando, Elena tentou fazer a primeira barra, que quase conseguiu, e tentou uma segunda, mas os braços falharam e ela simplesmente se soltou e caiu. Minhas mãos percorreram as pernas dela até segurar sua cintura na queda, e meu membro, não totalmente duro, mas no caminho, ficou encostado em uma das nádegas dela.
Rapidamente me afastei dela e me virei. —Tudo bem, esse exercício é muito difícil. Melhor a gente continuar com o próximo.
—Esse era impossível, se você não me segurasse, eu ia ficar pendurada. Tira esse da rotina — brincou enquanto eu preparava o banco para o próximo exercício.
Com o banco inclinado de jeito que ela pudesse apoiar as costas no encosto, ensinei como fazer um desenvolvimento de ombro. Esse exercício basicamente consistia em subir e descer os braços acima da cabeça com um haltere leve em cada mão. Na mesma posição, também ensinei como trabalhar o bíceps e depois o tríceps.
Esses exercícios dariam um respiro pra ela, por não serem tão intensos, e pra mim, por não ter que ver a bunda dela contra minha cara ou os peitos dela pulando sem parar. Fiquei andando atrás dela enquanto ela fazia os exercícios e contava o número de repetições.
— Tô… acabada — disse quando terminou a última série.
— Vamos, que já não falta nada, só a perna e hoje a gente encerra.
Pra perna, ensinei como fazer agachamento. Esse exercício consiste em, estando totalmente em pé, sentar numa cadeira imaginária e levantar de novo. Mostrei como posicionar as pernas e como descer sem mexer os joelhos, jogando a bunda pra trás e descendo com as costas retas.
Se eu tinha conseguido me acalmar, no momento em que vi como ela descia e empinava a bunda, deixando ela toda tensa, fiquei alterado de novo. Coloquei uma mão nas costas dela pra garantir que não torcia, e dali pude contemplar ainda melhor os movimentos dela.
— Com esse exercício a gente trabalha a perna inteira. Quadríceps, femoral, glúteos… — informei inocentemente.
— Então esse eu gosto, porque é isso que eu quero, deixar os glúteos mais durinhos, que eu tô…
Deu vontade de agarrar e apertar pra ver como eles estavam, mas me segurei.
— Com isso acho que já vale por hoje. Agora a gente faz uns abdominais e pronto.
— Abdominais? Mais ainda?
— Sim, abdominal tem que fazer todo dia. Agora te mostro. Ensino como se faz e nos dias que você não vier, pode fazer em casa que não demora nada. Porra, pega um desses tapetes e leva pra sala que lá temos mais espaço pra deitar. Vou encher sua garrafa d'água.
Obedientemente, ela foi pra sala com o tapete na mão enquanto eu ia encher a garrafa. Entrei no banheiro e tranquei a porta. Abaixei minha calça e meu pau saltou pra fora. Tão apertado debaixo da calça, precisava de ar, e assim que pegou, começou a endurecer rapidamente. Minha cabeça brilhava e as veias estavam bem inchadas.
—Porra, Elena, como você me deixou— Sussurrei, acariciando meu pau com suavidade.
Levantei minha camiseta e me olhei no espelho. Levei anos, mas meus abdominais estavam bem definidos no meu corpo e quase tão duros quanto o pau que eu segurava com a outra mão. Eu tinha (e ainda tenho) braços grandes e fortes, fortes o suficiente pra levantar a Elena no ar e foder ela sem tocar o chão. Pra ser sincero… eu era muito gostoso (e ainda sou). E se aquela mulher ia vir quase todo dia na minha casa com aquelas roupas me provocar, eu também podia provocar ela, e já que o atrito gera afeto… daí pra foder ela é um passo muito pequeno. Ela ia se molhar toda quando visse meus abdominais trabalhados e ia querer lamber eles com certeza. E ia descendo lambendo meu corpo até encontrar meu pauzão, que lamberia inteiro pra depois fazer uma sessão de cardio, seja montando em mim ou de quatro.
