Depois daquele beijo, a Mary levantou e falou saindo do quarto:
“Me segue”
Eu imaginei que ela queria ir pro banheiro, e foi isso mesmo. Entramos no chuveiro e continuamos com os carinhos.
“Hahaha, não me faz cócegas, me passa o sabonete, vai.”
Peguei o sabonete e a esponja, ensaboei ela e comecei a passar por todo o corpo dela, começando pelos ombros, axilas e seguindo pros peitos. Ela só me olhava com aqueles olhos pretos enormes, a água caía forte. Fui descendo até chegar na pélvis dela, onde dediquei um tempão esfregando a buceta dela com a esponja ensaboada. Ela continuava me olhando e, num momento, me fala:
“Me dá a esponja, por favor.”
“Ué, não gostou?”
“Me dá a esponja, só isso.”
Entreguei, e ela pegou o sabonete e começou a passar a esponja por todo o meu corpo com uma maestria que dava um puta prazer, até chegar na minha pélvis, ensaboando primeiro meus testículos e depois a rola bem devagar. Eu não parava de olhar pra ela, tava ficando excitado de novo. Ela percebeu na hora porque o amigo reagiu de novo. Ela aproximou a boca da cabeça e, com os lábios, acariciou suavemente. Por Deus, que prazer.
“Aproveita e ensaboa minha cabeça enquanto eu limpo bem essa aqui.”
Dito e feito. Peguei o xampu e comecei a lavar aquele cabelo preto e cacheado, massageando o couro cabeludo com a ponta dos dedos enquanto ela continuava brincando com o amigo, até que, de repente, abrindo a boca ao máximo, minha rola desapareceu dentro dela, provocando um tremor no corpo todo. Ficou assim por uns minutos intermináveis até que, prestes a gozar, falo:
“Vou gozaaaaar!”
Ela deu de ombros e continuou com mais força. Isso fez com que eu inundasse a boca dela. Ela levantou na hora, enxaguou o cabelo e se virou. Peguei a esponja e lavei as costas dela toda até chegar naquela bunda tão, mas tão perfeita. Com a mão, consegui inclinar ela e, com a boca, comecei a chupar o cu dela. Ela se apoiou nas torneiras e percebi que tava tremendo. Eu não parava de chupar e de meter minha língua. Língua o mais fundo que eu podia enquanto ouvia seus gemidos suaves, tinha perdido o medo, sabia que evitaria causar dor intensa, o que não sabia era que ele estava decidido a meter inteiro. Levantei e coloquei a cabeça na entrada dela, empurrando devagar mas com firmeza, ela só gozava. Entrou lentamente até a metade e quando quis continuar, ela deu um grito. Não queria que a irmã dela acordasse nem que o Mario acordasse, então me segurei e comecei um vai e vem que foi de lento pra violento, claro que o que consegui gozar foram só umas gotas, nada mais. Mary tinha me deixado seco, ela teve pelo menos 2 orgasmos e quando tirei de dentro dela, ela continuou se banhando. Fechamos o chuveiro e nos secamos, eu sequei ela e ela me secou. Ela me olhou com muita ternura e saímos do banheiro, ela já estava com o camisolinho dela e a calcinha na mão. Me acompanhou até a porta do quarto e com um beijo carinhoso na bochecha me disse "até amanhã". Depois disso, foi pro quarto dela, eu só fiquei parado olhando ela sumir da minha vista. Exausto, entrei no quarto e me deitei. Olhei o relógio e vi que já eram 6 horas. Bom, umas 3 horas ainda tenho. Coloquei o despertador pras 8:30 e dormi que nem um bebê de peito. Que barulheira que esse despertador fazia, por favor. Demorei um pouco pra desligar, dava pra ver meu cansaço. Levantei, me troquei e tentei arrumar a cama, mas tava uma bagunça. Decidi jogar a colcha por cima pra não aparecer a zona que tava. Saí do quarto, passei pela sala, peguei a chave do alarme, coloquei, abri a porta e fui pro