Tava com uma ereção violenta, mas bater uma naquele momento era inviável, então enchi a garrafa, joguei água no rosto, enchi de novo com água bem gelada e molhei dolorosamente meu pau tentando abaixar aquela ereção de cavalo, e enchi a garrafa de novo. Ajeitei o pau, já não tão inchado, como pude pra não aparecer muito e fui pra sala.
Elena já me esperava sentada no chão, pronta pra começar a aula. Expliquei pra ela Como fazer o primeiro exercício para abdômen. Aquele de sempre, pernas no chão, mãos atrás da nuca e levantar o tronco. Eu faço ele de boa e expliquei o segundo. Dessa vez, totalmente deitada de barriga pra cima no colchonete, com as mãos na lombar, ela tinha que levantar as pernas juntas até formar um ângulo de noventa graus com o corpo.
Elena se jogou pra fazer, mas não conseguia levantar as pernas mais que a metade, então me ofereci pra ajudar a empurrar os pés — e que momento bênção foi esse. Fiquei aos pés dela, segurei os tornozelos e ajudei a subir até o topo. A vista que eu tive das pernas esticadas pra cima e da lycra da calça dela se metendo naquela racha gostosa era perfeita. Mesmo com as pernas juntas, dava quase pra ver que a calça também entrava na bucetinha dela e marcava cada lábio vaginal.
Aquilo foi o golpe que faltava, e meu pau subiu de vez. Dava vontade de enfiar um pé em cada ombro dela e atravessar a calça com minha estaca, mas me segurei como pude. Mas queria ver bem aquela xota marcada na lycra, e decidi que o próximo exercício seria abrir e fechar as pernas elevadas a uns trinta graus. Mantive minha posição e pedi cuidado, principalmente com o pescoço.
— Elena, mantém o olhar fixo no teto. Se puxar pra frente, vai se machucar no pescoço e na cervical.
Que visão a Eleninha tava me dando cada vez que abria as pernas e mostrava aquela boceta inchada. Ela tava tão suada que a roupa parecia uma segunda pele, marcando até os poros. Os bicos dos peitos brilhavam no horizonte, e a ppk dela me provocava a enfiar a cabeça entre as pernas cada vez que ela abria.
— Muito bem, Elena. Agora vira de bruços. Vamos fazer isométricos. Apoia os antebraços no chão e as pontas dos pés, e se segura assim. o que você puder.
Ela me obedeceu sem reclamar e assumiu a posição que eu pedi.
— Levanta um pouco mais o quadril — falei pra ela enquanto levantava com uma mão na barriga dela e outra nas costas. Na real, eu só queria passar a mão nela, então levei as mãos disfarçadamente pras coxas dela e pedi pra ela tensionar bem. Depois, enfiei uma mão entre nós duas pra pedir que ela abrisse um pouco as pernas. Quando não aguentou mais, Elena se deixou cair no chão, exausta. Eu sentei do lado dela, tentando esconder minha ereção.
Depois de uns comentários sobre a intensidade do treino, Elena se levantou, e eu aproveitei pra pegar o colchonete e me erguer, tentando tampar o volume com ele. De repente, Elena olhou o relógio e, alarmada com o quanto tinha se atrasado e por ainda precisar tomar banho antes do trabalho, me agradeceu pela aula, combinamos de nos ver na sexta no mesmo horário e ela saiu correndo.
Assim que fechei a porta, não consegui evitar. Joguei o colchonete no chão, tirei a camiseta e o shorts, e me deitei sobre ele com o pau duro como pedra, praticamente sentindo o sangue correndo por ele. Tive a sensação de sentir o suor da Elena no colchonete, e isso me deixou ainda mais tarado. Agarrei meu pau como se minha vida dependesse disso e bati uma senhora punheta. Esfreguei pra cima e pra baixo por uns minutos até sentir todo o esperma que tava acumulado há horas nos meus ovos subir pelo tronco do meu pau e sair disparado vários centímetros até cair na minha barriga.
— Que desperdício de gozada — falei depois de expelir até a última gota, com o pau ainda duro — Elenita, te prometo que vou te foder bem fodida e você vai se lembrar de mim pra vida toda.
Me preparei a fundo pro nosso próximo encontro. Acordei uma hora antes, tomei banho, me barbeie, passei colônia e vesti um shorts de esporte e uma regata preta de lycra bem justa. ao meu corpo. Elena voltou com a mesma roupa da outra vez, mas sem sorrir.
—Filho, não sei se vou conseguir fazer nada hoje, tô com o corpo todo dolorido — entrou reclamando.
—E sabe como se tira dor muscular? Com mais exercício — brinquei.
—É, claro — riu — Olha, se eu sento, minhas pernas doem; se eu estico, o corpo dói; se eu fico de pé, os braços doem…
Já que Elena tinha descido, eu tinha que fazer de tudo pra ficar com ela e não deixar que fosse embora sem rolar nada.
—Então vamos ver o que a gente faz… Podíamos sair pra correr, mas com esse frio… — deixei no ar.
—Sei lá, sei lá… Até andando minhas pernas doem! O que você fazia quando tava dolorido?
—Eu? Ia no spa e no massagista. Mas aqui não tenho spa, e massagista… a não ser que você queira que eu te dê uma massagem improvisada… — essa era minha chance.
—Você me daria uma massagem? Isso sim que ia me fazer bem. Será que passa a dor assim?
—Acho que não vai passar de vez, mas você vai ficar mais relaxada.
—Então tá falado. Tô nas suas mãos. Onde eu deito?
—Deita no sofá se quiser, e eu fico de joelhos.
Elena sentou no sofá enquanto eu já me lambia pensando em como ia apalpar o corpo todo dela, quando ela teve uma ideia melhor.
—Que tal a gente ir pra minha casa? Assim eu troco de roupa e você faz melhor.
—Perfeito — decretei. Ela queria trocar de roupa? Será que ia ficar de lingerie? Meu pau já vibrava dentro da cueca.
Subimos pro andar de cima, logo acima do meu, onde ela morava. Assim que entrei, vi no hall um retrato pequeno da foto do casamento dela, uns dez anos atrás. "Desculpa, filho da puta, mas não vou deixar sua mulher com um corpo dez só pra você aproveitar", pensei olhando pro marido dela.
—Fica à vontade, vou trocar de roupa e já volto — disse Elena, apontando pro sofá.
Fiquei confortável e esperei. Ela apareceu depois de alguns minutos e, quando a vi, meu pau deu um pulo. Por cima, um sutiã branco que valorizava e firmava os peitos durinhos dela, e por baixo, um shortinho rosa que mal passava da bunda. Ela tinha tirado até o tênis e veio de meia, o que deixava tudo ainda mais gostoso.
— Não tenho óleo de massagem, então trouxe hidratante.
— Contanto que espalhe bem, tá de boa.
Levantei do sofá pra ela estender uma toalha, empinando a bunda, e aí se deitou de bruços, jogando o rabo de cavalo pra cima e se ajeitando com dois travesseiros.
— Pronto, pode começar.
Fiquei uns segundos besta olhando o corpo dela esticado no sofá antes de pegar o pote de creme e começar a passar nos ombros dela. Um gritinho da Elena me tirou do mundo.
— Ai! Tá gelado!
— Calma, já vou espalhar.
Dito e feito, minhas mãos tocaram a pele macia dela e comecei a espalhar o creme nos ombros, fazendo movimentos circulares que terminavam no pescoço.
Passei mais creme nas mãos e espalhei de um ombro até o pulso dela. Desci umas duas vezes pelo braço apertando com os dedos até que, na última descida, peguei a mão dela e massageei com as duas. Uma mão doce e feminina. Imaginei ela segurando meu pau e me masturbando, igual eu tinha feito no dia anterior, e comecei a ficar duro.
Repeti a mesma coisa com o outro braço antes de focar nas costas. Borrifei creme nas costas dela e passei a espalhar. Como achei muito bruto desabotoar o sutiã sem permissão, enfiei dois dedos por baixo da tira pra passar o creme, e ela comentou:
— Desabotoa se estiver atrapalhando.
— Não se importa? — perguntei me fazendo de inocente, e sem esperar resposta, desabotoei e deixei as laterais caírem.