trabalho. Custei pra chegar porque não conhecia bem a área, mas cheguei. Quando entrei, o Mauro (meu chefe) me parou: "O que você tá fazendo aqui, Daniel? Você tava de folga esse sábado." "Podemos trocar pra semana que vem, Mauro? Depois te explico." "Tá bom, tá bom, vai pra sua mesa que segunda a gente conversa." As horas não passavam mais, não conseguia pensar em nada além do que tinha rolado com Maria naquela longa noite de sexta. Só Queria um tempo a sós com ela pra arrebentar a bunda dela do meu jeito, ou seja, pra destruir aquilo, não tava nem aí se tinha que aturar o Mário o fim de semana inteiro, só queria detonar aquele cuzão gostoso da Maria, mas sem machucar ela, isso era pedir demais. Devia ter tomado um litro de café no trampo. Finalmente chegou 13h e pronto, acabou o dia de trabalho. Agora tinha que voltar pra casa do Mário pra devolver as chaves dele e depois ir pra minha descansar. Depois via como ia rever a Maria. Tava pensando em participar da reunião de segunda e, com a desculpa da viagem, voltar pra casa do Mário. Pensando nisso tudo, a viagem foi rápida. Quando me dei conta, já tava chegando na casa do Mário. Ao chegar, decidi tocar a campainha, mesmo tendo as chaves no bolso. Achei que não era certo entrar assim, na cara dura. Quem me atendeu foi a Gládis.
GLÁDIS: Oi, Dany, como cê tá?
Bem, Gládis, bem. Toma, aqui te devolvo as chaves.
GLÁDIS: Não, moleque, vem, entra. Quem te deu foi o Mário. Além disso, ele quer falar um negócio contigo.
Caralho, ferrou. O que foi agora? Será que ele nos ouviu ontem à noite? Pensei, preocupado. Gládis percebeu que eu tava bolado e, rindo, me disse:
Vai, Dany, entra, não é o que cê tá pensando.
Como é que cê sabe o que eu tô pensando?
GLÁDIS: Pela tua carinha, Dany, hahahaha.
Entramos rindo e fomos direto pra cozinha, onde o Mário e a Maria tavam tomando mate e conversando.
MÁRIO: Oi, Dany, chegou. Vem, vem, senta, vamos tomar uns mates.
Claro, Mário.
MÁRIO: Senta aqui.
Ele disse, apontando pra cadeira do lado da Maria.
Assim cê pega os mates, porque se ficar longe, ela não te dá nenhum, hahaha. Cê ainda não almoçou, né?
Não, Mário. Assim que saí do escritório, vim pra cá pra te devolver a chave.
Falei, esticando a chave pra ele, que pegou e colocou rapidinho no chaveiro.
MÁRIO: Já vou botar aqui, porque se deixar na mesa, com certeza esqueço, hahaha. Então, Dany, olha, a gente também não comeu nada, por isso tava tomando mate. Não faz muito que a gente levantou. Mary me perguntou se eu podia fazer um churrasquinho e claro que eu disse que sim, sabe, é minha paixão fazer churrasco, com esse quincho foda. Aí falei pra essas duas prepararem uns mates enquanto eu ia arrumando a churrasqueira, e a Gladis quando você chegou me disse:
GLADIS: Já estamos todos.
E por quê?
MARIO: Ela quer que você almoce com a gente, não acho que você vai negar, né?
É uma honra, Mario. Vamos pra churrasqueira que eu também sou fanático por churrasco.
MARIO: Ahhh é? Olha só você. Ele foi falando enquanto deixávamos as mulheres pra trás. Indo pro quincho, eu percebi que a Maria tinha conversado alguma coisa com a irmã, os olhares cúmplices entregavam elas.
Já acendeu o fogo, Mario?
MARIO: Não, ainda não. Agora vou pegar lenha e começar.
Pra que lenha? Não tem jornal?
MARIO: Claro que tenho, mas vai acender o carvão só com papel?
Claro, Mario. Se me deixar, te mostro. Além disso, é bem rápido, em pouco tempo o carvão tá pronto.
MARIO: Tá me zoando?
Imagina, Mario. Se me deixar, te mostro.
MARIO: Vamos ver, então. Olha aqui, o carvão. Espera aí que já te trago o jornal.