Continuei espalhando o creme e massageando as costas dela enquanto virava o pescoço pra ver os peitos dela, amassados contra o sofá, escapando um pouco pelos lados. laterais. "Mais tarde", pensei. Agora era a vez das pernas.
Umas pernas que me esperavam nuas, com uma leve celulite que, se possível, me deixava ainda mais excitado. Meu pau já estava num tamanho considerável. Mais creme nas mãos e massagem nas panturrilhas. Primeiro uma, depois a outra, até terminar com uma mão em cada panturrilha.
—Puxa, que mãos você tem…—disse Elena com uma voz bem suave.
Pois agora você ia ver. Espremi o pote de creme nas coxas dela e comecei pela esquerda, apertando o máximo que podia pra dar uma boa massagem e, principalmente, pra esfregar bem. Primeiro só pela parte de trás, antes de envolver a perna dela inteira com as duas mãos e amassar toda a parte interna da coxa. Ela abriu ligeiramente as pernas pra me deixar manobrar melhor, e aproveitei pra subir minhas mãos o mais alto que dava, quase roçando o começo da bunda dela e quase tocando a virilha com os nós dos dedos.
Claro, repeti os movimentos na outra perna, reparando pelas dobras da calça que dessa vez ela usava uma calcinha preta fina por baixo. Minha ereção já era total.
Depois de esfregar e amassar as pernas dela, coloquei as mãos nos quadris dela e subi devagar pelas laterais até sentir com a ponta dos dedos os peitos macios que eu tinha visto antes. Gostei tanto da sensação que subi e desci três ou quatro vezes mais, com uma lentidão especial na área dos seios. Dei uns tapinhas nas omoplatas dela e pedi pra ela se virar.
Ela não disse nada. Simplesmente pegou as alças do sutiã e se virou de olhos fechados. O sutiã, que já não segurava nada, cobria mal os peitos dela.
—Você também está com dor nos abdominais?
—Tô, tô.
—É uma área muito delicada.
E comecei a massagear a barriga dela, na esperança de mexer o sutiã o suficiente pra ver os bicos dos peitos durinhos. Não tive sorte porque meus movimentos não eram tão fortes, mas com meu pau prestes a pular pra fora da calça, optei por me arriscar.
—Não te apertam as calças? — perguntei, puxando o elástico delas para cima e passando um dedo pelas marcas que o elástico tinha deixado na pele dela. Fui de um lado ao outro do quadril com dois dedos, percorrendo toda a cintura dela. Me pareceu ver, ou quis ver, como os joelhos dela se abriam levemente e ela afastava as pernas alguns centímetros, como dando sinal verde para uma possível inclusão de um objeto estranho entre elas.
Desci alguns milímetros até tocar o elástico da calcinha dela e levantei para meter um dedo por baixo, percorrendo todo o caminho que o elástico marcava duas vezes antes de descer milímetro por milímetro meu dedo do meio até o tesouro tão desejado dela.
Elena, que tinha ficado em silêncio até agora, interrompeu o silêncio que reinava na sala.
—Acho que aí já não estou mais dolorida.
Interpreti isso como a última mostra de resistência antes de se deixar fazer algo que moralmente muita gente reprova: transar com alguém vinte anos mais novo. Um jeito de liberar a responsabilidade dela e me dar o comando da situação.
Levei meu dedo indicador da mão que estava livre até a boca dela, fazendo o gesto de silêncio enquanto sussurrava calorosamente.
—Tem que trabalhar todos os músculos, e esse é um dos mais potentes.
De repente, sob meu manto, desci até a buceta suculenta dela e meu dedo do meio se introduziu nela, puxando-a para cima e arrancando o primeiro dos muitos gemidos que ela ia dar naquela manhã.
—Devagar… besta…
Tirei o dedo de dentro dela devagar e o meti de novo, me deliciando com a umidade dela. Tirei de novo e acariciei toda a buceta dela com a palma da minha mão, deixando-a toda melada dos sucos dela. Procurei o clitóris dela às cegas para poder acariciá-lo. Elena suspirava com os olhos fechados de prazer e acabou abrindo as pernas de vez, deixando uma delas cair no chão. Meus dedos médio e anelar entravam e saíam da caverna dela, pressionando todas as paredes, fazendo-a gozar de verdade.