Ele foi pra cozinha e, enquanto procurava um jornal, ouvi ele falando com a Gladis:
Esse Daniel não sei o que quer inventar. Diz que acende o carvão com jornal, hahaha, acredita?
GLADIS: Tem que ver isso.
MARIA: Se ele falou, com certeza faz, e melhor que você, Mario.
MARIO: Vocês duas estão contra mim, né? Vai, Gladis, me dá o jornal que quero ver o que o Daniel vai fazer com o papel.
Eu por dentro tava rindo. Claro, muitos não sabem que com um jornal o fogo acende muito mais rápido. Quando o Mario voltou, eu já tinha colocado o saco de carvão em cima da churrasqueira. Ao ver, a cara dele mudou.
MARIO: E pra que o saco de carvão na churrasqueira? Acho que é o contrário, o carvão vai embaixo e a carne em cima.
Você presta atenção. Quando ver o resultado, nunca mais usa lenha. Olha bem o que eu faço. Me dá o jornal.
Mario me deu o jornal e eu fui tirando folha por folha, fazendo uma bola de papel com elas. Peguei os fósforos e acendi uma bola. que coloquei rapidinho embaixo do carvão, na hora outro e outro e mais outro, o plástico derreteu na mesma hora e eu tirei o plástico da grelha, deixando só o carvão em cima. Continuei fazendo bolinhas e enfiando debaixo do carvão, que já começava a crepitar, espalhava as bolinhas de papel por toda a superfície do carvão. Em uns minutos o carvão já tava pegando fogo. Peguei a pazinha e o atiçador e tirei de baixo da grelha as cinzas do papel.
Pronto, agora sim. Vamos pra cozinha continuar com o mate, daqui a pouco voltamos e já temos o fogo.
MARIO — Isso eu não sabia, pô, que bom que é.
Entramos na cozinha e de uma vez a Maria fala:
— E conseguiu acender o carvão com o jornal ou não?
MARIO — Olha, Mary, melhor você calar a boca.
— Sim, Mary, consegui, e o Mario aprendeu algo novo hoje que te garanto que não vai parar de fazer. Sabe o que acontece? Quando você vai acampar ou pescar, esse é o melhor jeito de fazer fogo. Muita gente não conhece, mas te poupa de ficar catando graveto pra acender.
MARIO — Sabe que você tem razão, Dany. E me diz: você gosta de pescar?
— Adoro, mas perdi a vara e até comprar outra não posso.
MARIO — Eu tenho de sobra, Dany. Se quiser, a gente organiza e vamos com o Fede. É só você trazer o corpo, escolhe sua vara e a gente zarpa.
— Seria legal, mas vara é uma coisa muito pessoal, Mario.
MARIO — Claro que sim, Dany. Você escolhe, eu não vou te emprestar, vou te dar.
— Bom, a gente vê. Mas e as mulheres?
GLADIS — Comigo não contem.
MARIO — Já saiu a amargurada.
— E você, Mary, topa?
MARY — Se for pra me levar pra fazer os mandados e me tratar de empregada, nem sonhem.
— Quem disse isso? Talvez você aprenda a pescar e tenha mais sorte que a gente.
MARY — Eu? Nem louca.
MARIO — Tá bom, então fiquem trancadas que nem duas velhas malucas. A gente prepara tudo e vaza.
— Não, Mario. Se eu tivesse namorando, nem louco dava esse mole. Ela vem comigo, SIM OU SIM.
MARY — Ah, é? Olha só, que ciumento de quinta categoria você é. Ainda bem que tá sozinho, por algum motivo, coitado. dela
Para para a Mary, nada a ver, justamente eu ciumento hahahaha, não tô falando por isso, é que eu gosto de compartilhar experiências juntos,
MARIA ah tá, mas e se ela não quiser?
Vou tentar convencer ela, e se não conseguir, prefiro não ir pra não deixar ela sozinha
GLADIS ah tá, assim é melhor
MARIO vamos Dany, vamos pro quincho que aqui parece que essas duas tão te tomando exame
É Mario, melhor a gente ir hahahahahaha
“Me segue”
Eu imaginei que ela queria ir pro banheiro, e foi isso mesmo. Entramos no chuveiro e continuamos com os carinhos.
“Hahaha, não me faz cócegas, me passa o sabonete, vai.”
Peguei o sabonete e a esponja, ensaboei ela e comecei a passar por todo o corpo dela, começando pelos ombros, axilas e seguindo pros peitos. Ela só me olhava com aqueles olhos pretos enormes, a água caía forte. Fui descendo até chegar na pélvis dela, onde dediquei um tempão esfregando a buceta dela com a esponja ensaboada. Ela continuava me olhando e, num momento, me fala:
“Me dá a esponja, por favor.”
“Ué, não gostou?”
“Me dá a esponja, só isso.”
Entreguei, e ela pegou o sabonete e começou a passar a esponja por todo o meu corpo com uma maestria que dava um puta prazer, até chegar na minha pélvis, ensaboando primeiro meus testículos e depois a rola bem devagar. Eu não parava de olhar pra ela, tava ficando excitado de novo. Ela percebeu na hora porque o amigo reagiu de novo. Ela aproximou a boca da cabeça e, com os lábios, acariciou suavemente. Por Deus, que prazer.
“Aproveita e ensaboa minha cabeça enquanto eu limpo bem essa aqui.”
Dito e feito. Peguei o xampu e comecei a lavar aquele cabelo preto e cacheado, massageando o couro cabeludo com a ponta dos dedos enquanto ela continuava brincando com o amigo, até que, de repente, abrindo a boca ao máximo, minha rola desapareceu dentro dela, provocando um tremor no corpo todo. Ficou assim por uns minutos intermináveis até que, prestes a gozar, falo:
“Vou gozaaaaar!”
Ela deu de ombros e continuou com mais força. Isso fez com que eu inundasse a boca dela. Ela levantou na hora, enxaguou o cabelo e se virou. Peguei a esponja e lavei as costas dela toda até chegar naquela bunda tão, mas tão perfeita. Com a mão, consegui inclinar ela e, com a boca, comecei a chupar o cu dela. Ela se apoiou nas torneiras e percebi que tava tremendo. Eu não parava de chupar e de meter minha língua. Língua o mais fundo que eu podia enquanto ouvia seus gemidos suaves, tinha perdido o medo, sabia que evitaria causar dor intensa, o que não sabia era que ele estava decidido a meter inteiro. Levantei e coloquei a cabeça na entrada dela, empurrando devagar mas com firmeza, ela só gozava. Entrou lentamente até a metade e quando quis continuar, ela deu um grito. Não queria que a irmã dela acordasse nem que o Mario acordasse, então me segurei e comecei um vai e vem que foi de lento pra violento, claro que o que consegui gozar foram só umas gotas, nada mais. Mary tinha me deixado seco, ela teve pelo menos 2 orgasmos e quando tirei de dentro dela, ela continuou se banhando. Fechamos o chuveiro e nos secamos, eu sequei ela e ela me secou. Ela me olhou com muita ternura e saímos do banheiro, ela já estava com o camisolinho dela e a calcinha na mão. Me acompanhou até a porta do quarto e com um beijo carinhoso na bochecha me disse "até amanhã". Depois disso, foi pro quarto dela, eu só fiquei parado olhando ela sumir da minha vista. Exausto, entrei no quarto e me deitei. Olhei o relógio e vi que já eram 6 horas. Bom, umas 3 horas ainda tenho. Coloquei o despertador pras 8:30 e dormi que nem um bebê de peito. Que barulheira que esse despertador fazia, por favor. Demorei um pouco pra desligar, dava pra ver meu cansaço. Levantei, me troquei e tentei arrumar a cama, mas tava uma bagunça. Decidi jogar a colcha por cima pra não aparecer a zona que tava. Saí do quarto, passei pela sala, peguei a chave do alarme, coloquei, abri a porta e fui pro trabalho. Custei pra chegar porque não conhecia bem a área, mas cheguei. Quando entrei, o Mauro (meu