—O que você está me... fazendo? — Suspirava Elena entre um gemido e outro. Com a mão esquerda, acariciava minha mão por cima da calça dela e, com a direita, passava as pontas dos dedos repetidamente pelos meus abdominais, depois de enfiá-la por baixo da minha camiseta.
Com a mão esquerda, peguei o sutiã dela e fui deslizando para fora do corpo, aproveitando cada centímetro que ficava nu dos dois melões enormes. Descobri diante de mim dois bicos pontudos com umas aréolas marrom-escuras e gigantes.
— Você tem uns peitos lindos, Elena.
Apertei um dos seios dela com a mão, curtindo o contraste entre o toque suave do peito dela e a dureza do bico. Depois, me curvei até chegar com a boca naquela iguaria e poder chupar, beijar e lamber aquele peito maravilhoso. A mão de Elena deslizou da minha barriga até o meu pacote, percorrendo todo o comprimento várias vezes.
— Nossa, que pau duro você tá — disse ela, abrindo os olhos pela primeira vez.
— Igual ao do outro dia.
— Já percebi...
Minha mão não parava de mexer na virilha dela e fazê-la gozar.
— Quer provar? — falei, baixando a calça até abaixo do saco. Meu pau saltou feito uma mola.
— Acho que... ninguém recusa um doce de vez em quando.
Tirei minhas mãos das intimidades dela e as enfiei por entre os cabelos dela, acariciando a cabeça dela e aproximando-a do meu pau. Elena fechou os olhos e abriu a boca com a língua para fora, pronta para saborear o pedaço de carne que lhe era oferecido.
Pensei que ia morrer de prazer quando a ponta do meu pau pousou na língua dela e os lábios dela envolveram minha cabecinha. O calor da boca dela e a umidade fizeram com que eu quase gozasse na hora. Segurando-a pela cabeça, fiz ela engolir meu pau devagar até mais da metade, e depois joguei a cabeça dela para trás, deixando um rastro de saliva por todo o tronco do meu membro.
— Mãe do amor lindo, Elena...
E empurrei meu pau de novo na boca dela. Conforme avançava, os lábios dela apertavam meu rabo, e a língua se refestelava lambendo tudo que podia. Por uns dois minutos, recebi um boquete colossal daquela deusa. Entrava e saía dela, deixando cada vez mais saliva no meu pau. Não sei quem estava curtindo mais, se ela ou eu.
Levei as bolas até a boca dela, porque também precisam de um carinho, e enquanto ela as chupava e lambia, tentando enfiá-las inteiras na boca sem conseguir, vi que ela começava a gemer cada vez mais forte — é que ela tinha metido a mão por baixo da calça pra se masturbar e parecia estar prestes a gozar.
Parei ela segurando o braço e tirando a mão bruscamente da virilha. Ela se assustou e soltou minhas bolas da boca.
— Hora da aula de cardio — falei, puxando o braço dela pra fazê-la levantar.
Sentei no sofá, segurei meu pau pela base e bati uma punheta, mandando ela montar em mim e cavalgar.
— Tava quase gozando — ela reclamou.
— Você vai curtir mais se gozar com meu pau dentro. Olha só, que grande e duro você deixou ele — falei, apontando o pau pra ela —. Senta nele.
Nem precisei pedir, porque ela já tava afim. Arriou a calça e a calcinha de uma vez, ficando finalmente pelada. Pela primeira vez vi a bucetinha dela. Perfeitamente depilada e brilhando de longe, toda molhada.
— Que tesão você me deu… — disse ela, sentando em cima de mim com um joelho de cada lado e segurando meu pau com a mão — …Com a porra da massagem… Você passou a mão em tudo, seu safado… Que pau duro…
E finalmente se deixou cair, enfiando meu pau de uma vez até o fundo.
— E você adorou que eu passei a mão… Tava morrendo de vontade.