chefe) me parou: "O que você tá fazendo aqui, Daniel? Você tava de folga esse sábado." "Podemos trocar pra semana que vem, Mauro? Depois te explico." "Tá bom, tá bom, vai pra sua mesa que segunda a gente conversa." As horas não passavam mais, não conseguia pensar em nada além do que tinha rolado com Maria naquela longa noite de sexta. Só Queria um tempo a sós com ela pra arrebentar a bunda dela do meu jeito, ou seja, pra destruir aquilo, não tava nem aí se tinha que aturar o Mário o fim de semana inteiro, só queria detonar aquele cuzão gostoso da Maria, mas sem machucar ela, isso era pedir demais. Devia ter tomado um litro de café no trampo. Finalmente chegou 13h e pronto, acabou o dia de trabalho. Agora tinha que voltar pra casa do Mário pra devolver as chaves dele e depois ir pra minha descansar. Depois via como ia rever a Maria. Tava pensando em participar da reunião de segunda e, com a desculpa da viagem, voltar pra casa do Mário. Pensando nisso tudo, a viagem foi rápida. Quando me dei conta, já tava chegando na casa do Mário. Ao chegar, decidi tocar a campainha, mesmo tendo as chaves no bolso. Achei que não era certo entrar assim, na cara dura. Quem me atendeu foi a Gládis.
GLÁDIS: Oi, Dany, como cê tá?
Bem, Gládis, bem. Toma, aqui te devolvo as chaves.
GLÁDIS: Não, moleque, vem, entra. Quem te deu foi o Mário. Além disso, ele quer falar um negócio contigo.
Caralho, ferrou. O que foi agora? Será que ele nos ouviu ontem à noite? Pensei, preocupado. Gládis percebeu que eu tava bolado e, rindo, me disse:
Vai, Dany, entra, não é o que cê tá pensando.
Como é que cê sabe o que eu tô pensando?
GLÁDIS: Pela tua carinha, Dany, hahahaha.
Entramos rindo e fomos direto pra cozinha, onde o Mário e a Maria tavam tomando mate e conversando.
MÁRIO: Oi, Dany, chegou. Vem, vem, senta, vamos tomar uns mates.
Claro, Mário.
MÁRIO: Senta aqui.
Ele disse, apontando pra cadeira do lado da Maria.
Assim cê pega os mates, porque se ficar longe, ela não te dá nenhum, hahaha. Cê ainda não almoçou, né?
Não, Mário. Assim que saí do escritório, vim pra cá pra te devolver a chave.
Falei, esticando a chave pra ele, que pegou e colocou rapidinho no chaveiro.
MÁRIO: Já vou botar aqui, porque se deixar na mesa, com certeza esqueço, hahaha. Então, Dany, olha, a gente também não comeu nada, por isso tava tomando mate. Não faz muito que a gente levantou. Mary me perguntou se eu podia fazer um churrasquinho e claro que eu disse que sim, sabe, é minha paixão fazer churrasco, com esse quincho foda. Aí falei pra essas duas prepararem uns mates enquanto eu ia arrumando a churrasqueira, e a Gladis quando você chegou me disse:
GLADIS: Já estamos todos.
E por quê?
MARIO: Ela quer que você almoce com a gente, não acho que você vai negar, né?
É uma honra, Mario. Vamos pra churrasqueira que eu também sou fanático por churrasco.
MARIO: Ahhh é? Olha só você. Ele foi falando enquanto deixávamos as mulheres pra trás. Indo pro quincho, eu percebi que a Maria tinha conversado alguma coisa com a irmã, os olhares cúmplices entregavam elas.
Já acendeu o fogo, Mario?
MARIO: Não, ainda não. Agora vou pegar lenha e começar.
Pra que lenha? Não tem jornal?
MARIO: Claro que tenho, mas vai acender o carvão só com papel?
Claro, Mario. Se me deixar, te mostro. Além disso, é bem rápido, em pouco tempo o carvão tá pronto.
MARIO: Tá me zoando?
Imagina, Mario. Se me deixar, te mostro.
MARIO: Vamos ver, então. Olha aqui, o carvão. Espera aí que já te trago o jornal.