— Não… — disse ela, soltando um gemido e dando a primeira cavalgada no meu pau — Eu só queria… Ahhh… Te provocar um pouco… Brincar… Que pau, meu Deus…
— Então agora, sua putinha… Vai embora bem fudida.
Os peitos dela pulavam na minha cara. Não resisti e agarrei um com cada mão pra levá-las à boca e morder seus mamilos. Com meu rosto enterrado entre aqueles dois melões, minhas mãos foram massagear a bunda enorme dela. Elena continuava quicando em cima de mim enquanto o suor dos nossos corpos nos deixava pegajosos.
— Que gostosa você é, como você fode bem… — eu repetia sem parar.
— Que pau duro, adoro… — era a frase que ela repetia.
Elena parou de quicar para, com o pau enfiado até o fundo, começar um movimento para frente e para trás, balbuciando “vou gozar, vou gozar”. Ela me agarrou pelo cabelo e soltou uns gemidos tão altos que os vidros da janela chegaram a tremer. O orgasmo foi foda. Por um momento, pensei que Elena tinha caído em coma. Eu fiquei encharcado com os fluidos vaginais dela.
Elena apoiou a cabeça no meu ombro, ainda com meu pau duro dentro dela, e foi se recuperando aos poucos.
— Porra, que orgasmo intenso… que trepada do caralho…
— E quanto mais você treinar, mais intensos vão ser… Aliás, eu ainda não gozei…
— Isso eu resolvo agora…
Elena saiu de cima de mim e se ajoelhou no chão, pronta para me dar mais um boquete foda e deixar eu gozar nela, mas eu parei.
— Espera… Você tem uma bunda que me deixa louco e antes de gozar tenho que te foder de quatro, nem que sejam só umas duas enfiadas…
Elena sorriu e se levantou do chão para subir no sofá de novo, de costas para mim.
— Então de quatro, hein? Vai me dar umas boas sentadas assim? — disse ela, empinando a bunda — Vai me bater?
E foi exatamente isso que eu fiz primeiro, dar um tapa forte numa das nádegas que deixou minha mão marcada. Elena respondeu com um suspiro. Deixei meu pau descansar bem na fenda dela enquanto massageava a bunda. Passei um dedo pelo cu dela, fantasiando em abri-lo um dia com o pau, e apontei pra entrada vaginal lubrificada dela. Deslizei minha rola pra dentro, que entrou com a mesma facilidade de antes, e me segurando na cintura dela comecei uma fodida brutal. Entrava e saía a uma velocidade vertiginosa e com uma potência descomunal. Minhas bolas batiam no clitóris dela e as nádegas dela dançavam no ritmo das minhas estocadas. As pernas dela tremiam como se fosse desmaiar.
—Meu Deus, você me mata com esse pauzão, me fode forte…
—Elena, vou gozar em você… Elena, se prepara…
Tirei meu pau e, com mais uma palmada, gritei:
—Vira!
Ela se virou bruscamente, ajudada por mim que puxava suas pernas, ficando deitada de barriga pra cima com as pernas abertas. Só precisei agitar meu pau umas duas vezes pra gozar igual um garanhão.
O esperma saiu disparado da minha cabecinha. Os primeiros jatos, os mais grossos, voaram até a cara dela, pegando ela totalmente de surpresa e deixando ela toda branca. Os seguintes caíram nos peitos dela, espalhados de qualquer jeito. Uns no mamilo direito e outros escorrendo pelo lado do peito esquerdo. O próximo jato caiu na barriga dela e, finalmente, as últimas gotas de porra caíram no ventre dela, deslizando devagar em direção à buceta aberta dela. Em cima dela, bati mais umas porradas de pau, descarregando o resto que ainda tinha no cano do meu pau que não tinha saído. Eu tinha enchido, literalmente, a Elena de porra.
—Porra, cara, que gozada do caralho, você me lambuzou toda…
—É que você me excita pra caralho… e além disso, você nunca leu que gozada faz bem pra pele?
—Então vou ficar com uma pele divina porque você encheu minha cara… bem fininha.
CONTINUA
11 comentários - A amiga gostosa da minha mãe
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Un abrazo, genio !