Ele foi pra cozinha e, enquanto procurava um jornal, ouvi ele falando com a Gladis:
Esse Daniel não sei o que quer inventar. Diz que acende o carvão com jornal, hahaha, acredita?
GLADIS: Tem que ver isso.
MARIA: Se ele falou, com certeza faz, e melhor que você, Mario.
MARIO: Vocês duas estão contra mim, né? Vai, Gladis, me dá o jornal que quero ver o que o Daniel vai fazer com o papel.
Eu por dentro tava rindo. Claro, muitos não sabem que com um jornal o fogo acende muito mais rápido. Quando o Mario voltou, eu já tinha colocado o saco de carvão em cima da churrasqueira. Ao ver, a cara dele mudou.
MARIO: E pra que o saco de carvão na churrasqueira? Acho que é o contrário, o carvão vai embaixo e a carne em cima.
Você presta atenção. Quando ver o resultado, nunca mais usa lenha. Olha bem o que eu faço. Me dá o jornal.
Mario me deu o jornal e eu fui tirando folha por folha, fazendo uma bola de papel com elas. Peguei os fósforos e acendi uma bola. que coloquei rapidinho embaixo do carvão, na hora outro e outro e mais outro, o plástico derreteu na mesma hora e eu tirei o plástico da grelha, deixando só o carvão em cima. Continuei fazendo bolinhas e enfiando debaixo do carvão, que já começava a crepitar, espalhava as bolinhas de papel por toda a superfície do carvão. Em uns minutos o carvão já tava pegando fogo. Peguei a pazinha e o atiçador e tirei de baixo da grelha as cinzas do papel.
Pronto, agora sim. Vamos pra cozinha continuar com o mate, daqui a pouco voltamos e já temos o fogo.
MARIO — Isso eu não sabia, pô, que bom que é.
Entramos na cozinha e de uma vez a Maria fala:
— E conseguiu acender o carvão com o jornal ou não?
MARIO — Olha, Mary, melhor você calar a boca.
— Sim, Mary, consegui, e o Mario aprendeu algo novo hoje que te garanto que não vai parar de fazer. Sabe o que acontece? Quando você vai acampar ou pescar, esse é o melhor jeito de fazer fogo. Muita gente não conhece, mas te poupa de ficar catando graveto pra acender.
MARIO — Sabe que você tem razão, Dany. E me diz: você gosta de pescar?
— Adoro, mas perdi a vara e até comprar outra não posso.
MARIO — Eu tenho de sobra, Dany. Se quiser, a gente organiza e vamos com o Fede. É só você trazer o corpo, escolhe sua vara e a gente zarpa.
— Seria legal, mas vara é uma coisa muito pessoal, Mario.
MARIO — Claro que sim, Dany. Você escolhe, eu não vou te emprestar, vou te dar.
— Bom, a gente vê. Mas e as mulheres?
GLADIS — Comigo não contem.
MARIO — Já saiu a amargurada.
— E você, Mary, topa?
MARY — Se for pra me levar pra fazer os mandados e me tratar de empregada, nem sonhem.
— Quem disse isso? Talvez você aprenda a pescar e tenha mais sorte que a gente.
MARY — Eu? Nem louca.
MARIO — Tá bom, então fiquem trancadas que nem duas velhas malucas. A gente prepara tudo e vaza.
— Não, Mario. Se eu tivesse namorando, nem louco dava esse mole. Ela vem comigo, SIM OU SIM.
MARY — Ah, é? Olha só, que ciumento de quinta categoria você é. Ainda bem que tá sozinho, por algum motivo, coitado. dela
Para para a Mary, nada a ver, justamente eu ciumento hahahaha, não tô falando por isso, é que eu gosto de compartilhar experiências juntos,
MARIA ah tá, mas e se ela não quiser?
Vou tentar convencer ela, e se não conseguir, prefiro não ir pra não deixar ela sozinha
GLADIS ah tá, assim é melhor
MARIO vamos Dany, vamos pro quincho que aqui parece que essas duas tão te tomando exame
É Mario, melhor a gente ir hahahahahaha
1 comentários - Mari me pegou uma quentura 4